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quarta-feira, 29 de janeiro de 2025

A VARA DA AFLIÇÃO

O Espírito Santo usa a aflição como um remédio para acabar com a enfermidade mortal do pecado nos filhos de Deus, fazendo-os produzir frutos saudáveis e piedosos.

Quando o pecado faz o cristão se desviar do seu Salvador, o Senhor Jesus, como um Bom Pastor, usa a vara da aflição para aprumá-lo novamente.

A aflição é o cão do Pastor, enviado não para devorar as ovelhas, mas para trazê-la de volta ao aprisco.

A aflição trata do pecado.

"Antes de ser afligido andava errado"; confessa Davi, "Mas agora guardo a tua palavra" (Sl 119:67).

Para um filho de Deus, ser afligido é um bem como é a poda para a jovem árvore

A pressão da aflição não só remove o terrível mau cheiro do pecado, mas também revela as fragrâncias e os frutos da graça divina.

O cristão precisa de invernos de aflições para experimentar o florescer das primaveras, o crescimento do verão e a colheita de outono.

A vida dos filhos de Deus é como um sino, quanto mais forte se bate, melhor ela toca.

Eles aprendem mais sob a vara que os disciplina do que sob o cajado que os consola.

O Bom Pastor não está afogando suas ovelhas quando as lava, nem as está matando quando tosquia.

Pelo contrário, sua lavagem é uma higiene necessária; a tosquia um privação necessária, e suas correções são lições essenciais.

A aflição colhe frutos preciosos.

Ela garimpa, funde, refina e forja o cristão até que o divino Ourives possa ver o seu reflexo na obra das Suas próprias mãos.

Então o Cristão experimenta com Jó, "Se Ele me provasse, sairia eu como o ouro" (Jó 23:10). "

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 11 de dezembro de 2022

A VARA DE CORREÇÃO EFICAZ

A natureza de Deus é santidade, (ISm 2:2; IPe 1:13-16; I João 1:5, "não há trevas nenhumas") e dos Seus filhos também (IPe 1:14-16).

O propósito da salvação é tornar o que era filho da desobediência em filho de Deus (Ef 2:2; I João 3:1,2); o que era perdido, achado e salvo (Lc 19:10) e o que era longe, perto (Ef 2:13).

Por Cristo, a natureza do pecador que se inclinava para a morte, pela carne, é feita nova para a vida em paz pelo Espírito por causa de Jesus Cristo (Rm. 8:3-10; IICo 5:17).

Pelo pecado, o homem natural é separado de Deus (Is 55:1,2), mas por Cristo a parede de separação que estava no meio é derrubada e uma união de paz é feita onde a ira antes reinava (Ef 2:13-16).

Nessa vida nova, a comunhão é incentivada pelo Espírito Santo (Rm 8:15) pois, na conversão, temos a mente de Cristo (ICo 2:16) e vida nova com Deus.

Quando o Cristão peca, a correção é imediatamente aplicada (Pv. 3:12; Hb 12:5-9) e parte dessa correção é uma quebra de comunhão com Deus (Sl 39:10,11; 51:1,10-12).

A quebra de comunhão como correção não deve ser uma surpresa, mas entendida como sendo uma consequência normal (Amós 3:1-3).

Por isso, quando os filhos de Israel praticaram o pecado, não cessaram de ser filhos, mas a vara de correção foi aplicada muitas vezes em uma comunhão quebrada, e eles clamaram ao Senhor para ter de novo essa comunhão.

Essa comunhão quebrada pode existir por anos, e como podemos entender pela história de Israel, trouxe efetivamente os filhos de volta a clamar pela relação íntima que Deus desejava (Êx. 3:7,8; Juízes 3:9-11, etc.). Deus é o mesmo hoje (Mal 3:6).

A quebra de comunhão é eficaz, pois o Cristão, pela vida nova, não se associa bem com o mundo, pois o mundo aflige a sua consciência (II Pedro 2:7).

Quando, pelo pecado, a comunhão com Deus é quebrada por entristecer o Espírito Santo, o Cristão está mesmo em apuros.

Ele não pode recorrer ao mundo e nem tem liberdade com o Senhor Deus.

Pode ser parte da razão por que Pedro chorou amargamente (Mat. 26:75).

Aquele que conhece a comunhão íntima com Deus sabe como a quebra de tal é uma vara de correção eficaz.

A única solução é a confissão e o abandono do pecado (II Cr 7:14,15; Sl 51:1-4; Pv. 28:13; I João 1:9).

Autor: Missionário Calvin Gardner

Transcrito Por Litrazini      

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Graça e Paz


Reflexões Evangélicas

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