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quarta-feira, 12 de junho de 2019

AS PALAVRAS MAIS PODEROSAS DA TERRA


Sem sair de seu pequeno país, no curto período de três anos de seu ministério público, sem deixar qualquer escrito sobre si mesmo ou sobre seu ensino, Jesus Cristo tornou-se o maior comunicador de todos os tempos. 

Nenhum outro teve suas palavras atravessando tantas gerações, sendo estudado em tamanha profundidade, marcando a história da humanidade de maneira tão significativa. 

Em meio a tantas mentiras, enganos e sofismas, Cristo trouxe a verdade para nos libertar (João 8.32). 

Veja algumas características de suas palavras: 

FALAVA COM AUTORIDADE E PODER 
Lucas 4.36 – “Todos ficaram grandemente admirados e comentavam entre si, dizendo: Que palavra é esta, pois, com autoridade e poder, ordena aos espíritos imundos, e eles saem?” 
Mateus 7.28-29 – “Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multidões maravilhadas da sua doutrina; porque ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas”. 
Mateus 8.26 – “Perguntou-lhes, então, Jesus: Por que sois tímidos, homens de pequena fé? E, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar; e fez-se grande bonança”. 

FALAVA COM GRAÇA E SABEDORIA 
Lucas 2.47 – “Todos os que o ouviam estavam muito admirados com a sua inteligência e com as respostas que dava” (NTLH). 
Lucas 4. 22 – “Todos lhe davam testemunho, e se maravilhavam das palavras de graça que lhe saíam dos lábios, e perguntavam: Não é este o filho de José?” 
João 7.15 – “Então, os judeus se maravilhavam e diziam: Como sabe este letras, sem ter estudado?”

IMPACTAVA SEUS MAIORES ADVERSÁRIOS 
João 7.45-46 – “Voltaram, pois, os guardas à presença dos principais sacerdotes e fariseus, e estes lhes perguntaram: Por que não o trouxestes? Responderam eles: Jamais alguém falou como este homem”. 

ERA MUITO PERSUASIVO E CONVINCENTE 
João 4. 41 – “Muitos outros creram nele, por causa da sua palavra”. 

TINHA PALAVRAS DE CURA E LIBERTAÇÃO 
Mateus 8.16 – “Chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados; e ele meramente com a palavra expeliu os espíritos e curou todos os que estavam doentes”. 
João 4.50 – “Vai, disse-lhe Jesus; teu filho vive. O homem creu na palavra de Jesus e partiu”. 

FALAVA DAS COISAS DO PORVIR 
Mateus 26.75 – “Então, Pedro se lembrou da palavra que Jesus lhe dissera: Antes que o galo cante, tu me negarás três vezes. E, saindo dali, chorou amargamente”. 

SABIA QUANDO FICAR EM SILÊNCIO 
Mateus 27.14 – “Jesus não respondeu nem uma palavra, vindo com isto a admirar-se grandemente o governador”. 

CONHECIA EM PROFUNDIDADE SEUS OUVINTES 
Mateus 9.4 – “Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Por que cogitais o mal no vosso coração?” 
Mateus 12.25 – “Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá”. 
Lucas 9.47 – “Mas Jesus, sabendo o que se lhes passava no coração, tomou uma criança, colocou-a junto a si”. Era assertivo e direto
Mateus 3.7 – “Vendo ele, porém, que muitos fariseus e saduceus vinham ao batismo, disse-lhes: Raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira vindoura?” 
Mateus 16.23 – “Mas Jesus, voltando-se, disse a Pedro: Arreda, Satanás! Tu és para mim pedra de tropeço, porque não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens”. 

FALAVA PALAVRAS DE VIDA ETERNA 
João 5.24 – “Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida”. 
João 6.68 – “Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna”. 

De tudo isso, o mais importante é que ele era o próprio conteúdo de sua comunicação: a palavra que se fez gente! (João 1.1) Vivia o que falava e falava o que vivia. Como ele mesmo disse, “os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão” (Mateus 24.35). 

Por isso, suas palavras foram e são as mais poderosas da Terra. 

Fonte: IPILON / Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

A MISSÃO DE CRISTO NA TERRA

Portanto, estejam com a mente preparada, prontos para agir; estejam alertas e coloquem toda a esperança na graça que lhes será dada quando Jesus Cristo for revelado. (1 Pedro 1.13)

O evangelho nos diz quem é Cristo: ele é o nosso Salvador. Ele nos livra do pecado e da morte, nos ajuda a sair da desgraça, nos reconcilia com o Pai, nos torna piedosos e nos salva independentemente de nossas próprias obras.

Todo aquele que não reconhecer Cristo dessa maneira fracassará. Mesmo que você já saiba que ele é o Filho de Deus, que ele morreu, ressuscitou e se assenta à mão direita do Pai, ainda não terá conhecido a Cristo corretamente. Esse conhecimento não o ajuda.

Você também deve saber e crer que ele fez tudo isso por amor a você – para ajudá-lo.

Alguns contemplam apenas a dor e o sofrimento de Cristo e, erroneamente, pensam que agora ele está assentado no céu sem fazer nada, desfrutando de si mesmo. Como resultado, a fé destes não pode ser viva e seus corações permanecem estéreis.

Não devemos pensar que o Senhor Jesus pertence exclusivamente a si mesmo. Precisamos pregar que ele pertence também a nós.

De outra forma, por que seria necessário que ele viesse à terra e derramasse o seu sangue?

Como Jesus disse: “Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele” (Jo 3.17).

Assim, Jesus fez o que o Pai o enviou para fazer. Deus enviou à terra não somente a natureza divina de Cristo, mas também sua natureza humana. Tão logo foi batizado, ele começou a executar sua missão.

Deus o enviou para proclamar a verdade e vencer a batalha por nossas vidas, a fim de que todos os que crerem nele sejam salvos.

Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Luter. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

O SAL E A LUZ

Vocês são o sal da terra… Vocês são a luz do mundo… Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens. [Mateus 5.13-14,16]

Sal e luz são duas das maiores necessidades nos lares. Certamente Jesus deve ter visto, inúmeras vezes, sua mãe usar o sal na cozinha.

Naqueles dias, antes de existir a refrigeração, o sal era usado normalmente com propósitos antissépticos e de preservação. Assim, Maria deixava peixe e carne mergulhados em água salgada e acendia lamparinas a óleo quando o sol se punha.

Jesus escolheu essas imagens para indicar a influência que ele desejava que seus seguidores exercessem no mundo.

O que ele quis dizer? O que é legítimo para nós deduzir dessa sua escolha de metáforas?

Acredito que ele estava ensinando quatro verdades.

PRIMEIRO, OS CRISTÃOS SÃO RADICALMENTE DIFERENTES DOS NÃO-CRISTÃOS.
Ambas as imagens estabelecem as duas comunidades em contraste uma com a outra. Por um lado, há o mundo; por outro, há você, que deve ser luz na escuridão do mundo.

Novamente, o mundo é como carne apodrecida e peixe em decomposição, mas você deve ser o seu sal, detendo a deterioração da sociedade. As duas comunidades são tão diferentes uma da outra quanto a luz é da escuridão, e o sal, da corrupção.

SEGUNDO, OS CRISTÃOS DEVEM PENETRAR NA SOCIEDADE NÃO-CRISTÃ.
Embora espiritual e moralmente distintos, não devemos ser socialmente segregados. Uma lâmpada não traz nenhum benefício se for guardada no armário; e o sal não faz bem se ficar dentro do saleiro.

A luz deve brilhar na escuridão; o sal deve penetrar na carne. Ambos os modelos ilustram o processo de penetração.

TERCEIRO, OS CRISTÃOS PODEM INFLUENCIAR E MUDAR A SOCIEDADE NÃO-CRISTÃ.
Sal e luz são ambos mercadorias eficazes. Eles mudam o seu ambiente. Quando o sal é introduzido na carne, algo acontece; a deterioração bacteriológica é contida. Do mesmo modo, quando a luz é acesa, algo acontece; a escuridão é dissipada.

Não apenas indivíduos podem ser mudados; sociedades também podem ser transformadas. É claro que não podemos tornar a sociedade perfeita, mas podemos melhorá-la. A história está cheia de exemplos de melhora social por meio da influência cristã.

QUARTO, OS CRISTÃOS DEVEM CONSERVAR AS CARACTERÍSTICAS CRISTÃS.
O sal deve reter sua salinidade; caso contrário, será inútil. A luz deve reter seu brilho; caso contrário, nunca dissipará a escuridão.

E quais são nossas características cristãs? O restante do sermão do monte nos diz.

Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta  enão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus. (Mateus 5.13-16)

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.


Por Litrazini


Graça e Paz

terça-feira, 29 de abril de 2014

Um Verdadeiro Sal na Terra

“Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.”  (Mt. 5.13)

Suponhamos que fôssemos convidados para um grande banquete, e se, nos fosse posta uma mesa maravilhosa com todos os tipos de manjares, e, se fosse nós mesmos a nos servirmos, certamente a cada um de nós iría escolher as comidas mais saborosas, aquelas que os nossos olhos olhassem, e, o nosso apetite desejasse. Se, ali houvesse algum tipo de comida que já tivéssemos degustado, e que gostamos, logo, seria um dos primeiros itens a compor nosso prato. Se também, houvesse outra que, apesar de ainda não termos experimentado mais que, simpaticamente ficamos satisfeitos com sua aparência, com certeza iríamos colocar um pouco, tudo no ensejo de saber qual é o seu sabor, justamente porque, novidade provoca sedução.

Porém, apesar de todas essas delicias ao nosso alcance, após todo o trabalho de nos deslocarmos dos nossos lugares, competir com outros para nos apossar dos nossos alimentos favoritos, e quando, nos assentarmos pronto para ingerir, imaginando estar ali algo que irá satisfazer nosso desejo faminto, se quando, trouxermos a primeira garfada a nossa boca, tivermos a insatisfação em saber que o cozinheiro esqueceu-se de colocar o fundamental, o precioso Sal, automaticamente, o nosso paladar irá reprovar o que viu tão belo os nossos olhos.

Logo, iremos ter plena convicção que, toda àquela estonteante beleza que estava ao nosso alcance, não passou de algo insosso; alguns, certamente vão comer um pouquinho, só para não perder a viagem, mais creio que, a maioria irá solicitar o sal, ou então, tudo aquilo que, antes era fascinante, passará a ser alvo de comentário destrutivo.

O sal nada mais é que, o conteúdo principal na comida, sem ele, nada tem o mesmo sabor, pois, pode faltar qualquer outro ingrediente, menos o sal.

Este mundo é uma grande mesa, onde há de tudo, coisas apreciáveis e coisas detestáveis;  gostosas ao paladar mais amargo para o estômago, coisas que aparentemente são desejáveis, mais que, no final são mortíferas. Coisas doces mais que atrai pragas, salgadas que aumenta compulsivamente a pressão, azedas que causa ranger nos dentes.

Vale lembrar que, em todo banquete oferecido pelo mundo, apesar de toda sua beleza e sedução, na maioria, se você experimentar irá ver a morte na panela. Assim deram de comer para os homens. E sucedeu que, comendo eles daquele caldo, clamaram e disseram: Homem de Deus há morte na panela. Não puderam comer.(2Re.4.40).

Óbvio que, as escolhas são suas, você pode até comer de tudo, se satisfazer como queira, mergulhar na abastança à vontade, saciar-se dos manjares oferecido; mais pode ter plena certeza que, lá na frente a morte te espera, Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor. (Rm 6.23)

Então, o que o Senhor Jesus está dizendo neste versículo é que, precisamos ser a dose certa que dá sentido a este mundo, nem mais, nem menos, estarmos na medida certa de Deus, sermos o sal desta terra, pois, este é o item essencial para transformar, para mudar, para dar sabor a toda comida contaminada que está mercê no mundo, e que, muitas vezes, somos seduzidos a nos servir. Os pratos oferecidos podem até ser bonitos, atrativos, mais é insípido, não trará gosto para o nosso viver, podendo até causar diarreia na alma.

Jesus é o cozinheiro que dá o toque especial, nos, portanto, precisamos ser o Sal e permitir que Ele espalhe entre seus dedos nossas vidas de tal forma que, apenas centelha de nós deem um sabor especial a tudo em nossa volta.

Não importa se somos pessoas belos, educados, sabios, até com princípios, mais se não houver em nossas vidas o toque deste cozinheiro não seremos o verdadeiro Sal.Podemos até ser qualquer outro ingrediente, mais que poderá ser substituído, nunca o fundamental.

Ainda que sejamos uma pessoa integra, e façamos atos bons, sem Jesus, nossas vidas continuam sem sabor.

Precisamos de Deus, fazer a diferença, tomarmo-nos essencial neste mundo. Sermos o verdadeiro sal e deixar que a marca do cozinheiro seja vista e fluída através das nossas vidas.

Pra Elza Carvalho

Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Aonde nos leva nossa fé

No capítulo 12 de Gênesis temos registrado um dos acontecimentos mais importantes – senão o mais – da história político-social de Israel: o chamado de Abraão. Tida como ponto inicial da formação do povo, primeiro hebreu, depois israelita e, finalmente, judeu, a saída de Abraão da Mesopotâmia inicia a fase dos patriarcas e expõe o projeto de Deus de uma forma mais clara e abrangente. Mas é muito mais do que isso.

Se observarmos as entrelinhas da narrativa veremos os mesmos elementos que até hoje permeiam a fé comum que os homens têm no Deus que chamou Abraão, o Deus de Israel.

Vejamos as palavras do Senhor.
“Sai da tua terra, da tua parentela, e da casa do teu pai”. Aqui, cada um desses elementos tem um significado especial.
“Tua terra”. quer dizer “teu território”, “tuas posses”. Os vales, os rios, os montes, o cheiro das plantas, todo o ambiente que ele aprendeu a chamar de “minha terra”.
“Tua parentela”. Não somente os parentes em geral, mas todos os que faziam parte de sua história, amigos, vizinhos, parentes distantes, primos, sobrinhos, etc.
“Casa do teu pai”. A segurança. O suporte. O alicerce pessoal.
Jeová pede para que Abraão, já um homem adulto, casado, ainda que sem filhos, simplesmente dê às costas a tudo isso para obedecer a seu chamado. E aqui começa a primeira lição da narrativa.

1. Deus está acima de qualquer realidade que conhecemos. E é melhor que todas elas.
E nisso estamos incluindo todo o mundo formado à nossa volta desde o momento em que somos gerados (terra, parentela, casa do pai). São todos esses elementos que constroem a nossa identidade, que nos fazem ser o que e quem realmente somos. Deixar essas coisas para trás significa “negar-se a si mesmo”, renunciar a própria vida, daí podermos entender Mateus 16.24-25, quando Jesus sugere a nós, em outras palavras, que façamos o que Deus mandou que Abraão fizesse:
“Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Pois aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, mas quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á”.

Muitos irão para o inferno porque não quiseram ou não conseguiram abrir mão de suas vidas por amor a Deus. Porque consideraram que abrir mão de suas tradições, religião (no caso de Abraão, religião idólatra e pagã, típica daquela região), de seus costumes, de sua zona de conforto para seguir a Deus que não se vê, para um lugar que só conheceremos quando lá chegarmos, por uma promessa que não apresenta nenhum vestígio material ou concreto de que será realizada, é uma prova grande demais. Um sacrifício que não vale à pena.

Que exemplo melhor podemos encontrar no Evangelho que o jovem rico (Lucas 18)? Assim como Abraão, teve o privilégio de ouvir a voz de Deus lhe chamando. Esteve na presença do Mestre. Mas não teve forças para abrir mão de seu mundo, de, como disse Jesus em Mateus 16.25, ‘perder a sua vida’. Ao perder sua vida terrena Abraão, com mais de 70 anos de idade, encontrou a vida eterna.

2. A fé é o primeiro fundamento. Todos os outros dependem dela.
Sabemos que o alicerce da vida cristã é a Palavra de Deus. Mas isto só será possível se crermos no que nela está escrito. Muitos lêem as Escrituras apenas para adquirem informação. Outros, para se prepararem para debates. Outro grupo o faz por tradição ou ritual, na hora do culto. E finalmente há os que a lêem como um amuleto, como se simplesmente sua leitura fosse lhes trazer sorte.

Somente uma pequena parcela lê a Bíblia como ela deve ser lida: como a Palavra de Deus, perfeita, imutável, incontestável, santa. Crêem em absolutamente todas as suas palavras, e, porque acreditam nela, se esforçam para cumprir o que nela está escrito. Para Deus, crer não é simplesmente acreditar. Mas viver o que se acredita. Ao que Jesus pergunta em Lucas 6.46... “Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu mando?” E foi aí que tudo começou: com a fé de Abraão. O homem que ouviu a Palavra e creu. E porque creu, obedeceu. Ouvir sem cumprir é como comprar um remédio, ler a bula, e tomar o medicamento de um modo completamente contrário ao que lá está prescrito. Parece loucura? Sim. Loucura que os homens cometem todos os dias, ao ouvirem a Palavra de Deus, se interessarem por ela, mas não a adotarem como regra de vida.

Se eu creio que há um Deus, e que este me deu sua Palavra, o que me impede de obedece-la? Será que não é minha falta de fé, que eu insisto em dizer que tenho, mas que no fundo, nem sei se existe? Precisamos ter cuidado, o autor em Hebreus 11.6 afirma que “sem fé é impossível agradar a Deus”. Abraão sabia disso.

3. A promessa de Deus é maravilhosa. Mas só para quem vai atrás dela.
Quando estava vivo, Moisés deixou bem claro que os únicos homens que foram contados no recenseamento do deserto que entrariam em Canaã seriam Josué e Calebe. O restante morreria e seus corpos seriam deixados no deserto (Nm.14). Naquela ocasião, assim como Abraão, Josué e Calebe creram na promessa de Deus. Promessa que havia sido feita séculos atrás para quem? Sim, para ele mesmo, Abraão. Quarenta e cinco anos depois, no momento em a terra estava sendo repartida entre as tribos, Calebe se apresenta (Js.14) e lembra Josué da promessa de Deus. Ele nunca duvidou.

Mesmo com o passar dos anos, com o aparecimento das adversidades, dos inimigos que enfrentaram no deserto, ele manteve sua fé no lugar. E foi abençoado. A bênção do Senhor exige compromisso. Sacrifício. É o princípio da semeadura. Só colhe quem planta.


Olhemos de uma forma geral para as promessas de Deus a Abraão:
a) Torná-lo uma grande nação e abençoá-lo.
b) Ter seu nome engrandecido e torná-lo uma bênção.
c) Cuidar de sua caminhada até o fim.
É ou não é tudo que todos querem? Não estão nessas promessas contidos todos os sonhos da humanidade? E quem mais poderia cumpri-las senão aquele que é Senhor de todo o universo? E o que fez o Eterno?

Aos 12 anos de idade, deixou sua casa em Nazaré, perdeu-se de sua parentela e, quando foi encontrado disse que estava na casa de seu Pai. Hoje cremos nele e não em Abraão. Abraão aos 75 anos. Ele aos 12. Não há idade para se começar a caminhar com Deus.

O chamado que há quase 4 mil anos foi feito ao pai da fé, lá na Mesopotâmia, continua sendo feito até hoje. A diferença, no entanto, é especial. Abraão não tinha idéia de para onde iria. Nós sabemos para onde iremos. E com quem estaremos. Deus está chamando. Creia. E viva.

Milton Curvina Neto

Por Litrazini


Graça e Paz

sexta-feira, 21 de junho de 2013

O Reino dos céus na terra

O reino de Deus na Terra é um reino celestial. O evangelho de Mateus usa a expressão “reino dos céus” mais de trinta vezes. Quase todas as vezes se refere ao reino que está próximo. “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mateus 3:2).

Jesus pregou a maravilhosa mensagem da chegada iminente do reino. “Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo” (Mateus 4:23). A palavra de Deus e a palavra do reino podem ser usadas indiferentemente. “A todos os que ouvem a palavra do reino e não a compreendem, vem o maligno e arrebata o que lhes foi semeado no coração. Este é o que foi semeado à beira do caminho” (Mateus 13:19; veja Lucas 8:11).

Os discípulos são guiados pela “doutrina dos apóstolos” (Atos 2:42), porque Deus lhes deu a obra de ordenar a vontade do céu sobre os cidadãos do reino na terra (veja Mateus 18:18). E por essa razão, Jesus disse aos seus discípulos: “Assim como meu Pai me confiou um reino, eu vo-lo confio” (Lucas 22:29).

O domínio do Rei Jesus Cristo chegou às mentes e corações do povo de Deus durante o primeiro século. E lhes disse: “Em verdade vos afirmo que, dos que aqui se encontram, alguns há que, de maneira nenhuma, passarão pela morte até que vejam ter chegado com poder o reino de Deus” (Marcos 9:1). Homens e mulheres ouviram a mensagem do reino e se tornaram cidadãos do reino do Senhor. “Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor” (Colossenses 1:13).

O reino dos céus na terra não é um reino terrestre. Jesus disse: “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus ministros se empenhariam por mim, para que não fosse eu entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui” (João 18:36). O que significa “não é deste mundo”? “Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! Porque o reino de Deus está dentro de vós” (Lucas 17:20-21). “Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo” (Romanos 14:17).

O que é o reino? Reino, basileia, significa monarquia, império, poder real, domínio. Portanto, o governo do céu chegou à terra. Mas o reino celestial não é como os reinos mundanos. O governo de Deus se dirige ao coração (espírito) do homem. Deus governa seu povo em seu Filho pela persuasão moral que é dada através de escritos sagrados, a Bíblia.

Os cidadãos do reino são aqueles que renasceram. “A isto, respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus...Em verdade, em verdade te digo: Quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus” (João 3:3,5).

“Tendo purificado a vossa alma pela vossa obediência à verdade, tendo em vista o amor fraternal não fingido, amai-vos, de coração uns aos outros ardentemente, pois fostes regenerados não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente” (1 Pedro 1:22-23).

Os cidadãos do reino de Deus deixam que a palavra dele tenha domínio sobre suas vidas. Eles seguem a Bíblia e formam hoje, coletivamente, o território da nação de Deus. Assim, nesse sentido, eles são o território que Deus governa. Eles não têm autoridade, pois todo o governo e domínio pertencem a Cristo. “Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra” (Mateus 28:18). Assim, quando se olha para a palavra reino, deve-se primeiro estar se lembrando do rei que governa.

A igreja forma o território do governo espiritual de Cristo.

O que significa igreja? A assembléia de cristãos que foram libertados das trevas do pecado pelo sangue de Cristo. A igreja e o reino são intimamente ligados, mas não são palavras sinônimas.

Reino destaca o governo do Rei. Igreja salienta o povo de Deus que está sob o governo de seu Senhor e Rei, Jesus Cristo.

Autoria: Tommy Poarch

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Sementes que precisam frutificar

A semente é uma vida encapsulada que precisa ser lançada na terra para continuar vivendo. Para que servem as sementes senão para serem plantadas?

A boa semente é aquela que produz o alimento saudável que chega às nossas mesas; aquela que produz uma árvore frondosa com muitos frutos e sombra para o cansado.

A melhor coisa a se fazer com uma semente é plantá-la.

A Bíblia conta uma linda estória que começa assim: “... eis que o semeador saiu a semear”. Que imagem bonita nos vem à mente pensando neste semeador que apanha as suas sementes e sai a semear. Eu poderia destacar algumas coisas neste ato do semeador.

· Semear é um exercício de responsabilidade
O semeador não tem outra coisa a fazer, senão ser fiel ao seu chamado. Ele não pode fazer outra coisa com as sementes, senão lançá-las na terra. É seu dever, é sua obrigação e ele não se isenta da sua responsabilidade.

· Semear é um exercício de fé
Ao lançar a semente na terra, ele sabe que a está perdendo, pois agora ela desaparece de suas mãos e o controle sobre a semente está na terra.

O semeador não tem outra alternativa a não ser o exercício da fé.

· Semear é um exercício de paciência
A perda da semente é temporária, pois em breve há de surgir na terra uma pequena planta.

Por dias, a única coisa que o semeador faz é esperar, todavia a sua espera não é uma espera desesperada, pois a experiência lhe diz que este é o processo natural.

Para colher é preciso plantar.

Todos nós somos semeadores das boas novas de Jesus Cristo.

O evangelho é a semente que produz vida.

A terra onde estas sementes devem ser plantadas é cada pessoa com a qual nós convivemos.

Precisamos lançar as sementes porque somos responsáveis diante de Deus; fazer isto com fé, pois ao lançarmos a semente não temos mais controle sobre ela e finalmente esperar com paciência e oração até que a semente frutifique no coração das pessoas.

Autor: Antonio Carlos Barro

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.