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sexta-feira, 17 de julho de 2026

O CHAMADO DO DISCÍPULO

Não devemos seguimos a Jesus pelo pão que oferece, mas porque o amamos;

O amor é o grande sentimento no qual está baseado todo o reino de Deus e sua doutrina.

Foi a condição principal exigida a Pedro depois de negar a Jesus (Jo 15.16-17).

É o amor que leva o discípulo a ir além da obrigação, a andar a segunda milha.

É a motivação do amor a Deus e a paixão pelas almas que tem levado missionários aos mais remotos cantos do mundo, enfrentando todo tipo de perigo, arriscando a própria vida à serviço do Mestre.

O chamado ao discipulado é quando realmente estamos dispostos a colocar o Reino de Deus em primeiro lugar.

Ser Cristão, ser discípulo, é não ter direito sobre a própria vida e sim entrega-la nas mãos de Deus para realizar sua vontade.

Quando amamos alguém, nos interessamos por seus problemas e preocupações e tudo devemos fazer no sentido de ajudar.

Deus ama a todos sem distinção. É no amor ao irmão que demonstramos o amor a Deus.

O discípulo perpetua os ensinamentos do seu mestre, obedecendo a sua palavra e produzindo como resultado de sua obediência (Jo 6.31 e 15.8-16).

Muitos pensam que discípulos foram apenas os apóstolos;

Discípulos foram os enviados para fazer discípulos de todas as nações, portanto você é hoje um discípulo de Jesus.

Cabe a você e a mim a grande Comissão deixada por Jesus no momento de sua ascensão

“Jesus aproximando-se, falou-lhes dizendo: Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo; ensinado-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século” (Mt 28.18-20)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 3 de maio de 2026

A MARCA DO DISCÍPULO

A marca de um discípulo é a sua capacidade de ouvir a voz do Mestre.

“Escutem, eu estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e comerei com Ele e Ele comerá comigo” (Ap.3.20).

O mundo soca a mão na sua porta; Jesus apenas bate.

As vozes gritam por sua adesão; Jesus mansamente pede.

O mundo promete prazer rápido; Jesus promete um jantar tranquilo ... com Deus.

“Entrarei em sua casa e cearei com Ele e Ele ceara comigo”.         

Não há um momento que Jesus não esteja falando. Nenhum sequer.

Poucos ouvem essa voz. Um número ainda menor abre a porta.

“E Eu estarei com vocês todos os dias, até o fim dos tempos” (Mt.28.20).

“Eu nunca o deixarei; Eu jamais o abandonarei” (Hb.13.5).

Um dia virá em que todos ouvirão a voz dele. Haverá um dia em que todas as outras vozes serão silenciadas, e somente a voz dEle será ouvida.

Alguns escutarão sua voz desde o primeiro instante.

Não é que Ele nunca tenha se pronunciado, mas é que eles nunca a ouviram.

Para esses, a voz de Deus será a voz de um estranho. Eles a ouvirão uma vez e nunca mais.

Mas os outros serão chamados de seus túmulos por uma voz familiar, pois são ovelhas que conhecem seu pastor, são servos que abriram a porta quando Jesus bateu.

Nesse dia, a porta se abrirá novamente. Somente dessa vez.

E não será Jesus que entrará em nossa casa; seremos nós que entraremos na casa dEle.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 2 de agosto de 2025

CARACTERÍSTICAS DO DISCÍPULO

Tem a bíblia centralizada em Deus. O que importa é o propósito eterno de Deus.

Tem revelação de Deus. Compara coisa espiritual com coisa espiritual 1Co 2.12-14

Ouve a Deus Hb 3.7-8. Ninguém pode ouvir a Deus e não mudar.

Ama a vontade de Deus e obedece a Cristo em tudo Jo 14.23.

Aprende a guardar o que Cristo ensinou Mt 28.20.

Tem a Cristo no centro de sua vida – é alguém que se esqueceu de si mesmo.

Cristo vive nele Gl 2.20.

Louva ao Senhor.

Vive cheio do Espírito Santo Rm 8.5-9.

Fala com Deus, dialoga com seu Pai.

Confia sua vida a igreja que é o corpo de Cristo.

Não tem tempo para praticar o mal, seus membros estão ocupados com a justiça Rm 6.13.

Bebe muita água da vida.

Dá fruto (faz discípulos) Jo 15.1-6,8,16.

Anda na luz 1Jo 1.5-10.

Acata todas as autoridades delegadas Rm 13.1.

Seu atrativo é o Senhor, ama a simplicidade de Deus.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 26 de fevereiro de 2023

A CRUZ NA VIDA DO DISCÍPULO

Somente Jesus poderia morrer na cruz por nossos pecados.

Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me; (Mt 16.24)

Jamais poderíamos fazer nada a esse respeito.

Mas ao ensinar seus discípulos, Jesus constantemente falava sobre o negar-se a si mesmo e tomar a sua cruz.

Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á. Mt 16:25

Jesus esclarece o princípio da cruz, mostrando que, no reino de Deus, quem luta por preservar sua vida acaba perdendo-a; e quem perde sua vida por amor de Jesus, ganha-a.

Em verdade vos digo que alguns há, dos que aqui estão, que não provarão a morte até que vejam vir o Filho do homem no seu reino. Mt 16:28

Jesus está dizendo que uma visão do reino pertence apenas àqueles que assumem o compromisso firme de seguir a Jesus.

Não é na multidão que estão as pessoas que 'verão vir o Filho do homem no seu reino'. É entre os discípulos!

Discípulo é aquele que imita. Ninguém pode ser discípulo de Jesus se não se dispuser a imitá-lo.

Ora, como vimos, a vida de Jesus foi marcada pela cruz.

O tempo todo Jesus negou seus direitos e privilégios, num processo contínuo de entrega da própria vida.

A Palavra se refere aos nossos direitos naturais, nossos apelos, nossos desejos, nossos planos, nossas metas - tudo aquilo que nutrimos, acariciamos, amamos, desejamos, mas que não se conforma à vontade de Deus para nossas vidas.

Eu não posso de mim mesmo fazer coisa alguma. Como ouço, assim julgo; e o meu juízo é justo, porque não busco a minha vontade, mas a vontade do Pai que me enviou. Jo 5:30

A cruz, para Jesus, foi a entrega completa do controle da sua vida ao Pai.

Jesus decidiu não fazer nada a não ser a vontade do Pai.

Da mesma forma, quando a Palavra nos ensina a tomarmos nossa cruz, está falando acerca da entrega absoluta do controle de nossa vida ao Senhor.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

OBJETIVOS DO DISCÍPULO

Tem a bíblia centralizada em Deus. O que importa é o propósito eterno de Deus.

Tem revelação de Deus. Compara coisa espiritual com coisa espiritual (1Co 2.12-14)

Ouve a Deus Hb 3.7-8. Ninguém pode ouvir a Deus e não mudar.

Ama a vontade de Deus e obedece a Cristo em tudo (Jo 14.23).

Aprende a guardar o que Cristo ensinou (Mt 28.20).

Tem a Cristo no centro de sua vida – é alguém que se esqueceu de si mesmo. Cristo vive nele (Gl 2.20).

Louva ao Senhor. Vive cheio do Espírito Santo (Rm 8.5-9).

Fala com Deus, dialoga com seu Pai.

Confia sua vida a igreja que é o corpo de Cristo.

Não tem tempo para praticar o mal, seus membros estão ocupados com a justiça (Rm 6.13)

Bebe muita água da vida.

Dá fruto (faz discípulos) (Jo 15.1-6,8,16)

Anda na luz (1Jo 1.5-10).

Acata todas as autoridades delegadas (Rm 13.1)

Seu atrativo é o Senhor, ama a simplicidade de Deus.

Fonte: O discípulo / Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 23 de outubro de 2021

SEGUINDO O MESTRE

Nascido de novo “...Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer? Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus” (Jo 3.3-5);

Nova maneira de viver - “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Co 5.17);

Nova maneira de pensar – “E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Rm 12.2);

Posição de salvo. Daniel e seus companheiros, no meio de muitos estranhos, num palácio real, não negou sua fé nem a seu Deus.

Discípulo é aquele que segue a alguém. Somos discípulos de Jesus.

O discípulo de Jesus tem características especiais. “...Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (Jo 13.34,35);

O amor é a marca principal do cristão: amar a Deus, ao próximo e ATÉ aos inimigos (Mt 5.44-45).

Tomar posição como discípulo.

Servo é aquele que está disposto a servir;

É a posição mais difícil na vida do cristão. Muitos só querem mandar, ser senhores;

Jesus, Senhor e Mestre, deu-nos o exemplo

“...Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal; E, qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo; Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos” (Mt 20.25-28; Jo 13.4-8; 12-15).

É necessário tomar a posição de servo.

Por Litrazini

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Graça e Paz 

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

RELIGIOSO OU CRISTÃO

Há um ditado interessante que diz: "o pecado é como o perfume, você acaba se acostumando com ele". Isto é real. Todo o perfume que passamos, tempos depois já estamos de tal forma acostumados com ele que nem notamos a sua presença em nós.

Nós nos acostumamos tão facilmente com algo que elas se tornam corriqueiras para nós. Todavia não podemos ter o Senhor com corriqueiro para nós.

Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm águas. (Jr 2.13)

O que é uma cisterna? É um local para armazenar água. A religiosidade é como uma cisterna rota: começamos bem, mas no decorrer do tempo deixamos ao Senhor e ficamos com o passado, com as experiências do passado.

Nossa comunhão e nossa vida com Deus tem que ser diária, permanente, tal qual o maná no deserto que era sempre para um determinado dia. Com frequência ficamos com a história do passado ou, o que é pior, com a história dos outros. Temos que ter a nossa própria história com o Senhor. Temos que estar diariamente buscando da fonte e não cavando cisternas rotas.

Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres. (Ap 2.4-5)

Nos dias de hoje há muita confusão entre o religioso e o cristão, o discípulo. Precisamos esclarecer isto cada vez mais.

Devemos que entender que o morno, ao qual está a ponto de ser vomitado, também está dentro da igreja. Não é do mundo que ele será vomitado, mas é para o mundo que será expulso.

“Então voltareis e vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve.”

Cada dia que passa aumenta o que o Senhor nos falou em Ml 3.18. A cada momento, a cada tempo está se distanciando o justo do ímpio, o que serve a Deus daquele que não serve a Deus.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 10 de maio de 2020

JESUS É A PRIORIDADE PARA O DISCÍPULO


Vivemos em tempos de materialismo religioso, uma sociedade onde a grande prioridade é ter, possuir a corrida do consumo, é o grande anseio da alma das pessoas. O mercado tornou-se uma grande divindade; atender suas exigências tornou-se a grande cerimônia religiosa dos nossos dias.

Alcançar o bem material desejado torna-se uma grande compensação. As igrejas se rendem a ele. A salvação é a prosperidade, é o possuir um negócio próprio, uma casa, um carro. Não consigo ouvir em nenhum dos testemunhos na televisão a genuína alegria de encontrar Cristo, e a esperança da eternidade com Deus. Está tudo descrito em bens materiais.

Deus é instrumentalizado para o consumo, e, com isso, Deus, também, foi posto ao serviço do mercado. Está certo isso? Estaria salva uma pessoa que tendo aceitado Jesus continuasse desempregada? Segundo algumas teologias, a resposta seria não.

Mas qual é a teologia dos Evangelhos?
“Acredite ou não, muitas pessoas de bem que estão envolvidas em realizar empreendimentos maravilhosos, não irão para o céu. Pior que isso; muitos que se consideram cristãos e estão convencidos de que irão para o céu ficarão de fora, mesmo não estando envolvidos em pecados grosseiros como pornografia, e outros moralmente condenáveis” Pr. David Wilkerson.

O que tem a ver esta afirmação de David Wilkerson com o que falávamos? Simples, Jesus não é uma opção religiosa, entre diversos outros que o mercado oferece, quase sempre segundo o conceito: O que eu ganho com isto?

Jesus nos ensinou: “Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade.” (Mt 7.22-23).

A salvação no Evangelho pode representar a renúncia às posses, como foi no caso de Zaqueu: “Entrementes, Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais. Então, Jesus lhe disse: Hoje, houve salvação nesta casa, pois que também este é filho de Abraão.” (Lc 19.8-9). Aqui, fica claro que é Jesus como autor da salvação que espera que tiremos do nosso coração nossos ídolos; aquilo que mais almejamos deve dar lugar a ELE. Zaqueu perdeu a riqueza para ganhar Cristo e a Salvação. O contrário do jovem rico (cf. Lc 19.18-23).

Por isso a religião de Cristo rompe com o mercado, o consumo. Quantas vezes temos deixado de ofertar a missões, a projetos sociais porque estamos economizando para comprar um vestido novo, um carro mais novo, ou mesmo um aparelho de televisão? Ou como igreja local priorizamos uma guitarra nova a investir na congregação da periferia, ou mesmo ajudar famílias mais carentes. Vede o ensino do discurso missionário de Jesus. (Cf. Mt 10.5-10).

Assim, o discípulo, sua salvação está relacionada à afirmação de Jesus no Sermão do Monte: “Buscai, pois, em primeiro lugar o seu reino e a sua justiça, e todas estas cousas vos serão acrescentadas.” (Mt 6.33). Sim, seguir o ensino de Jesus conforme viveu Paulo: “Logo já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.” (Gl 2.20).

Sim, Jesus como prioridade, fé centrada nele, valores orientados por seu Evangelho e uma viva dependência de sua graça salvadora são caminhos da salvação.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 13 de julho de 2019

QUER SER UM DISCIPULO?


Ande com Deus – Colossenses 2.5-7 = “Pois ainda que esteja ausente quanto ao corpo, contudo em espírito estou convosco, regozijando-me, e vendo a vossa ordem e a firmeza da nossa fé em Cristo. Portanto, assim como recebestes  a Cristo Jesus, o Senhor, assim também andai nele, arraigados e edificados nele, e confirmados na fé, assim como fostes ensinados, crescendo em ação de graças”.

VIVA A PALAVRA – Colossenses 3.16-17 = “A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com gratidão em vossos corações. E tudo o que fizerdes por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai”.

CONTRIBUA NA OBRA – Colossenses 1.28-29 = “A ele anunciamos, admoestando a todo homem, e ensinando a todo homem em toda a sabedoria, para que apresentemos todo homem perfeito em Cristo. Para isto também trabalho, combatendo segundo a sua eficácia, que opera em mim poderosamente.”

CAUSE IMPACTO NO MUNDO – Colossenses 4.5-6 = “Andai em sabedoria para com os que estão de fora, aproveitando bem cada oportunidade. A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como deveis responder a cada um”
MÉTODO UTILIZADO POR JESUS PARA FAZER DISCÍPULOS

CONCENTRANDO-SE EM POUCOS: -Marcos 3-14-19 = “Então, designou doze para estarem com ele e para os enviar a pregar e a exercer a autoridade de expelir demônios...”

SELECIONANDO-OS COM CUIDADO – Lucas 6.12,13  = “Naqueles dias, retirou-se para o monte, a fim de orar, e passou a noite orando a deus. E, quando amanheceu, chamou a si os seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu também o nome  de apóstolos..  

TREINANDO-OS – Marcos 3.13-14 = Depois, subiu ao monte e chamou os que ele mesmo quis, e vieram para junto dele...”

Jesus quer que cada cristão chegue à maturidade para fazer discípulos. Para isso é necessário:

 Passar do estágio de apenas crer para o de persuadir outros a crerem.

Ajudar os novos crentes a entender sua fé, encorajá-los a seguir Jesus, transmitindo fé aos outros

Confira a Grande Comissão apresentada pela Bíblia no Novo Testamento:
Mateus 28.18-20: (Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século.  

Marcos 16.15 a 18: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado...”;

I Corintios 3.6: “Eu plantei, Apolo regou, mas Deus deu o crescimento”. 
           
E você? Tem feito a sua parte?

Lidiomar T Granatti / Litrazini
Graça e Paz

domingo, 17 de março de 2019

PERFECCIONISMO NÃO É EXCELÊNCIA


Muitas pessoas sentem orgulho em dizer que são perfeccionistas. Elas acham que esta é uma extraordinária qualidade. Batem no peito e assumem abertamente que são e que fazem questão de ser assim. É como se elas trouxessem ao pescoço uma placa com os dizeres: “Siga-me a faça como eu: é o único jeito de tornar o mundo melhor”. Vivem como se fossem o suprassumo da humanidade, o protótipo do ser humano ideal. São aqueles que se julgam os pais perfeitos, os pastores ideais, os crentes nota dez, os modelos de família mais desejáveis, os exemplos marcantes que farão a diferença na história.

Quando encontramos com estas pessoas, achamos que elas são mesmo tudo isso. Por um tempo chegamos a ficar em dúvida e até a admirar, senão mesmo invejar, seu alto nível de compromisso com as virtudes mais escolhidas da raça humana.

Acontece que o perfeccionismo é uma falácia. Simplesmente porque ele se baseia em pressupostos sem alicerces sustentáveis.

Primeiro, porque trata-se de uma mania. É uma coisa quase patológica. Praticamente uma síndrome. Achar que temos condições de fazer qualquer coisa sem falhas, que não erramos nunca, que não temos defeitos é o limiar da loucura absoluta. Não é possível viver assim a vida toda. E o que acaba acontecendo é que em algum momento a falha vai chegar, dando à luz uma vida de hipocrisia farisaica. Quem tem mania de perfeição não consegue conviver com suas próprias faltas. Para ele, isso é a fim. Ele não conseguirá conviver com a realidade, não terá estrutura para enfrentar a verdade. Então, acaba criando um mundo só seu, onde o que importa é a opinião das pessoas, é manter sua imagem perante os outros.

Por esta razão, o perfeccionismo é o embrião da falsidade e do farisaísmo.

Segundo, porque o padrão ideal seguido por quem sofre deste mal é criado por ele mesmo. Este modelo é fundido no fundo do seu próprio quintal, no tacho das idiossincrasias, isto é, naquilo que diz respeito ao temperamento, valores e conceitos de cada um.

Nem sempre, porém, este padrão é efetivamente o melhor. Para os cristãos, por exemplo, o padrão perfeito e absoluto é Jesus. Imita-lo, tentar ser como ele, deveria ser a maior ambição de um discípulo. Mas vai daí que o perfeccionista passa criar o “Jesus” que mais lhe interessa, como se isso fosse possível.

À semelhança de uma facção da igreja dos coríntios, esse pessoal cria um partido e diz que “são de Cristo”, como se o Senhor tivesse lá do seu trono mandado a ficha de filiação para dar seu aval àquele grupelho. Colocam na boca de Cristo palavras que ele nunca sonhou em proferir. Cobram coisas que ele nunca cobrou.

Não bastasse isso, ainda querem impor a todo mundo o mesmo padrão. Veja, ele mesmo criou o seu e agora quem não faz exatamente como ele imagina, não serve. Este é o maior estrago causado pelo perfeccionismo: julgar que somente aquilo que fazemos é que tem valor. Só o nosso padrão é bom. Quem não reza pela nossa cartilha, não tem qualidade. Não é “espiritual”, não tem “consagração”. Quem não gosta daquilo que eu gosto, não tem bom gosto.

Agora, não confunda perfeccionismo com a busca pela excelência.

A diferença é sutil, mas existe. Muitos perfeccionistas tentam se justificar dizendo-se caçadores de excelência.

Excelência é fazer as coisas com o máximo de qualidade que nossos recursos permitem.

Perfeccionismo é determinar pelo nosso padrão pessoal qual é esse máximo e exigir que todos o alcancem. Tentar fazer o melhor sempre, dar o máximo em cada coisa que fazemos, caprichar, esmerar-se é bem diferente de traçar um padrão pessoal de perfeição absoluta e gastar sua vida toda perseguindo esta utopia.

A excelência é uma virtude admirável. Ela atrai e influencia as pessoas ao redor. Quem trabalha com excelência não vai ficar às voltas com quem mata o serviço.

O perfeccionismo, por sua vez, é um defeito asqueroso. Ele isola e torna solitários seus adeptos. O destino do perfeccionista é uma perene frustração. E ninguém gosta de se espelhar em frustrados.

É verdade que muita gente isola também o excelente, porque não é todo mundo que está interessado em ir um passo além e sair da mediocridade. A gente se acostuma a um padrão meia-boca e às vezes não há quem nos faça desistir dele. Mas aí já é um outro problema. Neste caso, a responsabilidade da escolha não recai sobre você, mas sobre aqueles que preferem a estagnação e a falta de qualidade. Problema deles. É o outro extremo.

Quanto a mim e a você, que não queremos errar nem pela falta nem pelo excesso, nos cabe clamar a graça de Deus sobre nossas vidas para que vivamos da melhor forma possível, com sabedoria e discernimento, conscientes de nossas limitações e fraquezas, mas procurando dar o melhor sempre, em todas as circunstâncias.

E se um dia a gente se tornar referência para o que quer que seja, que seja unicamente para glorificar o Servo Perfeito que andou entre nós e que “deixou-nos exemplo para seguirmos os seus passos” (1Pe.1.22)

Autor: Marcos Soares

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 11 de novembro de 2018

O DISCÍPULO É ALGUÉM PARA O QUAL JESUS É A PRIORIDADE ABSOLUTA.


Vivemos em tempos de materialismo religioso. Explico. Trata-se de uma sociedade onde a grande prioridade é ter, possuir a corrida do consumo, é o grande anseio da alma das pessoas. O mercado tornou-se uma grande divindade; atender suas exigências tornou-se a grande cerimônia religiosa dos nossos dias. Alcançar o bem material desejado torna-se uma grande compensação. As igrejas se rendem a ele.

A salvação é a prosperidade, é o possuir um negócio próprio, uma casa, um carro. Não consigo ouvir em nenhum dos testemunhos contemporâneos na televisão a genuína alegria de encontrar Cristo, e a esperança da eternidade com Deus. Está tudo descrito em bens materiais.

Deus é instrumentalizado para o consumo, e, com isso, Deus, também, foi posto ao serviço do mercado. Está certo isso? Estaria salva uma pessoa que tendo aceitado Jesus continuasse desempregada? Segundo algumas teologias, a resposta seria não.

Mas qual é a teologia dos Evangelhos? Antes de responder, deixem-me citar o Pr. David Wilkerson: “Acredite ou não, muitas pessoas de bem que estão envolvidas em realizar empreendimentos maravilhosos, não irão para o céu. Pior que isso; muitos que se consideram cristãos e estão convencidos de que irão para o céu ficarão de fora, mesmo não estando envolvidos em pecados grosseiros como pornografia, e outros moralmente condenáveis”.

O que tem a ver esta afirmação de David Wilkerson com o que falávamos? Simples, Jesus não é uma opção religiosa, entre diversos outros que o mercado oferece, quase sempre segundo o conceito: O que eu ganho com isto?

Jesus nos ensinou: “Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade.” (Mt 7.22-23).

A salvação no Evangelho pode representar a renúncia às posses, como foi no caso de Zaqueu: “Entrementes, Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais. Então, Jesus lhe disse: Hoje, houve salvação nesta casa, pois que também este é filho de Abraão.” (Lc 19.8-9). Aqui, fica claro que é Jesus como autor da salvação que espera que tiremos do nosso coração nossos ídolos; aquilo que mais almejamos deve dar lugar a ELE. Zaqueu perdeu a riqueza para ganhar Cristo e a Salvação. O contrário do jovem rico (cf. Lc 19.18-23).

Por isso a religião de Cristo rompe com o mercado, o consumo. Quantas vezes temos deixado de ofertar a missões, a projetos sociais porque estamos economizando para comprar um vestido novo, um carro mais novo, ou mesmo um aparelho de televisão? Ou como igreja local priorizamos uma guitarra nova a investir na congregação da periferia, ou mesmo ajudar famílias mais carentes. Vede o ensino do discurso missionário de Jesus. (Cf. Mt 10.5-10).

Assim, o discípulo, sua salvação está relacionada à afirmação de Jesus no Sermão do Monte: “Buscai, pois, em primeiro lugar o seu reino e a sua justiça, e todas estas cousas vos serão acrescentadas.” (cf. Mt 6.33).

Sim, seguir o ensino de Jesus conforme viveu Paulo: “Logo já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.” (Gl 2.20).

Sim, Jesus como prioridade, fé centrada nele, valores orientados por seu Evangelho e uma viva dependência de sua graça salvadora são caminhos da salvação.
         
Paulo Lockmann

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 2 de outubro de 2018

RENÚNCIA


Assim, pois, qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo. Lc.14.33

“Vai, vende tudo o que tens, dá-os aos pobres e terás um tesouro no céu”. Nunca poderemos saber o que poderá ter pensado o moço rico, quando com o semblante entristecido, retirou-se da presença de Cristo.

Em toda a parte do Evangelho ressoa a palavra renúncia. Ela está presente a partir da encarnação e segue até a cruz. É a renúncia que levou o Filho de Deus à manjedoura, o fez crescer em condição humilde, o conduziu em peregrinação pelas terras áridas da Palestina e o colocou finalmente, perante Pilatos.

Ele renuncia aos exércitos de anjos para que o livrem. Ele renuncia seu poder sobre a vida e se deixa matar. E é neste renunciar tudo que Ele chega ao ponto mais baixo da humilhação, para depois ser feito Senhor e Cristo. Não existe maior descrição de eventos causadas pela renúncia, do que a feita por Paulo em Fp 2.6-11.

MAS PORQUE É  PRECISO RENUNCIAR?.
primeiramente porque a vontade humana é rebelde e contrária à vontade divina. Por isso o “faça a sua vontade, assim na terra como no céu” precisa ser entendido como uma confissão de renúncia, e não como uma simples cláusula do “Pai Nosso”.

Importa renunciar porque por si mesmo a pessoa se apega a isso ou a aquilo, amarrando sobre si pessoas e coisas que o impendem de dedicar-se inteiramente a Deus. Devemos nos libertar das teias que nos impedem a plena dedicação de que nos fala Hb 12.1.

Porque é condição primordial para todos aqueles que desejam ser verdadeiros discípulos de Jesus. Ele mesmo diz que o discípulo não está acima de seu mestre, e impõe uma condição essencial: negue-se... renuncie.. e será discípulo de Jesus. (Mt 11.29-30 e Lc 9.23).

OS IMPEDIMENTOS A RENUNCIAR:

É fácil considerar que é preciso renunciar para ser cristão, segundo a determinação de Jesus: TUDO. Por ser um Reino absoluto e absolutista o Reino de Deus não admite qualquer concorrente que lhe roube o amor, o interesse e envolvimento humano. (Ex 20.3 e Mt 10.37).

APEGO ÀS PRIORIDADES PORTÁVEIS: a ânsia pela posse de bens, qualquer que seja a sua natureza, toma conta de tal maneira do coração humano que ele esquece de tudo o mais, especialmente dos princípios de justiça da igualdade e dos valores superiores (Mt 6.33).

LIGAÇÕES SENTIMENTAIS:  podem as ligações sentimentais legítimas do ser humano constituírem-se  impedimentos a ser renunciado? Certamente que sim. Jesus se referiu à família como tropeço para isto. Os amigos e qualquer laço de amizade, que assume todo o nosso sentimento de afeto e carinho maior do que oferecemos a Deus, precisa ser renunciado.

AS NOSSAS OPINIÕES E VONTADES: aquele que impõe sua opinião ou vontade, como se fosse o dono da verdade, o soberano, etc. precisa renunciar o seu EGO e render-se a Cristo para que a vontade de Deus domine a sua. É preciso que a nossa vontade se harmonize com a vontade de Deus que é perfeita, boa e agradável.

AS ATITUDES INTERIORES E EXTERIORES: todas as atitudes que são incompatíveis com o Reino de Deus devem ser renunciadas. O orgulho, a vaidade e o preconceito são talvez a raiz da maioria das obras da carne (Gl 5.19-20).

Basicamente o cristão terá que renunciar ao controle do seu “eu” para não sucumbir-se as manifestações que voltam contra o Espírito de Deus. Para que seus próprios interesses e desejos não façam de si mesmo o centro de tudo e o mais alto de todos os valores. Assim será preciso render-se totalmente a Cristo e entregar a Ele o controle de todas as coisas, para não satisfazerem seus particulares interesses e sim os interesses do Reino de Deus.

É somente quando isso acontece que a pessoa é capaz de esquecer de tudo o mais e estar pronta aos sacrifícios que o Reino exige. Só assim se compreenderá a disposição de oferecer-se à própria morte, renunciado assim aquilo que lhe permite todas as suas opções, isto é, a vida. 

Por isso é que Jesus, em exigência final, diz estar pronta a pessoa para renunciar ao pai, a mãe, mulher, filhos, irmãos, etc,  e ainda mais: é preciso estar pronto a dar... “ainda a sua própria vida”(Lc 14.26) para poder ser discípulo de Jesus.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 19 de agosto de 2017

VOCÊS NÃO TÊM FÉ?

Então, ele e os discípulos entraram no barco. Entretanto, enfrentaram uma terrível tempestade no mar. As ondas furiosas atacavam a embarcação – e, enquanto isso, Jesus dormia!

Os discípulos o acordaram, implorando: “Mestre, salve-nos! Nós vamos morrer!”. Jesus, porém, repreendeu os discípulos: “Por que tanto medo? Vocês não têm fé?”.

Em seguida, levantou-se e ordenou ao vento que cessasse o barulho e ao mar que ficasse quieto. “Silêncio!”, foi a ordem, e o mar ficou em plena calmaria.

Os homens esfregaram os olhos, perplexos. “O que é isso? O vento e o mar obedecem ao comando dele!”. (Mateus 8.23-27)

Houve uma tempestade tão grande no mar que o barco começou a ser inundado pelas ondas, mas Jesus estava dormindo.

E os discípulos foram acordá-lo, dizendo: “Mestre, salve-nos! Nós vamos morrer!”. E ele lhes disse: “Por que tanto medo? Vocês não têm fé?”. Então, ele se levantou, repreendeu os ventos e o mar, e houve bonança.

Eles se maravilharam, perguntando: “O que é isso? O vento e o mar obedecem ao comando dele!”.

A essa altura, os discípulos já deveriam saber com quem estão e o que acontece quando estão com ele. Contudo, eles estão mais preocupados com o tempo do que confiantes em seu Salvador.

VOCÊ TERIA FICADO COM MEDO?

Meu objetivo, Cristo Salvador, é crer em ti de forma tão profunda e plena a ponto de minha primeira resposta em cada crise ser a fé naquilo que farás, confiar no modo como me abençoarás.

Mas, tenho um longo caminho pela frente. Tira-me desta fé pequena e tímida e conduze-me à fase madura. Amém.

Retirado de Um Ano com Jesus  [Eugene H. Peterson]. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.