Pesquisar neste blog:

Mostrando postagens com marcador símbolos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador símbolos. Mostrar todas as postagens

domingo, 1 de dezembro de 2019

SÍMBOLOS DA IGREJA DE CRISTO


A igreja de Cristo é ilustrada nas escrituras através de figuras de linguagem como:

1. UM CORPO. Trata-se de uma figura de linguagem que transmite a idéia de que os cristãos na terra sãos as mãos, os pés e a língua de Cristo; que temos que agir, caminhar e falar exatamente como Cristo faria.

A igreja não é um edifício, um templo, uma construção ou um local para reuniões. Efésios 2.22-23: “E sujeitou todas as coisas debaixo dos seus pés, e para ser cabeça sobre todas as coisas o deu à igreja, que é o seu corpo, o complemento daquele que cumpre tudo em todas as coisas.”

A Igreja é o Corpo de Cristo, do qual Ele próprio é o Cabeça.Romanos 12:4-5-“Pois assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma função, assim nós, embora muitos, somos um só corpo em Cristo, e individualmente uns dos outros.” A igreja é o corpo de Cristo, e nós somos membros desse corpo, ligados uns aos outros.

2. UM EDIFÍCIO - Efésios 2.19 a 22: “Assim, pois, não sois mais estrangeiros, nem forasteiros, antes sois concidadãos dos santos e membros da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, sendo o próprio Cristo Jesus a principal pedra da esquina; no qual todo o edifício bem ajustado cresce para templo santo no Senhor, no qual também vós juntamente sois edificados para morada de Deus no Espírito”.

3. NOIVA - Apocalipse 19.6 a 9:“... Regozijemo-nos, e exultemos, e demos-lhe a glória; porque são chegadas as bodas do Cordeiro, e já a sua noiva se preparou, e foi-lhe permitido vestir-se de linho fino, resplandecente e puro; pois o linho fino são as obras justas dos santos. E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. Disse-me ainda: Estas são as verdadeiras palavras de Deus”

Você é o corpo de Cristo. É o templo do Espírito Santo. É a noiva de Cristo.

Como corpo, você tem uma tarefa e recebeu um dom.

Como edifício, você pertence ao Senhor, é prioridade e habitação do Deus vivo e reflete a sua glória.

Lidiomar Trazini Granatti / Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 9 de junho de 2017

A BÍBLIA CONTÉM ALEGORIA?

Uma alegoria é uma história em que os personagens e/ou eventos são símbolos que representam outros eventos, ideias ou pessoas. A alegoria tem sido um artifício literário comum em toda a história da literatura.

Alegorias foram usadas para expressar indiretamente ideias impopulares ou controversas, para criticar a política e para repreender aqueles no poder (por exemplo, A revolução dos Bichos de George Orwell e As Viagens de Gulliver de Jonathan Swift).

Outras vezes, a alegoria é usada para expressar ideias abstratas ou verdades espirituais através de uma metáfora ampliada, tornando a verdade mais fácil de ser entendida (por exemplo, O Peregrino de John Bunyan e Pés como os da corça nos lugares altos de Hannah Hurnard).

A Bíblia contém muitos exemplos de alegoria usados para explicar verdades espirituais ou para prenunciar eventos posteriores. Os exemplos mais claros de alegoria na Escritura são as parábolas de Jesus. Nestas histórias, os personagens e os eventos representam uma verdade sobre o Reino de Deus ou da vida cristã. Por exemplo, na parábola do semeador em Mateus 13:3-9, a semente e diferentes tipos de solo ilustram a Palavra de Deus e várias respostas a ela (como Jesus explica nos versículos 18-23).

A história do filho pródigo também faz uso de alegoria. Nesta história (Lucas 15:11-32), o filho titular representa a pessoa comum: pecaminosa e propensa ao egoísmo. O pai rico representa Deus, e a vida dura do filho, caracterizada por hedonismo e, posteriormente, pela pobreza, representa o vazio do estilo de vida ímpio. Quando o filho volta para casa em genuína tristeza, temos uma ilustração de arrependimento. No pai, cheio de misericórdia e vontade de receber o seu filho de volta, vemos a alegria de Deus quando nos voltamos contra o pecado e buscamos o Seu perdão.

Nas parábolas, Jesus ensina abstratos conceitos espirituais (como as pessoas reagem ao evangelho, à misericórdia de Deus, etc.) sob a forma de metáforas relacionáveis. Ganhamos uma compreensão mais profunda da verdade de Deus através destas histórias.

Outros exemplos de alegoria bíblica como uma forma literária incluem a visão do dragão e da mulher em Apocalipse 12:1-6; a história das águias e da videira em Ezequiel 17; e muitos dos provérbios, especialmente aqueles escritos em paralelismo emblemático.

Algumas das tradições e cerimônias instituídas por Deus na Bíblia poderiam ser consideradas "alegorias não-literárias" porque simbolizam verdades espirituais. O ato de sacrifício de animais, por exemplo, representava que nossos pecados mereciam a morte, e cada substituto no altar prefigurava o eventual sacrifício de Cristo, que iria morrer por Seu povo.

A instituição do casamento, enquanto servia grandes efeitos práticos, é também um símbolo da relação entre Cristo e a Igreja (Efésios 5:31-32). Muitas das leis cerimoniais de Moisés (em relação ao vestuário, alimentos e objetos puros e impuros) representavam certas realidades espirituais, tais como a necessidade dos crentes serem diferentes dos descrentes em espírito e ação.

Embora estes exemplos não sejam considerados alegorias individualmente (uma vez que uma alegoria requer vários símbolos trabalhando em conjunto), o sistema religioso do Antigo Testamento (e partes do Novo) pode ser visto como uma ampla alegoria para o relacionamento do homem com Deus.

Curiosamente, eventos históricos, por vezes significativos, que parecem à primeira vista não conter nenhum significado mais profundo, são mais tarde interpretados alegoricamente para ensinar uma importante lição. Um exemplo disto é Gálatas 4, onde Paulo interpreta a história de Abraão, Agar e Sara como uma alegoria para a Antiga e Nova Aliança. Ele escreve: "Pois está escrito que Abraão teve dois filhos, um da mulher escrava e outro da livre. Mas o da escrava nasceu segundo a carne; o da livre, mediante a promessa. Estas coisas são alegóricas; porque estas mulheres são duas alianças; uma, na verdade, se refere ao monte Sinai, que gera para escravidão; esta é Agar. Ora, Agar é o monte Sinai, na Arábia, e corresponde à Jerusalém atual, que está em escravidão com seus filhos. Mas a Jerusalém lá de cima é livre, a qual é nossa mãe" (Gálatas 4:22-26). Aqui, Paulo toma pessoas históricas e reais (Abraão, Agar e Sara) e as usa como símbolos para a Lei de Moisés (Antiga Aliança) e para a liberdade de Cristo (Nova Aliança). Através da lente alegórica de Paulo, vemos que nosso relacionamento com Deus é de liberdade (somos filhos da promessa divina, como Isaque foi para Sara), não da escravidão (não somos filhos da escravidão do homem, como Ismael foi para Agar). Paulo, por meio da inspiração do Espírito Santo, podia ver o significado simbólico deste evento histórico e o usou para ilustrar a nossa posição em Cristo.

A alegoria é uma maneira maravilhosamente artística de explicar assuntos espirituais em termos de fácil compreensão. Através das alegorias bíblicas, Deus nos ajuda a compreender conceitos difíceis através de um contexto mais relacionável. Ele também revela-se como o Grande Contador de Histórias, trabalhando através da história para prefigurar e realizar o Seu plano.

Podemos nos alegrar no fato de que temos um Deus que se dirige a nós de uma maneira que podemos entender e que nos deu símbolos e alegorias para nos lembrar de Si mesmo.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 7 de março de 2014

Alguns símbolos da Palavra de Deus - Medite no que eles representam.

• A Palavra de Deus revela por isso ela é simbolizada como sendo um espelho 
Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. I Co 13:12; 

Porque, se alguém é ouvinte da palavra, e não cumpridor, é semelhante ao homem que contempla ao espelho o seu rosto natural; Porque se contempla a si mesmo, e vai-se, e logo se esquece de como era....Tg 1: 23-25.

• A Palavra de Deus gera vida por isso é representada como sendo semente
Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como primícias das suas criaturas. Tg 1:18;

Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre.I Pe 1:23

• A Palavra de Deus ilumina e guia por isso é descrita como sendo uma lâmpada ou luz
Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho. - Sl 119: 105 

• A Palavra de Deus lava e purifica por isso é designada como sendo água
...Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.– Ef. 5:25-27; 

Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado. Jo. 15:3;

Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade Jo.17:17.

• A Palavra de Deus adorna e enriquece por isso é comparada ao ouro e a vestimenta.

Mais desejáveis são do que o ouro, sim, do que muito ouro fino; e mais doces do que o mel e o licor dos favos. - Sl 19:10;

• A Palavra de Deus equipa para a obra de Deus por isso é simbolizada como armamento
Porventura a minha palavra não é como o fogo, diz o SENHOR, e como um martelo que esmiuça a pedra?- Jr 23:29;

Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; - Ef 6:17;

Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.Hb 4:12

• A Palavra de Deus sustenta e satisfaz por isso é ilustrada como alimentação
Desejai afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que por ele vades crescendo;- I Pd 2:2;

... E mais doces do que o mel e o licor dos favos. Sl 19:10

A vida submetida à Bíblia é uma vida segura.  (Autor Desconhecido)

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Entendendo o verdadeiro Natal

Para muitos o natal é uma festa a ser meramente comemorada, dão-se presentes, regalam-se com comes e bebes, festejam entre parentes e amigos.

No entanto, como cristãos, entendemos pela Palavra de Deus que o natal (nascimento de Cristo), representa o cumprimento das muitas promessas a respeito da vinda do Messias, o Salvador da humanidade.

Portanto o natal é bem mais que comemoração: É celebração da salvação.

Quanto ao fato do nascimento de Cristo ser celebrado não deveriam existir discussões. Porém, quanto à data, à forma e o significado deste evento existem muitas controvérsias.

Em primeiro lugar, discute-se muito a respeito do dia separado para esta celebração. Realmente 25 de dezembro não é a data original do nascimento de Jesus Cristo. O dia correto não se sabe, no entanto com alguns cálculos bíblicos é possível concluir que o nascimento se tenha dado em um dia entre os meses de março e junho; Apesar de ter quem defenda que foi próximo ao final de Setembro.

No período que envolve a colheita e a primavera judaica a data tradicional de 25 de dezembro, inicialmente fez parte do calendário romano, quando era comemorado o “Solstício de Inverno” (dia que marca a chegada do inverno e do verão).

Nesta ocasião era realizada uma festa pagã de adoração ao astro sol, que representava para eles a divindade chamada “Sol invicto”. Porém, por influência da presença marcante dos cristãos na vida do império, este dia veio a ser oficializado como do dia da comemoração do nascimento de Jesus Cristo, desfazendo o costume pagão, o que veio a se tornar uma tradição cristã, Malaquias profetizou: “Mas para vocês que temem o meu nome, nascerá o sol da justiça trazendo salvação em seus raios” (Jesus).

Lembremos que quando Jesus nasceu o mundo estava sob o domínio romano e, no primeiro dia da semana era adorado o “Sol invicto”.

Quando Jesus ressuscitou no domingo, biblicamente, este dia passou a ser chamado “Dia do Senhor”. Até hoje a maioria dos cristãos consagram o domingo à adoração de Jesus Ressurreto.

Em segundo lugar os símbolos tradicionais de natal são muitas vezes questionados. Não estamos dizendo das discrepâncias, como o uso de duendes, gnomos..., que realmente nada tem a ver com o “Natal de Cristo”. Mas, das guirlandas, do presépio (estrebaria), o pinheirinho, as bolinhas coloridas, os pisca-piscas, as luzinhas, os presentes, os anjos, as estrelas, sinos e as canções.

Quanto aos anjos, as estrelas, canções, presentes e a estrebaria não há muito que discutir, pois a Bíblia revela que Maria deu a luz à Jesus e deitou-o numa manjedoura (gamela onde se depositava alimentos para os animais), pois não havia lugar na estalagem. Aos pastores foi anunciado o nascimento, e um anjo fez os convites para visitá-lo na estrebaria (um compartimento ligado à hospedaria ou uma gruta próxima, como era costume dos judeus), logo surgiu uma multidão de exércitos celestiais (milhares de anjos) e louvaram a Deus.

Os magos do oriente foram guiados pela estrela e deram os presentes (ouro, incenso e mirra), ao bebê Jesus (Lc. 2.1-19; Mt. 1.18-25 a 2.1-2). Em relação aos outros símbolos, eles são frutos de tradição cristã, apesar de alguns autores os associarem ao paganismo.

Dizem por exemplo que o pinheirinho vem da antiga prática pagã de idolatria envolvendo árvores sagradas, mas se esquecem que não somos pagãos e nossa concepção deve ser renovada pela mente de Cristo e pelo Espírito Santo.

Por exemplo, a Bíblia diz que “...Apareceu o Senhor a Abraão nos carvalhos de Manre, estando ele assentado à porta da tenda no calor do dia”: Gn. 18.1. Em uma época em que os pagãos tinham o carvalho como sagrado, Deus não se incomodou de falar com seu servo ali, pois sabia que ele não adorava uma árvore e sim ao Criador, de quem foi chamado de amigo.

A Bíblia fala muito a respeito de árvores em comparação a vida de Deus nos justos (Sl.1; Jo.15.1-5; Sl.92.12; Is.61.3). Não é justo condenar cristãos que montam e enfeitam uma árvore; mesmo porque algumas dessas práticas foram consolidadas pela própria tradição protestante, o primeiro a por enfeites coloridos e iluminar uma árvore de natal.

O Natal deve ser uma festa de luz e cores, pois Jesus é a luz do mundo, é Ele que confere beleza e encanto a nossa vida.

As bolas coloridas representam “Romãs”, que na Bíblia simbolizam santidade e prosperidade (vida frutífera) (Ex.39.24-26).

Os sinos também faziam parte das vestes sacerdotais.

As guirlandas (coroas), na antigüidade faziam parte do prêmio dos vencedores, representam honra e glória. Há autores que afirmam que as guirlandas são uma forma satânica de figurar a coroação de Cristo com uma coroa de espinhos. Isto soa como extremamente tendencioso, pois a própria Bíblia afirma que os cristãos devem visualizar a Cristo como um rei coroado de glória e honra (Hb.2.9). A guirlanda não aponta outra coisa senão para esse esplendor de Cristo.

As mais belas canções de Natal são uma composição evangélica. Por exemplo: “Eis dos anjos a harmonia” – Charles Wesley.



Sendo assim, celebre o natal dentro da liberdade cristã.

Gosta de símbolos? Utilize-os, se não, não. Mas lembre-se destas recomendações:

Primeiro, o Natal de uma família cristã é a celebração espiritual (leia Lc.2.1 a 20; Mt.1.18 a 2.12 com sua família).

Faça uma oração de gratidão por Jesus ter nascido para nos salvar.

Avaliem a convivência familiar, façam consertos, peçam perdão e declarem boas coisas uns aos outros.

Segundo, o nascimento de Jesus foi um presente de Deus para a salvação da humanidade.

No natal desembrulhe este presente diante de outras pessoas. Mostre Jesus para alguém que não o conheça. Símbolos são apenas símbolos.

Você possui o próprio Cristo nascido em seu coração.

Este é o natal que deve ser celebrado todos os dias do ano.

FELIZ NATAL!
!

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.