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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

INSONDÁVEL AMOR DE DEUS

Certamente, a Palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus. Aprove a Deus salvar os que creem pela loucura da pregação ICo 1.18 e 21

O primeiro fato que a cruz de Cristo evidencia é a culpabilidade do homem.

Os homens mataram o Santo e Justo, o Messias prometido ao povo judeu, o Salvador do mundo.

Nós também fazemos parte do mundo que deu cabo ao Filho de Deus;

Não somos melhores que os demais; somos igualmente culpados.

Não foi justamente por nossos pecados que Jesus foi para a cruz?

O segundo e maior fato que a cruz manifesta é o insondável amor de Deus.

Se você alguma vez duvidou do amor de Deus, contemple a cruz por algum momento.

Ali verá a Deus entregando a sua justiça (Rm 8.32).

Nossa salvação, assim como sua própria glória, exigia tal sacrifício.

Sem derramamento de sangue, não pode haver perdão de pecados (Hb.9.22).

O terceiro fato que se vê ali é o amor do próprio Jesus.

Ele deu sua vida por homens perdidos.

“Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós” (IJo.3.16).

A cruz é o único caminho da salvação. E está aberto a todos.

Mas somente os que creem são nEle encaminhados.

É até possível aproximar-se bastante da cruz e, contudo, permanecer alheio a este tão grande sacrifício.

Além de reconhecer que Ele foi motivado por nossa própria culpa, é necessário, mediante a fé, acatá-lo para si, aceitar a Jesus como Salvador pessoal.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz


segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

LEVAR A SÉRIO AS PROMESSAS DE JESUS

“Ele foi transpassado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”

É o mesmo que dizer que você tem um amigo que pagou todas as suas dívidas, e, mediante o pagamento dEle, você está isento.

Sua dívida foi integralmente paga.

Você já não deve mais nada e não poderá pagar a mesma dívida duas vezes.

“Pois o Eterno me consagrou, e me enviou com boas novas para os homens miseráveis, para curar os de coração partido, para dizer aos presos que estão livres, e aos algemados que foram soltos.” (Is. 61.1)

Jesus Cristo fez suficiente na cruz.

Jesus pagou e sofreu o suficiente, você e as suas penitências ou oferendas não poderá acrescentar nada aquilo que Ele fez por você.

Tudo isso Ele fez em seu favor para que você não tenha que fazer nada além de CRER SOMENTE.

Enquanto procuramos melhorar nossa salvação mediante as boas obras, as oferendas, o sofrimento, a penitência, ou ao estarmos dando crédito a conversas e fofocas, não estamos crendo no evangelho, não estamos aceitando o seu sacrifício.

Leve a sério as promessas de Jesus, pois Ele levava a sério aquilo que dizia.

Creia que Deus é o que Ele declara ser.

Em vez de dar ouvidos ao que os outros dizem: “...Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.” (Jo. 8.44), Façam o dever de todo cristão.

A ordem que Jesus deixou foi: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.” (Mc 16.15).   

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

sexta-feira, 25 de julho de 2025

A SEMEADURA EXIGE ESFORÇO E SACRIFÍCIO

Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos. (Sl 126.6)

O salmista diz que quem sai andando e chorando enquanto semeia, voltará com júbilo trazendo os seus feixes. Muitas vezes devemos umedecer o solo duro com as nossas próprias lágrimas.

Semear não é coisa fácil: exige preparo, esforço e sacrifício.

Para semear precisamos sair e nos desinstalar do nosso comodismo.

Às vezes, nessa semeadura nós encontramos toda sorte de resistência.

Na parábola do semeador a semente foi atacada pelos seres espirituais, racionais e irracionais. 

O diabo, os homens, as aves, os espinhos e as pedras conspiraram contra a semente.

O diabo rouba, os homens pisam, as aves arrebatam, os espinhos picam e as pedras ferem a semente.

É por isso, que a semeadura, muitas vezes, arranca lágrimas dos nossos olhos. 

Mas, o semeador não desiste por causa do sacrifício da semeadura, ele sai andando e chorando enquanto semeia pela certeza de que a colheita é certa, abundante e feliz.

Hernandes Dias Lopes

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 14 de maio de 2025

A BOA NOTÍCIA DO EVANGELHO DE JESUS

O evangelho de Jesus Cristo é notícia, boas notícias

A melhor e a mais importante notícia que qualquer ser humano poderá ouvir.

Esse evangelho declara que a única maneira de conhecer a Deus em paz, amor e alegria é mediante a morte reconciliadora de Jesus Cristo, o Senhor ressurreto

O evangelho de Jesus Cristo é o único evangelho: não há outro; e mudar sua substância é perverter e realmente destruí-lo.

Ele é tão simples que criancinhas podem entendê-lo e tão profundo que os mais sábios teólogos nunca esgotarão suas riquezas

Compartilhar a alegria e a esperança desse evangelho é um privilégio supremo.

É também uma obrigação imposta, pois a grande comissão de Jesus continua em pé

Jesus pagou na cruz nossa pena em nosso lugar, satisfazendo as demandas de castigo da justiça divina, derramando seu sangue em sacrifício e tornando assim possível a justificação para todo aquele que nele crer

A justificação da parte de Deus daqueles que nele creem é uma transição decisiva aqui e agora, de um estado de condenação e castigo para um estado de aceitação e favor, em virtude da plena obediência de Jesus, que culminou em sua morte voluntária, por ter carregado sobre si os nossos pecados

A salvação em seu sentido pleno é salvação da culpa do pecado no passado, do poder do pecado no presente e da presença do pecado no futuro.

A fé salvadora resulta em santificação, na transformação da vida em conformidade crescente com Cristo, pelo poder do Espírito Santo. Santificação significa arrependimento contínuo

O evangelho é, em primeira instância, o evangelho de Deus.

Deus é seu autor e Ele o revela a nós em sua Palavra e por meio dela.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

segunda-feira, 3 de junho de 2024

TESTEMUNHO DA GRAÇA DE DEUS

Desde o Jardim do Éden até o jardim do paraíso celestial, o sangue do sacrifício é o testemunho constante da graça de Deus.

A história da criação do homem constitui o marco inicial do papel da aliança de sangue no plano divino para a humanidade

“E fez o Senhor Deus a Adão e a sua mulher túnicas de peles e os vestiu” (Gn.3.21).

Ao fazer o aquele sacrifício, Deus cobriu Adão e Eva com o sangue de um animal, no sacrifício final;

Ele cobriu a nós todos com o sangue do seu Filho Unigênito.

Animais inocentes foram sacrificados a fim de que se providenciasse vestimentas de peles como cobertura para Adão e Eva.

Eles tentaram cobrir-se por suas próprias forças ao coserem folhas da figueira, todavia Deus providenciou a cobertura por meio de um sacrifício.

Assim também devemos ser revestidos de Cristo e não com as nossas próprias obras.

A Bíblia diz:“É o sangue que fará expiação em virtude da vida” (Lv. 17.11).

O termo expiação, significa cobrir, este seria o motivo de Deus ter derramado sangue para vesti-los.

Quando Adão e Eva pecaram, perderam a comunhão íntima que gozavam com Deus.

Mas através da aliança de sangue, Deus declarava que os pecados deles tinham sido expiados.

E um dia, pelo sangue, voltariam a ter comunhão e gozo espiritual

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 20 de março de 2024

TRANSFORMAÇÃO DO CORRUPTÍVEL

"Não sabeis vós que o vosso corpo é templo do Espírito Santo?" (1Co 6:19)

Tem muita gente contaminando o seu corpo, que é templo do Espírito Santo com muitas coisas deste mundo que contaminam a alma e o espírito, por não entender que Deus quer o nosso corpo purificado para uma transformação do corruptível.

"Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade. E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória."(1Co 15:53,54)

"Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma...” (1 Co 6:12 a 20)

Existe muita gente que pensa que Deus não requer o nosso corpo em sacrifício vivo e santo.

"ROGO-VOS, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional." (Rm 12:1)

Sacrifício significa se abster das grandes renúncias que levam a destruição desta vida, que só contamina o templo do Espírito Santo.

Sabe como nosso corpo é comparado?

Como uma veste! Templo de Deus, santuário de Deus onde Ele faz morada, edifício de Deus, casa espiritual, tabernáculo de Deus, comparado com uma árvore espiritual e templo do Espírito Santo.

Deus bate na porta de um coração para entrar e pede licença, mas o diabo é invasor e não pede licença, porque Deus respeita o livre arbítrio para que Ele possa entrar.

É por isso que Ele diz "Bem-aventurados os que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 6 de dezembro de 2023

SACRIFÍCIO PERMANENTE

Uma das mais importantes aspersões de sangue era feita pelo sumo sacerdote.

Uma vez por ano ele entrava no Santo dos Santos para fazer expiação, que significa "reconciliação."

Este procedimento pretendia limpar os pecados do povo, e assim eles podiam ser reconciliados e ter comunhão outra vez com o Pai celestial.

"Tomará o sangue do novilho e, com o dedo, o aspergirá sobre a frente do propiciatório; e diante do propiciatório, aspergirá sete vezes do sangue, com o dedo." (Lv.16:14)

Quando o sangue era aspergido no assento de Deus, se consumava a remissão de todos os pecados, e eram cobertos todos os pecados do passado.

Quando o sumo sacerdote saía, o povo sabia que Deus havia aceito o sacrifício, e que seus pecados haviam sido perdoados

Jesus levou Seu próprio sangue para o verdadeiro propiciatório, à presença de Deus, o Santo dos Santos;

Ofertou-o para a remissão de todos os pecados, de todos os cristãos em todos os tempos. Esta foi a aspersão final!

A respeito deste ato as escrituras dizem: "Não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção." (Hb.9:12).

A aliança com Moisés, através de sacrifícios de animais, trazia alívio temporário e tinha de ser repetidos anualmente, entretanto, o derramamento do sangue de Jesus forneceu um sacrifício permanente.

Ao aplicar o seu sangue no altar divino, Jesus obteve redenção dos pecados a todos que o recebem através da nova e última aliança

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

sábado, 11 de março de 2023

SACRIFÍCIOS DE LOUVOR

“Não se esqueçam de fazer o bem e de repartir com os outros o que vocês têm, pois de tais sacrifícios Deus se agrada”. (Hb 13.16)

Oferecer sacrifício de louvor é fazer o bem.

Fazer o bem é uma expressão paralela a “andar na luz” e “andar nas boas obras”.

O apóstolo Paulo diz que os que estão nas trevas “andam conforme o curso do mundo, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos, e portanto estão escravizados pelo espírito que opera nos filhos da desobediência” (Ef 2.1-3).

Mas aqueles que confessam o nome de Jesus Cristo, são novas criaturas, isto é, “Criação de Deus realizada em Cristo Jesus para [fazerem] boas obras, as quais Deus preparou de antemão para que [praticassem]” (Ef 2.10).

Andar nas boas obras, praticar boas obras, fazer o bem, equivale a viver segundo a vontade de Deus em termos abrangentes, e não apenas fazendo caridade.

Na primeira aliança, em Moisés, adorar era sacrificar. 

Na nova aliança, em Jesus Cristo, adorar é viver integralmente para Deus. 

A adoração autêntica, legítima, verdadeira exige “oferecer a vida a Deus, como sacrifício vivo, santo e agradável” (Rm 12.1).

“Quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus” (1Co 10.31).

Para que “Tudo o que fizerem, seja em palavra ou em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus, dando por meio dele graças a Deus Pai” (Colos 3.17).

A experiência religiosa cristã implica a superação da religião compreendida em termos de ritos e rituais

Viver para Deus envolve tudo o que fazemos, todo dia, toda hora, em todo lugar. 

Oferecer a Deus sacrifício de louvor é viver sob a constante oração

 Autoria: Ed René Kivitz

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

OLHANDO PARA A CRUZ DE JESUS

Olhe para a cruz de Jesus, e medite no seu sacrifício. Veja como o sofrimento dele parece com o seu:

Foi rejeitado – “Veio para os que eram seus, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome” (Jo. 1.11-12).

Humilhado e envergonhado – Cuspiram no seu rosto, debocharam dele, foi crucificado sem suas vestes;

Comparado – É filho de Belzebu, é comilão, bebedor de vinho, amigo de prostitutas, companheiro dos párias da sociedade;

Injustiçado – Aquele que só fez o bem, foi julgado e condenado sem motivos;

Sofreu crueldades e brutalidades – Carregou uma pesada cruz, foi chicoteado, esbofeteado, ferido com uma lança, foi cravejado com pregos;

Traído -  Por aquele a quem escolheu e confiou como tesoureiro;

Abandonado -  Pelos amigos: “Nem um momento podeis velar comigo”? Pelo Pai: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparastes?”

Enfrentou e disse o que sentia -  “O Filho do homem será entregue nas mãos dos pecadores. Minha alma está angustiada até à morte: Pai, se possível, passa de mim este cálice”;

Perdoou – Liberou o perdão no momento mais difícil do seu ministério, no alto da cruz, no auge da dor e do sofrimento, quando sentiu-se desamparado e abandonado: “Pai perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.”

Conhecendo o amor de Jesus, liberar o perdão, como Cristo o perdoou (Ef. 4.32)

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

terça-feira, 10 de agosto de 2021

SACRIFÍCIO SUFICIENTE

"Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, bem como os malfeitores, um à direita, outro à esquerda. Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dele, lançaram sortes. O povo estava ali e a tudo observava. Também as autoridades zombavam e diziam: Salvou os outros; a si mesmo se salve, se é, de fato, o Cristo de Deus, o escolhido" (Lc 23.33-35).

Realmente Ele é o Cristo (o ungido de Deus) e o escolhido de Deus. Oitocentos anos antes da Sua vinda, Ele já foi legitimado por Deus: "Eis aqui o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem a minha alma se compraz: pus sobre ele o meu Espírito, e ele promulgará o direito para os gentios" (Is 42.1).

Quando ficamos olhando para o monte do Calvário, uma coisa se torna bem clara: esse Ungido e Escolhido já havia sido predestinado desde a eternidade a levar a própria cruz para a execução no Gólgota como se fosse o maior criminoso.

Pensem no que deve ter custado esse caminho de sacrifício a Jesus e ao Pai!

Não conseguimos avaliá-lo, apenas podemos adorá-lO por isso.

Ele, o puro Filho de Deus, foi entregue nas mãos dos pecadores e ímpios para ser barbaramente executado.

Por quê? O malfeitor arrependido que foi pendurado em uma cruz ao lado de Jesus teve de nos servir de exemplo e confessou na hora da sua morte: "Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez" (Lc 23.41).

"Porque Cristo... morreu a seu tempo pelos ímpios" (Rm 5.6).

"Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados", já disse Isaías (cap. 53.5).

Essas pisaduras são a prova de Seu sacrifício absolutamente suficiente e de Seu amor salvador insondável.

Por Litrazini

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Graça e Paz

terça-feira, 6 de julho de 2021

JESUS ESTAVA DISPOSTO AO SACRIFÍCIO

"Eis que subimos para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas. Eles o condenarão à morte. E o entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado; mas, ao terceiro dia, ressurgirá" (Mt 20.18-19).

Nessa única frase Jesus predisse de maneira compacta todos os acontecimentos da Paixão e da Páscoa. Através da Sua concordância com a vontade de Deus em seu aspecto mais central, Ele mesmo tornou-se o centro da vontade divina.

A salvação da humanidade tem seu fundamento na concordância de Jesus em caminhar em direção ao Calvário. Para Ele e o Pai não havia outro caminho para a salvação de pecadores ímpios.

Foi a vontade de Deus que Seu Filho bebesse até a última gota o amargo cálice do sofrimento, suportasse o maior escárnio e as mais profundas dores físicas e emocionais.

E Jesus concordou com esse caminho, dizendo "Sim, Pai!" Somente esse caminho levava à nossa salvação e à Sua maior glória e plenitude de poder.

Por mais profundamente que uma pessoa tenha caído, se pedir perdão pelos seus pecados, recebê-lo-á. Jesus não oferece uma graça barata, sem valor, porque conquistou com Seu sangue.

E qual foi a resposta que Deus, o Pai, deu a Seu Filho quando este orou: "...todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres"?

Nenhuma! Deus se calou nessa hora. Não houve mais resposta.

Essa foi a provação mais forte pela qual Jesus teve de passar: não receber mais resposta de Deus quando mais precisava dela. Jesus poderia ter desesperado nessa hora; Ele, que sempre foi um com o Pai, que podia dizer: "eu sabia que sempre me ouves" (Jo 11.42).

Deus se calou, e o Filho seguiu pelo caminho do sacrifício mesmo quando a comunicação com o Pai foi interrompida.

Não podemos avaliar o significado mais profundo desse fato. Uma missão assim tão difícil só podia ser confiada ao Filho amado de Deus.

E Ele seguiu esse caminho por amor a você e a mim.

Só dessa maneira Deus pôde salvar as pessoas da impiedade delas. Nessa hora, nossa salvação estava em jogo.

Transcrito por Litrazini

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Graça e Paz

quinta-feira, 10 de junho de 2021

A CRUZ COMO SÍMBOLO DO SACRIFÍCIO

Hoje em dia usa-se com orgulho uma cruzinha delicada, se possível de ouro, como enfeite e adorno pendurado no pescoço. Quem o faz, poderia usá-la com alegria, se debaixo da cruzinha batesse um coração em que Jesus habita.

Em certos lugares, cruzes artisticamente moldadas são usadas como decoração. Mas, quem lembra atualmente que esse símbolo foi instrumento de tortura e execução?

Só os piores criminosos condenados à morte eram dependurados ou pregados em uma cruz, como alerta e sinal de sua rejeição. Ela também lembra a crueldade humana.

Poucos dos que usam cruzes como adorno se lembram do pavor desse tipo de pena de morte. Deus diz em Dt 21.23: "O seu cadáver não permanecerá no madeiro durante a noite, mas, certamente, o enterrarás no mesmo dia; porquanto o que for pendurado no madeiro é maldito de Deus; assim, não contaminarás a terra que o Senhor, teu Deus, te dá em herança."

Gálatas 3.13 repete: "Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro." A cruz é símbolo de maldição.

Mas devemos observar todo o texto de Gálatas 3.13, pois a cruz é também símbolo de salvação: "Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro)."

Assim fomos libertos da maldição. Em 1 Pedro 2.24 lemos o mesmo com as seguintes palavras: "Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados."

Mas Ele não o fez apenas simbolicamente, Ele o fez de maneira real. Ele o fez por todas as pessoas, para que ninguém tivesse de se perder, a não ser quem rejeitar essa oferta.

Jesus teve de fazer esse sacrifício porque todos os incontáveis sacrifícios de animais na Antiga Aliança não podiam tirar os pecados, mas apenas cobri-los.

Já que a expiação de nossa culpa exigiu um preço tão elevado, nunca conseguiremos levar o pecado suficientemente a sério, realmente temos de odiá-lo e evitá-lo!

Jesus, com Seu sacrifício no madeiro maldito, cumpriu o que havia prometido: "Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas" (Jo 10.11).

Extraído da revista chamada da meia noite de abril de 2000

Por Litrazini

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Graça e Paz

quarta-feira, 17 de março de 2021

A ALIANÇA DA SALVAÇÃO

 A raça humana tem uma necessidade desesperadora da salvação. O inimigo do qual temos de ser salvos é nada mais do que nós mesmos.

Toda a humanidade caiu em pecado com nosso primeiro ancestral, Adão (Gn. 2:16-17; 3:1-24; Rm. 5:12-21; 1 Co. 15:22).

O resultado é que somos todos pecadores, escravizados pelo pecado; nenhum de nós é verdadeiramente bom (Rm. 3:9-23; 7:14-15, 18). Por isso, estamos espiritualmente mortos e merecemos nada menos do que a justa ira de Deus (Rm. 6:23; Ef. 2:1-3).

Isso porque o padrão pelo qual somos julgados é nada menos do que a santidade e o caráter perfeitos de Deus (Lv. 19:2).

Essa verdade se aplica a nós tanto individualmente quanto coletivamente. As instituições humanas, sejam elas famílias, escolas, empresas, religiões, nações, governos, sociedades, civilizações, culturas – todas elas, em sua essência, estão corrompidas pelo pecado e estão sob o julgamento de Deus.

Em tal condição, não há nada que possamos contribuir para a nossa salvação. Escravos não podem se libertar; mortos não podem ressuscitar a si mesmos.

Não é que estejamos dispostos a agir corretamente, e agradar e Deus, mas somos impedidos; ao contrário, não estamos nem mesmo dispostos a agradar a Deus (Rm. 8:6-8).

A escuridão em nossas mentes é auto imposta (Rm. 1:21-22; Ef. 4:17-19).

A tentativa de sermos bons pelos nossos próprios esforços, buscando nossa própria justificação, não é a solução (Rm. 9:30-10:3).

Os nossos melhores esforços são totalmente insuficientes (Is. 64:6). Nossos corações são tão enganosos e desesperadamente corruptos que constantemente subestimamos o poder do pecado (Jr. 17:9).

Em meio a essa situação desesperadora, Deus agiu decisivamente para a nossa salvação. Para o nosso entendimento dos atos redentores de Deus e sua importância, somos completamente dependentes da revelação das Escrituras.

Começando com Abraão, Deus tem chamado um povo a si com o qual ele estabeleceu sua aliança e para o qual ele ofereceu salvação individual e coletiva (Gn. 12:1-3; 17:1-21; Ex. 19:5-6).

O sistema cerimonial e sacrificial da aliança que Deus fez com Israel foi figura e sombra da morte sacrificial de Jesus na cruz pelos nossos pecados; tal sistema, portanto, foi posto de lado porque foi cumprido em Jesus Cristo (Hb. 7:11-10:18).

Na nova aliança, as exigências morais da lei do Antigo Testamento são cumpridas pela obediência de Cristo e os cristãos assim recebem o poder do Espírito de Cristo para que obedeçam tais padrões em seus corações, e não somente de maneira externa (Rm. 5:19-21; 8:1-11; 13:8-10; Hb. 5:8-9; 1 Jo. 3:4-10).

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

A PENALIDADE DO PECADO

O grande sacrifício de Jesus não só se tornou a expiação dos pecados do homem, mas também tornou se a vitória que derrotaria a morte, a qual de qualquer outra forma teria sido o destino inevitável de todos os homens que nascem sob a maldição do pecado.

O pecado carrega a sua própria penalidade inevitável, e essa penalidade é a morte.

O nosso Criador é justo e correto e por isso exigiu que a penalidade pelo pecado fosse paga.

Porque Deus é amoroso e misericordioso, assim como justo, Ele enviou o Seu Filho unigênito para pagar a pena pelos nossos pecados, sabendo que senão estaríamos condenados por toda a eternidade (João 3:16).

O amor e a misericórdia de Deus são grandemente demonstrados pelas palavras de Jesus ainda pendurado na cruz, perto de morrer, quando pediu que Deus perdoasse aqueles que estavam matando-o em sua ignorância (Lucas 23:34).

É fácil supor que a falta de vontade do homem de se render totalmente em obediência à Palavra de Deus e a lei seja resultado de sua falta de conhecimento e sabedoria.

A ironia dessa conclusão é que a fatalidade produzida para Jesus na cruz se torna a fatalidade espiritual para aqueles incapazes de superar a mesma ignorância que ainda assola grande parte da humanidade hoje.

O homem pecador que se recusa a aceitar o dom da salvação fornecido por Jesus pelo Seu sacrifício é certamente o produto da ignorância rebelde e pecado que separam um homem da sabedoria de Deus.

Por Litrazini

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Graça e Paz 

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

O QUE SIGNIFICA SACRIFÍCIO

 Comunhão de quem faz o sacrifício com Deus.  – Homenagem, gratidão e expiação.

Percebemos isso já nos sacrifícios oferecidos por Caim e Abel. O sacrifício sincero agrada a Deus, o sacrifício insincero é rejeitado por Ele. "Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não desprezarás, ó Deus" (Sl 51.17).

"Porém Samuel disse: Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros" (1 Sm 15.22).

Jesus honrou a Deus com obediência, e com Sua vida ofereceu um sacrifício perfeito: "muito mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, a si mesmo se ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo!" (Hb 9.14).

O primeiro Adão trouxe o pecado e a perdição ao mundo. O último Adão nos trouxe, com Sua morte, a libertação do poder do pecado e da morte. Ele o sabia, e por isso morreu com as palavras vitoriosas "Está consumado!" em Seus lábios.

Assim Ele fez tudo o que Deus exigia e pagou o preço pelos nossos pecados. O véu rasgado no templo abre o acesso ao Santo dos Santos, ao coração do Pai. Pela vitória alcançada no Calvário, nem a morte conseguiu retê-lO.

Só aceitando e recebendo pessoalmente o sacrifício perfeito do Calvário é possível viver uma vida cristã de alegria e vitória na fé.

Jesus Cristo, o início e o fim, é e continua sendo o centro de nossa salvação, pois Ele continuamente intercede por nós, e por Ele recebemos propiciação pelos nossos pecados: "Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas" (Hb 10.10).

Todos os que buscam refúgio no sacrifício perfeito de Jesus tornam-se justos pelo Seu sangue e passam a fazer parte de Seu Reino.

Nessa posição devemos permanecer, mas também avançar na santificação! O apóstolo Paulo nos exorta com muita insistência: "Por isso, celebremos a festa (da Páscoa) não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia, e sim com os asmos da sinceridade e da verdade" (1 Co 5.8).

Extraído da revista chamada da meia noite de abril de 2000

Por Litrazini

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Graça e Paz

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

A ESCOLHA


Por conta do sacrifício de Jesus cristo na cruz do Calvário, temos liberdade para fazer escolhas; Devemos mesmo que contrariando nossos desejos e natureza escolher...

ESCOLHER O AMOR...
O amor é a base de todo relacionamento perfeito no céu e na terra. Ninguém pode viver sem amor, pois sem amor se morre física e emocionalmente. Porque Deus é amor e manifestou isso ao enviar Seu Filho unigênito para que vivamos por Ele, Jesus Cristo trouxe esse amor ao mundo. Ele não só falava de amor, mas agia em concordância.“Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor” (1João 4.7-8)

ESCOLHER A ALEGRIA...
Todos querem experimentar a felicidade e alegria. Muitas pessoas gastam bastante dinheiro para obter o que no final se revela apenas um delírio passageiro e superficial. Outros são mais reservados. Passam pela vida e jamais conseguem saber o que é uma vida de contentamento.

A fonte de alegria é o Senhor, pois mesmo durante as mais duras provações, podemos experimentar a alegria. Temos o Espírito de Jesus, o Óleo da alegria: “Amaste a justiça e odiaste a iniqüidade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria, mais do que a teus companheiros” Sl. 45.7.
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ESCOLHER A PAZ...
É o desejo mais profundo do ser humano. A paz de Deus em nossas vidas é precedida pela paz com Deus, que é muito mais do que ausência de conflitos internos ou externos, visto que a paz do Espírito Santo não depende de circunstâncias felizes por ser um estado de alma: “Tenho-vos dito estas coisas, para que em mim tenhais paz. No mundo tereis tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”-Jo.16.33

A paz divina está ao alcance de todo o que crê, pois tem sua fonte em Deus, o qual sabe perfeitamente o que nos convém e faz com que todas as coisas cooperem para o bem dos que O amam.

ESCOLHER A LONGANIMIDADE...
Porque é necessário ter tolerância que suporta as injúrias e as ações malignas do outro sem permitir-se a ira ou a ânsia de vingança, é paciência com amor. Na verdade, é a capacidade de resistência às controvérsias, tão difícil mas necessária.

ESCOLHER A BENIGNIDADE ...
Atos de bondade, na intenção de Deus, atos praticados sem se exigir (ou mesmo querer) lucro, recompensa ou retorno. Mais uma vez se faz necessário lembrar que SEM o Espírito de Deus ninguém consegue praticar essa bondade, não faz parte da essência do ser humano.

ESCOLHER A BONDADE...
As pessoas boas exercem uma influência silenciosa comparadas ao sal. Ser “Sal” é ser diferente do mundo nas atitudes essenciais de coração e mente. O cristão é comparado à luz que é manifesta, enquanto o sal fica escondido. As pessoas devem ver as nossas boas obras, pois a bondade cristã é ativa. O Salmo 23:6 nos diz que certamente a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida.
  
ESCOLHER A FIDELIDADE...
O Espírito Santo molda a fidelidade em nosso caráter e nos faz fiéis em tudo. “Sendo o discípulo fiel no pouco, também o será no muito e sobre o muito será colocado”: Mt.25.21. Ele nos leva a ser fiéis ao Senhor, ao próximo e a nós mesmos, não abrindo mão dos valores espirituais da Palavra de Deus. Em Ap. 2:10: Os que permanecerem Fiéis até a morte, receberão a Coroa da Vida

ESCOLHER A MANSIDÃO...
Onde os nossos próprios conflitos emocionais e nossas frustrações pessoais estão sob controle.O orgulho vem quando olhamos para nós mesmos, a mansidão vem quando olhamos para Deus. Manso é a pessoa capaz de perder uma discussão, sem se exasperar; capaz de discutir um assunto, sem perder a calma; capaz de ser livre do espírito de vingança, mesmo diante da provocação.

ESCOLHER O DOMÍNIO PRÓPRIO...
Devemos buscar no Espírito Santo forças para nos controlar, auto controle no agir, no falar e alimentar de palavras que edificam e não destroem; o fortalecimento interno e disciplina, que não podem ser conquistados mediante exercício e treinamento, mas pelo agir do Espírito Santo.  Devemos buscar o controle do corpo e mente, “Na nossa carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em cada um de nós; não, porém, o efetuá-lo, porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço”- Rm.7.18-19.

Se formos bem sucedidos nessas escolhas, louvaremos a Deus. Se falharmos, buscaremos sua graça. E então, ao anoitecer, colocaremos nossas cabeças sobre os travesseiros e descansaremos.

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 11 de junho de 2019

CREIA E CONFIE


Os cegos vêem, e os coxos andam; os leprosos são limpos, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e aos pobres é anunciado o evangelho. Mateus 11.5

O Evangelho é a boa nova daquilo que Jesus fez em seu favor na Cruz. Ele suportou o castigo dos SEUS pecados. Porque?  
Para você não precisar ser castigado.

O grande capítulo da Redenção, Isaías 53.5 diz: “Ele foi transpassado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”

É o mesmo que dizer que você tem um amigo que pagou todas as suas dívidas, e, mediante o pagamento dele, você está isento. Sua dívida foi integralmente paga. Você já não deve mais nada e não poderá pagar a mesma dívida duas vezes. 

”Pois o Eterno me consagrou, e me enviou com boas novas para os homens miseráveis, para curar os de coração partido, para dizer aos presos que estão livres, e aos algemados que foram soltos.” (Is. 61.1)
CONFIE em Jesus Cristo. CONFIE que Ele fez suficiente na cruz. CONFIE no sacrifício dEle. O seu não ajudará em nada.

Jesus pagou e sofreu o suficiente, você e as suas penitências ou oferendas não poderão acrescentar nada aquilo que ele fez por você.

Tudo isso Ele fez em seu favor para que você não tenha que fazer nada além de CRER SOMENTE.

Enquanto procuramos melhorar nossa salvação mediante as boas obras, as oferendas, o sofrimento, a penitência, ou ao dar crédito a conversas e fofocas, não estamos crendo no evangelho, não estamos aceitando o seu sacrifício – não estamos confiando em Cristo.

Por isso leve a sério suas promessas, pois Jesus levava a sério aquilo que dizia.

Creia que Deus é o que ele declara ser. Você é aquilo que ele (sua palavra) diz que você é. 

Deus fará aquilo que ele diz que fará.

Você pode fazer aquilo que Ele diz que você pode fazer.

Deus possui aquilo que Ele diz que você possui.

Em vez de dar ouvidos ao que os outros dizem: “...Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.” (Jo. 8.44),  faça o dever de todo cristão. A ordem que Jesus deixou foi: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.” (Marcos 16.15).  

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.