Pesquisar neste blog:

Mostrando postagens com marcador relógio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador relógio. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

O RELÓGIO DE DEUS


Vivemos tempos rápidos, um corre corre violento, natal, ano novo, daqui a pouco já é natal de novo e ano novo outra vez. Até parece que o relógio acelerou.

Não! não parece! O relógio de Deus acelerou realmente e os textos bíblicos estão se cumprindo um a um. O texto de 1 tessalonicenses 4.13-18 que diz:

“Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, (os que estão mortos), para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança.

Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, (mortos) Deus os tornará a trazer com ele.

Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem.

Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.

Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.

Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras”.

Esse tempo, pode ser daqui a pouco, a noite, amanhã, só o Senhor sabe, mas uma coisa eu sei, está muito próximo e, não tem carona.

Lidiomar Trazini Granatti / Litrazini
Graça e Paz

domingo, 16 de abril de 2017

O TEMPO

A Palavra de Deus afirma que nessa vida tudo tem sua hora; há um tempo certo pra tudo (Eclesiastes 3.1 - versão A mensagem).

Porém, vivemos numa época em que as pessoas sempre reclamam e usam frases como: “não tenho tempo para nada”, “o tempo está passando rápido demais”, “parece que o relógio não funciona a meu favor”, “não dou conta de tanta coisa em tão pouco tempo” ou “precisaria de mais de 24 horas para dar conta de meus afazeres”. 

A partir da Revolução Industrial, o tempo virou coisa, mercadoria. Palavras como gastar, poupar, e desperdiçar, associadas ao tempo, passaram a fazer parte do nosso vocabulário.

A substância daquilo que somos também passou a ter preço; afinal, "tempo é dinheiro". Perder tempo se tornou nosso maior medo, e ter mais tempo virou nossa busca eterna.

O filósofo francês André Comte faz a seguinte reflexão: "O tempo, em si, não é coisa. Ele é passado, presente e futuro. Mas, se o passado já foi e o futuro ainda não chegou, arrisco dizer que o tempo é o presente". Concordo com esse pensamento, pois só podemos vivenciar o nosso tempo no presente. Se me lembro do passado, lembro no presente. Se penso no futuro, eu o faço também no agora. 

Jesus nos ensina, no capítulo 6 do livro de Mateus, a não viver ansiosos quanto ao nosso tempo, e sim a aproveitarmos o presente, deixando as preocupações de lado e entendendo que todos os dias tem o seu mal. 

Muitas pessoas vivem no presente como se o tempo fosse algo externo, que caminha num descompasso que não alcançamos. Sendo assim, muitos não desfrutam de seu tempo presente. Por isso, o sábio Salomão nos adverte, em Eclesiastes 3, que em nossa vida deve haver tempo para tudo e deve ser muito bem aproveitado. 

O segredo é aprendermos a usufruir o tempo, sendo gratos a Deus por tudo e tirando lições de todos os momentos, sejam eles bons ou ruins. Precisamos confiar que tudo é para nosso crescimento, e que somos nós que fazemos o tempo, com nossas atitudes no mundo espiritual, emocional, físico e material. Sendo assim, não adianta reclamar.

Vivemos numa sociedade onde pessoas estão sempre insatisfeitas, pois querem a realização num tempo muito rápido. Talvez tenhamos a ideia de que se tudo é rápido e instantâneo, o tempo de espera é menor e, portanto, mais bem aproveitado. Isso tem levado muitas pessoas a se precipitarem financeiramente, como é o caso da Lava Jato, em que pessoas querem enriquecer rapidamente de maneira ilícita.

Outras se precipitam na área emocional, pois se envolvem com pessoas sem conhecê-las e logo se casam ou traçam relacionamentos íntimos, e depois se decepcionam.

Quanto mais conscientes nós nos tornamos do momento presente, mais nos sentimos vivos. Passamos a refletir sobre o que estamos fazendo, o porquê estamos fazendo e para quem fazemos. Ter um tempo para reflexão pode nos levar a viver com mais sentido, propósito e a sermos mais felizes. Temos que reconhecer que para viver bem é preciso respeitar o nosso próprio tempo, que não é o mesmo do relógio ou de outras pessoas. 

Que possamos viver nosso tempo da melhor maneira possível, para que nossa vida não passe sem sentido nesse mundo, pois estamos aqui para fazer a diferença, usando sabiamente o tempo que Deus tem nos permitido viver nessa terra. Deus tem um tempo especial só para você. Desfrute desse tempo com Ele! 

Dra Elizete Malafaia

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Lançando o pão


"Desvenda os meus olhos, para que veja as maravilhas da tua lei" (Salmo 119.18) 

Um grande e dinâmico evangelista, que por longos anos atuou no sertão baiano, foi certa vez interceptado por um assaltante, quando viajava montado em seu animal.

Não carregava nada de grande valor em sua minúscula bagagem, senão o seu único bem material – um relógio de bolso embrulhado num pedacinho de papel que continha um impresso; era uma mensagem do Evangelho de Cristo e, já era o bastante para o ladrão que o levou.

Vários anos se passaram depois desse incidente e, então, à época das chuvas esse mesmo evangelista viajava novamente por aquelas plagas, onde acontecera o assalto. Ia, dessa feita, em companhia de um garoto. As chuvas caíam com tanta intensidade que confundia o rumo das picadas que serviam de caminho.

Assim, os dois viajantes se perderam, e só ao cair da tarde alcançaram uns casebres.

Relatando o ocorrido naquele dia chuvoso, o pregador pediu pousada e comida para os dois que estavam não só cansados, mas também famintos. O dono da casa assentiu prontamente, porém, olhava o evangelista penetrantemente, dos pés à cabeça. Fê-los desmontar, alimentou os animais e preparou as redes para acomodar os visitantes. O jantar ficou pronto e os hóspedes foram os primeiros a serem servidos. 

Enquanto saboreavam a tão bem vinda alimentação, o dono da casa, dirigindo-se ao recém-chegado, disse-lhe:

- O senhor me conhece, não é? Vem de longas datas o nosso encontro...

– Sinceramente, não me recordo de havê-lo visto em qualquer época da minha vida... Não estará enganado? – foi a resposta do evangelista.

Para provar que não havia engano, o dono da casa pediu licença e saiu da mesa por um momento. Quando voltou, estendeu-lhe a mão, dizendo:

- Não se recorda de me haver visto, não é? Mas o senhor não pode negar que conhece este relógio, certo?

– Oh, sim! – acudiu o pregador.

– Dei-o a um amigo meu há vários anos!

– Não é bem assim – foi a resposta do anfitrião. 

– O senhor teve de entregá-lo a um ladrão e assassino. Foi ou não foi?

Antes que o hóspede procurasse uma explicação, ele lhe mostrou o impresso que envolvia o relógio na ocasião do assalto, já quase em pedaços, pelo constante manuseio. Fazendo isto, continuou dizendo:

- Desde que li as palavras contidas neste pedacinho de papel, eu me tornei uma nova criatura.  Agora sou um homem honrado e digno. 

Em lágrimas, os dois se abraçaram.

A mensagem que caiu nas mãos do malfeitor transformou-lhe a vida. (Autor desconhecido)

Que grande bênção saber que a Palavra de Deus “não voltará vazia.” Ela opera reais transformações e preenche a vida indigna de tantas criaturas.

Assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei. Isaias  55.11

Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti. Salmos 119:11

Por Litrazini

Graça e Paz






sábado, 15 de janeiro de 2011

Acerte seu relógio com o relógio de Deus

"... tendo sido impedidos pelo Espírito Santo de pregar a palavra na Ásia... à noite, sobreveio a Paulo uma visão, na qual um homem macedônio estava em pé e lhe rogava: passa a Macedônia e ajuda-nos”. Atos 16:6-10

Não devemos entender, com base nesse texto, que Deus não queria que o povo da Ásia ouvisse a sua Palavra. Tanto é assim que o apóstolo Paulo, depois, abriu várias Igrejas na Ásia, como a Igreja dos Gálatas, dos Efésios, dos Coríntios, e outras. Apenas não era a sua prioridade no momento para o ministério de Paulo, pois havia uma necessidade maior na Macedônia.

Dentro do grande universo da obra de Deus aqui na terra, precisamos descobrir as prioridades que estão no seu coração e, para isso:

PRECISAMOS LER A “AGENDA” DE DEUS
Nada havia de errado em pregar o evangelho na Ásia, fosse aos gálatas ou aos de Bitínia, mas não era isso que estava na “agenda” de Deus para aquele momento.

Para sermos bem sucedidos naquilo que fazemos, precisamos estar atentos à agenda de Deus.

PRECISAMOS ACERTAR NOSSO RELÓGIO COM O “RELÓGIO” DE DEUS
Paulo, quando leu na agenda de Deus qual a tarefa do dia, não esperou nem mais um minuto: partiu imediatamente.

Resultado: Lídia e toda a sua família foram salvos, uma jovem adivinhadora foi liberta dos demônios, um carcereiro e toda sua família conheceram a Jesus. Estava fundada a Igreja dos Filipenses, que foi a mais elogiada pelo apóstolo Paulo, dentre todas as suas cartas.

Nosso relógio não pode estar atrasado em relação ao de Deus. Precisamos agir no tempo de Deus!

PRECISAMOS VER COM OS “OLHOS” DE DEUS
Paulo teve uma visão, dada por Deus, de um macedônio que lhe clamava por ajuda. Naquele momento ele viu com os olhos de Deus, e soube qual era a sua prioridade: alguém que clamava por socorro.

Precisamos pedir as visões de Deus para nossa vida, senão gastaremos nosso tempo e energia naquilo que não é a Sua prioridade.

Muita coisa precisa ser feita, mas Deus tem uma ordem de prioridades que precisa ser seguida. Ele pode nos mostrar, não um macedônio, mas talvez uma criança de rua clamando por um pedaço de pão, um alcoólatra clamando por libertação, uma mulher chorando por seu filho, um pai desempregado e em desespero.

Qual é a prioridade de Deus para nossa vida?

Em que área ele quer nos usar?

Busquemos visões de Deus.

Autor:
Gerson Moura Martins

Por Lidiomar

Graça e Paz

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Estamos ganhando tempo

Amigos, o que escrever num final de ano que saia do lugar comum?


Como não falar do balanço do período findo e projetar novos propósitos para o seguinte?


Como escapar da constatação de que mais um ano está acabando, que tudo passa rapidamente e nós voamos?


Então, se não há outra coisa que se possa fazer para deter a marcha do tempo, vamos a ela.


Deus é eterno. Para ele não existe passado ou futuro. Ele não precisa de relógio nem de calendário. Sua infinitude descarta o tempo. Nós é que precisamos dele. Não foi por outra razão que ele estabeleceu luzeiros no firmamento, “para fazerem separação entre o dia e a noite, para serem eles para sinais, para estações, para dias e anos” (Gênesis 1.14)).


Estava criado o sistema que usamos até hoje para contar o tempo. Em linguagem leiga, diríamos que uma volta da Terra em torno do seu próprio eixo e temos um dia. É a tal rotação. Uma volta da Terra em torno do Sol e temos um ano. É a abençoada traslação.


De acordo com a inclinação do eixo de rotação da Terra, temos as estações. Que beleza! Não faltei às aulas de Física do Cosenza...


Como não há nada de novo debaixo do sol, tem-se que desde que foram criados, pela Palavra de Deus, estes astros estão em perfeita sincronia. Salvo o dia em que a Terra parou para Josué acabar o serviço que estava fazendo, sempre acontece a mesma coisa.


Todos os dias tem 24 horas, todas as semanas tem 7 dias, todos os meses tem 4 semanas e todos os anos tem 12 meses. Por que, então, a cada fim de ano a gente acha que o tempo está passando mais depressa ou que nosso dia precisaria ter 28 horas?


Pense bem em quantas coisas temos hoje à nossa disposição que supostamente foram criadas para nos permitir economizar um tempo lascado. Alguns de vocês nem se lembram mais disso, mas já houve época em que para fazer uma ligação interurbana era necessário tirar o fone do gancho (meu Deus, o que é isso??), pedir linha para uma telefonista e dizer o número para o qual você queria ligar, em geral composto de 3 dígitos. Se fosse interurbano, você pedia a ligação e esperava algumas horas para que ela fosse completada.


Eu me lembro quando em viagem aos Estados Unidos na década de 90 presenciei pela primeira vez na minha vida uma ligação a um celular, em plena estrada. Parecia ficção científica. Hoje, bem, hoje você não só fala, como faz uma infinidade de coisas com um aparelho celular na mão. Pode fazer tanta coisa que acaba perdendo tempo com uma série de atividades completamente frívolas e sem proveito que servem somente para um coisa: perder tempo. No mínimo paradoxal.


Há não muito tempo atrás, se você quisesse escrever alguma coisa a um amigo, namorada, esposa, se estivesse viajando e quisesse contar como estava o passeio, você teria que sentar, escrever, colocar em um envelope, ir até o correio e enviar. Agora, basta digitar uma frase de 140 caracteres e clicar. Seu amigo recebe vídeo, foto, frases mal escritas, mas frases etc. Muito mais rápido. Mas como isso é tão legal, tão fascinante, tão moderno, acabamos ficando o dia inteiro fazendo e isso. E, para nosso espanto, descobrimos que não temos mais tempo de visitar nossos amigos. No mínimo patético.


Sem contar que houve coisas que criamos para ganhar em tempo que nos fizeram perder em outras coisas. Por exemplo, há algum tempo, se quisesse experimentar uma boa e saudável refeição, teria que usar alimentos frescos e cozinhá-los de maneira relativamente lenta, num fogão de 4 bocas. Claro, isso é coisa definitivamente do passado.


Agora é só abrir um daqueles empanados de frango (que de frango mesmo só tem o nome, as penas, bicos e toda a titica que sobrou depois de retiradas as partes nobres), colocar no microondas e pronto. Ou então ir a uma praça de alimentação e se empanturrar de fast-food, acompanhado de uma bela dose de refrigerante aguado. Engula rápido e volte para o ringue, companheiro.


Você ganhou tempo no almoço, mas para que? No mínimo, doentio.


Se você quisesse fazer amigos, tinha que estar disposto a conhecer pessoas, conviver com elas, descobrir quem elas eram de verdade. Isso levava tempo. Meses, anos, décadas até.


Agora não. Não temos tempo. Tem um jeito mais fácil e rápido. Crie um apelido, esconda sua verdadeira identidade e passe a falar o que vem na sua cabeça.


Dispute ferrenhamente quantos seguidores você tem no Twitter ou quantas visitas foram feitas ao seu blog. Muito mais rápido. Muito mais simples. Muito mais instantâneo. Muitos “amigos virtuais”. Mas para que? No mínimo, preocupante.


O fato concreto é que acabamos ficando escravizados justamente pelas coisas que prometiam nos libertar.


Estamos ganhando tempo enquanto perdemos a vida.


Feliz ano novo.


Autor: Marcos Soares


Por Lidiomar


Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.