terça-feira, 18 de junho de 2019

COMO SER FELIZ E VENCER


Vencendo as doenças físicas, emocionas e espirituais 

E como vencer essas enfermidades do corpo, da alma e do espírito? 

Uma senhora foi a uma consulta médica de rotina e descobriu que estava com uma doença terminal e que teria poucos dias de vida. O médico lhe informou: 
- D. Suzana, seu caso é raro e grave. Você só tem 04 meses de vida. 

O marido, filhos e netos ao tomarem conhecimento do fato, choraram amargamente a falta antecipada daquela pessoa tão querida. Mas consolando a todos que estavam presentes, como um belo sorriso, D. Suzana disse: 
- Não se preocupem. Ainda tenho 04 meses para ser feliz. Vou viver intensamente e dar valor a cada segundo que me resta. Vou fazer de cada momento uma oportunidade de ser e fazer feliz a quem me cerca. 

Todos ficaram pasmos com tal declaração. E para testificar as palavras de D. Suzana, todos ficaram na espreita para verem sua atitude. E todos ficaram surpresos, pois ela parecia mais feliz do que antes. 

Curtia cada momento, cada detalhe. Ninguém podia ver uma lágrima em seus olhos a não ser sorriso e brilho no olhar. 
E assim foi feito em todos aqueles 04 meses e todos os anos há mais que lhe foram acrescentados. Porque D. Suzana viveu muitos anos. Superou a doença e encarou o problema fazendo dele uma solução para rever suas questões e ser feliz. Aliás, muito feliz. (A.D.)

A preocupação supera a inspiração que impede a criatividade, gerando a rotina, o enfado que por sua vez gera a insatisfação, ocasionando o desânimo, a apatia, trazendo a tristeza, enfermidades e por fim a morte. 

Esse processo é triste e mais real que se imagina, porém, pode ser revertido, como na ilustração. 

Claro que temos que trabalhar para sobreviver, todavia, isso pode ser feito de maneira que não provoque o ciclo acima. 

Precisamos traçar uma programação diária, estabelecendo disciplina e determinação para que seja cumprida. Nessa programação é necessário incluir leitura bíblica, oração, envolvimento de trabalho voluntário para o Reino de Deus, entre outros. 

Fazendo isso, estaremos ocupando a nossa mente, o nosso tempo, (a Bíblia alerta para não dar lugar para o diabo), com tarefas que edificam que restauram as nossas emoções, pois estaremos alimentando o nosso corpo físico, emocional e espiritual, fazendo com que haja equilíbrio entre eles, eliminando os sentimentos nocivos que seriam originados pelo maligno, por práticas incompatíveis com a Palavra, ou por distúrbios emocionais. 

Tenho-vos dito isto, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo (João 15:11). Repetidas vezes Jesus disse aos discípulos como um relacionamento com Deus enriquece as pessoas de tal maneira, que elas não somente sentem uma grande satisfação, mas transbordam de alegria e júbilo.
A partir daí, o Espírito Santo passa a gerar em nosso interior o seu fruto que é a alegria, amor, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e domínio próprio. A alegria restaura o ânimo, que gera satisfação mesmo em pequenas coisas, tirando todo o enfado, afastando a rotina, revelando a cada dia, novidade de vida, estimulando a criatividade, pois o novo foco estará direcionado para as coisas de Deus. 

O Apóstolo Paulo diz em Filipenses 4.8: o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai. 

Lembre o texto de Provérbios 17.22 que diz que o coração alegre é como o bom remédio, mas o espírito abatido seca até os ossos

Os problemas e aflições continuarão, a própria Palavra nos conforta em 2 Co.4.8,9, quando diz: Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos. 

O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu (Jesus)vim para que tenham vida, e a tenham com abundância. (João 10.10) 

A escolha é minha e é sua!! 

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 17 de junho de 2019

SUA MÃO, SEU ESPÍRITO


As mãos de nosso Pai são assim. Você diz a ele: “Pai faze isto em mim, pois não posso faze-lo sozinho. É grande demais para mim”. E você sai, dando o passo de fé, para fazer e dizer coisas que só poderiam vir das mãos de Deus. Depois de tudo, seu espírito clamará: Foi Deus quem fez isso, e ninguém mais! Deus me conduziu, deu-me as Palavras, deu-me o poder – e isto é maravilhoso! 

Não há nada melhor do que viver nesta dimensão sobrenatural! 

O poder de Deus sobre nós, em nós e movendo-se através de nós é exatamente o que transforma dependência em inesquecíveis experiências de plenitude. “Não que, por nós mesmos sejamos capazes de pensar alguma coisa”,disse Paulo, “como se partisse de nós, pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus, o qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança” (2Co 3: 5-6). 

Por mais trágico que isso possa parecer, a mão do Senhor é tão raramente experimentada, até mesmo por cristãos maduros, que eles não sentem falta dela nem pedem sua atuação. Eles mal sabem que ela existe. Pensam nela como algo reservado aos profetas e apóstolos, que não é para eles. 

Quando estas pessoas enfrentam a perspectiva do fracasso, sua tendência é chegar à errônea conclusão: Fui longe demais; acabei chegando ao lugar errado. Já que cheguei ao fim de meus recursos, a melhor coisa é sair, rápido! 

Jabez, ao contrário, estava tão certo de que a mão de Deus sobre ele era necessário para alcançar as bênçãos, que foi incapaz de imaginar uma vida honrada sem ela. Vamos analisar em mais detalhes o significado de sua oração.

A “mão do Senhor” é um termo bíblico para expressar o poder e a presença de Deus na vida de seu povo (veja Js 4:24 e Is 59:1). 
Em Atos, o sucesso fenomenal da Igreja primitiva foi atribuído a uma coisa: “A mão do Senhor estava com eles, e muitos crendo, se converteram ao Senhor” (At 11:21). 

Uma descrição mais específica do Novo Testamento sobre a mão de Deus é o “encher-se do Espírito Santo”. O crescimento da igreja deve seu poderoso testemunho, tanto à necessidade quanto à disponibilidade da mão de Deus para realizar as coisas de Deus. 

Considere a progressão natural que parte de mais bênçãos para maiores fronteiras e em seguida para a necessidade de poder sobrenatural. Quando Jesus deu a seus discípulos a “Grande Comissão – Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações... E eis que estou convosco todos os dias” (Mt 28: 19-20), estava lhes outorgando tanto uma benção incrível, quanto uma tarefa impossível. 

Ir a todas as nações e pregar? Desastre à vista! Afinal, ele estava escalando pessoas não confiáveis e covardes como Pedro, que já havia provado que até uma menina próxima a uma fogueira, poderia faze-lo negar ter conhecido Jesus! 

No entanto, ao enviar o Espírito Santo (At 1:8), Jesus tocou aqueles cristãos comuns com um toque de grandeza, enchendo-os de seu poder miraculoso para espalhar o evangelho por toda a face da terra. Você notará, de fato, que a frase presente no relato de Lucas (Cheios do Espírito Santo), 

freqüentemente está ligada à uma conseqüência: “eles falavam com intrepidez” (Veja At 4:13, 5:29, 7:51, 9:27). 

Apenas Deus, trabalhando através deles, poderia executar os milagres e as conversões em massa que se seguiram. 

Ao pedirmos a poderosa presença de Deus, como Jabez e a Igreja primitiva fizeram, também veremos resultados tremendos que podem ser explicados somente como vindos da mão de Deus. 

O que mais me surpreende sobre a Igreja primitiva é que os cristãos buscavam continuamente serem cheios de Deus (veja At 4: 23-31). Eram conhecidos como uma comunidade que passava horas e até mesmo dias em oração juntos, esperando em Deus e pedindo seu poder (veja At 2: 42-47). Eles ansiavam por receber mais da “mão de Deus” – um preenchimento espiritual renovado do poder de Deus que poderia transformar um fracasso certo e iminente em um milagre, fazendo com que tarefas impossíveis fossem realizadas. 

Paulo instruiu os cristãos de Éfeso a fazer disso uma prioridade: “para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus” (Ef 3:19). Com este fim em mente, Paulo orou para que Deus os abençoasse e os fortalecesse “mediante o seu Espírito” (Ef 3:16). 

Quando foi a última vez em que sua Igreja se reuniu e pediu para ser cheia do Espírito Santo? Qual foi a última vez em que você orou com freqüência e fervor dizendo: “Oh Senhor, coloca a tua mão sobre mim! Enche-me com o teu Espírito Santo”! 

A rápida disseminação das Boas Novas no mundo romano não poderia ter acontecido de outra maneira. 

Extraído do livro A oração de Jabez de Bruce Wilkinson / Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 16 de junho de 2019

COMO ENCHER O VASO


Numa aula de Filosofia, o professor queria demonstrar um conceito aos alunos. Para tanto, pegou um vaso de boca larga e dentro colocou, primeiramente, algumas pedras grandes. Então perguntou à classe: 

- Está cheio? Pelo que viam, o vaso estava repleto, por isso os alunos unânimente responderam: 
- Sim!. O professor então pegou um balde de pedregulhos e virou dentro do vaso. 

Os pequenos pedregulhos se alojaram nos espaços entre as pedras grandes. Então ele perguntou aos alunos: 
- E agora, está cheio? 

Desta vez, alguns estavam hesitantes, mas a maioria respondeu: 
- Sim! 

Continuando, o professor levantou uma lata de areia e começou a derramar a areia entre as pedras e pedregulhos. E pela terceira vez, pergunto: 
- Então, está cheio? 
Agora a maioria dos alunos estava receosa, mas novamente muitos responderam: 
- Sim! 

Finalmente o professor pegou um jarro com água e despejou o líquido dentro do vaso. A água encharcou e saturou a areia. Neste ponto, o professor perguntou a classe: 
- Qual o objetivo desta demonstração? 

Um jovem e brilhante aluno levantou a mão e respondeu: 
- Não importa quanto a agenda da vida de alguém esteja cheia, ela sempre conseguirá espremer dentro mais coisas! 
- Não exatamente. – respondeu o professor. O ponto é o seguinte: A menos que você, em primeiro lugar, coloque as pedras grandes dentro do vaso, nunca conseguirá colocá-las lá dentro. Vamos, experimente! – disse o professor ao aluno entregando-lhe outro vaso igual ao primeiro, com a mesma quantidade de pedras, pedregulhos, areia e água. 

O aluno começou a experiência colocando a água, depois a areia, depois os pedregulhos e, por último, tentou colocar as pedras grandes. Verificou, surpreso, que elas não couberam no vaso. Ele já estava repleto de coisas menores. 

Então o professor explicou ao rapaz: 
- As pedras grandes são as coisas realmente importantes na sua vida. Seu crescimento pessoal e espiritual.Quando você dá prioridade a isto e mantêm-se aberto para o novo, as demais coisas se ajustarão por si só. 

Seus relacionamentos (família, amigos), suas obrigações (profissão, afazeres), seus bens e direitos materiais e todas as demais coisas menores que completam a vida. 

- Mas, se você preencher sua vida somente com coisas pequenas, então àquelas que realmente importam, nunca terão espaço em sua vida. 

Recomece e, uma boa sugestão é que esvazie seus vasos, mental e emocional, e comece a preenchê-los com as pedras grandes. 

Transcrito (A.D) / Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 15 de junho de 2019

O ALERTA DOS SINAIS


Apesar de não parecer, a dor é necessária e positiva. Ainda que desagradável, a dor o obriga a retirar os dedos de um ferro em brasa ou de um aparelho em curto. 

Como a dor, alguns problemas exigem a sua pronta reação. Sem ela, você não prestaria a devida atenção e morreria sem dar-se conta do perigo. 

Logicamente, nem toda dor é benigna, mas na maioria das vezes, ela funciona como proteção, avisando de que algo não vai bem. Assim que senti-la, aja com urgência. 

Seu automóvel também se comunica através de sinais. Seu carro não "quebra" de repente. Antes de parar, ele sinaliza as luzes de alerta do painel. A luz do óleo pisca. Os pneus começam a cantar ou derrapar. O motor demora a pegar ou "morre" com freqüência. 

Contudo, alguns motoristas na dão atenção aos sinais. Continuam a rodar, querendo fazer uma economia contraproducente ou afirmando para si mesmo que o problema não é grave. Deixa para amanhã o que deveria fazer imediatamente. Até que o automóvel empaca. Aquilo que poderia ser apenas um pequeno reparo, torna-se um enorme e caríssimo conserto. 

O sono também é um sinal. O corpo precisa de descanso. Ninguém pode viver sem dormir. Quando o sono chega, ele sinaliza que é hora de parar. Da mesma forma, a falta de sono avisa que alguma coisa estranha interfere com o metabolismo. 

Lucas relata em Atos o acontecido com um jovem chamado Êutico “que estava sentado numa janela, adormecendo profundamente durante o prolongado discurso de Paulo, vencido pelo sono, caiu do terceiro andar abaixo e foi levantado morto”.

Êutico, não dormiu de repente. Ele cochilou, "pescou" seguidamente. Todavia, não prestou atenção aos sinais. Continuou, teimosamente, sentado num lugar perigoso, na janela. Até que vencido pelo sono, caiu e morreu. 

Da mesma forma, o motorista que dirige à noite, dá uns cochilos relâmpagos. São sinais de perigo. Se não der uma parada de alguns minutos, provocará um grave acidente que pode causar sua morte. 

A febre é outro sinal. Ela indica que algo está errado com o organismo, que existe infecção ou outro tipo de doença. Tomar antipiréticos, como Tylenol ou Aspirina, baixa a febre. Mas, assim que terminar o efeito dos remédios, a febre volta. É preciso mais que um pequeno comprimido. Você deve pro­curar um médico, fazer exames para descobrir a causa da febre. Então, o tratamento correto acabará efetivamente com a febre. 

Com a vida acontece algo semelhante. Um sentimento parecido com a febre incomoda o ser humano. Ele aparece intermitente, gritando no interior do coração que alguma coisa está fora do lugar. 

Pequenas brigas, discussões, dificuldades sempre piores, avisam que o relacionamento está enfermo. Dívidas que aumentam, nervosismo e insônia freqüentes, ausência constante e doenças psicossomáticas são alarmes da proximidade do caos. 

Os filhos tornam-se estranhos dentro da própria casa. O respeito e a confiança desaparecem. A comunicação não mais existe. A preocupação e a ansiedade dominam as ações. 

Ignorar estes múltiplos alertas é fatal. Conforto e dinheiro não bastam. O sucesso material não cura este tipo de febre. Os males da intolerância e indiferença são sarados por outro tipo de remédio.

Deus em sua bondade envia algumas perturbações para corrigir a infecção causada pela displicência e omissão. Esta infecção não pode ser curada pelos antibióticos da farmácia. Somente o sangue precioso de Jesus Cristo pode matar certos tipos de germes. 

Os sinais de alerta estão por toda parte e soam de múltiplos modos. Deus ilumina a razão e sentimentos para que você detectar os perigos eminentes. Os alertam pedem mudanças; sem elas você corre o risco de se perder pelo caminho. 

Do céu Deus fez com que vocês ouvissem a sua voz, para discipliná-los. Na terra, mostrou-lhes o seu grande fogo, e vocês ouviram as suas palavras vindas do meio do fogo. (Dt. 4.36) 

A rebeldia à voz do Senhor e aos sinais da própria vida leva ao desastre. 

O maior desejo de Deus é a sua felicidade. Acerte os seus passos e caminhe de acordo com a sua perfeita vontade. Assim você experimentará qualidade de vida no meio das turbulências. 

Aprender a gerenciar os sinais o ajudará a superar a ansiedade, evitar erros, descobrir novos caminhos e tirar preciosas lições do fracasso. A felicidade não é uma miragem impossível de ser alcançada. 

O Soberano, o Senhor, abriu os ouvidos, e eu não tenho sido rebelde; eu não me afastei. (Is. 50.5) 

Extraído do Livro o Amor pode durar para sempre do Dr. Silmar Coelho / Por Litrazini
Graça e Paz


sexta-feira, 14 de junho de 2019

O DOCE VENENO DA SERPENTE


Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o Senhor Deus tinha feito. E a serpente disse à mulher: Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim? E a mulher disse à serpente: Do fruto das árvores do jardim comeremos, mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis para que não morrais. Então a serpente disse à mulher...(Gênesis 3:1-6).

O que lemos neste texto é o quanto o homem não se importa com o que Deus tem para falar, pois acredita na primeira palavra contrária ao que Deus disse. 

Deus disse que de tudo poderiam comer com exceção da árvore que estava no meio do jardim, (Gênesis 3:2-3). 

Já imaginaram a quantidade de frutos que poderiam comer, quantas árvores havia para desfrutar? Mas mesmo assim preferiram desobedecer a Deus e dar pouco importância as Suas palavras, ou melhor, dizendo, nenhuma importância, pois aos ouvidos da mulher, as palavras da serpente foram mais “doces”, pareciam ser mais “verdade”. 

É muito triste vermos que no mundo em que vivemos hoje, muitas pessoas agem da mesma forma, Deus está o tempo todo falando, porém parece que as palavras da serpente são mais doces, mais atraentes, e dão mais prazer. 

E o que Deus estava querendo ensinar para o homem com a ordem de não comerem da árvore, era a obediência, e o homem desobedeceu, pois na verdade não acreditou nas palavras de Deus que morreriam. 
Satanás, a serpente, anda sempre ao nosso redor, e nos mostra coisas muito atrativas, e muitas vezes não percebemos que Deus está nos dizendo, “da árvore que está no meio do jardim não comereis”, e acabamos comendo.

A serpente tem nos enganado com suas mentiras e temos acreditado, está nos levando para a morte, mas continuamos acreditando no que ela diz. Deus disse que morreríamos e não acreditamos, mas a serpente diz que não vamos morrer, e acreditamos no que ela diz. Doce engano! 

Desde a queda do homem no jardim do Éden, Deus tem procurado trazer o homem de volta a Sua comunhão, mas parece que o homem tem preferido o doce veneno da serpente, tem se alegrado mais com as coisas que o mundo pode oferecer. E esquecido que “Deus disse que tudo quanto fizera era muito bom”, (Gênesis 1:31), só Deus tem o melhor para nossas vidas, pois Ele nos criou, nos formou a Sua imagem e semelhança, e no que temos transformado essa imagem e semelhança? 

Temos deixado Deus triste com nossas atitudes mesquinhas e soberbas. Queremos ensinar a Deus o que é pecado e o que não é. 

Pecado é pecado e sempre vai ser. Podemos criar fórmulas, inventar situações, querer que pessoas acreditem naquilo que acreditamos, mais nada disso muda o que Deus pensa sobre o pecado. Pecado é pecado, e sempre será. 

Algumas pessoas tentam usar versículos bíblicos, dizendo que foram escritos numa linguagem ultrapassada e que devemos atualizá-los para linguagem atual, eu creio que isso é importante, porém isso não muda o texto, o que está escrito continua ali.

A Bíblia ensina que Deus aceita o pecador como ele está, porém mostra as formas de ele se transformar. 

Deus quer que mudemos nossas atitudes, para ter novamente comunhão com Ele, se permanecermos no pecado será impossível ter comunhão com Deus. Ele realmente aceita o pecador, porém detesta o pecado, “Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem tapado o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniquidades, (pecados), fazem separação entre você e Deus; e os seus pecados encobrem você do rosto de Deus, para que não vos ouça, (Isaias 59:1-2). O que Isaías quer dizer aqui é que se há pecado, você pode fazer até piruetas, mas Deus não te vê nem te ouvi. 

Não importa qual seja o seu pecado, para Deus é tudo pecado, e o que Ele quer é que você entenda que Ele separou uma árvore no meio do jardim, para que você não toque. 

O diabo tem as suas artimanhas para mostrar a “doçura” do pecado, mas Deus não quer que demos ouvidos à serpente, pois no começo o pecado pode parecer doce, mas o seu fim é a morte, “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor”, (Rm 6:23), só Deus pode lhe dar vida eterna. 

Para isso é preciso que a palavra de Deus seja conhecida, muitas pessoas não conhecem e, as que conhecem não obedecem, dessa forma é impossível que haja um amadurecimento. 

Que você possa entender o que Deus tem de melhor para sua vida, e deixar de ouvir o que a serpente tem a dizer. 

Pr Wanderley D Aparecida 

Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 13 de junho de 2019

TRAVE NO OLHO? HIPOCRISIA? DÁ LICENÇA!


“Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me”. (Mc. 8.34) 

Os romanos forçavam seus condenados à morte a carregar a própria cruz até o lugar da crucificação; Jesus escolheu essa imagem para ilustrar o significado da autonegação. 

Paulo estava adaptando o vocabulário de Jesus quando escreveu: “Fui crucificado com Cristo” (Gl 2.20) e: “Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos” (Gl 5.24). 

Na teoria parece fácil, porém, é muito difícil praticar a autonegação que Jesus menciona. O texto bíblico de Romanos 8.12,13 que diz: “De maneira que, irmãos, somos devedores, não à carne para viver segundo a carne. Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis”, representa uma intensa batalha interior, que a maioria das pessoas não conseguem vencer. 

Tornar-se e ser uma pessoa cristã envolve uma mudança tão radical que nenhuma imagem pode ilustrá-la à altura, exceto a morte e a ressurreição, morrer para a velha vida, ou para o egoísmo, e ressuscitar para uma nova vida de santidade, amor e renúncia, que só pode ser conseguida com a ajuda do Espírito Santo do Senhor. 

Durante essa jornada é normal que ocorra deslizes, pois estamos vivendo um processo em busca de santificação que vai sendo aperfeiçoado com a maturidade ao longo da caminhada e, nesse processo que vivenciamos não podemos esquecer o verso bíblico: “Mas, ó SENHOR dos Exércitos, justo Juiz, que provas os rins e o coração, veja eu a tua vingança sobre eles; pois a ti descobri a minha causa". Jr. 11.20.
É preciso tomar cuidado com os pré julgamentos que fazemos com relação ao nosso irmão, que também se encontra no mesmo processo, pois a Palavra de Deus nos adverte: 

“Os que fazem culpado ao homem por uma palavra, e armam laços ao que repreende na porta, e os que sem motivo põem de parte o justo”. (Is. 29.21) 

“Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus”. Rm. 10.3 

“Ele mesmo julgará o mundo com justiça; exercerá juízo sobre povos com retidão”. Sl 9.8

“De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus. Assim que não nos julguemos mais uns aos outros; antes seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao irmão. Eu sei, e estou certo no Senhor Jesus, que nenhuma coisa é de si mesma imunda, a não ser para aquele que a tem por imunda; para esse é imunda”. Rm. 14:12-14 

Porque será que temos a tendência de cobrar perfeição das outras pessoas e, nos esquecemos tão facilmente de quão difícil é exercitar a prática da autonegação citada por Cristo? 
Recomendo que antes de fazer qualquer pré julgamento de quem quer que seja, olhemos para as nossas batalhas, lutas e conflitos diários,“E por que atentas tu no argueiro que está no olho de teu irmão, e não reparas na trave que está no teu próprio olho?”(Lc. 6.41); com certeza, o amor de cristo nos constrangerá e, caminharemos a passos mais largos rumo ao caráter e mente de Cristo. 

O que nos motiva e, mantém firmes para fazer da Palavra de Deus uma prática, é vida e comunhão com o Senhor. Somente através da intimidade com o Pai podemos ficar confiantes no cumprimento de suas promessas tais como: 

“E Jesus, respondendo, disse: Em verdade vos digo que ninguém há, que tenha deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou campos, por amor de mim e do evangelho, que não receba cem vezes tanto, já neste tempo, em casas, e irmãos, e irmãs, e mães, e filhos, e campos, com perseguições; e no século futuro a vida eterna”. Mc.10:29-30 

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 12 de junho de 2019

AS PALAVRAS MAIS PODEROSAS DA TERRA


Sem sair de seu pequeno país, no curto período de três anos de seu ministério público, sem deixar qualquer escrito sobre si mesmo ou sobre seu ensino, Jesus Cristo tornou-se o maior comunicador de todos os tempos. 

Nenhum outro teve suas palavras atravessando tantas gerações, sendo estudado em tamanha profundidade, marcando a história da humanidade de maneira tão significativa. 

Em meio a tantas mentiras, enganos e sofismas, Cristo trouxe a verdade para nos libertar (João 8.32). 

Veja algumas características de suas palavras: 

FALAVA COM AUTORIDADE E PODER 
Lucas 4.36 – “Todos ficaram grandemente admirados e comentavam entre si, dizendo: Que palavra é esta, pois, com autoridade e poder, ordena aos espíritos imundos, e eles saem?” 
Mateus 7.28-29 – “Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multidões maravilhadas da sua doutrina; porque ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas”. 
Mateus 8.26 – “Perguntou-lhes, então, Jesus: Por que sois tímidos, homens de pequena fé? E, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar; e fez-se grande bonança”. 

FALAVA COM GRAÇA E SABEDORIA 
Lucas 2.47 – “Todos os que o ouviam estavam muito admirados com a sua inteligência e com as respostas que dava” (NTLH). 
Lucas 4. 22 – “Todos lhe davam testemunho, e se maravilhavam das palavras de graça que lhe saíam dos lábios, e perguntavam: Não é este o filho de José?” 
João 7.15 – “Então, os judeus se maravilhavam e diziam: Como sabe este letras, sem ter estudado?”

IMPACTAVA SEUS MAIORES ADVERSÁRIOS 
João 7.45-46 – “Voltaram, pois, os guardas à presença dos principais sacerdotes e fariseus, e estes lhes perguntaram: Por que não o trouxestes? Responderam eles: Jamais alguém falou como este homem”. 

ERA MUITO PERSUASIVO E CONVINCENTE 
João 4. 41 – “Muitos outros creram nele, por causa da sua palavra”. 

TINHA PALAVRAS DE CURA E LIBERTAÇÃO 
Mateus 8.16 – “Chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados; e ele meramente com a palavra expeliu os espíritos e curou todos os que estavam doentes”. 
João 4.50 – “Vai, disse-lhe Jesus; teu filho vive. O homem creu na palavra de Jesus e partiu”. 

FALAVA DAS COISAS DO PORVIR 
Mateus 26.75 – “Então, Pedro se lembrou da palavra que Jesus lhe dissera: Antes que o galo cante, tu me negarás três vezes. E, saindo dali, chorou amargamente”. 

SABIA QUANDO FICAR EM SILÊNCIO 
Mateus 27.14 – “Jesus não respondeu nem uma palavra, vindo com isto a admirar-se grandemente o governador”. 

CONHECIA EM PROFUNDIDADE SEUS OUVINTES 
Mateus 9.4 – “Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Por que cogitais o mal no vosso coração?” 
Mateus 12.25 – “Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá”. 
Lucas 9.47 – “Mas Jesus, sabendo o que se lhes passava no coração, tomou uma criança, colocou-a junto a si”. Era assertivo e direto
Mateus 3.7 – “Vendo ele, porém, que muitos fariseus e saduceus vinham ao batismo, disse-lhes: Raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira vindoura?” 
Mateus 16.23 – “Mas Jesus, voltando-se, disse a Pedro: Arreda, Satanás! Tu és para mim pedra de tropeço, porque não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens”. 

FALAVA PALAVRAS DE VIDA ETERNA 
João 5.24 – “Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida”. 
João 6.68 – “Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna”. 

De tudo isso, o mais importante é que ele era o próprio conteúdo de sua comunicação: a palavra que se fez gente! (João 1.1) Vivia o que falava e falava o que vivia. Como ele mesmo disse, “os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão” (Mateus 24.35). 

Por isso, suas palavras foram e são as mais poderosas da Terra. 

Fonte: IPILON / Por Litrazini
Graça e Paz