Pesquisar neste blog:

Mostrando postagens com marcador sofremos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sofremos. Mostrar todas as postagens

domingo, 23 de maio de 2021

PORQUE SOFREMOS

“Todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus”.

PERMITE QUE TENHAMOS AFLIÇÕES E PASSEMOS POR PERSEGUIÇÕES

O sofrimento nos faz mais dependentes de Deus;

O sofrimento nos aproxima de Deus;

O sofrimento nos faz mais humildes;

O sofrimento nos faz mais fortes;

O sofrimento nos faz entender e ter simpatia por aqueles que também sofrem;

O sofrimento purifica e nos faz entender que o pecado traz sofrimento;

O sofrimento traz disciplina e nos deixa mais santo;

O sofrimento traz benefícios, porque é um ensinamento de Deus.

“Ainda que fosse Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu, E a salvação é eterna para todos os que lhe obedecem” (Hb.5.8,9)

Jesus também sofreu e venceu a própria morte. A Glória de Deus se revela, àqueles que sofrem. Veja assim foi com Estevão, que foi apedrejado até a morte e não negou a Jesus. Grande é a vitória e a Glória que há de ser Revelada, àqueles que sofrem. A Glória de Jesus é porque Ele sofreu com paciência e essa Glória lhe foi Revelada.

“Tens tu fé? Tem na em ti mesmo diante de Deus, Bem aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova”. (Rm. 14.22)

Quando nós estamos em guerra contra o pecado e o poder do diabo, Deus permite o sofrimento para o aperfeiçoamento dos Santos.

“Bem aventurado o varão que sofre provações, porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam”. (Tg.1.12)

No mundo tereis aflições, Jesus venceu e com Ele você também vencerá.

Pr Ricardo Rossi / Transcrito Por Litrazini        

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

POR QUE SOFREMOS COM O ESGOTAMENTO?


AS DIFICULDADES DA JORNADA
A Palavra de Deus relata a respeito do povo de Israel. “Então partiram do monte Hor, pelo caminho que vai ao Mar Vermelho, para rodearem a terra de Edom; e a alma do povo impacientou-se por causa do caminho” (Nm 21.4). A vida é difícil. A jornada nem sempre é fácil. O caminho é pedregoso e cheio de surpresas nem sempre agradáveis.

É impossível viver sem dificuldades. Toda estrada é sinuosa e perigosa. Mas, mesmo que enfrentemos tempestades, como os navios, não fomos criados para viver ancorado em um porto seguro. Chegar a lugar nenhum não é uma opção para quem almeja viver uma vida vitoriosa.

A DUREZA DA TAREFA
Quando a tarefa parece grande demais, nos sentimos incapazes de realizá-la. “Então disse Judá: Desfalecem as forças dos carregadores, e há muito escombro; não poderemos edificar o muro” (Neem 4.10). Os grandes construtores de hoje, ao invés de ficarem desanimados com os escombros, eles usam os escombros no alicerce da nova obra ou reciclam os escombros e os vendem. Um dos segredos para não sofrer de esgotamento, é olhar para a totalidade do projeto e não apenas para a rudeza da tarefa do momento. Deus nunca dá uma tarefa sem dar o poder para terminá-la.

A DEMORA DE REALIZAÇÃO DOS DESEJOS.
“O desejo que se adia abate o coração; mas o desejo cumprido é árvore de vida” (Pv 13.12). À medida que os nossos sonhos não se realizam, tendemos a desanimar. Já que os desejos não se concretizam, cremos que eles não vêem de Deus, ou que algo está errado conosco. O jeito é renovar a esperança.

PENSAR CONTINUAMENTE NOS PROBLEMAS (Lam 3.20).
Quem de forma sistemática e contínua conta repetidamente seus fracassos, acaba esgotado. “Então repeti eu: ‘já pereceu a minha glória, como também a minha esperança no Senhor. Minha alma, continuamente, recorda da minha aflição, do meu pranto e do veneno, e se abate dentro de mim’” (Lam 3.18-20).

Quem quer ficar livre o círculo vicioso do esgotamento, não deve viver repetindo seus fracassos. O caminho é usar a experiência adquirida para dar a volta por cima, não permanecer para sempre lembrando ou vivendo a derrota.

A ANSIEDADE
Nada controla mais o ser humano do que a ansiedade. A ansiedade rouba as forças, produzindo  esgotamento tanto físico como espiritual. “A ansiedade no coração do homem o abate, mas a boa palavra o alegra” (Pv 12.25). Cada vez é maior o número das pessoas ansiosas. Esse não é o caminho do homem-mulher de Deus. “O justo, ainda morrendo, tem esperança” (Pv 14.32).

OUVIR DERROTISTAS (Nm 32.9).
Não escute pessoas que só têm mensagens negativas. Existem profetas que só tem mensagens de agouro, até mesmo dentro das igrejas. Feche seus ouvidos às más notícias. “Palavras agradáveis são como favo de mel: doce para a alma e medicina para o corpo” (Pv 16.24). “Não te associes com o iracundo, nem Andes com o homem colérico, para que não aprendas as suas veredas e, assim, enlaces a tua alma” (Pv 22.24-25).

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

SE JESUS PAGOU O PREÇO POR NOSSO PECADO, POR QUE AINDA SOFREMOS AS SUAS CONSEQUÊNCIAS?


As Escrituras afirmam: "porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor" (Romanos 6:23). Cristo pagou o preço pelo nosso pecado. Todos merecemos a morte, que é a pena máxima para o pecado.

Todo mundo vai pagar por seu pecado, a menos que venha para Cristo, o qual pagou o preço por nossos pecados com o Seu sangue. Adão e Eva sofreram as consequências do seu pecado ao serem expulsos do Jardim. Em vez de "consequências", devemos enxergá-las como "disciplina".

O escritor de Hebreus diz o seguinte sobre a disciplina e a sua finalidade: "e estais esquecidos da exortação que, como a filhos, discorre convosco: Filho meu, não menosprezes a correção que vem do Senhor, nem desmaies quando por ele és reprovado; porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe. É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige? Mas, se estais sem correção, de que todos se têm tornado participantes, logo, sois bastardos e não filhos. Além disso, tínhamos os nossos pais segundo a carne, que nos corrigiam, e os respeitávamos; não havemos de estar em muito maior submissão ao Pai espiritual e, então, viveremos? Pois eles nos corrigiam por pouco tempo, segundo melhor lhes parecia; Deus, porém, nos disciplina para aproveitamento, a fim de sermos participantes da sua santidade. Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça" (Hebreus 12:5-11)

Deus mostra o Seu amor ao corrigir-nos e/ou usar disciplina para trazer-nos para onde Ele quer que estejamos. O que faz um bom pai quando vê o seu filho se afastando do caminho certo? Ele o traz de volta por meio da disciplina. A disciplina pode vir de várias formas, dependendo da gravidade do delito. Se uma criança nunca for disciplinada ou nunca sofrer as consequências de sua ação errada, ela nunca vai aprender o que é certo.

Sendo assim, por amor Deus disciplina aqueles que são Seus. Se você nunca sofresse a consequência de seu pecado, como saberia quando está fazendo certo ou errado? O salmista diz: "Acaso, não entendem os obreiros da iniquidade? Esses, que devoram o meu povo como quem come pão? Eles não invocam a Deus" (Salmo 53:4).

Veja também Salmo 10:11: "Diz ele, no seu íntimo: Deus se esqueceu, virou o rosto e não verá isto nunca." Se Deus não causasse consequências, não aprenderíamos com os nossos erros e nem mudaríamos os nossos caminhos. Deus só disciplina aqueles que são Seus, e Ele faz isso por amor a nós, não para nos prejudicar ou derrubar. É a Sua maneira de dizer: "Meu filho, você está indo na direção errada, está na hora de virar e fazer o que é certo." Se não formos corrigidos quando erramos, então continuaremos no erro

Deus pagou a penalidade por nossos pecados para que não tenhamos que sofrer a segunda morte, ou seja, o inferno (Apocalipse 20:14). Por causa do Seu amor por nós, Ele nos disciplina e traz de volta ao relacionamento que quer ter conosco. Então, da próxima vez que você achar que está sofrendo as consequências do seu pecado, lembre-se de que é Deus disciplinando por amor.

Por último, atos de desobediência às leis de Deus muitas vezes resultam em consequências temporais que nada têm a ver com a Sua disciplina. Por exemplo, um assassino que vem a Cristo e se arrepende de todo o seu pecado receberá o perdão de Deus no sentido eterno, e ele vai desfrutar de plena comunhão com Deus por toda a eternidade no céu. No entanto, a sociedade em que vive ainda vai exigir que pague o preço por seu crime em um sentido temporal. Ele talvez tenha que passar toda a sua vida na prisão ou até mesmo ser executado por seu crime. Mas, mesmo nessas situações, ainda pode ser muito usado por Deus enquanto espera por sua redenção final e alegria eterna.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 17 de outubro de 2017

POR QUE SOFREMOS COM O ESGOTAMENTO?

AS DIFICULDADES DA JORNADA
A Palavra de Deus relata a respeito do povo de Israel. “Então partiram do monte Hor, pelo caminho que vai ao Mar Vermelho, para rodearem a terra de Edom; e a alma do povo impacientou-se por causa do caminho” (Números 21.4). A vida é difícil. A jornada nem sempre é fácil. O caminho é pedregoso e cheio de surpresas nem sempre agradáveis.

É impossível viver sem dificuldades. Toda estrada é sinuosa e perigosa. Mas, mesmo que enfrentemos tempestades, como os navios, não fomos criados para viver ancorado em um porto seguro. Chegar a lugar nenhum não é uma opção para quem almeja viver uma vida vitoriosa.

A DUREZA DA TAREFA
Quando a tarefa parece grande demais, nos sentimos incapazes de realizá-la. “Então disse Judá: Desfalecem as forças dos carregadores, e há muito escombro; não poderemos edificar o muro” (Neemias 4.10). Os grandes construtores de hoje, ao invés de ficarem desanimados com os escombros, eles usam os escombros no alicerce da nova obra ou reciclam os escombros e os vendem. Um dos segredos para não sofrer de esgotamento, é olhar para a totalidade do projeto e não apenas para a rudeza da tarefa do momento. Deus nunca dá uma tarefa sem dar o poder para terminá-la.

A DEMORA DE REALIZAÇÃO DOS DESEJOS.
“O desejo que se adia abate o coração; mas o desejo cumprido é árvore de vida” (Provérbios 13.12). À medida que os nossos sonhos não se realizam, tendemos a desanimar. Já que os desejos não se concretizam, cremos que eles não vêem de Deus, ou que algo está errado conosco. O jeito é renovar a esperança.

PENSAR CONTINUAMENTE NOS PROBLEMAS (Lamentações 3.20).
Quem de forma sistemática e contínua conta repetidamente seus fracassos, acaba esgotado. “Então repeti eu: ‘já pereceu a minha glória, como também a minha esperança no Senhor. Minha alma, continuamente, recorda da minha aflição, do meu pranto e do veneno, e se abate dentro de mim’” (Lamentações 3.18-20).

Quem quer ficar livre o círculo vicioso do esgotamento, não deve viver repetindo seus fracassos. O caminho é usar a experiência adquirida para dar a volta por cima, não permanecer para sempre lembrando ou vivendo a derrota.

A ANSIEDADE
Nada controla mais o ser humano do que a ansiedade. A ansiedade rouba as forças, produzindo  esgotamento tanto físico como espiritual. “A ansiedade no coração do homem o abate, mas a boa palavra o alegra” (Provérbios 12.25). Cada vez é maior o número das pessoas ansiosas. Esse não é o caminho do homem-mulher de Deus. “O justo, ainda morrendo, tem esperança” (Provérbios 14.32).

OUVIR DERROTISTAS (Números 32.9).
Não escute pessoas que só têm mensagens negativas. Existem profetas que só tem mensagens de agouro, até mesmo dentro das igrejas. Feche seus ouvidos às más notícias. “Palavras agradáveis são como favo de mel: doce para a alma e medicina para o corpo” (Provérbios 16.24). “Não te associes com o iracundo, nem Andes com o homem colérico, para que não aprendas as suas veredas e, assim, enlaces a tua alma” (Provérbios 22.24-25).

Li uma história que relatava uma corrida de sapos. O objetivo da corrida era subir em uma torre; o sapo que chegasse ao topo em primeiro lugar seria o vencedor. Todos os animais da floresta se reuniram em volta da torre para assistir a corrida. À medida que os sapos iniciaram a corrida, tentando subir na torre, alguns animais pessimistas gritavam impiedosamente: “Desistam! Sapos não sobem em torres. Vocês jamais vão conseguir!”

Como a escala era difícil, com o passar do tempo, os sapos, um após o outro, foram desistindo da corrida. Apenas um sapo pequeno e fracote, tentava, teimosamente, subir, sem se incomodar com os gritos desanimadores da bicharada. Sem desistir, o sapinho, persistiu e terminou a escalada, tornando-se o vencedor. Os bichos ficaram boquiabertos com a extraordinária façanha do sapinho. Um deles, não conformado com o feito do sapinho, perguntou a um velho e sábio “sapão”, que era um dos juizes: “Como pode? Sapos não sobem em torres! Como o sapinho conseguiu subir?” O velho sapo respondeu com cara de sabedoria e um sorriso maroto na enorme boca: “Ele conseguiu porque não ouviu os gritos negativos dos outros bichos. Ele é surdo”.

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 3 de março de 2011

Amor e Perdão, a Cura para o Ressentimento


Na antiguidade, alguns médicos já relacionavam sentimentos com doenças. Cláudio Galeno (129 d.C.) afirmou: “Nos recônditos da alma estão a causa da grande maioria das enfermidades”.

William Shakespeare (1564-1616) disse: "Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra”. 

Pessoas ressentidas adoecem com mais facilidade.

Charles Swindoll, diz “o ressentimento é como uma corrente que nos aprisiona a um fato ou a uma pessoa”. E o pior é que nós mesmos nos aprisionamos. Nós é que sofremos e perdemos a alegria dos relacionamentos e da vida. As pessoas podem até ser atingidas por nosso ressentimento, mas o maior afetado é aquele que se ressente.

O ressentimento pode ser curado pelo amor e pelo perdão. Onde o amor reina, não existe ressentimento, pois o amor não guarda ressentimento. Em 1 Coríntios 13:5, lemos claramente: “o amor não se ressente do mal.” O verbo ressentir (gr. logizomai), significa ‘contar, registrar, ou pesar duas vezes.”

A mesma palavra é usada em 2 Coríntios 5:19; “...a saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra da reconciliação”. (Rm.4:8; 2 Tm.4:16).

Infelizmente, algumas pessoas contam dezenas, centenas ou milhares de vezes uma tristeza ou decepção e, em função disso, não conseguem se libertar desse sentimento.

Jesus disse que devemos amar o próximo e até os inimigos (Mateus 5.44; 22.39). Ele orou na cruz:“Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”. (Lucas 23.34), Essa foi a maior demonstração de como podemos curar os ressentimentos e reconstruir os relacionamentos abalados.

Certamente você já foi ofendido por alguém e tem dificuldades de perdoar. Perdoe, ame aquele que te decepcionou, ame aquele que te feriu!

Amando e perdoando conseguiremos nos livrar dos ressentimentos e seremos crentes saudáveis. Hebreus nos adverte: “...nem haja (em vós) alguma raiz de amargura (ressentimento) que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados”

Hebreus 12:15. Antes, “Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós”.

Perdoar, não é uma questão de sentimento, mas de obediência.

Autor: Pr. Márcio Rodrigues de Almeida

Por Lidiomar

Graça e Paz


domingo, 5 de dezembro de 2010

Por que o justo sofre?

Por que o justo mesmo estando sobre a proteção de Deus sofre tribulação?"

O que devemos analisar de imediato é que a lei da semeadura e da colheita está em pleno vigor.

A Palavra de Deus preceitua que tudo quanto o homem semear, isso também ceifará. Não raro, sofremos apenas a conseqüência de nossa imperícia.

Todavia, existem casos que desafiam e anulam essa justificativa. Então, surgem as perguntas:

"Por que sofre o justo?";

"Por que o cristão, protegido pelo amor de Deus, padece tribulações?";

"Por que o ímpio, que amaldiçoa e escarnece da divindade parece vencer e prosperar em todas as coisas?;

"Como explicar que alguém no vértice de sua comunhão, com Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo, se veja de repente soterrado pela adversidade, pela tragédia e pela destruição?"

Estas perguntas não são novas. Foram sempre a arma maliciosa e cruel que os céticos e materialistas usaram, e ainda usam, para ridicularizar e pôr em dúvida a confiança e a firmeza dos fiéis, ao se encontrarem falidos e desamparados. Estas perguntas têm sido um dilema insolúvel até mesmo para os religiosos mais sinceros de todos os tempos. Nos dias de Jesus, após a realização de uma cura, indagaram-lhe os seus discípulos: "Mestre quem pecou para que este homem nascesse cego, ele ou seus pais?"

Ainda hoje prevalecem essas conjecturas. "Sofremos porque nossos pais pecaram" - dizem uns. "Sofremos - argumentam outros - porque nós mesmos pecamos em tempos remotos; pagamos dívidas antigas, a fim de evoluirmos espiritualmente."

Pergunta-se então ao próprio Cristo: "Terá o sofrimento caráter tão somente negativo?" Eis a resposta do Mestre Divino: "Nem ele nem seus pais pecaram, mas isso aconteceu para que se revelasse a glória de Deus". E para que coisa mais positiva do que revelar-se a glória de Deus entre os homens?

O grande enigma do sofrimento dos justos é-nos impossível decifrar.

A par destas difíceis perguntas, há ainda quebra-cabeças como "Por que o Céu, sendo um lugar onde não entra pecado, foi justamente o berço da iniqüidade, com a rebelião de Lúcifer?", ou dilemas semelhantes a "Como podia Deus ser eterno, em termos absolutos e ao mesmo tempo deixar-se subjugar pela morte no Calvário?", ou ainda, "Como Deus, sendo um Deus de amor, permite um filho seu morrer incinerado num desastre aéreo, em plena viagem missionária?", são segredos que talvez nunca conseguiremos perscrutar nesta vida.

Entretanto, como a questão do sofrimento dos justos afeta decididamente o nosso dia a dia, rogamos a Deus que, pelo poder do seu Espírito Santo, rasgue novas perspectivas e descortine novos horizontes na compreensão e no entendimento do amigo leitor, a fim de que vislumbre, bem mais e melhor, as razões por que Deus permite a provação.

De fato, temos de convir, quer queiramos ou não, que Deus não procede, em geral, e também neste caso, como nós gostaríamos que Ele agisse. Não é assim no mundo material, nem no espiritual.

Os terremotos e os tufões não são os seus meios ordinários, mas extraordinários.

A razão por que Deus permite certas coisas, encontra-se além das nossas conjeturas. Contudo, poderemos estudar suas obras na natureza, e acharemos que concordam com as obras da sua providência: Mt 6.25-32. "Deus tem a eternidade perante si", diz santo Agostinho, e "pode esperar". O seu tempo não é limitado como o do homem, que, se tem alguma coisa a fazer, quer fazê-lo logo, pois a noite vem. Porém, não é assim com Deus: Ele opera, em nosso pensar, deliberada, segura e irresistivelmente.

Não devemos contar os anos de Deus como contaríamos os poucos dias a nós reservados: "Não retarda o Senhor a sua promessa como alguns entendem". O nosso fraco alcance, a profundidade do infinito e a sua extensão, lembram que os juízos de Deus são muito profundos.

Aprendamos, portanto, que quando Deus trabalha, ninguém pode impedir; contudo, Ele trabalha como o eterno Deus: Jo 13.7.

Fonte: Livro "A Bíblia Responde" Editora CPAD

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.