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terça-feira, 23 de junho de 2026

COMO DEUS JUSTIFICA

Somos justificados por meio de Jesus mediante a nossa fé, entretanto o que queremos enfocar é a graça de sermos justificados sem qualquer mérito nosso.

Deus nos justifica pela sua graça e misericórdia, livre e espontaneamente. É dom, presente, de Deus (Rm 3.20-24)

Deus nos justifica quando aceitamos a Jesus como nosso Senhor e Salvador pessoal, pela fé.

Deus nos justifica porque Jesus morreu na cruz em nosso lugar, pagou o preço da nossa redenção e expiou para sempre os nossos pecados dando-nos a justificação.

Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por Ele salvos da ira. (Rm 5.9)

Deus ao perdoar alguém esquece, ignora por completo todos os pecados cometidos anteriormente e por isso nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. (Rm 8.1).

Na justificação Deus perdoa nossos pecados passados, justifica e perdoa nossos atos, erros e pecados no presente e no futuro, bastando apenas confessa-los imediatamente.

Aceitar a Jesus é uma decisão muito séria e comprometedora que implica uma mudança total de vida, mente, emoção e ideias.

Tenha certeza de que você está nas mãos de Deus, justificado por Ele e que nada poderá separar você do amor de Deus.

Seja um justo diante de Deus, não por méritos próprios, mas pela fé no poder e na graça de Deus reveladas em Jesus Cristo. 

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 25 de dezembro de 2023

REDENÇÃO E PAZ PELO SANGUE

Aquele que compreende, pela fé, o grande valor do precioso sangue de Cristo, é salvo e perfeito perante Deus e tem a vida eterna.

No qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça, (Ef 1.7)

Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual Ele comprou com o seu próprio sangue. (At 20.28)

No qual temos a redenção, a remissão dos pecados. (Cl 1.14)

Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram (1Pe 1.18)

Mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo (1Pe 1.19)

E entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação (Ap 5.9)

O sangue de Cristo é o alicerce da nossa paz. Jesus fez a paz pelo sangue.

E que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dEle, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus. (Cl 1.20)

Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo (Rm 5.1)

Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, fostes aproximados pelo sangue de Cristo.(Ef 2.13)

Transcrito por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

quarta-feira, 10 de agosto de 2022

REDENÇÃO, SALVAÇÃO E HERANÇA

“Pois todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus, e são justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus.” (Rm. 3.23,24).

Quando Jesus meio ao mundo, como homem, Ele nos remiu de todos os pecados, dores, enfermidades e transgressões.

Somente têm direito à salvação, aqueles que se arrependerem, crerem e proclamarem publicamente com seus próprios lábios que aceitam o sacrifício de Jesus Cristo, homem.

Não somos salvos pelas nossas boas obras, mas, pelo sacrifício redentor de Jesus ao ser crucificado na Cruz do Calvário.

“Pois, é pela graça que sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é Dom de Deus, não das obras, para que ninguém se glorie” (Ef. 2.8,9).

Adão condenou a humanidade, quando desobedeceu a Deus no jardim do Éden e, comeu do fruto da árvore do conhecimento, tornando-nos a todos pecadores por herança.

O Senhor precisava de alguém puro e sem pecados, mas, não encontrou ninguém na face da terra que fosse santo; A única solução foi mandar Jesus Cristo, seu Filho unigênito, na forma humana, para que a chave da vida eterna fosse resgatada e o homem passasse a ter direito à salvação.

Com a crucificação de Jesus, puro, sem pecado, foi paga a dívida contraída por Adão e retomada a autoridade sobre a vida humana.

“Tendo sido sepultados com Ele no batismo... perdoando-nos todos os nossos delitos, havendo riscado o escrito de dívida que havia contra nós nas suas ordenanças, o qual nos era contrário, tirou-o do meio de nós, cravando-o na cruz. E, tendo despojado os principados e as potestades, os expôs publicamente ao desprezo. E deles triunfou na cruz. (Cl. 2.12 a 15).

O batismo, significa o enterro da herança deixada por Adão, de homem pecador.

Ao submergir da água, nasce o novo homem, a nova natureza de Cristo Jesus.

“Jesus respondeu: Em verdade, em verdade te digo que quem não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus... Em verdade, em verdade, te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus.” (Jo. 3.3 a 5)

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


 

quarta-feira, 10 de novembro de 2021

A OBRA DA REDENÇÃO

São várias as passagens que apontam e descrevem a morte e ressurreição de Jesus. E todos os efeitos da obra de Cristo estão baseados nestes elementos: sua vida, morte e ressurreição.

Tudo o que aconteceu nos anos e séculos posteriores a Cristo têm fundamento único e exclusivo no fato de Cristo ter vivido, morrido, ressuscitado e subido aos céus.

O apóstolo Paulo disse sobre isso: 'E ninguém pode pôr outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo'. (1Co 3.11).

Toda essa obra, chamada obra da redenção, é divina. Não há participação humana até esse ponto, senão, apenas após a ressurreição de Cristo.

Tudo o que foi feito para que o homem pudesse ter comunhão com Deus, foi feito pelo próprio Deus.

A Bíblia diz que, por causa do pecado, o homem foi afastado da comunhão com o Criador: 'Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus'. (Rm 3.23)

Se fomos afastados da glória, da comunhão e intimidade com o Senhor, é evidente que, em primeira mão, nós nada podemos fazer para que essa comunhão seja reatada. Se o homem pudesse fazer alguma coisa, teria feito antes, e há muito tempo estaríamos unidos. 

Mas, como disse, tudo foi feito por Deus. Ele se interessou por nós primeiramente: 'Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios' (Rm 5.6), e 'estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo” (Ef 2.5). E ainda 'Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna'. (Jo 3.16).

Tudo parte de Deus, tudo tem início nele em nossa direção. Só depois de ele ter efetuado sua obra é que o homem pode entrar em cena.

A partir daí, da morte de Cristo, é que somos chamados a participar dessa obra para ter de volta o acesso àquela glória da qual havíamos sido 'destituídos'.

E a participação humana na obra de Deus, a aceitação ao chamado divino, é a porta de entrada para a salvação que a Bíblia anuncia deste o Antigo Testamento.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

O VALOR DO SANGUE DE JESUS


O SANGUE DE JESUS É O TEMA CENTRAL DA BÍBLIA

De Gênesis a Apocalipse esse fio escarlata, o sangue de Jesus, é o tema principal. No Antigo Testamento, o sangue de Jesus é prefigurado no derramamento do sangue dos animais sacrificados nos holocaustos. No Novo Testamento o sangue de Jesus é derramado para a nossa redenção.

Você não é reconciliado com Deus por suas obras, méritos ou religiosidade, mas por meio do sangue de Jesus.

O SANGUE DE JESUS É O FUNDAMENTO DA SUA SALVAÇÃO
A sua salvação depende do sangue de Jesus. Se você não estiver debaixo do sangue de Jesus não haverá esperança para você. Sem derramamento de sangue não há remissão de pecado. Suas obras não são suficientes para levar você ao céu. Sua igreja não pode levar você ao céu.

Fora do sangue do Cordeiro de Deus ninguém pode entrar no céu.

O sonho de João Wesley: “Aqui no céu só há aqueles que foram remidos e lavados no sangue de Jesus”.

O VALOR DO SANGUE DE JESUS
Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado, 1 Pedro 1:18-19

SEU VALOR É INCOMPARÁVEL
Pedro seleciona dois metais preciosos usados para comprar bens: o ouro e a prata. Mas Quando Deus foi nos comprar, nos redimir, ele não empregou o ouro nem a prata, mas o precioso sangue de Cristo. Você vale mais do que ouro!

Hoje muitas pessoas pensam que podem comprar a graça de Deus com dinheiro, com obras. Mas foi Deus quem nos comprou. Ele não usou os tesouros do mundo, mas o sangue do seu Filho: “…a igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue” (At 20:28).

SEU VALOR É INDISPENSÁVEL
A Palavra de Deus é clara e insofismável em afirmar que “sem derramamento de sangue, não há remissão de pecados” (Hb 9:22).

a) Gênesis 3:21: “E fez o Senhor Deus a Adão e a sua mulher túnicas de peles e os vestiu”. Essa é a primeira indicação de sangue. Aqui é o inocente sacrificado a favor do culpado.

b) Gênesis 4:4 – Abel leva o sangue e é aceito; Caim leva o fruto da terra e é rejeitado.

c) Êxodo 12:13 – Deus pôs toda a nação de Israel sob o sangue. Deus não disse: “quando eu vir suas obras, suas lágrimas, seu sofrimento, passarei por vós, mas quando vir o sangue.

Não foi o Cordeiro, foi o sangue – O Cordeiro precisou ser imolado. Não somos salvos pela vida do Cordeiro, mas por sua morte!
Os bons e os maus pereceram igualmente se não estavam debaixo do sangue – Todo aquele que estava sem a proteção do sangue do Cordeiro pereceu.

3. SEU VALOR É INFINITO
Pedro destaca aqui duas coisas preciosas:

a) O caráter sacrificial do Salvador
- Ele é o Cordeiro de Deus (Is 53:7) – A suprema submissão de Jesus até a morte e morte de cruz é um dos grandes aspectos da sua obra redentora.
- Ele não morreu como mártir – Ele entregou-se voluntariamente por você (Jo 10:18).

b) O caráter santo do Salvador
- Ele é o Cordeiro sem mácula – Por isso sua morte pôde ser vicária, substitutiva. Só Cristo poderia morrer por nós!
- Ele não conheceu pecado – 2 Co 5:21
- Nele não havia pecado – 1 Jo 3:5
- Nenhuma culpa foi encontrada em sua boca – 1 Pe 2:22.

Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

POMBA DA PAZ, OLIVEIRA E REDENÇÃO


"E a pomba voltou a ele a tarde: e eis arrancada uma folha de oliveira no seu bico; e conheceu Noé que as águas tinham minguado sobre a terra" Gn 8:11.

Há muitos séculos a oliveira é utilizada como símbolo da paz, imperadores romanos já se valiam da planta para divulgarem um reino: Próspero, pacífico e abundante.

Atenas tem a oliveira como árvore protetora da cidade, tudo porque uma lenda conta que na disputa de "deuses" para dar nome à cidade, a "deusa" Atenas, presenteou-a com oliveiras e seu produto nobre; o azeite. Não tendo ninguém conseguido superar o seu feito, a cidade ficou sendo chamada Atenas.

Também foi em Atenas que surgiu a tradição de presentear atletas vencedores com coroas de oliveiras. Os ramos de oliveiras eram recolhidos com facas de ouro. Não existiam as medalhas olímpicas, sendo as coroas o prêmio máximo concedido aos ganhadores.

Até hoje, essa tradição permanece e em qualquer nação ou modalidade desportiva, atletas recebem coroas de oliveiras como prêmio.

Enfim, a oliveira e seu produto, o azeite, considerado "fonte de ouro" pelos extrativistas, sempre estiveram ligados a paz e vitórias.

A pomba como símbolo da paz

A primeira vez que a pomba e a oliveira aparecem juntas é no livro de Gênesis, um símbolo que tem sido utilizado secularmente para representar a paz universal.

O partido socialista soviético utilizou-o como campanha de convocação a "paz universal". A pedido de Stalin, o grande pintor Picasso, reproduziu a pomba com o ramo de oliveira. A imagem, reproduzida pelo artista, percorreu o mundo.

A pomba, em Génesis simboliza o Espírito Santo, tal qual no Evangelho de João 1:32, quando ela desce sobre Jesus, na ocasião de seu batismo. O ramo de Oliveira, simboliza a própria Oliveira que É Cristo Jesus.

A aparição da pomba com o ramo de Oliveira no bico significa a Redenção da humanidade através de Cristo Jesus. Deus, não mais destruiria os homens desobedientes, mas, lhes daria uma oportunidade de recomeçarem uma nova vida. A pomba e a Oliveira seriam vitais nesse renascimento.

O simbolismo secular, as invenções humanas, os clamores pela paz, as vitórias conquistadas coroadas de glória, os prósperos impérios, as ricas cidades, nada disso é válido se não estiver ligado a Verdadeira Oliveira. Tudo passa, apenas permanece o Eterno Reino da Justiça. É através D'Ele que se conhece a Verdadeira Paz.

OLIVEIRA NA BÍBLIA
Aquele que recebe a Oliveira, trazida pelo Espírito Santo não mais seria destruido: "Porque a lei do Espírito de vida em Cristo Jesus , me livrou da lei do pecado e da morte" Rm 8:2

Wilma Rejane / estudosbiblicos

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 6 de maio de 2017

OPOSIÇÃO E ENCORAJAMENTO

Zorobabel […] e Jesua […] começaram a reconstruir o templo de Deus em Jerusalém. E os profetas de Deus estavam com eles e os ajudavam. (Esdras 5.2)

Sempre que a obra de Deus prospera, podemos esperar o surgimento de oposição. Em Jerusalém ela começou com os samaritanos e continuou mais tarde com outros que estavam ansiosos para interromper a reconstrução do templo. Eles foram bem-sucedidos durante algum tempo, e nesse período ocorreram dois encorajamentos.

Primeiro, uma pesquisa nos arquivos da realeza babilônica revelou que os judeus tinham recebido plena autorização para reconstruir o templo.

Assim, foi enviada a seguinte mensagem ao governador do território situado a oeste do Eufrates, em Jerusalém, e aos seus oficiais: “Não interfiram na obra que se faz nesse templo de Deus” (Ed 6.7).

Segundo, dois profetas especialmente designados por Javé, Ageu e Zacarias, encorajaram veementemente a Zorobabel para que concluísse a sua obra.

Estas foram as palavras de exortação de Ageu: “Quem de vocês viu este templo em seu primeiro esplendor? Comparado a ele, não é como nada o que vocês veem agora? Coragem! Ao trabalho. Porque eu estou com vocês, declara o Senhor dos Exércitos” (Ag 2.3-4).

A palavra do Senhor também veio a Zacarias, dizendo: “As mãos de Zorobabel colocaram os fundamentos deste templo; suas mãos também o terminarão” (Zc 4.9).

Assim, “Zorobabel […] e Jesua […] começaram a reconstruir o templo de Deus em Jerusalém. E os profetas de Deus estavam com eles e os ajudavam” (Ed 5.2).

A reconstrução do templo começou em 520 antes de Cristo e foi concluída em 515 antes de Cristo, aproximadamente setenta anos depois da destruição do templo anterior, como Jeremias havia profetizado.

Tendo celebrado com alegria a dedicação do templo, os sacerdotes e o povo celebraram a Páscoa, como se tivessem sido novamente redimidos.

Na verdade, era exatamente isso que havia acontecido. Eles estavam começando a perceber o padrão tríplice de sua redenção, com Javé chamando Abraão de Ur, Israel do Egito e os exilados da Babilônia.

Esses três chamados eram prenúncios da grande redenção realizada por Deus através de Jesus Cristo.

E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue nos compraste para Deus de toda a tribo, e língua, e povo, e nação; E para o nosso Deus nos fizeste reis e sacerdotes; e reinaremos sobre a terra: Apocalipse 5.9-10; ”…E na sua boca não se achou engano; porque são irrepreensíveis diante do trono de Deus. E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo (Ap.} 14.1-6 

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 29 de abril de 2016

REDENÇÃO ATRAVÉS DA MORTE DE CRISTO

Então, Pilatos saiu outra vez fora e disse-lhes: Eis aqui vo-lo trago fora, para que saibais que não acho nele crime algum… Então, entregou-lho, para que fosse crucificado (João 19:4, 16).

Em João 19, versículos 1 a 16, vemos Jesus Cristo sendo julgado perante o governador romano Pilatos.

A atmosfera é hostil para o acusado. No curso do processo Pilatos repetidamente afirma que Jesus era inocente (veja João 18:38; 19:4 e 6). Mas foi tudo em vão.

Tornou-se mais claro que os acusadores, os líderes religiosos de Israel, queriam se livrar deste homem “problemático”. Eles colocaram pressão sobre Pilatos e também excitaram o povo contra Jesus.

Finalmente Pilatos entregou o Filho de Deus para ser crucificado de modo a não pôr em perigo o favor do imperador Tibério e sua própria posição.

Assim, todos os participantes são culpados do pior erro judicial da história do mundo, a sentença e a morte do único Homem justo.

Mas a morte de Jesus também deve ser vista a partir de um outro aspecto. Jesus Cristo, o Filho de Deus, veio à Terra para levar sobre si o castigo de Deus sobre o pecado e morrer como o substituto em seu lugar.

Todo mundo precisa desse substituto por causa de seus próprios pecados, de modo a ser capaz de estar diante do trono do julgamento de Deus. E Cristo foi esse Substituto para todos. Mas cada um deve vir a Ele pessoalmente.

Devemos voltar do nosso caminho de obstinação e sinceramente confessar nossa culpa diante dEle.

Quem se entrega ao Salvador, Jesus Cristo, torna-se participante da redenção que Ele trouxe através da Sua morte.

Extraído do devocional BOA SEMENTE

Por Litrazini


Graça e Paz

terça-feira, 29 de março de 2016

CONVERSÃO – VOLTANDO-SE PARA DEUS

Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no Reino dos céus (Mateus 18:3).

A Bíblia nos mostra que a condição do homem após a queda de Adão é o oposto de seu estado original. O dia se tornou noite para ele; seu senso de moralidade foi obscurecido. Ele agora considera seus inimigos como amigos, e seus amigos como inimigos. Ele chama o bom de ruim, e o ruim de bom. Ele se considera livre e justo; só que na verdade ele é escravizado e perverso.

A única coisa que, de acordo com as palavras da Bíblia, pode ajudá-lo, a redenção através da fé em Jesus Cristo, lhe parece totalmente desnecessário. Ele pensa em Deus como seu inimigo contínuo em vez de aceitá-Lo como seu Pai. Este é o resultado de um impulso maligno interior que o homem não pode vencer sozinho. Isso torna-o cego e conduz sua vontade a uma direção errada que leva à destruição.

Por isso, é necessário que o homem permita que Deus trabalhe em seu coração e o reforme completamente. Quem quiser ser libertado do poder do pecado e salvo da condenação eterna deve reconhecer-se moralmente falido e se render a Deus.

Isso é “conversão”, declarando-se impotente diante de Deus, que pode mudar o seu modo pecaminoso e confiando a si mesmo a Deus, para que tudo possa ser feito novo. A criatura caída deve retornar ao Criador, o filho perdido para a casa do Pai.

A conversão abre o caminho para a salvação. Deus responde a esta confissão de culpa e fraqueza perdoando o crente de seus pecados e tornando-o Seu filho.

Mas, se o ímpio se converter de todos os seus pecados que cometeu, e guardar todos os meus estatutos, e fizer juízo e justiça, certamente viverá; não morrerá.Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e perante ti (Ezequiel 18:21; Lucas 15:18).

Temos ido na direção errada e nos encontramos em um beco sem saída. Estamos perdidos; quanto mais rápido mudamos de direção, menos tempo é desperdiçado.

MUDAR O RUMO: esse é o significado da palavra “conversão”. Esta não é uma mera teoria, nenhuma restauração externa, mas uma mudança interna completa. Qualquer um que busca melhorar a sua conduta externa não é de forma alguma um convertido. A conversão é uma cura radical das nossas maneiras morais. Ela tem, naturalmente, um efeito sobre a forma de conduzir a nossa vida.

Conversão não consiste em mudar de religião, mas aceitar um padrão novo de valores, tornando-se naquilo que não era antes, ter uma nova fonte de energia e diferentes esperanças e amigos. Isso significa escolher outro caminho, colocar o olhar sobre outros objetivos, e trabalhar para um novo Mestre.

Antes eu vivia para mim, agora eu vivo para Deus. Eu costumava estar satisfeito comigo mesmo, agora eu tenho reconhecido meu antigo e triste estado moral. Ontem Deus teve que condenar-me; hoje Ele me vê como justificado pela obra redentora de Cristo na cruz.

A conversão é uma mudança total na forma de pensar e viver. Um novo convertido colocou assim: “Até agora eu pensava que eu vivia; agora eu realmente vivo”

Extraído do devocional BOA SEMENTE

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

RENDIÇÃO PARA REDENÇÃO

Imagine que nesse momento você estivesse na fila de um banco. Ali seus pensamentos não paravam e alimentavam a sua pressa. Afinal, ao sair dali enfrentaria o trânsito, teria de passar na farmácia para comprar remédio de enxaqueca para sua esposa e fraldas para o seu filho pequeno.

Depois teria que ir em uma loja, no outro lado da cidade, passar no supermercado fazer umas compras rápidas e, por fim, passar na casa de sua mãe, antes de seguir pra sua própria casa. Onde, ainda à noite, teria que adiantar alguns serviços do seu trabalho do outro dia.

De repente, em meio a todos esses pensamentos e ansiedades, você ouvisse barulhos estranhos e, ao se virar, fosse surpreendido com bandidos mascarados e fortemente armados que tivessem invadido o banco e rendido os guardas. E, aos gritos, ordenassem: – Todo mundo no chão! Todo mundo no chão! Quem tentar qualquer besteira morre! – E um tiro ensurdecedor, silenciasse a todos. Sendo possível ouvir apenas choros reprimidos de desespero.

Naquele momento, pelo pavor, talvez um filme da sua família passasse por sua cabeça, ou, talvez, você tivesse paralisado os seus pensamentos. As reações de desespero poderiam ser diversas.

Naquele momento todas as importantes preocupações de segundos atrás desapareceriam. Não mais se lembraria dos remédios, fraldas, loja, compras ou de serviços acumulados do trabalho. Tudo deixaria de ser importante. Somente uma coisa lhe ocuparia a mente, sair a salvo dali e poder ir pra casa abraçar sua família. Nada mais importaria!

Certa dia, o apóstolo Pedro, profundamente abalado pela crucificação do Mestre, e, entristecido pelo pecado de tê-Lo negado, ao ser surpreendido com a notícia da ressurreição de Jesus, correu apressadamente até o sepulcro. “Pedro, todavia, levantou-se e correu ao sepulcro. Abaixando-se, viu as faixas de linho e mais nada; afastou-se e voltou MARAVILHADO com o que acontecera”. Lucas 24:12.

Por tantas vezes, nos últimos anos, Pedro havia ficado maravilhado por tantos milagres que vira, com tantos ensinamentos, multiplicações de pães, e, também pela forma como Sua esperança fora duramente tirada.

Agora, Pedro volta a sua atenção para o próprio Senhor Jesus e não apenas para os acontecimentos que o rodearam nos últimos anos. Ele já não estava admirado com milagres, com pescas maravilhosas, libertações. Pedro agora coloca Jesus no centro de seus pensamentos e passa a estar “MARAVILHADO COM O SENHOR JESUS”.

Em nossa caminhada na fé, também nos maravilhamos e nos surpreendemos tantas vezes e com tantas coisas que Jesus fez por nós. Tantos milagres e transformações. Nos maravilhamos com tantos socorros e livramentos.

Muitas vezes, entristecidos pelos nossos pecados, maravilhamo-nos com a Sua infinita misericórdia e perdão. Mas agora, tão próximo à Sua Vinda, o Senhor nos convida a não mais nos maravilharmos com os sinais de Seu poder nesse mundo, que já comprovamos, são infalíveis. Ele nos convida a nos maravilharmos COM ELE. Com o nosso SENHOR que vem nos buscar para junto dELE para sempre.

Não é mais o momento apenas de conversão, agora chegou o momento de rendição ao nosso Deus, Cristo e Senhor para a nossa redenção. De deixarmos tudo em segundo plano e nos rendermos a Ele como verdadeiros adoradores, porque são estes que Ele procura.

É momento de acordarmos do sono, de deixarmos as passageiras e banais preocupações desse mundo, de abandonarmos as superficialidades das religiões e, de fato, rendermo-nos ao nosso SENHOR JESUS e ao Seu verdadeiro Evangelho. Pois…

ELE VEM E PERTO ESTÁ A NOSSA REDENÇÃO!
“Eis que venho como ladrão! Feliz aquele que permanece vigilante e conserva consigo as suas vestes, para que não ande nu e não seja vista a sua vergonha”. Ap 16:15

Leonard Bernardo

Por Litrazini


Graça e Paz

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

A redenção da humanidade

Deus está no processo de cumprir uma grande missão: a redenção da humanidade.

Ele estabeleceu que, nessa tarefa, não só remirá os homens, mas fará uso deles para executar uma parte especial no processo, a fim de que possa mostrar seu poder e graça através da vida deles. Eles então trabalharam “junto com Deus” (2Co 6.1).

Compreender este conceito é a chave para entender a Deus. Ele nos chama para si mesmo e para a sua missão. Quem quer que tome o nome de Cristo, deve aceitar também a sua missão.

Todos os que reivindicam o céu como lar, também aceitam o evangelismo como um estilo de vida.

Aqueles que prometem obediência a Deus, devem igualmente prometer obediência ao plano divino de alcançar os perdidos. Não existem opções nem exceções neste sentido.

Esta responsabilidade cabe a todos os cristãos, de todas as épocas, em todos os lugares. Ela nada tem a ver com dons, necessidades, circunstâncias. Não existem homens “especiais” para Deus. O “dom do evangelho” não existe!

Devemos livrar-nos de idéias desse tipo!

Vamos enfrentar o fato de que todos nós podemos fazer alguma coisa pelos perdidos do mundo.

Você tem língua?
Você sabe sorrir?
Você tem um conhecido?
Tem então o suficiente.

Nós não levamos realmente a sério a missão de Deus. Mais da metade da população do mundo pode ser classificada como não tendo sido alcançada pelo evangelho. São homens e mulheres que não tiveram ainda a oportunidade de responder com inteligência a uma apresentação compreensível das boas novas de que Cristo morreu pelos nossos pecados. Nesse número estão incluídos (segundo o jornal Moody Monthly) cerca de 903 milhões de chineses, 574 milhões de hindus, 704 milhões de muçulmanos e centenas de milhares de outros.

Enquanto esses milhões continuam famintos, nós, na maioria das vezes, nos tornamos obesos.

Somos peritos em justificar nossa complacência e racionalizar nossa apatia. Se continuarmos nesse andar, não teremos futuro. Ponto final. Estamos nos afundando. Se não acelerarmos nossos esforços, cinco entre cada seis não-cristãos jamais ouvirão o evangelho.

Como podemos pensar em sermos chamados “povo de Deus” se não participarmos da sua missão?

Por quanto tempo mais ousaremos ignorar o mundo faminto enquanto nos sentamos à mesa do banquete?

A razão de estar escrevendo isto é que a igreja está começando a ignorar a Grande Comissão. Por quê? Sinceramente não sei. Sei que não podemos fazer isso.

No decorrer da história, a igreja morreu quando o mundo foi esquecido. A igreja prosperou quando o mundo foi lembrado.

Max Lucado

Por Litrazini

Graça e Paz



quinta-feira, 4 de novembro de 2010

O sangue do Éden a Cristo

Desde o Jardim do Éden até o jardim do paraíso celestial, o sangue do sacrifício é o testemunho constante da graça de Deus. A história da criação do homem constitui o marco inicial do papel da aliança de sangue no plano divino para a humanidade “E fez o Senhor Deus a Adão e a sua mulher túnicas de peles e os vestiu” (Gn.3.21). Ao fazer o aquele sacrifício, Deus cobriu Adão e Eva com o sangue de um animal, no sacrifício final, ele cobriu a nós todos com o sangue do seu Filho Unigênito. Animais inocentes foram sacrificados a fim de que se providenciasse vestimentas de peles como cobertura para Adão e Eva. Eles tentaram cobrir-se por suas próprias forças ao coserem folhas da figueira, todavia Deus providenciou a cobertura por meio de um sacrifício.

Assim também devemos ser revestidos de Cristo e não com as nossas próprias obras.

A Bíblia diz: “É o sangue que fará expiação em virtude da vida” (Lv. 17.11). O termo expiação, significa cobrir, este seria o motivo de Deus ter derramado sangue para vesti-los. Quando Adão e Eva pecaram, perderam a comunhão íntima que gozavam com Deus. Mas através da aliança de sangue, Deus declarava que os pecados deles tinham sido expiados. E um dia, pelo sangue, voltariam a ter comunhão e gozo espiritual.

De adão à Cristo, vemos inúmeras narrativas de alianças de sangue celebradas entre Deus e seu povo.

Noé - O primeiro ato de Noé, ao sair da arca, foi fazer uma aliança de sangue com Deus. “E edificou Noé um altar ao Senhor; e tomou de todo animal limpo e de toda ave limpa e ofereceu holocaustos sobre o altar” (Gn.8.20).

O uso dos termos pacto, concerto ou aliança apareceu pela primeira vez na interação entre Deus e Noé. (Gn.6.18 e 9.9) e, se acha vinculado e estabelecido pela oferta sacrificial após o dilúvio.

Abraão – E a Abraão, Deus disse o seguinte: “Esta é a minha aliança, que guardareis entre mim e vós, e a tua descendência: todo macho entre vós será circuncidado” (Gn.17.10)

O fato desta cerimônia ser praticada no órgão reprodutor masculino tinha um significado duplo. O ato de cortar o prepúcio falava em cortar a dependência carnal e a sua esperança pela posteridade e prosperidade futuras não deveriam ficar sobre suas próprias habilidades. A circuncisão era uma afirmação de que a confiança estava sendo depositada na promessa de Deus e na sua fidelidade e, não em sua própria natureza carnal.

Moisés – Ao ler êxodo 12.7,12,13 e 23, Constatamos que o sacrifício era um meio de libertação, oferta pelo pecado e ato de consagração e conseqüente proteção divina.. Moisés reuniu todo o povo e fez um holocausto com novilhos. “Então tomou Moisés aquele sangue e o aspergiu sobre o povo, e disse: Eis aqui o sangue da aliança que o Senhor fez convosco a respeito de todas estas palavras”. (Ex.24.8).

Quando aspergidos, estamos totalmente sob a proteção do sangue de Cristo, contra todos os poderes destruidores de Satanás. Quando as tropas dele vêem o sangue de Cristo no umbral da nossa porta, elas passam por nós sem tocar - porque não podem tocar alguém aspergido com o sangue de Cristo! Então, veja, a preciosidade do sangue tem muito mais do que perdão

Uma das mais importantes aspersões de sangue era feita pelo sumo sacerdote. Uma vez por ano ele entrava no Santo dos Santos para fazer expiação, que significa "reconciliação." Este procedimento pretendia limpar os pecados do povo, e assim eles podiam ser reconciliados e ter comunhão outra vez com o Pai celestial.:"Tomará o sangue do novilho e, com o dedo, o aspergirá sobre a frente do propiciatório; e diante do propiciatório, aspergirá sete vezes do sangue, com o dedo." (Lv.16:14)

Quando o sangue era aspergido no assento de Deus, se consumava a remissão de todos os pecados, todos os pecados do passado eram cobertos. Quando o sumo sacerdote saía, o povo sabia que Deus aceitara o sacrifício, e que seus pecados haviam sido perdoados

Jesus levou Seu próprio sangue para o verdadeiro propiciatório - à presença de Deus, o Santo dos Santos - e ofertou-o para a remissão de todos os pecados, de todos os crentes, de todos os tempos. Esta foi a aspersão final! A respeito deste ato as escrituras dizem: "Não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção."(Hb.9:12).

A aliança com Moisés, através de sacrifícios de animais, trazia alívio temporário, tinha que ser repetidos anualmente, entretanto, o derramamento do sangue de Jesus forneceu um sacrifício permanente.

Ao aplicar o seu sangue no altar divino, Jesus obteve redenção dos pecados a todos que o recebem através da nova e última aliança.

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz


quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Fazer as pazes com Deus? Impossível!

Mas também por nós, a quem será tomado em conta, os que cremos naquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus nosso Senhor.

- “A senhora está seriamente doente, não é?”, perguntou um homem que fazia visitas evangelísticas em hospitais a uma paciente que jazia no leito sem a menor esperança de cura.

- “Sim, mas eu estou perfeitamente confortada”, foi a resposta dela.

- “Então a senhora já fez as pazes com Deus?”

- “Não”, falou a mulher com impressionante calma. O visitante ainda insistiu:

- “A senhora não acha que é tempo de fazer isso?” A resposta foi curta:

- “Não”.

O visitante ficou confuso. Se aquela mulher não era completamente indiferente a Deus, então, pensou, deveria ser muito arrogante. Continuou, intrigado:

- “A senhora está consciente do fato de que seus dias estão contados e que em breve terá de comparecer diante do Deus santo?”

- “Sim, eu sei muito bem disso”.

- “E isso não lhe causa temor?”, perguntou o homem cada vez mais curioso.

- “Não, não tenho o menor temor”.

A paciente olhou para o visitante e sorriu. E, por fim, explicou:

- “Eu não fiz as pazes com Deus. Eu não tenho como fazer e nem poderia fazer se quisesse. Mas o meu Salvador, Jesus Cristo, fez “a paz pelo sangue da sua cruz” (Colossenses 1:20).

- É isso o que a Bíblia diz, e ela é a Palavra de Deus. Eu descanso na obra de redenção que o meu Senhor Jesus realizou por mim na cruz.

- Minha alma está em perfeita paz.

- Eu posso me encontrar com meu Senhor sem medo de nada”.

O visitante respirou aliviado.

Extraído do site Boa Semente

Por Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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