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sábado, 30 de março de 2019

SEMENTES QUE PRECISAM FRUTIFICAR


A semente é uma vida encapsulada que precisa ser lançada na terra para continuar vivendo. Para que servem as sementes senão para serem plantadas?

A boa semente é aquela que produz o alimento saudável que chega às nossas mesas; aquela que produz uma árvore frondosa com muitos frutos e sombra para o cansado.

A melhor coisa a se fazer com uma semente é plantá-la.

A Bíblia conta uma linda estória que começa assim: “... eis que o semeador saiu a semear”. Que imagem bonita nos vem à mente pensando neste semeador que apanha as suas sementes e sai a semear. Eu poderia destacar algumas coisas neste ato do semeador.

· SEMEAR É UM EXERCÍCIO DE RESPONSABILIDADE
O semeador não tem outra coisa a fazer, senão ser fiel ao seu chamado. Ele não pode fazer outra coisa com as sementes, senão lançá-las na terra. É seu dever, é sua obrigação e ele não se isenta da sua responsabilidade.

· SEMEAR É UM EXERCÍCIO DE FÉ
Ao lançar a semente na terra, ele sabe que a está perdendo, pois agora ela desaparece de suas mãos e o controle sobre a semente está na terra.

O semeador não tem outra alternativa a não ser o exercício da fé.

· SEMEAR É UM EXERCÍCIO DE PACIÊNCIA
A perda da semente é temporária, pois em breve há de surgir na terra uma pequena planta.

Por dias, a única coisa que o semeador faz é esperar, todavia a sua espera não é uma espera desesperada, pois a experiência lhe diz que este é o processo natural.

Para colher é preciso plantar.

Todos nós somos semeadores das boas novas de Jesus Cristo.

O EVANGELHO É A SEMENTE QUE PRODUZ VIDA.

A terra onde estas sementes devem ser plantadas é cada pessoa com a qual nós convivemos.

Precisamos lançar as sementes porque somos responsáveis diante de Deus; fazer isto com fé, pois ao lançarmos a semente não temos mais controle sobre ela e finalmente esperar com paciência e oração até que a semente frutifique no coração das pessoas.

Autor: Antonio Carlos Barro

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

A Igreja rumo à maturidade

Warren Wiersbe, insigne comentarista bíblico, diz que o apóstolo Paulo oferece-nos três retratos da igreja em sua Primeira Carta aos Coríntios, capítulo três: a igreja é uma família cujo alvo é a maturidade; a igreja é um campo cujo propósito é a quantidade; e, a igreja é um edifício, cuja finalidade é a qualidade. Vamos considerar essas três figuras.

1. A igreja é uma família, cujo alvo é a maturidade (1Co 3.1-5).

Na igreja de Corinto o processo de maturidade espiritual estava atrasado. Os crentes ainda eram crianças em Cristo, imaturos e, estavam bebendo leite, quando deveriam ser pessoas adultas e maduras na fé.

Por serem crianças espirituais estavam andando segundo o homem e criando partidos dentro da igreja, promovendo o culto à personalidade. Na igreja de Corinto havia quatro partidos: o partido de Paulo, de Cefas, de Apolo e de Cristo. Não que esses líderes contribuíssem para essa atitude carnal; ao contrário, combatiam-na com tenacidade.

Um crente imaturo tem sempre a tendência de seguir um líder e tornar-se dependente dele, em vez de ter um relacionamento pessoal com Jesus. Um crente carnal sente-se mais seguro sob a sombra de alguém do que caminhar resoluto com os olhos fitos em Deus.

Um crente carnal é um crente a reboque como Ló; se a corda que o prende a seu líder se romper, ele fica à deriva. Paulo diz que a igreja é uma família, onde essas crianças espirituais precisam crescer rumo à maturidade.

2. A igreja é um campo, cujo propósito é a quantidade (1Co 3.6-9a).

Paulo muda a metáfora da família para o campo e passa da linguagem doméstica para a faina da agricultura. Se o alvo da família é a maturidade, o alvo do campo é a quantidade.

Num contexto de disputas e invejas dentro da igreja, Paulo afirma que um planta, o outro rega, mas o crescimento vem de Deus. Quem deve receber a glória pelos resultados da colheita não é o que planta nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento. Quem planta ou quem rega, ambos devem ter o mesmo propósito. Eles visam o mesmo resultado.

Por isso, vão receber sua recompensa. Porém, precisamos entender que somos apenas cooperadores de Deus e lavoura de Deus. Ao mesmo tempo em que somos cooperadores de Deus, ou seja, semeadores que cuidam da semente para que ela brote, cresça e tenha condições de frutificar, também, somos a própria lavoura de Deus que deve produzir muito fruto, a fim de que Deus seja glorificado.

3. A igreja é um edifício, cuja finalidade é a qualidade (1Co 3.9b-17).

Ao tratar da igreja, mais uma vez Paulo muda a metáfora. Agora faz uma transição do campo para o edifício, da quantidade para a qualidade. A igreja é um edifício. Esse edifício tem um fundamento, que é Cristo.

Ninguém pode lançar outro fundamento. Edificar nossa vida espiritual sobre outra base é consumada insensatez. É como construir sobre a areia. É construir para o desastre. Sobre o fundamento que é Cristo precisamos construir com materiais nobres e duradouros como ouro, prata e pedras preciosas.

O uso de materiais perecíveis como madeira, palha e feno não suportaria a prova de fogo e o resultado é que essa obra pereceria irremediavelmente. Esse edifício precisa ter qualidade. A vida cristã é uma vida de excelência e não de incúria e descuido espiritual.

Paulo usa esta figura para mostrar que esse edifício é o próprio santuário de Deus, e esse santuário não é um monumento morto, mas um edifício vivo, pois nós somos o santuário de Deus e ele habita em nós. Porque Deus habita em nós, esse santuário é sagrado e não pode ser destruído.

Esse santuário é o nosso corpo e devemos glorificar a Deus nele, sabendo que se nos dedicarmos a uma construção com qualidade receberemos de Deus o galardão.

Pr Hernandes Dias Lopes

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.