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domingo, 4 de agosto de 2024

POVO CORROMPIDO PELA INSATISFAÇÃO

A insatisfação sempre fez com que os israelitas se revoltassem contra Moisés, Arão e contra o próprio Deus.

Foi a insatisfação que lhes impediu a entrada na Terra Prometida e os fez andar errantes durante 40 anos pelo deserto, longe de uma terra que manava leite e mel.

É a insatisfação que destrói casamentos e famílias, são cônjuges resmungões que dificultam a vida do companheiro.

Ela não só deforma o rosto, mas também estraga o ambiente no trabalho, na vizinhança ou na comunidade.

A insatisfação faz uma sociedade ficar exaurida e um povo tornar-se corrompido.

O fruto da insatisfação é a discórdia, e a insatisfação surge quando o homem não tem paz.

"Por que, pois, se queixa o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados." (Lm 3.39)

"Os tais são murmuradores, são descontentes, andando segundo as suas paixões." (Judas 16)

A insatisfação tem sua raiz no fato de não se ter paz com Deus, e quanto mais um povo se afasta de Deus, mais insatisfeito fica.

Paulo, que havia entregue sua vida de modo incondicional ao Senhor Jesus, podia dizer:

"Entristecidos, mas sempre alegres; pobres, mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo" (2 Co 6.10).

Portanto, aquele que entregou sua vida ao Senhor Jesus e se arrependeu da sua insatisfação experimentará a verdade de Filipenses 4.7:

"E a paz de Deus, que excede a todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus."

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 16 de abril de 2019

PARE DE MURMURAR


Afinal, o que quer dizer “murmurar”?

Segundo o Dicionário Aurélio: dizer mal; maldizer; conceber mau juízo; falar (contra alguém ou algo); criticar; conversar, difamando ou desacreditando

E o que nos leva a murmurar?

Ansiedade; falta de fé; falta de sabedoria; falta de conhecimento da Palavra de Deus

Vamos entender o que acontece quando murmuramos:

Quando começamos a murmurar é sinal de que estamos duvidando de Deus; é porque a nossa fé esta fraca acabamos dando brecha para o inimigo, e é isso que ele quer.

Pois bem, muitas vezes quando as coisas não saem do jeito que queremos e não entendemos o propósito de Deus, começamos a reclamar e é aí que erramos, pois reclamar não vai resolver o problema, não é dessa forma que receberemos a vitória. Lembremo-nos do povo de Deus, que passou quarenta anos no deserto por causa da murmuração.

Geralmente, quando murmuramos, nos esquecemos que o Deus que servimos é capaz de fazer muito mais do que pedimos, ou pensamos (Ef. 3.20). Deus sabe das nossas necessidades e o que é melhor para nós, não adianta reclamar. Acredite, reclamar não é a solução.

O murmurador nunca está contente com as decisões, com o outro que está na frente, sempre quer provar que o outro está errado e ele está certo. Geralmente, o murmurador é invejoso. A sua vida inteira é levar o outro a ouvir o que ele não foi capaz de dizer, chegar para a pessoa certa e falar tudo o que sente contra ela, não é capaz de ser transparente.

Não se engane, o caminho da murmuração é a perdição e a ruína. É semente do próprio demônio, plantada no coração daquele que não quer ser humilde. Troque a murmuração pelo louvor, pela adoração!

A murmuração é uma declaração de insatisfação para com Deus.

A murmuração quase sempre descamba numa reclamação contra Deus.

Revela o baixo nível da espiritualidade do murmurador, sua falta de gratidão, sua falta de respeito, sua falta de sabedoria, sua falta de fé.

A murmuração, além de não resolver, só agrava o problema, e é uma declaração antecipada de derrota.

É uma afirmação de incredulidade. Quando murmuramos, estamos dizendo de forma indireta para Deus que não confiamos nele, nem nos seus propósitos.

É difícil não ficarmos ansiosos, é muito difícil, mas devemos descansar em Deus e confiar. Basta confiar nesse Deus que tudo pode.

Nunca duvide do poder de Deus, é justamente em circunstâncias difíceis que percebemos como é grande o poder de Deus, para sua honra e glória.

Nunca duvide do amor de Deus, o amor de Deus por você é incondicional. Ele o amará em todas as circunstâncias.

Nunca murmure diante de Deus, quanto mais você murmurar, mais demorará a libertação de Deus para sua vida.

Sempre escute a voz de Deus, preste atenção no que Ele está falando, através das pessoas, da Bíblia, das circunstâncias.

João Placoná – Instituto Jetro

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 13 de março de 2019

INSATISFAÇÃO? SERVOS? AHHH!! FILHOS!!


“... aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez”. (Fp. 4.11,12).

A insatisfação tem sido um dos traços mais marcante da vida de muitos que se abrigam na casa de Deus. Vivem sob o teto do Pai, procuram servi-lo e obedecer-lhe, mas intimamente se sentem descontentes e frustrados. Vivem a murmurar, a reclamar, a remoer os insucessos, as injustiças e os desafetos, numa disposição de alma amarga e sombria.

Há um grande número de pessoas cuja relação com Deus se reduz tão somente a sentimentos de obrigação e segurança. Seguem-no por medo ou por costume. Servem-no por dever ou por interesse.

O resultado é uma vida sem alegria, sem abundância, sem realizações, uma vida insatisfeita. E é claro que não é esse tipo de existência que o Senhor quer para seus filhos. Ele quer que vivamos satisfeitos.

Quando a nossa insatisfação se traduz em reclamações, amargura de alma, murmurações e pessimismo, estamos declarando a Deus que ele, afinal de contas, não é um pai tão bom assim. Aquele que serve a Deus por obrigação, por vezes, duvida da alegria do crente sincero, simples e profundamente abençoado. Sente-se preterido, discriminado, menos amado pelo Senhor.

Há muitos que vivem insatisfeitos, mas, são incapazes de admitir o fato para si mesmo, para outros e muito menos para Deus.

”Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer” (Jo. 15.15). Ele quer mais do que servos; quer filhos.

O Pai celestial quer filhos que possam desfrutar da sua comunhão e das suas misericórdias em amor. Porém, com freqüência, manisfestamos um coração de servo, e não de filho; uma disposição de interesse, e não de amor.

Quando nos regemos pela obrigação, experimentamos insatisfação e migalhas, deixamos de gozar da vida abundante que Cristo conquistou para nós na cruz.

Deus se relaciona conosco pelo amor, não pela obrigação. Trata com gente, não com coisas e, opera através de relacionamento.

O amor é a essência da vida cristã e não há outra forma de vivermos contentes e satisfeitos a não ser, amando a Deus sobre todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos.

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

VOCÊ ESTÁ CRESCENDO?


“...Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus...”  (Filipenses) 3.12-16

A vida do homem precisa ter um propósito, um sentido de missão, um desejo ardente de ser alguém que faça diferença em sua geração. Naturalmente isso somente acontecerá se você estiver motivado a crescer, sair da inércia, do comodismo, da ociosidade e caminhar com a expectativa de uma realização pessoal.

Tenho aprendido que para haver crescimento na nossa vida profissional, estudantil, espiritual, familiar, ministerial, faz-se necessário observar e cultivar constantemente três atitudes:

INSATISFAÇÃO: "Não que eu já tenha obtido tudo isso ou tenha sido aperfeiçoado...". Pode parecer estranho para você que esse sentimento negativo possa ajudar alguém a crescer. Mas, acredite, a insatisfação é altamente positiva, na medida em que ela nos leva a um desespero, uma crise, fazendo-nos refletir e nos sentir incomodados com o que somos, ou o que temos. É precisamente nessa situação que temos a oportunidade de parar e afirmar: "Eu não estou satisfeito com a minha vida, ela precisa mudar e tomar um outro rumo". "Eu não estou contente com meu rendimento no trabalho, no ministério, na igreja". "Basta! A partir de hoje vou dar uma volta de noventa graus". Pare agora mesmo e responda: Você está satisfeito com sua vida familiar? espiritual? Profissional? Ministerial? Se estiver satisfeito, então você parou de crescer. Saiba que isso é muito perigoso e pode levá-lo ao fracasso.

AUTO-AVALIAÇÃO: "Irmãos, quanto a mim, não Julgo havê-lo alcançado..." Observe a expressão usado por Paulo "não julgo havê-lo alcançado". Não é suficiente apenas ficar ou sentir-se insatisfeito a fim de retomar o caminho do crescimento. Seu próximo passo é descobrir o que está impedindo você de crescer. Em outras palavras, o que tem sido peso, obstáculo e barreiras na sua vida? Se você fizer o uso de bons instrumentos para sua auto-avaliação e julgamento pessoal, poderá diagnosticar as principais causas com muito mais propriedade. Entre as barreiras mais comuns que impedem pastores e líderes de crescerem estão: preguiça mental, falta de boa leitura, isolamento, feridas emocionais, auto-suficiência, paralisia de paradigmas, ausência de um mentor, entre outros. Ouça o que estou lhe dizendo, sem auto-avaliação paramos de crescer. Sem esse constante auto-julgamento nós temos a tendência de achar que está tudo bem e então paramos de crescer.

AMBIÇÃO: "...mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus... avançando.. prossigo para o alvo". Se a insatisfação é um sentimento negativo que me faz olhar para o passado e presente; a ambição é um sentimento positivo que me motiva em olhar para frente e me leva a dizer: "eu vou conseguir, vou perseverar, vou lutar e chegar lá. Eu sei que posso todas as coisas naquele que me fortalece... que em Cristo sou mais que vencedor". "Eu não quero simplesmente ser bom, quero ser excelente". Esse sentimento é altamente saudável desde que não nos leve a agir invertendo os valores morais, éticos e espirituais para conseguir o que queremos.

Lembre-se: O bom é inimigo do ótimo. Esta é uma das razões chaves para explicar por que existem tão poucas pessoas crescendo e se tornando excelentes. Você consegue perceber essa determinação, essa sede por se tornar nota "12", esse desejo ardente no coração em ser bem sucedido e reconhecido como alguém "excelente" no que faz? Se não está percebendo é por que você parou de crescer.

David Sales

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Geração Transformadora


Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. Mas a quem hei de comparar esta geração? É semelhante a meninos que, sentados nas praças, gritam aos companheiros: Nós vos tocamos flauta, e não dançastes; entoamos lamentações, e não pranteastes. (Mt. 11.15-17)


João Batista vivia no deserto, vestia-se de pele de camelo, comia gafanhoto e mel Silvestre, Jesus se vestia de túnicas sem costura, comia nas melhores casas, e vivia nas cidades.

Criticavam João Batista por ser estranho, pobre, e viver no deserto, criticavam Jesus chamando de comilão e beberrão.

Que geração é essa?

GERAÇÃO DA INSATISFAÇÃO
O homem, na grande maioria, tem um ratinho chamado insatisfação; Não importa o que acabou de conquistar, Nem bem concretizou e, já esta pensando na próxima conquista.

Insatisfação gera ingratidão.
Agrada-te do SENHOR, e ele satisfará os desejos do teu coração.Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará. (Sl 37:4,5)

Insatisfação destrói a alegria.
Alegrei-me, sobremaneira, no Senhor porque, agora, uma vez mais, renovastes a meu favor o vosso cuidado; o qual também já tínheis antes, mas vos faltava oportunidade. Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece. (Fp 4:10-13)
 
Insatisfação leva a um lugar de destruição.
Podemos citar como exemplo experiências com droga, sexo, religiões entre outras

GERAÇÃO DA CRITICA
Uns diziam que João Batista era estranho, outros que Jesus bebia e comia demais. Critica-se governo, pai, mãe, marido, esposa, filhos, pastor, igreja, ofertas...

Tudo que criticamos, automaticamente, afastamos de nós.
De ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção!  Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra (Gn 12:2, 3)

Precisamos ser uma geração que abençoa!

GERAÇÃO DA INDIFERENÇA
A morte é normal. Separação é normal. Homossexualismo é normal. Pobreza é normal. Morrer e ir para o inferno é normal.

Na Parábola do Bom Samaritano verificamos que sob o ponto de vista do...
Ladrão - o que é meu é meu e, o que é seu é meu também.
Sacerdote - O que é meu é meu, o que é seu é seu, eu não tenho nada haver com isso.
Samaritano - O que é meu é meu, mas eu não tenho problema em repartir com você.

Indiferença com o próximo.
Podemos fazer algo por alguém.
Devemos salvar as baleias, mico leão dourado, tartaruga, etc., mas é necessário priorizar campanhas para salvação do homem. É preciso gastar tempo investindo o que temos para salvar vidas.
Amai, porém, os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem esperar nenhuma paga; será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo. Pois ele é benigno até para com os ingratos e maus. (Lc 6:35)


Indiferença com Deus.
Só Ele pode todas as coisas. Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo. (Ap 3:20)
Ele é o único Salvador.

Será que temos medo de nos comprometer com seu Deus e Ele pedir algo?

Ele veio para nos dar a vida eterna.

Nós somos a geração que vai mudar a história. Pense nisso!

Autor: Pr. Michael Aboud 

Por Litrazini

Graça e Paz


domingo, 11 de dezembro de 2011

Insatisfação? Ser Servo? Prefiro ser Filha!!


“... aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez”. (Fp. 4.11,12).

A insatisfação tem sido um dos traços mais marcante da vida de muitos que se abrigam na casa de Deus. Vivem sob o teto do Pai, procuram servi-lo e obedecer-lhe, mas intimamente se sentem descontentes e frustrados. Vivem a murmurar, a reclamar, a remoer os insucessos, as injustiças e os desafetos, numa disposição de alma amarga e sombria.

Há um grande número de pessoas cuja relação com Deus se reduz tão somente a sentimentos de obrigação e segurança. Seguem-no por medo ou por costume. Servem-no por dever ou por interesse.

O resultado é uma vida sem alegria, sem abundância, sem realizações, uma vida insatisfeita. E é claro que não é esse tipo de existência que o Senhor quer para seus filhos. Ele quer que vivamos satisfeitos.
 

Quando a nossa insatisfação se traduz em reclamações, amargura de alma, murmurações e pessimismo, estamos declarando a Deus que ele, afinal de contas, não é um pai tão bom assim. Aquele que serve a Deus por obrigação, por vezes, duvida da alegria do crente sincero, simples e profundamente abençoado. Sente-se preterido, discriminado, menos amado pelo Senhor.

Há muitos que vivem insatisfeitos, mas, são incapazes de admitir o fato para si mesmo, para outros e muito menos para Deus.

”Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer” (Jo. 15.15). Ele quer mais do que servos; quer filhos.

O Pai celestial quer filhos que possam desfrutar da sua comunhão e da sua misericórdia em amor. Porém, com freqüência, manisfestamos um coração de servo, e não de filho; uma disposição de interesse, e não de amor.
 
Quando nos regemos pela obrigação, experimentamos insatisfação e migalhas, deixamos de gozar da vida abundante que Cristo conquistou para nós na cruz.

Deus se relaciona conosco pelo amor, não pela obrigação. Trata com gente, não com coisas e, opera através de relacionamento.

O amor é a essência da vida cristã e não há outra forma de vivermos contentes e satisfeitos a não ser, amando a Deus sobre todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos.

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

Artigo escrito originalmente em Novembro de 2010 nesse mesmo blog



terça-feira, 16 de novembro de 2010

Insatisfação? Servos? Ahhh!! Filhos!!

“... aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez”. (Fp. 4.11,12).

A insatisfação tem sido um dos traços mais marcante da vida de muitos que se abrigam na casa de Deus. Vivem sob o teto do Pai, procuram servi-lo e obedecer-lhe, mas intimamente se sentem descontentes e frustrados. Vivem a murmurar, a reclamar, a remoer os insucessos, as injustiças e os desafetos, numa disposição de alma amarga e sombria.

Há um grande número de pessoas cuja relação com Deus se reduz tão somente a sentimentos de obrigação e segurança. Seguem-no por medo ou por costume. Servem-no por dever ou por interesse.

O resultado é uma vida sem alegria, sem abundância, sem realizações, uma vida insatisfeita. E é claro que não é esse tipo de existência que o Senhor quer para seus filhos. Ele quer que vivamos satisfeitos.

Quando a nossa insatisfação se traduz em reclamações, amargura de alma, murmurações e pessimismo, estamos declarando a Deus que ele, afinal de contas, não é um pai tão bom assim. Aquele que serve a Deus por obrigação, por vezes, duvida da alegria do crente sincero, simples e profundamente abençoado. Sente-se preterido, discriminado, menos amado pelo Senhor.

Há muitos que vivem insatisfeitos, mas, são incapazes de admitir o fato para si mesmo, para outros e muito menos para Deus.

”Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer” (Jo. 15.15). Ele quer mais do que servos; quer filhos.

O Pai celestial quer filhos que possam desfrutar da sua comunhão e das suas misericórdias em amor. Porém, com freqüência, manisfestamos um coração de servo, e não de filho; uma disposição de interesse, e não de amor.

Quando nos regemos pela obrigação, experimentamos insatisfação e migalhas, deixamos de gozar da vida abundante que Cristo conquistou para nós na cruz.

Deus se relaciona conosco pelo amor, não pela obrigação. Trata com gente, não com coisas e, opera através de relacionamento.

O amor é a essência da vida cristã e não há outra forma de vivermos contentes e satisfeitos a não ser, amando a Deus sobre todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos.

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.