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quinta-feira, 3 de julho de 2025

A FÉ QUE FAZ SENTIDO

Os fatos históricos demonstram que os relatos e os ensinos bíblicos são de origem divina.

A Bíblia contém uma revelação divina.

Não se trata de uma fé cega, calcada no subjetivismo.

Trata-se de uma fé objetiva que pode ser analisada e explicada.

A pessoa que abraça o cristianismo não precisa aposentar a cabeça.

Ela deve continuar pensando e exercendo o seu senso crítico.

A fé cristã, embora transcenda a razão, não é irracional. Ela faz sentido.

Existem aqueles que afirmam não crer na Bíblia por que ela foi escrita por homens.

A Bíblia foi de fato escrita por homens, e o próprio apóstolo Pedro não negou isso ao escrever:

"Antes de mais nada, saibam que nenhuma profecia da Escritura provém de interpretação pessoal, pois jamais a profecia teve origem na vontade humana, mas homens falaram da parte de Deus, impelidos pelo Espírito Santo" (2Pedro 1.20,21).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 11 de fevereiro de 2024

ORIGEM DA SOLIDÃO

A solidão é o resultado, a consequência da excessiva preocupação da pessoa consigo mesma.

É uma ironia, um sarcasmo, um paradoxo da existência humana: quanto mais nos preocupamos conosco mesmo, mais infelizes seremos.

O resultado de tudo isto é que temos uma sociedade enferma, deprimida, e... solitária.

Buscando desesperadamente essa alguma coisa chamada "felicidade" na satisfação de seus próprios caprichos e desejos, na realização de seus sonhos...

Existe uma coisa chamada "lei da semeadura, que está ao longo de toda Bíblia.

Só as coisas ruins e tristes são colhidas sem que haja semeadura, porque a erva má não precisa ser plantada, e cresce em qualquer lugar...

O que é bom precisa ser plantado, cuidado, regado para que possamos colher. O que é ruim, a gente colhe sem plantar...

É o caso da solidão. Se você não fizer nada contra ela, ela vem e se instala dentro de você.

Precisa lutar contra isto. E não basta ter muitos companheiros de farra e festas para que a gente deixe de ser solitário. 

Solitárias são aquelas pessoas que não conseguem se dar e nem se doar. Tudo que fazem, o fazem para si mesmas.

Somente fazem o que lhe dará um retorno, uma volta, um troco (Mt.6).

É uma receita infalível para ser acometido pela solidão.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 9 de março de 2022

MANIFESTAÇÕES DO ESPÍRITO SANTO

O QUE SÃO DONS ESPIRITUAIS?

É a manifestação do Espírito Santo dentro de nós, nos capacitando com poder de Deus para realizar uma tarefa segundo a sua vontade.

É uma coisa que acontece entre o seu espírito e o Espírito de Deus e se expressa através da alma e do corpo.

Dons espirituais são literalmente “dons da graça”. Uma parcela da graça que recebemos de Deus veio na forma desses dons e devemos gerenciá-los sabiamente, ou agir como administradores dessa graça.

Nossas dádivas divinas, ou dons espirituais, não nos são dadas para que as retenhamos conosco. São nossas para que as usemos no sentido de promover o reino de Deus no mundo presente.

ORIGEM DOS DONS ESPIRITUAIS: Os dons espirituais são concedidos pelo Espírito Santo de Deus, É ele quem decide quem recebe os dons e, os distribui como quer.

Aquele que não conhece os seus dons, não é porque Deus não lhe deu dons; é simplesmente porque ainda não os descobriu; Em 1Co.12.4,7 lemos: “Ora, os dons são diversos... mas a manifestação do Espírito é concedida a cada um, visando a um fim proveitoso”

O PROPÓSITO DOS DONS: Paulo diz em Ef. 4.12, que o propósito dos dons espirituais é: “O aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo”.

Se não executarmos nossa tarefa, seremos repreendidos diante do trono de Deus: “Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo para que cada um receba segundo o bem ou mal que tiver feito por meio do corpo” 2.Co.5.10.

Os dons espirituais são concedidos pelo Espírito gratuitamente a todo membro do corpo de Cristo e para a edificação da igreja: “Servindo uns aos outros conforme o dom que cada um recebeu...” IPe 4.10,11.

Os dons espirituais não são dados apenas para a edificação de cada membro individualmente, mais para o bem de todos.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 28 de março de 2019

A ORIGEM E O PROPÓSITO DO JEJUM


Original do Hebraico ( Y (Tsom), no Grego? (Nesteía), ambos com o significado de Jejum como um rito cultual entre as reuniões religiosas. É um verbo no particípio, presente, ativa, nominativo, masculino, Segunda pessoa singular.

Jejum segundo Aurélio é a abstinência, total ou parcial, de alimentação ou bebidas em determinados dias, por penitência ou prescrição religiosa ou médica. Quando diz abster-se é o mesmo que conter-se, refrear-se, privar-se (de alimento como; açúcar, carne, óleo entre outros, de bebida; alcoólicas, refrigerantes etc.).

Tem sido praticado pela humanidade em praticamente todas as épocas, nações, culturas e religiões.

Pode ser com finalidade espiritual ou até mesmo medicinal, visto que o jejum traz tremendos benefícios físicos com a desintoxicação que produz no corpo. Mas nosso enfoque é o jejum bíblico.

Sem dúvida, é uma arma poderosa para o cristão.

Não há regras fixas na Bíblia sobre quando jejuar ou qual tipo de jejum praticar, isto é algo pessoal.

O PROPÓSITO DO JEJUM

Kenneth Hagin afirma que: "O jejum não muda a Deus. Ele é o mesmo antes, durante e depois de seu jejum. Mas, jejuar mudará você.Vai lhe ajudar a manter-se mais suscetível ao Espírito de Deus".

O jejum não tornará Deus mais bondoso ou misericordioso para conosco, ele está ligado diretamente a nós, à nossa necessidade de romper com as barreiras e limitações da carne.

O jejum deixará nosso espírito atento, pois mortifica a carne e aflige nossa alma.

Jesus deixou-nos um ensino precioso acerca disto quando falava sobre o jejum:"Ninguém põe vinho novo em odres velhos; do contrário, o vinho romperá os odres; e tanto se perde o vinho como os odres. Mas põe-se vinho novo em odres novos." (Mc.2:22). O odre era um recipiente feito com pele de animais, que era devidamente preparada mas, com o passar do tempo envelhecia e ressecava. O vinho era o suco extraído da uva que fermentava naturalmente dentro do odre. Portanto, quando se fazia o vinho novo, era sábio colocá-lo num recipiente de pele (o odre) que não arrebentasse na hora em que o vinho começasse a fermentar, e o melhor recipiente era o odre novo.

Com essa ilustração Jesus estava ensinado que o vinho novo que Ele traria (o Espírito Santo) deveria ser colocado em odres novos, e o odre (ou recipiente do vinho) é nosso corpo. A Bíblia está dizendo com isto que o jejum tem o poder de "renovar" nosso corpo.

A Escritura ensina que a carne milita contra o espírito, e a melhor maneira de receber o vinho, o Espírito, é dentro de um processo de mortificação da carne.

Alguns acham que o jejum é uma "varinha de condão" que resolve as coisas por si mesmo, mas não podemos ter o enfoque errado.

Vai lhe ajudar a manter-se mais suscetível ao Espírito de Deus".

A resposta às orações flui melhor quando jejuamos porque através desta prática estamos liberando nosso espírito na disputada batalha contra a carne, e por isso algumas coisas acontecem.

Quando Jesus disse aos discípulos que não puderam expulsar um demônio por falta de jejum (Mt.17:21), ele não limitou o problema somente a isto mas falou sobre a falta de fé (Mt.17:19,20) como um fator decisivo no fracasso daquela tentativa de libertação.

O jejum ajuda a liberar a fé!

O que nos dá vitória sobre o inimigo é o que Cristo fez na cruz e a autoridade de seu nome.

O jejum em si não me faz vencer, mas libera a fé para o combate e nos fortalece, fazendo-nos mais conscientes da autoridade que nos foi delegada.

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

domingo, 17 de junho de 2018

ORIGEM DA IDOLATRIA


Nem a Bíblia, nem a história informam ao certo quando teve início a idolatria. Porém, através das escrituras, conclui-se que ela teve origem no pecado de Adão e Eva. A geração de Enos (filho de Sete, filho de Adão), começou a invocar o nome do Senhor, isto é, a cultuar o Deus verdadeiro, os demais corrompidos pela violência e imoralidade, certamente, criaram para si deuses (ídolos) à semelhança de homens e de animais, para adorá-los. Os israelitas caíram repetidamente nessa última prática. Em Êxodo 32 - Criação do Bezerro de Ouro, enquanto Moisés recebia as Leis do Senhor.

Desde o início se condenou qualquer forma de idolatria. O pecado da idolatria é indiscutivelmente condenado no primeiro e segundo mandamentos em Êxodo 20.3 a 5: “Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; pois eu, o Senhor Teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.” “Na fareis para vós ídolos, nem vos levantareis imagens de escultura nem estátua, nem poreis figuras de pedra na vossa terra, para inclinar-vos a ela; porque eu sou o Senhor, vosso Deus :Levítico 26.1; O seu castigo (ler) está claramente determinado em Deuteronômio 4.23 a 28 ; 7.25,26 .

Os profetas sempre falaram contra qualquer tipo de idolatria. No Salmo 115.3 a 8: “O Nosso Deus está nos céus, ele faz tudo o que lhe agrada. Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos do homem. Têm boca mas não falam, têm olhos, mas não vêem; têm ouvidos, mas não ouvem, tem nariz, mas não cheiram; tem mãos, mas não apalpam, tem pés mas não andam; nem som algum sai da sua garganta. Tornem-se semelhantes a eles os que os fazem, e todos os que neles confiam”. Ler Isaias 2.8 e Isaías 40.18 a 20 - Em Isaías 42.8, lemos que: “Eu sou o Senhor, este é o meu nome e a minha glória a outrem não a darei nem meu louvor às imagens de escultura” em Isaias 45.20: “...Nada sabem os que conduzem em procissão suas imagens de escultura”.

Em Isaías 44.6 a 20 e Jeremias 10..3 a 11, verificamos claramente a indignação do Senhor quanto às pessoas que fazem e prestam cultos à imagens fabricadas pelos homens, e posteriormente por eles adoradas, Até as cores das roupas usadas hoje são citadas pelo profeta Jeremias.

O pecado da idolatria era, sob a Lei, castigado com a morte, quer se tratasse do indivíduo “O que sacrificar aos deuses e não só ao Senhor será morto”: Êxodo 22.20, quer de uma comunidade e em Deuteronomio. 13.6 a 11; e o induzidor da idolatria era tratado com igual severidade.

“Gastam o ouro da bolsa, e pesam a prata nas balanças, pagam a ourives e eles fazem um deus, e diante dele se prostram, e se inclinam. Sobre os ombros o tomam e o levam-no, e põe no seu lugar. Ali está, do seu lugar não se move. Se recorrerem a ele, resposta nenhuma dá, e a ninguém livra da sua tribulação. Lembrai-vos disto, considerai, trazei-o à memória, ó rebeldes”: Isaías 46.6-8.

No Novo testamento, a idolatria tem inquietado os convertidos à religião de Jesus. “Mas escrever-lhes que se abstenham das contaminações dos ídolos, da prostituição, do que é sufocado e do sangue”: Atos 15.20 E, enquanto Paulo os esperava em Atenas, o seu espírito se comovia em si mesmo, vendo a cidade tão entregue à idolatria”: Atos 17.16. Quando o Cristianismo se tornou dominante na Europa, a idolatria foi proibida por lei, no ano de 324 d.C. Fala-se da avareza, como sendo também idolatria (Colossenses 3.5 comparar com Mateus 6.24).

Para esclarecermos que a adoração e veneração de Maria e dos santos não é justificada e é condenada por Deus, analisaremos alguns textos bíblicos: Em Mateus 4.10;“Então, Jesus lhe disse: Vai-te, Satanás! Pois está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a Ele servirás.” Em João 2.12: “Depois disto desceu para Cafarnaum, com sua mãe, seus irmãos e seus discípulos. E ficaram ali muitos dias.” “Não é este o filho do carpinteiro? E não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos, Tiago, e José, e Simão e Judas?: Mt.13.55. Verificamos nestes textos que Jesus tinha mais irmãos e irmãs, por parte de mãe). Em Atos 10.25 e 26: “Entrando Pedro, saiu Cornélio a recebê-lo e, prostrando-se a seus pés, o adorou. Mas Pedro o levantou, dizendo levanta-te, que eu também sou homem”

Veja em Apocalipse 19.10 e 22. 8, 9  que o mesmo fato se sucede em relação à um Anjo do Senhor. Onde ele deixa bem claro que o único  digno de adoração é Deus. Como podemos constatar Maria, os apóstolos, os anjos não aceitaram adoração, pois “Só o Senhor é Deus” (Deuteronômio 4.39), único digno de adoração e louvor.

Em 1 Coríntios 10. 7 e 14 diz: “Não vos façais idólatras, como alguns deles...” “Portanto, meus amados, fugi da idolatria”.

O Apóstolo João nos dá uma grande ordem em 1 Epistola de João 5.21: “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos”. O Apóstolo Paulo nos mostra o que fazer para ter direito ao reino de Cristo em Efésios 5.5: “Pois bem sabeis isto; nenhum devasso, ou impuro, ou avarento, o qual é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus”.

UMA PEQUENA SÍNTESE A IDOLATRIA CONSISTE EM:
1. Prostrar-se perante imagens e adorá-las:  Exodo 20.5; Deuteronômio 5.9; Levítico 26.1; Salmos 115.3 a 8; Isaías 2.8; Isaías 45.18 a 20; Isaías 46.6 a 8; Jeremias 10; etc. 
2. Adorar outros deuses: Deuteronômio 30.17; Salmo 81.9; Isaías 40.18 a 20; Mateus 12 46 a 50; At.10.25,26.
3. Adorar os exércitos dos céus (o sol, a lua, as estrelas, os planetas, os astros): Deuteronômio. 4.15 a 19 e 17.3
4. Adorar os animais: Salmo 106.19,20; Romanos 1.23
5. Adorar os demônios: Mateus 4.9,10 ; Apocalipse  9.20
6. Adorar os anjos: Colossenses 2.18. Apocalipse 19.10 e 22.8,9

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Origem do dia dos Pais


A comemoração do dia dos pais surgiu em 1909, nos Estados Unidos, uma jovem chamada Sonora Smart Dodd pensou em homenagear seu pai Willian Smart, com uma grande festa.

Willian e sua mulher tiveram seis filhos, e a mãe morreu depois do nascimento do último. Ele então, se tornou pai dedicado de todos.

Sonora teve a ideia enquanto ouvia uma homenagem no dia das mães: pensou em homenagear seu pai com uma grande festa, que aconteceu no dia 19 de junho. Foi um sucesso.

No ano seguinte, muitas famílias da mesma cidade, Spokane, no estado de Washington, decidiram comemorar aquela data e homenagear o pai de cada uma.

A comemoração se espalhou pelos Estados Unidos, até que, só em 1972, o presidente Richard Nixon decretou oficialmente 0 3° domingo de junho como o dia dos Pais.

No Brasil, a ideia foi importada pelo publicitário Silvio Behring e comemorada pela primeira vez no dia 14 de agosto de 1953.

Aqui também ficaria marcado que o 2º domingo do mês de agosto é reservado para fazer homenagem a todos os nossos papais

Todos os dias é dia dos pais! O maior presente que podemos dar a ele, sempre, é dizer sempre o quanto o amamos e o quanto ele é importante na nossa vida.


Jesus diz em João 14.21: “Aquele que me ama será amado de meu Pai”;

“Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará” (João 14.23)

“Pois o mesmo Pai vos ama”(João 16.27).
Um menino, cujo pai era mineiro, esperava pacientemente que o elevador subisse carregando os homens que saíam do trabalho. Um inspetor, que observava o garoto, perguntou:

– O que você faz aqui?

– Espero o meu pai.

– Mas será que você vai conseguir reconhecer seu pai no meio de dezenas de homens com o mesmo capacete e o rosto cheio de pó de carvão? É melhor voltar para casa.

– Não tem problema; o meu pai me conhece.

Que boa resposta! O menino estava consciente de que seria difícil reconhecer o pai, porém também sabia que era impossível o pai não vê-lo.

Como é bom reconhecer a Deus como Pai amoroso que está sempre cuidando, livrando e ensinando a todos.
Deus vê tudo, ouve tudo e sabe tudo. “Tu sabes o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento. Cercas o meu andar, e o meu deitar; e conheces todos os meus caminhos. Não havendo ainda palavra alguma na minha língua, eis que logo, ó Senhor, tudo conheces” (Sl. 139. 2-4).

Deus não somente tem um conhecimento universal, mas também um amor infinito, o de um Pai por Seus filhos.

Que Privilégio poder chamar Deus de PAPAI! MEU PAI! NOSSO PAI!

Parabéns a todos os Papais do Universo.

Lidiomar T. Granatti (Litrazini)

Graça e Paz



quarta-feira, 28 de setembro de 2011

O ESPÍRITO HUMANO pode nascer de novo?


         Quando Deus formou o homem, colocou-o “no jardim do Éden para o cultivar e o guardar”(Gn 2.15). Deu-lhe o Senhor domínio sobre todas as coisas, bem como uma liberdade quase irrestrita para se servir do seu habitat. Disse-lhe, então: “De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (id.,ibid., 2.16-17).


         Pactuando com sua mulher, o homem desobedeceu à ordem veementemente expressa. Em consequência, recebeu a punição anunciada – a morte! E a transmitiu a todos os seus descendentes. O apóstolo Paulo refere-se a esse trágico acontecimento, instruindo os cristãos de Corinto: “todos morreram em Adão” (1 Co 15.22).


         Mas, como terá ocorrido a morte de Adão e, ainda, a de toda a sua descendência, potencialmente viva em suas entranhas – no dia em que esse primeiro homem transgrediu? Pois ele ainda permaneceu na terra durante novecentos e trinta anos para, então, morrer (Gn 5.5). Que morte terá sido essa?


         Vejamos. Deus fez “o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente” (id.,ibid.,2.7).


         Conforme o relato bíblico supratranscrito, Deus formou o espírito do primeiro homem, colocando dentro desse homem o Seu sopro – energia inextinguível, chama de vida procedente da boca do Criador. Tal substância imaterial e incorpórea tomou a forma do ser físico do homem, já “nascido” adulto e resultado de um contexto existencial pleno de graça, único. Está escrito: “Fala o Senhor, o que estende o céu, e que funda a terra, e que forma o espírito do homem dentro dele” (Zc 12.1b). 


         Assim, a perfeita harmonia do corpo, feito do pó, com o espírito, vindo de Deus, mas conformado à semelhança do corpo – sustentava a unidade do homem, possuidor da vida eterna. Vida compartilhada com o seu Pai celestial.


          Ao cair da graça, porém, pela desobediência ao Senhor, o homem perdeu a harmonia que interligava o espírito e o corpo, compondo a integridade do ser perfeitamente uno em sua destinação eterna.


        O corpo tornou-se perecível – “és pó, e em pó te tornarás”(Gn 3.19b) –, e o espírito conservou a perenidade, mas perdeu a vida de Deus. Ou seja, o espírito ficou na condição de um corpo permanente, indestrutível (pois, “Se há corpo animal, há também corpo espiritual”, 1Co 15.44b), porém, destituído da chama da vida divina; portanto, incapaz de comungar com o Espírito eterno. Tornou-se um corpo morto, como um pavio que apenas fumega, um pavio sem luz.


          Importa considerar-se que foi concedida a Adão – macho e fêmea (Gn 1.27), isto é, ao primeiro casal, a competência para reproduzir-se multiplicadamente (id.,ibid.,1.28). Entende-se, pois, que todo o processo de formação do ser humano – processo inaugurado por Deus – foi confiado a Adão e à sua descendência. Coerentemente, não só o corpo material, mas a essência espiritual que se transformará em espírito, dentro de cada um, são passados dos pais a seus filhos.


         Então, o espírito que se constrói, no processo de constituição de cada pessoa, é o espírito adâmico. É o ente indestrutível, repetimos, mas esvaziado da vida original, da vida de Deus. É o espírito morto, que precisa de nascer  de novo.  


          Mas, nascer de novo, como?  Reencarnando-se?


          Não! Esse foi o entendimento de Nicodemos, membro ilustre do então supremo tribunal judaico, quando Jesus lhe disse: “Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o reino de Deus” (Jo 3.3). Nicodemos pensou que Jesus falasse de reencarnação. Em face disso, o Senhor corrigiu-o, dizendo: “O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito”.  E o repreendeu-o com veemência: “Tu és mestre em Israel e não compreendes estas coisas?” (id., ibid.,3.10).


          A legítima doutrina cristã é incisiva ao afirmar que o renascimento do espírito humano não acontece mediante o seu retorno à terra, assumindo, sucessivamente, outros corpos, isto é, reencarnando-se. Mesmo porque isso é impossível! O espírito de uma pessoa é parte integrante e intransferível do ser dessa pessoa; portanto, somente dela! É a feição imortal da sua identidade, a qual se compõe do corpo, da alma e  do espírito – trindade essa que, dissociada temporariamente pela morte física, será reconstituída pela ressurreição da carne (Jo 5.28-29; Dn  12.2).


             Ou seja, o espírito retomará o seu próprio corpo, reconstituído, transformado. “A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis” (1Co 15.52).  Se assim não fora, ninguém seria, de fato, alguém. O ser humano não passaria de transitórios ensaios-de-ser enredados em circunstâncias existenciais diversas e adversas. Por princípio de coerência, o nascer de novo do espírito consiste num processo sobrenatural de recuperação da vida divina perdida nas origens, e não em uma experiência carnal de ir e vir, de corpo em corpo.


         Foi essa a suma razão pela qual Jesus Cristo, o Filho unigênito de Deus, veio a este mundo: a fim de dar oportunidade ao homem para recuperar a vida que eterniza o espírito na plena comunhão com Deus. Vida maiúscula. Ele disse: “Eu vim para que tenhais vida, e a tenhais com abundância” (Jo 10.10). E ainda: “Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: que todo aquele que vê o Filho, e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia” (id.,ibid., 6.40).


         Desse modo, é pela sincera aceitação do Verbo de Deus, tornado carne humana, que o homem recebe a semente divina (Semen est Verbum Dei), capaz de re-generar, ou seja, de gerar de novo a vida de Deus no espírito amortecido dele, fazendo-o renascer.


         O apóstolo Pedro, indouto pescador da Galileia, entendeu isso claramente. E, com propriedade, afirmou aos cristãos: “Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas de incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre. [...] E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada” (1Pe 1.23 e 25b).


         Também Paulo, reiteradamente, enfoca essa relevante questão concernente ao espírito humano – morto, naturalmente, e vivificado, isto é, tornado à vida pela obra sacrificial de Cristo. Diz o Apóstolo, dirigindo-se aos cristãos de Éfeso: “E [Deus] vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados” (Ef 2.1). E continua: “Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá” (id.,ibid., 5.14)


          Do que se expôs, conclui-se que todo ser humano tem a necessidade imperiosa de buscar o renascimento do seu espírito. Só assim, sairá da condição de mera criatura, a que foi relegado, e readquirirá a posição de filho de Deus (Lc 3.38), com direito ao Reino do Pai. João fala magistralmente disso, na abertura de seu Testamento Evangélico:


          Veio [Jesus] para o que era seu, e os seus [judeus] não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, aos que creem no seu nome, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus (Jo 1.12.13).


           Por conseguinte, a coisa é séria. Muitíssimo mais do que se possa pensar. Haja vista a severidade do Senhor Jesus com Nicodemos que, embora sendo um homem culto, não soube discernir a diferença entre renascer da carne, isto é, repetir a experiência de ser filho do ser humano, e renascer do Espírito, isto é, recuperar a situação original de ser filho de Deus, felicidade perdida por e em Adão.


          Em outras palavras, a vida do corpo – fôlego natural que anima a estrutura física, bem como essa estrutura mesma – provêm do corpo-genitor humano; semelhantemente, a vida do espírito – fôlego divino que anima o corpo espiritual, adamicamente exânime – provém do Espírito-Pai, Deus. Por isso, Paulo afirma: “Somos feitura sua [de Deus], criados em Cristo Jesus” (Ef 2.10). Assim, o espírito que nasceu, isto é, que passou a existir – formado pelo processo gerativo originalmente intermediado por Adão – precisa de ser reconduzido às origens celestiais. 


          Precisa de nascer de novo. Como ensinou Jesus: “nascer da água e do Espírito”(Jo 3.5). Entenda-se: à luz do contexto neotestamentário, trata-se da experiência de render-se ao convencimento da Verdade divina, obra do Espírito Santo (Jo 16.8), e passar pelas águas do batismo, na confissão da fé cristã e arrependimento dos pecados. (Mc16.16; At 2.38; 8.36-38; 9.18, etc.).  E isso é simples, gratuita e maravilhosamente possível mediante o processo re-generativo intermediado, com exclusividade, pelo último Adão (1Co 15.45), Jesus Cristo.


***


Maria Helena Garrido Saddi, professora doutora da Universidade Federal de Goiás, membro da Catedral Evangélica Hebrom – hgsaddi@gmail.com

A Graça e a Paz do Senhor Jesus Cristo,

Moacir Neto

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Pecado, mas o que é isso??? Não pasme, tem gente que não sabe mesmo...

Romanos 5.12Portanto, da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a todos os homens, porque todos pecaram;

Romanos 5.19Logo, assim como por meio da desobediência de um só homem muitos foram feitos pecadores, assim também, por meio da obediência de um único homem muitos serão feitos justos.

1 João 1.6-9Se afirmarmos que temos comunhão com ele, mas andamos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Se, porém, andamos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado. Se afirmarmos que estamos sem pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.

Bom, mas será que sabemos o que é o Pecado??? Sabemos qual é o conceito da palavra Pecado???

Irmãos, vamos conceituar esta palavra para depois falarmos sobre as suas conseqüências.

Pecado tem como conceito a transgressão da lei (conforme 1 João 3.4Todo aquele que pratica o pecado transgride a Lei; de fato, o pecado é a transgressão da Lei.), é rebelião, é errar o alvo, é andar em desacordo com os princípios divinos.

Hoje, quando questiono irmãos se sabem o que é o PECADO, me decepciono ao notar que as pessoas não sabem este conceito, pelo contrário. Acham que o conceito de pecado é entristecer o coração de Deus com algo errado, sendo que isso é a conseqüência e não o conceito.

Mas onde teve origem o pecado???

Pasmem os irmãos em Cristo, muitos acham que a origem do pecado começou no paraíso com Adão e Eva, mas não foi meu irmão e minha irmã em Cristo. No paraíso foi a origem do pecado na história do homem. Mas a origem do Pecado foi no coração de Lúcifer quando este intentou ORGULHOSAMENTE ser igual a Deus.

Ezequiel 28.15Você era inculpável em seus caminhos desde o dia em que foi criado até que se achou maldade em você.

Irmãos, Lúcifer não estava contente em ser o “Querubim Ungido”, classe única de querubim (não existe nenhum ser que possua este título),  que era usado para proteger, era formoso e muito sábio, e que habitava entre pedras preciosas no Éden, o Jardim de Deus.

Ezequiel 28.13-14Você estava no Éden, no jardim de Deus; todas as pedras preciosas o enfeitavam: sárdio, topázio e diamante, berilo, ônix e jaspe, safira, carbúnculo e esmeralda. Seus engastes e guarnições eram feitos de ouro; tudo foi preparado no dia em que você foi criado. Você foi ungido como um querubim guardião, pois para isso eu o determinei. Você estava no monte santo de Deus e caminhava entre as pedras fulgurantes.

Mas por sua rebelião e egoísmo, Deus destituiu e expulsou Lúcifer dos céus , juntamente com um terço dos anjos que estavam debaixo da sua autoridade e que concordavam com ele.

Apocalipse 12.9O grande dragão foi lançado fora. Ele é a antiga serpente chamada diabo ou Satanás, que engana o mundo todo. Ele e os seus anjos foram lançado à terra.

Esta é a história da origem do Pecado. Foi assim que ele surgiu, e dentro deste texto que você leu, está o conceito do que é o Pecado. Se agora, alguém perguntar para você se por acaso você sabe, diga que sim! E por favor, ensine isto. O povo precisa ter estes conhecimentos.

A Graça e a Paz do Nosso Senhor Jesus Cristo.

Moacir Neto


Lição n° 01 - Pecado, mas o que é isso??? Não pasme, tem gente que não sabe mesmo...

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.