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quinta-feira, 25 de março de 2021

COMO DEVE UM CRISTÃO RESPONDER À PERSEGUIÇÃO?

 Não há dúvida de que a perseguição é uma verdadeira realidade da vida cristã. A perseguição cristã é de se esperar: o apóstolo Paulo advertiu que "todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos" (2Tm 3:12).

Jesus disse que, se O perseguiram, também perseguirão os Seus seguidores (João 15:20). Jesus deixou claro que aqueles do mundo odiarão os cristãos porque o mundo odeia Cristo.

Se os cristãos fossem como o mundo - vaidoso, terrenal, sensual e dado ao prazer, riqueza e ambição - o mundo não se oporia a nós.

No entanto, os cristãos não pertencem ao mundo, razão pela qual o mundo envolve a perseguição cristã (ver João 15:18-19).

Os cristãos são influenciados por princípios diferentes dos do mundo. Somos motivados pelo amor de Deus e pela santidade, enquanto o mundo é impulsionado pelo amor ao pecado. É a nossa própria separação do mundo que desperta a sua animosidade (1Pe 4:3-4).

Os cristãos devem aprender a reconhecer o valor da perseguição e até mesmo se alegrar nela, não de forma ostensiva, mas de forma silenciosa e humilde porque a perseguição tem um grande valor espiritual.

Primeiro, a perseguição dos cristãos lhes permite compartilhar uma comunhão sem igual com o Senhor.

Paulo descreveu uma série de coisas de que tinha aberto mão pela causa de Cristo. Tais perdas, no entanto, ele viu como "refugo" (Filip 3:8) ou "esterco" para que pudesse participar nos "sofrimentos (de Cristo)" (Filip 3:10). O nobre apóstolo até contou suas correntes como uma graça (favor) que Deus lhe conferiu (Filip 1:7).

Em segundo lugar, em toda a verdade, a perseguição cristã é boa para os crentes.

Tiago argumenta que provações testam a fé do cristão, desenvolvem a resistência em sua vida e ajudam a desenvolver a maturidade (Tg 1:2-4).

Assim como o aço é temperado na forja, as provações e a perseguição servem para fortalecer o caráter dos crentes. Um cristão que cede graciosamente à perseguição demonstra que é de qualidade superior em comparação com seus adversários (Hb 11:38).

É fácil ser odioso, mas a semelhança de Cristo produz bondade e benção diante da oposição do mal. Pedro diz de Jesus: "pois ele, quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente" (1Pe 2:23).

Em terceiro lugar, a perseguição cristã permite que os crentes valorizem o apoio de amigos verdadeiros.

O conflito pode reunir os filhos fiéis de Deus de maneira encorajadora e solidária, de um modo que não teriam conhecido de outra forma.

Os tempos difíceis podem estimular o povo do Senhor em direção a uma maior determinação de amar e consolar uns aos outros e levantar um ao outro ao trono da graça através da oração. Não há nada como um incidente desagradável para nos ajudar a alcançar um maior nível de amor fraternal.

Mesmo diante da perseguição cristã, podemos seguir adiante. Podemos agradecer a Deus por Sua graça e paciência com a gente.

Podemos expressar gratidão por aqueles a quem amamos no Senhor e que estão com a gente em tempos difíceis. E podemos orar por aqueles que nos acusam, maltratam ou nos abusam (2 Co 11:24; Rm 10:1).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

COMO DEVE UM CRISTÃO RESPONDER AOS MENDIGOS?

Há muitas opiniões sobre a questão de como responder a mendigos e pedintes. Algumas pessoas se sentem confortáveis em dar dinheiro, acreditando que cabe ao mendigo determinar como usá-lo, seja para comprar alimentos ou álcool/drogas. Outros dão alimentos/água em vez de dinheiro, entendendo que alguns mendigos não usariam a ajuda financeira da forma intencionada pelo doador. Qual é a coisa certa a fazer? Biblicamente falando, devemos ajudar os pobres. Entretanto, será que a nossa responsabilidade termina com a doação, ou devemos dar e garantir que tudo é utilizado para os fins corretos?
Ao invés de dar dinheiro ou comida/água, alguns preferem oferecer uma carona a um abrigo e/ou apoiar financeiramente o abrigo local. Ao apoiar esses tipos de organizações, ajudamos os pobres que de outra forma estariam mendigando na rua.

Se a igreja local tiver um banco de alimentos, contribuir para isso e, em seguida, direcionar o mendigo para lá talvez seja a melhor maneira de abordar a necessidade sem permitir o pecado. Esses bancos de alimentos em igrejas também são uma excelente oportunidade para compartilhar o evangelho com os desabrigados e necessitados.

Outras formas de ajudar podem ser doar comida ou cartões-presente para restaurantes locais, distribuir lanches ou outros alimentos não-perecíveis para as pessoas nas esquinas ou, se a situação permitir, levar essa(s) pessoa(s) necessitada(s) a um restaurante/mercearia e comprar uma refeição.

Deus quer que ajudemos os pobres e abençoa-nos quando o fazemos. Nas palavras do salmista Davi, aprendemos: "Bem-aventurado o que acode ao necessitado; o SENHOR o livra no dia do mal. O SENHOR o protege, preserva-lhe a vida e o faz feliz na terra; não o entrega à discrição dos seus inimigos" (Sl 41:1-2).

É realmente uma causa nobre ajudar os pobres, inclusive os que seguram placas nas esquinas e sinais. Cada um de nós deve responder a essas pessoas de acordo com a direção do Senhor, não se esquecendo, ao mesmo tempo, de orar por essas pessoas carentes.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


quinta-feira, 5 de junho de 2014

Por que Deus demora em responder certas orações?

Para que as nossas orações sejam ouvidas, devemos ser considerados justos por Deus, obedecendo tanto às Suas leis como às leis dos homens; dando a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus, como recomendou Cristo em Mateus 22.21.

O rei Ezequias, por exemplo, prezava a justiça e tinha o cuidado de andar sincera e honestamente diante de Deus e dos homens. E você? Tem andado de acordo com a fé que professa em Cristo? Tem respeitado a ética e adotado uma conduta cristã? Tem observado os princípios bíblicos em todos os aspectos?

Temos um compromisso com a integridade. Precisamos ser coerentes com aquilo em que afirmamos crer. Devemos andar retamente diante de Deus e dos homens, cumprindo as leis relativas ao Reino de Deus, mas também as de nossa nação, como bons cidadãos do céu e desta terra. O bom cidadão é aquele que obedece às leis constituídas e cumpre com todos os seus deveres como mordomo fiel.

O homem de Deus é identificado por meio de sua submissão às leis divinas e às leis terrenas. Ele há de reluzir como astro no meio das trevas do pecado, e a sua oração certamente será ouvida e poderá até mudar o propósito do Senhor.

Sendo assim, antes de orarmos, façamos uma análise introspectiva, para verificar se temos alguma pendência, demanda ou dívida para com o nosso próximo que obstrua nossa comunicação com o Pai celestial. A Palavra de Deus nos exorta: A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei (Romanos 13.8).

Cristo enfatizou a necessidade do amor para um relacionamento saudável com Deus e com os homens. Esse sentimento torna o cristão mais sensível e mais suscetível a perdoar. Se as nossas orações estão sem resposta, é possível que o nosso coração ainda esteja fechado para perdoar a quem nos ofendeu. Daí a recomendação de Jesus em Mateus 5.23-25:

Se trouxeres a tua oferta ao altar e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem, e apresenta a tua oferta. Concilia-te depressa com o teu adversário.

A falta de piedade, de misericórdia para com o próximo, e o coração obstinado são fatores que impedem a resposta da oração e ainda provocam uma série de distúrbios psicoemocionais em nosso organismo, devido à mágoa, à angústia, à ansiedade, à depressão.

Não existe melhor remédio para curar as mágoas do que o amor. No cristianismo, tudo começa com o amor, é sustentado pelo amor e culmina no amor. Por causa do amor de Deus, somos ouvidos. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho (João 3.16a).

O cumprimento do amor é o único meio eficaz para combater todas as obras do diabo. Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás o teu próximo como a ti mesmo (Gálatas 5.14).

Quando aprendermos a verdadeira lição do amor, submetermos a Deus todas as nossas vontades e vivermos para servir ao próximo; quando deixarmos de priorizar a nossa vontade e confiarmos as nossas ansiedades ao Senhor, seremos olhados com a misericórdia do alto, e as nossas orações certamente serão respondidas. Então, constataremos que é verdade o que é dito em Tiago 5.16: A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.

SUGESTÕES DE LEITURA:
1 Samuel 1 – 2; Josué 10; 2 Crônicas 6.12-42; 20; Isaías 38; Daniel 9; Mateus 6.5-14
Livros: Orar pode mudar tudo, de Silas Malafaia, e Senhor, ensina-nos a orar, de Morris Cerullo

Por Litrazini

Graça e Paz


Reflexões Evangélicas

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