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sábado, 31 de outubro de 2020

NOSSO ÚLTIMO ENDEREÇO NÃO É A SEPULTURA

A morte, o rei dos terrores e o último inimigo a ser vencido, não tem mais a última palavra em nossa vida. A sepultura não é o nosso último endereço. Jesus arrancou o aguilhão da morte, matou a morte e em breve a lançará no lago de fogo. Jesus morreu segundo a Escritura e foi sepultado. Mas a morte não pode detê-lo. Ele também ressuscitou como diz a Escritura. Venceu a morte e agora é a ressurreição e a vida.

Jesus ressuscitou como primícias dos que dormem. Sua ressurreição é a pedra angular do Cristianismo, a acrópole das doutrinas cristãs, o selo de garantia do nosso futuro. Com respeito ao passado sua ressurreição é um fato incontroverso. Com respeito ao presente, sua ressurreição é um artigo de fé. E com respeito ao futuro, sua ressurreição é nossa mais vívida esperança.

No glorioso dia de sua segunda vinda, os mortos ouvirão sua voz e sairão dos túmulos, uns para a ressurreição da vida e outros para a ressurreição do juízo.

As melhores notícias que o mundo já ouviu vieram de um túmulo vazio. O túmulo vazio de Cristo é o berço da igreja. Não adoramos um Cristo que esteve vivo e está morto, mas o Cristo que esteve morto e está vivo pelos séculos dos séculos. Ele tem as chaves da morte e do inferno. Ele está assentado no trono. Reina soberano e voltará gloriosamente. Sua vitória sobre a morte é o nosso estandarte. Não caminhamos para o entardecer da história, mas para a manhã radiosa da ressurreição.

Porque Jesus ressuscitou, o futuro não é incerto para nós. Não precisamos viver como aqueles que não têm esperança. Porque ele venceu a morte, podemos erguer nosso brado de vitória: “Onde está ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Tragada foi a morte pela vitória!”. Porque Jesus abriu o túmulo de dentro para fora, morrer para o cristão não é um desastre nem uma derrota, mas é deixar o corpo e habitar com o Senhor.

É partir para estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor. Aqueles que morrem em Cristo são bem-aventurados. Preciosa é aos olhos do Senhor a morte dos seus santos. Porque Jesus está vivo, as lágrimas do luto podem ser estancadas e encontrar consolo. Não nos despedimos dos nossos ente queridos que partem no Senhor e para o Senhor com um doído adeus, mas com um esperançoso até logo.

Porque Jesus ressuscitou, nosso corpo surrado pelo cansaço, pela fadiga, pela velhice ou pela doença, ao descer à tumba, pela morte, não ficará ali para sempre. Não somos apenas matéria. Deus fez o homem do pó, mas soprou em suas narinas o fôlego da vida e ele passou a ser alma vivente.

O pecado nos levou à morte, mas Cristo, por amor de nós, morreu por nós, ressuscitou para a nossa justificação e nos deu vida eterna. Ressuscitamos com ele e com ele estamos assentados nas regiões celestes acima de todo principado e potestade. Fomos salvos pela graça, mediante fé, para as boas obras. Portanto, a morte perdeu seu poder sobre nós, que estamos em Cristo.

Nossa alma imediatamente após a morte é aperfeiçoada e entra na glória, passando a desfrutar das venturas eternas, aguardando o dia em que, ao soar da trombeta de Deus, os mortos em Cristo ressuscitarão com um corpo imortal, incorruptível, glorioso, poderoso, espiritual, celestial, semelhante ao corpo de sua glória e os que estiverem vivos serão transformados e arrebatados para encontrar o Senhor nos ares. Nesse corpo de glória, não teremos conflito com o espelho nem com a balança. Esse corpo não terá defeitos nem quaisquer limitações.

Pelo desdobrar da eternidade, serviremos a Cristo e reinaremos com ele nos novos céus e nova terra. As lágrimas não rolarão mais em nosso rosto nem a dor pulsará mais em nosso peito. A morte não mais nos atormentará nem o luto jamais marcará nossa vida. A eternidade de gozo terá começado para nunca mais acabar. Oh, bendita esperança! Oh, gloriosa certeza! Oh, Salvador digno de honra e glória!

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

terça-feira, 31 de dezembro de 2019

JESUS REALMENTE FICOU NA SEPULTURA POR TRÊS DIAS E TRÊS NOITES?


Jesus nos diz especificamente: “Como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim estará o Filho do Homem três dias e três noites no seio da terra” (Mateus 12.40).

Os Evangelhos também nos contam que Jesus morreu no dia anterior ao sábado — sexta-feira— e ressuscitou no dia depois do sábado — domingo. Como solucionamos essa aparente contradição?

Primeiro, na cultura judaica, qualquer parte de um dia é considerado uma unidade dia/noite. Assim, não há necessidade de exigir que setenta e duas horas sejam contadas. Isso fica particularmente claro à luz da própria afirmação de Jesus, de que Ele ressurgiria no terceiro dia, não depois que o terceiro dia e noite tivessem terminado (Mateus 16.21; 17.23; 20.19; Lucas 24.46; Mateus 26.61; 27.40; 27.63-64).

Além disso, os Evangelhos unanimemente declaram que Jesus morreu no Dia de Preparação, isto é, na sexta-feira, dia que conduz ao começo do sábado no por-do-sol (Mateus 27.62; Marcos 15.42; Lucas 23.54; João 19.31,42).

Os escritores dos Evangelhos demonstram semelhante unanimidade em relação ao descobrimento da ressurreição de Jesus de manhã cedo no dia seguinte ao sábado; ou seja, no domingo, o primeiro dia da semana (Mateus 28.1; Marcos 16.1; Lucas 24.1; João 20.1). Portanto, sugerir — como alguns têm feito — que Jesus morreu na quarta­feira e ressuscitou no sábado ou morreu na quinta-feira e ressuscitou no domingo contradiz o testemunho dos quatro Evangelhos.

A morte sacrificial e a milagrosa ressurreição no terceiro dia são o glorioso cumprimento arquetípico de tipos do Antigo Testamento.

Por fim, uma vez que o conhecimento de modos culturalmente antigos, de expressão oral e literária, substituem uma ingênua interpretação literal, a majestosa harmonia das Escrituras é ressaltada. Na verdade, a morte sacrificial e a milagrosa ressurreição no terceiro dia são o glorioso cumprimento arquetípico de tipos do Antigo Testamento, incluindo o cordeiro pascal (Êxodo 12; cf. 1Coríntios 5.7), a preservação de Jonas por “três dias e três noites” (Jonas 1.17) e a restauração de Israel “no terceiro dia” profetizado por Oseias (Hebreus 6.2).

“E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse e, ao terceiro dia, ressuscitasse dos mortos” (Lucas 24.46).

Pr. Hank Hanegraaff

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 2 de abril de 2018

NOSSO ÚLTIMO ENDEREÇO NÃO É A SEPULTURA


A morte, o rei dos terrores e o último inimigo a ser vencido, não tem mais a última palavra em nossa vida. A sepultura não é o nosso último endereço. Jesus arrancou o aguilhão da morte, matou a morte e em breve a lançará no lago de fogo. Jesus morreu segundo a Escritura e foi sepultado. Mas a morte não pode detê-lo. Ele também ressuscitou como diz a Escritura. Venceu a morte e agora é a ressurreição e a vida.

Jesus ressuscitou como primícias dos que dormem. Sua ressurreição é a pedra angular do Cristianismo, a acrópole das doutrinas cristãos, o selo de garantia do nosso futuro. Com respeito ao passado sua ressurreição é um fato incontroverso. Com respeito ao presente, sua ressurreição é um artigo de fé. E com respeito ao futuro, sua ressurreição é nossa mais vívida esperança.

No glorioso dia de sua segunda vinda, os mortos ouvirão sua voz e sairão dos túmulos, uns para a ressurreição da vida e outros para a ressurreição do juízo.

As melhores notícias que o mundo já ouviu vieram de um túmulo vazio. O túmulo vazio de Cristo é o berço da igreja. Não adoramos um Cristo que esteve vivo e está morto, mas o Cristo que esteve morto e está vivo pelos séculos dos séculos. Ele tem as chaves da morte e do inferno. Ele está assentado no trono. Reina soberano e voltará gloriosamente. Sua vitória sobre a morte é o nosso estandarte. Não caminhamos para o entardecer da história, mas para a manhã radiosa da ressurreição.

Porque Jesus ressuscitou, o futuro não é incerto para nós. Não precisamos viver como aqueles que não têm esperança. Porque ele venceu a morte, podemos erguer nosso brado de vitória: “Onde está ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Tragada foi a morte pela vitória!”. Porque Jesus abriu o túmulo de dentro para fora, morrer para o cristão não é um desastre nem uma derrota, mas é deixar o corpo e habitar com o Senhor.

É partir para estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor. Aqueles que morrem em Cristo são bem-aventurados. Preciosa é aos olhos do Senhor a morte dos seus santos. Porque Jesus está vivo, as lágrimas do luto podem ser estancadas e encontrar consolo. Não nos despedimos dos nossos ente queridos que partem no Senhor e para o Senhor com um doído adeus, mas com um esperançoso até logo.

Porque Jesus ressuscitou, nosso corpo surrado pelo cansaço, pela fadiga, pela velhice ou pela doença, ao descer à tumba, pela morte, não ficará ali para sempre. Não somos apenas matéria. Deus fez o homem do pó, mas soprou em suas narinas o fôlego da vida e ele passou a ser alma vivente.

O pecado nos levou à morte, mas Cristo, por amor de nós, morreu por nós, ressuscitou para a nossa justificação e nos deu vida eterna. Ressuscitamos com ele e com ele estamos assentados nas regiões celestes acima de todo principado e potestade. Fomos salvos pela graça, mediante fé, para as boas obras. Portanto, a morte perdeu seu poder sobre nós, que estamos em Cristo.

Nossa alma imediatamente após a morte é aperfeiçoada e entra na glória, passando a desfrutar das venturas eternas, aguardando o dia em que, ao soar da trombeta de Deus, os mortos em Cristo ressuscitarão com um corpo imortal, incorruptível, glorioso, poderoso, espiritual, celestial, semelhante ao corpo de sua glória e os que estiverem vivos serão transformados e arrebatados para encontrar o Senhor nos ares. Nesse corpo de glória, não teremos conflito com o espelho nem com a balança. Esse corpo não terá defeitos nem quaisquer limitações.

Pelo desdobrar da eternidade, serviremos a Cristo e reinaremos com ele nos novos céus e nova terra. As lágrimas não rolarão mais em nosso rosto nem a dor pulsará mais em nosso peito. A morte não mais nos atormentará nem o luto jamais marcará nossa vida. A eternidade de gozo terá começado para nunca mais acabar. Oh, bendita esperança! Oh, gloriosa certeza! Oh, Salvador digno de honra e glória!

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.