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quinta-feira, 28 de novembro de 2024

PERSEGUIÇÃO E DISCRIMINAÇÃO

Se o mundo os odeia, tenham em mente que antes odiou a Mim. Se vocês pertencessem ao mundo, ele os amaria como se fossem dele. Todavia, vocês não são do mundo, mas Eu os escolhi, tirando-os do mundo; por isso o mundo os odeia. João 15:18 e 19.

O cristianismo, conforme Jesus apresentou, não é como um piquenique pacífico.

Entre todos os importantes educadores do mundo, talvez Ele seja o mais honesto.

Vez após outra, Jesus salientava o fato de que Seus seguidores seriam perseguidos porque eram semelhantes a Ele, porque andariam de acordo com princípios totalmente opostos aos da cultura em geral.

A realidade é que o verdadeiro cristianismo muda as pessoas.

Ele as deixa fora de sintonia com a cultura humana 'normal' (pecaminosa). E o resultado é perseguição. 

O próprio Jesus não ficou isento. Ele morreu a terrível e humilhante morte de cruz.

A perseguição e discriminação ainda não estão no fim.

A Bíblia nos diz que elas continuarão até o fim dos tempos.

Tais coisas, porém, não quebrantam o espírito dos seguidores de Cristo, porque eles sabem que este mundo não é seu lar.

Eles sabem que aqueles que são 'perseguidos por causa da justiça' herdarão o reino de Deus.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


segunda-feira, 29 de janeiro de 2024

MUDANÇA DE VIDA

“Entrega o teu caminho ao Senhor, confia n’Ele, e Ele tudo fará” (Sl 37.5)

Muitos personagens da Bíblia sofreram aflições antes mesmo de receberem suas vitórias.

Após um encontro com Jesus a caminho de Damasco, o Apóstolo Paulo tornou-se um outro homem.

Saulo teve um encontro com Jesus, e sua vida mudou completamente.

Quando você tiver um encontro verdadeiro com o Senhor Jesus, a sua vida vai mudar completamente.

Paulo quando entrou no caminho do Senhor, passou de caçador, à caça, agora não mais era perseguidor e sim o perseguido.

Aquele que segue, e serve a Jesus, será constantemente perseguido.

Se o Apóstolo Paulo e o próprio Cristo Jesus sofreram perseguições, quanto mais eu e você.

Paulo foi caluniado, perseguido, espancado, preso, e nem por isso negou o nome de Jesus.

Ele não desistiu de fazer a boa obra que o Senhor havia lhe confiado.

Aquele que não é provado e aprovado não é digno de servi-lo. “Combati o bom combate”.

“Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (Jo 16.33)

Você também vai vencê-las.

O seu socorro vem do Senhor.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 14 de abril de 2022

ORAÇÃO, A BASE DE PROVA DE NOSSA FÉ

“E, tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com ousadia a palavra de Deus”. (At.4.31)

A oração, e não o debate ou os argumentos, é local onde nossa fé é testada.

Já observou a reação da Igreja Primitiva quando os perseguidores tentaram acabar com o movimento cristão?

Eles se entregaram à oração!

Normalmente as coisas que ameaçam sufocar ou destruir a Igreja vem a ser meios de preservação e avanço.

Essa perseguição foi inflamada pela controvérsia sobre um milagre, como os céticos ainda debatem a relação de milagres com a Cristandade.

Esses antigos crentes sabiam que, se pudesse ser estabelecido que a cura do homem coxo tinha sido realizada em nome e sob o poder de Jesus, o poder e autoridade de Cristo seriam claramente confirmados.

Assim sendo, eles se entregaram à oração. Os resultados?

Grande graça e ousadia. Grande poder e unidade

“... E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido, e o depositavam aos pés dos apóstolos. (Atos 4.32-34).

Eles nos ensinam o caminho para provar a realidade de nossa fé: não debater ou discutir, mas orar.

Fonte: Bíblia Plenitude

Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 25 de março de 2021

COMO DEVE UM CRISTÃO RESPONDER À PERSEGUIÇÃO?

 Não há dúvida de que a perseguição é uma verdadeira realidade da vida cristã. A perseguição cristã é de se esperar: o apóstolo Paulo advertiu que "todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos" (2Tm 3:12).

Jesus disse que, se O perseguiram, também perseguirão os Seus seguidores (João 15:20). Jesus deixou claro que aqueles do mundo odiarão os cristãos porque o mundo odeia Cristo.

Se os cristãos fossem como o mundo - vaidoso, terrenal, sensual e dado ao prazer, riqueza e ambição - o mundo não se oporia a nós.

No entanto, os cristãos não pertencem ao mundo, razão pela qual o mundo envolve a perseguição cristã (ver João 15:18-19).

Os cristãos são influenciados por princípios diferentes dos do mundo. Somos motivados pelo amor de Deus e pela santidade, enquanto o mundo é impulsionado pelo amor ao pecado. É a nossa própria separação do mundo que desperta a sua animosidade (1Pe 4:3-4).

Os cristãos devem aprender a reconhecer o valor da perseguição e até mesmo se alegrar nela, não de forma ostensiva, mas de forma silenciosa e humilde porque a perseguição tem um grande valor espiritual.

Primeiro, a perseguição dos cristãos lhes permite compartilhar uma comunhão sem igual com o Senhor.

Paulo descreveu uma série de coisas de que tinha aberto mão pela causa de Cristo. Tais perdas, no entanto, ele viu como "refugo" (Filip 3:8) ou "esterco" para que pudesse participar nos "sofrimentos (de Cristo)" (Filip 3:10). O nobre apóstolo até contou suas correntes como uma graça (favor) que Deus lhe conferiu (Filip 1:7).

Em segundo lugar, em toda a verdade, a perseguição cristã é boa para os crentes.

Tiago argumenta que provações testam a fé do cristão, desenvolvem a resistência em sua vida e ajudam a desenvolver a maturidade (Tg 1:2-4).

Assim como o aço é temperado na forja, as provações e a perseguição servem para fortalecer o caráter dos crentes. Um cristão que cede graciosamente à perseguição demonstra que é de qualidade superior em comparação com seus adversários (Hb 11:38).

É fácil ser odioso, mas a semelhança de Cristo produz bondade e benção diante da oposição do mal. Pedro diz de Jesus: "pois ele, quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente" (1Pe 2:23).

Em terceiro lugar, a perseguição cristã permite que os crentes valorizem o apoio de amigos verdadeiros.

O conflito pode reunir os filhos fiéis de Deus de maneira encorajadora e solidária, de um modo que não teriam conhecido de outra forma.

Os tempos difíceis podem estimular o povo do Senhor em direção a uma maior determinação de amar e consolar uns aos outros e levantar um ao outro ao trono da graça através da oração. Não há nada como um incidente desagradável para nos ajudar a alcançar um maior nível de amor fraternal.

Mesmo diante da perseguição cristã, podemos seguir adiante. Podemos agradecer a Deus por Sua graça e paciência com a gente.

Podemos expressar gratidão por aqueles a quem amamos no Senhor e que estão com a gente em tempos difíceis. E podemos orar por aqueles que nos acusam, maltratam ou nos abusam (2 Co 11:24; Rm 10:1).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

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Graça e Paz

sábado, 3 de outubro de 2020

QUEM NOS SEPARARÁ DO AMOR DE CRISTO?

Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? (Rm. 8.35)

PROVAS GERAIS DO AMOR DE DEUS:

A entrega de Cristo Rm.8.32

Justificação Rm.8.33

Liberdade sobre a acusação Rm.8.34

Todos devem ter sua própria convicção do amor de Deus individualmente, Paulo tinha sua convicção e em Rm.8.35, fala de coisas que passou e passaria que provam que nada faria que Cristo deixasse de amá-lo.

PROVAS PESSOAIS DO AMOR DE DEUS EM PAULO Rm.8.35

TRIBULAÇÃO: Paulo passou por tribulações em Filipo e Tessalônica, entre outros lugares (At.16 e At.17, ver ainda II Co. 7.5), mas Cristo não deixou de amá-lo.

ANGÚSTIA: Angústia fala de problemas emocionais, e Paulo os teve (II Co. 2.4 e II Tm.4.11), mas Cristo não deixou de amá-lo.

PERSEGUIÇÃO: Uma constante para Paulo (At.17 e At.21.27ss.), mas Cristo não deixou de amá-lo.

FOME: Fome fala de necessidade, Paulo passou por isto (Fl.4.12 e II Co.4.11), mas Cristo não deixou de amá-lo.

NUDEZ: Nudez fala de privação de algo, que Paulo viveu e sentiu (II Co.4.11 e II Tm.4.11, além de Fl. 4.12), mas Cristo não deixou de amá-lo.

PERIGO: Paulo foi a Jerusalém, sabendo dos perigos que o esperavam (At.21.7ss.), mas Cristo não deixou de amá-lo.

ESPADA: Espada é sinônimo de morte violenta, a qual Paulo passou (II Tm.4.6-8), diz a História que Paulo morreu violentamente em Roma, e mesmo na morte Cristo não deixou de amá-lo.

Nas experiências amargas que passamos, Deus nos prova seu amor.

Mt 28:20 ...E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.

João 3.16  Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

 

sexta-feira, 11 de maio de 2018

EVANGELIZAÇÃO


Pedro pregou o seu primeiro sermão e aproximadamente três mil pessoas se converteram. Pouco tempo depois, no Templo, este número subiu para quase cinco mil pessoas, entre elas muitos sacerdotes.

Depois veio a perseguição e, no término dela, em 313 d.C., com o Edito de Tolerância, havia cerca de dez milhões dos que professavam a fé em Cristo. No ano 1000 d.C., haviam cinquenta milhões de cristãos. No final de 1700 d.C., apesar do esforço missionário ter diminuído, o número para 215 milhões, o que significa um aumento de 165 milhões de pessoas em oitocentos anos. Em 1975 d.C.,

Willian Carey destacou-se ao iniciar as missões modernas, e em 1900 havia 500 milhões de cristãos no mundo. Houve, então um aumento de 285 milhões em cem anos. Na década de 1980 o número aumentou para 1.3 bilhão de pessoas. Em 1990, chegou a 1.8 bilhão. Isto significa que houve um aumento de um bilhão e quinhentos milhões de cristãos apenas no século vinte! Não há conquistas mais significativas do que esta nos anais da história.

O reino de Cristo espalha-se mais rapidamente, três vezes mais do que a média de crescimento da população.

A evangelização é uma grande ameaça ao diabo; por isso, ele não mede esforços a fim de impedir, desviar e desencorajar todo o esforço para a evangelização. Ele range os dentes, quando alguém se dispõe a falar do amor de Deus a um colega de trabalho ou de escola.

A Bíblia diz que satanás se oporá ao crescimento da Igreja nos últimos dias, quando usará, com renovada intensidade, as táticas que utilizou no passado.

As pessoas zombam dos cristãos - “Sabeis primeiro que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências, e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação” (2 Pe. 3.3,4).

O surgimento da iniquidade. “... estas palavras estão fechadas e seladas até o tempo do fim. Muitos serão purificados, e embranquecidos, e provados mas os ímpios procederão impiamente. Nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão” (Dn. 12.9,10); “Saiba isto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis” (2 Tm. 3.1).

O surgimento da apostasia. “Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos alguns apostarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios” (1Tm. 4.1); “Vede que não vos enganem” (Lc. 21.8); “Acautelai-vos por vós mesmos, para que não aconteça que os vossos corações se sobrecarregam de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e aquele dia vos pegue de surpresa como uma armadilha”(Lc. 21.34).

O surgimento de guerras e confusão política no mundo. “Nação se levantará contra nação, e reino contra reino. Haverá grandes terremotos, fomos e pestes em vários lugares e acontecimentos terríveis e grandes sinais provenientes do céu” (Lc. 21.10,11).

O surgimento de falso cristos. “Cuidai para que ninguém vos engane. Muitos virão em meu nome, dizendo: “Sou eu!” e enganarão muitos”. (Mc. 13.5,6).

Nem todos tem o Dom de evangelista, mas todos podem evangelizar. Todo cristão precisa ser uma testemunha de Cristo. O diabo, coloca no coração dos membros das igrejas que a evangelização é de responsabilidade dos pastores e evangelistas, chamados especialmente para este fim, Satanás gosta que pensemos que outra pessoa pode fazer.

Nós, entretanto, devemos ser os melhores comunicadores do Evangelho em todo e qualquer lugar.

Nossos vizinhos nos conhecem e sabem como vivemos. O inimigos costuma convencer-nos de que somos inúteis, fracassados e sopra em nossos ouvidos que nosso testemunho é falho e ineficaz. Não temos dúvida quanto a isto: a oposição ao evangelismo aumentará nestes últimos dias

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

A PERSEGUIÇÃO CONTINUA

Os apóstolos saíram do Sinédrio, alegres por terem sido considerados dignos de serem humilhados por causa do Nome(Atos 5.41)

Furiosas por terem fracassado em sua primeira investida contra os apóstolos, as autoridades resolveram tomar uma atitude. Desta vez elas prenderam a maioria, se não todos os apóstolos e os colocaram em uma prisão pública.

Durante a noite, no entanto, um anjo abriu as portas do cárcere, levou-os para fora e mandou que eles fossem pregar o evangelho no pátio do templo. Foi o que eles fizeram.

Em sua defesa diante do Sinédrio, os apóstolos se preocuparam mais em glorificar a Cristo, aquele que Deus havia ressuscitado e exaltado. Os membros do Sinédrio ficaram furiosos com o testemunho corajoso dos apóstolos e queriam matá-los.

Foi nesse momento que Gamaliel, um fariseu muito respeitado, fez uma intervenção diplomática. Citando como precedente duas rebeliões anteriores (cujos detalhes históricos são incertos), ele aconselhou o concílio a libertar os apóstolos, pois se a atividade deles fosse de origem humana, fracassaria, mas se fosse da parte de Deus, ninguém poderia detê-la, e o concílio estaria lutando contra Deus.

Não devemos, no entanto, considerar o argumento de Gamaliel como um princípio invariável, pois o mal, pelo menos a curto prazo, muitas vezes triunfa, enquanto o bem por vezes fracassa.

O concílio aceitou o conselho de Gamaliel, açoitou os apóstolos, repetiu a ordem para que não falassem no nome de Jesus e os libertou.

A reação dos apóstolos é digna de nossa admiração. Mesmo com as costas brutalmente laceradas e sangrando, eles saíram do Sinédrio alegres, por terem sido considerados dignos de serem humilhados por causa do Nome (v. 41).

Assim, Lucas conclui seu relato sobre as duas perseguições deflagradas contra a igreja recém-nascida. Na primeira o concílio ordenou aos apóstolos que não falassem nem ensinassem em nome de Jesus, e isso os levou a orar por coragem para continuar pregando. Na segunda o concílio repetiu a ordem anterior e os açoitou, o que fez com que eles louvassem a Deus e se sentissem honrados por terem sofrido humilhação por Cristo.

O diabo nunca desistiu de tentar destruir a igreja à força. Até hoje a igreja ainda sofre perseguição em várias partes do mundo. Mas não precisamos temer por sua sobrevivência.

Como Tertuliano escreveu em sua Apologia: “Podem nos matar, torturar, condenar, reduzir-nos a pó… Quanto mais vocês nos massacram, mais nós crescemos; a semente é o sangue dos cristãos”.

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 11 de março de 2017

MAIS DE 90 MIL CRISTÃOS FORAM MORTOS EM 2016 POR SEGUIREM A JESUS CRISTO, APONTA ESTUDO

A perseguição religiosa a cristãos ao redor do mundo continua intensa, e segundo um levantamento divulgado, o número de fiéis mortos por seguires a Jesus Cristo somou 90 mil ao longo de 2016.

Esse número, assustador, em primeira análise pode parecer inferior ao de 2015, quando 105 mil cristãos foram assassinados por causa de sua fé. Mas o estudo que estima que houve uma morte de cristão a cada seis minutos em 2016 em decorrência de perseguição religiosa não pôde computar os dados da China e Índia, lugares onde há grande intolerância aos fiéis em Cristo.

A revelação do número estarrecedor foi feita por Massimo Introvigne, diretor do Centro Studi sulle Nuove Religioni (CESNUR – “Centro de Estudos sobre as Novas Religiões”, em italiano), à Rádio Vaticano.

Aproximadamente um terço das mortes de cristãos perseguidos em 2016 foram perpetradas por extremistas de outras religiões, como o caso do Estado Islâmico, por exemplo. De acordo com informações do portal Aleteia, houve também execuções resultante de perseguição feita por governos.

Introvigne afirmou que aproximadamente 70% dos cristãos mortos em 2016 viviam em áreas tribais da África, e parte dessas mortes se deve ao fato de os cristãos muitas vezes se negarem a pegar em armas durante conflitos regionais.

O Center for the Study of Global Christianity (“Centro de Estudos sobre o Cristianismo no Mundo”, em inglês) é outra entidade que se dedica ao monitoramento da perseguição religiosa contra cristãos, sempre produzindo estudos com base nos martírios históricos e contemporâneos.

Dados de uma pesquisa recente dessa entidade estimam que, entre 2005 e 2015, houve 900 mil cristãos assassinados ao redor do mundo por causa de sua fé. Segundo este levantamento, devem ser levados em conta argumentos históricos, sociológicos e teológicos na quantificação dos “crentes em Cristo que perderam a vida prematuramente, em situações de testemunho, em decorrência direta de hostilidade humana”.

Massimo Introvigne, na entrevista à emissora da Igreja Católica, destacou que a falta de informações confiáveis sobre os cristãos mortos na Índia e China torna o levantamento impreciso, pois o número de casos nestes dois países poderia evidenciar até um aumento em relação a 2015. Por lá, a Igreja Perseguida vive sob clandestinidade, o que dificulta o conhecimento real dos fatos.

Fonte: gospelmais

Por Litrazini
Graça e Paz


sexta-feira, 2 de maio de 2014

O exemplo de Jesus

Para isso vocês foram chamados, pois também Cristo sofreu no lugar de vocês, deixando-lhes exemplo, para que sigam os seus passos. [1 PEDRO 2.21]

Uma vez que Pedro havia reconhecido a Jesus como Messias, o Mestre começou a ensinar aos discípulos que deveria sofrer. Pedro discordou com veemência: “Não, Senhor, isso não acontecerá contigo”. No entanto, trinta anos depois, a morte de Jesus, que antes lhe parecera inconcebível, se tornara indispensável.

Precisamos lembrar o contexto histórico da carta de Pedro. O cristianismo ainda era uma religião ilegal, e o neurótico imperador Nero era conhecido por sua hostilidade para com os cristãos.

Já haviam ocorrido alguns rompantes de perseguição. Pedro está particularmente preocupado com os cristãos escravos em casas de não-cristãos. Ele diz que eles devem suportar o injusto sofrimento com paciência. Por quê? Porque ele faz parte de um chamado cristão. Porque Jesus, embora sem pecado, sofreu por nós, mas não retaliou, deixando-nos o exemplo a seguir.

A palavra grega aqui traduzida como exemplo é única no Novo Testamento. Ela denota um caderno de exercícios de um professor no qual os alunos traçam suas letras enquanto aprendem a escrever.

Assim, Pedro nos está conclamando a copiar o exemplo de Jesus e a seguir seus passos.Trata-se de um apelo pungente de Pedro, uma vez que ele havia se gabado de que seguiria Jesus até a prisão e a morte, conquanto na prática o tenha seguido apenas à distância. Agora recomissionado, porém, Pedro está determinado a seguir o caminho da cruz e a suportar pacientemente o sofrimento injusto.

Entretanto, surge uma dúvida aqui. Se nos submetemos ao sofrimento injusto, não há lugar para a justiça? Devemos permitir que os malfeitores tripudiem sobre nós e desse modo encorajar o crescente sofrimento?
Não. O texto de 1 Pedro 2.23 responde à pergunta. Ele afirma que Jesus não revidou e que “entregava-se àquele que julga com justiça”.

Em outras palavras, a razão pela qual somos chamados a não revidar não é porque o mal deve ter permissão para triunfar, mas porque não é nossa responsabilidade puni-lo. Esta é uma responsabilidade do justo Juiz tanto hoje, por meio das cortes de justiça, como no dia do juízo final.

Portanto, o amor e a justiça não são incompatíveis; eles se complementam um ao outro, como observamos no exemplo de Jesus.

Vós, servos, sujeitai-vos com todo o temor aos senhores, não somente aos bons e humanos, mas também aos maus. Porque é coisa agradável, que alguém, por causa da consciência para com Deus, sofra agravos, padecendo injustamente. Porque, que glória será essa, se, pecando, sois esbofeteados e sofreis? Mas se, fazendo o bem, sois afligidos e o sofreis, isso é agradável a Deus. Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas. O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano.O qual, quando o injuriavam, não injuriava, e quando padecia não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente;  1 Pedro 2.18-23

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz


terça-feira, 12 de novembro de 2013

A abundante graça de Deus

Desde o Pentecostes, a igreja de Jerusalém, cheia do Espírito Santo, crescia em números e em graça. Permanecia firme na palavra e arraigada na oração. Tinha intimidade com Deus e simpatia aos olhos do povo. Adorava a Deus com entusiasmo e em cada alma havia temor.

Nessa igreja havia uma liderança cheia do Espírito e um povo comprometido com a santidade. No capítulo quatro de Atos, somos informados que em todos os crentes havia abundante graça (At 4.33). Cinco verdades nos chamam a atenção na passagem em apreço.

Em primeiro lugar, abundante graça apesar de atroz perseguição (At 4.3).

Os líderes da igreja estavam sendo encerrados em prisão e açoitados não porque fossem delinquentes e perturbadores da ordem social, mas porque pregavam o poderoso evangelho de Cristo.

Uma igreja fiel sempre despertará a fúria do mundo. Uma igreja santa sempre incomodará uma sociedade rendida ao pecado. Porém, apesar de viver debaixo de opressão, a igreja tinha abundante graça, exuberante alegria e poderoso testemunho.

Em segundo lugar, abundante graça manifestada num ousado testemunho (4.8).

A igreja dava audacioso testemunho do evangelho mesmo debaixo das ameaças mais ruidosas. Longe da igreja recuar e calar sua voz diante dos açoites e prisões, tornou-se mais intrépida. O apóstolo Pedro, cheio do Espírito Santo, deixou claro que a cura do paralítico (descrita no capítulo 3 de Atos) não era um prodígio realizado por seu próprio poder. Era uma obra soberana de Jesus, o mesmo que vencera a morte, ressuscitando dentre os mortos. Pedro não se concentra no milagre da cura, mas anuncia a Jesus como o único que pode salvar o pecador.

O milagre não é o evangelho, mas abre portas para o evangelho. Pedro não hesitou em proclamar no quartel general do Judaísmo que o Messias esperado era o Jesus que havia sido crucificado em Jerusalém e levantado da morte. Não há nenhum hiato entre o Cristo divino e o Jesus histórico. Ele é o Salvador do mundo.

Em terceiro lugar, abundante graça demonstrada em fervorosa oração (At 4.24).

Enquanto a liderança da igreja é ameaçada pelas autoridades no front da batalha, a igreja fica na retaguarda da oração. Longe desses crentes perderem a coragem e o fervor espiritual diante da perseguição, entregam-se à oração com mais fervor, sabendo que Deus é soberano e que até mesmo as ações mais perversas dos ímpios estão rigorosamente sob o controle de Deus.

A igreja não pede cessação da perseguição, mas poder para testemunhar no meio da perseguição. A igreja não pede ausência de luta, mas oportunidade para pregar. Enquanto os crentes oravam, o Espírito Santo desceu sobre eles. A casa onde estavam reunidos tremeu e todos, com intrepidez, deram testemunho de Cristo.

Não há poder sem oração e não há eficácia na pregação sem oração. A igreja precisa não dos aplausos do mundo, mas do poder do Espírito Santo. Precisa não do reconhecimento da terra, mas da intrepidez do céu.

Em quarto lugar, abundante graça revelada na plenitude do Espírito Santo (At 4.31).

Quando a igreja orou, os céus se abriram, o Espírito Santo desceu e todos ficaram cheios do Espírito Santo. Antes desse revestimento de poder a igreja estava trancada por medo; agora, é trancada por falta de medo. Antes, eles temiam os açoites das autoridades, agora são as autoridades que temem a igreja.

Uma igreja cheia do Espírito é irresistível. Ela não teme ninguém a não ser a Deus. Ela não foge de nada exceto do pecado. Um crente cheio do Espírito Santo pode até ser preso e algemado, mas se torna um embaixador em cadeias. Os homens podem prender a nós, mas jamais a palavra de Deus.

Em quinto lugar, abundante graça comprovada pela visível generosidade (At 4.32).
Uma igreja cheia de graça é apegada às pessoas e desapegada das coisas. Não retém os bens apenas para si; distribui-os com generosidade. Não acumula com ganância, mas distribui com generosidade. Ama não apenas de palavras, mas de fato e de verdade. Suas obras são o avalista de seus palavras. Prega não apenas aos ouvidos, mas também aos olhos!

Rev. Hernandes Dias Lopes


Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 10 de junho de 2012

Por que as pessoas rejeitam Jesus como seu Salvador?


Quais alguns motivos que as pessoas dão para não acreditarem em Jesus?

Há muitos motivos pelos quais as pessoas rejeitam a Jesus, mas os quatro a seguir servem como categorias gerais:

(1) Algumas pessoas acham que não precisam de um Salvador.


Essas pessoas se consideram “basicamente boas” e não percebem que elas, como todo mundo, são pecadoras e não podem se aproximar de Deus do jeito que querem. Mas Jesus disse: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6).

Aqueles que rejeitam a Jesus nunca vão poder encarar a Deus e se defenderem pelos seus próprios esforços.

(2) O medo de rejeição social ou perseguição desanimam algumas pessoas de declararem que Cristo é o seu Senhor.


Os descrentes em João 12:42-43 não confessaram a Cristo porque estavam mais preocupados com a sua posição entre seus companheiros do que em fazer a vontade de Deus: “Apesar de tudo, até muitos dos principais creram nele; mas não o confessavam por causa dos fariseus, para não serem expulsos da sinagoga. Porque amavam mais a glória dos homens do que a glória de Deus.”

(3) Para algumas pessoas, as coisas que o mundo tem a oferecer são mais importantes e atraentes do que as coisas eternas.

Lemos a história de um homem que pensava assim em Mateus 19:16-23. Esse homem não estava disposto a perder seus bens terrenos para ganhar um relacionamento eterno com Jesus. (Veja também 2 Coríntios 4:16-18).

(4) Muitas pessoas resistem às tentativas do Espírito Santo de convertê-las à fé em Cristo.
Estêvão, um líder da igreja primitiva, disse àqueles que estavam prestes a matá-lo: “Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo...” (Atos 7:51).

O Apóstolo Paulo fez um comentário parecido a um grupo de pessoas que estavam rejeitando o evangelho em Atos 28:23-27. 

Qualquer que seja o motivo pelo qual as pessoas rejeitam a Jesus Cristo, sua rejeição tem consequências eternas e desastrosas. “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”, a não ser o nome de Jesus (Atos 4:12), e aqueles que O rejeitam, qualquer que seja o motivo, vão ter que enfrentar a eternidade “nas trevas exteriores” do inferno onde também haverá “pranto e ranger de dentes” (Mateus 25:30).

GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz


sábado, 21 de maio de 2011

Como morreu cada um dos apóstolos

O único apóstolo cuja morte está registrada na Bíblia é Tiago (Atos 12:2). O rei Herodes “fez Tiago passar a fio de espada” – aparentemente uma referência à decapitação.

As circunstâncias das mortes dos outros apóstolos só podem ser conhecidas baseadas nas tradições da igreja; portanto não devemos dar muito crédito a nenhum desses relatos.

A tradição da igreja mais aceita em relação à morte de um apóstolo é que o Apóstolo Pedro foi crucificado, de cabeça para baixo em uma cruz em forma de x, em Roma, cumprindo a profecia de Jesus (João 21:18). A seguir estão as “tradições” mais populares a respeito das mortes dos outros apóstolos.

Mateus sofreu martírio na Etiópia, morto por um ferimento causado por uma espada.

João esteve à beira do martírio, quando ele foi cozido em um recipiente enorme de óleo durante uma onda de perseguição em Roma. No entanto, ele foi milagrosamente livrado da morte. João foi sentenciado às minas na ilha de Patmos. Ele escreveu o livro profético do Apocalipse em Patmos. O apóstolo João foi mais tarde posto em liberdade e retornou para o lugar onde hoje fica a Turquia. Ele morreu velho, sendo o único apóstolo a morrer em paz.

Tiago, o irmão de Jesus (não oficialmente um apóstolo), o líder da igreja em Jerusalém, foi atirado de mais de 30 metros de altura do alto do pináculo sudeste do Templo ao se recusar a negar sua fé em Cristo. Quando eles descobriram que ele havia sobrevivido à queda, seus inimigos o espancaram até a morte com um porrete. Este foi o mesmo pináculo para onde Satanás levou a Jesus durante a tentação.

Bartolomeu, também conhecido como Natanael, foi um missionário para a Ásia. Ele testemunhou onde hoje é a Turquia e foi martirizado pela sua pregação na Armênia, quando ele foi chicoteado até a morte.

André morreu em uma cruz em forma de x na Grécia. Após ter sido chicoteado severamente por sete soldados, estes ataram o seu corpo à cruz com cordas para prolongar a sua agonia. Seus seguidores reportaram que, quando ele foi levado em direção à cruz, André a saudou com as seguintes palavras: “Muito desejei e esperei por esta hora. A cruz foi consagrada pelo corpo de Cristo pendurado nela”. Ele continuou a pregar para os seus torturadores por dois dias até que ele morreu.

O apóstolo Tomé foi atingido por uma lança na Índia durante uma de suas viagens missionárias para estabelecer a igreja lá.

Matias, o apóstolo escolhido para substituir o traidor Judas Iscariotes, foi apedrejado e depois decapitado.

O apóstolo Paulo foi torturado e depois decapitado pelo maligno imperador Nero em Roma em 67 d.C.

Há tradições referentes aos outros apóstolos também, mas nenhuma com apoio histórico ou tradicional confiável.

Não é tão importante saber como os apóstolos morreram. O que importa é o fato de que todos eles estavam dispostos a morrer pela sua fé.

Se Jesus não tivesse sido ressuscitado, os discípulos o saberiam. Ninguém morreria por alguma coisa que se sabe ser uma mentira.

O fato de que todos os apóstolos estavam dispostos a morrer horrivelmente, recusando-se a negar a sua fé em Cristo é uma tremenda evidência de que eles verdadeiramente testemunharam a ressurreição de Jesus Cristo.

Fonte: Got Questions

Por Lidiomar

Graça e Paz


Reflexões Evangélicas

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