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quarta-feira, 10 de setembro de 2025

O PREÇO DO PRAZER

“Não vos enganeis: Deus não se deixa escarnecer. Tudo o que o homem semear, isso também ceifará. O que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna” (Gl 6.7,8)

O pecado traz divertimento, mas somente por pouco tempo.

A Bíblia está em equilíbrio quando fala sobre o pecado.

Não apenas reconhece como o pecado excita a inata natureza pecaminosa do homem, como também avisa que o pecado tem uma inclinação para essa natureza.

O pecado destrói uma boa reputação. Destruirá a saúde.

Vai deformar a mente. Encurtará a vida.

Tudo isto é um preço muito grande para se pagar por pequenos momentos de divertimento ou prazer.

Pergunte ao Rei Davi sobre o que o pecado faz a um bom homem.

Davi cedeu à tentação e cometeu o adultério.

Depois ele teve o marido de sua companheira de adultério morto.

Davi perdeu seu filho nascido daquela relação adúltera e o seu lar e sua família foram divididos pelo resto de sua vida.

Ele nunca mais se restabeleceu desse caso extraconjugal.

Davi rogaria a nós hoje para tomarmos um grande cuidado para evitarmos ter um caso.

A vulnerabilidade de nossa carne, o espírito de nossa sociedade e o engano de Satanás são forças que podem combinar a qualquer momento e derrotá-lo.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 18 de junho de 2024

O PREÇO DA SALVAÇÃO

"Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro)."

Gravemos profundamente em nossos corações: Jesus levou voluntariamente sobre Si na cruz a maldição do pecado, que deveria cair sobre nós.

Lá, onde nós deveríamos estar dependurados, Jesus esteve em nosso lugar, pagando o preço da nossa salvação.

Assim fomos libertos da maldição.

Em 1 Pe 2.24 lemos o mesmo com as seguintes palavras:

"Carregando Ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados."

Mas Ele não o fez apenas simbolicamente, Ele o fez de maneira real.

Ele o fez por todas as pessoas, para que ninguém tivesse de se perder, a não ser quem rejeitar essa oferta.

Jesus teve de fazer esse sacrifício porque todos os incontáveis sacrifícios de animais na Antiga Aliança não podiam tirar os pecados, mas apenas cobri-los.

Já que a expiação de nossa culpa exigiu um preço tão elevado, nunca conseguiremos levar o pecado suficientemente a sério.

Jesus, com Seu sacrifício no madeiro maldito, cumpriu o que havia prometido:

"Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas" (Jo 10.11).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

SE JESUS PAGOU O PREÇO POR NOSSO PECADO, POR QUE AINDA SOFREMOS AS SUAS CONSEQUÊNCIAS?


As Escrituras afirmam: "porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor" (Romanos 6:23). Cristo pagou o preço pelo nosso pecado. Todos merecemos a morte, que é a pena máxima para o pecado.

Todo mundo vai pagar por seu pecado, a menos que venha para Cristo, o qual pagou o preço por nossos pecados com o Seu sangue. Adão e Eva sofreram as consequências do seu pecado ao serem expulsos do Jardim. Em vez de "consequências", devemos enxergá-las como "disciplina".

O escritor de Hebreus diz o seguinte sobre a disciplina e a sua finalidade: "e estais esquecidos da exortação que, como a filhos, discorre convosco: Filho meu, não menosprezes a correção que vem do Senhor, nem desmaies quando por ele és reprovado; porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe. É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige? Mas, se estais sem correção, de que todos se têm tornado participantes, logo, sois bastardos e não filhos. Além disso, tínhamos os nossos pais segundo a carne, que nos corrigiam, e os respeitávamos; não havemos de estar em muito maior submissão ao Pai espiritual e, então, viveremos? Pois eles nos corrigiam por pouco tempo, segundo melhor lhes parecia; Deus, porém, nos disciplina para aproveitamento, a fim de sermos participantes da sua santidade. Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça" (Hebreus 12:5-11)

Deus mostra o Seu amor ao corrigir-nos e/ou usar disciplina para trazer-nos para onde Ele quer que estejamos. O que faz um bom pai quando vê o seu filho se afastando do caminho certo? Ele o traz de volta por meio da disciplina. A disciplina pode vir de várias formas, dependendo da gravidade do delito. Se uma criança nunca for disciplinada ou nunca sofrer as consequências de sua ação errada, ela nunca vai aprender o que é certo.

Sendo assim, por amor Deus disciplina aqueles que são Seus. Se você nunca sofresse a consequência de seu pecado, como saberia quando está fazendo certo ou errado? O salmista diz: "Acaso, não entendem os obreiros da iniquidade? Esses, que devoram o meu povo como quem come pão? Eles não invocam a Deus" (Salmo 53:4).

Veja também Salmo 10:11: "Diz ele, no seu íntimo: Deus se esqueceu, virou o rosto e não verá isto nunca." Se Deus não causasse consequências, não aprenderíamos com os nossos erros e nem mudaríamos os nossos caminhos. Deus só disciplina aqueles que são Seus, e Ele faz isso por amor a nós, não para nos prejudicar ou derrubar. É a Sua maneira de dizer: "Meu filho, você está indo na direção errada, está na hora de virar e fazer o que é certo." Se não formos corrigidos quando erramos, então continuaremos no erro

Deus pagou a penalidade por nossos pecados para que não tenhamos que sofrer a segunda morte, ou seja, o inferno (Apocalipse 20:14). Por causa do Seu amor por nós, Ele nos disciplina e traz de volta ao relacionamento que quer ter conosco. Então, da próxima vez que você achar que está sofrendo as consequências do seu pecado, lembre-se de que é Deus disciplinando por amor.

Por último, atos de desobediência às leis de Deus muitas vezes resultam em consequências temporais que nada têm a ver com a Sua disciplina. Por exemplo, um assassino que vem a Cristo e se arrepende de todo o seu pecado receberá o perdão de Deus no sentido eterno, e ele vai desfrutar de plena comunhão com Deus por toda a eternidade no céu. No entanto, a sociedade em que vive ainda vai exigir que pague o preço por seu crime em um sentido temporal. Ele talvez tenha que passar toda a sua vida na prisão ou até mesmo ser executado por seu crime. Mas, mesmo nessas situações, ainda pode ser muito usado por Deus enquanto espera por sua redenção final e alegria eterna.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 4 de junho de 2019

O PREÇO DO ERRO


Nos dias atuais está havendo um incentivo muito grande à busca do próprio prazer, da realização de sonhos e aspirações egoístas.

A Bíblia diz que todas as coisas que fazemos terá uma conseqüência boa ou má (Gal.6). Vamos colher os frutos de nossas obras. A única coisa que colhemos sem plantar é a dor e o sofrimento.

Sofremos as conseqüências dos erros alheios. "A erva má não precisa ser plantada e cresce em qualquer lugar". Se fizermos coisas erradas, a dor é certa e inexorável. Ocorre que as conseqüências dependem da gravidade dos erros.

Pequenos erros têm pequenas conseqüências. Grandes erros têm grandes conseqüências. As conseqüências dos grandes erros são visíveis. As conseqüências de pequenos erros às vezes não são visíveis, mas nem por isso deixam de existir.

As coisas erradas que fazemos são como grãos de areia que vai se impregnando à nossa cabeça, nossas roupas, nosso corpo. E então essa "areia" vai pesando em nossas almas, dificultando nosso caminhar, tirando da sua cor e sabor.

O preço das coisas erradas que fazemos é a dor, a angústia, a solidão, o sofrimento, a destruição...

A ignorância de nossos erros não diminui, não dilui, não ameniza, não retira e nem faz desaparecer a dor e o sofrimento que lhe são conseqüentes. 

O preço do erro é a dor, o sofrimento e a destruição. Precisamos fazer as coisas certas, do modo certo, no momento certo para que não venhamos a sofrer as conseqüências de nossos erros.

Quer ter uma vida leve? Faça as coisas certas, do modo e no momento certo. Ainda que o mal se doce à sua boca, e o seu sabor se apegue à sua língua, se transformará em fel de áspides em suas entranhas (Jó 20:12-14).

O erro sempre tem conseqüências funestas, desastrosas, dolorosas. Infelizmente, numa grande parte dos casos não podemos voltar no tempo e desfazer nossos erros e assim apagar o sofrimento, a dor e a destruição que causamos. Não temos direito a uma segunda chance.

A pergunta, então, para os que querem uma vida leve, livre e feliz, muda de eixo. Deixa de ser "por que fazer as coisas certas" para ser "Como fazer as coisas certas? Como não errar?".

Nossas conclusões, ainda que isso não seja percebida pela maioria das pessoas do mundo (inclusive as que estão numa das igrejas de Cristo), são tiradas por comparação. Comparamos duas coisas qual é a melhor. Quanto mais coisas para comparar, com mais perfeição veremos quais as melhores.

Se todas as coisas fossem iguais, não teríamos idéia de diferenças.

Quanto maior o conhecimento que possuímos, maior o número de comparações que fazemos e, maior a possibilidade de acertar.

Quanto maior nosso conhecimento, mais coisas podemos e saberemos fazer. Quanto menos conhecimento tivermos, menos coisas podemos e saberemos fazer. Entende o que quero dizer?

Conclusão lógica: quanto mais sabemos, menos erramos. Quanto menos sabemos, mais erramos.
Simples, não é mesmo? Contudo, o conhecimento também pode ser fonte de dor e... responsabilidades. Por isso muitas pessoas, desde o tempo de Jesus Cristo, decidem não saber, não conhecer, para usar a ignorância como justificativa.

A Bíblia diz que quanto mais nos for dado, mais nos será exigido (Lc.12:48). 

Conclusão lógica: quanto menos soubermos, menos nos será exigido. Certo? Errado.

A nossa negligência em aprender e conhecer as Escrituras não tem desculpas. Temos que desejar como bebês recém-nascidos o leite do conhecimento (I Pe.2:2), para podermos ir crescendo. É nossa responsabilidade crescer na graça e no conhecimento (II Pe.3:18), até que venhamos a ser varões perfeitos (Mt.5:48), e perfeitos em toda boa obra (Ef.4:13).

Você consegue visualizar a SURPRESA daqueles que serão separados de Jesus no dia do Julgamento?

Eles dirão: "mas Senhor, nós pregamos a tua palavra, em teu nome expulsamos demônios, e fizemos muitas maravilhas (Mt.7:22).

Quando foi que te vimos necessitados e não te ajudamos?". Jesus vai retrucar: "todas as vezes que deixaram de fazer a um dos meus pequeninos, a mim me deixaram de fazer"(Mt.25:44-45). Eu vejo muitos tentando justificar seu erro alegando ignorância: "Mas, Senhor, nós não sabíamos. Isso não é justo, não explicaram para nós, não nos ensinaram isso".

Jesus vai retrucar mais uma vez dizendo: "Vocês erraram por não conhecer as Escrituras e nem o poder de Deus (Mt.22:29).

Quem negligencia o conhecimento, o estudo da palavra de Deus corre o sério risco de ser colocado à esquerda de Jesus naquele dia (Mt.25:41-45).

Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor (Oséias 6). Se clamares por entendimento, e por inteligência alçares a tua voz, se como a prata a buscares, e como tesouros escondidos a procurares, então entenderás o temor do Senhor e acharás o conhecimento de Deus. (Pv.2:2-5)

Takayoshi Katagiri / Adaptado Por Litrazini
Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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