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segunda-feira, 9 de dezembro de 2024

A CORRUPÇÃO DA NATUREZA HUMANA

O pecado maculou a personalidade humana de tal maneira, que o homem é mais inclinado a praticar o mal que o bem.

O Senhor Jesus, ao explicar de que forma o homem se torna verdadeiramente impuro, apontou para o coração do homem como a fonte de toda sorte de impureza moral e espiritual

É do coração que vêm os maus pensamentos que levam ao crime, ao adultério e às outras coisas imorais.

São os maus pensamentos que levam também a pessoa a roubar, mentir e caluniar.

São essas coisas que fazem alguém ficar impuro

“Porque do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, fornicação, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias. São estas coisas que contaminam o homem; mas comer sem lavar as mãos, isso não contamina o homem” (Mt 15.19-20).

Semelhantemente, o apóstolo Paulo escrevendo aos Romanos, e desejando mostrar que todos, sem exceção, são naturalmente corrompidos e inclinados ao mal, cita em série várias passagens do Antigo Testamento como prova da depravação total do homem

Não há ninguém justo, ninguém que tenha juízo; não há quem adore a Deus. Todos se desviaram do caminho certo, todos se perderam. Não há mais ninguém que faça o bem, não há ninguém mesmo.

Mentem e enganam sem parar. Mentiras perversas saem de suas línguas, e palavras de morte, como veneno de cobra, saem de seus lábios. As suas bocas estão cheias de terríveis maldições. Eles têm pressa de ferir e de matar. Por onde passam, deixam a destruição e a desgraça. Não conhecem o caminho da paz e não aprenderam a temer a Deus (Rm 3.10-18)

A Bíblia diagnostica de forma exata a situação da raça humana.

Daí a necessidade de sermos gratos por tamanha misericórdia e graça de Deus.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sábado, 26 de setembro de 2015

POR QUE ESTE MUNDO ESTÁ QUEBRADO?

Deus colocou o mundo natural sob uma maldição bem como os horrores físicos dessa maldição – a futilidade, a corrupção, a doença e a morte – se tornariam uma imagem nítida, uma parábola sobre os horrores do mal moral, do pecado. Em outras palavras, o mal natural existe no mundo como um sinal dos horrores do mal moral.

Antes de mostrar o texto na Bíblia, eu quero que você imagine o que estou dizendo, no Jardim do Éden. Adão e Eva, perfeitos, sem pecado; mundo perfeito, nenhuma morte. Tudo é perfeito. Eles comem o fruto proibido, e Deus atinge o mundo com uma maldição no mundo natural.

Agora, em seu pecado Adão não agride Eva. Não há nenhuma violência doméstica no Jardim do Éden. Ele não bateu nela, e Deus não disse: “Você bateu nela, eu estou batendo em você.” Não.

Adão bateu em Deus. E ele não o acertou com o punho, mas com seu coração. Eu não confio mais em você para proporcionar uma vida melhor. Eu acho que eu conheço uma vida melhor. Eu rejeito seu amor. Eu rejeito sua sabedoria. Rejeito você e eu confio em mim e eu vou agir da minha maneira.

Isso foi um golpe no rosto de Deus, que mereceu milhares de anos de miséria física horrível do mundo.

Será que Deus exagerou?


A maioria das pessoas que não têm nenhum senso da majestade e do infinito valor da santidade de Deus diria que foi uma reação exagerada.

Não foi uma reação exagerada. E você pode viver por sua própria inteligência, acreditando que isto era uma reação exagerada, ou você pode passar o resto de sua vida tentando trazer sua alma em sincronia com um Deus majestoso, santo, grande – que um insulto a Deus de proporções infinitas é digno de punição deste mundo. Isso é o que a Bíblia diz que aconteceu.

Lemos em Romanos 8.18-21: “Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada. Porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus. Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou, Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.”

A criação foi submetida à futilidade. Isso é o que nós estamos vendo no Nepal. Isso é o que nós estamos vendo na perda da visão, na perda de audição e câncer. A criação foi submetida à futilidade não por sua vontade. Em outras palavras, a criação não disse: Oh, amaldiçoa-me, Deus. Não é de bom grado, mas por causa daquele que a sujeitou.

Agora isto não se refere a Satanás e nem a Adão, porque a próxima frase diz: “Por causa daquele que a sujeitou, na esperança.” Satanás não submeteu este mundo em esperança.

Adão não submeteu este mundo em esperança. Deus sujeitou, na esperança. E ele continua mantendo isto. “Por causa do que a sujeitou, Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.”

Isto está chegando. E nós dizemos, apresse o dia, oh Deus!

Artigo de John Piper, traduzido pelo Pr. Silvio Dutra.

Por Litrazini


Graça e Paz

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Corrupção no Ministério de Jesus


SE NÃO FOI A MAIOR em valor envolvido e significado, com certeza a corrupção protagonizada por Judas Iscariotes foi a mais divulgada na história da Humanidade. Está na Bíblia, o livro mais lido de todos os tempos. 

Na linguagem jurídica da atualidade, o Traidor cometeu o crime de “corrupção passiva”. Ele usou do conhecimento que detinha sobre o local onde Jesus se encontrava; sua condição de apóstolo era garantia de que podia se aproximar do Mestre sem levantar suspeita; recebeu as trinta peças de prata e executou o “ato de ofício”, isto é, entregou Jesus aos soldados, como combinara.

Judas responderia hoje também pelo crime de “formação de quadrilha”. Ele se encontrou secretamente com os “príncipes dos sacerdotes” para acertar preço e condições da traição e guiou-os até o local onde o Senhor se encontrava (Mt 26.14-16, 47-49; At 1.15). 

O Traidor é acusado de mais um delito: o de ladrão. Como tesoureiro, apropriava-se de recursos que lhe eram confiados (Jo 12.6). Pelo visto, não guardara em seu coração as sábias palavras de Jesus, sua doutrina revolucionária, conselhos e exortações. Fazia parte dos Doze, mas era um estranho no ninho. Seu ardente desejo era ser muito rico, possuir muitos bens, certo de que não seria descoberto nem punido.

Trinta moedas de prata mais o que subtraíra da “bolsa” já era um bom começo. De ilicitude em ilicitude, preparou sua própria perdição. “Então, Judas, o que o traíra, vendo que [Jesus] fora condenado, trouxe, arrependido, as trinta moedas de prata aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos, dizendo: Pequei, traindo sangue inocente. Eles, porém, disseram: Que nos importa? Isso é contigo. E ele, atirando para o templo as moedas de prata, retirou-se e foi-se enforcar” (Mt 27.3-5).

Corrupção significa ato ou efeito de subornar, vender e comprar vantagens, desviar recursos, fraudar, furtar em benefício próprio e em prejuízo do Estado ou do bem público. Seja ativa, aquele que compra vantagens, ou passiva, aquele que vende, a corrupção é um ato condenável em todos os aspectos.
Os corruptos desta era seguem semelhante trajetória de ascensão rumo à riqueza e ao poder. Começam com pequenas falcatruas, pequenos atos desonestos. Sabem que precisam de muito dinheiro para constituir uma organização criminosa. São pacientes e persistentes. 

Os passivos, como Judas, vendem suas consciências por muito pouco. São os que estão na base da pirâmide. Outros os de maior grau de influência, em nível mais elevado de poder e autoridade, exigem uma “reciprocidade” maior. Concordam em que cada homem tem seu preço.

O julgamento de Judas estava prescrito de há muito: “Ai daquele homem [disse Jesus] por quem o Filho do Homem é traído. Bom seria para esse homem se não houvera nascido” (Mt 26.24). 


Os vendilhões da pátria, roubadores do dinheiro público já estão julgados. Ainda que falhem a justiça dos homens, a de Deus é infalível, ou seja, “os ladrões não herdarão o reino de Deus” (1 Co 6.10). Não passarão apenas uma temporada na cadeia, nem terão direito a prisão domiciliar. O castigo no lago de fogo e enxofre é por toda a eternidade (Ap 20.10). Alheios a essas advertências, os corruptos não sofrerão “a expectação horrível de juízo e ardor de fogo”, de que fala Hebreus 10. 27. Pouco importa o que lhes acontecerá depois da morte. Mas temem, sofrem e se angustiam diante da expectativa de se abrirem as masmorras das prisões terrenas para recebê-los.

Ante a possibilidade de serem julgados e condenados, os réus se arrependem? Sentem remorso?  Difícil fazermos incursões na alma humana. Uma coisa é certa: “Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo” e receber a condenação divina (Hb 10.31)

Pr. Airton Evangelista da Costa – Fonte: Palavra da Verdade

Por Litrazini

Graça e Paz




terça-feira, 20 de setembro de 2011

O que sagra e o que estraga


Corromperam-se e cometeram atos detestáveis. (Sl 14.1.) 

Porque negam ou a existência ou a soberania de Deus, os homens “corromperam-se e cometeram atos detestáveis” (Sl 14.1). A denúncia é muito séria. 

O verbo corromper, que é sinônimo de perverter e depravar, tem um significado horrível. É a mesma coisa que tornar podre, estragar, decompor, alterar, viciar. 

Porque se corrompem, cometem atos detestáveis (na Nova Versão Internacional) ou nojentos (na Nova Tradução na Linguagem de Hoje). Ou as tais “práticas repugnantes” de que fala o profeta Ezequiel (Ez 13.47). 

A corrupção é a opção da maioria, desde os tempos de Noé, quando “toda a humanidade havia corrompido a sua conduta” (Gn 6.12). O gênero humano continua a mergulhar na corrupção “como nos dias de Gibeá” (Os 9.9), quando alguns rapazes bissexuais abusaram de uma mulher casada a noite inteira até provocar a morte dela (Jz 19.25). Ou como nos dias de Moisés, quando os israelitas “se afastaram bem depressa do caminho ordenado por Deus” (Dt 9.12) e “trocaram a Glória deles pela imagem de um boi que come capim” (Sl 106.20).

Mas o caminho da corrupção não é a única opção do homem. 

A outra opção é o caminho da santificação, exatamente oposto ao anterior. 

O primeiro é mais fácil por causa da índole do homem caído, por causa da propaganda maciça que dele se faz e por causa da espantosa superioridade numérica de seus partidários. 

O segundo é bem mais difícil pelas razões opostas e porque exige renúncia, aquilo que Jesus chamou de “negar-se a si mesmo” (Lc 9.23). 

Enquanto corromper-se é tornar-se podre, santificar-se é tornar-se santo. São duas coisas bem diferentes. 

Os dois processos começam no mesmo plano. Um caminha para cima e o outro caminha para baixo. 

A santificação vai libertando o pecador do mal cada vez mais e a corrupção vai amarrando-o ao mal cada vez mais. 

O primeiro processo sagra, torna sagrado aquele que antes tinha problemas com o pecado.

O segundo processo estraga, torna estragado aquele que antes se deleitava com o pecado. 

Ninguém é obrigado a se corromper, a não ser pela perda da noção da existência ou da soberania de Deus. 

Ninguém é obrigado a se santificar, a não ser pela certeza da existência e da santidade de Deus. 

Precisamos ter em mente que “Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santidade” (1 Ts 4.7). 

Retirado de Refeições Diárias com Sabor dos Salmos (Editora Ultimato, 2006) 

Por Lidiomar 

Graça e Paz 


Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.