Pesquisar neste blog:

Mostrando postagens com marcador soberano. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador soberano. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

GRANDIOSO E SOBERANO DEUS

Deus é capaz de voar acima e mergulhar abaixo de nossos problemas e pisar neles

“O que é impossível para o homem é possível para Deus” (Mt 19:26).

Nossas perguntas traem nosso entendimento:

Como Deus pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo? Quem diz que Deus está preso ao corpo

Como Deus pode ouvir todas as orações que chegam até Ele? Talvez os ouvidos de Deus sejam diferentes dos nossos.

Como Deus pode ser o Pai, o Filho e o Espírito Santo?

É possível que o céu tenha um conjunto de leis físicas diferente do da terra

Se as pessoas aqui da terra não perdoarem, até que ponto seremos culpados diante de um Deus Santo

É exatamente o contrário. Deus sempre pode conceder graça quando nós, humanos, não podemos, foi Ele quem a inventou.

Como é vital que oremos munidos do conhecimento de que Deus está no céu.

Oremos com uma convicção um pouco menor e nossas orações serão tímidas, superficiais e vazias.

Erga os olhos, veja o que Deus fez e observe como suas orações são estimuladas.

Esse conhecimento nos dá confiança enquanto enfrentamos o futuro incerto.

Sabemos que Deus está no controle do universo e, por isso, podemos descansar seguros.

Mas também é importante o conhecimento de que este Deus que está no céu escolheu se inclinar para a terra para ver a nossa aflição e ouvir as nossas orações.

Ele não está tão acima de nós a ponto de não ser tocado por nossas lágrimas.

Embora não possamos ver seu propósito ou seu plano, o Senhor do céu está no seu trono e no firme controle do universo e de nossa vida.

Assim, nós lhe confiamos o nosso futuro. Nós lhe confiamos a nossa vida.

Extraído do livro Dias melhores virão de Max Lucado

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

CONTROLE SOBERANO DE DEUS

 

A soberania de Deus é definida como o Seu completo e total controle independente sobre cada criatura, evento e circunstância em cada momento da história.
Não sujeito a ninguém, influenciado por ninguém, absolutamente independente;
Deus faz o que deseja, apenas como Ele quiser, sempre que quiser.
Deus está no controle completo de cada molécula no universo em cada momento;
Tudo o que acontece é causado ou permitido por Ele para os Seus propósitos perfeitos.
A única maneira de confiar no controle soberano de Deus e descansar nEle é conhecê-lo.
Conheça Seus atributos, saiba o que Ele fez no passado, e isso cria confiança no Senhor.
"... O povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo." (Dn 11.32)
Podemos nos regozijar com a soberania do nosso Deus, porque é ofuscada pela Sua bondade, Seu amor, Sua misericórdia, Sua compaixão, Sua fidelidade e Sua santidade.
Todavia, não podemos confiar em alguém que não conhecemos, e existe apenas uma maneira de conhecer Deus, através da Sua Palavra.
Não existe uma fórmula mágica para nos fazer gigantes espirituais durante a noite;
Existe apenas a Bíblia, a única fonte de poder que mudará nossas vidas de dentro para fora.
Porém, é preciso esforço, esforço diligente e cotidiano, para conhecer o Deus que controla tudo.
Se bebermos profundamente da Sua Palavra e deixarmos que ela cubra nossas mentes e corações, a soberania de Deus se tornará clara para nós;
Nos alegraremos com ela porque conheceremos intimamente e confiaremos completamente no Deus que controla todas as coisas para a Sua finalidade perfeita.
Fonte: GotQuestion, Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 21 de abril de 2025

DEUS É SOBERANO

Fé na soberania de Deus.

Uma vez que Ele é soberano, nunca comete erros.

Em sua soberania, até mesmo nossos erros cooperam para o bem.

Se Deus não tivesse soberanamente permitido que cometêssemos erros, possivelmente não poderíamos tê-los cometido.

Contudo, isso não quer dizer que devemos cometer erros de propósito.

Quando estamos errados, precisamos arrepender-nos.

Após o arrependimento de um erro ou falha, exercitar a fé na soberania de Deus.

É preciso ter fé total em Deus,

Se tiver tal fé, os dardos inflamados de satanás não serão capazes de causar danos.

Os dardos inflamados são as tentações, propostas, dúvidas, questões, mentiras e ataques de Satanás.

Os dardos inflamados do diabo vêm como pensamentos injetados na mente.

A fé não está em nossa própria capacidade, força, mérito ou virtude, mas em Deus (Mc 11:22).

Deus é real vivo presente disponível. Devemos ter fé nEle!

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


quarta-feira, 22 de novembro de 2023

A PORTA FOI ABERTA

Jesus veio expandir, abrir, derrubar as fronteiras e possibilitar a outros povos a participação no reino eterno.

Foi graças a esse caminho maravilhoso que se abriu para nós a possibilidade única e esplendorosa de entrar no reino do Pai das Luzes.

Qualquer cidadão do mundo que se disponha a entrar por essa porta pode transformar-se em cidadão do reino de Deus através da adoção como filho de Deus;

Nesse reino onde não há súditos comuns;

Um reino onde um Pai Eterno governa filhos escolhidos, aceitos e adotados por Ele mesmo em sua soberana vontade, majestade e poder.

Então lhes disse: Levantar-se-á nação contra nação e reino contra reino. (Lc.21:10)  

Assim também vós quando virdes estas coisas acontecerem, sabei que o reino de Deus está próximo. (Lc.21:31)

Quando Jesus proferiu o sermão profético, previu o princípio das dores e falou da sua segunda vinda;

Ele deixou bem claro (nessa e em muitas outras ocasiões) que Ele vai voltar como Juiz e Rei Absoluto, como Rei dos Reis e Senhor dos Senhores

Restabelecer definitivamente o seu reino eterno de justiça e paz com aqueles que O aceitaram e O têm como Único Senhor e Salvador de suas vidas. 

O reino de Deus já está estabelecido na terra.

Ele sempre foi e sempre será soberano sobre tudo e todos.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 16 de maio de 2018

TEMPOS DIFÍCEIS


Fizeste passar o teu povo por tempos difíceis. (Sl 60.3.)

De quem é o povo que está passando por tempos difíceis? Quem é a pessoa que fez esse povo passar por tempos difíceis? As duas perguntas têm uma só resposta: Deus.

Partindo do princípio de que “Deus é amor” (1Jo 4.8), não é estranho que ele faça o seu próprio povo passar por tempos difíceis. Além do mais, ele é soberano e faz o que bem entende, como, por exemplo, no caso dos gêmeos de Rebeca e Isaque: “Amei Jacó, mas rejeitei Esaú” (Rm 9.13).

“Tempos difíceis” às vezes são a conseqüência natural de uma conduta infeliz e equivocada. Depois do adultério e do assassinato de Urias, Davi passou por um longo e árduo período de “tempos difíceis”.

A explicação de Paulo é por demais oportuna: “O que o homem semear, isso também colherá. Quem semeia para a sua carne, da carne colherá destruição” (Gl 6.7,8).

A maturidade espiritual, o aperfeiçoamento do caráter, o crescimento da fé e muitas outras conquistas no que diz respeito ao aumento da comunhão do pecador regenerado com Deus têm muito a ver com os “tempos difíceis”.

“Quando se retira a escória da prata”, explicam os Provérbios de Salomão, “nesta se tem material para o ourives” (Pv 25.4). Ora, a escória só se separa da prata no cadinho e a temperaturas elevadas. Daí se diz que o crisol (o mesmo cadinho) serve para produzir e evidenciar as boas qualidades de uma pessoa.

Em outro poema, o salmista chega a dar graças pelos “tempos difíceis”. “Foi-me bom ter eu passado pela aflição, para que eu aprendesse os teus decretos” (Sl 119.71, RA).

Precisamos aprender a dar graças pelos tempos difíceis. Foram eles que arrancaram o filho pródigo do chiqueiro de porcos e o trouxeram de volta para a casa paterna (Lc 15.11-32).

Retirado de Refeições Diárias com o Sabor dos Salomos. Editora Ultimato.

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 19 de abril de 2014

Escolhidos para a salvação

Mas nós, devemos sempre dar graças a Deus por vocês, irmãos amados pelo Senhor, porque desde o princípio Deus os escolheu para serem salvos mediante a obra santificadora do Espírito e a fé na verdade.” (2 Ts. 2.13)

1. Somos ensinados aqui que Deus é soberano na escolha das almas que são salvas.

(I) Ele é soberano na escolha de homens e anjos não rebeldes.
Nós lemos na Bíblia sobre duas grandes apostasias contra Deus. A primeira ocorreu no céu. Lúcifer, filho da manhã, um dos mais brilhantes querubins ao redor do trono, se rebelou por orgulho, juntamente com miríades de santos anjos. “Eles não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação”. “Pois Deus não poupou os anjos que pecaram, mas os lançou no inferno, prendendo-os em abismos tenebrosos a fim de serem reservados para o juízo.” (2 Pedro 2.4).

A rebelião seguinte foi no paraíso. O homem acreditou em Satanás e não em Deus, e comeu do fruto proibido. “Pela desobediência de um só homem foram todos constituídos pecadores.” Ambas as famílias pecaram contra o mesmo Deus, quebraram a mesma santa lei, caíram sob a mesma maldição, e foram condenadas ao mesmo fogo. Mas aprouve a Deus, em infinita compaixão, fornecer uma forma de perdão para algumas dessas criaturas perdidas. Ele determinou salvar alguns “para o louvor da glória da sua graça”.

Mas quem ele salvará – homens ou anjos rebeldes? Talvez as hostes não caídas do céu implorassem que os seus outrora irmãos fossem tomados, e os homens abandonados. Eles poderiam ter dito que a natureza angelical era maior e mais nobre, e que o homem era um verme. “Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus!”  Ele não poupou os anjos. Ele passou pelos portões do inferno, e não ergueu a cruz do Calvário ali. “Pois é claro que não é a anjos que ele ajuda, mas aos descendentes de Abraão.” (Hebreus 2.16).

(II) Ele é soberano na escolha dos países que têm a luz do evangelho.
Todas as nações são igualmente perdidas e vis aos olhos de Deus. “Ele fez de mesmo sangue todas as nações dos homens, para habitarem sobre toda a face da terra.” E, ainda, quão diferente foi a forma como Ele lidou com diferentes povos.

Por que Deus escolheu Israel para ser um tesouro peculiar para Si, e lhes entregar oráculos divinos? Foi porque eles eram mais justos do que os outros?
Não, pois isso é expressamente negado: “Sabe que não é pela tua justiça que Jeová teu Deus te está dando esta boa terra para a possuíres; porque tu és um povo de cerviz dura.” (Deuteronômio 9.6). Nem foi por conta de sua grandeza: “O Senhor não tomou prazer em vós nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menor de todas as pessoas, mas porque ele o amava” ( Deuteronômio 7.7).

Novamente: por que a China, com seus milhões, ficou fechada sob muros por séculos, e foi abandonada à escuridão dos seus ídolos vãos? Por que a Índia foi deixada sob as cadeias cruéis do Hinduísmo? Por que a África foi praticamente entregue à bruxaria e superstição? Por que o belo rosto da Europa foi quase entregue às ilusões do homem do pecado, e por que a nossa própria ilha sombria tem sido escolhida para ser por muito tempo o mais brilhante repositório da verdade em todo o mundo? Somos melhores do que eles?
Não, de modo algum. Há pecados cometidos entre nós que envergonhariam os pagãos. “Seu caminho é de santidade.” “Terei misericórdia de quem eu quiser ter misericórdia e terei compaixão de quem eu quiser ter compaixão.”

(III) Ele é Soberano na escolha das pessoas mais improváveis ​​para serem salvas.
Você esperaria que a maioria dos ricos fossem salvos. Eles têm mais tempo para estudar as coisas divinas, não são molestados pelos temores da pobreza, pois podem obter todas as vantagens. Contudo, escute a Palavra de Deus: “não escolheu Deus os que são pobres aos olhos do mundo para serem ricos em fé e herdarem o Reino que ele prometeu aos que o amam?” (Tiago 2.5).

Novamente, você imaginaria que Deus teria escolhido o sábio e erudito, para ser salvo. O evangelho é um assunto de profunda sabedoria. A Bíblia foi escrita em línguas antigas, difíceis de serem alcançadas. E os homens educados geralmente são  livres de preconceitos a que as pessoas comuns estão sujeitas. Contudo, escute a palavra de nosso Senhor: “Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque tu ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e tu revelaste aos pequeninos. Mesmo assim, Pai, porque assim pareceu bem aos teus olhos.”

Você imaginaria que certamente Deus salvaria as pessoas mais virtuosas do mundo. Ele é um Deus de pureza, que ama o que é sagrado e, embora ninguém seja justo, não, nenhum, alguns são muito menos manchados pelo pecado do que outros. Certamente ele adquirirá estes. O que diz o Senhor Jesus aos fariseus? “Os publicanos e as meretrizes entrarão nos céus antes de vocês.” Jesus deixa que o jovem rico se vá, triste, enquanto o Rei da glória entra no portão de pérolas da Nova Jerusalém com um ladrão lavado em Seu sangue do seu lado.

Se a minha alma é salva, não devo dar graças? Se os ministros são obrigados a agradecer a Deus pela salvação gratuita de seu povo, quanto mais nós estamos obrigados a louvá-Lo por nos salvar. Eu não sou melhor do que um anjo rebelde. Demônios nunca rejeitaram a Cristo como eu fiz, e ainda assim Ele passou por eles e me salvou. Eu não sou melhor do que um chinês ou um hindu, e, ainda assim, a graça passou por milhões deles e veio até mim. Eu não era melhor do que a roda de escarnecedores, talvez pior do que a maioria, mas tenho certeza que posso dizer: “Tu livraste a minha alma do inferno mais profundo”. Glória a Deus Pai, que me escolheu antes do mundo existir. Glória a Jesus, que passou por milhões e morreu por mim. Glória ao Espírito Santo, que veio gratuitamente em amor  e me despertou.

2. Somos ensinados aqui que Deus escolhe o meio, assim como o fim.
“Ele nos elegeu para a salvação, pela santificação do Espírito, e fé na verdade”. O primeiro passo que Deus escolhe para seu povo é a “fé na verdade”. Deus não escolhe os homens para saltar de seus pecados para a glória. Antes, Ele envia gratuitamente o Espírito para ungir os olhos, derreter seus corações, para persuadir e capacitá-los a abraçar a Cristo, gratuitamente oferecido no evangelho.

Uma fé simples e sincera na verdade é a primeira marca de que fomos escolhidos para a salvação. “ Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim.” Eu fui a Jesus? Então, sei que sou um daqueles que o Pai Lhe deu antes que o mundo existisse. Eu realmente creio na verdade conforme ela subsiste em Jesus? Então Deus me escolheu para a salvação.

O segundo passo que Deus escolhe para seu povo  é a “santificação do Espírito”. Está escrito: “Depois que crestes, fostes selados com o Espírito Santo da promessa” (Efésios 1.13). No momento em que a alma se apega ao Senhor Jesus, o Espírito Santo faz Sua morada em nossas almas; Ele permanece lá para sempre. Ele transforma a gaiola de pássaros imundos em um templo para o louvor de Jeová. Ele torna a alma toda gloriosa por dentro. Ele destrói o domínio do pecado, Ele enche, vivifica, renova todo o homem interior.

Já recebi o Espírito Santo? Há o selo celeste em meu coração, inculcando-me as características e a mente de Jesus? Tenho a santificação do Espírito?
Então, tenho a clara evidência de que a minha vocação e eleição são certas. Eu posso olhar para a minha eleição antes que o mundo existisse, e adiante para a minha salvação quando tudo se consumar.

Quão tola é a presunção daqueles que dizem: “Se eu não for eleito, não posso ser salvo, não importa o que eu faça; e se eu sou eleito, serei salvo da maneira como eu viver”.
A resposta é simples, seja você eleito ou não, não pode ser salvo sem crer na verdade e ser santificado pelo Espírito. O que está escrito no livro do Cordeiro da vida, eu não sei, mas o que está escrito na Bíblia Sagrada, eu sei: “aquele que crê será salvo; quem não crê será condenado”. E “sem santidade, ninguém verá o Senhor”.

ROBERT MURRAY M'CHEYNE / Traduzido por André Lima | Reforma21.org 

Por Litrazini

Graça e Paz


sábado, 13 de abril de 2013

O que é a vontade de Deus?


Quando se fala da vontade de Deus, muitas pessoas veem três aspectos diferentes a seu respeito na Bíblia.

O primeiro aspecto é conhecido como a vontade decretiva, soberana ou oculta de Deus. Esta é a "final" vontade de Deus. Esta faceta da vontade de Deus vem do reconhecimento da soberania de Deus e dos outros aspectos da Sua natureza. Esta expressão da vontade de Deus se concentra no fato de que Ele soberanamente ordena tudo o que chega a acontecer. Em outras palavras, não há nada que aconteça que seja fora da vontade soberana de Deus. Este aspecto da vontade de Deus é visto em versículos como Efésios 1:11, onde aprendemos que Deus é aquele "que faz todas as coisas segundo o propósito da sua vontade", e Jó 42:2: "Sei que podes fazer todas as coisas; nenhum dos teus planos pode ser frustrado".

Este ponto de vista da vontade de Deus é baseado no fato de que, porque Deus é soberano, sua vontade nunca pode ser frustrada. Nada acontece que esteja além de seu controle.

Esta compreensão da Sua vontade soberana não implica que Deus faça tudo acontecer. Pelo contrário, ela reconhece que, por causa da Sua soberania, Ele deve pelo menos permitir que as coisas aconteçam. Este aspecto da vontade de Deus reconhece que, mesmo quando Deus permite passivamente que as coisas aconteçam, Ele tem que optar por permiti-las, uma vez que sempre tem o poder e o direito de intervir.

Deus pode sempre optar por permitir ou interromper as ações e eventos deste mundo. Portanto, assim como Ele permite que as coisas aconteçam, elas fazem parte da Sua "vontade" neste sentido da palavra.

Embora a vontade soberana de Deus seja muitas vezes escondida de nós até que chegue a acontecer, há um outro aspecto da Sua vontade que é claro para nós: Sua vontade perceptiva ou revelada. Como o nome indica, esta faceta da vontade de Deus significa que Deus escolheu revelar parte da Sua vontade na Bíblia. A vontade perceptiva de Deus é a Sua vontade declarada a respeito do que devamos ou não fazer.

Por exemplo, por causa da vontade revelada de Deus, podemos saber que é a Sua vontade que não roubemos, que amemos nossos inimigos, que nos arrependamos de nossos pecados e que sejamos santos como Ele é santo. Esta expressão da vontade de Deus é revelada tanto em Sua Palavra quanto na nossa consciência, através da qual Deus escreveu Sua lei moral nos corações de todos os homens. As leis de Deus, quer encontradas na Escritura ou em nossos corações, são vinculativas para nós. Teremos que prestar contas por desobedê-las.

Compreender esse aspecto da vontade de Deus reconhece que, embora tenhamos o poder e a capacidade para desobedecer os mandamentos de Deus, não temos o direito de fazê-lo. Portanto, não há desculpa para o nosso pecado e não podemos afirmar que ao escolher pecar estamos simplesmente cumprindo o decreto ou vontade soberana de Deus.

Judas estava cumprindo a vontade soberana de Deus ao trair Cristo, assim como os romanos que O crucificaram estavam. Isso não justifica os seus pecados. Eles não eram menos perversos ou traiçoeiros, e tiveram que prestar contas pela sua rejeição de Cristo (Atos 4:27-28). Mesmo que em Sua soberana vontade Deus permita, ou permita que aconteça, o pecado, ainda teremos que prestar contas a Ele.

O terceiro aspecto da vontade de Deus que vemos na Bíblia é a permissiva ou perfeita vontade de Deus. Esta faceta da vontade de Deus descreve a Sua atitude e define o que é agradável a Ele. Por exemplo, embora seja claro que Deus não tem prazer na morte do ímpio, é igualmente claro que ele permite ou decreta a sua morte. Esta expressão da vontade de Deus é revelada em muitos versículos da Bíblia que indicam o que alegra a Deus ou não. Por exemplo, em 1 Timóteo 2:4, vemos que Deus deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade, mas sabemos que a vontade soberana de Deus é que "Ninguém pode vir a mim, se o Pai, que me enviou, não o atrair; e eu o ressuscitarei no último dia" (João 6:44).

Se não tivermos cuidado, podemos facilmente ficar preocupados ou até mesmo obcecados em encontrar a "vontade" de Deus para as nossas vidas. No entanto, se a vontade que estivermos buscando for a Sua vontade secreta, oculta ou decretiva, estamos em uma busca tola. Deus não escolheu revelar esse aspecto de Sua vontade para nós.

O que devemos procurar conhecer é a vontade perceptiva ou revelada de Deus. O verdadeiro sinal de espiritualidade é quando desejamos conhecer e viver segundo a vontade de Deus assim como revelada nas Escrituras, e ela pode ser resumida como "Sejam santos, porque eu sou santo" (1 Pedro 1:15-16).

Nossa responsabilidade é obedecer a Sua vontade revelada e não especular sobre o que a Sua vontade oculta talvez seja. Embora devamos buscar ser "guiados pelo Espírito Santo", nunca devemos esquecer que o Espírito Santo está principalmente nos guiando à justiça e a nos conformarmos à imagem de Cristo para que a nossa vida glorifique a Deus. Deus nos chama a viver nossas vidas de toda palavra que proceda da Sua boca.

Viver de acordo com a Sua vontade revelada deve ser o principal objetivo ou propósito de nossas vidas. Romanos 12:1-2 resume esta verdade, pois somos chamados a nos oferecer "em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês. Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus."

Para conhecermos a vontade de Deus, devemos nos aprofundar na escrita Palavra de Deus, saturando as nossas mentes com ela e orando para que o Espírito Santo nos transforme através da renovação de nossas mentes, de modo que o resultado seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 19 de maio de 2012

O que significa que Deus é onisciente?


A onisciência é definida como "o estado de ter conhecimento total, a qualidade de saber tudo." Para que Deus seja soberano sobre a Sua criação de todas as coisas, visíveis ou invisíveis, Ele tem que ser onisciente. Sua onisciência não é restrita a uma única pessoa da Trindade – o Pai, Filho e Espírito Santo são todos por natureza oniscientes.

Deus sabe de tudo (1João 3:20). Ele não só conhece os mínimos detalhes da nossa vida, mas também de tudo ao nosso redor, pois menciona que sabe até quando um pardal cai ou quando perdemos um único fio de cabelo (Mateus 10:29-30). Deus não só sabe de tudo o que ocorrerá até o fim da história em si (Isaías 46:9-10), mas também conhece nossos pensamentos antes mesmo de falarmos (Salmo 139:4). Ele conhece os nossos corações de longe e até nos viu quando ainda estávamos no ventre materno (Salmo 139:1-3, 15-16). Salomão expressa essa verdade perfeitamente quando diz: "porque só tu conheces o coração de todos os filhos dos homens" (1 Reis 8:39).

Apesar da condescendência do Filho de Deus despojar-se de Si mesmo e assumir a forma de servo (Filipenses 2:7), a Sua onisciência é claramente vista nos escritos do Novo Testamento. A primeira oração dos apóstolos, encontrada em Atos 1:24: "Tu, Senhor, conhecedor dos corações de todos", implica a onisciência de Jesus, a qual é necessária para que seja capaz de receber petições e interceder na mão direita de Deus.

Na Terra, a onisciência de Jesus é igualmente clara. Em muitos relatos do Evangelho, Ele conhecia os pensamentos do Seu público (Mateus 9:4, 12:25, Marcos 2:6-8; Lucas 6:8). Ele sabia de detalhes das vidas das pessoas antes mesmo de conhecê-las. Quando conheceu a mulher samaritana que estava tirando água do poço de Sicar, Ele disse-lhe: "Porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade" (João 4:18). 

Jesus também diz aos Seus discípulos que o Seu amigo Lázaro estava morto, embora estivesse mais de 40 km de distância da casa de Lázaro (João 11:11-15). Ele aconselhou os discípulos a irem preparar-se para a Ceia do Senhor, descrevendo a pessoa que iriam encontrar e acompanhar (Marcos 14:13-15). Talvez o melhor exemplo: Ele conhecia Natanael antes mesmo de encontrá-lo, pois já conhecia o seu coração (João 1:47-48).

Claramente observamos a onisciência de Jesus na Terra, mas aqui é onde começa o paradoxo também. Jesus faz perguntas, o que talvez implique a ausência de conhecimento, embora o Senhor faça perguntas mais para o benefício de Sua audiência do que para Si mesmo.


No entanto, existe uma outra faceta acerca de Sua onisciência que surge das limitações da natureza humana que Ele, como o Filho de Deus, assumiu. Lemos que, como um homem, "crescia Jesus em sabedoria, e em estatura" (Lucas 2:52) e que Ele "aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu" (Hebreus 5:8).

Também lemos que Ele não sabia quando seria o fim do mundo (Mateus 24:34-36). Nós, portanto, temos que perguntar: por que o Filho não sabe disso quando já sabia de tudo mais? Ao invés de encarar isto como uma limitação humana, devemos considerá-lo um controlado limite de conhecimento. Aqui vemos um ato voluntário de humildade a fim de participar plenamente da nossa natureza (Filipenses 2:6-11, Hebreus 2:17) e ser o segundo Adão.

Finalmente, não há nada difícil demais para um Deus onisciente, e é com base na nossa fé em tal Deus que podemos descansar seguros, sabendo que promete nunca desamparar-nos enquanto continuarmos nEle. Ele conhece-nos desde a eternidade, mesmo antes da criação.


Deus já conhecia eu e você, já sabia quando apareceríamos no decorrer do tempo e com quem iríamos interagir. Ele até previu o nosso pecado em toda a sua feiúra e depravação, mas ainda, em amor, escolheu colocar o Seu selo sobre nós e nos atraiu a esse amor em Jesus Cristo (Efésios 1:3-6). 

Um dia o veremos face a face, mas o nosso conhecimento de Deus nunca será completo. Nossa admiração, amor e louvor a Ele continuarão por todos os milênios enquanto nos aquecemos nos raios do Seu amor celestial, aprendendo e apreciando cada vez mais o nosso Deus onisciente.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz



Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.