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terça-feira, 31 de dezembro de 2019

JESUS REALMENTE FICOU NA SEPULTURA POR TRÊS DIAS E TRÊS NOITES?


Jesus nos diz especificamente: “Como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim estará o Filho do Homem três dias e três noites no seio da terra” (Mateus 12.40).

Os Evangelhos também nos contam que Jesus morreu no dia anterior ao sábado — sexta-feira— e ressuscitou no dia depois do sábado — domingo. Como solucionamos essa aparente contradição?

Primeiro, na cultura judaica, qualquer parte de um dia é considerado uma unidade dia/noite. Assim, não há necessidade de exigir que setenta e duas horas sejam contadas. Isso fica particularmente claro à luz da própria afirmação de Jesus, de que Ele ressurgiria no terceiro dia, não depois que o terceiro dia e noite tivessem terminado (Mateus 16.21; 17.23; 20.19; Lucas 24.46; Mateus 26.61; 27.40; 27.63-64).

Além disso, os Evangelhos unanimemente declaram que Jesus morreu no Dia de Preparação, isto é, na sexta-feira, dia que conduz ao começo do sábado no por-do-sol (Mateus 27.62; Marcos 15.42; Lucas 23.54; João 19.31,42).

Os escritores dos Evangelhos demonstram semelhante unanimidade em relação ao descobrimento da ressurreição de Jesus de manhã cedo no dia seguinte ao sábado; ou seja, no domingo, o primeiro dia da semana (Mateus 28.1; Marcos 16.1; Lucas 24.1; João 20.1). Portanto, sugerir — como alguns têm feito — que Jesus morreu na quarta­feira e ressuscitou no sábado ou morreu na quinta-feira e ressuscitou no domingo contradiz o testemunho dos quatro Evangelhos.

A morte sacrificial e a milagrosa ressurreição no terceiro dia são o glorioso cumprimento arquetípico de tipos do Antigo Testamento.

Por fim, uma vez que o conhecimento de modos culturalmente antigos, de expressão oral e literária, substituem uma ingênua interpretação literal, a majestosa harmonia das Escrituras é ressaltada. Na verdade, a morte sacrificial e a milagrosa ressurreição no terceiro dia são o glorioso cumprimento arquetípico de tipos do Antigo Testamento, incluindo o cordeiro pascal (Êxodo 12; cf. 1Coríntios 5.7), a preservação de Jonas por “três dias e três noites” (Jonas 1.17) e a restauração de Israel “no terceiro dia” profetizado por Oseias (Hebreus 6.2).

“E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse e, ao terceiro dia, ressuscitasse dos mortos” (Lucas 24.46).

Pr. Hank Hanegraaff

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

2° dia de um jejum de 21 dias - Texto de John Bevere e Lisa Bevere

Até quando choro e jejuo, tenho que suportar zombaria; Salmo 69:10, NVI

Para corrigir é preciso "disciplinar, purificar, aperfeiçoar, esclarecer e melhorar." Disciplina é treinamento, e às vezes temos que reprogramar.

Para que haja correção é necessário educar e cultivar um novo eu.

Correção pelo jejum começa com a purificação e aperfeiçoamento da alma e das motivações.

O esclarecimento traz discernimento, para que possamos ver mais nitidamente.

Assim como os pais disciplinam seus filhos para ajudá-los a crescer e discernir o certo do errado, nossas almas têm que ser disciplinadas para que nos tornemos mais sábios.

Este aperfeiçoamento de nossas almas trabalha de dentro para fora e ultrapassa nossos corpos naturais e apetites. Nós podemos ser refinados e purificados pela negação. Uma vez que os anseios de nossa alma são dominados, os desejos da nossa carne também serão.

(O acima é um trecho de "You Are Not What You Weigh", publicado pela Sociedade Siloé Strang, 2007).

Por Lidiomar




POSTADO POR MENSAGEIRO INTERNACIONAL - Blog John e Lisa Bevere


Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.