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segunda-feira, 26 de abril de 2021

PRIORIDADE SUPREMA DO REINO DE DEUS

É fácil de perceber porque Jesus diz: BUSCAI  PRIMEIRO... se toda a vida humana, tanto no presente como no futuro está determinada pela opção que o indivíduo faz, a favor ou contra o Reino de Deus, esta determinação de Jesus revela que é uma questão de vida ou morte.

Não há razão para deixar para depois, é urgente, deve ser feito agora.

A verdade é que a pessoa determinada por sua decisão pessoal se viverá ou não no Reino de Deus, não importa a época em que venha de forma visível. Cada um tem que tomar a decisão no tempo que se chama hoje, pois dela depende fundamentalmente a sua salvação (Hb 3.13).

Fica assim claro que Jesus considera como coisa secundária a preocupação com comida, bebida, roupa, etc. estas coisas não podem ocupar a preocupação dos seguidores de Jesus como mais importantes da vida. Embora sejam necessárias.

De uma forma ou de outra, mais a uns, menos a outros, mas a todos distribui o indispensável para a vida.

Quem perde tempo preocupando em demasia com estas coisas, não consegue perceber os desafios que o Reino de Deus faz, e fracassa.

Jesus jamais barateia a entrada no Reino. (ele não faz liquidação). Trata-se de algo a ser alcançado por meio de luta (Mt 11.22), que só se consegue atravessando uma porta estreita e andando por um caminho apertado. (Mt 7.13-14).

A justiça dos que pretendem entrar no Reino de Deus tem que ser superior à dos escribas e fariseus (Mt 5.20), os mais ferrenhos e minuciosos cumpridores dos mandamentos no tempo de Jesus.

Os que se preocupam com as necessidades de cada dia e nisto desperdiçam o seu tempo, ficarão surpresos, quando na vinda do Reino, ao ser-lhes apontado “o fogo eterno preparado para o diabo e seus anjos”, já que nunca socorreram aos que tinham fome, sede, nudez, enfermidades, ou andavam sem ter onde se hospedar os estavam presos (Mt 25.41.46).

Esta é a simples e fundamental razão porque Jesus coloca acima de todas as coisas o com a  preocupação com o Reino de Deus.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sexta-feira, 20 de março de 2020

O BICHO TÁ PEGANDO


Nossa alma acumula feitos em cima dos quais procura levantar seus vôos. Investimos no futuro construindo capacitações, aprimoramentos nossas mentes, fortalecendo o corpo e convencendo a nós mesmos e aos outros, daquilo que merecemos.

Estas moedas podem nos ajudar a comprar espaço na Terra, mas não é assim que ganhamos o Céu. Sabemos que nas regiões celestiais em Cristo, as escadas e alavancas, que nos fazem subir na terra, se transformam em pesos que afundam nossa alma no mar do ostracismo eterno.

Convém que ele (Jesus) cresça e que eu diminua. Quando somos fracos é que nos tornamos fortes.
Jesus nos ensinou que diante de Deus ganhamos notoriedade quando confessamos nossos pecados e não quando maquiamos nossas almas com nossos feitos.

No Reino de Deus voamos no vácuo das nossas inutilidades e crescemos, expondo nossas fraquezas e cortando nossas asas.

No Reino de Deus a fraqueza é o degrau que nos conduz à Fortaleza. Lá, o único lugar onde vale à pena sermos aprovados, conseguimos uma boa posição quando confessamos pecados e não quando expomos realizações.

Abdicação, humilhação, admissão dos erros e lavar os pés alheios, são chaves que abrem a porta para o crescimento espiritual e constroem a grandeza da alma.

O Céu concede notoriedade somente àqueles que se assentam nos últimos lugares, servem mais e sabem que a soberba precede a ruína.

“Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho?” Mateus 7:3.

"Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres?’ Então eu lhes direi claramente: Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês que praticam o mal!” Mateus 7:22-23

Ubirajara Crespo

Por Litrazini
Graça e Paz


domingo, 21 de julho de 2019

AS TRIBULAÇÕES DO CRENTE


“Porque por muitas tribulações nos importa entrar no Reino de Deus” (Atos 14.22).

AQUELES QUE SE DEDICAM a Cristo, como Senhor, e que um dia entrarão no reino do céu, hão de sofrer “muitas tribulações” ao longo do seu caminho. Por viverem em meio a um mundo hostil, têm que se engajar na guerra espiritual contra o pecado e o poder de Satanás (Ef 6.12; cf. Rm 8.17; 2 Ts 1.4-7; 2. Tm 2.12).

Por outro lado, a vida verdadeiramente cristã é uma contínua batalha contra os poderes do mal.

(1) Os que são fiéis a Cristo, à sua Palavra e aos caminhos da justiça, terão problemas e aflições neste mundo (Jo 16.33). Somente o “crente” morno ou de meio termo viverá em paz com este mundo (cf. Ap 3.14-7).

(2) O presente mundo ímpio, bem como os falsos crentes, continuarão como adversários do evangelho de Cristo até quando o Senhor derrubar o sistema maligno deste mundo, na sua vida (Ap 19.20). Entrementes, a esperança do crente “está reservada nos céus” (Cl 1.5) e está “já prestes para se revelar no último tempo” (1 Pe 1.5).

Sua esperança não consiste nesta vida, nem neste mundo, mas no aparecimento do seu Salvador para levá-lo para si (Jo 14.1-3. 1 Jo 3.2,3)” (Comentários da Bíblia de Estudo Pentecostal). 

“E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz paciência; e a paciência, a experiência; e a experiência, a esperança” (Rm 5.3-4). 

“Paulo alista “tribulações” como uma das bênçãos da salvação em Cristo.

(1) A palavra “tribulação” refere-se a todos os tipos de provações que podem nos afligir. Isto inclui coisas como necessidades financeiras ou materiais, circunstâncias difíceis, tristeza, enfermidade, perseguição, maus tratos ou solidão.

(2) Em meio a estas aflições, a graça de Deus nos capacita a buscar mais diligentemente a sua face e produz em nós um espírito e caráter perseverantes, que vencem as provações e as aflições da vida. A tribulação, ao invés de nos levar ao desespero e à desesperança, produz a paciência (v.3), a paciência produz a experiência (v.4), e a experiência resulta numa esperança madura que não decepciona (v. 5).

(3) A graça de Deus nos capacita a olhar além dos nossos problemas presentes, nossa ardente esperança em Deus e a certeza garantida da volta do nosso Senhor para estabelecer a justiça e a piedade no novo céu e nova terra (1 Ts 4.13; Ap 19 – 22).

Entrementes, enquanto estivermos na terra, temos o amor de Deus derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, a fim de nos consolar em nossas provações e trazer até nós a presença de Cristo (Jo 14.16-23)” 

Comentários da Bíblia de Estudo Pentecostal / Transcrição: Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

QUEM É O INTERCESSOR


A palavra interceder significa “colocar-se entre”, ou seja, o intercessor e aquele que se coloca entre aquele que pode dar e aquele que deseja receber. No caso do ministério de intercessão, o intercessor é aquele que se encontra entre Deus Pai e a sua criação. Ele é como um advogado no Reino de Deus, um advogado de defesa, que defende as causas do Reino.

Na Bíblia, vamos encontrar muitos personagens com características de intercessores e exercendo fielmente este papel. Em Ex 34, 8-9 vamos encontrar Moisés intercedendo pelo povo de Israel: “Moisés inclinou-se incontinente até à terra e prostrou-se dizendo> ‘Se tenho o vosso favor, Senhor, dignai-vos marchar no meio de nós: somos um povo de cabeça dura, mas perdoai-nos as nossas iniquidades e nossos pecados e aceitai-nos como propriedade vossa’”.

O povo de Israel havia cometido o grande pecado de adorar o bezerro de ouro, proclamando-o seu Deus. Sabendo disso, Moisés, como escolhido, chamado, eleito por Deus para dirigir seu povo, diz para o Senhor assim: “Senhor, se tenho vosso favor…”. Esta oração de Moisés não tem mais sentido para nós próprios, mas pedimos em nome de Jesus e a oração dos intercessores é assim: “Senhor, em nome de Jesus, que tem o teu favor, concede-me…”

Como Moisés, hoje em nosso grupos precisamos ser esses intercessores que se colocam aos pés de Deus a fim de interceder pelo povo pecador. Nossos grupos, nossas comunidades necessitam urgentemente dessas sentinelas que estejam a colocar-se entre Deus e a sua Igreja pecadora.

O intercessor não é aquele que somente faz a Deus uma oração de pedidos. Não. Ele conhece o coração de Deus. E porque o ama e sabe que é amado por Ele, nesse amor, ele atinge o coração de Deus, através da intercessão que se torna um humilde diálogo de amor.

O intercessor apropria-se das palavras da Escritura que trazem as promessas de salvação e restauração. Ele conhece o Senhor pela oração e pela Escritura e é aí que está o segredo dessa intimidade entre Deus e o intercessor; intimidade esta que faz com que todos os pedidos dos intercessores atinjam o coração de Deus, pois são feitos por meio de Cristo Jesus para glória de Deus Pai.

No Evangelho de São João 12,1-12 vamos nos deparar com um jantar, na cidade de Betânia, na casa de Lázaro, Marta e Maria. Este trecho vem nos mostrar o episódio em que Maria tem um perfume de nardo puro e derrama aos pés de Jesus. Ora, Maria tinha o coração inflamado de amor por Jesus, e no seu amor insensato, eufórico, ela desejava consolar o coração de Jesus que já se encontrava triste por sua paixão que se aproximava.

Os convidados não foram capazes de entender a atitude de Maria e se limitaram a simplesmente criticar sua atitude, por causa do estrago que ela fazia em derramar aquele perfume, pois o mesmo poderia ser vendido e o dinheiro poderia ser aplicado em algo mais valioso do que os pobres pés cansados e calejados de Jesus. Mas para Maria não era assim. Ela amava Jesus e o amor fazia com que ela ficasse na expectativa das necessidades de Jesus e por isso, derramar o nardo puríssimo e preciosíssimo aos seus pés era o que de mais coerente ela poderia fazer, pois ela sabia que, com aquele gesto de amor, consolaria o coração do Senhor.

E isso é intercessão. Nesta fase da vida de Jesus, nada agradou tanto o coração do Pai como a atitude de Maria, pois ela se colocava entre o coração dolorido do Pai, por ter que cumprir seu plano de Salvação em Jesus, e o povo pecador que não merecia esta salvação. Maria através de sua intercessão, mostrou aos céus que a entrega de Jesus valeria a pena para a humanidade, pois tudo o que ela fazia era mostrar o seu amor a Jesus. E Deus retribui todo esse amor a Maria, pois a intercessores como ela o Pai nada lhes nega.

São esses intercessores, que estão muito mais preocupados com Jesus do que com os problemas, que verdadeiramente conhecem seu coração aflito e consola-o, e só lhe dirigem preces que entram em profundo acordo com a sua vontade.

Os verdadeiros intercessores precisam deixar os seus corações inflamarem-se por este amor que deixa-os totalmente dependentes de Jesus e na expectativa de seus desejos.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 7 de agosto de 2018

OLHA PRA NÓS


Mas, tendo ele saído, começou a apregoar muitas coisas, e a divulgar o que acontecera; de sorte que Jesus já não podia entrar publicamente na cidade, mas conservava-se fora em lugares desertos; e de todas as partes iam ter com ele. (Marcos 1:45).  Mas o homem começou a falar muito e espalhou a notícia. Por isso Jesus não podia mais entrar abertamente em qualquer cidade, mas ficava fora, em lugares desertos. E gente de toda parte vinha procurá-lo.

CORAGEM PARA DIZER “OLHA PARA NÓS” Pedro e João subiam ao templo para a oração da hora nona. Era levado um homem, coxo de nascença, o qual punham diariamente à porta do templo chamada Formosa, para pedir esmola aos que entravam. Vendo ele a Pedro e João, que iam entrar no templo, implorava que lhe dessem uma esmola. Pedro, fitando-o, juntamente com João, disse: OLHA PARA NÓS. Ele os olhava atentamente, esperando receber alguma coisa. Pedro, porém, lhe disse: Não possuo nem prata nem ouro, mas o que tenho, isso te dou: em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, anda! E, tomando-o pela mão direita, o levantou; imediatamente, os seus pés e tornozelos se firmaram; de um salto se pôs em pé, passou a andar e entrou com eles no templo, saltando e louvando a Deus. (Atos 3.1-8)

CORAGEM PARA DIZER “OLHA PARA NÓS”
"Vivemos num tempo que Jesus chamou de "o reino de Deus". Ele dizia: "O reino de Deus é chegado".

As pessoas deste reino devem ser diferentes.Não podem ser medrosos, Não podem ser sem autoconfiança, Sem uma boa imagem de si mesmo, Não podem ser inferiores, Nem gente sem importância...  Jesus afirmou que os nascidos no reino seriam maiores que todos os grandes homens nascidos anteriormente.

Às pessoas deste novo tempo é exigido, sobre tudo, coragem, Pois será um tempo marcado por grandes desafios, os que se acovardarem serão vencidos. Por isso, precisamos ter coragem... a coragem deverá ser uma das nossas marcas nesse tempo...  Como Pedro, coragem para dizer Olha Para Nós (v4) "A primeira palavra de Pedro diante daquela necessidade foi colocar-se como um diferencial.

Ele não era qualquer pessoa que estava entrando no templo, era um servo de Deus, o Espírito Santo estava com ele! E no v.4 Pedro falou pra ele: "OLHA PARA NÓS". Ao direcionar os olhos daquele homem para si, era como se Pedro quisesse ser lido interiormente, E que fosse percebida a diferença entre eles...  não era uma diferença física, nem mesmo social, mas espiritual.

Hoje em dia tudo é muito parecido, E a tendência é que as pessoas também se tornem mais parecidas umas com as outras. Na verdade as pessoas hoje estão olhando para nós, procurando ver alguma coisa diferente

O que é que as pessoas têm visto em você?
Olhamos para algumas pessoas, hoje em dia, e vemos somente dor, sofrimento, amargura, solidão, mágoas, revolta, desânimo, tristeza, acomodação, frieza, falta de amor, falta de perdão, descaso, desprezo… Então, é cada vez mais necessário que haja aqueles que corajosamente possam dizer:
"OLHA PARA NÓS"...  isto é, coragem para ser referencial, coragem para dizer: "imitem a minha vida".

"Isso é pretensão? ... não é!  Paulo dizia: "sede meus imitadores". Cristãos estão no mundo para fazer a diferença...  sal, luz... Mateus 13  —Vocês são o sal para a humanidade;  14  —Vocês são a luz para o mundo. 16 -  Assim também a luz de vocês deve brilhar para que os outros vejam as coisas boas que vocês fazem e louvem o Pai de vocês, que está no céu.

Por fora, podemos ser igual... cantar bastante, orar, falar em línguas, profetizar, mas, que adiantará tudo isso se não pudermos dizer: "Olha para nós... olha para a minha vida?"

A Bíblia conta de uma viúva que recebeu o milagre de Deus na sua vida porque teve coragem de dizer o que não tinha (II Re.4:1-2).

"Pedro não tinha para dar àquele homem ouro ou prata, que era aquilo que ele pensava ser possível receber, mas Pedro afirmou ter aquilo que o homem nem pensava em receber. Eles não tinham ouro ou prata, mas tinha algo mais precioso... tinham Jesus Cristo em sua vida.

Paulo dizia: "Porque não me envergonho do evangelho, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego" (Romanos. 1:16). O que ele tinha não era só precioso, mas era uma questão de vida ou morte, salvação ou perdição.

Jesus que estava na vida de Pedro... esse foi o porquê da cura daquele paralítico. O próprio texto diz que foi a fé em Jesus Cristo que deu ao paralítico, saúde perfeita (Atos.3:16). Jesus na sua vida, quando compartilhado será o porquê da transformação dos homens e uma conseqüente transformação das cidades.

A grande diferença entre nós e os outros será notada quando formos corajosos para dizer: Olhe para nós, não temos o que o mundo espera, mas temos o que o mundo realmente necessita.

Com estas marcas de coragem bem visíveis em nossas vidas, seremos vitoriosos diante de todos os desafios e exigências deste novo tempo e em qualquer época que vivermos.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 10 de julho de 2018

A PARÁBOLA DA SEMENTE


O Reino de Deus é semelhante a um homem que lança a semente sobre a terra. Noite e dia, estando ele dormindo ou acordado, a semente germina e cresce… por si própria. (Marcos 4.26-28)

Se seguirmos a cronologia do Evangelho de Marcos, a parábola da semente que germina e cresce foi uma das primeiras.

Naquele tempo o reino era extremamente pequeno e consistia apenas de algumas poucas pessoas que tinham ouvido Jesus pregar o evangelho e respondido à sua convocação.

Essa parábola, portanto, tinha como objetivo tranquilizar seus seguidores e trazer-lhes encorajamento quando a disseminação do reino parecesse lenta.

Em alguns aspectos importantes, o reino cresce como crescem as plantas. Um agricultor espalha a semente e, no tempo devido, quando o grão amadurece, ele maneja sua foice e faz a sua colheita.

Entre o tempo da semeadura e o da ceifa, no entanto, ele não faz praticamente nada. Se ele dormir ou se ficar acordado, não faz nenhuma diferença, pois, de uma forma ou de outra, a semente brota e cresce.

Como é na natureza, assim é no reino de Deus. O reino tem crescido através dos anos em proporções enormes, mas o seu princípio de crescimento permanece o mesmo.

Primeiro, o reino cresce irreprimivelmente. Ninguém pode deter seu desenvolvimento, pois uma força oculta está em atividade, fazendo “primeiro o talo, depois a espiga e, então, o grão cheio na espiga” (v. 28).

Segundo, o reino cresce imperceptivelmente. Não podemos observá-lo acontecendo. E ele continua crescendo a despeito de nossa observação.

Terceiro, o reino cresce espontaneamente. Não podemos contribuir para o seu processo oculto de crescimento. A terra produz os grãos “por si própria” (v. 28). A palavra grega é automaté. Não, é claro, que o processo seja literalmente automático, pois é por meio da operação secreta do Espírito Santo que o reino cresce. A obra é dele, não nossa.

E dizia: O reino de Deus é assim como se um homem lançasse semente à terra. E dormisse, e se levantasse de noite ou de dia, e a semente brotasse e crescesse, não sabendo ele como. Porque a terra por si mesma frutifica, primeiro a erva, depois a espiga, por último o grão cheio na espiga. E, quando já o fruto se mostra, mete-se-lhe logo a foice, porque está chegada a ceifa. Marcos 4.26-29

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo  [John Stott]. Editora Ultimato.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 22 de novembro de 2016

PORQUE TEM O REINO DE DEUS PRIORIDADE SUPREMA?

Buscai primeiro o reino de Deus, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Lucas 12:31

É fácil de perceber porque Jesus diz: BUSCAI PRIMEIRO... se toda a vida humana, tanto no presente como no futuro está determinada pela opção que o individuo faz, a favor ou contra o Reino de Deus, esta determinação de Jesus revela que é uma questão de vida ou morte. Não há razão para deixar para depois, é urgente, deve ser feito agora.

A verdade é que a pessoa determinada por sua decisão pessoal se viverá ou não no Reino de Deus, não importa a época em que venha de forma visível. Cada um tem que tomar a decisão no tempo que se chama hoje, pois dela depende fundamentalmente a sua salvação .

Antes, exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado (Hb 3.13)

Fica assim claro que Jesus considera como coisa secundária a preocupação com comida, bebida, roupa, etc. estas coisas não podem ocupar a preocupação dos seguidores de Jesus como mais importantes da vida. Embora sejam necessárias. De uma forma ou de outra, mais a uns, menos a outros, mas a todos distribui o indispensável para a vida.

Quem perde tempo preocupando em demasia com estas coisas, não consegue perceber os desafios que o Reino de Deus faz, e fracassa.

Jesus jamais barateia a entrada no Reino. (ele não faz liquidação). Trata-se de algo a ser alcançado por meio de luta (Mt 11.22), que só se consegue atravessando uma porta estreita e andando por um caminho apertado. (Mt 7.13-14).

A justiça dos que pretendem entrar no Reino de Deus tem que ser superior à dos escribas e fariseus (Mt 5.20), os mais ferrenhos e minuciosos cumpridores dos mandamentos no tempo de Jesus.

Os que se preocupam com as necessidades de cada dia e nisto desperdiçam o seu tempo, ficarão surpresos, quando na vinda do Reino, ao ser-lhes apontado “o fogo eterno preparado para o diabo e seus anjos”, já que nunca socorreram aos que tinham fome, sede, nudez, enfermidades, ou andavam sem ter onde se hospedar os estavam presos (Mt 25.41.46).

Esta é a simples e fundamental razão porque Jesus coloca acima de todas as coisas o seu imperativo de preocupação com o Reino de Deus.

Transcrito Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

ARREPENDIMENTO: A BASE DE TUDO!

O arrependimento é o ponto de partida para todas as coisas do cristianismo, é a condição para a entrada no Reino de Deus.

O arrependimento é uma tomada de posição em relação ao passado. Tendo em vista a uma nova realidade de vida, as pessoas decidem-se a deixar todo os seus velhos caminhos, que estavam na direção errada e se voltam decididamente para o outro lado.

Para Jesus é de primordial importância o primeiro passo, que a pessoa reconhecesse que até agora não andava nos caminhos de Deus e se decidisse, pelo arrependimento, mudar a direção de seus passos. João Batista usa as mesmas palavras em sua primeira pregação (Mt 3.2).

A Pregação do arrependimento, além do mais não foi apenas um imperativo anunciado no início do ministério de Cristo. Ela continuou como tônica durante todo o tempo nos ensinos de Jesus. “Não vim chamar os justos, e sim pecadores ao arrependimento” Lc 5.32.

Confira os textos: Lc 15.11-14; 19.1-10. Durante todo o seu ministério Jesus continua a insistir nesta determinação inicial; arrependei-vos!

QUATRO CONSIDERAÇÕES A RESPEITO DO ARREPENDIMENTO:

A NECESSIDADE DO ARREPENDIMENTO
Fica demonstrada desde logo pelo fato de que é impossível ao ser humano caminhar ao mesmo tempo por caminhos divergentes. Não é possível ir na direção do mundo e suas seduções e na direção do Reino de Deus ao mesmo tempo. É uma questão de escolha: quem decide pelo Reino de Deus, tem que desistir de apegar-se ao mundo. Mt 6.24

A URGÊNCIA DO ARREPENDIMENTO
Vem das próprias palavras de Jesus: “O tempo está cumprido e o Reino de Deus está próximo” a pregação da igreja é de que os tempos do fim são chegados.  Trata-se do fato de que, no momento em que Jesus iniciou seu ministério, se iniciou também o último capítulo da história humana.

A OPORTUNIDADE PARA O ARREPENDIMENTO
Por isso mesmo é o agora e não o deixar para depois. O fato de que a oportunidade existe agora é que aponta para a urgência de ser aproveitada.

As portas do Reino estão abertas e todos os que dão conta disso apressam-se a buscar sua vez. Neste sentido a mensagem de Cristo é universal. Ela está oferecida a todos os seres humanos, não apenas aos Judeus, é também a razão pela qual não haverá motivo para desculpas, sendo assim a oportunidade tem um caráter duplo: é porta de salvação para os que se arrependem, é peso de condenação para os que querem ficar no mundo.

A INSUFICIÊNCIA DO ARREPENDIMENTO
Esta é a diferença do imperativo de Jesus com a pregação dos profetas. Jesus anunciou como pré-condição apenas para sua segunda mensagem. “CRER NO EVANGELHO” O arrependimento sem fé é apenas um remorso.

Se não houver de nossa parte desejo de desviarmos dos nossos caminhos para seguir nos caminhos do Senhor, não herdaremos a plenitude do reino de Deus que exige fé.

Lidiomar T. Granatti

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 25 de junho de 2016

OS ÚLTIMOS SERÃO OS PRIMEIROS

O Reino de Deus é como o administrador de uma propriedade rural que saiu bem cedo de manhã a fim de contratar pessoas para trabalhar em sua vinha. Eles concordaram em receber uma moeda de prata por dia, e foram trabalhar.

Mais tarde, por volta das nove da manhã, o administrador viu alguns desempregados andando pela praça da cidade. Ele lhes propôs que fossem trabalhar em sua vinha a um preço justo. E assim foram.

O administrador fez o mesmo por volta do meio-dia e de novo às três da tarde. Às cinco horas, ele saiu e ainda encontrou homens desocupados. E perguntou a eles: “Por que estão aí o dia inteiro, sem fazer nada?”. Eles responderam: “Porque ninguém nos contratou”. Então, ele os contratou também para trabalhar na vinha.

Quando o expediente terminou, o proprietário da vinha instruiu seu capataz: “Chame os trabalhadores e pague o salário deles. Comece com os que foram contratados por último e prossiga até os primeiros”.

Os que foram contratados às cinco horas da tarde vieram e cada um deles recebeu o mesmo valor acertado com os primeiros.

Quando os que foram contratados primeiro viram isso, imaginaram que iriam ganhar mais. Contudo, receberam o mesmo valor.

Revoltados, reclamaram com o administrador: “O último grupo trabalhou apenas uma hora, e você pagou a eles o mesmo que nós, que trabalhamos como escravos o dia inteiro debaixo de um sol escaldante”.

Ele respondeu ao que falava em nome de todos: “Amigo, não fui injusto. Nós concordamos com esse valor, não concordamos? Então, pegue seu dinheiro e vá embora.

Decidi dar ao último grupo o mesmo que daria a você. Será que não posso fazer o que quero com meu dinheiro? Você vai se mostrar mesquinho por eu ter sido generoso?”. Aí está, mais uma vez, a Grande Inversão: os primeiros terminando por último, e os últimos terminando primeiro. Mateus 20.1-16

Cristo não administra o mundo consultando-nos, perguntando o que julgamos ser correto ou adequado. Naturalmente, fazemos nossa quota de queixas contra sua administração. Mas grande parte de nosso descontentamento, expresso como uma preocupação com a justiça, consiste somente em uma inveja desprezível e ciúme mesquinho.

Do que você não gosta em se tratando do modo como Deus administra as coisas?

Tu és preciso, Senhor, quando me perguntas: “Você se ressente de minha generosidade?”.

Não é fácil me acostumar com uma vida de misericórdia extravagante quando cresci em meio a cálculos meticulosos de direitos e benefícios. Amém.

Retirado de Um Ano com Jesus [Eugene H. Peterson]. Editora Ultimato

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 22 de maio de 2016

O BICHO TÁ PEGANDO

Nossa alma acumula feitos em cima dos quais procura levantar seus vôos. Investimos no futuro construindo capacitações, aprimoramentos nossas mentes, fortalecendo o corpo e convencendo a nós mesmos e aos outros, daquilo que merecemos.

Estas moedas podem nos ajudar a comprar espaço na Terra, mas não é assim que ganhamos o Céu. Sabemos que nas regiões celestiais em Cristo, as escadas e alavancas, que nos fazem subir na terra, se transformam em pesos que afundam nossa alma no mar do ostracismo eterno.

Convém que ele (Jesus) cresça e que eu diminua. Quando somos fracos é que nos tornamos fortes.
Jesus nos ensinou que diante de Deus ganhamos notoriedade quando confessamos nossos pecados e não quando maquiamos nossas almas com nossos feitos.

No Reino de Deus voamos no vácuo das nossas inutilidades e crescemos, expondo nossas fraquezas e cortando nossas asas.

No Reino de Deus a fraqueza é o degrau que nos conduz à Fortaleza. Lá, o único lugar onde vale à pena sermos aprovados, conseguimos uma boa posição quando confessamos pecados e não quando expomos realizações.

Abdicação, humilhação, admissão dos erros e lavar os pés alheios, são chaves que abrem a porta para o crescimento espiritual e constroem a grandeza da alma.

O Céu concede notoriedade somente àqueles que se assentam nos últimos lugares, servem mais e sabem que a soberba precede a ruína.

“Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho?” Mateus 7:3.

"Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres?’ Então eu lhes direi claramente: Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês que praticam o mal!” Mateus 7:22-23

UBIRAJARA CRESPO

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 23 de abril de 2016

A JUSTIÇA DE DEUS

Justiça não significa o cumprimento da Lei. Por esta razão é que Jesus não aprovou a conduta da guarda dos mandamentos do jovem rico, Mc 10:17-21.

Outrossim encontramos na parábola dos trabalhadores, quando o Senhor da vinha decidiu pagar por inteiro ao que tinha chegado na última hora do dia. Os assalariados acharam o dono da vinha injusto ou o seu procedimento ilegal. Afinal eles tinham trabalhado todo o dia debaixo de um sol escaldante e acabaram por receber um denário. Não compreenderam a atitude do dono da vinha.

A justiça de Deus não pode ser comparada à justiça da Lei. Os famosos fariseus dizimavam o endro o cominho, a hortelã e, no entanto, o seu coração não era justo porque não usavam de misericórdia para com o seu semelhante, segundo os Evangelhos.

A justiça de Deus é incomparável à justiça dos homens. Neste mundo imperam as leis injustas dos homens porque são baseadas em critérios de conveniência e por esta razão, existem os conflito laborais, sociais e econômicos.

Até mesmo a democracia é injusta na sua gênesis. Sabemos que nem sempre as multidões ajuízam corretamente os governantes.

O Reino de Deus é firmado em justiça, Is 9:7 e esta manifesta-se no caminho estreito daquele que segue o Senhor da Glória. Como acima referi à cerca do encontro do jovem rico com o Senhor Jesus, a proposta era de se libertar de todos os seus bens e de seguir o Mestre.

Muitas eclésias insistem no legalismo dos seus membros impondo-lhes regras de vestuário, dízimos, alimentos puros e impuros além de uma permanente frequência aos cultos, aos jejuns e a outras práticas.

O Leitor, certamente que se recorda que dois homens subiram ao Templo para orar. Um era fariseu e diante de Deus falava da sua boa conduta enquanto que o outro se humilhava diante de Deus arrependido dos seus pecados. Diz a narrativa que este foi justificado porque foi sincero ou seja, justo diante de Deus, enquanto que o outro baseado no legalismo, foi rejeitado.

Justiça é que repartas o teu pão com o faminto e recolhas em casa o necessitado. Então romperá a tua luz como a alva, e a tua justiça irá adiante da tua face, e a glória do Senhor será a tua retaguarda, Is 58:7 e 8.

Autoria: Amilcar Rodrigues

Por Litrazini


Graça e Paz

quinta-feira, 17 de março de 2016

JESUS É O SENHOR

Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai. (Fl 2.10-11)

A MESMA FORÇA DA PALAVRA SENHOR NO PASSADO:
No tempo de Jesus a Palavra Senhor era usada somente para referir-se aos césares (chefes políticos de Roma), e tinha os seguintes significados: Amo, Dono, Chefe, Soberano, Máxima autoridade.

Jesus foi chamado de Senhor pelos seus seguidores porque ele apresentava o Evangelho, boas Novas do Reino de Deus, Governo de Deus, Mt 28.18. Ele recebeu esse nome porque ele é Senhor e sempre agiu como tal.

Observamos os seguintes textos que mostram a autoridade de Jesus: Lc 19.5 Jesus ordenou a Zaqueu: DESCE...; Mt 9.9 Jesus disse: SEGUE-ME...; Lc 18.22 Ele ordenou: VAI E VEDE...; Lc 9.59 Jesus colocou-se acima da própria família.

AINDA HOJE JESUS ATUA COMO SENHOR
Jesus não faz concessão, não entra em barganhas, não faz negócios com o homem, ele ordena e exige obediência e fidelidade. Mt 7.21 declara: “Nem todo que me diz Senhor, Senhor, entrará no Reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus”.

O novo nascimento tem que estar acompanhado de uma atitude de servo. Nossa prioridade se inverte, agora é o Reino de Deus que ocupa o primeiro lugar (Mt 6.33). é a posição de servo, escravo, súdito do Reino que assumimos, temos que afirmar as palavras de Paulo: “Já não sou eu mais quem vive, mas é Cristo que vive em mim...”

No Reino de Deus não existe o menor ou maior, mas todos são servos do Deus Altíssimo e assim, “cada qual deve considerar os outros superiores a si mesmo. Aquele que quiser ser o maior, seja o que sirva”. (Fl 2.3 e Lc 22.26).

O SENHORIO DE CRISTO
Ele mesmo reclama para si esta autoridade quando contesta: “porque me chamais Senhor e não fazei o que vos mando?” Lc 6.46. Chamar Jesus de Senhor não é suficiente, é indispensável que obedeçamos à sua ordem.

O abecedário do cristão é diferente dos demais, pois as primeiras letras que ele começa  aprender a  ler e escrever são OBDC (obedecer).

Ele é o Senhor porque tem direito sobre nossa vida. Ele morreu para tornar-se Senhor de todos e nos comprou com seu precioso sangue derramado na Cruz em nosso lugar (I Co 5.18). Cristo pagou o preço pelas nossas vidas e nos “transportou do império da trevas para o Reino do Filho do seu amor” (Cl 1.13). Todos os discípulos se consideravam servos de Jesus

Este senhorio foi outorgado pelo próprio Deus, At 2.36 .De todos os nomes dados a Jesus, o de Senhor foi o mais aclamado, lembrado e reclamado por ele. Em toda Bíblia a apresentação mais significativa e real é: “Servo do Senhor” Tg 1.

Transcrito Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

domingo, 22 de novembro de 2015

O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE O MILÊNIO

O QUE É O MILÊNIO?
Embora a palavra Milênio não se encontre nas Sagradas Escrituras, esta doutrina é essencialmente bíblica e consistentemente teológica. Aliás, o mesmo se dá com o vocábulo Trindade, e nem por isto esta verdade perde a sua validação nem deixa de ser um dos ensinos mais comprovados das Sagradas Escrituras.

DEFINIÇÃO: Conhecido também como chiliasmo, o Milênio é um período de mil anos durante o qual Cristo há de reinar pessoalmente sobre o mundo, de acordo com o que explicita João no Apocalipse (20.1-5). Trata-se de um reino literal, cujo principal objetivo é a exaltação de Jesus não somente como o Messias de Israel, mas como o desejado de todas as demais nações (Ageu 2.7).

O MILÊNIO E O REINO DE DEUS: O Milênio é a manifestação plena do Reino de Deus na terra. E isto nada tem a ver com a doutrina de algumas seitas, que renegando as verdades bíblicas acerca do arrebatamento da Igreja, ensinam que este mundo haverá de melhorar, pouco a pouco, até transformar-se num paraíso.

QUANDO SERÁ O MILÊNIO
O Milênio terá início logo após a Grande Tribulação, quando nosso Senhor Jesus Cristo, na companhia de todos os seus santos, houver derrotado o Dragão, o Falso Profeta e a Besta (Apocalipse 19.11-21). O Milênio dar-se-á, logicamente, depois do Arrebatamento da Igreja.

Neste período, Satanás estará amarrado até que se completem os mil anos. Em seguida, importa que ele seja solto por um pouco de tempo, até que seja definitivamente derrotado por Cristo Jesus (Apocalipse 20.2,7,10).

QUEM ESTARÁ NA TERRA DURANTE O MILÊNIO
Aqui na Terra, durante o Milênio, estarão Israel e os gentios que tiverem sobrevivido à Grande Tribulação. A Igreja, como já o dissemos, estará na companhia de Cristo, auxiliando-o a governar as nações. Afinal, dEle recebemos esta promessa (Apocalipse 2.26-27). Não podemos, contudo, explicitar em que lugar, exatamente, encontrar-se-á a Igreja: se no céu ou se entre a Terra e o céu. De uma coisa temos absoluta certeza: com os nossos corpos já glorificados, estaremos na companhia de Jesus.

OBJETIVOS DO MILÊNIO

O Milênio será implantado tendo vários objetivos bem definidos:
1) EXALTAR A CRISTO: Todos os povos, principalmente Israel, terão que se curvar ante Jesus Cristo, cujo nome será sublime e soberanamente exaltado como o Rei dos reis e Senhor dos senhores (Filipenses 2.5-11 e Apocalipse 19.16).

2) MANIFESTAR O REINO DE DEUS: Na Oração Dominical, o Senhor Jesus ensinou-nos a orar: “Venha o teu reino” (Mateus 6.10). Esta petição começará a ser plenamente respondida quando vier o Senhor Jesus, juntamente com a sua Igreja, inaugurar o Milênio – a exposição mais visível do Reino de Deus na Terra.

3) MOSTRAR QUE ESTE MUNDO PODERÁ SER PERFEITAMENTE ADMINISTRADO: Em consequência da corrupção e dos desmandos administrativos, a população da Terra é assolada pela fome, pela falta de habitação e por muitas outras necessidades básicas. Todavia, quando Cristo instaurar o seu governo, mostrará Ele que todos estes problemas podem ser perfeitamente solucionados.

4) ARGUIR QUE OS REINOS DESTE MUNDO PERTENCEM A CRISTO: No deserto, Satanás tentou a Cristo, alegando serem dele todos os reinos deste mundo. Na verdade, tudo pertence a Jesus: “Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre” (Apocalipse 11.15). Desta forma, cumprir-se-á a aliança que Deus estabeleceu com a casa de Davi, da qual veio, legalmente, o Senhor Jesus (Isaías 9.6 e Daniel 7.13).

COMO SERÁ O MILÊNIO
O Milênio será um reino não somente de bênçãos espirituais, como também materiais, conforme o explicitam as Sagradas Escrituras. Por conseguinte, o Milênio:

1) TERÁ INÍCIO COM UM GRANDE DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO SANTO: Profetiza Zacarias que, quando os israelitas se virem cercados pelas nações da Terra, clamarão eles pelo socorro divino. Ato contínuo, olharão para o Cordeiro de Deus, agora glorificado e na companhia de sua Igreja, e lamentar-se-ão sobre Ele. Neste exato momento, experimentarão uma grande efusão do Espírito Santo: “E sobre a casa de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém derramarei o Espírito de graça e de súplicas…” (Zacarias 12.10).

2) SERÁ UM PERÍODO DE GRANDE CONHECIMENTO DA PALAVRA DE DEUS:  (Isaías 2.3). Acrescenta Isaías: “Não se fará mal nem dano algum em todo o monte da minha santidade, porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar” (Isaías 11.9).

3) SERÁ UM TEMPO DE PAZ UNIVERSAL: “E julgará entre muitos povos e castigará poderosas nações até mui longe; e converterão as suas espadas em enxadas e as suas lanças em foices; uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra” (Miqueias 4.3).

4) SERÁ UMA ERA DE SAÚDE FÍSICA E MENTAL: “… Então, os olhos dos cegos serão abertos, e os ouvidos dos surdos se abrirão. Então, os coxos saltarão como cervos, e a língua dos mudos cantará, porque águas arrebentarão no deserto, e ribeiros no ermo” (Isaías 35.3-6).

5) SERÁ UMA ERA DE PROSPERIDADE, SEGURANÇA E VIDA LONGA: “…porque os dias do meu povo serão como os dias da árvore, e os meus eleitos gozarão das obras das suas mãos até à velhice” (Isaías 65.22).

6) SERÁ UM PERÍODO DE RECUPERAÇÃO ECOLÓGICA DA TERRA: “O deserto e os lugares secos se alegrarão com isso; e o ermo exultará e florescerá como a rosa. Abundantemente florescerá também regorgitará de alegria e exultará; … ” (Isaías 35.1-2).

7) ISRAEL HABITARÁ SEGURO, E ESTARÁ DE POSSE DE TODO O TERRITÓRIO QUE O SENHOR PROMETERA A ABRAÃO: O capítulo 48 de Ezequiel descreve, em detalhes, os termos que as doze tribos de Israel ocuparão no período do Milênio. Será um território muito maior e muito mais amplo em relação ao ocupado hoje pelo Estado de Israel.

O Milênio não é uma mera hipótese futurística; é algo que faz parte dos planos de Deus. Neste período, conforme já dissemos, o Senhor Jesus Cristo reinará absolutamente sobre este mundo. E a Igreja de Cristo estará com Ele. Já imaginou quão grande será este privilégio? Afinal, temos do próprio Senhor esta promessa: “Palavra fiel é esta: que, se morrermos com ele, também com ele viveremos; se sofrermos, também com ele reinaremos” (2Timóteo 2.11-12).

Pr. Claudionor Corrêa de Andrade

Por Litrazini


Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.