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sexta-feira, 24 de outubro de 2025

POVO SEPARADO PARA DEUS

Deus nos chama das trevas onde por natureza estávamos e onde muitos ainda estão

“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (IPe 2.9)

“Ide, pois, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifícios. Porque eu não vim chamar justos, mas pecadores.” (Mt 9.13))

Porque a questão do pecado tem que ser resolvida antes de Deus poder desenvolver seus propósitos; por isso somos chamados ao arrependimento.

“E a paz de Cristo, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos” (Cl 3.15))

Isso só é possível a quem atendeu ao chamado do arrependimento.

Então se o valor da obra de Cristo é compreendido. A paz e a gratidão o seguirão.

“A todos os que estais em Roma, amados de Deus, chamados para serdes santos: Graça a vós, e paz da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo” (Rm 1.7)

Um povo separado do mundo para Deus.

“E o Deus de toda a graça, que em Cristo vos chamou à sua eterna glória, depois de haverdes sofrido por um pouco, ele mesmo vos há de aperfeiçoar, confirmar e fortalecer. A ele seja o domínio para todo o sempre. Amém.”(IPe 5.10,11)

Nada menos satisfará ao coração de Deus do que ter-nos com Ele na sua glória.

Estamos sendo preparados para viver e morar com Deus. Na nova Jerusalém.

“E ouvi uma grande voz, vinda do trono, que dizia: Eis que o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles. ...” (Ap 21.3,4)

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 22 de outubro de 2025

CIDADÃOS DO CÉU

Mas a nossa cidade(cidadania)está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo. (Filip.3:20)

Não somos andarilhos, nem nômades.

Temos um lar, temos um destino, já somos cidadãos do céu embora ainda, temporária e provisoriamente, estejamos morando na terra.

Que nunca nos esqueçamos que não somos deste mundo.

Novos céus e nova terra nos aguardam e devemos aguardá-las também, pois é pra lá que iremos definitivamente.

Vivamos aqui, mas pensando nas coisas do Alto.

Se assim vivermos, iremos experimentar ainda que suavemente, uma prévia de como será a indizível realidade de vivermos eternamente no céu com o nosso Senhor.

De fato nós, cristãos, não somos um povo sem nacionalidade, muito menos, somos cidadãos deste mundo.

Ao contrário, Deus nos considera, pois de fato somos, nação santa, raça eleita, povo de propriedade exclusiva de Deus.

Não é que seremos esta nação: nós já somos esta nação!

Portanto, devemos viver dignamente como cidadãos do céu, homens com um objetivo só: o reino de Deus!

Que toda nossa vida aqui seja um retrato falado desta magnífica e comprometedora descrição bíblica:

"Somos nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus...!"

Que possamos viver tão íntimos do Senhor, andando em seus caminhos diariamente, em tão profunda comunhão com Ele, a ponto de sermos facilmente identificados como uma nação santa e como o povo que pertence exclusivamente a Deus.

Justamente por termos nossa nacionalidade celestial assegurada pela Bíblia é que devemos viver aqui e agora evidenciando os costumes celestiais, falando o idioma celestial, alimenta-nos das coisas celestiais, tendo hábitos celestiais, afetos celestiais, amando as coisas celestiais e, principalmente, desejosos e esperançosos de morarmos definitivamente em nossa cidade celestial, como o nosso Pai celestial.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz


sexta-feira, 8 de agosto de 2025

UM POVO ESPECIAL

O verdadeiro cristão, sal da terra e luz do mundo (Mt 5.13-14), é nascido de Deus (Jo 3.3), e a Ele se sujeita resistindo ao diabo (Tg 4.4) e o maligno não lhe toca (1Jo 5.18).

O Deus que servimos olha para dentro (coração), e não para fora (1Sm 16.7).

Somos templo do Espírito Santo e este, por sua vez, não é um visitante esporádico, antes, é um morador permanente que não se ausenta de sua morada (1Co 6.19,20);

Esse glorioso habitante é zeloso e sente ciúmes de seu santuário (Tg 4.5);

Somos selados com o Espírito Santo da promessa, o qual é o penhor (garantia) da nossa herança, para a redenção da possessão adquirida, para o louvor da sua glória (Ef 1.13-14);

Somos um povo especial, propriedade exclusiva de Deus (Tt 2.14,1Pe 2.9) resgatados por um preço caríssimo (Sl 49.8);

Somos auxiliados em nossas fraquezas pela incomparável intercessão do Espírito Santo (Rm 8.26);

Somos mais que vencedores por aquele que nos amou e estamos certos de que absolutamente nada poderá nos separar desse amor (Rm 8.37-39);

O Senhor guarda a nossa alma contra todo mal (Sl 121.5-7);

Jesus é o valente que venceu e expulsou Satanás das nossas vidas, tirando-lhe toda a sua armadura, repartindo os seus despojos (Lc 11.21-22);

Se formos infiéis, Ele permanece fiel, pois não pode negar-se a si próprio (2 Tm 2.13).

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

CONFIANÇA EM CRISTO

"Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve" (Mt 11.29,30).

Lutando contra as pressões da vida, Ele promete ajudar a levar nossas cargas.

"Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou. Não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize" (João 14.27).

Se estivermos buscando paz para a nossa mente e alma, Ele oferece a paz

Jesus Cristo se fez homem para nos redimir das consequências do pecado.

Ele sofreu a rejeição, o maltrato e a crueldade, suportou a fome, a sede e a dor.

“Mas Ele foi ferido pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos trouxe a paz estava sobre Ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados" (Is 53.5)

Morreu na cruz do calvário para cumprir o plano da salvação do Pai.

Quando Cristo ressurgiu, triunfou sobre o pecado e a morte, prometendo a todos os que o receberem: "Porque eu vivo, vós também vivereis". (João 14.19).

Jesus Cristo, por ser o Filho de Deus ressuscitado, pode perdoar nossos pecados e dar uma vida nova e eterna.

"Se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus O ressuscitou dentre os mortos, serás salvo" (Rm. 10.9).

Cristo compreende os nossos sentimentos e nossas necessidades, porque Ele viveu como homem sobre a terra.

Ele oferece paz interior e fortaleza através do seu Santo Espírito.

Ele oferece ânimo e um bom convívio por intermédio do seu povo.

Cristo está à destra do Pai intercedendo por todos aqueles que colocam sua confiança nEle

"Cheguemo-nos, pois, com confiança ao trono da graça, para que recebamos misericórdia e achemos graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno". (Hb 4.16).

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

domingo, 4 de agosto de 2024

POVO CORROMPIDO PELA INSATISFAÇÃO

A insatisfação sempre fez com que os israelitas se revoltassem contra Moisés, Arão e contra o próprio Deus.

Foi a insatisfação que lhes impediu a entrada na Terra Prometida e os fez andar errantes durante 40 anos pelo deserto, longe de uma terra que manava leite e mel.

É a insatisfação que destrói casamentos e famílias, são cônjuges resmungões que dificultam a vida do companheiro.

Ela não só deforma o rosto, mas também estraga o ambiente no trabalho, na vizinhança ou na comunidade.

A insatisfação faz uma sociedade ficar exaurida e um povo tornar-se corrompido.

O fruto da insatisfação é a discórdia, e a insatisfação surge quando o homem não tem paz.

"Por que, pois, se queixa o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados." (Lm 3.39)

"Os tais são murmuradores, são descontentes, andando segundo as suas paixões." (Judas 16)

A insatisfação tem sua raiz no fato de não se ter paz com Deus, e quanto mais um povo se afasta de Deus, mais insatisfeito fica.

Paulo, que havia entregue sua vida de modo incondicional ao Senhor Jesus, podia dizer:

"Entristecidos, mas sempre alegres; pobres, mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo" (2 Co 6.10).

Portanto, aquele que entregou sua vida ao Senhor Jesus e se arrependeu da sua insatisfação experimentará a verdade de Filipenses 4.7:

"E a paz de Deus, que excede a todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus."

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 24 de julho de 2024

AFLIÇÃO DO POVO DE DEUS

A aflição não só faz o verdadeiro cristão se humilhar diante de Deus, mas o conserva humilde.

A aflição faz secar o reservatório do combustível que alimenta o orgulho.

Um cristão aflito é semelhante a uma árvore carregada de frutos; a árvore que mais se dobra ao chão é frequentemente a que está mais cheia de frutos.

Se Deus utilizar a aflição para humilhá-lo perante Ele, estará cooperando para o bem

Através da aflição o povo de Deus aprende o que é o pecado na sua desonrosa, corrompida e maldita natureza.

Através da aflição aprendem que, como foi apropriadamente dito, "o pecado tem o diabo por pai, a vergonha por companheira, e a morte por seu salário".

Eles aprendem pela aflição que o pecado na verdade é um ataque ao coração, ao ser, e aos atributos de Deus.

"O pecado é uma afronta a justiça de Deus, uma violência contra a sua misericórdia, é escarnecer da Sua paciência, é menosprezar o Seu poder, e desrespeitar o Seu amor" (John Bunnyan). Através da aflição o pecado é tanto a força da sua morte, como a morte da sua força.

Quando a aflição é santificada pelo Espírito Santo, o pecado é arrancado do seu esconderijo dentro do coração e trazido à luz dos olhos de Deus.

Quando a aflição é santificada, o pecado se torna hediondo e odioso.

O pecado se torna excessivamente pecaminoso em sua verdadeira natureza.

Torna-se mais odiado por sua natureza do que por suas consequências.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

 

quinta-feira, 2 de maio de 2024

UM POVO INCOMUM

Sem a real presença de Deus não pode haver sinais, nem prodígios.

Somos salvos, mas não somos santos.

Há muito barulho e poucas maravilhas.

Só uma oração incomum fará “tremer a Igreja e trazer-nos de volta o fogo de Deus.

Nem rezas, nem belas orações, nem preces bem escritas e artisticamente recitadas poderão fazer qualquer diferença neste momento.

Só uma oração de olhos molhados e corações quebrantados poderá aliviar a dor que a falta de Deus está causando em nosso meio, e fazer-nos participar outra vez da santidade divina.

O diabo não tem medo de celebridades eclesiásticas, nem de teólogos e nem de eloquentes pregadores.

Mas estremece com todo o inferno diante de um cristão comum, mas que tenha uma oração incomum;

Que tenha um peso na alma por causa do atual estado da Igreja; e, agonizantemente, suplique pela misericórdia de Deus.

Orações incomuns despertam o bairro, a cidade, a nação; despertam o mundo inteiro para Deus.

Ser um santo num mundo iníquo é o bem maior do cristão, ainda que isto cause-lhe dor e até a morte.

Pode-se até matar os santos de Deus, porém não se pode matar o Deus dos Santos, pois é ele quem mantém a Igreja viva para a Sua glória.

O povo de Deus é um povo incomum, pois Deus o resgatou para ser diferente do restante do mundo.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 30 de agosto de 2023

DEUS NÃO ESQUECE DO SEU POVO

Através do tempo, apesar do povo de Deus esquecer seu Deus muitas vezes, Deus não se esqueceu deles. Ele manteve Sua palavra.

Deus não desistiu. Ele nunca desiste.

Quando José foi jogado em um buraco por seus próprios irmãos, Deus não desistiu.

Quando Moisés disse, "Eis-me aqui, envie Arão," Deus não desistiu.

Quando os israelitas libertados preferiam ser escravos no Egito ao invés de leite e mel, Deus não desistiu.

Quando Arão estava fazendo um falso deus exatamente ao mesmo tempo em que Moisés estava com o verdadeiro Deus, Deus não desistiu.

Quando somente dois dos dez espias consideravam que o Criador era poderoso o suficiente para libertar a criatura, Deus não desistiu.

Quando Sansão contou o segredo a Dalila, quando Saul riu de Davi, quando Davi conspirou contra Urias, Deus não desistiu.

Quando a palavra de Deus foi esquecida e os ídolos humanos brilharam, Deus não desistiu.

Quando os filhos de Israel foram levados cativos, Deus não desistiu.

Quando Ele se tornou carne e foi vítima de uma tentativa de assassinato antes de ter dois anos de idade, Ele não desistiu.

Quando o povo de sua própria cidade tentou O empurrar de um penhasco, Ele não desistiu.

Quando seus irmãos O ridicularizaram, Ele não desistiu.

Quando Ele foi acusado de blasfemar contra Deus por pessoas que não temiam a Deus, Ele não desistiu.

Quando Pedro O adorou à Ceia e O maldisse à fogueira, Ele não desistiu.

Quando as pessoas bateram em Seus rosto, Ele não bateu de volta.

Quando os espectadores o insultaram, Ele não os insultou.

Quando um chicoteador dilacerou Seus lados, Ele não se virou e ordenou aos anjos que estavam aguardando a empurrar aquele chicoteador goela abaixo dos soldados.

E quando as mãos humanas prenderam as mãos divinas em uma cruz com cravos, não foram os soldados que seguraram firme as mãos de Jesus. Foi Deus quem as segurou firme.

Porque aquelas mãos feridas foram as mesmas mãos invisíveis que carregaram o cântaro e a tocha dois mil anos antes.

Eram as mesmas mãos que trouxeram luz dentro da escuridão terrível e abafada. Elas vieram fazer isso de novo.

Então, da próxima vez que a dúvida entrar, escolte-a para fora. Fora para o monte. Fora para o Calvário. Fora para a cruz onde, com Sangue Santo, a mão que carregou a chama, escreveu a promessa, "Deus desistiria do Seu próprio Filho antes de desistir de você."

Max Lucado

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

domingo, 18 de junho de 2023

O POVO INCOMUM DE DEUS

E, ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, homens irmãos? (Atos 2.37)

Os judeus ao ouvirem a pregação de Pedro, conscientizaram-se de seus pecados e antes do apelo eles perguntavam como fariam para alcançar a salvação;

Sem a real presença de Deus não pode haver sinais, nem prodígios.

Somos salvos, mas não somos santos.

Há muito barulho e poucas maravilhas.

Só uma oração incomum fará “tremer a Igreja e trazer-nos de volta o fogo de Deus.

Só uma oração de olhos molhados e corações quebrantados poderá aliviar a dor que a falta de Deus está causando em nosso meio, e fazer-nos participar outra vez da santidade divina.

O diabo estremece com todo o inferno diante de um cristão comum, mas que tenha uma oração incomum e, agonizantemente, suplique pela misericórdia de Deus.

Orações incomuns despertam o bairro, a cidade, a nação; despertam o mundo inteiro para Deus.

Conceda-nos o Senhor sempre a sua graça, para que venhamos a ter uma oração incomum.

Assim, estremeceremos o presente século para a Glória de Deus.

Pode-se até matar os santos de Deus, porém não se pode matar o Deus dos Santos, pois é Ele quem mantém a Igreja viva para a Sua glória.

A Igreja é um povo incomum, o povo de Deus é um povo incomum, pois Deus o resgatou para ser diferente do restante do mundo.

Fonte: Um grito pela Santidade.

Transcrito e adaptado Por Litrazini

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Graça e Paz 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

POVO ESCOLHIDO DE DEUS

 “Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor; E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade, Para louvor da glória de sua graça...” Ef 1.4-11)

Antes da criação do mundo, Deus já nos havia escolhido para sermos dele por meio da nossa união com Cristo, a fim de pertencermos somente a Deus e nos apresentarmos diante dele sem culpa.

Por causa do seu amor por nós, Deus já havia resolvido que nos tornaria seus filhos por meio de Jesus Cristo, pois esse era o seu prazer e sua vontade.

Portanto louvemos a Deus pela sua gloriosa graça, que ele nos deu gratuitamente por meio do seu querido Filho.

Pois, pela morte de Cristo na Cruz, nós somos libertos, isto é, os nossos pecados são perdoados.

Como é maravilhosa a graça de Deus, que ele nos deu com tanta fartura!

Deus em toda a sua sabedoria e entendimento, fez o que havia resolvido e nos revelou o plano secreto que tinha decidido realizar por meio de Cristo.

Esse plano é unir, no tempo certo, debaixo da autoridade de Cristo, tudo o que existe no céu e na terra.

Todas as coisas são feitas de acordo com o plano e com a decisão de Deus.

De acordo com a sua vontade e com aquilo que ele havia resolvido desde o princípio, Deus nos escolheu para sermos o seu povo, por meio da nossa união com Cristo. (Ef 1.4-11).

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

 

segunda-feira, 20 de junho de 2022

DEUS QUER UM POVO SANTO

A solução é andar reto conforme a Palavra de Deus. Quando pecares, confessa-o (IJoão 1:9) e volta a observar os princípios deixados de obedecer (Sl 119:9; Ap 3:19, "sê pois zeloso, e arrepende-te).

Sua Vida na Terra Pode Ser Encurtada (João 15:1-3)

Brincar com Deus nunca foi saudável. Deus deve ser obedecido com temor e reverência (Ecl 12:13).

O homem que peca, seja filho de Deus ou não, conhecerá a mão pesada de Deus.

O filho de Deus conhecerá o castigo para trazê-lo à correção (Hb 12:5,6).

Quem não é filho de Deus não conhecerá a correção, mas conhecerá a punição eterna que leva à glória de Deus por Jesus Cristo (Fil. 2:10,11; Luc 16:27,28).

Podemos procurar esconder as nossas ações de pecado pelas desculpas, boas intenções ou pela ignorância, mas Aquele que conhece os corações agirá com justiça e Ele não depende de nossas explicações.

A correção de Deus para quem está em Cristo e insiste no pecado, pode resultar em morte ‘precoce’ (João 15:2, "Toda a vara em Mim, que não dá fruto, a tira").

A punição para quem não está em Cristo não é outra; "será lançado fora, como a vara, e secará; e a colhe e lança-a no fogo, e arde." (João 15:6).

Em vez de brincar com pecado, devemos arrepender-nos dele e correr à misericórdia de Deus, que foi revelada em Cristo.

Há casos bíblicos de morte de crentes que insistem no pecado.

Em Eféso, onde Timóteo estava pastoreando (I Tim 1:3), Hemeneu e Alexandre foram dois que não conservaram a fé e a boa consciência e fizeram naufrágio na fé.

Eles foram entregues a Satanás "para que aprendam a não blasfemar" (I Tim 1:19,20; II Tim 2:16-19; II Tim 4:14).

A instrução do Apóstolo Paulo para os crentes em Corinto, que insistiram no pecado, era para serem entregues a Satanás, não para a destruição da alma, mas, sim, do corpo (ICo 3:12-16; 5:1-5).

Há o caso dos crentes que não procuraram o perdão para serem sérios na prática da sua confissão e foram afligidos com doenças e até alguns morreram (Atos 5:1-10; ICo 11:28-31).

Deus quer que Seu povo seja santo. Aquele que está oprimido pelo seu pecado e cansado dele, está instruído a tomar o jugo de Cristo e a aprender dEle (Mt. 11:28-30). "Quem é o homem que deseja a vida, que quer largos dias para ver o bem? Guarda a tua língua do mal, e os teus lábios de falarem o engano. Aparta-te do mal, e faze o bem; procura a paz, e segue-a." Sl 34:12-14

Autor: Missionário Calvin Gardner

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 15 de junho de 2022

O CONHECIMENTO DA VERDADE

A voz de Deus precisa se fazer presente entre o povo de Deus (Pv 29.18). Ela é poderosa (Sl 68.33).

A própria fé para a salvação depende de ouvir a Palavra (Rm 10.14 e17).

Há uma diferença entre sermos uma voz de Deus para a nossa geração ou apenas sermos um eco da voz de Deus.

Os profetas recebiam a Palavra de Deus e tornava-se a sua voz.

Isaias ouviu a voz e se tornou cúmplice dela (Is 6.8).

João Batista era a voz de Deus (Jo 1.23).

Mas quando alguém abandona a comunhão com Deus e a sua Palavra, será apenas ecos da voz de Deus (At 19.15).

A Palavra de Deus tem o poder de criar (Gn 1.3), chama a existência às coisas que não existem (Sl 33.9; Rm 4.17).

Mas a Palavra também atesta as nossas fragilidades, pois ela sonda e sabe exatamente o que somos (Mc 11.14-20).

O maduro na fé é aquele que prova os espíritos (I Jo 4.1), que não busca novidade, mas se firma na verdade (I Pe 2.5; Jd 20). Os que rejeitam a fé sadia naufragam (I Tm 1.19; Hb 2.1; Cl 2.4-5).

Em I João 4.1 aprendemos que ser cristão não é ser crédulo, acreditar em tudo. Ser cristão é as vezes ser descrente, é analisar criticamente, porém sem ser azedo, inconveniente, soberbo, arrogante, etc. (I Co 14.20; Ef 4.14).

Os 4.6. A queixa de Deus era por falta de conhecimento do seu povo.

Um povo que não examina, não se aprofunda, não mergulha a fundo nas doutrinas, é povo que deixa a desejar (Is 1.3).

Mt 22.37. Amar a Deus não é só uma questão de emoção, mas de conhecimento da verdade.

O amor verdadeiro se firma e se expressa no conhecimento da própria verdade (II Co 13.8).

Conhecer a Deus é entende-lo, discerni-lo (I Sm 3.1-10).

Quem não conhece a Deus não é conhecido por ele (Mt 7.23; II Ts 1.8).

Transcrito por Litrazini

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Graça e Paz 

sábado, 23 de novembro de 2019

A IMPUREZA E O POVO DE DEUS


Impureza é sujeira, é escória, é o que atrapalha, é o que está destoando do conjunto. Impureza é imundice, manchado, contaminado, poluído, sujo, sórdido e imoral.

Os sacerdotes tinham que aprender a distinguir entre o puro e o impuro e deveriam ensinar essa diferença para todo o povo de Israel (Lv.10.10,11). Isso se aplica hoje a cada um de nós, como podemos ver em Ap.1.5,6: “..Àquele que nos ama, e pelo seu sangue nos libertou dos nossos pecados, e nos fez reino, sacerdotes para Deus, seu Pai, a ele seja glória e domínio pelos séculos dos séculos”.

Impureza no sentido bíblico, normalmente, é relacionado ao mau uso da sexualidade humana. E isto é uma coisa, infelizmente, comum e até normal nos dias atuais

Os seres humanos tem sido transformados em objetos, em coisas, em brinquedos sem alma, sem aspirações, com o único propósito de satisfazer nossos desejos e caprichos e também desejos e caprichos alheios.

Nossos olhos são a janela de nossa alma. Se nosso interior for limpo, tudo o mais será limpo. Mas se nosso interior for impuro, tudo nos será impuro.

O mau uso de nossa sexualidade só nos traz conseqüências destrutivas. Somente dor e tristeza. "Ainda que o pecado lhe seja doce na boca, ainda que ele o esconda debaixo da sua língua, ainda que não o queira largar, antes o retenha na sua boca, contudo a sua comida se transforma nas suas entranhas; dentro dele se torna em fel de áspides." Jó 20.12 a 14

Evite e rejeite qualquer discurso ou comportamento impuro ou imoral, tenha certeza que contradiz sua profissão de fé em Cristo.

Precisamos evitar qualquer apelo da carne e não sucumbir aos desejos carnais como diz em 2 Tm.2.21,22: “Se, pois, alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado e útil ao Senhor, preparado para toda boa obra. Foge também das paixões da mocidade, e segue a justiça, a fé, o amor, a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor”.

Lidiomar Trazini Granatti / Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 22 de setembro de 2018

LEI DIVINA OU LEI DO POVO?


A graça salvadora de Deus se há manifestado a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piamente (Tito 2:11-12)

A lei divina permanece imutável, pois o ato de Deus não muda. “Não matarás, não adulterarás, não furtarás... não cobiçarás...” (Êxodo 20:1-17). Ela nos diz o que Deus espera do homem.

Na realidade, essa lei divina demonstrou que o homem é incapaz de cumprir a vontade de Deus.

Durante muito tempo, a moral inspirada nessa lei serviu de base para a legislação dos países chamados cristãos. Mas hoje é recusada porque se diz que está ultrapassada.

Os governos legislam sob a pressão duma opinião pública cada vez mais exigente.

A pretensão do homem de decidir por si mesmo o que é bom ou mau foi trivializada, e às vezes, a legislação de práticas como o divórcio, o aborto, as drogas, etc., acabam por levar um grande sofrimento para as pessoas, as famílias e à sociedade.

Como viver nessa sociedade decadente?

A primeira coisa que se deve fazer é receber a graça de Deus que traz a salvação.

Ela responde ao estado de todo homem pecador dando-lhe o perdão de seus pecados e uma nova vida por meio do Senhor Jesus.

Aqueles que a receberam devem, pois, deixar-se ensinar por essa mesma graça para viver sobriamente (na vida pessoal), de forma justa (em seus contatos com os outros), e piamente (diante de Deus).

A Bíblia nos revela Seu pensamento acerca de tudo, e nós temos um Modelo para imitar, o Senhor Jesus Cristo, o Homem perfeito.

Fonte: Devocional Diário Boa Semente

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

DEUS QUER FAZER GRANDES COISAS PELO SEU POVO

“... alegrai-vos no Senhor vosso Deus, porque ele vos dará em justa medida a chuva temporã; fará descer a chuva no primeiro mês, a temporã e a serôdia. E as eiras se encherão de trigo, e os lagares trasbordarão de mosto e de azeite. E restituir-vos-ei os anos que comeu o gafanhoto, a locusta, e o pulgão e a lagarta, o meu grande exército que enviei contra vós. E comereis abundantemente e vos fartareis, e louvareis o nome do Senhor vosso Deus, que procedeu para convosco maravilhosamente; e o meu povo nunca mais será envergonhado. E vós sabereis que eu estou no meio de Israel, e que eu sou o Senhor vosso Deus, e que não há outro; e o meu povo nunca mais será envergonhado. (Joel 2.21-27).

AS CHUVAS COPIOSAS (Joel 2.23).
As chuvas sobre a terra eram um prenúncio e um símbolo de uma chuva mais preciosa, o derramamento do Espírito Santo.

AS ESTAÇÕES FRUTÍFERAS (Joel 2.22).
Mediante o arrependimento, Deus está revertendo as calamidades, a assolação, advindas pelo pecado, transgressão e iniqüidade.O tempo da restauração da parte do Senhor, está vindo sobre a sua vida, família e ministério.

COLHEITAS ABUNDANTES (Joel 2.24,25).
No lugar da pobreza o povo de Deus recebeu a prosperidade; safras abundantes, colheitas recordes; a pobreza extrema deu lugar à prosperidade e à riqueza. Deus restituiu a eles tudo aquilo que fora destruído pelos gafanhotos, pela seca, pelos inimigos.

O DEUS A QUEM SERVIMOS, É O DEUS DA RESTITUIÇÃO.
(1Sm.30.4-9; Jó42.10-17).

A RESTAURAÇÃO DO LOUVOR (Joel 2.26).
Onde cessa a alegria do culto, cessa o sentido da vida. É na presença de Deus que há plenitude de alegria. (Sl16.11).

A MANIFESTAÇÃO DA PRESENÇA DIVINA (Joel 2.27).
Uma coisa é a onipresença de Deus, outra bem diferente é a sua presença manifesta. Tão logo o povo voltou-se para o Senhor, Ele lhes deu a conhecer a gloria de sua presença. (Isaias 64.1,2).

RESTAURAÇÃO DA ALEGRIA (Joel 2.23).
O templo cheio de gente que celebra a Deus com alegria é melhor do que todas as bênçãos materiais. A alegria do Senhor é a nossa força.

A LIBERTAÇÃO DA VERGONHA (Joel 2.27).
Quando nos voltamos para Deus em lágrimas, Ele se volta para nós em graça.

Quando tomamos a decisão de voltar para a casa do Pai, sempre encontraremos o Seu abraço de amor, Seu beijo de perdão e a Sua festa de reconciliação.

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Um alerta de Deus ao seu povo

É Deus quem está falando e falando desde os céus. Salomão está consagrando o templo de Jerusalém, quando escuta este alerta de Deus: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2Cr.7.14)

Destacamos, aqui, algumas importantes lições:

O povo de Deus precisa se humilhar.
A restauração que vem de Deus e emana dos céus começa quando o povo de Deus se humilha. O mundo é impactado e os corações são alcançados quando o povo de Deus se prostra e se humilha sob a mão do Altíssimo.

Antes da igreja chamar o mundo ao arrependimento, ela precisa se humilhar diante de Deus. O juízo começa pela Casa de Deus.

A igreja só pode levantar-se diante dos homens quando primeiro se prostra diante de Deus. Nada pode ser mais contraditório que um crente soberbo.

A soberba é a porta de entrada da ruína. Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.

O povo de Deus precisa buscar a Deus em oração.
Quando o homem reconhece sua fraqueza ele confessa a onipotência divina. Só quando nos humilhamos diante de Deus é que aprendemos a verdadeira essência da oração. É o reconhecimento da nossa fragilidade que nos impulsiona a orar.

Aqueles que se humilham diante Deus, também o buscam de todo o coração. Aqueles que choram pelos seus pecados, também oram com fervor. A restauração divina vem dos céus sobre uma igreja que ora.

A oração abre o caminho da cura, pavimenta a estrada do avivamento e abre as comportas da restauração. Os avivamentos sempre foram precedidos por oração. Mas, que tipo de oração? Não uma oração centrada no homem. Oração não é prioritariamente buscar as bênçãos de Deus, é buscar o Deus das bênçãos.

Orar é deleitar-se em Deus por quem ele é mais do que buscá-lo pelo que ele dá.

O alvo principal da oração é comunhão com Deus. É deleite em Deus. Orar é intimidade com Deus.  É na presença de Deus que existe plenitude de alegria e só na sua destra há delícias perpetuamente.

O povo de Deus precisa se converter dos seus maus caminhos.
Não poucas vezes o povo de Deus envereda-se por atalhos perigosos, por descaminhos escabrosos e desvia-se das veredas da justiça. Quando aqueles que conhecem a Deus desviam-se da verdade, caem na iniquidade, e praticam os mesmos pecados daqueles que não o conhecem, tornam-se pedra de tropeço, embaraço para os incrédulos e motivo de escândalo no mundo.

A igreja de Deus é convocada pelo próprio Deus a voltar suas costas para o pecado e converter-se dos seus maus caminhos. Como resultado do arrependimento da igreja, Deus promete ouvir seu clamor e sarar a sua terra.

A santidade é o segredo da vitória na oração e a vitória na oração é o segredo do avivamento e, o avivamento traz restauração para a igreja e salvação para o mundo.

Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


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Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.