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terça-feira, 21 de junho de 2022

VANTAGENS E DESVANTAGENS DO JEJUM

Algumas pessoas são extremistas quanto a discrição do jejum, enquanto outras, à semelhança dos fariseus, tocam trombeta diante de si.

Em Mateus 6:16-18, Jesus condena o exibicionismo dos fariseus querendo parecer contristados aos homens para atestar sua espiritualidade.

Ele não proibiu de se comentar sobre o jejum, senão a própria Bíblia estaria violando isto ao contar o jejum que Jesus fez...

Como souberam que Cristo (que estava sozinho no deserto) fez um jejum de quarenta dias? Certamente porque Ele contou!

Não saiu alardeando perante todo mundo, mas discretamente repartiu sua experiência com os seus discípulos.

VANTAGENS DO JEJUM

Deixa a mente mais à vontade para concentração;

Dá mais disposição mental para a oração;

Facilita mais o sentimento;

Estômago vazio, até para pregar é melhor.

DESVANTAGENS DO JEJUM

Dependendo da estrutura emocional da pessoa, pode ocasionar vertigens e outros fenômenos mentais.

Se praticado com frequência, pode confundir a experiência espiritual com fenômenos mentais.

A prática do jejum puro e simples, pode substituir a graça de Cristo pelo sacrifício físico.

O jejum é um assunto pessoal de cada um. Não deve ser implantado como prática nas igrejas.

Jejum sem oração, simplesmente jejum, é carnalidade.

Haverá períodos em que o Espírito Santo vai nos atrair mais para o jejum, e épocas em que quase não sentiremos a necessidade de fazê-lo.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

AS VANTAGENS DA PARTIDA DE JESUS

Todavia, digo-vos a verdade, convém-vos que eu vá. (João 16.7, ARA)

Como poderia convir aos discípulos que Jesus os deixasse? Eles haviam passado três anos maravilhosos em sua companhia. Pensamos neles com inveja. Se eu pudesse ter estado com Jesus! Se eu pudesse tê-lo visto alimentar os famintos, curar os doentes e ressuscitar os mortos! O que Jesus quis dizer?

Bem, os apóstolos experimentaram dois inconvenientes. Primeiro, enquanto Jesus estava com eles na terra, sua presença era localizada. Eles se separavam eventualmente, por exemplo, quando eles estavam no barco e o Mestre, orando no monte. Não podiam desfrutar de comunhão ininterrupta com ele.

Então, imaginemos que ele não tivesse partido. Deixe-me atualizar o que Henry Drummond, escritor e evangelista escocês do século 19, comentou sobre o assunto: suponha que Jesus ainda estivesse em Jerusalém. Todos os navios e aviões estariam lotados de peregrinos cristãos, e você estaria em um deles. Com muita dificuldade conseguiria chegar até lá. Todas as estradas estariam congestionadas. Entre você e Jerusalém há uma massa fervilhante de gente. Você quer ir ver Jesus, mas nunca o verá.

Foi para evitar essa frustração que Jesus partiu e enviou o Espírito Santo para assumir o seu lugar. O Espírito Santo universaliza a presença de Jesus e torna-o acessível a todos e em todo lugar.

A segunda desvantagem dos apóstolos foi que, enquanto Jesus estava com eles na terra, sua presença era não apenas local, mas também externa. Ele não podia entrar em suas personalidades e mudá-las de dentro para fora, alcançando a fonte de seus pensamentos, motivações e desejos.

Porém, mais tarde ele poderia fazer isso. Jesus disse: “Pois ele vive com vocês e estará em vocês” (14.17). Assim, o Espírito Santo internaliza a presença de Jesus.

Por meio de seu Espírito, Cristo habita em nosso coração e nos transforma à sua imagem. Portanto, é uma grande vantagem para nós que Jesus tenha partido, pois em seu lugar veio o Espírito Santo, que tornou a presença de Jesus não mais local, mas universal; não mais externa, mas interna. O Espírito universaliza e internaliza a presença de Jesus Cristo.

E agora vou para aquele que me enviou; e nenhum de vós me pergunta: Para onde vais? Antes, porque isto vos tenho dito, o vosso coração se encheu de tristeza. Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que eu vá; porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, quando eu for, vo-lo enviarei. E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo. Do pecado, porque não crêem em mim; Da justiça, porque vou para meu Pai, e não me vereis mais; E do juízo, porque já o príncipe deste mundo está julgado. (Jo.16.5-11)

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Corrupção no Ministério de Jesus


SE NÃO FOI A MAIOR em valor envolvido e significado, com certeza a corrupção protagonizada por Judas Iscariotes foi a mais divulgada na história da Humanidade. Está na Bíblia, o livro mais lido de todos os tempos. 

Na linguagem jurídica da atualidade, o Traidor cometeu o crime de “corrupção passiva”. Ele usou do conhecimento que detinha sobre o local onde Jesus se encontrava; sua condição de apóstolo era garantia de que podia se aproximar do Mestre sem levantar suspeita; recebeu as trinta peças de prata e executou o “ato de ofício”, isto é, entregou Jesus aos soldados, como combinara.

Judas responderia hoje também pelo crime de “formação de quadrilha”. Ele se encontrou secretamente com os “príncipes dos sacerdotes” para acertar preço e condições da traição e guiou-os até o local onde o Senhor se encontrava (Mt 26.14-16, 47-49; At 1.15). 

O Traidor é acusado de mais um delito: o de ladrão. Como tesoureiro, apropriava-se de recursos que lhe eram confiados (Jo 12.6). Pelo visto, não guardara em seu coração as sábias palavras de Jesus, sua doutrina revolucionária, conselhos e exortações. Fazia parte dos Doze, mas era um estranho no ninho. Seu ardente desejo era ser muito rico, possuir muitos bens, certo de que não seria descoberto nem punido.

Trinta moedas de prata mais o que subtraíra da “bolsa” já era um bom começo. De ilicitude em ilicitude, preparou sua própria perdição. “Então, Judas, o que o traíra, vendo que [Jesus] fora condenado, trouxe, arrependido, as trinta moedas de prata aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos, dizendo: Pequei, traindo sangue inocente. Eles, porém, disseram: Que nos importa? Isso é contigo. E ele, atirando para o templo as moedas de prata, retirou-se e foi-se enforcar” (Mt 27.3-5).

Corrupção significa ato ou efeito de subornar, vender e comprar vantagens, desviar recursos, fraudar, furtar em benefício próprio e em prejuízo do Estado ou do bem público. Seja ativa, aquele que compra vantagens, ou passiva, aquele que vende, a corrupção é um ato condenável em todos os aspectos.
Os corruptos desta era seguem semelhante trajetória de ascensão rumo à riqueza e ao poder. Começam com pequenas falcatruas, pequenos atos desonestos. Sabem que precisam de muito dinheiro para constituir uma organização criminosa. São pacientes e persistentes. 

Os passivos, como Judas, vendem suas consciências por muito pouco. São os que estão na base da pirâmide. Outros os de maior grau de influência, em nível mais elevado de poder e autoridade, exigem uma “reciprocidade” maior. Concordam em que cada homem tem seu preço.

O julgamento de Judas estava prescrito de há muito: “Ai daquele homem [disse Jesus] por quem o Filho do Homem é traído. Bom seria para esse homem se não houvera nascido” (Mt 26.24). 


Os vendilhões da pátria, roubadores do dinheiro público já estão julgados. Ainda que falhem a justiça dos homens, a de Deus é infalível, ou seja, “os ladrões não herdarão o reino de Deus” (1 Co 6.10). Não passarão apenas uma temporada na cadeia, nem terão direito a prisão domiciliar. O castigo no lago de fogo e enxofre é por toda a eternidade (Ap 20.10). Alheios a essas advertências, os corruptos não sofrerão “a expectação horrível de juízo e ardor de fogo”, de que fala Hebreus 10. 27. Pouco importa o que lhes acontecerá depois da morte. Mas temem, sofrem e se angustiam diante da expectativa de se abrirem as masmorras das prisões terrenas para recebê-los.

Ante a possibilidade de serem julgados e condenados, os réus se arrependem? Sentem remorso?  Difícil fazermos incursões na alma humana. Uma coisa é certa: “Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo” e receber a condenação divina (Hb 10.31)

Pr. Airton Evangelista da Costa – Fonte: Palavra da Verdade

Por Litrazini

Graça e Paz




Reflexões Evangélicas

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