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quinta-feira, 23 de janeiro de 2025

PERMITIR O TRABALHO DIVINO

“Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor”. (2Co 3.18).

Deus nos convida para que vejamos a sua face, e então, Ele mudará a nossa.

Ele usa nossa face descoberta para expor a sua glória.

A transformação não é fácil.

Mas, nosso Senhor é capaz de mudar o semblante de seus filhos.

Pela sua visitação, rugas de preocupação são removidas.

Vergonha e dúvida tornam-se retratos de graça e confiança.

O toque dEle é capaz de remover as bolsas debaixo de olhos exaustos e transformar lágrimas de desespero em lágrimas de paz.

Um rosto brilhante é a marca de alguém que esteve na presença de Deus.

Depois de conversar com Deus, Moisés precisou cobrir sua face com um véu.

Depois de ver o céu, a face de Estevão resplandeceu como a de um anjo.

Deus está empenhado em mudar a face do mundo.

A meta, entretanto, não é fazer com que os nossos rostos fiquem radiantes

Nosso alvo não deve ser forjar uma expressão facial falsa e congelada, mas, simplesmente, permanecer diante de Deus com um coração preparado e desejoso, e permitir que Ele faça o seu trabalho.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 17 de março de 2024

UM SERVIÇO ABENÇOADO

O trabalho não é uma maldição ou um castigo imposto ao homem por causa do pecado.

A terra, de fato, foi amaldiçoada por causa do pecado do homem, dificultando o seu trabalho e exigindo dele esforço e suor para conseguir sustento (Gn 3.17-19).

Todavia o trabalho antecede o pecado.

Desde o princípio, além de exercer domínio sobre todos os animais e multiplicar-se a si mesmo para cumprir o propósito de Deus (Gn 1.26-28), o homem também cumpria a vontade do Senhor trabalhando a terra.

O Trabalho é um serviço, trabalhando servimos ao próximo.

O Trabalho Dignifica, “O Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida...” Mt 20.28.

Nenhum trabalho deve ser considerado humilhante.

O Verbo Eterno assumiu a forma de servo e, uma vez encarnado, serviu aos homens (Fp 2.5-8; Mc 6.3).

No reino de Deus não há espaço para orgulho de qualquer espécie (Lc 22.24-27; Jo 13.1-17).

“TUDO quanto te vier a mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças” Ec 9.10.

Deus honra aquele que busca se esmerar no seu trabalho.

A prosperidade na bíblia é apresentada sempre como resultado de: generosidade, fidelidade a Deus e diligência no trabalho.

Deus quer um povo que viva no presente século, não apenas de modo piedoso e justo, mas também sensato (Tt 2.12)

Não espere a bênção de Deus sobre o seu trabalho e finanças, vivendo desordenadamente.

“Ao que bem ordena o seu caminho eu lhe mostrarei a salvação de Deus” Sl 50.23.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024

QUANTO VALE MINHA VIDA

“Eis que farei de ti um trilho cortante e novo...” (Is. 41.15)

Uma barra de aço no valor de cinco dólares, quando transformada em ferraduras passa a valer duas vezes mais;

Se em lâminas de canivetes, seis mil vezes mais;

Se em molas de relógios, cinquenta mil vezes mais.

Por que processos a pobre barra tem que passar para ficar valendo isto!

Mas quanto mais ela é manipulada, e golpeada, e introduzida no fogo, e batida, e prensada, e polida, maior o seu valor.

Que este exemplo possa ajudar-nos a ficar quietos, em silêncio e pacientes.

Os que sofrem mais são capazes de submeter-se mais;

É através de dor que Deus está conseguindo mais de nós para a Sua glória e as bênçãos dos outros.

A vida é muito misteriosa.

Aliás, ela seria inexplicável se não crêssemos que Deus nos está preparando para cenas e mistérios que estão além do véu dos sentidos;

No mundo eterno, onde para serviço especial, são necessários espíritos bem temperados. 

“O torno que tem lâminas mais afiadas produz o melhor trabalho.”

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 28 de junho de 2020

COMO GLORIFICAR A DEUS NO SEU LOCAL DE TRABALHO

1Co 10:31 diz: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus”. “Como os jovens trabalhadores podem glorificar a Deus no trabalho?”.

PONTOS PRINCIPAIS
DEPENDÊNCIA. Vá para o trabalho totalmente dependente de Deus (Pv 3:5-6; Jo 15:5). Sem Ele você não consegue respirar, se mover, pensar, sentir ou falar.  E muito menos ser espiritualmente influente. Levante de manhã e deixe Deus saber do seu desespero em estar com Ele o tempo todo. Ore pedindo ajuda.

INTEGRIDADE. Seja absolutamente e meticulosamente honesto e confiável no trabalho. Seja pontual. Trabalhe todo o horário estabelecido, pois “Não roubarás”. Mais pessoas roubam seus empregadores sendo preguiçosas do que tirando trocados dos caixas.

HABILIDADE. Seja bom naquilo que você faz. Deus te deu não apenas a graça da integridade, mas também o presente da habilidade. Aprecie esse presente e seja um bom “mordomo” dessas habilidades. Esse crescimento nas habilidades é construído com a dependência e integridade.

MOLDE A EMPRESA. Conforme você conquista mais influência e oportunidades, molde o caráter do seu local de trabalho para que as estruturas, as regras internas, as expectativas e o foco fiquem de acordo com o que Cristo ensinou.

IMPACTO. Foque em ajudar sua empresa a causar um impacto que melhore a vida das pessoas, sem destruir a alma delas. Algumas indústrias geram um impacto destrutivo (promovendo, por exemplo pornografia, jogatina, aborto, mentiras etc). Porém, muitas podem ser ajudadas a causar um impacto que gere vida sem arruinar almas. Caso você tenha essa oportunidade, trabalhe nesse sentido.

COMUNICAÇÃO. Ambientes de trabalho são baseados em relacionamentos. Esses relacionamentos se constroem através da comunicação. Demonstra sua maneira cristã de ver as coisas durante as conversas normais do dia-a-dia. Não esconda sua luz, mas exponha-a de forma cativante, natural e alegre. “Que aqueles que amam sua salvação digam continuamente, Grande é o Senhor! (Sl 40:16)

AMOR. Sirva aos outros. Seja aquele que se oferece primeiro para ajudar, mesmo que nas pequenas coisas. Demonstre interesse pelos outros no trabalho. Que todos o conheçam como aquela pessoa que se importa não só como as coisas vão no trabalho, mas também com os sufocosenfrentados pelos colegas fora dali. Ame seus colegas de trabalho e ensine-os sobre o Espírito Santo, nosso grande ajudador.

DINHEIRO. Seu trabalho não deveria ser visto apenas como o lugar onde você vai para ganhar  dinheiro. Tudo pertence a Deus, não a você. Você é um administrador. Transforme seus ganhos em uma fonte de generosidade ao administrar o dinheiro que Deus colocou na sua mão. Não trabalhe apenas para aumentar sua conta bancária. Trabalhe para ganhar, guardar, dar e investir em empreendimentos que exaltem a Cristo. Use seu dinheiro para honrar a Cristo como seu tesouro supremo.

GRATIDÃO. Sempre agradeça a Deus pela sua vida, sua saúde, seu trabalho e salvação em Jesus. Seja uma pessoa grata no trabalho. Não seja um dos que só reclamam. Deixe sua gratidão a Deus transbordar em espírito de humildade e gratidão aos outros. Seja conhecido como alguém cheio de esperança, humildade e gratidão no trabalho.

Há muito mais a ser dito sobre como glorificar a Deus no local de trabalho, mas esse é um começo. Você pode aumentar essa lista conforme Deus lhe mostre como fazer isso. O ponto principal é: Não importa o que você faça, o que você come ou bebe, ou o que faz no trabalho, use tudo para exaltar a Deus, mostrando aos outros o quanto Ele realmente está presente na sua vida.

Artigo de John Piper traduzido por Gospel Prime

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 27 de abril de 2017

COMO GLORIFICAR A DEUS NO SEU LOCAL DE TRABALHO

1 Coríntios 10:31 diz: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus”. “Como os jovens trabalhadores podem glorificar a Deus no trabalho?”.

PONTOS PRINCIPAIS
DEPENDÊNCIA. Vá para o trabalho totalmente dependente de Deus (Provérbios 3:5-6; João 15:5). Sem Ele você não consegue respirar, se mover, pensar, sentir ou falar.  E muito menos ser espiritualmente influente. Levante de manhã e deixe Deus saber do seu desespero em estar com Ele o tempo todo. Ore pedindo ajuda.

INTEGRIDADE. Seja absolutamente e meticulosamente honesto e confiável no trabalho. Seja pontual. Trabalhe todo o horário estabelecido, pois “Não roubarás”. Mais pessoas roubam seus empregadores sendo preguiçosas do que tirando trocados dos caixas.

HABILIDADE. Seja bom naquilo que você faz. Deus te deu não apenas a graça da integridade, mas também o presente da habilidade. Aprecie esse presente e seja um bom “mordomo” dessas habilidades. Esse crescimento nas habilidades é construído com a dependência e integridade.

MOLDE A EMPRESA. Conforme você conquista mais influência e oportunidades, molde o caráter do seu local de trabalho para que as estruturas, as regras internas, as expectativas e o foco fiquem de acordo com o que Cristo ensinou.

IMPACTO. Foque em ajudar sua empresa a causar um impacto que melhore a vida das pessoas, sem destruir a alma delas. Algumas indústrias geram um impacto destrutivo (promovendo, por exemplo pornografia, jogatina, aborto, mentiras etc). Porém, muitas podem ser ajudadas a causar um impacto que gere vida sem arruinar almas. Caso você tenha essa oportunidade, trabalhe nesse sentido.

COMUNICAÇÃO. Ambientes de trabalho são baseados em relacionamentos. Esses relacionamentos se constroem através da comunicação. Demonstra sua maneira cristã de ver as coisas durante as conversas normais do dia-a-dia. Não esconda sua luz, mas exponha-a de forma cativante, natural e alegre. “Que aqueles que amam sua salvação digam continuamente, Grande é o Senhor! (Salmo 40:16)

AMOR. Sirva aos outros. Seja aquele que se oferece primeiro para ajudar, mesmo que nas pequenas coisas. Demonstre interesse pelos outros no trabalho. Que todos o conheçam como aquela pessoa que se importa não só como as coisas vão no trabalho, mas também com os sufocosenfrentados pelos colegas fora dali. Ame seus colegas de trabalho e ensine-os sobre o Espírito Santo, nosso grande ajudador.

DINHEIRO. Seu trabalho não deveria ser visto apenas como o lugar onde você vai para ganhar  dinheiro. Tudo pertence a Deus, não a você. Você é um administrador. Transforme seus ganhos em uma fonte de generosidade ao administrar o dinheiro que Deus colocou na sua mão. Não trabalhe apenas para aumentar sua conta bancária. Trabalhe para ganhar, guardar, dar e investir em empreendimentos que exaltem a Cristo. Use seu dinheiro para honrar a Cristo como seu tesouro supremo.

GRATIDÃO. Sempre agradeça a Deus pela sua vida, sua saúde, seu trabalho e salvação em Jesus. Seja uma pessoa grata no trabalho. Não seja um dos que só reclamam. Deixe sua gratidão a Deus transbordar em espírito de humildade e gratidão aos outros. Seja conhecido como alguém cheio de esperança, humildade e gratidão no trabalho.

Há muito mais a ser dito sobre como glorificar a Deus no local de trabalho, mas esse é um começo. Você pode aumentar essa lista conforme Deus lhe mostre como fazer isso. O ponto principal é: Não importa o que você faça, o que você come ou bebe, ou o que faz no trabalho, use tudo para exaltar a Deus, mostrando aos outros o quanto Ele realmente está presente na sua vida.

Artigo de John Piper traduzido por Gospel Prime

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 28 de março de 2016

O TRABALHO

Para um discípulo, o poder trabalhar é um dom de Deus. O trabalho não é um mal necessário como pensam alguns, e tão pouco é tudo na vida, como falam outros. As Escrituras trazem ensinamento claro, positivo e equilibrado sobre a dignidade do trabalho.

O TRABALHO FOI ORDENADO NA CRIAÇÃO
O trabalho não é uma maldição ou um castigo imposto ao homem por causa do pecado. A terra, de fato, foi amaldiçoada por causa do pecado do homem dificultando o seu trabalho e exigindo dele esforço para conseguir sustento (Gênesis 3:17-19). Todavia o trabalho antecede o pecado.

Deus não fez chover sobre a terra senão depois da criação do homem, para que este pudesse cultivá-la (Gênesis 2:5). Depois que o homem foi criado Deus o colocou a trabalhar cultivando e guardando o jardim. A natureza, por si só, não produzia adequadamente para o sustento do homem. Ele precisava cultivá-la.

Desde o princípio, além de exercer domínio sobre todos os animais e multiplicar-se a si mesmo para cumprir o propósito de Deus (Gênesis 1:26-28), o homem também cumpria vontade de Deus trabalhando a terra.

O TRABALHO COMO OBRIGAÇÃO MORAL
O trabalho não é um impulso. É um exercício das vontade. É um esforço consciente, direcionado e planejado. Muitas vezes será em detrimento de outras atividades legítimas (leitura, lazer, devoção...). A regra bíblica é se alguém não quer trabalhar, também não coma ( I Tessalonicenses 3:10). No tempo dos primeiros apóstolos os discípulos que não queiram trabalhar, vivendo desornedamente, eram notados na igreja e afastados dos demais irmãos (II Tessalonicenses 3:6-15). Isso também praticamos hoje em dia.

O PECADO DA PREGUIÇA E INDOLÊNCIA
Sai o homem para o seu trabalho e para o seu encargo até a tarde Salmo 104:3. A preguiça leva à ociosidade e esta aos vícios, aos falatórios profanos, fantasias, leviandades, murmuração, ciúmes, invejas, pobreza, etc. (Provérbios 6:6-11; 12:9,11; Tito 1:10-13; I Timóteo 5:13). O preguiçoso morre desejando porque as suas mãos recusam a trabalhar (Provérbios 21:25)

O TRABALHO É UM SERVIÇO
Trabalhando servimos ao próximo. Não trabalhamos apenas para suprir as nossas necessidades (ITs 4:11,12). Isso é legítimo, bom e necessário, mas nosso trabalho deve visar também, o suprimento de outros (Efésios 4:28). Também nisso Jesus é nosso exemplo (II Co 8:9). Importante é a leitura dos capítulos 8 e 9 de segunda Coríntios.

O TRABALHO DIGNIFICA
O Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida...   Mateus 20:28. Nenhum trabalho deve ser considerado humilhante. O Verbo Eterno assumiu a forma de servo e, uma vez encarnado, serviu aos homens em uma profissão simples e honrosa (Filipenses 2:5-8; Marcos 6:3). No reino de Deus não há espaço para orgulho de qualquer espécie (Lucas 22:24-27; João 13:1-17). Tudo quanto te vier a mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças Eclesiastes 9:10

A CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL E A PROSPERIDADE
Vês um homem perito em sua obra? Perante reis será posto não entre a plebe.  Provérbios 22:29. Deus honra aquele que busca se esmerar em seu trabalho. Muitas dificuldades encontradas em muitos irmãos é fruto da falta de habilitação profissional (Gálatas 6:7).

A prosperidade na Bíblia é apresentada sempre como resultado de generosidade, fidelidade a Deus e diligência no trabalho.

Deus quer um povo que viva nesse presente século não somente de modo piedoso e justo, mas também sensato (Tito 2:12; Eclesiastes 11:4-6; Provérbios 12:24; 13:11; 14:23; 21:5).

Ao que bem ordena seu caminho eu lhe mostrarei a salvação de Deus. Salmo 50:23

Tudo é do Senhor e para Ele devemos executar o que nos foi confiado, Porque dEle e por meio dEle e para Ele são todas as coisas. A Ele, pois, a glória eternamente. Romanos 11:36

Transcrito Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Colaborando com Deus

Deus colocou o homem no jardim do Éden para cuidar dele e cultivá-lo. [GÊNESIS 2.15]

“Sofro da síndrome das manhãs de segunda-feira”, é o que muitos de nós dizemos, em um tom melancólico. Trata-se de uma experiência humana bastante comum. Entretanto, após desfrutarmos do descanso restaurador e dos momentos de adoração no domingo, deveríamos estar ansiosos para começar mais uma semana de trabalho.

Deveríamos estar prontos a declarar as mesmas palavras usadas por Mark Greene no título de seu famoso livro Thank God It’s Monday! [Graças a Deus é segunda-feira!].

Precisamos adquirir uma autêntica filosofia cristã do trabalho. Muitos cristãos encaram sua atividade profissional apenas como algo necessário e doloroso, uma vez que temos de garantir o nosso sustento de algum modo.

Em comparação, gosto de imaginar Adão (evidentemente um agricultor do período neolítico) indo para o trabalho todos os dias no jardim do Éden, cheio de energia e entusiasmo. Afinal, Deus colocou o homem que ele havia criado para cuidar do jardim que ele havia plantado (v. 15).

Por iniciativa própria Deus se humilhou a fim de precisar da cooperação de Adão. É claro que ele poderia fazer todo o trabalho sozinho, afinal, ele havia plantado o jardim, o que nos leva a presumir que ele daria conta disso também! Mas ele preferiu que não fosse assim.


Gosto da história do jardineiro cockney(1) que estava mostrando ao pastor seu magnífico jardim, repleto de flores e botões. O pastor, admirado, desandou a louvar a Deus, até que o jardineiro, cansado por não ter recebido crédito algum, disse: “O senhor precisava ter visto esse jardim antes, quando Deus cuidava dele sozinho!”. Sua teologia estava inteiramente correta. Sem o trabalho do homem, o jardim teria se tornado em deserto.

Devemos fazer aqui uma importante distinção entre natureza e cultura. Natureza é tudo aquilo que Deus nos dá; cultura é o que nós fazemos com isso (agricultura, horticultura etc.).

A natureza fornece a matéria-prima; a cultura a transforma em mercadoria.

A natureza é uma criação divina; a cultura é fruto do cultivo humano.

Deus nos convida a partilharmos de seu trabalho. De fato, nosso trabalho passa a ser um privilégio quando entendemos que estamos colaborando com Deus.

(1). Dialeto de um bairro do extremo leste de Londres. (N.T.)


Para saber mais: Gênesis 2.7-9, 15

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.


Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


terça-feira, 26 de abril de 2011

Os Três Conselhos

Um casal de jovens, recém-casados, era muito pobre e viviam de favores num sítio do interior. Um dia o marido fez a seguinte proposta à esposa:

- Querida, eu vou sair de casa, vou viajar para bem longe, arrumar um emprego e trabalhar até ter condições para voltar e dar-te uma vida mais digna e confortável. Não sei quanto tempo vou ficar longe, só peço uma coisa: que você me espere e, enquanto estiver fora, seja fiel a mim, pois eu serei fiel a você.

Assim sendo, o jovem saiu. Andou muitos dias a pé, até que encontrou um fazendeiro que estava precisando de alguém para ajuda-lo em sua fazenda. O jovem chegou e ofereceu-se para trabalhar, no que foi aceito. Pediu para fazer um pacto com o patrão, o que também foi aceito.

O pacto seria o seguinte: 

- Me deixe trabalhar pelo tempo que eu quiser e quando eu achar que devo ir, o senhor me dispensa das minhas obrigações. Eu não quero receber o meu salário. Peço que o senhor o coloque na poupança, até o dia em que eu for embora. No dia em que eu sair o senhor me dá o dinheiro e eu sigo o meu caminho. Tudo combinado. Aquele jovem trabalhou durante vinte anos, sem férias e sem descanso.

Depois de vinte anos chegou para o patrão e disse:

- Patrão, eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para a minha casa.

O patrão então lhe respondeu:

- Tudo bem, afinal, fizemos um pacto e vou cumpri-lo. Só que antes, quero lhe fazer uma proposta, tudo bem? Eu lhe dou todo o seu dinheiro e você vai embora, ou eu lhe dou três conselhos e não lhe dou o dinheiro, Aí você vai embora. Porém, se eu lhe der o dinheiro eu não lhe dou os conselhos. Se eu lhe der os conselhos eu não lhe dou o dinheiro. Vá para o seu quarto, pense e depois me dê a resposta.

Ele pensou durante dois dias, procurou o patrão e disse-lhe:

- Quero os três conselhos.

O patrão novamente frisou:

- Se lhe der os conselhos, não lhe dou o dinheiro.

E o empregado respondeu:

- Quero os conselhos.

O patrão então lhe falou:

1 - Nunca tome atalhos em sua vida. Caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida;

2 - Nunca seja curioso para aquilo que é mal, pois a curiosidade pro mal pode ser mortal;

3 - Nunca tome decisões em momentos de ódio ou de dor, pois você pode se arrepender e ser tarde demais.

Após dar os conselhos, o patrão disse ao rapaz, que já não era tão jovem assim:

- Aqui você tem três pães: dois para você comer durante a viagem e o terceiro e para comer com sua esposa quando chegar a sua casa.

O homem, então, seguiu seu caminho de volta, depois de vinte anos longe de casa e da esposa que ele tanto amava.

Após o primeiro dia de viagem, encontrou um andarilho que o cumprimentou e lhe perguntou:

- Para onde você vai?

Ele respondeu:

- Vou para um lugar muito distante que fica a mais de vinte dias de caminhada por esta estrada.

O andarilho disse-lhe então:

- Rapaz, este caminho e muito longo. Eu conheço um ATALHO que "é dez" e você chega em poucos dias.

O rapaz contente, começou a seguir pelo atalho, quando lembrou-se do PRIMEIRO CONSELHO. Então voltou e seguiu o caminho normal.

Dias depois soube que o atalho levava a uma emboscada.

Depois de alguns dias de viagem, cansado ao extremo, achou uma pensão a beira da estrada, onde pôde hospedar-se. Pagou a diária e após tomar um banho deitou-se para dormir. De madrugada acordou assustado com um grito estarrecedor. Levantou-se de um salto só e dirigiu-se a porta para ir até o local do grito. Quando estava abrindo a porta, lembrou-se do SEGUNDO CONSELHO. Voltou, deitou-se e dormiu.

Ao amanhecer, após tomar o café, o dono da hospedagem lhe perguntou se ele não havia ouvido um grito e ele disse que tinha ouvido. O hospedeiro disse:

- E você não ficou curioso?

Ele disse que não. No que o hospedeiro respondeu:

- Você é o primeiro hóspede a sair vivo daqui, pois meu filho tem crises de loucura: grita durante a noite e quando o hóspede sai, mata-o e enterra-o no quintal.

O rapaz prosseguiu na sua longa jornada, ansioso por chegar a sua casa.

Depois de muitos dias e noites de caminhada, já ao entardecer, viu entre as árvores a fumaça de sua casinha. Andou e logo viu entre os arbustos a silhueta de sua esposa. Estava anoitecendo, mas ele pôde ver que ela não estava só. Andou mais um pouco e viu que ela tinha no colo um homem a quem estava acariciando os cabelos. Quando viu aquela cena, seu coração se encheu de ódio e amargura e decidiu-se a correr de encontro aos dois e a matá-los sem piedade. Respirou fundo, apressou os passos, quando lembrou-se do TERCEIRO CONSELHO. Então parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo e no dia seguinte tomar uma decisão.

Ao amanhecer, já com a cabeça fria ele disse:

- Não vou matar minha esposa e nem o seu amante. Vou voltar para o meu patrão e pedir que ele me aceite de volta. Só que antes, quero dizer a minha esposa que eu sempre fui fiel a ela.

Dirigiu-se a porta da casa e bateu. Quando a esposa abre a porta e o reconhece, se atira ao seu pescoço e o abraça afetuosamente. Ele tenta afastá-la, mas não consegue. Então, com lágrimas nos olhos, lhe diz:

- Eu fui fiel a você e você me traiu...

Ela espantada lhe responde:

- Como? Eu nunca te trai. Esperei durante esses vinte anos.

Ele então lhe perguntou:

- E aquele homem que você estava acariciando ontem ao entardecer?

E ela lhe disse:

- Aquele homem é nosso filho. Quando você foi embora, descobri que estava grávida. Hoje ele está com vinte anos de idade.

Então o marido entrou, conheceu e abraçou seu filho e contou-lhes toda a sua história, enquanto a esposa preparava o café. Sentaram-se para tomar o café e comer o ultimo pão. Após a oração de agradecimento, com lágrimas de emoção, ele parte o pão e ao abri-lo, encontra todo o seu dinheiro: o pagamento por seus vinte anos de dedicação.

Muitas vezes achamos que o atalho "queima etapas" e nos faz chegar mais rápido, o que nem sempre é verdade...

Muitas vezes somos curiosos, queremos saber de coisas que nem ao menos nos dizem respeito e que nada de bom nos acrescentará..

Outras vezes, agimos por impulso, na hora da raiva, e fatalmente nos arrependemos depois..

Espero que você, assim como eu, não se esqueça desses TRÊS CONSELHOS e não se esqueça também de CONFIAR (mesmo que a vida muitas vezes já tenha te dado motivos para a desconfiança).

Autor Desconhecido


A Graça e a Paz de Cristo Jesus,

Moacir Neto

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

AMIGO, PARE E PENSE!

Em meio ao corre-corre diário, o homem perdeu as condições de pensar um pouco em si e nos valores mais altos da vida.

A vida é um constante corre-corre. Corre-se de manhã à noite. De manhã corre-se para o trabalho, do trabalho para a casa, da casa para a escola e assim por diante. É um constante correr.

Corre-se atrás do dinheiro, do trabalho, do estudo, do emprego, da riqueza, da fama, do prestígio, etc.

Os segundos, os minutos, as horas, os dias, as semanas, os meses, os anos, as décadas, os séculos, os milênios, tudo corre velozmente.

Moisés, sabedor dessa verdade, já dizia há séculos atrás: “Todos os nossos dias vão passando na tua indignação; acabam-se os nossos anos como um conto ligeiro”, (Salmo 90.9).

Mas, em meio ao corre-corre da vida, é preciso parar um pouco.

Parar para refletir, parar para fazer uma análise da situação, parar para uma auto-análise da vida, para uma auto-crítica.

Sim é preciso parar para ver se vale a pena todo esse desespero de vida. Não somente parar, mas sobretudo pensar.

Pensar em quê? Pensar na vida. Pensar que a vida passa. Pensar que tudo é vaidade e aflição de espírito, Eclesiastes 2.17. Pensar que tudo passa. Passa a infância. Passa a mocidade. Passa a vida adulta. Passa a velhice. E chegamos às portas da morte.

Quanta gente não quer nem pensar nestas coisas. Mas é preciso pensar. Parar e pensar que a vida não consiste somente no material, mas sobretudo no espiritual.

É preciso pensar não somente na vida presente, mas também na vida futura.

É preciso pensar que “a duração da nossa vida é de setenta anos, o melhor deles é canseira e enfado, pois passa rapidamente, e nós voamos. (Salmo 90.10)

É chegado o tempo de parar e pensar nas coisas de Deus, nas coisas que São lá de cima, nas coisas de valor permanente e eterno, nas coisas espirituais e eternas.

Pare e pense na sua alma. Pense na eternidade que o aguarda. Pense que há uma vida além túmulo.

Lembre-se de que a nossa vida não se acaba com a morte física.

Pense que há um céu e um inferno. Um céu de luz e um inferno de trevas, densas trevas.

Você já imaginou onde vai passar a eternidade?

Pois então pense nisto: você vai viver eternamente no céu ou no inferno.

Hoje você pode escolher o céu, escolhendo Jesus. Pensando em Jesus. Aceitando o que Ele fez por você na cruz.

Pensando em Deus, na Bíblia, na salvação. Pense que a eternidade o espera. Pense na salvação graciosa que Jesus lhe dá.

Nestes últimos dias, quando Deus nos dá oportunidade de livremente decidir, o chamado tempo da graça, pare e pense, que Deus quer a sua salvação.

Pense nas coisas que são lá de cima e não nas que são da terra. Pare e deixe de pensar no que é apenas material e passageiro e comece a pensar no futuro e no além. No futuro de sua alma e no além com Deus.

Deus ama você e quer salvá-lo hoje mesmo.

Aceite a Jesus como seu salvador e será salvo.

Que Deus o ajude a decidir e que a sua decisão não demore.

(Pr. J.C.V.)

Por Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

domingo, 5 de dezembro de 2010

Por que o justo sofre?

Por que o justo mesmo estando sobre a proteção de Deus sofre tribulação?"

O que devemos analisar de imediato é que a lei da semeadura e da colheita está em pleno vigor.

A Palavra de Deus preceitua que tudo quanto o homem semear, isso também ceifará. Não raro, sofremos apenas a conseqüência de nossa imperícia.

Todavia, existem casos que desafiam e anulam essa justificativa. Então, surgem as perguntas:

"Por que sofre o justo?";

"Por que o cristão, protegido pelo amor de Deus, padece tribulações?";

"Por que o ímpio, que amaldiçoa e escarnece da divindade parece vencer e prosperar em todas as coisas?;

"Como explicar que alguém no vértice de sua comunhão, com Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo, se veja de repente soterrado pela adversidade, pela tragédia e pela destruição?"

Estas perguntas não são novas. Foram sempre a arma maliciosa e cruel que os céticos e materialistas usaram, e ainda usam, para ridicularizar e pôr em dúvida a confiança e a firmeza dos fiéis, ao se encontrarem falidos e desamparados. Estas perguntas têm sido um dilema insolúvel até mesmo para os religiosos mais sinceros de todos os tempos. Nos dias de Jesus, após a realização de uma cura, indagaram-lhe os seus discípulos: "Mestre quem pecou para que este homem nascesse cego, ele ou seus pais?"

Ainda hoje prevalecem essas conjecturas. "Sofremos porque nossos pais pecaram" - dizem uns. "Sofremos - argumentam outros - porque nós mesmos pecamos em tempos remotos; pagamos dívidas antigas, a fim de evoluirmos espiritualmente."

Pergunta-se então ao próprio Cristo: "Terá o sofrimento caráter tão somente negativo?" Eis a resposta do Mestre Divino: "Nem ele nem seus pais pecaram, mas isso aconteceu para que se revelasse a glória de Deus". E para que coisa mais positiva do que revelar-se a glória de Deus entre os homens?

O grande enigma do sofrimento dos justos é-nos impossível decifrar.

A par destas difíceis perguntas, há ainda quebra-cabeças como "Por que o Céu, sendo um lugar onde não entra pecado, foi justamente o berço da iniqüidade, com a rebelião de Lúcifer?", ou dilemas semelhantes a "Como podia Deus ser eterno, em termos absolutos e ao mesmo tempo deixar-se subjugar pela morte no Calvário?", ou ainda, "Como Deus, sendo um Deus de amor, permite um filho seu morrer incinerado num desastre aéreo, em plena viagem missionária?", são segredos que talvez nunca conseguiremos perscrutar nesta vida.

Entretanto, como a questão do sofrimento dos justos afeta decididamente o nosso dia a dia, rogamos a Deus que, pelo poder do seu Espírito Santo, rasgue novas perspectivas e descortine novos horizontes na compreensão e no entendimento do amigo leitor, a fim de que vislumbre, bem mais e melhor, as razões por que Deus permite a provação.

De fato, temos de convir, quer queiramos ou não, que Deus não procede, em geral, e também neste caso, como nós gostaríamos que Ele agisse. Não é assim no mundo material, nem no espiritual.

Os terremotos e os tufões não são os seus meios ordinários, mas extraordinários.

A razão por que Deus permite certas coisas, encontra-se além das nossas conjeturas. Contudo, poderemos estudar suas obras na natureza, e acharemos que concordam com as obras da sua providência: Mt 6.25-32. "Deus tem a eternidade perante si", diz santo Agostinho, e "pode esperar". O seu tempo não é limitado como o do homem, que, se tem alguma coisa a fazer, quer fazê-lo logo, pois a noite vem. Porém, não é assim com Deus: Ele opera, em nosso pensar, deliberada, segura e irresistivelmente.

Não devemos contar os anos de Deus como contaríamos os poucos dias a nós reservados: "Não retarda o Senhor a sua promessa como alguns entendem". O nosso fraco alcance, a profundidade do infinito e a sua extensão, lembram que os juízos de Deus são muito profundos.

Aprendamos, portanto, que quando Deus trabalha, ninguém pode impedir; contudo, Ele trabalha como o eterno Deus: Jo 13.7.

Fonte: Livro "A Bíblia Responde" Editora CPAD

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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