Pesquisar neste blog:

Mostrando postagens com marcador ministério de Jesus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ministério de Jesus. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

A VIDA E O MINISTÉRIO DE JESUS

Israelitas, ouçam estas palavras: Jesus de Nazaré foi aprovado por Deus diante de vocês por meio de milagres. (Atos 2.22)

Pedro aplicou a profecia de Joel ao Pentecostes. Porém, a melhor maneira de entender o Pentecostes não é através da profecia do Antigo Testamento, mas pelo seu cumprimento no Novo Testamento; não através de Joel, e sim através de Jesus.

Depois de citar a profecia de Joel, Pedro exortou o povo de Israel para que o escutasse, e suas primeiras palavras foram: “Jesus de Nazaré”. Todo evangelismo deveria começar assim.

Nossa responsabilidade principal é levar as pessoas para Jesus. O evangelista sábio é aquele que procura conduzir a conversa para a pessoa e obra de Jesus Cristo.

O apóstolo Paulo afirmou, na introdução de sua Carta aos Romanos, que o evangelho de Deus é o evangelho de seu Filho. Como T. R. Glover escreveu em The Jesus of History [O Jesus da História]: “Jesus continua sendo o coração e a alma do movimento cristão; ele ainda tem o poder de atrair as pessoas”.

Após mencionar o nome (de Jesus), Pedro continuou a contar a história de Jesus, passando agora para a sua vida e ministério, afirmando que ele “foi aprovado por Deus”. Essa expressão é surpreendente.

Não podemos afirmar que Pedro já estivesse declarando que Jesus era uma pessoa divina e humana ao mesmo tempo. Porém, ele podia perceber em Jesus uma natureza humana e outra divina.

Além disso, Pedro enfatizou a aprovação de Deus com relação a Jesus ao juntar três palavras do Novo Testamento — milagres, maravilhas e sinais — para designar os milagres que Deus realizou publicamente através dele.

A primeira palavra, “milagres” (dunameis), indica a sua natureza; eles eram demonstrações do poder de Deus (dunamis).

A segunda palavra, “maravilhas” (terata), indica a sua consequência; todos que testemunharam as “maravilhas” ficaram espantados.

A terceira palavra, “sinais” (semaia), indica o seu propósito; os sinais pretendiam dar significado ou sentido às declarações do Messias.

Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude; o qual andou fazendo bem, e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele. E nós somos testemunhas de todas as coisas que fez, tanto na terra da Judéia como em Jerusalém; ao qual mataram, pendurando-o num madeiro. Atos 10.38-39

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

MINISTÉRIO DE JESUS

O SENHOR JESUS SE OFERECEU A SI MESMO - DE UMA VEZ POR TODAS - COMO NOSSO SACRIFÍCIO.
Com efeito, nos convinha um sumo sacerdote como este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus, que não tem necessidade, como os sumos sacerdotes, de oferecer todos os dias sacrifícios, primeiro, por seus próprios pecados, depois, pelos do povo; porque fez isto uma vez por todas, quando a si mesmo se ofereceu. Hebreus 7:26-27

Em contraste aos sacerdotes do Antigo Testamento, que eram apenas tipos simbólicos do Senhor Jesus, nosso Salvador se entregou a Si mesmo, como nosso substituto para morrer sob a condenação dos nossos pecados. A oferta que Jesus fez, de si mesmo, era perfeita e portanto precisava ser oferecida somente uma vez.
O SENHOR JESUS ANIQUILOU O PECADO POR MEIO DO SEU SACRIFÍCIO
Ora, neste caso, seria necessário que ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao se cumprirem os tempos, se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado. E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo. Hebreus 9:26-27

A ênfase aqui é novamente a finalidade da obra do Salvador. Ele satisfez todas as exigências da lei com respeito aos pecados e suportou a condenação merecida pela totalidade da raça humana. Nada mais há para ser feito. Nas palavras do próprio Senhor "está consumado".

O SENHOR JESUS TIROU NOSSOS PECADOS - UMA VEZ POR TODAS - EM SI MESMO.
Assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação. Hebreus 9:28

O testemunho das escrituras aqui fala da realidade do pecado e da forma como sua força e poder destruidor foram tratados por Deus através da pessoa de Jesus. É importante entendermos que Jesus não estava "representando uma cena de uma peça de teatro" ao morrer na cruz por causa do nosso pecado. Jesus suportou, em Si mesmo, todo o julgamento, separação de Deus, dor, condenação, morte e todo o sofrimento do inferno que o pecado introduziu na vida dos seres humanos. Jesus se ofereceu como nosso substituto - uma vez por todas - para que nós pudéssemos ser livres das conseqüências mencionadas acima - para sempre!

O SENHOR JESUS SANTIFICOU SEU POVO - UMA VEZ POR TODAS - PARA SI MESMO.
Pois, tanto o que santifica como os que são santificados, todos vêm de um só. Por isso, é que ele não se envergonha de lhes chamar irmãos Hebreus 2:11

Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas. Hebreus 10:10

Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados. Hebreus 10:14

A morte sacrificial e substitucionária do Senhor Jesus, faz com que todos que pertencem a Ele, sejam um sacrifício santo a Deus. Cada um de nós precisa se dar conta que não pertencemos a nós mesmos - nós pertencemos a Deus - pela virtude da morte e ressurreição de Jesus. Por este motivo Deus tem assumido toda a responsabilidade por nós e nós precisamos responder a este cuidado de Deus, nos entregando completamente a Deus em obediência, adoração e comunhão.

A obra de Jesus continua nos dias de hoje. Desde os mais altos céus o Senhor continua a conduzir sua obra através da presença permanente do Seu Espírito Santo (o outro consolador prometido pelo Senhor) e da ação da igreja, o corpo de Cristo. Nós precisamos obedecer e servir a Jesus. Ele é digno de receber toda nossa devoção e digno de todos os sacrifícios que tenhamos que fazer para servi-lo.

Por Litrazini


Graça e Paz

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Corrupção no Ministério de Jesus


SE NÃO FOI A MAIOR em valor envolvido e significado, com certeza a corrupção protagonizada por Judas Iscariotes foi a mais divulgada na história da Humanidade. Está na Bíblia, o livro mais lido de todos os tempos. 

Na linguagem jurídica da atualidade, o Traidor cometeu o crime de “corrupção passiva”. Ele usou do conhecimento que detinha sobre o local onde Jesus se encontrava; sua condição de apóstolo era garantia de que podia se aproximar do Mestre sem levantar suspeita; recebeu as trinta peças de prata e executou o “ato de ofício”, isto é, entregou Jesus aos soldados, como combinara.

Judas responderia hoje também pelo crime de “formação de quadrilha”. Ele se encontrou secretamente com os “príncipes dos sacerdotes” para acertar preço e condições da traição e guiou-os até o local onde o Senhor se encontrava (Mt 26.14-16, 47-49; At 1.15). 

O Traidor é acusado de mais um delito: o de ladrão. Como tesoureiro, apropriava-se de recursos que lhe eram confiados (Jo 12.6). Pelo visto, não guardara em seu coração as sábias palavras de Jesus, sua doutrina revolucionária, conselhos e exortações. Fazia parte dos Doze, mas era um estranho no ninho. Seu ardente desejo era ser muito rico, possuir muitos bens, certo de que não seria descoberto nem punido.

Trinta moedas de prata mais o que subtraíra da “bolsa” já era um bom começo. De ilicitude em ilicitude, preparou sua própria perdição. “Então, Judas, o que o traíra, vendo que [Jesus] fora condenado, trouxe, arrependido, as trinta moedas de prata aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos, dizendo: Pequei, traindo sangue inocente. Eles, porém, disseram: Que nos importa? Isso é contigo. E ele, atirando para o templo as moedas de prata, retirou-se e foi-se enforcar” (Mt 27.3-5).

Corrupção significa ato ou efeito de subornar, vender e comprar vantagens, desviar recursos, fraudar, furtar em benefício próprio e em prejuízo do Estado ou do bem público. Seja ativa, aquele que compra vantagens, ou passiva, aquele que vende, a corrupção é um ato condenável em todos os aspectos.
Os corruptos desta era seguem semelhante trajetória de ascensão rumo à riqueza e ao poder. Começam com pequenas falcatruas, pequenos atos desonestos. Sabem que precisam de muito dinheiro para constituir uma organização criminosa. São pacientes e persistentes. 

Os passivos, como Judas, vendem suas consciências por muito pouco. São os que estão na base da pirâmide. Outros os de maior grau de influência, em nível mais elevado de poder e autoridade, exigem uma “reciprocidade” maior. Concordam em que cada homem tem seu preço.

O julgamento de Judas estava prescrito de há muito: “Ai daquele homem [disse Jesus] por quem o Filho do Homem é traído. Bom seria para esse homem se não houvera nascido” (Mt 26.24). 


Os vendilhões da pátria, roubadores do dinheiro público já estão julgados. Ainda que falhem a justiça dos homens, a de Deus é infalível, ou seja, “os ladrões não herdarão o reino de Deus” (1 Co 6.10). Não passarão apenas uma temporada na cadeia, nem terão direito a prisão domiciliar. O castigo no lago de fogo e enxofre é por toda a eternidade (Ap 20.10). Alheios a essas advertências, os corruptos não sofrerão “a expectação horrível de juízo e ardor de fogo”, de que fala Hebreus 10. 27. Pouco importa o que lhes acontecerá depois da morte. Mas temem, sofrem e se angustiam diante da expectativa de se abrirem as masmorras das prisões terrenas para recebê-los.

Ante a possibilidade de serem julgados e condenados, os réus se arrependem? Sentem remorso?  Difícil fazermos incursões na alma humana. Uma coisa é certa: “Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo” e receber a condenação divina (Hb 10.31)

Pr. Airton Evangelista da Costa – Fonte: Palavra da Verdade

Por Litrazini

Graça e Paz




segunda-feira, 16 de abril de 2012

O ministério de Jesus


Jesus em sua missão glorifica o Pai no amor aos seres humanos, na misericórdia, na compaixão que tinha para com todos, de modo preferencial os empobrecidos. Vem a terra, sendo Deus se torna também humano, para salvar a humanidade dos pecados. Como homem sentia tudo o que nós sentimos: dor, angústia, alegria, chorava às vezes, orava. 

Seus ensinamentos através de parábolas, milagres, curas, discursos, enfim, todo seu projeto missionário estava em realizar a vontade de Deus. 

Em seu nome se perseguiu e se assassinou, mas também se evangelizaram continentes inteiros. Séculos de teologias e manipulações não conseguiram apagar as marcas deixadas pelo personagem real e extraordinário de Cristo. 

No capítulo 61 de Isaias é traçado o projeto de vida de Jesus na sua plenitude. Podemos assim reconhecer a missão de Jesus:

Jesus – profeta – anuncia a salvação a todos os homens de boa vontade, com a missão de salvar a humanidade decaída, iniciando aqui o novo Reino.

Jesus – sacerdote – Ele é o sacrifício perfeito, dado em holocausto por toda a humanidade.

Jesus – como rei – Rei dos Reis, Senhor dos Senhores, o líder que conduz a humanidade para Deus. É o Reino de Deus, implantado por Jesus para restaurar a justiça, a verdade e banir a opressão, a mentira, a violência e o ódio. Jesus traz algo totalmente novo até então, porque era vontade de Deus que Ele libertasse, curasse, enfim realizasse o reinado de Deus já e aqui.


Jesus começou a revelar sua missão especial com 30 anos de idade. João Batista, seu primo, preparava o caminho para Ele, pregando o arrependimento dos pecados e batizando os que aceitavam sua mensagem. Jesus foi ter com João Batista para ser batizado. Vemos em João 1: 35-37 – “No dia seguinte João estava outra vez ali, na companhia de dois dos seus discípulos. E vendo passar a Jesus, disse: Eis aqui o Cordeiro de Deus. E os dois discípulos ouviram-no dizer isso e seguiram a Jesus.”

E sem precisar de batismo Jesus foi batizado por João Batista no rio Jordão. Nessa hora aconteceu um milagre: a manifestação divina. Sobre sua cabeça surgiu uma pomba – o Espírito Santo – enquanto se ouvia uma voz: “Tu és meu Filho amado em quem me comprazo”.(Marcos: 1:11). Dessa forma, Jesus provou ser o Messias prometido, o Salvador esperado.

Após o batismo Jesus foi para o deserto onde passou 40 dias e 40 noites, orando e jejuando, sendo sempre tentado por Satanás, que o provocou oferecendo riquezas e duvidando de seus milagres, porém, Jesus com todo o amor que sentia por Deus venceu a tentação e afastou o mal de perto de si, pois Satanás queria desviá-lo de sua missão aqui na terra.

Depois do batismo e do tempo passado no deserto Jesus escolheu Cafarnaum, perto do mar da Galiléia, para o centro de suas atividades. Logo vieram juntarem-se a Jesus os primeiros apóstolos: Simão Pedro, André, Tiago e João. Depois escolheu ainda para ajudá-lo: Bartolomeu, Tiago Menor, Judas Iscariotes, Tadeu, Mateus, Filipe, Simão e Tomé.


Jesus desenvolveu na Galiléia a maior parte de seu Ministério. Mas esteve também na Samaria, em Jerusalém e em outros pontos no norte da Galiléia. Anunciava o Reino de Deus e afirmava ter o poder de perdoar os pecados.

Após passar um tempo em Cafarnaum, dirigiu-se a Jerusalém, para a festa de Páscoa que era realizada todos os anos. Ali pela primeira vez, despertou a ira contra si dos sacerdotes hebreus e, sobretudo fariseus, quando enxotou os vendilhões do templo como vemos em João 2: 13-16: – “E estava próxima a Páscoa dos Judeus, e Jesus subiu a Jerusalém. E achou no templo os que vendiam bois, e ovelhas, e pombos, e os cambiadores assentados. E tendo feito um azorrague de cordéis, lançou todos fora do templo, bem como os bois e ovelhas; e espalhou o dinheiro dos cambiadores, e derribou as mesas. E disse aos que vendiam pombos: Tirai daqui estes e não façais da casa de meu Pai casa de vendas.”

Jesus Cristo demonstrou sua origem divina com muitos milagres e profecias. Ressuscitava mortos, exorcizava demônios e curava enfermos. Para suas necessidades jamais recorreu ao seu infinito poder. Todos os seus milagres acham-se transpassados por profunda comiseração para com os homens. Seu milagre supremo sem dúvida foi sua própria ressurreição dos mortos. Com esse fato subjugou o poder da morte e deu início a nossa ressurreição que ocorrerá quando Jesus voltar.

 

Depois do batismo e do tempo passado no deserto Jesus escolheu Cafarnaum, perto do mar da Galiléia, para o centro de suas atividades. Logo vieram juntarem-se a Jesus os primeiros apóstolos: Simão Pedro, André, Tiago e João. Depois escolheu ainda para ajudá-lo: Bartolomeu, Tiago Menor, Judas Iscariotes, Tadeu, Mateus, Filipe, Simão e Tomé.

A vida pública de Jesus durou cerca de 3 anos. Com seu poder sobre a natureza e seu conhecimento sobre o futuro, sendo que todas as profecias realizadas anteriormente se cumpriram, Cristo comprovou a verdade sobre seus ensinamentos, bem como que é verdadeiramente o Filho Unigênito de Deus.

Jesus combatia especialmente a crueldade e a hipocrisia para com os fracos, não desprezava os pecadores e estava sempre disposto a perdoar e curar os enfermos e ainda morreu de forma cruel para salvar a humanidade do pecado.

Fonte: Gospel Prime

Por Litrazini

Graça e Paz





Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.