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terça-feira, 21 de junho de 2022

VANTAGENS E DESVANTAGENS DO JEJUM

Algumas pessoas são extremistas quanto a discrição do jejum, enquanto outras, à semelhança dos fariseus, tocam trombeta diante de si.

Em Mateus 6:16-18, Jesus condena o exibicionismo dos fariseus querendo parecer contristados aos homens para atestar sua espiritualidade.

Ele não proibiu de se comentar sobre o jejum, senão a própria Bíblia estaria violando isto ao contar o jejum que Jesus fez...

Como souberam que Cristo (que estava sozinho no deserto) fez um jejum de quarenta dias? Certamente porque Ele contou!

Não saiu alardeando perante todo mundo, mas discretamente repartiu sua experiência com os seus discípulos.

VANTAGENS DO JEJUM

Deixa a mente mais à vontade para concentração;

Dá mais disposição mental para a oração;

Facilita mais o sentimento;

Estômago vazio, até para pregar é melhor.

DESVANTAGENS DO JEJUM

Dependendo da estrutura emocional da pessoa, pode ocasionar vertigens e outros fenômenos mentais.

Se praticado com frequência, pode confundir a experiência espiritual com fenômenos mentais.

A prática do jejum puro e simples, pode substituir a graça de Cristo pelo sacrifício físico.

O jejum é um assunto pessoal de cada um. Não deve ser implantado como prática nas igrejas.

Jejum sem oração, simplesmente jejum, é carnalidade.

Haverá períodos em que o Espírito Santo vai nos atrair mais para o jejum, e épocas em que quase não sentiremos a necessidade de fazê-lo.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 1 de junho de 2022

FORMAS BIBLICAS DE JEJUM

Há diferentes formas de jejuar. As que encontramos na Bíblia são:

JEJUM PARCIAL. Normalmente o jejum parcial é praticado em períodos maiores ou quando a pessoa não tem condições de se abster totalmente do alimento (por causa do trabalho, por exemplo) (Dn.10:2,3).

O profeta Daniel diz exatamente o que ficou sem ingerir: carne, vinho e manjar desejável.

Em outras situações Daniel parece ter feito um jejum normal (Dn.9:3), o que mostra que praticava mais de uma forma de jejum.

Em Daniel 9 aprendemos sobre o poder que o jejum tem nos momentos de guerra espiritual.

JEJUM NORMAL. É a abstinência de alimentos, mas com ingestão de água. Foi a forma que nosso Senhor adotou ao jejuar no deserto.

No relato do evangelho não há menção de Cristo ter ficado sem beber ou ter tido sede (e ele estava num deserto!):

"Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi guiado pelo mesmo Espírito, no deserto, durante quarenta dias, sendo tentado pelo Diabo. Nada comeu naqueles dias, ao fim dos quais teve fome." (Mt.4:2).

Denominamos esta forma de jejum como normal, pois entendemos ser esta a prática mais propícia nos jejuns regulares (como o de um dia).

JEJUM TOTAL. É abstinência de tudo, inclusive de água.

Na Bíblia encontramos poucas menções de ter alguém jejuado sem água, e isto dentro de um limite: no máximo três dias.

A água não é alimento, e nosso corpo depende dela a fim de que os rins funcionem normalmente e que as toxinas não se acumulem no organismo.

Há dois exemplos bíblicos deste tipo de jejum, um no Velho outro no Novo Testamento:

Ester, num momento de crise em que os judeus (como povo) estavam condenados à morte "Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais, nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos. Depois, irei ter com o rei, ainda que é contra a lei; se perecer, pereci." (Et.4:16).

Paulo, na sua conversão também usou esta forma de jejum, devido ao impacto da revelação que recebera: "Esteve três dias sem ver, durante os quais nada comeu, nem bebeu."(At.9:9).

Não há qualquer outra menção de um jejum total maior do que estes (a não ser o de Moisés e Elias numa condição diferente).

A medicina adverte contra um período de mais de três dias sem água, como sendo nocivo.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 23 de janeiro de 2022

A ESTRATÉGIA DO JEJUM E ORAÇÃO

"Vai, ajunta todos os judeus que se acham em Susã, e jejuai por mim, e não comais nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia..." (Et 4:16.)

Estamos sendo alimentados abundantemente pelo en­sino da Palavra de Deus sobre os Seus valentes. Isso fará com que nós não apenas aprendamos, mas nos levará a colocar em prática tudo o que nos tem sido ensinado, por­que estamos em meio à uma grande e expressiva guerra, à qual temos de enfrentar com segurança e direção de Deus.

Nós sabemos que Satanás não veio para outra coisa, senão para matar, roubar e destruir. E ele tentou fazer isto com o povo de Deus usando um homem chamado Hamã. Mas, ao ser comunicada sobre o plano de destruição do seu povo, Ester não perdeu tempo.

Como boa valente, bus­cou logo uma estratégia para vencer: ela destruiria as for­ças espirituais. Como?

JEJUANDO E ORANDO

"Vai, ajunta todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim. Não comais nem bebais durante três dias, nem de dia nem de noite, e eu e as minhas moças também assim jejuaremos." (Et 4:16.)

Vemos essa estratégia na vida de todos os guerreiros de Deus. Foi assim com Daniel, Gideão, Neemias, Esdras, Davi, etc. Não foi diferente com Ester.

Ela convocou o povo para jejuar e orar, vencendo, assim, a força e a estratégia do diabo no mundo espiritual.

Se você quer vencer uma guerra com a direção de Deus, saiba que essa é a primeira estratégia da sua vitória: o jejum e a oração.

Nunca se esqueça de que a nossa luta não é contra car­ne e nem sangue, mas contra principados e potestades, con­tra as forças do mal (Ef 6:12).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 2 de setembro de 2021

A DURAÇÃO DO JEJUM


Quanto tempo deve durar um jejum?

A Bíblia não determina regras deste gênero, portanto cada um é livre para escolher quando, como e quanto jejua.

Exemplos de jejuns de duração diferente nas Escrituras:

1 dia - O jejum do Dia da Expiação

3 dias - O jejum de Ester (Et.4:16) e o de Paulo (At.9:9);

7 dias - Jejum por luto pela morte de Saul (I Sm.31:13);

14 dias - Jejum involuntário de Paulo e os que com ele estavam no navio (At.27:33);

21 dias - O jejum de Daniel em favor de Jerusalém (Dn.10:3);

40 dias - O jejum do Senhor Jesus no deserto (Lc.4:1,2);

A Bíblia fala de Moisés (Ex.34:28) e Elias (I Re.19:8) jejuando períodos de quarenta dias.

Porém vale ressaltar que estavam em condições especiais, sob o sobrenatural de Deus.

Moisés nem sequer bebeu água nestes 40 dias, o que humanamente é impossível. Mas ele foi envolvido pela glória divina.

O mesmo se deu com Elias, que caminhou 40 dias na força do alimento que o anjo lhe trouxe. Isto é um jejum diferente que começou com um belo "depósito", uma comida celestial.

Jesus, porém, fez um jejum normal com esta duração.

Muitas pessoas erram ao fazer votos ligados à duração do jejum...

Não é recomendável ninguém fazer um voto de quanto tempo vai jejuar, pois isso te deixará "preso" no caso de algo fugir ao seu controle.

Siga o conselho bíblico: "Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos. Cumpre o voto que fazes. Melhor é que não votes do que votes e não cumpras". (Ec.5:4,5).

O JEJUM PROLONGADO

Há algo especial num jejum prolongado, mas deve ser feito sob a direção de Deus (as Escrituras mostram que Jesus foi guiado pelo Espírito ao seu jejum no deserto - Lc.4:1).

Vale ressaltar também que certos cuidados devem ser tomados. Não podemos brincar com o nosso corpo. Uma dieta para desintoxicação do organismo antes do jejum é recomendada, e também na quebra do jejum prolongado (mais de 3 dias).

Procure orientação e acompanhamento médico se o Senhor lhe dirigir a um jejum deste gênero.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 30 de agosto de 2021

O FOCO DO JEJUM É DEUS E SEU REINO

O jejum bíblico é, na verdade, um exercício de relacionamento. Um relacionamento com Deus.

O jejum nos desliga do poder da comida, por algum tempo, para um exercício – o exercício da presença de Deus.

Obviamente que exercitar a presença de Deus deve ocorrer em todo o tempo, e não somente nos jejuns. Todavia a disciplina me ajuda na concentração, nos treina no foco, que é Deus e seu Reino.

O preço pago pelo jejum é em prol de nosso maior desejo: Deus e seu Reino.

Podemos, assim, jejuar por um irmão enfermo, e nesse sentido estarei me doando a um irmão, estando com Deus em oração por ele.

Poderei jejuar por vidas transformadas, e, nesse caso, estarei jejuando para que a glória de Deus apareça.

Poderemos jejuar pela Igreja de Deus, pelo mundo, por conversões, por crises conjugais, por filhos etc.,

Tudo na vida do cristão deve servir a um só propósito: a glória de Deus (I Co 10.31).

Por isso era repulsivo para Jesus ver pessoas que queriam demonstrar a outras que jejuavam.

João Wesley dizia que “algumas pessoas têm exaltado o jejum religioso elevando-o além das Escrituras e da razão; e outros o têm menosprezado por completo”. 

Dessa forma, ele nos ensinava o devido equilíbrio que tanto nossos jejuns, quanto nossas orações devem ter. 

Jejum é um estar com Deus. É relacionamento com Deus.

É exercício de desprendimento, é culto, é buscar.

Nosso jejum deve centrar-se nos desejos de Deus e em sua glória.

Porque nossa realização é Deus, sua Presença, sua majestade.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 22 de março de 2021

COLOCAÇÕES SOBRE O JEJUM

O jejum não muda a Deus. Ele é o mesmo antes, durante e depois de seu jejum. Mas, jejuar nos mudará. Vai nos ajudar a se manter mais suscetível ao Espírito de Deus".

O jejum deixará nosso espírito atento, pois mortifica a carne e aflige nossa alma.

O jejum ajuda a liberar a fé!

O que nos dá vitória sobre o inimigo é o que Cristo fez na cruz e a autoridade de seu nome.

O jejum em si não me faz vencer, mas libera a fé para o combate e nos fortalece, fazendo-nos mais conscientes da autoridade que nos foi delegada.

Dentre as várias formas de jejum, normalmente o jejum parcial é praticado em períodos maiores ou quando a pessoa não tem condições de se abster totalmente do alimento (por causa do trabalho, por exemplo).

Lemos sobre esta forma de jejum no livro de Daniel: "Naqueles dias, eu, Daniel, pranteei durante três semanas. Manjar desejável não comi, nem carne, nem vinho entraram em minha boca, nem me ungi com óleo algum, até que se passaram as três semanas." (Dn.10:2,3).

O profeta Daniel diz exatamente o quê ficou sem ingerir: carne, vinho e manjar desejável.  Provavelmente se restringiu à uma dieta de frutas e legumes, não sabemos ao certo.

O fato é que se absteve de alimentos, porém não totalmente. E embora tenha escolhido o que aparentemente seja a forma menos rigorosa de jejuar, dedicou-se à ela por três semanas.

Em outras situações Daniel parece ter feito um jejum normal (Dn.9:3), o que mostra que praticava mais de uma forma de jejum.

Ao fim deste período, um anjo do Senhor veio a ele e lhe trouxe uma revelação tremenda. Declarou-lhe que desde o primeiro dia de oração o profeta já fora ouvido (v.12), mas que uma batalha estava sendo travada no reino espiritual (v.13) o que ocorreria ainda no regresso daquele anjo (v.20).

Aqui aprendemos também sobre o poder que o jejum tem nos momentos de guerra espiritual.

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

TUDO A RESPEITO DO JEJUM


Quando jejuardes, não vos mostreis contristado como os hipócritas, porque desfiguram o rosto, para que o homem pareça que jejuam em verdade vos digo que já receberam o seu galardão, porem quando jejuares unge a cabeça e lava seu rosto. Para não parecer aos homens que jejuas, mas sim teu pai, que esta oculta; e teu pai, que vê o que esta oculta e te recompensará. (Mt 6.16-18)

No Antigo Testamento o jejum era aplicado por vários motivos, jejuavam pelos mortos, pelo infortúnio e tristeza como expressão da dor pelos pecados os próprios fariseus jejuavam duas vezes na semana.

A oração e o jejum estavam unidos na pratica daqueles crentes que vinham do gentilismo. O apostolo Paulo procura evitar a ideia de dar ao jejum um valor independente.

A palavra jejum não consta nos melhores manuscritos, em síntese, era um sacrifício ao qual se abstém dos alimentos, muito antigo em Israel, é bem provável que seja uma forma de agradar aos deuses dos povos do antigo oriente. Sempre em uma situação de emergência, como guerra, fome ou praga, era proclamado em todo o Israel um jejum como forma de humilhação a Deus no período de socorro.

O jejum em Israel continua por toda sua historia, sendo observado até no exilio babilônico, pelos profetas é visto como nulo, quando não se observa as legislações e memoria comunitária, como o direito e a justiça.

No novo testamento, o jejum também é uma pratica da igreja cristã. Dois textos nos evangelhos citam uma explicação de Jesus que parece ser algo novo sobre a ação do jejum no individuo que o faz.

Vale enfatizar que os jejuns que aparecem nos textos do antigo testamento e que reflete os tempos antigos da historia de Israel mostram algo coletivo, feito por todo o povo, já no novo testamento, vê-se um jejum individual, apenas em algum momento feito por toda comunidade.

Na bíblia, jejuar refere-se a abstenção de alimento por motivos espirituais, embora o jejum apareça frequentemente vinculado á oração, ele por si só deve ser considerado uma pratica de proveito espiritual.

Na realidade, o jejum bíblico pode ser chamado de oração sem palavra.

(1) HÁ TRÊS FORMAS PRINCIPAIS DE JEJUM, VISTA NA BÍBLIA:
(A) JEJUM NORMAL _ a abstinência de todos os alimentos, sólidos ou liquido, mas não de água, 
(B) JEJUM ABSOLUTO _ a abstenção tanto de alimento como de água.
Normalmente este tipo de jejum não deve ir além de três horas por dia, pois a parte daí o organismo desidrata o que é muito nocivo á saúde, Moisés e Elias fizeram jejum absoluto por 40 dias, mas sobre condições sobrenatural,
(C) O JEJUM PARCIAL _ uma restrição alimentar, e não uma abstenção total dos alimentos. O próprio cristo praticava a disciplina do jejum e ensinava que a mesma deveria fazer parte da vida consagrada do cristão, além de ser um ato de preparção para sua volta.

A igreja do Novo Testamento praticava o jejum,

O PROPOSITO DO JEJUM COM ORAÇÃO,
(a) um ato para Deus, visando á sua honra
(b), O crente humilha-se diante de Deus, para receber mais graça e desfrutar da presença intima de Deus;
(c) expressa pensar por causa de pecados e fracasso pessoas cometidos;
(d) busca graça divina para novas tarefas e reafirma nossa consagração a Deus
(e) como um meio de buscar a Deus, e aproximar-nos dele e prevalecer em oração contra as forças espirituais do mal que luta contra nos,
(f) como um meio de libertar almas da escravidão do mal,
(g) demostrar arrependimento e assim preparar o caminho para Deus muda seus propósitos declarados de julgamento;
(h) com o jejum obtivemos a revelação , sabedoria e entendimento no tocante á vontade de Deus,
(i) o jejum faz abrir o caminho para o derramamento do Espirito Santo, e para a volta de cristo á terra para buscar o seu povo.

Alex Souza

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 27 de abril de 2019

FOME DE DEUS


John Piper definiu jejum como fome de Deus.

Nossa maior necessidade não são das bênçãos de Deus, mas do Deus das bênçãos. Nossa alma tem fome e sede de Deus.

Deus colocou a eternidade em nosso coração. Só o Deus eterno pode dar pleno significado à nossa vida e satisfazer a nossa alma.

Ambos, comer e jejuar devem ser feitos para a glória de Deus (1Co. 10.31).

O comer lembra-nos os dons de Deus, o jejuar lembra-nos o Deus doador. Jejum é privar-nos do pão da terra, para alimentar-nos com o pão do céu. Quando nós comemos, nós testamos o emblema do alimento celestial, o Pão da Vida. E quando nós jejuamos, nós dizemos, “Eu amo a realidade acima do emblema.”

O maior inimigo da fome de Deus não é veneno, mas uma torta de maça. Muitas vezes, o que nos priva da fome de Deus não é o veneno do mal, mas os simples prazeres da terra (Lc 8:14; Mc 4:19). “Os prazeres desta vida” e “os desejos por outras coisas” – não são necessariamente coisas más em si mesmas. Não são vícios. São dons de Deus. Essas coisas podem ser a nossa refeição básica, leitura, viagens, negócios, televisão, Internet, compras, exercícios, esportes, e casamento. Todas essas coisas boas em si mesmas podem ser mortais substitutos de Deus para a nossa alma.
Coisas boas podem fazer grandes estragos em nossa vida espiritual. Bois, campos e casamento podem manter você fora do Reino dos céus (Lc 14:17-20).

Nada deve se interpor no caminho do verdadeiro discipulado, nem coisas más, nem coisas boas, nem alimento, nem qualquer outra coisa.

Nosso amor por Deus é provado não apenas por palavras, mas sobretudo, pelo sacrifício.

Realmente temos fome por Deus?

Sentimos saudade de Deus?

Ou temos começado a estar contentes apenas com os seus dons?

Richard Foster diz que mais do que qualquer outra disciplina, o jejum revela as coisas que nos controlam. O jejum revela a medida do domínio do alimento, da televisão, do computador, ou qualquer outra coisa sobre nós, que sempre e sempre está aplacando a nossa fome de Deus.

Quanto mais profundamente nós andamos com Cristo, mais fome de Cristo nós sentimos, mais saudade do céu nós sentimos, mais desejo da plenitude de Deus nós temos.
Quanto mais jejuamos, mais sentimos o sabor do pão céu, mais desejamos o domínio do céu sobre a nossa vida na terra, mais desejamos que o Reino de Deus seja estabelecido em nosso coração.

Se nós não estamos sentindo intenso desejo da manifestação da glória de Deus em nossa vida, não é porque nós já temos bebido o suficiente das fontes de Deus, mas porque estamos nos alimentando apenas das mesas do mundo.

É tempo de jejuar!

O jejum é o maná do céu para a nossa alma.

Através dele humilhamo-nos diante do trono do Deus vivo.

Através dele voltamo-nos de coração para o Senhor.

Através dele somos fortalecidos com poder.

Através dele podemos ver a restauração e o despertamento da nossa igreja.

Através dele participamos dos banquetes de Deus e saboreamos as doces iguarias do céu!

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 28 de março de 2019

A ORIGEM E O PROPÓSITO DO JEJUM


Original do Hebraico ( Y (Tsom), no Grego? (Nesteía), ambos com o significado de Jejum como um rito cultual entre as reuniões religiosas. É um verbo no particípio, presente, ativa, nominativo, masculino, Segunda pessoa singular.

Jejum segundo Aurélio é a abstinência, total ou parcial, de alimentação ou bebidas em determinados dias, por penitência ou prescrição religiosa ou médica. Quando diz abster-se é o mesmo que conter-se, refrear-se, privar-se (de alimento como; açúcar, carne, óleo entre outros, de bebida; alcoólicas, refrigerantes etc.).

Tem sido praticado pela humanidade em praticamente todas as épocas, nações, culturas e religiões.

Pode ser com finalidade espiritual ou até mesmo medicinal, visto que o jejum traz tremendos benefícios físicos com a desintoxicação que produz no corpo. Mas nosso enfoque é o jejum bíblico.

Sem dúvida, é uma arma poderosa para o cristão.

Não há regras fixas na Bíblia sobre quando jejuar ou qual tipo de jejum praticar, isto é algo pessoal.

O PROPÓSITO DO JEJUM

Kenneth Hagin afirma que: "O jejum não muda a Deus. Ele é o mesmo antes, durante e depois de seu jejum. Mas, jejuar mudará você.Vai lhe ajudar a manter-se mais suscetível ao Espírito de Deus".

O jejum não tornará Deus mais bondoso ou misericordioso para conosco, ele está ligado diretamente a nós, à nossa necessidade de romper com as barreiras e limitações da carne.

O jejum deixará nosso espírito atento, pois mortifica a carne e aflige nossa alma.

Jesus deixou-nos um ensino precioso acerca disto quando falava sobre o jejum:"Ninguém põe vinho novo em odres velhos; do contrário, o vinho romperá os odres; e tanto se perde o vinho como os odres. Mas põe-se vinho novo em odres novos." (Mc.2:22). O odre era um recipiente feito com pele de animais, que era devidamente preparada mas, com o passar do tempo envelhecia e ressecava. O vinho era o suco extraído da uva que fermentava naturalmente dentro do odre. Portanto, quando se fazia o vinho novo, era sábio colocá-lo num recipiente de pele (o odre) que não arrebentasse na hora em que o vinho começasse a fermentar, e o melhor recipiente era o odre novo.

Com essa ilustração Jesus estava ensinado que o vinho novo que Ele traria (o Espírito Santo) deveria ser colocado em odres novos, e o odre (ou recipiente do vinho) é nosso corpo. A Bíblia está dizendo com isto que o jejum tem o poder de "renovar" nosso corpo.

A Escritura ensina que a carne milita contra o espírito, e a melhor maneira de receber o vinho, o Espírito, é dentro de um processo de mortificação da carne.

Alguns acham que o jejum é uma "varinha de condão" que resolve as coisas por si mesmo, mas não podemos ter o enfoque errado.

Vai lhe ajudar a manter-se mais suscetível ao Espírito de Deus".

A resposta às orações flui melhor quando jejuamos porque através desta prática estamos liberando nosso espírito na disputada batalha contra a carne, e por isso algumas coisas acontecem.

Quando Jesus disse aos discípulos que não puderam expulsar um demônio por falta de jejum (Mt.17:21), ele não limitou o problema somente a isto mas falou sobre a falta de fé (Mt.17:19,20) como um fator decisivo no fracasso daquela tentativa de libertação.

O jejum ajuda a liberar a fé!

O que nos dá vitória sobre o inimigo é o que Cristo fez na cruz e a autoridade de seu nome.

O jejum em si não me faz vencer, mas libera a fé para o combate e nos fortalece, fazendo-nos mais conscientes da autoridade que nos foi delegada.

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

domingo, 4 de dezembro de 2016

FAZER JEJUM PROLONGA A VIDA, AFIRMA CIENTISTA VENCEDOR DO PRÊMIO NOBEL DE MEDICINA


 O jejum incentivado na Bíblia Sagrada como uma prática de privação com benefício espiritual agora é reconhecido como algo que faz bem também ao corpo, se praticado de forma responsável e planejada.


O cientista Yoshinori Ohsumi, ganhador do prêmio Nobel de medicina em 2016, afirmou que o jejum pode levar uma pessoa a viver mais, já que ele causa um processo chamado de autofagia, que explicado de forma simples, faz as células do corpo comerem umas às outras, o que traz renovação celular ao corpo.

Segundo informações do Uol, agora os pesquisadores se debruçam sobre o tema, para estabelecerem um procedimento padrão para a prática do jejum com o objetivo de prolongar a vida.

“A autofagia é um importante mecanismo de autolimpeza que existe em todas as células de nosso corpo. A redução da autofagia leva ao acúmulo de componentes danificados, o que está associado à morte das células e ao desenvolvimento de doenças. Por essa lógica, manter o mecanismo ativo seria uma forma de prevenir problemas”, informa a revista Veja.

A prática do jejum, durante orações por exemplo, termina por contribuir para o prolongamento da vida. No conceito bíblico, a prática do jejum não serve para mudar Deus, mas sim para modificar quem pratica o jejum.

“Ao jejuar, ponha óleo sobre a cabeça e lave o rosto, para que não pareça aos outros que você está jejuando, mas apenas a seu Pai, que vê no secreto. E seu Pai, que vê no secreto, o recompensará”, disse Jesus em Mateus 6:17,18. 

Sabe-se agora que o conceito do jejum resulta em mudanças espirituais e físicas: “A autofagia não fica ativa o tempo todo. Mas a restrição de nutrientes é uma forma de burlar isso”, disse Luciana Gomes, pesquisadora do Laboratório de Reparo de DNA da Universidade de São Paulo.

“O jejum induz a autofagia, isso é sabido. Também sabemos que a autofagia induz a longevidade. A busca agora é entender a conexão entre a autofagia ativada pelo jejum e a longevidade das células”, explicou Soraya Smaili, professora livre-docente da Escola Paulista de Medicina, comentando a faxina que o jejum provoca no organismo através do consumo das partes ruins das células.

Tiago Chagas / Gospel +

Por Litrazini
Graça e Paz


sábado, 1 de outubro de 2016

O PODER DA ORAÇÃO E DO JEJUM

Muitas pessoas procuram resolver suas lutas e problemas no gabinete pastoral. Alguns procuram curar suas mágoas, tristezas e decepções através de conselhos com pessoas que pensam como eles. Mas a Bíblia diz que podemos solucionar muitos dos nossos males através da oração e do jejum.

No passado, os crentes resolviam seus problemas na oração e no jejum. Hoje é comum o crente antes de jejuar e orar, procurar várias pessoas e a oração vem somente quando o problema já está critico.

Outros colocam suas frustrações na internet. Mas a Bíblia nos manda procurar Deus em primeiro lugar. Jejum significa humilhação, rendição, entrega, consagração. Quando você se levanta pela manhã e não come, é como se dissesse que o seu corpo não é dominado pela comida.

O jejum pode ser de uma hora, duas, pode ser de algo que você gosta muito e se abstém. Quando jejuamos, declaramos que não somos escravos daquilo que mais gostamos.

As pessoas estão passando horas e horas na internet e remoendo-se nas suas aflições, quando a Bíblia diz que quando estivermos em aflição, devemos entrar no local secreto e falar com Deus.

Jesus falou com os discípulos: “Vocês querem que os demônios lhe submetam, mas vocês não horam, não jejuam…”

Há um grande poder no mundo espiritual através do jejum e da oração. Muitas pessoas estão entristecidas com alguém ou alguma coisa e ao invés de jejuarem e orarem começam a soltar as farpas na internet.

“Essa casta de demônios não sai, se não através do jejum e da oração.” Vs 21
Quando estamos com problemas, procuramos pessoas que pensam igual a nós e quando alguém nos exorta, a nossa tendência é fugir daquela pessoa.

A atitude de Daniel diante das crises
A nação de Israel passava por grande aflição e perseguição. Diante dos problemas Daniel orava e jejuava. “Eu, pois, dirigi o meu rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, e saco e cinza.” Dn 9.3

Os Pastores e psicólogos são muito importantes, mas o mais importante é o diabo fugir de nós. Busque auxílio em Deus em toda e qualquer situação. Ore, jejue.

Davi diante da tristeza jejuou
“Depois todo o povo veio fazer com que Davi comesse pão, sendo ainda dia; porém Davi jurou, dizendo: Assim Deus me faça e outro tanto, se, antes que o sol se ponha, eu provar pão ou qualquer outra coisa.” 2 Sm 3.35

Diante da tristeza, Davi se privou de comida. Abner, seu amigo, havia sido assassinado. Talvez algo ou alguém esteja te entristecendo, seja o que for o motivo do seu lamento, ore, jejue!

Ester diante de uma grande decisão proclamou um jejum
A nação de Israel estava para ser destruída pelas investidas do maligno Hamã e Ester proclamou um jejum, porque ela iria se apresentar diante do rei para interceder em favor dos Israelitas. Talvez você precise tomar uma grande decisão, ore, jejue!

Moisés diante das divergências entre o povo de Deus jejuou
“Quando subi ao monte a receber as tábuas de pedra, as tábuas do pacto que o Senhor fizera convosco, fiquei no monte quarenta dias e quarenta noites; não comi pão, nem bebi água.”
Dt 9.9

Estava acontecendo divisão entre o povo de Deus e Moisés tomou uma decisão – jejuou. Diante de divisões, brigas, dissensões, ore!

Ana diante do seu sonho que não fora realizado jejuava “E assim sucedia de ano em ano que, ao subirem à casa do Senhor, Penina provocava a Ana; pelo que esta chorava e não comia.” I Sm 1.7

Jesus diante das tentações, jejuou.
“E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome.” Mateus 4.2

Diante das tentações, das investidas do diabo – jejue! Você está sendo assediado pelo seu patrão? Jejue! Existe algo que está tirando você do sério? Jejue! O jejum pode mudar a história da vida de uma pessoa. Talvez você esteja se valendo de estratégias humanas para vencer suas batalhas – mude sua estratégia.

Faça um jejum de tudo que escraviza você e ore. Lembre-se: Jejum e oração andam juntos!

Pr. Jorge Linhares

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 3 de junho de 2015

TUDO A RESPEITO DO JEJUM

Quando jejuardes, não vos mostreis contristado como os hipócritas, porque desfiguram o rosto, para que o homem pareça que jejuam em verdade vos digo que já receberam o seu galardão, porem quando jejuares unge a cabeça e lava seu rosto. Para não parecer aos homens que jejuas, mas sim teu pai, que esta oculta; e teu pai, que vê o que esta oculta e te recompensará. (Mt 6.16-18)

No Antigo Testamento o jejum era aplicado por vários motivos, jejuavam pelos mortos, pelo infortúnio e tristeza como expressão da dor pelos pecados os próprios fariseus jejuavam duas vezes na semana.

A oração e o jejum estavam unidos na pratica daqueles crentes que vinham do gentilismo. O apostolo Paulo procura evitar a ideia de dar ao jejum um valor independente.

A palavra jejum não consta nos melhores manuscritos, em síntese, era um sacrifício ao qual se abstém dos alimentos, muito antigo em Israel, é bem provável que seja uma forma de agradar aos deuses dos povos do antigo oriente. Sempre em uma situação de emergência, como guerra, fome ou praga, era proclamado em todo o Israel um jejum como forma de humilhação a Deus no período de socorro.

O jejum em Israel continua por toda sua historia, sendo observado até no exilio babilônico, pelos profetas é visto como nulo, quando não se observa as legislações e memoria comunitária, como o direito e a justiça.

No novo testamento, o jejum também é uma pratica da igreja cristã. Dois textos nos evangelhos citam uma explicação de Jesus que parece ser algo novo sobre a ação do jejum no individuo que o faz.

Vale enfatizar que os jejuns que aparecem nos textos do antigo testamento e que reflete os tempos antigos da historia de Israel mostram algo coletivo, feito por todo o povo, já no novo testamento, vê-se um jejum individual, apenas em algum momento feito por toda comunidade.

Na bíblia, jejuar refere-se a abstenção de alimento por motivos espirituais, embora o jejum apareça frequentemente vinculado á oração, ele por si só deve ser considerado uma pratica de proveito espiritual.

Na realidade, o jejum bíblico pode ser chamado de oração sem palavra.

(1) HÁ TRÊS FORMAS PRINCIPAIS DE JEJUM, VISTA NA BÍBLIA:
(A) JEJUM NORMAL _ a abstinência de todos os alimentos, sólidos ou liquido, mas não de água, 
(B) JEJUM ABSOLUTO _ a abstenção tanto de alimento como de água.
Normalmente este tipo de jejum não deve ir além de três horas por dia, pois a parte daí o organismo desidrata o que é muito nocivo á saúde, Moisés e Elias fizeram jejum absoluto por 40 dias, mas sobre condições sobrenatural,
(C) O JEJUM PARCIAL _ uma restrição alimentar, e não uma abstenção total dos alimentos. O próprio cristo praticava a disciplina do jejum e ensinava que a mesma deveria fazer parte da vida consagrada do cristão, além de ser um ato de preparação para sua volta.

A igreja do Novo Testamento praticava o jejum,

O PROPOSITO DO JEJUM COM ORAÇÃO,
(a) um ato para Deus, visando á sua honra
(b), O crente humilha-se diante de Deus, para receber mais graça e desfrutar da presença intima de Deus;
(c) expressa pensar por causa de pecados e fracasso pessoas cometidos;
(d) busca graça divina para novas tarefas e reafirma nossa consagração a Deus
(e) como um meio de buscar a Deus, e aproximar-nos dele e prevalecer em oração contra as forças espirituais do mal que luta contra nos,
(f) como um meio de libertar almas da escravidão do mal,
(g) demostrar arrependimento e assim preparar o caminho para Deus muda seus propósitos declarados de julgamento;
(h) com o jejum obtivemos a revelação , sabedoria e entendimento no tocante á vontade de Deus,
(i) o jejum faz abrir o caminho para o derramamento do espirito santo, e para a volta de cristo á terra para buscar o seu povo.

Alex Souza

Por Litrazini

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Reflexões Evangélicas

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