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quarta-feira, 8 de julho de 2026

PREGUIÇA, SABEDORIA E ADVERTÊNCIAS

O livro de Provérbios é cheio de sabedoria e advertências contra a preguiça.

“O desejo do preguiçoso o mata, porque as suas mãos recusam trabalhar” (Pv 21:25); odeia o trabalho;

“Como a porta gira nos seus gonzos, assim o preguiçoso na sua cama” (Pv 26:14); Adora dormir

“Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas” (Pv 26:13); Dá desculpas

“O que é negligente na sua obra é também irmão do desperdiçador” (Pv 18:9); desperdiça tempo e energia

“Mais sábio é o preguiçoso a seus próprios olhos do que sete homens que respondem bem” (Pv 26:16); Acredita que e sábio, mas é tolo

Provérbios também nos diz que há um fim certo para o preguiçoso: O preguiçoso se torna um servo (ou devedor)

“A mão dos diligentes dominará, mas os negligentes serão tributários” (Pv 12:24);

“O preguiçoso não lavrará por causa do inverno, pelo que mendigará na sega, mas nada receberá” (Pv 20:4); Futuro será descoberto

“A alma do preguiçoso deseja, e coisa nenhuma alcança, mas a alma dos diligentes se farta” (Pv 13:4).

Não deve haver espaço para preguiça na vida de um Cristão.

Um Cristão é ensinado que “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2:8-9).

A preguiça viola o propósito de Deus, as boas obras.

O Senhor, no entanto, capacita os Cristãos a combater a tendência da carne de ser preguiçoso ao nos dar uma nova natureza (2Co 5:17).

Fonte: GotQuestion

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


segunda-feira, 28 de março de 2016

O TRABALHO

Para um discípulo, o poder trabalhar é um dom de Deus. O trabalho não é um mal necessário como pensam alguns, e tão pouco é tudo na vida, como falam outros. As Escrituras trazem ensinamento claro, positivo e equilibrado sobre a dignidade do trabalho.

O TRABALHO FOI ORDENADO NA CRIAÇÃO
O trabalho não é uma maldição ou um castigo imposto ao homem por causa do pecado. A terra, de fato, foi amaldiçoada por causa do pecado do homem dificultando o seu trabalho e exigindo dele esforço para conseguir sustento (Gênesis 3:17-19). Todavia o trabalho antecede o pecado.

Deus não fez chover sobre a terra senão depois da criação do homem, para que este pudesse cultivá-la (Gênesis 2:5). Depois que o homem foi criado Deus o colocou a trabalhar cultivando e guardando o jardim. A natureza, por si só, não produzia adequadamente para o sustento do homem. Ele precisava cultivá-la.

Desde o princípio, além de exercer domínio sobre todos os animais e multiplicar-se a si mesmo para cumprir o propósito de Deus (Gênesis 1:26-28), o homem também cumpria vontade de Deus trabalhando a terra.

O TRABALHO COMO OBRIGAÇÃO MORAL
O trabalho não é um impulso. É um exercício das vontade. É um esforço consciente, direcionado e planejado. Muitas vezes será em detrimento de outras atividades legítimas (leitura, lazer, devoção...). A regra bíblica é se alguém não quer trabalhar, também não coma ( I Tessalonicenses 3:10). No tempo dos primeiros apóstolos os discípulos que não queiram trabalhar, vivendo desornedamente, eram notados na igreja e afastados dos demais irmãos (II Tessalonicenses 3:6-15). Isso também praticamos hoje em dia.

O PECADO DA PREGUIÇA E INDOLÊNCIA
Sai o homem para o seu trabalho e para o seu encargo até a tarde Salmo 104:3. A preguiça leva à ociosidade e esta aos vícios, aos falatórios profanos, fantasias, leviandades, murmuração, ciúmes, invejas, pobreza, etc. (Provérbios 6:6-11; 12:9,11; Tito 1:10-13; I Timóteo 5:13). O preguiçoso morre desejando porque as suas mãos recusam a trabalhar (Provérbios 21:25)

O TRABALHO É UM SERVIÇO
Trabalhando servimos ao próximo. Não trabalhamos apenas para suprir as nossas necessidades (ITs 4:11,12). Isso é legítimo, bom e necessário, mas nosso trabalho deve visar também, o suprimento de outros (Efésios 4:28). Também nisso Jesus é nosso exemplo (II Co 8:9). Importante é a leitura dos capítulos 8 e 9 de segunda Coríntios.

O TRABALHO DIGNIFICA
O Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida...   Mateus 20:28. Nenhum trabalho deve ser considerado humilhante. O Verbo Eterno assumiu a forma de servo e, uma vez encarnado, serviu aos homens em uma profissão simples e honrosa (Filipenses 2:5-8; Marcos 6:3). No reino de Deus não há espaço para orgulho de qualquer espécie (Lucas 22:24-27; João 13:1-17). Tudo quanto te vier a mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças Eclesiastes 9:10

A CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL E A PROSPERIDADE
Vês um homem perito em sua obra? Perante reis será posto não entre a plebe.  Provérbios 22:29. Deus honra aquele que busca se esmerar em seu trabalho. Muitas dificuldades encontradas em muitos irmãos é fruto da falta de habilitação profissional (Gálatas 6:7).

A prosperidade na Bíblia é apresentada sempre como resultado de generosidade, fidelidade a Deus e diligência no trabalho.

Deus quer um povo que viva nesse presente século não somente de modo piedoso e justo, mas também sensato (Tito 2:12; Eclesiastes 11:4-6; Provérbios 12:24; 13:11; 14:23; 21:5).

Ao que bem ordena seu caminho eu lhe mostrarei a salvação de Deus. Salmo 50:23

Tudo é do Senhor e para Ele devemos executar o que nos foi confiado, Porque dEle e por meio dEle e para Ele são todas as coisas. A Ele, pois, a glória eternamente. Romanos 11:36

Transcrito Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

PREGUIÇA: ALERGIA AO TRABALHO

Se o preguiçoso usasse sua ginástica mental, utilizada para criar desculpas, para trabalhar, poderia ser um indivíduo próspero.

O preguiçoso tem alergia ao trabalho. Sente urticária só em pensar que precisa sair de seu comodismo. A preguiça é indolência crônica e irresponsabilidade consumada. A preguiça desemboca em pobreza e penúria. Três fatos serão aqui destacados:

EM PRIMEIRO LUGAR, AS DESCULPAS DO PREGUIÇOSO (Pv 26.13).
Diz o preguiçoso: um leão está nas ruas”. O preguiçoso é um especialista em arranjar desculpas. Emprega toda sua energia e todo o seu esforço mental para criar mecanismos de defesa, para inventar razões para não trabalhar. O preguiçoso vê o que não existe, aumenta o que existe e foge daquilo que deveria procurar.

O provérbio em apreço mostra até que ponto o preguiçoso é capaz de chegar em suas desculpas. O leão é um animal selvagem que vive em algumas savanas, longe de lugares habitados. O leão não perambula pelas ruas. Não transita entre os homens. Não vive às soltas nas ruas. Mas, como o preguiçoso precisa encontrar uma justificativa para sua inércia, inventa essa descabida desculpa.

Se o preguiçoso usasse sua ginástica mental, utilizada para criar desculpas, para trabalhar, poderia ser um indivíduo próspero. Mas, ele prefere ficar confortavelmente em seu leito, virando de um lado para o outro, descansando. Ele cansa de descansar; então, descansa até cansar. O preguiçoso viu ameaça onde não tinha ameaça, mas o verdadeiro leão que viu nas ruas é sua pobreza que chegará e desse leão ele não escapará.

EM SEGUNDO LUGAR, A CAMA DO PREGUIÇOSO (Pv 26.14).
“Como a porta que se revolve nos seus gonzos, assim, o preguiçoso, no seu leito”. A cama do preguiçoso é o seu quartel-general. É dessa trincheira que ele inventa todas as suas estratégias para não trabalhar. O preguiçoso se revolve no seu leito como uma porta se revolve nos seus gonzos. Uma porta se revolve nos seus gonzos, mas não sai do lugar. Ela abre e fecha o tempo todo, mas fica estacionada no mesmo lugar. Assim é o preguiçoso. Ele se mexe na cama. Ele vira de um lado para o outro. Mas, ele não se levanta para agir. Ele não pula do leito para trabalhar. Seu descanso parece não ter fim. Seu sono parece nunca acabar. Está sempre cansado. Sempre precisando de mais descanso. O trabalho é para ele um perigo e uma ameaça.

O leito do preguiçoso é sua câmara de segurança. O seu quarto é seu castelo seguro. O sono para ele é mais doce do que o mel. O conforto do seu quarto é para ele melhor do que as maiores conquistas do trabalho. Sua recompensa é descansar um pouco mais até que a pobreza bata à sua porta como um leão faminto.

EM TERCEIRO LUGAR, O ENGANO DO PREGUIÇOSO (Pv 26.16).
“Mais sábio é o preguiçoso a seus próprios olhos do que sete homens que sabem responder bem”. O preguiçoso não tem apenas as mãos frouxas para o trabalho, mas também, a mente ágil para a soberba. Ele se julga mais inteligente que o maior dos gênios. Acredita que sua filosofia de vida, rendida à preguiça crônica, está acima de todas as outras. Arrogantemente estadeia sua sabedoria e aplaude a si mesmo, julgando-se melhor do que os outros. Entoa, com o peito estufado, o cântico “quão grande és tu” diante do espelho. Acredita que é mais sábio a seus próprios olhos do que sete homens que sabem responder bem.

O preguiçoso tem uma visão distorcida não só do trabalho, mas também de si mesmo. Vê o trabalho como ameaça e a si mesmo como sábio. Tem uma visão exagerada de si mesmo, a ponto de achar-se melhor do que os maiores sábios. A preguiça tirou-lhe o bom senso, embaçou seus olhos, entorpeceu sua mente e afrouxou seus braços.

O preguiçoso é um indivíduo não apenas tolo, mas também auto-enganado. Pensa ser quem não é. Literalmente, ele dorme o sono da morte. Sua máscara só cairá no dia da calamidade. Então, perceberá tarde demais, que suas desculpas foram esfarrapadas, sua sabedoria não passava de consumada tolice e seu sono confortável lhe empurrará para o abismo da calamidade irremediável.

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini


Graça e Paz

sábado, 11 de abril de 2015

É PECADO FICAR PARADO

Comete pecado a pessoa que sabe fazer o bem e não faz. (Tg 4.17)

Parece uma coisa nova: “saber o que é certo e não fazer é pecado”. Não, não é nenhuma novidade, pelo menos para os leitores de Tiago. Ele já havia dito a mesma coisa em outras palavras: “A fé é assim: se não vier acompanhada de ações, é coisa morta” (2.17).

Tanto o sacerdote como o levita sabiam que, pelo menos em nome da religião, deviam parar na descida da serra entre Jerusalém e Jericó para socorrer aquele homem deixado na estrada pelos que o haviam assaltado. Mas não o fizeram e, portanto, cometeram pecado.

O terceiro viajante que passava pelo mesmo caminho não cometeu pecado, porque o socorreu (Lc 10.31-35). Esse tipo de pecado é chamado de omissão, e ele é muito mais comum do que se pensa.

Parece que os próprios teólogos chamam mais atenção para o pecado de transgressão do que para o pecado de omissão. Eles dizem que pecado é uma “rebelião contra as normas de Deus”, “uma energia de reação irracional negativa e rebelde contra Deus” ou uma “quebra da lei de Deus”.

Jesus ensinou o mesmo que Tiago quando falou sobre o empregado que sabe o que o patrão quer e o empregado que não sabe.

O primeiro, se não faz a sua obrigação, quando o patrão chegar será muito castigado; o segundo, não sabendo o que o patrão quer e faz algo errado, receberá um castigo mais brando. Por quê?

Porque o mais castigado sabia o que tinha que fazer e não fez. O menos castigado não sabia e, por isso, não poderia acertar (Lc 12.47-48).

Estando providencialmente na posição estratégica de tomar sobre si a responsabilidade de levar o marido a evitar o morticínio já decretado dos judeus, a rainha Ester, caso não o fizesse, estaria enquadrada no pecado mencionado por Tiago (Et 4.16).

PREGUIÇA, COMODIDADE, NEGLIGÊNCIA E OMISSÃO SÃO PECADOS!


Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

domingo, 6 de outubro de 2013

Faça a sua escolha ...

Certo dia, um casal ao chegar do trabalho encontrou algumas pessoas dentro de sua casa. Achando que eram ladrões, marido e mulher ficaram assustados, mas um homem forte e saudável, com corpo de halterofilista disse:
- Calma pessoal, nós somos velhos conhecidos e estamos em toda parte do mundo.
– Mas quem são vocês? – pergunta a mulher.
- Eu sou a Preguiça – responde o homem másculo. – Estamos aqui para que vocês escolham um de nós para sair definitivamente da vida de vocês.
– Como pode você ser a preguiça se tem um corpo de atleta que vive malhando e praticando esportes? – indagou a mulher. – A preguiça é forte como um touro e pesa toneladas nos ombros dos preguiçosos, com ela ninguém pode chegar a ser um vencedor.

Uma mulher velha curvada, com a pele muito enrugada, que mais parecia uma bruxa diz:
- Eu, meus filhos, sou a Luxúria.
– Não é possível! – diz o homem – Você não pode atrair ninguém com essa feiúra.
– Não há feiúra para a luxúria, queridos. Sou velha porque existo há muito tempo entre os homens; sou capaz de destruir famílias inteiras, perverter crianças e trazer doenças para todos até a morte. Sou astuta e posso me disfarçar na mais bela mulher.

E um mau-cheiroso homem, vestindo roupas maltrapilhas, que mais parecia um mendigo, diz:
- Eu sou a Cobiça, por mim muitos já mataram, por mim muitos abandonaram famílias e pátria; sou tão antigo quanto a Luxúria, mas eu não dependo dela para existir.

- E eu, sou a Gula. – diz uma lindíssima mulher com um corpo escultural e cintura finíssima. Seus contornos eram perfeitos e tudo no corpo dela tinha harmonia de forma e movimentos. Assustam-se os donos da casa, e a mulher diz:
- Sempre imaginei que a gula seria gorda.
– Isso é o que vocês pensam! – responde ela. – Sou bela e atraente, porque se assim não fosse seria muito fácil livrarem-se de mim. Minha natureza é delicada, normalmente sou discreta, quem tem a mim não se apercebe, mostro-me sempre disposta a ajudar na busca da luxúria.

Sentado em uma cadeira num canto da casa, um senhor, também velho, mas com o semblante bastante sereno, com voz doce e movimentos suaves, diz:
- Eu sou a Ira. Alguns me conhecem como cólera. Tenho muitos milênios também. Não sou homem, nem mulher, assim como meus companheiros que estão aqui.
– Ira? Parece mais o vovô que todos gostariam de ter! – diz a dona da casa.
– E a grande maioria me tem! – responde o vovô. – Matam com crueldade, provocam brigas horríveis e destroem cidades quando me aproximo. Sou capaz de eliminar qualquer sentimento diferente de mim, posso estar em qualquer lugar e penetrar nas mais protegidas casas. Mostro-me calmo e sereno para mostrar-lhes que a Ira pode estar no aparentemente manso. Posso também ficar contido no íntimo das pessoas sem me manifestar, provocando úlceras, câncer e as mais temíveis doenças.

- Eu sou a Inveja. Faço parte da história do homem desde a sua criação,  - diz uma jovem que ostentava uma coroa de ouro cravada de diamantes, usava braceletes de brilhantes e roupas de fino pano, assemelhando-se a uma princesa rica e poderosa.
– Como inveja, se é rica e bonita e parece ter tudo o que deseja?  - diz a mulher da casa.
– Há os que são ricos, os que são poderosos, os que são famosos e os que não são nada disso, mas eu estou entre todos. A inveja surge pelo que não se tem e o que não se tem é a felicidade. Felicidade depende de amor, e isso é o que de mais carece a humanidade... Onde eu estou, esta também a Tristeza.

Enquanto os invasores se explicavam, um garoto, que aparentava cerca de cinco a seis anos, brincava pela casa. Sorridente e de aparência inocente, característica das crianças, sua face de delicados traços mostravam a plenitude da jovialidade, olhos vívidos... E você, garoto, o que faz junto a esses que parecem ser a personificação do mal? O garoto responde com um sorriso largo e olhar profundo:
- Eu sou o Orgulho.
– Orgulho? Mas você é apenas uma criança? Tão inocente como todas as outras. O semblante do garoto tomou um ar de seriedade que assustou o casal, e ele então diz:
- O orgulho é como uma criança mesmo, mostra-se inocente e inofensivo, mas não se enganem, sou tão destrutível quanto todos aqui, quer brincar comigo?

A Preguiça interrompe a conversa e diz:
- Vocês devem escolher quem de nós sairá definitivamente de suas vidas. Queremos uma resposta. O homem da casa responde:
- Por favor, dêem dez minutos para que possamos pensar.

O casal se dirige para seu quarto e lá fazem várias considerações. Dez minutos depois retornam.
– E então? – pergunta a Gula.
– Queremos que o Orgulho saia de nossas vidas. O garoto olha com um olhar fulminante para o casal, pois queria continuar ali. Porém, respeitando a decisão dirige-se para a saída. Os outros, em silêncio, iam acompanhando o garoto quando o homem da casa pergunta:

- Ei! Vocês vão embora também? O Menino, agora com ar severo e com a voz forte de um orador experiente, diz:
- Escolheram que o Orgulho saísse de suas vidas e fizeram a melhor escolha, Porque onde não há orgulho não há Preguiça pois os preguiçosos são aqueles que se orgulham de nada fazer para viver, não percebendo que na verdade vegetam.
- Onde não há orgulho não há luxúria pois os luxuriosos têm orgulho de seus corpos e julgam-se merecedores. Onde não há orgulho, não há cobiça pois os cobiçosos têm orgulho das migalhas que possuem, juntando tesouros na terra e invejando a felicidade alheia, não percebendo que na verdade são instrumentos do dinheiro.
- Onde não há orgulho, não há gula pois os gulosos se orgulham de suas condição e jamais admitem que o são, arrumam desculpas para justificar a gula, não percebendo que na verdade são marionetes dos desejos. Onde não há orgulho, não há ira, pois os irosos com facilidade destroem aqueles que, segundo o próprio julgamento, não são perfeitos, não percebendo que na verdade sua ira é resultado de suas próprias imperfeições. Onde não há orgulho não há inveja, pois os invejosos sentem o orgulho ferido ao verem o sucesso alheio seja ele qual for; precisam constantemente superar os demais nas conquistas, não percebendo que na verdade são ferramentas da insegurança.

Saíram todos sem olhar para trás, e, ao baterem a porta, um fulminante raio de luz invadiu o recinto.

Transcrito Por Litrazini:


Graça e Paz

sábado, 2 de junho de 2012

O que a Bíblia diz sobre gerenciar as suas finanças?


A Bíblia tem muito a dizer sobre gerenciar finanças.

A respeito de pedir emprestado, veja: Provérbios 6:1-5; 20:16; 22:7,26-27 (“O rico domina sobre o pobre, e o que toma emprestado é servo do que empresta... Não estejas entre os que se comprometem e ficam por fiadores de dívidas, pois, se não tens com que pagar, por que arriscas perder a cama debaixo de ti?”).

Em relação ao suborno, veja: Provérbios 17:8; 18:16; 21:14; 28:21; 17:23 (“O perverso aceita suborno secretamente, para perverter as veredas da justiça”).

Sobre riquezas, veja: Provérbios 10:15; 11:4; 18:11; 23:5; 28:20 (“O homem fiel será cumulado de bênçãos, mas o que se apressa a enriquecer não passará sem castigo”).

Em relação à preguiça e finanças, veja: Provérbios 6:6-11 (“Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os seus caminhos e sê sábio. Não tendo ela chefe, nem oficial, nem comandante, no estio, prepara o seu pão, na sega, ajunta o seu mantimento. Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono? Um pouco para domir, um pouco para tosquenejar, um pouco para encruzar os braços em repouso, assim sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade, como um homem armado”). Também 1 Timóteo 6:6-11.

 
Sobre o dar, veja: Lucas 6:38; 2 Coríntios 9:6-15 (versículos 6-7: “E isto afirmo: aquele que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia com fartura com abundância também ceifará. Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria”).

Sobre a administração do dinheiro, veja: Lucas 16:1-13 (versículo 11: “Se, pois, não vos tornastes fiéis na aplicação das riquezas de origem injusta, quem vos confiará a verdadeira riqueza?”). Também Tiago 1:17. Nós somos responsáveis por prover nosso próprio sustento. 1 Timóteo 5:8 diz: “Ora, se alguém não tem cuidados dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente”.

Em suma, o que a Bíblia diz sobre gerenciar o dinheiro?

A resposta pode ser sintetizada em uma única palavra: sabedoria.

Nós devemos ser sábios com o nosso dinheiro.

Nós devemos economizar dinheiro, mas não acumulá-lo como tesouro.

Nós devemos gastar dinheiro, mas com prudência e controle.

Nós devemos devolver ao Senhor, em alegria e sacrifício.

Nós devemos usar o nosso dinheiro para ajudar os outros, mas com discernimento e o guiar do Espírito de Deus.

Não é errado ser rico, mas é errado amar o dinheiro.

Não é errado ser pobre, mas é errado gastar dinheiro em coisas fúteis.

A mensagem consistente da Bíblia sobre o gerenciamento do dinheiro é ser sábio

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz



Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.