segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

O QUE REALMENTE IMPORTA?


QUAL O VALOR MÁXIMO, AQUILO DE MAIOR IMPORTÂNCIA?
Marcos 12:29, 30 Respondeu Jesus: “O mais importante [mandamento] é este: ‘Ouve, ó Israel, o Senhor, o nosso Deus, o Senhor é o único Senhor. Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todo o seu entendimento e de todas as suas forças’”.

Marcos 12:33 Amá-lo de todo o coração, de todo o entendimento e de todas as forças, e amar ao próximo como a si mesmo é mais importante do que todos os sacrifícios e ofertas.

À declaração “o Senhor é o único Senhor” corresponde a ordem para que o amemos de todo o coração, etc. E esse amor integral é mais importante do que qualquer prática exterior! Há muita gente que anda praticando as formalidades exteriores de culto a Deus, mas que na prática vive em adultério espiritual, porque seu coração não pertence totalmente ao Senhor. Perdeu a simplicidade!

O QUE O SENHOR ESPERA DE NÓS?
Não é a prática ousada de “atos espirituais”. Não é que jejuemos 45 dias e oremos quinze horas por dia. É simplesmente que O coloquemos em primeiro lugar em nossas vidas e que, com simplicidade, nos aproximemos dEle diariamente para amá-lo e adorá-lo como o único Senhor de nossas vidas. Qualquer outra prática precisa ser validada por essa realidade interior! É por isso que a adoração, para nós, é sempre um ato do espírito!

João 4:21, 23 Jesus declarou: “Creia em mim, mulher: está próxima a hora em que vocês não adorarão o Pai nem neste monte, nem em Jerusalém. No entanto, está chegando a hora, e de fato já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o pai em espírito e em verdade. São estes os adoradores que o Pai procura”. Havia uma discussão religiosa entre os samaritanos e os judeus, sobre qual era o verdadeiro local de adoração: o monte Gerizim, em Samaria, ou Jerusalém? Jesus rejeita essa discussão como parte do passado, e afirma a chegada de um novo tempo, em que nossa adoração acontece no espírito ­ no mais profundo de nós, num coração renovado, que tem no Senhor sua maior alegria. É ali, antes de tudo, que nossas prioridades precisam estar bem assentadas!

Viver a simplicidade do Reino significa também viver diante de Deus como quem se conhece, e sabe de suas próprias limitações. Se decidir ser simples em meu relacionamento com o Pai, isso significa que estou liberto para ser eu mesmo. Não preciso tentar bancar o “super-crente” diante do Pai.

2 Coríntios 12:7-9 Para impedir que eu me exaltasse por causa da grandeza dessas revelações, foi-me dado um espinho na carne, um mensageiro de satanás, para me atormentar. Três vezes roguei ao Senhor que o tirasse de mim. Mas ele me disse: “Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”. Portanto, eu me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse em mim.

Paulo está nos ensinando que podemos e devemos ser francos diante do Pai. Quem tem semelhante atitude, de transparência e simplicidade, ouve de Deus o que está no v. 9! Isto porque graça de Deus só é efetiva em nós quando nossas reservas pessoais chegam ao fim.

Já se falou quase tudo acerca do “espinho na carne” de Paulo. Fora um ou outro exagero, talvez quase todos estejam certos! Paulo era um homem que tinha defeitos, e não eram poucos. Era um homem de natureza apaixonada e pessoas assim freqüentemente vão aos extremos. Quando as Escrituras descrevem seu desentendimento com Barnabé (registrado em Atos 15:36-41), emprega uma palavra grega que significa literalmente “tempestade”; preso, diante do Senado judaico, ele deu uma resposta dura ao sumo sacerdote, e acabou tendo que se desculpar (Atos 23:3-5). Não é impossível, portanto, que entre seus “espinhos” estivesse um temperamento forte, com o qual precisasse lutar constantemente!

Em semelhante situação, o que devemos fazer? Não camuflar nosso problema, tentando escondê-lo dos outros e de Deus. O caminho da simplicidade é o caminho da transparência, da sinceridade. (Aliás, muitas vezes as palavras “simplicidade” e “sinceridade” são sinônimas nas Escrituras.) Eu imagino Paulo “chocado” diante de Deus: “Como é que o Senhor pode usar alguém como eu?” E a resposta era: “O meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”!

2 Coríntios 4:7 Mas temos esse tesouro em vasos de barro, para mostrar que este poder que a tudo excede provém de Deus, e não de nós.
Nada disso significa conivência com o pecado, ou prazer em fraquezas e falhas. Ao contrário; é impossível que eu me alegre por causa das minhas fraquezas. Paulo fala em se gloriar alegremente nas fraquezas, e não por causa delas. Se adotar uma atitude de transparência, de sinceridade, de simplicidade, posso me alegrar mesmo em meio às fraquezas, porque sei que o Senhor continuará Sua obra em minha vida!

2 Coríntios 3:18 E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.
A transformação acontece com aqueles que contemplam a glória do Senhor com o rosto desvendado (NVI, “com a face descoberta”). Não há transformação para os “mascarados”. É preciso primeiro tirar as máscaras.

Precisamos ter a coragem de ser simples diante de Deus, ­não apenas descomplicados, deixando de lado o que é supérfluo e não tem importância para dar valor ao que realmente importa, mas também sinceros, singelos, transparentes, de forma que a graça de Deus possa nos atingir e agir em nossas vidas.   

Pr Rui – comunidadecarisma 

Por Litrazini
Graça e Paz

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