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domingo, 3 de maio de 2026

A MARCA DO DISCÍPULO

A marca de um discípulo é a sua capacidade de ouvir a voz do Mestre.

“Escutem, eu estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e comerei com Ele e Ele comerá comigo” (Ap.3.20).

O mundo soca a mão na sua porta; Jesus apenas bate.

As vozes gritam por sua adesão; Jesus mansamente pede.

O mundo promete prazer rápido; Jesus promete um jantar tranquilo ... com Deus.

“Entrarei em sua casa e cearei com Ele e Ele ceara comigo”.         

Não há um momento que Jesus não esteja falando. Nenhum sequer.

Poucos ouvem essa voz. Um número ainda menor abre a porta.

“E Eu estarei com vocês todos os dias, até o fim dos tempos” (Mt.28.20).

“Eu nunca o deixarei; Eu jamais o abandonarei” (Hb.13.5).

Um dia virá em que todos ouvirão a voz dele. Haverá um dia em que todas as outras vozes serão silenciadas, e somente a voz dEle será ouvida.

Alguns escutarão sua voz desde o primeiro instante.

Não é que Ele nunca tenha se pronunciado, mas é que eles nunca a ouviram.

Para esses, a voz de Deus será a voz de um estranho. Eles a ouvirão uma vez e nunca mais.

Mas os outros serão chamados de seus túmulos por uma voz familiar, pois são ovelhas que conhecem seu pastor, são servos que abriram a porta quando Jesus bateu.

Nesse dia, a porta se abrirá novamente. Somente dessa vez.

E não será Jesus que entrará em nossa casa; seremos nós que entraremos na casa dEle.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 22 de junho de 2024

OS ENSINAMENTOS DE MESTRE

Um dos adjetivos mais gloriosos a respeito do nome de Jesus é sem sombra de dúvida a expressão Mestre.

Ele veio ao mundo para salvar os pecadores e dar ao homem um novo parâmetro de vida, e Ele sabia que era necessário ensiná-los.

Todo ensinamento visava levar o homem a um novo estado de vida, por isso não podemos negligenciar este aspecto do ministério de Jesus.

Jesus servia muitas vezes as pessoas através de sermões;

Combateu os céticos, desafiou os indivíduos, curou os doentes, falou com os necessitados;

Ele encorajou os desanimados e deu exemplo de um estilo de vida santo.

Em seus contatos com o povo, ele compartilhou exemplos tirados de situações reais

Buscou constantemente estimular outros a pensarem e agirem de acordo com os princípios divinos.

Se observarmos a multiforme doutrina ensinada por Cristo veremos que Ele ministrou a respeito de vários assuntos.

Jesus apesar de ser o filho do Deus vivo sempre esteve orando, estudando e se dedicando com afinco.

Em toda Bíblia vemos Jesus dando exemplos e parâmetros para seus seguidores e para a humanidade.

O Senhor ao vir a este mundo assumiu a nossa natureza e na forma humana venceu o pecado;

Quando Jesus foi batizado no rio Jordão logo após sair da água o céu se abriu e Ele foi batizado com o poder do Espírito Santo.

Devemos buscar a mesma unção de poder para realizarmos com sucesso o ministério.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 23 de outubro de 2021

SEGUINDO O MESTRE

Nascido de novo “...Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer? Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus” (Jo 3.3-5);

Nova maneira de viver - “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Co 5.17);

Nova maneira de pensar – “E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Rm 12.2);

Posição de salvo. Daniel e seus companheiros, no meio de muitos estranhos, num palácio real, não negou sua fé nem a seu Deus.

Discípulo é aquele que segue a alguém. Somos discípulos de Jesus.

O discípulo de Jesus tem características especiais. “...Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (Jo 13.34,35);

O amor é a marca principal do cristão: amar a Deus, ao próximo e ATÉ aos inimigos (Mt 5.44-45).

Tomar posição como discípulo.

Servo é aquele que está disposto a servir;

É a posição mais difícil na vida do cristão. Muitos só querem mandar, ser senhores;

Jesus, Senhor e Mestre, deu-nos o exemplo

“...Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal; E, qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo; Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos” (Mt 20.25-28; Jo 13.4-8; 12-15).

É necessário tomar a posição de servo.

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 1 de outubro de 2021

DONS DO FILHO – PARTE III

Para facilitar e equipar o corpo da Igreja - Efésios 4.10 a 13 e 1Co.12.28

Efésios 4.7 diz: “Mas a cada um de nós foi dada a graça conforme a medida do dom de Cristo”, não apenas indica os dons de ofícios que Cristo colocou na Igreja junto com seu propósito

PASTOR / PROFESSOR - A palavra pastor vem de uma raiz que significa proteger, da qual nós temos o termo pastor de ovelhas. Na função de um pastor/líder está incluído nutrir, ensinar e cuidar das necessidades espirituais do corpo.

Pastor e mestre são uma mesma função e ministério. O texto de Ef 4.11 diz: "...A outros pastores e mestres." e não "...A outros pastores e a outros mestres "

O termo pastor é uma expressão alegórica, figurativa de pastor de ovelhas, cuja correlação literal seria mestre. O pastor tem ovelhas, o mestre tem discípulos.

O dom que opera no pastor é o dom de mestre, por isso não aparece o ministério de pastor na lista de ministérios de 1Co 12.28, que é conforme os dons.

Quem cuida de vidas também precisa saber ensiná-las. E se alguém ensina, ensina para edificação e prática. Todo pastor é mestre e todo mestre é pastor.

COMO PASTOR: É o que cuida de vidas, apascenta; Tem aliança com o povo, toca nas vidas, apascenta. Está envolvido com o povo. Pastor é uma função e não um cargo ou título. Todos aqueles que cuidam de vidas são pastores e mestres.

COMO MESTRE: É o que ensina a doutrina, doutor. Pega as verdades mais difíceis e complicadas e traz de maneira clara para a Igreja entender.

MISSIONÁRIO – Alguns veem a figura do apóstolo ou evangelista.

Implica o desdobramento de um plano para tornar o evangelho conhecido por todo o mundo: “Porque não me envergonho do evangelho, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego” - Rm.1.16.

Ilustra uma atitude de humildade necessária para receber um chamado para áreas remotas e situações desconhecidas: “... A quem enviarei, e quem irá por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim. Disse, pois, ele: Vai, e dize a este povo...” - Is.6.8-11.

Conota uma compulsão interna para levar o mundo inteiro a um entendimento sobre Jesus Cristo: “... se um morreu por todos, logo todos morreram; e ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou” - 2Co.5.14-20.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 22 de junho de 2016

MARCOS — JESUS, O SERVO SOFREDOR

Então ele [Jesus] começou a ensinar-lhes que era necessário que o Filho do homem sofresse muitas coisas… fosse morto e três dias depois ressuscitasse. Marcos 8.31

O ponto central do Evangelho de Marcos é a cruz de Cristo. Quando os doze apóstolos compreenderam quem Jesus era e o confessaram como Messias, ele começou a ensiná-los sobre a cruz. Isso foi um divisor de águas no ministério de Jesus, bem como no Evangelho de Marcos.

Antes disso, Jesus havia sido aclamado como mestre e como curador popular. Ele, no entanto, não havia vindo para ser esse tipo de Messias.

Assim, daquele momento em diante, ele ensinou seus discípulos abertamente sobre a necessidade de seus sofrimentos e de sua morte.

Marcos registra que, em outras três situações distintas, Jesus solenemente predisse sua morte. Na verdade, aproximadamente um terço do Evangelho de Marcos é dedicado à sua paixão.

A essência do ensino de Jesus se encontra em sua declaração de que “era necessário que o Filho do homem sofresse”. Por que ele deve sofrer? Qual é a origem desse seu senso de obrigação?

É porque as Escrituras devem se cumprir. Por que, então, “o Filho do homem”?

Ao usar esse hebraísmo para designar ser humano, Jesus estava se referindo a Daniel 7. Nessa visão, “alguém semelhante a um filho de homem” (ou seja, uma figura humana) vem sobre as nuvens e se aproxima do Ancião de Dias (Deus). Ele então recebe autoridade e poder soberano, de modo que todas as pessoas o servirão, e seu reino jamais será destruído (Dn 7.13-14).

Jesus adotou o título (Filho do homem), mas mudou o seu papel. De acordo com Daniel, todas as nações o serviriam. De acordo com Jesus, ele tinha vindo para servir, e não para ser servido.

Na verdade, Jesus fez o que mais ninguém havia feito: ele fundiu as duas imagens do Antigo Testamento, a do servo que sofre em Isaías e a do Filho do homem que reina em Daniel, pois primeiro Jesus deve carregar os nossos pecados e apenas depois ressuscitar e entrar na glória.

E saiu Jesus, e os seus discípulos, para as aldeias de Cesaréia de Filipe; e no caminho perguntou aos seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens que eu sou? E eles responderam: João o Batista; e outros: Elias; mas outros: Um dos profetas. E ele lhes disse: Mas vós, quem dizeis que eu sou? E, respondendo Pedro, lhe disse: Tu és o Cristo. […] Porquanto, qualquer que, entre esta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai, com os santos anjos. Dizia-lhes também: Em verdade vos digo que, dos que aqui estão, alguns há que não provarão a morte sem que vejam chegado o reino de Deus com poder. Marcos 8.27-9.1


Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz


sexta-feira, 2 de maio de 2014

O exemplo de Jesus

Para isso vocês foram chamados, pois também Cristo sofreu no lugar de vocês, deixando-lhes exemplo, para que sigam os seus passos. [1 PEDRO 2.21]

Uma vez que Pedro havia reconhecido a Jesus como Messias, o Mestre começou a ensinar aos discípulos que deveria sofrer. Pedro discordou com veemência: “Não, Senhor, isso não acontecerá contigo”. No entanto, trinta anos depois, a morte de Jesus, que antes lhe parecera inconcebível, se tornara indispensável.

Precisamos lembrar o contexto histórico da carta de Pedro. O cristianismo ainda era uma religião ilegal, e o neurótico imperador Nero era conhecido por sua hostilidade para com os cristãos.

Já haviam ocorrido alguns rompantes de perseguição. Pedro está particularmente preocupado com os cristãos escravos em casas de não-cristãos. Ele diz que eles devem suportar o injusto sofrimento com paciência. Por quê? Porque ele faz parte de um chamado cristão. Porque Jesus, embora sem pecado, sofreu por nós, mas não retaliou, deixando-nos o exemplo a seguir.

A palavra grega aqui traduzida como exemplo é única no Novo Testamento. Ela denota um caderno de exercícios de um professor no qual os alunos traçam suas letras enquanto aprendem a escrever.

Assim, Pedro nos está conclamando a copiar o exemplo de Jesus e a seguir seus passos.Trata-se de um apelo pungente de Pedro, uma vez que ele havia se gabado de que seguiria Jesus até a prisão e a morte, conquanto na prática o tenha seguido apenas à distância. Agora recomissionado, porém, Pedro está determinado a seguir o caminho da cruz e a suportar pacientemente o sofrimento injusto.

Entretanto, surge uma dúvida aqui. Se nos submetemos ao sofrimento injusto, não há lugar para a justiça? Devemos permitir que os malfeitores tripudiem sobre nós e desse modo encorajar o crescente sofrimento?
Não. O texto de 1 Pedro 2.23 responde à pergunta. Ele afirma que Jesus não revidou e que “entregava-se àquele que julga com justiça”.

Em outras palavras, a razão pela qual somos chamados a não revidar não é porque o mal deve ter permissão para triunfar, mas porque não é nossa responsabilidade puni-lo. Esta é uma responsabilidade do justo Juiz tanto hoje, por meio das cortes de justiça, como no dia do juízo final.

Portanto, o amor e a justiça não são incompatíveis; eles se complementam um ao outro, como observamos no exemplo de Jesus.

Vós, servos, sujeitai-vos com todo o temor aos senhores, não somente aos bons e humanos, mas também aos maus. Porque é coisa agradável, que alguém, por causa da consciência para com Deus, sofra agravos, padecendo injustamente. Porque, que glória será essa, se, pecando, sois esbofeteados e sofreis? Mas se, fazendo o bem, sois afligidos e o sofreis, isso é agradável a Deus. Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas. O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano.O qual, quando o injuriavam, não injuriava, e quando padecia não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente;  1 Pedro 2.18-23

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

A oração de Jesus

De forma didática, Cristo nos deixou modelos cuja riqueza é fonte de inspiração permanente. Por certo, um dos mais conhecidos é o “Pai Nosso”.

“A palavra convence, o exemplo arrasta”, diz o adágio. Não por acaso, Jesus é conhecido como “Mestre dos mestres”. O Senhor explicou ideias profundas usando parábolas que continham elementos simples do dia-a-dia do povo. Acompanhadas de ação, suas palavras têm impactado milhões de pessoas ao longo da história. 

De forma didática, Cristo nos deixou modelos cuja riqueza é fonte de inspiração permanente. Por certo, um dos mais conhecidos é o “Pai Nosso”. Em artigo publicado há alguns anos no Los Angeles Times, a escritora K. Connie Kang estimou que, por ocasião da Páscoa, dois bilhões de cristãos de diversas vertentes naquele ano oraram o pai-nosso em milhares de idiomas.

Muitos livros já foram escritos sobre a oração de Jesus, mas gostaria de também registrar alguns pensamentos singelos que me ocorreram ao meditar sobre esse modelo literalmente sobrenatural. 

"Jesus ensina-nos a orar", pediram os discípulos. Comecem assim: "Pai Nosso...", respondeu Jesus.

Pai? Sim, ao chamá-lo de pai, não o chamamos pelo nome, e sim por uma característica: ele é Pai. Essa palavra tinha um significado social diferenciado na cultura oriental em que os discípulos estavam inseridos (provedor, autoridade etc). No entanto, na oração de Jesus a palavra Abba denota intimidade, amor e admiração. "Sim, vocês devem chamá-lo de paizinho, da mesma forma que eu o chamo", é o que Cristo está dizendo. “Abba tem por nós exatamente o mesmo amor que tem por Jesus”, nos lembra o escritor Brennan Manning. 

Nosso? Sim, Ele é comunitário. A relação com o Pai sempre envolve a comunidade. Orar é se reconciliar com ele e com seus filhos. É pertencer a uma comunidade singular aqui na Terra. Trata-se de pessoas que deixaram a casa do "meu" e imigraram para a terra do "nosso", onde "eu", "meu" e "minha" são referências de um passado míope e egoísta.

Santificado seja o teu nome. Nossas atitudes revelam a quem pertencemos. O santo nome do Senhor às vezes é alvo de descrédito por conta de falhas cometidas por seus filhos. Cada um de nossos atos deve indicar o DNA divino, sejam eles públicos ou não. Como disse Moody, “caráter é o que eu sou quando ninguém está me olhando”.          
                                            
Venha o teu Reino. Segundo Ricardo Barbosa, “esta é a oração mais radical que um cristão pode fazer porque o reino divino é o governo de Deus entre nós”. Eu e você fazemos parte da resposta a esse pedido, afinal a igreja é agente do Reino do Pai. 

Seja feita a tua vontade. Muitos casais se conhecem tão bem que um dos cônjuges identifica o que o outro quer através de sinais quase imperceptíveis. O mesmo deve acontecer conosco em relação a Deus. Conheceremos seus desejos como resultado de paixão e intimidade.

Perdoa as nossas dívidas. É interessante o padrão estabelecido por Jesus: assim como perdoamos os nossos devedores. E se extrapolarmos esse princípio para outras áreas? Seja generoso conosco, assim como temos doado generosamente a outros o que de ti recebemos. Aja com misericórdia conosco, assim como temos sido compassivos até para com aqueles que o mundo julga não merecer compaixão.  

Livra-nos do mal. Múltiplas manifestações do mal podem embaçar as lentes através das quais enxergamos a Deus. Livra-nos da autossuficiência e do orgulho, ensinando-nos a reconhecer a tua mão como origem de toda boa dádiva. 

Orar a oração de Jesus é pedir ao Pai que nos faça uma comunidade de amor, de solidariedade e de serviço. Uma comunidade da Graça!

Carlos Bezerra JR

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Não incomodes mais!

E eis que chegou um dos principais da sinagoga, por nome Jairo, e, vendo-o, prostrou-se aos seus pés, (Mc. 5.22)

Marcos 5.22 narra a história de Jairo, um moço rico e destacado na sociedade, que estava sendo obrigado a viver com um grande problema: sua filha estava quase morrendo. Jairo, convencido de que sua riqueza e sua fama não curariam a criança, resolveu buscar a Jesus e rogou-lhe a cura de sua filha. Jesus foi para a casa de Jairo. No caminho, curou uma mulher que sofria de uma hemorragia incontida há 12 anos. Jairo presenciou o milagre.

Alguns passos depois, Jairo se surpreendeu com um conselho de seus amigos: “não incomodes mais o Mestre”. Os amigos de Jairo disseram que sua filha havia morrido.

Analiso o comportamento dos amigos de Jairo. Eles achavam que Jesus é como o homem, que rapidamente se esgota com seu “altruísmo” barato.

Todo homem tem limites quando ajuda outro. O homem se incomoda quando tem que tomar algum prejuízo em benefício alheio. Assim é o homem, assim o eram os amigos de Jairo.

 Mas Jesus não é o homem. Ele é capaz de perder a própria vida em favor de pecadores, e não se incomoda com isso. Socorrer, ajudar, abençoar, curar, livrar, nada disso incomoda a Jesus, ainda que Ele tenha de tomar algum “prejuízo”.

Foi assim que Jesus alegrou o coração de Jairo quando desconsiderou o conselho dos amigos e, simples e claramente disse: “Não temas, crê somente!”.

Esse é o Jesus a quem adoramos! Ele permanece vivo, ativo e presente. Se as circunstâncias da vida te dizem: “não incomodes mais o Mestre”, ouça a voz de Jesus ecoar: “não temas, crê somente”.

Ele não se incomoda em te abençoar, está contigo e, no momento certo, dirá: “Menina, levanta-te!”, e aquilo que estava perdido voltará às suas mãos. Creia nisso!

Pr. Jabes de Alencar

Por Litrazini
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Graça e Paz


Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.