sexta-feira, 30 de novembro de 2018

DEUS VERSUS SATANÁS


SE DEUS É TODO PODEROSO, POR QUE ELE NÃO SIMPLESMENTE MATA SATANÁS?

Um dos mistérios da vida cristã é por que Deus não destruiu Satanás imediatamente após o seu pecado. Sabemos que Deus um dia derrotará-lo ao jogá-lo ao Lago de Fogo onde será torturado dia e noite para sempre (Apocalipse 20:10), mas às vezes nos perguntamos por que Deus ainda não o destruiu. Talvez nunca saberemos o raciocínio exato de Deus, mas sabemos algumas coisas sobre a Sua natureza.

Em primeiro lugar, sabemos que Deus é absolutamente soberano sobre toda a criação, e isto inclui Satanás. É certo que Satanás e seus demônios causam estragos no mundo, mas eles só são permitidos uma certa quantidade de liberdade.

Também sabemos que Deus tem planejado tudo do início dos tempos até o fim. Nada pode frustrar os Seus planos, e as coisas estão procedendo exatamente como programado. "O Senhor dos exércitos jurou, dizendo: Como pensei, assim sucederá, e como determinei, assim se efetuará" (Isaías 14:24).

Em segundo lugar, "sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito" (Romanos 8:28). Tudo o que Deus tem planejado para Satanás será o melhor possível. A perfeita ira e justiça de Deus serão satisfeitas, e a Sua justiça perfeita será glorificada.

Aqueles que o amam e esperam que o Seu plano seja cumprido serão felizes em fazer parte desse plano e vão louvar e glorificá-lo ao ver tudo acontecer.

Terceiro, sabemos que questionar o plano de Deus e o seu tempo é questionar o próprio Deus, Seu julgamento, Seu caráter e natureza. Não é sensato questionar o Seu direito de fazer exatamente o que lhe agrada.

O salmista nos diz: "Quanto a Deus, o seu caminho é perfeito" (Salmo 18:30). Qualquer plano que venha da mente do Todo Poderoso é o melhor plano possível. É verdade que não podemos esperar entender essa mente perfeitamente, como Ele nos lembra: "Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor. Porque, assim como o céu é mais alto do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos" (Isaías 55:8-9).

No entanto, a nossa responsabilidade para com Deus é obedecer a Ele, confiar nEle, e submeter-nos à sua vontade, quer entendamos ou não. No que diz respeito ao tempo para a morte de Satanás, com certeza é o melhor plano possível porque é o plano de Deus.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz


quinta-feira, 29 de novembro de 2018

TRAGA À MEMÓRIA O QUE TE DÁ ESPERANÇA


O que é esperança? De acordo como o dicionário online Caldas Aulete, significa “expectativa otimista da realização daquilo que se almeja”. Outro léxico, o Houaiss, dentre várias acepções, diz que esperança quer dizer “sentimento de quem vê como possível a realização daquilo que deseja; confiança em coisa boa; fé”.

Já o Dicionário da Bíblia de Almeida verte: “confiança no cumprimento de um desejo ou de uma expectativa”1. Com essas explicações, percebemos que a esperança está relacionada com o futuro, com o esperar confiantemente. Todavia, carecemos de distinguir entre esperanças terrenas e esperanças espirituais.

A história e a experiência humanas nos mostram que nem sempre a esperança pode ser alcançada. Às vezes ela pode ser frustrada (Provérbios 23.18). Por que isso acontece?
Porque pessoas falham; promessas terrenas se alteram e eventos podem ser modificados por inúmeros motivos, inclusive pela intervenção divina. E, nesse contexto, a desesperança gerada pela decepção pode nos afundar no mar da angústia e da depressão.

Basta lembrarmos de casos reais de pessoas que, por não experimentarem a materialidade de suas esperanças, acabaram por tirarem suas próprias vidas. Inclusive, na própria Bíblia, há casos de pessoas que se suicidaram (1 Samuel 31.2-5) ou que pediram a Deus a morte (1 Reis 19.4).

Então, o que podemos fazer para que tenhamos uma vida saudável e preservada das consequências negativas das frustrações oriundas das falhas de determinadas esperanças?

Primeiro, devemos abraçar as esperanças eternas. Estas são as que estão escritas na Palavra de Deus: porque têm origem em Deus (Romanos 15.13), têm vida (1 Pedro 1.3-5), estimulam a fé o e amor fraternal (Colossenses 1.3-5), fomentam a purificação (1 João 3.1-6), superam as tribulações (Romanos 5.1-5), produzem alegria e paz no Espírito (Romanos 15.13) e, dentre outras bênçãos, estão fundamentadas na Pessoa graciosa de Jesus: “que é Cristo em vós, esperança da glória” (Colossenses 1.27).

Segundo, precisamos criar, humanamente falando, esperanças lógicas e possíveis, isto é, esperanças factíveis, como por exemplo, o sonho de conseguir cursar um determinado curso ou trabalhar num determinado lugar ou constituir uma família. Nesse sentido, podemos (e devemos), sim, dar origem e acalentar muitas esperanças.

Dito isso, façamos nossas as palavras de Jeremias, quando, em meio à calamidade de sua nação, disse: “Quero trazer à memória o que me pode dar esperança” (Lamentações 3.21, ARA2). A postura deste profeta traz-nos uma grande lição. A de que, ao enfrentarmos terríveis provações, o melhor a fazermos é focarmos nossos pensamentos naquilo que é bom, em coisas que podem nos preservar de sentimentos destrutivos.

Afinal, como afirma o apóstolo Paulo, “se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima e não nas que são da terra; porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus” (Colossenses 3.1-3).

1 Bíblia do Obreiro. Sociedade Bíblica do Brasil, 2014, Barueri, SP.
2 Almeida Revista e Atualizada

João Paulo Souza

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

A ALEGRIA DA JUSTIFICAÇÃO EM DEUS


Deus nos chama para a alegria. Isto podemos ver em toda a Bíblia e de maneira especial no apelo que o apóstolo Paulo faz em Filipenses 3.1. Muitos não tem esta alegria porque não conseguem entender três verdades.

O chamado cristão é um chamado para a alegria. A alegria cristã é antes de tudo “no Senhor”. Esta alegria depende do conhecimento da verdade.

Paulo esta tão convencido que a alegria do crente depende do conhecimento da doutrinas cristãs, que faz um apelo para que o povo não dê ouvidos à aqueles que tentam pervertê-la seguido de uma belíssima exposição da verdade central do evangelho, a verdade que o adversário de nossas almas mais tenta perverter: o crente é justificado dos seus pecados pela fé em Cristo. Paulo, portanto, expõe a doutrina central do evangelho, doutrina que ocasionou a reforma protestante, revelando verdades preciosas acerca da doutrina da justificação pela fé. Que verdades são estas?

VERDADES BÁSICAS SOBRE A DOUTRINA DA JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ.

1- AO HOMEM É ABSOLUTAMENTE IMPOSSÍVEL SER JUSTIFICADO DOS SEUS PECADOS PERANTE DEUS PELOS SEUS MÉRITOS PESSOAIS.

É o ato divino que legalmente nos absolve dos nossos pecados e nos declara justos. Lutero chamava a justificação de “O artigo mediante o qual uma igreja permanece de pé ou cai”. Na Bíblia, “justificar” significa “declarar justo”. Ou seja, declarar acerca de uma homem, em um tribunal, que ele não está sujeito a qualquer penalidade, mas que ele é dotado de todos os privilégios devidos aqueles que sempre observaram a lei. Justificar equivale ao ato de um juiz pronunciar a sentença oposta a de condenação.

POR QUE O HOMEM NÃO PODE POR SI MESMO SER JUSTIFICADO? 
Primeiro, porque o homem não é capaz de cumprir a lei de Deus. Realmente, há promessa na Bíblia para quem cumpre a lei, mas quem o faz? 
Segundo, porque não é capaz de pegar o seu débito. Nossas penas são proporcionais a gravidade dos nossos delitos. Qual deve ser a pena para quem pecou contra Deus? Paulo fala da sua própria experiência. Vs. 4-7. Você confia na carne?

2- A JUSTIFICAÇÃO SÓ PODE SER OBTIDA PELA FÉ EM CRISTO.

COMO DEUS SENDO JUSTO PODE CONSIDERAR INOCENTE UM PECADOR?  
Deus nos perdoa de maneira justa com base na obra de seu Filho na cruz, que nos proporciona perdão e declara Deus como justo.

Qual a principal marca desta fé? Quando o pecador depende única e exclusivamente de Cristo para a sua salvação. Filipense 3.7-9.O que houve na vida de Wesley e Lutero após a descoberta desta verdade.
Você crê em Cristo? Então, eu pergunto a você: “Você crê que é um homem salvo?” e você responde-me: “Creio que sim”. Pergunto novamente: “por que você se considera um homem salvo?” Posso imaginar você me respondendo: “Eu não faço mal a ninguém”. Mas, o testemunho bíblico nos dá conta de que todos pecaram e carecem da glória de Deus. Este testemunho não estaria de acordo com o que vemos sobre o homem na face da terra?

3- O QUE FOI VERDADEIRAMENTE JUSTIFICADO TEM CRISTO COMO O MAIOR AMOR DE SUA VIDA.
Muitos pensam que esta doutrina conduz a frouxidão moral. Estes não entendem que não há maior base para a vida santa do que ela. E mais, todo ensino bíblico acerca da justificação enfatiza o fato de que aquele que foi justificado inevitavelmente entra em processo de santificação.

O QUE VEMOS NA VIDA DE UM JUSTIFICADO?
3.1- Vida cujo Sinal Maior da sua Realidade, é Interior, Consequência da Obra que o Espírito faz no Coração do Crente Levando-o a Genuína Adoração. Fp.3.3
3.2- Tem Jesus como Único Fundamento da sua Salvação por isso se Gloriam nele e não na Carne. Fp.3.4 .
3.3- Reconhecimento do Real Valor da Pessoa de Cristo. Fp.3.7-8.
3.4- Amor Real e Profundo por Jesus. Fp.3.8b.
3.5- Desejo Ardente de Aprofundar a Relação com Cristo. Fp.3. 8 e 10.
3.6- Vida Profundamente Identificada com Cristo. Fp.3.10.
3.7- Esperança de Salvação Total em Jesus. Fp.3.11

Só esta vida pode trazer alegria. Que resultados fantásticos seguem a correta pregação sobre esta doutrina!  Que Deus, pelo seu Espírito ajude-nos a compreendê-la.                                              

Pr Antonio Carlos Costa

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 27 de novembro de 2018

O ESPÍRITO DO BOM ADORADOR

O Espírito Santo é um Adorador. "Ele me glorificará porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar." (João 16:14)

É Ele quem nos capacita à viver uma vida de verdadeiros adoradores. Se queremos ser verdadeiros adoradores precisamos ter o Espírito Santo e desenvolver comunhão com Ele (2 Cor. 13:13). No velho testamento, Moisés podia ir ao Pai e ter comunhão com Ele. No novo testamento os discípulos podiam ir até o Filho e ter comunhão com Ele. Hoje temos o Espírito Santo para termos comunhão com Ele e sermos a cada dia verdadeiros adoradores.

Ele é uma pessoa, a terceira pessoa da trindade, Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Vejamos algumas características do Espírito Santo e alguns cuidados à serem observados:

ELE É PROFESSOR, é Ele quem nos ensina a palavra de Deus (1Cor. 2:12,13). E como professor devemos dar a devida atenção à Ele e aprender com Ele.

ELE É GUIA, nos mostra como fazer a vontade de Deus (Atos 8:29). Como nosso guia devemos andar segundo a sua vontade e não conforme a nossa.

ELE É AJUDADOR, é quem nos ajuda a orar como devemos (Romanos 8:26). Devemos sempre pedir sua ajuda quando formos orar.

ELE É COMPANHEIRO, pois Jesus o enviou como aquele que estará conosco até sua volta (João 14:16). Devemos tomar cuidado em não deixá-lo de lado e sermos independentes.

ELE É CONSOLADOR, é Ele quem nos consola nos momentos difíceis de nossas vidas (João 14:16). Como Consolador devemos sempre buscar Nele o consolo que precisamos.

A Bíblia é muito clara quando diz que qualquer pecado cometido contra o Espírito Santo não será perdoado, por isso não devemos entristecê-lo, desprezando-o e negando seu poder e sua presença. Em toda a bíblia não vemos dizer "Não entristeçais a Deus" ou "Não entristeçais a Jesus", mas "Não entristeçais o Espírito de Deus..."  (Efésios 4:30). Devemos levar muito a sério a pessoa do Espírito Santo!!! (Lucas 12:10) O Espírito de Deus é santo e todo pecado que cometemos o entristece profundamente.

PRÁTICA
A palavra de Deus diz para nos enchermos do Espírito (Efésios 5:18). Vamos ver de que maneira podemos ser cheios do Espírito Santo:
1º - Obedecendo (Atos 5:32);
2º - Tendo comunhão uns com os outros (Efésios 5:19 à 21);
3º - Buscando, pedindo (Lucas 11:13);
4º - Recebendo pela fé, a palavra de Deus diz que o Espírito de Deus já nos foi dado, precisamos recebê-lo pela fé, assim como recebemos a Jesus como nosso salvador sem vê-lo, pela fé, também precisamos receber o Espirito Santo pela fé. (Hebreus 11:06)

Sabemos que é da vontade de Deus que sejamos cheios do Espírito, e se sabemos que esta é sua vontade, então sabemos que Ele nos ouve quando pedimos e buscamos. Se sabemos que Ele nos ouve, sabemos que Ele nos concede. (1João 5:14,15).

DESAFIO
Se você deseja ser um verdadeiro adorador, seja cheio do Espírito Santo! Ore agora pedindo à Ele que tome toda sua vida.                                                                 

Aurélio Junior

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

GOZO NA AFLIÇÃO


SEGURANDO NAS MÃOS DO SENHOR
Salmos 73:23 – “Todavia estou de contínuo contigo, TU ME SEGURASTE PELA MINHA MÃO DIREITA.
Salmos 18:16 – “Do alto ESTENDEU ELE A MÃO E ME TOMOU; tirou-me das muitas águas.”         
Salmos 37:24 – “Ainda que caia não ficará prostrado pois O SENHOR O SEGURA PELA MÃO.”

TU CAMINHARÁS
Salmos 143:8 – “...Faze-me saber O CAMINHO QUE DEVO SEGUIR.”
Salmos 32:8 – “Ensinar-te-ei O CAMINHO QUE DEVES SEGUIR.”
Isaias 57:12 – “ E dir-se-á: aplainai, aplanai, PREPARAI O CAMINHO.”

ACIMA DOS OBSTÁCULOS
Isaías 57:12 – “... TIRAI OS PROPEÇOS”.
Isaias 49:11 – “E FAREI DE TODOS OS MEUS MONTES UM CAMINHO, e as minhas veredas serão exaltadas.”
Salmos 18:29 – “Porque contigo entrei pelo meio dum esquadrão, COM O MEU DEUS SALTEI UMA MURALHA.”

TENDE GRANDE GÔZO
Tiago 1:2 – “Meus irmãos, TENDE GRANDE GÕZO, quando cairdes em várias tentações.”
Tiago 1:12 – “Bem aventurado o varão que “SOFRE A TENTAÇÃO, porque quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido dar aos que o amam.”

DAR-LHE-EI UM BELO PRESENTE
II Timóteo 4:7 – Combati o bom combate, acabei a carreira e guardei a fé, só me resta a COROA DA JUSTIÇA que me está guardada, a qual o Senhor justo juiz me dará naquele dia; não somente a mim, mas a todos os que amarem a sua vinda.”
Apocalipse 2:10 – “Sê fiel até a morte, e DAR-TE-EI A COROA DA VIDA

A VINDA DE JESUS
Tiago 5:8 – “Sede vós também pacientes, fortalecei os vossos corações; porque A VINDA DE JESUS ESTÁ PRÓXIMA.”

PREGAR A PALAVRA
Marcos 16:15 –“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, PREGAI O EVANGELHO a toda a criatura.”
Isaias 55:11 – “Assim será a palavra que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que  me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei.”
Tiago 1:21 – “Recebei com mansidão A PALAVRA EM VÓS ENXERTADA, a qual pode salvar as vossas almas.”
Provérbios 11:30 – “ E O QUE GANHA ALMAS SÁBIO É.”
Colossenses 4:17 – “Atenta para o ministério que recebeste do Senhor; para que o cumpras.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 25 de novembro de 2018

JESUS ERA TOMADO DE COMPAIXÃO PELO SOFRIMENTO ALHEIO


Tenho compaixão desta multidão (Mt 15.32)

O Evangelho registra que Jesus, em suas andanças “por todas as cidades e povoados”, ao ver as multidões, tinha compaixão delas “porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas sem pastor” (Mt 9.35-38). Pouco adiante, Mateus volta a registrar: “Quando Jesus saiu do barco e viu tão grande multidão, teve compaixão deles e curou os seus doentes” (Mt 14.14).

Jesus mesmo expressa verbalmente esse sentimento por ocasião da segunda multiplicação de pães e peixes: “Tenho compaixão desta multidão” (Mt 15.32).

Porque Jesus não só enxergava, mas também se compadecia do sofrimento alheio, muitos clamavam e gritavam diante dele: “Filho de Davi, tem misericórdia de nós”. É o caso dos dois cegos (Mt 9.27), da mulher cananéia cuja filha estava endemoninhada e sofrendo muito (Mt 15.22), do homem cujo filho também estava endemoninhado e era jogado ora no fogo ora na água para ser morto (Mc 9.22), do cego Bartimeu, que pedia esmola numa rua de Jericó (Mc 10.47).

A compaixão de Jesus pelo sofrimento alheio ia muito além do mero sentimento. Ele se entregava ao ministério de aliviar os outros de suas dores. O povo lhe trazia “todos os que estavam padecendo vários males e tormentos: endemoninhados, epiléticos e paralíticos” e ele os curava (Mt 4.23-25).

Como o sofrimento humano se estende além da doença e da morte, o ministério de Jesus era tríplice. “A atividade de Jesus junta e unifica ensinamento, proclamação da boa notícia ou evangelho e curas” (Bíblia do Peregrino).

Jesus se encontrava com os sofredores nas sinagogas (caso da mulher encurvada, do paralítico de Cafarnaum, do homem da mão atrofiada), em lugares públicos (caso do paralítico junto ao tanque de Betesda, do homem da orelha decepada no Getsêmani) e em ruas e estradas (caso do cego de nascença, da viúva de Naim, do endemoninhado de Gerasa, do cego Bartimeu).

As pessoas sofridas iam a Jesus em busca de alívio por iniciativa própria: a mulher por 12 anos hemorrágica (Lc 8.43-48), os dez leprosos (Lc 17.11-19), o cego de Jericó (Lc 18.35-42). As pessoas sofridas eram levadas a Jesus por parentes e amigos: o paralítico de Cafarnaum (Mc 2.1-12), a filha da mulher cananéia (Mt 15.21-28), a sogra de Pedro (Lc 4.38-40), o servo do centurião (Lc 7.1-10), a filha de Jairo (Lc 8.40-56), o menino endemoninhado (Lc 9.37-45).

As pessoas sofridas eram enxergadas pelo próprio Jesus, que tomava a iniciativa de aliviá-las: o homem da mão atrofiada (Lc 6.6-11), a viúva de Naim (Lc 7.11-17), o endemoninhado de Gerasa (Lc 8.26-39), a mulher encurvada (Lc 13.10-17), o servo do sumo sacerdote (Lc 22.51), o paralítico de Betesda (Jo 5.1-15), o cego de nascença (Jo 9.1-12).

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 24 de novembro de 2018

O QUE FAZER NA HORA DA EPIDEMIA DA INCREDULIDADE


QUEBRANTAMENTO DIANTE DE DEUS – Nm.14.5,6 = Não adianta discutir, brigar, argumentar, fomentar, jogar uns contra os outros, espalhar boatos. É preciso quebrantamento. É preciso se humilhar debaixo da poderosa mão de Deus.

FIRMAR-SE NA VERDADE QUE DEUS DIZ – Nm.14.7 = Não devemos ser levados pelos comentários, pelas críticas, pela epidemia do desânimo. Devemos nos fixar no que Deus diz. Devemos nos estribar na experiência daqueles que confiam em Deus.

MOSTRAR AO POVO COMO VENCER OS GIGANTES – Nm.14.8 =
a) “Se o Senhor se agradar de nós” – v. 8 = Quando Deus se agrada de nós, somos imbatíveis. Deus tem se agradado de você? Exemplo: ACÃ – Se não eliminardes o pecado eu não serei convosco. Se não eliminardes não podereis resistir os inimigos.
b) “O Senhor é conosco, não os temais”- v. 9 – = A nossa vitória não advém da nossa força, mas da presença de Deus conosco. Exemplo: A ARCA – onde estava a arca, havia vitória.
c) “Tão somente não sejais rebeldes contra o Senhor” – v. 9 = A única condição de vitória é deixar de mão a rebeldia.

ORAR INTERCESSORAMENTE – Nm.14.13-20 = A oração de Moisés evita um desastre. Moisés não agride o povo, mas suplica a Deus em seu favor. A despeito do pecado, ele ora e está preocupado com a honra de Deus. Quando o povo de Deus está em crise, nós comprometemos a reputação de Deus. Orar é lutar para que o nome de Deus seja exaltado.

COMO DEUS TRATA A QUESTÃO DA INCREDULIDADE NO MEIO DO SEU POVO

1. DEUS TRAZ LIVRAMENTO AOS QUE CREEM NA SUA PALAVRA NA HORA H – Nm.14.10 = José, Daniel, Masaque, Sadraque e Abede-Nego, Paulo em Jerusalém, Pedro na prisão.

2. DEUS MOSTRA SEU CANSAÇO COM A INCREDULIDADE DO POVO DIANTE DAS EVIDÊNCIAS – 14.11

3. DEUS PERDOA O POVO EM RESPOSTA À ORAÇÃO E REMOVE O CASTIGO – Nm.14.20 = Perdoados, eles seriam não seriam destruídos ali em Cades Barnéia.

4. DEUS NÃO RETIRA AS CONSEQUÊNCIAS DO PECADO – Nm.14.21-23,27-35 = O pecado está perdoado, mas as cicatrizes ficam como advertência.

5. DEUS GALARDOA OS QUE CREEM – Nm.14..24,25 = Calebe – Nm.14.24 – Servo, tem outro espírito, perseverou em seguir a Deus.

6. DEUS JULGA COM CASTIGO OS AMOTINADORES QUE INSUFLARAM O POVO – Nm.14.36-38

7. DEUS NÃO ACEITA ATIVISMO QUANDO NÃO EXISTE SANTIDADE E OBEDIÊNCIA – Nm.14.39-45 =
a) Não há vitória e prosperidade onde há desobediência – Nm.14.41;
b) Não há vitória onde o Deus da vitória está ausente – Nm.14.42;
c) Não há presença e nem vitória de Deus, onde as pessoas se desviam da vontade de Deus – Nm.14.43;
d) Não há compromisso de Deus de abençoar um povo que desobedece Sua Palavra – Nm.14.44,45.

Rev. Hernandes Dias Lopes   

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

SOMOS FILHOS DE DEUS


Vejam como é grande o amor que o Pai nos concedeu: sermos chamados filhos de Deus, o que de fato somos! Por isso o mundo não nos conhece, porque não o conheceu.

Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que havemos de ser, mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, pois o veremos como ele é. (1 João 3.1-2)

João quer nos proteger da timidez dando a cada um de nós a seguinte segurança: Deus o ama. Ele repete e deseja imprimir isso profundamente em nosso coração. Ele também nos assegura que somos chamados filhos de Deus.

É difícil reconhecer que somos filhos de Deus, porque ainda estamos nestes corpos e experimentamos problemas, vindos do mundo e de nós mesmos.

Ainda não nos sentimos como filhos de Deus porque permanecemos nestes corpos. Mas não devemos permitir que isso nos engane, porque “ainda não se manifestou o que havemos de ser”.

João nos diz sobre o Filho de Deus oculto. Previamente, Cristo se revelou nas sombras, mas ele não se revelou completamente. E Deus não podia se esconder mais do que está hoje. No entanto, Deus não se retirou de nós. Mas o mundo, a natureza pecaminosa e o Diabo obscurecem nossa visão para que não vejamos a Deus.

O mundo é a primeira camada; a natureza pecaminosa, a segunda; e o Diabo, a terceira. Precisamos atravessar todas essas camadas com fé, a qual vem da Palavra de Deus. É dessa forma que somos filhos de Deus – não por ver a Deus fisicamente, mas por crer em Deus.

A fé na Palavra nos promete grandes coisas sobre o que haveremos de ser. Entretanto, enquanto estamos no mundo, nossa natureza pecaminosa nos atrai e o Diabo nos seduz.

Ainda não está claro para nós – nem se tornará claro aqui – qual será a nossa felicidade futura. “Olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que o amam” (1Co 2.9).

Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

POR QUE É IMPORTANTE ESTUDAR A BÍBLIA EM SEU CONTEXTO?


QUAL É O PROBLEMA EM ESTUDAR VERSÍCULOS FORA DE CONTEXTO?

É importante estudar passagens e histórias bíblicas dentro de seu contexto. Estudar versículos fora de contexto leva a todos os tipos de erros e equívocos.

A compreensão do contexto começa com quatro princípios: o significado literal (o que ele diz), o cenário histórico (os eventos da narrativa, a quem é dirigida e como foi compreendida na época), a gramática (a sentença e parágrafo imediatos nos quais uma palavra ou frase se encontra) e a síntese (a comparação com outras partes das Escrituras).

O contexto é crucial para a exegese bíblica. Depois de estudarmos a natureza literal, histórica e gramatical de uma passagem, devemos então concentrar-nos na estrutura, no capítulo e então no parágrafo do livro. Tudo isto faz parte do "contexto". Para ilustrar, é como olhar um mapa mundial no Google Maps e gradualmente focalizar-se em uma casa.

Estudar frases e versículos fora do seu contexto quase sempre leva a mal-entendidos. Por exemplo, se tomarmos a frase "Deus é amor" (1 João 4:7-16) fora de seu contexto, poderíamos pensar que o nosso Deus ama tudo e a todos em todos os momentos com um jorrante tipo de amor romântico. Entretanto, em seu contexto literal e gramatical, o "amor" aqui se refere ao amor ágape, com a sua essência sendo sacrifício para o benefício de outra pessoa, não algo sentimental ou romântico.

O contexto histórico também é crucial, uma vez que João estava se dirigindo a crentes na igreja do primeiro século e instruindo-os não sobre o amor de Deus em si, mas sobre como identificar os verdadeiros crentes dos mestres falsos. O amor verdadeiro – do tipo sacrificial e benéfico -- é a marca do verdadeiro crente (v. 7); aqueles que não amam não pertencem a Deus (v. 8); Deus nos amou antes de termos amado a Ele (vv. 9 -10), e é por isso que devemos amar uns aos outros e, assim, provar que somos Seus (v. 11-12).

Além disso, considerar a frase "Deus é amor" no contexto de toda a Escritura (síntese) nos impedirá de chegarmos à falsa, mas comum, conclusão de que Deus é só amor ou de que Seu amor é maior que todos os Seus outros atributos.

Por causa de muitas outras passagens, podemos saber que Deus é também santo e justo, fiel e confiável, gracioso e misericordioso, bondoso e compassivo, onipotente, onipresente, onisciente e muitas outras coisas. Sabemos também que Deus não só ama, mas também odeia (Salmo 11:5).

A Bíblia é a Palavra de Deus, literalmente "soprada por Deus" (2 Timóteo 3:16), e somos instruídos a estudar e compreendê-la através do uso de bons métodos de estudo bíblicos e sempre com a iluminação do Espírito Santo para nos guiar (1 Coríntios 2:14).

O nosso estudo é grandemente aprimorado ao sermos fiéis à questão do contexto. Não é difícil apontar lugares que aparentemente contradizem outras partes das Escrituras, mas, se observarmos atentamente o seu contexto e usarmos a totalidade das Escrituras como referência, podemos compreender o significado de uma passagem e as aparentes contradições são explicadas. "O contexto é rei" significa que o contexto muitas vezes guia o significado de uma frase. Ignorar esse contexto é nos colocar em tremenda desvantagem.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

VERDADE E O MEDO


A verdade é necessária em todas as circunstâncias da vida. Onde falta a verdade prevalece a dor e o medo, a falta da verdade faz a desconfiança ser o cardápio diário. Também tem aquelas meias verdades que constitui veneno mortal. O coração do ser humano sempre tem uma inclinação para opor-se a essa nobreza divina. Mas a verdade cobra presença no dia-a-dia da vida.

Um dia um homem íntegro deixou o mal entrar no coração através da desobediência ao Deus Eterno. O maldito Satanás, personificado na serpente disse à humanidade que o Eterno não tinha proibido sob pena de morte o alimentar do fruto do conhecimento do bem e do mal. O maligno, a ideologia do mal sempre vem com eufemismos, diminui os prejuízos que a meia verdade proporciona. Quando a meia verdade tornou-se prática na vida da humanidade “edênica” reinou a desconfiança entre um e outro, imperou as acusações mútuas. O homem disse: “A mulher que me deste por companheira, ela me deu da árvore, e comi (Gn 3.12). Onde falta a verdade estabelece o oposto, fica a mentira e ela traz consigo uma gama de produtos.

Cada um começa a justificar a falta da verdade e projetando a culpa em um terceiro, tentando justificar-se. A mulher projetou a culpa na serpente e continuou a nutrição da falta da verdade, transferindo sua decisão para a serpente que a aliciou de maneira que a atração foi mais forte do que o valor da verdade. Disse a mulher: ” E disse o SENHOR Deus à mulher: Por que fizeste isto? E disse a mulher: A serpente me enganou, e eu comi” (Gn 3.13). Depois que a verdade falta, o mal estabelece e dissemina sua filosofia de vida.

Como o sofrimento legisla quando expulsamos a verdade. Reina a dor emocional de trair quem se ama, reina o medo, porque se a verdade vir à tona vou perder. Medo, pavor e desespero encontram guarita na alma, sobre saltos tomam o coração; começam os raciocínios mentirosos: “se eu falar a verdade para a milha filha, vai terminar perdendo-a” “Como falarei isso para o meu (a) esposo (a), por certo ele (a) não entenderá e me jogará fora, e irá me desprezar” “Bem! Meu pai não é um homem compreensivo, se eu falar das drogas, da minha curiosidade em provar o mal, vai me enxotar de casa aos berros ...”.

Assim vive toda pessoa que fundamenta sua vida na prática da inverdade. Uma vida de sobre saltos e sustos, porque a qualquer momento a verdade vai aparecer. Até estabelecer a verdade, vive-se em conflito e medo. Se faltar a verdade, falta o poder de poder, vem a inércia e solidifica, paralisando ações e atitudes, como resultado vem fuga e esconderijos.

Quanto se coloca a verdade, há cura, restauração, restituição e paz. É muito interessante observar que a verdade cobra sua presença em todas as áreas da nossa vida. Paulo escrevendo a comunidade cristã de Corinto, diz: “Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade (2ª Cor 13.8). Sofre-se muito mais, quando falta a verdade, do que quando a estabelece. Na prática e na colocação da verdade há poder. Poder de viver dignamente, assumindo fraquezas e debilidades. É melhor conviver com um “fraco”, um “débil” verdadeiro, a viver com um débil e fraco mentiroso. Os fortes expõem suas fraquezas e debilidades. Parece que falta espaço para os fracos neste mundo, parece que os fortes assumiram todos os lugares e espaços, não existe mais o “Qg” para expor fraquezas.

Como diz o texto do poeta português, o Fernando Pessoa: “estou cansado de heróis”. Parece que os fracos estão assumindo o mundo, escondendo a verdade, omitindo as fraquezas, escondendo, camuflando-a. Não seja herói, não conquiste pela mentira, isso é mito, a verdade sempre aparece. Não há nada que não venha ser descoberto, diz o texto sagrado.

Mas como expor a verdade? O poder vem da fraqueza, procure ajuda de pessoas maduras e que ama ao Senhor. Confesse, admita que errou, que está arrependido, que tem vivido uma mentira. Revelar o lado escuro da personalidade dói, mas a dor é menor que os sobre saltos de andar escondido.

O tempo vai levar a uma verificação que viver permitindo que a verdade seja visível, trará paz e tranquilidade e acima de tudo trará poder.

A Bíblia diz que quem confessa e deixa o pecado (mentira) alcança misericórdia.

Pr. Cirlon Pereira Moreira

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 20 de novembro de 2018

O QUE A INCREDULIDADE PRODUZ


SENSO DE FRAQUEZA – Nm.13.31 – “Não poderemos subir…” = Eles riscaram as promessas de Deus, eles anularam a Palavra de Deus, o poder de Deus e só enxergaram os obstáculos. Sentem-se fracos, impotentes, incapazes.

COMPLEXO DE INFERIORIDADE – Nm.13.31 “…porque é mais forte do que nós.” = As cidades eram grandes, mas Deus é maior. As muralhas eram altas, mas Deus é o altíssimo. Os gigantes eram fortes, mas Deus é o todo poderoso. A fé olha para Deus e vence as dificuldades. A incredulidade vê as dificuldades e duvida de Deus.

DESESPERO E DESÂNIMO NOS OUTROS – Nm.13.32 – “E diante dos filhos de Israel infamaram a terra.”

BAIXA AUTO-ESTIMA – Nm.13.33 – “…e éramos aos nossos próprios olhos como gafanhotos.” – Eles eram príncipes, líderes, nobres, homens de escol, mas se encolheram. Sentiram-se como gafanhotos, sob as botas dos gigantes. De príncipes a gafanhotos. De filhos do rei a insetos. Estavam com a auto imagem arrasada.

VISÃO DISTORCIDA DA REALIDADE – Nm.13 33 – “…éramos gafanhotos aos seus olhos.” = Eles são gigantes e nós pigmeus. Eles são fortes e nós fracos. Eles são muitos e nós poucos. Eles vivem em cidades fortificadas e nós no deserto. Eles são guerreiros e nós peregrinos. Arrastaram-se no pó, sentiram-se indignos, fracotes, menos do que príncipes, menos do que homens, menos do que gente, gafanhotos, insetos.

OS EFEITOS DA INCREDULIDADE

CONTAGIA E CONDUZ O POVO AO DESESPERO – Nm.14.1 = Toda a congregação chorou. Só viram suas impossibilidades e não as possibilidades de Deus. Ficaram esmagados de desespero. Não viram saída. Não viram solução. Em Êxodo 15.13-18 – olharam para Deus e cantaram. Agora olham para o inimigo e se veem como gafanhotos e choram.

CONTAGIA E CONDUZ O POVO À MURMURAÇÃO – Nm.14.2 = O povo em vez de se voltar para Deus, se volta contra Deus. Em vez de ver Deus como libertador, o vê como opressor. Acusaram a Deus. Murmuraram contra Ele.

CONDUZ À INGRATIDÃO – Nm.14.2 = “…antes tivéssemos morrido no Egito.”- O povo se esqueceu da bondade de Deus, do livramento de Deus, das vitórias que Deus lhes dera.

CONDUZ À INSOLÊNCIA CONTRA DEUS – Nm.14.3 = Acusaram a Deus. Infamaram a Deus. Insultaram a Deus. Disseram que Deus era o responsável pela crise.

CONDUZ À APOSTASIA – Nm.14.3 – “Não nos seria melhor voltar ao Egito?” = Não há nada que entristece mais o coração de Deus do que ver o seu povo arrependido de ter se arrependido. Do que ver o seu povo desejoso de voltar ao mundo e ao Egito. Eles se enfastiaram de Deus, da sua direção, da sua companhia e sustento. Eles se esqueceram dos benefícios de Deus e dos açoites dos carrascos.

Quando você deixa a igreja e volta para o mundo, para o pecado, só vê gigantes diante de você e

CONDUZ À AMOTINAÇÃO – Nm. 14.4 = Queriam outros líderes que os guiassem de volta ao Egito. Rebelaram-se contra Deus. Não queriam mais seguir o comando de Moisés. Houve uma insurreição. Um motim. Uma conspiração. Um reboliço. Uma agitação. Uma fermentação no meio do povo.

CONDUZ À REBELDIA CONTRA DEUS – Nm.14.9 = Amar mais o Egito que o Deus da promessa é rebeldia. Não crer no Deus todo poderoso e se intimidar diante dos gigantes deste mundo é rebeldia. Não andar pela fé é rebeldia.

CONDUZ AO MEDO DO INIMIGO – Nm.14.9 = O medo vê fantasma, como aconteceu com os discípulos no mar da Galiléia. O medo altera as situações. Josué e Calebe viram os inimigos como pão que seriam triturados. O povo viu os inimigos como gigantes. O povo se viu como inseto. Josué e Calebe se viram como povo imbativo.

CONDUZ À PERSEGUIÇÃO CONTRA OS LÍDERES – Nm.14.10 = Em vez de obedecer a voz de Deus, o povo rebelde decidiu apedrejar os arautos de Deus. Não queriam mudar de vida, por isso, queriam mudar de liderança e se ver livre dela.

Rev Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
Graça e Paz