Pesquisar neste blog:

Mostrando postagens com marcador servo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador servo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 26 de maio de 2025

DE SENHOR A SERVO

Jesus pensou nos outros e tornou-se SERVO.

Ele aniquilou-se a si mesmo, pondo de lado seus atributos.

Ele tornou-se permanentemente humano, num corpo físico sem pecado.

Ele serviu-se desse corpo para ser servo.

Ele levou esse corpo à cruz e morreu voluntariamente

Do céu à terra; da glória à vergonha; de Senhor a servo e da vida à morte e morte de cruz.

Ele voluntariamente se humilhou a fim de nos poder erguer.

Ele se fez servo. Agiu como servo.

Noite e dia serviu, pregando, ensinando, curando, perdoando, restaurando.

Serviu aos aflitos, aos doentes, aos chagados, aos tristes, aos enlutados.

Ele veio para servir. Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos. (Mt 20.28)

Ele usa o avental de escravo. Disse-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se Eu te não lavar, não tens parte comigo.  (Jo 13.8)

Jesus por amor foi à cruz.

A sua morte não foi a de um MÁRTIR nem a de um INDEFESO, mas a de um SALVADOR.

Ele voluntariamente deu a sua vida.

Transcrito por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 1 de maio de 2024

CARACTERÍSTICAS DO SERVO

Embora o desejo de Deus seja nos aprovar para depois nos usar, nem sempre é possível encontrar pessoas cujas vidas condigam com suas exigências ou perfil do servo aprovado.

Seus planos não podem ser frustrados nem sua obra impedida, mas todos igualmente darão contas de si mesmos a Deus no dia da sua vinda.

Naquele grande dia ninguém será absorvido ou condenado pelo nível de instrumentalidade que recebeu, mas pela presença ou ausência de vida no altar de Deus.

Jesus afirmou que muitos chegarão diante dEle confiando no grau de intensidade que trabalhou para Ele (Mt 7.22,23)

A instrumentalidade concedida a uma pessoa para desenvolver uma obra para Deus é fruto da mais absoluta graça de Deus

Claro que nós que tememos a Deus e nos importamos com nossa relação com Ele não devemos ser relapsos e nem negligenciar a santidade que Ele exige de nós.

“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.” (2Tm 2.15).

Paulo nos expõe duas grandes características que devem ser buscadas por todos os que querem servir a Deus:

Primeiro se apresentar a Deus aprovado, isto é, apresentar a si mesmo a Deus como alguém que valoriza o que Deus valoriza;

Segundo se apresentar sem ter nada que possa lhe comprometer diante da santidade de Deus.

Em outras palavras, sejamos o que Deus quer que sejamos e assim, ao nos apresentarmos a Deus e ao mundo, o inimigo nada terá a dizer contra nós!

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 26 de março de 2023

VERDADE TRANSFORMADORA

Guarda o teu pé, quando entrares na casa de Deus; porque chegar-se para ouvir é melhor do que oferecer sacrifícios de tolos, pois não sabem que fazem mal. Ecl 5:1.

O verdadeiro servo de Cristo traz em seu corpo a marca da sua salvação, não se alegra com o mal,

Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; 1 Co 13:6, este, tem alegria nas coisas que referem se a Deus. 

Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração. Sl 40:8

Glorifica ao pai, quando ver o irmão progredir na obra do Senhor, pois entende que tudo cooperam para crescimento do reino de Deus

E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Rm 8:28.

O filho da verdade vive honestamente, não vivem de vã gloria, mais falam com justiça, porque sabe que Deus é justo. 

Ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piamente, Tito 2:12

O verdadeiro servo de Deus, não vive nas práticas oriundas deste mundo tenebroso, mais abstém-se de tudo que for Dele. 

Abstende-vos de toda a aparência do mal. 1 Tes 5:22.

Se preciso for, entrega a sua própria vida por amor ao evangelho, Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. Filip 1:21.

Cuidado filhos da promessa de Deus, olhem para os lados, observe quem está próximo de você se é um eleito para o reino de Deus, ou, um agente do mal disfarçado.

Criem suas raízes na verdade transformadora de Cristo Jesus.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 20 de março de 2023

VALENTE SERVO DO SENHOR

Existem muitas famílias e círculos de amigos que dependem da Fé e intercessão de um Valente, aquele Crente, Servo do Senhor, Filho do Deus Vivo, que se por um lado, evangeliza estes mesmos amigos e familiares esforçando-se por levá-los a Jesus, por outro lado, recebe em troca convites indecentes para relaxar e desfrutar os prazeres do mundo com eles. 

Mas ele se nega e permanece firme na Palavra de Deus, treinando todos os dias, ou seja, orando, jejuando e lendo as Sagradas Escrituras.

Intercedendo junto ao Pai pelas vidas que ainda não entenderam ou não aceitaram o Plano de Salvação: seus entes queridos.

Por este motivo, seus amigos e familiares por muitas vezes foram libertos do Mal e alcançaram bênçãos e a misericórdia de Deus. 

Sede sóbrios, vigiai. O vosso adversário, o Diabo, anda em derredor, rugindo como leão, e procurando a quem possa tragar (IPe 5:8). 

Finalmente, fortalecei-vos no Senhor e na FORÇA do seu PODER.

Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes permanecer firmes contra as ciladas do Diabo; pois não é contra carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados, contra as potestades, conta os príncipes do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniquidade nas regiões celestes.

Portanto tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, permanecer firmes.

Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça, e calçando os pés com a preparação do evangelho da paz, tomando, sobretudo, o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno.

Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; com toda a oração e súplica orando em todo tempo no Espírito e, para o mesmo fim, vigiando com toda a perseverança e súplica, orando por todos os santos (Ef 6:10-18).

Quem comete pecado é do Diabo; porque o Diabo peca desde o princípio. 

Para isto o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do Diabo (IJo 3:8).

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


 

terça-feira, 1 de junho de 2021

SERVO BOM E FIEL

 Biblicamente, afirmar que alguém é bom é dizer que esta pessoa é semelhante a Deus. É a qualidade do cristão em ser generoso, de atitudes gentis, para com os outros sem interesses escusos, mas de maneira natural, como consequência de um caráter bondoso.

Jesus no trato com as pessoas agia de forma bondosa a ponto de afirmarem sobre ele: "Ele é bom", Jo. 7.12.

O Salmo 23:6 nos diz que certamente a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida. Barnabé foi descrito como homem bom, cheio do Espírito e de fé: At 11.24.

Segundo o Senhor Jesus em Mt. 25.21, o servo mais digno de elogio é o “servo bom e fiel”. Mt. 12.32 declara que “O homem bom tira do tesouro bom coisas boas”.

As pessoas boas exercem uma influência silenciosa comparadas ao sal. Ser “Sal” é ser diferente do mundo nas atitudes essenciais de coração e mente. O cristão é comparado à luz que é manifesta, enquanto o sal fica escondido. As pessoas devem ver as nossas boas obras, pois a bondade cristã é ativa.

É por causa dos atos de bondade que uma pessoa bondosa é reconhecida, sem a prática de atos de bondade não se reconhece, não se identifica uma pessoa bondosa, por mais benigna que ela seja. Não basta aos cristãos serem benignos, têm que ser também bondosos.

Sorrir, ser simpática, cordata e amável pode tornar uma pessoa benquista, mas não é suficiente; A benignidade precisa ser externada através de ATOS de bondade. Daí porque a benignidade está intimamente ligada à bondade.

Atos de bondade, na intenção de Deus, são atos praticados sem se exigir (ou mesmo querer) lucro, recompensa ou retorno. Mais uma vez se faz necessário lembrar que SEM o Espírito de Deus ninguém consegue praticar essa bondade, não faz parte da essência do ser humano.

A Bíblia afirma a bondade como algo que dura para sempre (Sl.106.1; 107.1; Jr.33.11). Diz mais ainda em Mc.10.18, agora pela boca do Filho Jesus Cristo, que só Deus é bom.

Só produzimos o bem pela presença do Espírito conosco. Fora dEle, nossa inclinação é para o caos, não para a beleza; é para a maldade, não para a bondade.

O caos e a maldade são naturais; a beleza e a bondade são espirituais.

A palavra bom significa ser como Deus. Bondade é amor em ação, demonstra justiça fazendo o que é certo.

Pelo poder do Espírito Santo, a longanimidade, benignidade e bondade andam juntas e são marcas do caráter de Cristo, que devem estar refletidos em nós.

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

quarta-feira, 26 de junho de 2019

O GOVERNO DE CRISTO SOBRE OS PÉS


"Ele guarda os pés dos seus santos..." (1Samuel 2.9)         

No lindo cântico de Ana encontramos esta afirmação tão significativa de que Deus guarda os pés dos seus filhos. Algumas expressões e ditados evidenciam o quanto os pés são importantes e significativos em nossas vidas: "Sem pés nem cabeça", "meter os pés pelas mãos", "jurar com os pés juntos", "andar à toa", "dize-me com quem andas e te direi quem és". 

Jesus ensina a mais bela lição de humildade através de um episódio envolvendo os pés. Ele lavou os pés sujos e talvez fétidos dos seus discípulos na noite em que um deles o trairia e no desenrolar dos acontecimentos seria sentenciado para a morte horrenda de cruz. Lavar os pés cabia ao servo mais humilde de uma casa.

Jesus assume a forma do servo menor para ensinar uma lição maravilhosa. Talvez nossa história esteja marcada pelo uso indevido de nossos pés. Podemos entregar com humildade nossos pés para serem governados por Cristo. 

PÉS SOB O GOVERNO DE CRISTO SÃO:    

PÉS QUE SE DESVIAM DO MAL.
"Pés que se apressam a correr para o mal" (Provérbios 6.18). "São os seus pés velozes para derramar sangue"(Romanos 3.15). "Portanto, se a tua mão ou o teu pé te faz tropeçar, corta-o e lança-o fora de ti; melhor é entrares na vida manco ou aleijado do que, tendo duas mãos ou dois pés, seres lançado no fogo eterno"(Mateus 18.8). 
O cuidado que devemos ter para que os nossos pés se desviem do mal, pois o normal por causa da nossa natureza é que busquemos sempre o mau caminho, o caminho errado. Devemos agir como o autor do Salmo 119.101a: "De todo mau caminho desvio os pés".  
       
PÉS QUE NÃO VACILAM. 
"Ele não permitirá que os teus pés vacilem" (Salmo 121.3). Só Deus pode fazer com que nossos pés não fraquejem, não vacilem. Nossas pisadas tem que ser firmes para que o nosso caminho seja de vitória. 
Dar passos com convicção e firmeza demonstram que estamos no caminho certo. Só Deus pode nos firmar em momentos tão difíceis pelos quais temos passado.   
   
PÉS CHEIOS DE AUTORIDADE. 
"E pôs todas as coisas debaixo dos pés e, para ser o cabeça sobre todas as coisas, o deu à igreja" (Efésios 1.22). "Porque convém que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés. Porque todas as coisas sujeitou debaixo dos pés" (1Coríntios 15.25,27a)."O Deus da paz, em breve, esmagará debaixo dos vossos pés a Satanás" (Romanos 16.20). "Eis aí vos dei autoridade para pisardes serpentes e escorpiões"(Lucas 10.19). 
Deus nos concedeu autoridade para colocarmos os inimigos debaixo dos nossos pés. A autoridade é uma evidência de que nossa fé está posta na pessoa certa que é Jesus Cristo.

PÉS FORMOSOS. 
"Que formosos são sobre os montes os pés do que anuncia as boas-novas, que faz ouvir a paz, que anuncia coisas boas, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: O teu Deus reina!" (Isaías 52.7). "Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas" (Romanos 10.15b). "Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz"(Efésios 6.15). 
Nossos pés são preciosos porque só eles podem nos levar a lugares ainda não alcançados para pregar o evangelho do nosso Senhor Jesus. Que privilégio termos pés formosos aos olhos do Senhor.
Olhe para os seus pés agora e os contemple nesta dimensão da formosura aos olhos de Deus.   

PÉS ABENÇOADOS. 
"Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado, como eu prometi a Moisés" (Josué 1.3). "Tirou-me de um poço de perdição, de um tremedal de lama; colocou-me os pés sobre uma rocha e me firmou os passos" (Salmo 40.2). 
Nossos pés estão colocados sobre a rocha que é Jesus Cristo, portanto o solo em que eles tocarem será abençoado por Deus.
      
PÉS ILUMINADOS. 
"Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para os meus caminhos" (Salmo 119.105). 
Nossos pés por causa do conhecimento da Palavra de Deus podem ser luzeiros neste mundo tão perdido.
Podemos através do nosso caminhar indicar o caminho que a humanidade deve trilhar. 

O governo de Cristo tem sido estabelecido em nossas vidas. Em nossa saúde, olhos, ouvidos, pensamentos, emoções, língua e mãos.

É preciso que Cristo governe também sobre os nossos pés.  

José Luiz Simoneti - Instituto Jetro

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 25 de setembro de 2018

O SAL DA TERRA


“Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.” (Mt 5.13)

A terra e seus habitantes encontram-se num contínuo processo de deterioração. Nós somos o “sal da terra”. R. V. Tasker, professor de exegese do Novo Testamento na Universidade de Londres, tem razão quando diz: “Da mesma forma, os discípulos são chamados para serem uma espécie de desinfetante moral, para um mundo cujos padrões morais são baixos, estão constantemente mudando ou não existem.” A nossa própria presença nele detém a corrupção.

O sal é ainda um agente curativo. E provoca sede. Ele dá sabor, realçando o sabor de muitos alimentos. O sal é uma substância notavelmente útil, só que.... Será que notamos a presença de uma palavrinha no verso 13? “... se o sal vier a ser insípido...” (quer dizer: “se o sal perder sua qualidade picante, aquilo que o torna peculiar”). Jesus não introduz aqui uma advertência imaginária, mas verdadeira. Se for removida do cristão aquela sua virtude que o distingue de tudo, não sobra nada que tenha valor. Para nada mais prestamos, como diz o Senhor.

Gostaria de fazer uma observação bem direta agora. O pensamento secular está corroendo sensivelmente esse caráter distintivo que o servo de Deus possui. E isso está começando a influenciar a igreja de Jesus Cristo. Muitos crentes já submeteram sua mente ao sistema do mundo. Aquela mente cristã, distinta da do mundo, hoje é peça rara. Ideologia tais como humanismo, secularismo, intelectualismo e materialismo invadiram o pensamento cristão de tal forma, que nosso sal ficou diluído – e em alguns casos, nem existe mais.

Francis Schaeffer, revelando determinação e zelo proféticos, tem tentado despertar-nos para enxergar essa moléstia. E Harry Blamires, que poderíamos chamar de Schaeffer britânico (e que foi aluno de C. S. Lewis em Oxford) afirma abertamente e de forma dogmática: “Não existe mais pensamento cristão.” Influenciado e marcado pela imprensa, pelos sistemas educacionais secularizados, pelas expectativas, hoje tão baixas da sociedade, e pelas todo-poderosas pressões de seu grupo social (sem mencionar o impacto causado pela televisão e cinema), o servo cristão pode facilmente cair na armadilha. Podemos virtualmente parar de pensar em consonância com a Bíblia e deixar de “sacudir o saleiro”.

É por isso que Jesus expõe essa sua preocupação com tanta ênfase: “Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens.” (Mt 5.13) Temos que exercer a função de preservar... senão perderemos nossa influência e nos tornaremos tão insignificantes , como uma camada de poeira nas ruas das cidades. Servo, tenha cuidado com isso!

O sal é polvilhado e espalhado... não derramado. Ele tem que ser espalhado. O sal em demasia estraga um alimento. Isso é um bom lembrete para os cristãos, no sentido de que se espalhem, em vez de ficarem todos aglomerados em grupos.

O sal aumenta o sabor... mas não aparece. Nunca vemos ninguém dizer:
- Puxa, como este sal é bom!

O que dizemos muitas vezes é:
- Este prato está realmente saboroso!

O verdadeiro servo cristão realça o sabor da vida, um sabor que sem ele não existiria.
O sal não se parece com nenhum outro tipo de tempero. Entretanto, sua força está exatamente em ser diferente dos outros. Ele não pode ser imitado; e para ser útil, precisa ser colocado no alimento.

O sal que permanece no saleiro não vale de nada para ninguém.

Extraído do livro Eu, um servo, Voce esta brincando, de Autoria de Charles Swildoll

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

A LUZ DO MUNDO


Não lhe parece relevante que Cristo tenha dado ao servo a mesma característica que deu a si mesmo?

“Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.” (Jo 8.12)

O servo de Cristo brilha no meio de uma sociedade que está irremediavelmente perdida, entregue a si mesma. Agora vamos responder a duas perguntas:

1. Qual é a função básica da luz?
2. Qual a melhor maneira de desempenhar essa função?

A resposta da primeira é óbvia: dissipar a escuridão. Quando se acende uma luz, as trevas se vão. Não importa a densidade desta escuridão. E a resposta da segunda pergunta é encontrada nas palavras de Jesus:

“Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.” (Mt 5.14-16)

Como são afastadas as trevas? Primeiramente, não se escondendo a luz; mas pondo-a “sobre um monte”. E em segundo lugar, não se impondo limitações a ela; mas colocando-a “no velador, e alumia a todos que se encontram na casa”. Os servos estão para um mundo em trevas, assim como as estrelas estão para o céu noturno. Foi essa analogia que inspirou certo escritor a escrever:

“Às vezes penso como seria maravilhoso se os não-crentes ficassem curiosos para saber o segredo da origem da nossa luz, e se aproximassem de nós recitando: “Brilha, brilha, estrelinha! / Como eu gostaria de saber o que tu és!”

Constituímos um estranhíssimo fenômeno para os que se acham em trevas. Eles não conseguem entender-nos. E era exatamente essa a intenção de Jesus. Vejamos algumas características distintivas da luz.

A luz é muda. Não faz barulho; não faz alarde, nem levanta bandeiras – ela simplesmente brilha. É com um farol a brilhar numa acidentada costa marinha. A única coisa que faz é brilhar, em seu giro constante

A luz indica a direção. Sem palavras e sem sermões. Jesus afirma que os outros “vêem” nossas ações – mas não há referência ao fato de ouvirem nada.

A luz atrai a atenção. Quando acendemos uma luz num aposento às escuras, não precisamos pedir a ninguém para olhar para nós. É um gesto automático. Se você é um crente numa equipe esportiva cheia de atletas não crentes, você constitui uma luz em meio às trevas.

Se você e sua família ao os únicos crentes em meio a um bairro de não crentes, vocês são uma luz nas trevas. O mesmo acontece a quem é o único estudante crente de sua escola, a única enfermeira crente de sua ala, ou o único empregado crente de sua firma, ou o único vendedor de seu distrito. Essa pessoa é uma luz nas trevas – um servo de Deus que está sendo observado, e que está emitindo uma mensagem bem clara... muitas vezes sem dizer uma palavra sequer.

A princípio, é possível que os outros detestem a luz – mas não nos preocupemos com isto; mesmo assim eles se sentem atraídos por ela. Pois que ela brilhe! Não procuremos exibir-nos, mostrando como é forte o nosso brilho. Apenas brilhemos!

O Dr. Martyn Lloyd-Jones salienta esse aspecto:
“E ao produzirmos e revelarmos luz em nossa vida diária, devemos lembrar que o cristão não chama a atenção dos outros para si mesmo. O ego ficou em segundo plano, subjugado pelas qualidades da pobreza de espírito, mansidão, e de outras virtudes mais. Em outras palavras, temos que fazer tudo por amor a Deus e para a sua glória. O eu tem que estar ausente, e deve ser totalmente esmagado, em todas as suas sutilezas, por amor a Deus e para a sua glória. Deduzimos então que temos de fazer essas coisas de modo a levar os homens a glorificar a Deus, a gloriar-se nele e se dedicar a ele. ‘Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para vosso Pai que está nos céus.’ Sim; e vê-las de tal modo, que eles próprios glorifiquem nosso Pai; temos que agir assim para que essas outras pessoas possam glorificá-lo também.”

Que grande lembrete para nós!
A “aldeia” se encontra em tristes condições. Difíceis, corruptos e enganados, aqueles que vivem nela estão levando uma existência insípida e desesperada. Precisam de sal e de luz... os dois ingredientes que o servo de Deus personaliza para eles.

Extraído do livro Eu, um servo, Voce esta brincando, de Autoria de Charles Swildoll

Por Litrazini
Graça e Paz


segunda-feira, 17 de setembro de 2018

A INFLUÊNCIA DO SERVO


Nosso mundo é duro, difícil e ímpio. Por toda a parte encontramos agressões, violência, competição impiedosa e revides. E isso não acontece apenas no plano internacional, mas também de individuo para individuo. O que ocorre nas câmaras secretas dos conselhos das nações passa-se também dentro das paredes dos lares.

Que influencia poderia ter sobre uma sociedade impiedosa e hostil como a nossa, um servo como o que é descrito em Mateus 5:1-12? Que tipo de impacto poderiam ter sobre as pessoas – que impressão causariam os “pobres de espírito”, os “mansos”, os “misericordiosos”, os “limpos de coração”, os “pacificadores”?

Essas virtudes, pouco retumbantes, parecem ter muito pouca força, quase como uma “guerra de travesseiros” em confronto com um conflito nuclear. Principalmente porque temos todas as desvantagens contra nós. Os servos de Jesus Cristo sempre serão uma minoria... um pequeno remanescente cercado por uma maioria contrária, de punhos cerrados a nos ameaçar.

Será que nossa presença aqui poderá ter algum efeito positivo? Não seria qualquer esforço um desperdício de energias?

Jesus, que esboçou o retrato deste servo, não partilhava desse ceticismo. Mas tampouco negou que haveria uma batalha. Não nos esqueçamos das pinceladas finais que ele deu naquela tela inspirada que acabamos de examinar e admirar. Lembram-se de suas palavras? Elas dão a clara indicação de que a sociedade é uma zona de combate, e não um local de veraneio.

“Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus; Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.” (Mt 5:10-12)

Não; ele nunca nos prometeu um mar de rosas. Ele foi bastante explicito e reconheceu que a arena deste mundo não é um amigo leal que nos ajuda na caminhada para Deus. Entretanto, embora isso possa parecer estranho, ele não parou aí, e disse àquele grupo de aldeões palestinos (e a todos os genuínos servos cristãos, de todas as gerações) que a influência deles sobre o mundo seria notável.

Eles iriam ser o “sal da terra” e a “luz do mundo”. E nós também devemos sê-lo. A influência deles seria tão fortemente sentida, e a sua presença tão significativa como a do sal no alimento, e da luz nas trevas.

Nenhum desses dois elementos é ruidoso e exteriormente forte, mas ambos são essenciais. Se nos ausentássemos, este velho mundo logo começaria a sentir nossa falta. Embora talvez a sociedade não o confesse, a verdade é que ela precisa de sal e luz.

Extraído do livro Eu, um servo, Voce esta brincando, de Autoria de Charles Swildoll

Por Litrazini
Graça e Paz



quinta-feira, 17 de março de 2016

JESUS É O SENHOR

Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai. (Fl 2.10-11)

A MESMA FORÇA DA PALAVRA SENHOR NO PASSADO:
No tempo de Jesus a Palavra Senhor era usada somente para referir-se aos césares (chefes políticos de Roma), e tinha os seguintes significados: Amo, Dono, Chefe, Soberano, Máxima autoridade.

Jesus foi chamado de Senhor pelos seus seguidores porque ele apresentava o Evangelho, boas Novas do Reino de Deus, Governo de Deus, Mt 28.18. Ele recebeu esse nome porque ele é Senhor e sempre agiu como tal.

Observamos os seguintes textos que mostram a autoridade de Jesus: Lc 19.5 Jesus ordenou a Zaqueu: DESCE...; Mt 9.9 Jesus disse: SEGUE-ME...; Lc 18.22 Ele ordenou: VAI E VEDE...; Lc 9.59 Jesus colocou-se acima da própria família.

AINDA HOJE JESUS ATUA COMO SENHOR
Jesus não faz concessão, não entra em barganhas, não faz negócios com o homem, ele ordena e exige obediência e fidelidade. Mt 7.21 declara: “Nem todo que me diz Senhor, Senhor, entrará no Reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus”.

O novo nascimento tem que estar acompanhado de uma atitude de servo. Nossa prioridade se inverte, agora é o Reino de Deus que ocupa o primeiro lugar (Mt 6.33). é a posição de servo, escravo, súdito do Reino que assumimos, temos que afirmar as palavras de Paulo: “Já não sou eu mais quem vive, mas é Cristo que vive em mim...”

No Reino de Deus não existe o menor ou maior, mas todos são servos do Deus Altíssimo e assim, “cada qual deve considerar os outros superiores a si mesmo. Aquele que quiser ser o maior, seja o que sirva”. (Fl 2.3 e Lc 22.26).

O SENHORIO DE CRISTO
Ele mesmo reclama para si esta autoridade quando contesta: “porque me chamais Senhor e não fazei o que vos mando?” Lc 6.46. Chamar Jesus de Senhor não é suficiente, é indispensável que obedeçamos à sua ordem.

O abecedário do cristão é diferente dos demais, pois as primeiras letras que ele começa  aprender a  ler e escrever são OBDC (obedecer).

Ele é o Senhor porque tem direito sobre nossa vida. Ele morreu para tornar-se Senhor de todos e nos comprou com seu precioso sangue derramado na Cruz em nosso lugar (I Co 5.18). Cristo pagou o preço pelas nossas vidas e nos “transportou do império da trevas para o Reino do Filho do seu amor” (Cl 1.13). Todos os discípulos se consideravam servos de Jesus

Este senhorio foi outorgado pelo próprio Deus, At 2.36 .De todos os nomes dados a Jesus, o de Senhor foi o mais aclamado, lembrado e reclamado por ele. Em toda Bíblia a apresentação mais significativa e real é: “Servo do Senhor” Tg 1.

Transcrito Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.