Pesquisar neste blog:

Mostrando postagens com marcador viajantes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador viajantes. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Lançando o pão


"Desvenda os meus olhos, para que veja as maravilhas da tua lei" (Salmo 119.18) 

Um grande e dinâmico evangelista, que por longos anos atuou no sertão baiano, foi certa vez interceptado por um assaltante, quando viajava montado em seu animal.

Não carregava nada de grande valor em sua minúscula bagagem, senão o seu único bem material – um relógio de bolso embrulhado num pedacinho de papel que continha um impresso; era uma mensagem do Evangelho de Cristo e, já era o bastante para o ladrão que o levou.

Vários anos se passaram depois desse incidente e, então, à época das chuvas esse mesmo evangelista viajava novamente por aquelas plagas, onde acontecera o assalto. Ia, dessa feita, em companhia de um garoto. As chuvas caíam com tanta intensidade que confundia o rumo das picadas que serviam de caminho.

Assim, os dois viajantes se perderam, e só ao cair da tarde alcançaram uns casebres.

Relatando o ocorrido naquele dia chuvoso, o pregador pediu pousada e comida para os dois que estavam não só cansados, mas também famintos. O dono da casa assentiu prontamente, porém, olhava o evangelista penetrantemente, dos pés à cabeça. Fê-los desmontar, alimentou os animais e preparou as redes para acomodar os visitantes. O jantar ficou pronto e os hóspedes foram os primeiros a serem servidos. 

Enquanto saboreavam a tão bem vinda alimentação, o dono da casa, dirigindo-se ao recém-chegado, disse-lhe:

- O senhor me conhece, não é? Vem de longas datas o nosso encontro...

– Sinceramente, não me recordo de havê-lo visto em qualquer época da minha vida... Não estará enganado? – foi a resposta do evangelista.

Para provar que não havia engano, o dono da casa pediu licença e saiu da mesa por um momento. Quando voltou, estendeu-lhe a mão, dizendo:

- Não se recorda de me haver visto, não é? Mas o senhor não pode negar que conhece este relógio, certo?

– Oh, sim! – acudiu o pregador.

– Dei-o a um amigo meu há vários anos!

– Não é bem assim – foi a resposta do anfitrião. 

– O senhor teve de entregá-lo a um ladrão e assassino. Foi ou não foi?

Antes que o hóspede procurasse uma explicação, ele lhe mostrou o impresso que envolvia o relógio na ocasião do assalto, já quase em pedaços, pelo constante manuseio. Fazendo isto, continuou dizendo:

- Desde que li as palavras contidas neste pedacinho de papel, eu me tornei uma nova criatura.  Agora sou um homem honrado e digno. 

Em lágrimas, os dois se abraçaram.

A mensagem que caiu nas mãos do malfeitor transformou-lhe a vida. (Autor desconhecido)

Que grande bênção saber que a Palavra de Deus “não voltará vazia.” Ela opera reais transformações e preenche a vida indigna de tantas criaturas.

Assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei. Isaias  55.11

Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti. Salmos 119:11

Por Litrazini

Graça e Paz






domingo, 12 de junho de 2011

TEMPORADA NO DESERTO

Você se lembra de quando, em completa frus­tração, apenasbalbuciava o seu nome, e sua presença imediatamente se manifestava. Mas agora,no deserto, você quer gritar: "Deus! Onde estás?"

"Eisque, se me adianto, ali não está; se torno para trás, não o percebo. Se opera àesquerda, não o vejo; esconde-se à direita, e não o diviso" (Jó 23:8, 9).

Não é assim que você chora?

Você almeja ouvir a Deus e tudo o que consegue é ouvirapenas um grande silêncio!

Você ora, e sua oração não passa do teto. Completamentefrustrado, você se lembra de quando, em completa frustração, apenas bal­buciavao nome de Deus, e sua presença imediatamente se mani­festava. Mas, agora, nodeserto você grita: "Deus! Onde estás?" E, como Jó, olha para todosos lados procurando Deus e não o percebe. Você nem enxerga o que Deus tem feitoa seu favor.

Bem-vindo ao deserto! Fique sabendo, no entanto, que vocênão está sozinho, mas em boa companhia.

Você anda por onde andou Moisés... o mesmo Moisés criadocomo príncipe no palácio de Faraó. O Moisés que tinha uma visão de libertaçãodo seu povo da escravidão do Egipto. Aquele Moisés que pastoreou umas poucasovelhas num canto isolado do deserto durante quarenta anos.

Você tem a companhia de José... José, o preferido dopapai... José, com sonhos de liderança e conquistas. José, ainda jovem, jogadonuma cisterna e depois vendido como escravo por seus irmãos. José, apodrecendona fétida prisão de Faraó...

Você está sentado ao lado de Jó... o homem descrito pelasEscrituras como "o maior de todosos do Oriente" (Jó 1:3). Jó, que perdeu tudo: bens, filhos, saúde e oapoio da esposa.

Contudo, o mais importante é que você estará acompa­nhadodo Filho de Deus, Jesus, que depois de receber do Pai o testemunho de que eraseu Filho, após receber o Espírito San­to, foi para o deserto enfrentar asforças das trevas.

A lista de viajantes do deserto é extensa, pois o desertoé o lugar por onde passa todo filho de Deus.

Gostaríamos de evitá-lo; procuramos um atalho ou desvio,mas eles não exis­tem.

A rota da terra prometida passa, inevitavelmente, pelo de­serto,e a terra não poderá ser conquistada se não o atravessar­mos.

Se quisermos entrar na terra prometida, precisamos en­tendero tempo em que vivemos.

Extraído doLivro Vitória no deserto – autoria: John bevere

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.