domingo, 30 de junho de 2019

O LOGRO DO DEMÔNIO


O demônio é muito apropriadamente chamado de"pai das mentiras".Desde tempos imemoriais, ele vem logrando os homens e mulheres ingênuos de todas as eras. 

Um velho clérigo escocês disse que o demônio tem duas mentiras, usando-as em dois estágios diferentes. 

Antes de cedermos ás suas tentações, ele nos diz que um pecadilho só não tem importância, é uma ninharia e nós poderemos facilmente nos recuperar. 

A segunda mentira é a seguinte: depois que pecamos, ele nos diz que não tem mais jeito, que já nos passamos para o seu lado e que não há como se reerguer. 

As duas são mentiras totais e terríveis. Todos nós caímos em tentação e Deus não considera isso uma ninharia. 

A condenação paira acima de toda a raça humana por causa de nossa queda, que também é definida como rebelião ou desobediência. Diz a Escritura: "Assim como por um só homem entrou o pecado, e pelo pecado a morte, assim também passou a todos os homens, visto que todos pecaram." (Romanos 5:12) 

Contudo, porque Jesus Cristo veio e morreu na Cruz e ressuscitou, não estamos numa posição sem esperança. Sempre haverá a possibilidade de nos reconciliarmos com Deus e voltarmos a ter um bom relacionamento com Ele. 

Não precisamos crer nas mentiras do demônio. Satanás é o mestre da linguagem de duplo sentido e dos sofismas. Ele chama o mal de bem e continua a confundir os homens com suas falsidades sabiamente disfarçadas. 

O homem sempre teve a facilidade de confundir o mal com o bem. Este foi o problema de Adão e Eva, e é o nosso problema hoje em dia. Se não se desse ao mal uma aparência atraente, não haveria a tentação. É na semelhança entre o bem e o mal, o certo e o errado que está o perigo. 

A Bíblia diz, nas palavras do profeta Isaías: "Ai dos que ao mal chamam de bem, e ao bem mal; os quais põem trevas por luz e luz por trevas, e mudam o amargo em doce e o doce em amargo." (Isaías 5:20) 

Hoje em dia, vemos a maldade social, o terrorismo e uma tremenda imoralidade por todo o mundo. A retidão social moderna muitas vezes difere da retidão da Bíblia. Alguém já disse: "Um ato errado é certo se a maioria do povo não o condena." Por este princípio, podemos ver os nossos padrões se alterando a cada ano, seguindo o gosto popular! Essa nova permissividade é aceita por homens e mulheres inteligentes, muitos dos quais no seio das igrejas. 

A sociedade antigamente condenava o divórcio, e as leis contra a lascívia e a obscenidade eram cumpridas à risca. Mas agora o divórcio é aceito, até mesmo entre os líderes eclesiásticos.

A fornicação, a obscenidade e a lascívia são glorificadas em grande parte de nossa literatura e filmes. A perversão é considerada uma anormalidade biológica, e não um pecado. 

Tais coisas são contrárias aos ensinamentos da Palavra de Deus. E Deus não mudou. Seus padrões não foram rebaixados. 

Deus ainda chama a imoralidade de pecado e a Bíblia diz que Deus vai julgá-la. 

Extraído do livro a segunda vinda de Cristo de autoria de Billy Graham / Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 29 de junho de 2019

COMO POSSO TER ALEGRIA EM MINHA VIDA CRISTÃ?


Períodos de tristeza e depressão podem entrar na vida de praticamente todo Cristão devoto.

Vemos muitos exemplos disso na Bíblia. 

Jó desejava que nunca tivesse nascido (Jó 3:11). 

Davi orou para que fosse levado a um lugar onde não tivesse que lidar com a realidade (Salmos 55:6-8). 

Elias, depois de derrotar 450 profetas de Baal com fogo do céu (1 Reis 18:16-46), fugiu para o deserto e pediu a Deus que tirasse a sua vida (1 Reis 19:3-5). 

Como então podemos superar esses períodos de imensa falta de gozo? 

Podemos ver como essas mesmas pessoas superaram sua depressão. 

Jó disse que, se orarmos e nos lembrarmos de nossas bençãos, Deus vai restaurar nosso gozo e justiça (Jó 33:26). 

Davi escreveu que o estudo da Palavra de Deus vai nos trazer gozo (Salmos 19:8). 

Davi também percebeu que precisava louvar a Deus mesmo no meio de desespero (Salmos 42:5). 

No caso de Elias, Deus deixou com que descansasse por um tempo para então enviar um homem chamado Eliseu para ajudá-lo (1 Reis 19:19-21). 

Hoje ainda precisamos de amigos com quem podemos compartilhar nossas feridas e dores (Eclesiastes 4:9-12).Tente compartilhar seus sentimentos com um amigo Cristão que você admira. Você vai ficar surpreso em saber que eles provavelmente já tiveram que passar por algumas das mesmas coisas que você está passando agora. 

Mais importante, é certo que meditar em nós mesmos, nossos problemas, nossas dores e principalmente no nosso passado, não vai nunca produzir gozo espiritual verdadeiro. 

Alegria não é encontrada em materialismo, não é encontrada em psicoterapia, e com certeza não será encontrada na obsessão com nós mesmos. É encontrada apenas em Cristo. 

Nós que pertencemos ao Senhor “nos gloriamos em Cristo Jesus, e não confiamos na carne” (Filipenses 3:3). 

Conhecer a Cristo é ter uma verdadeira compreensão de nós mesmos e uma percepção espiritual verdadeira em Cristo, tornando impossível com que nos gloriemos em nós mesmos, nossa sabedoria, força, riquezas ou bondade, mas sim – e apenas - em Cristo, Sua sabedoria e força, Sua riqueza e bondade, e em Sua pessoa apenas. 

Afunde-se completamente na pessoa de Cristo, Sua Palavra, e procure conhecê-lO mais intimamente. Se permanecermos nEle, Ele nos prometeu que nosso gozo será completo (João 15:1-11)

Finalmente, lembre-se que é apenas através do Espírito Santo que podemos encontrar alegria verdadeira (Salmos 51:11-12, Gálatas 5:22, 1 Tessalonicenses 1:6). Não podemos fazer nada longe do poder de Deus (2 Coríntios 12:10, 13:4). 

Na verdade, o mais que tentamos obter alegria com nossos próprios métodos, o mais miserável nos tornamos. 

Descanse nos braços de Deus (Mateus 11:28-30) e procure Sua face através de oração e das Escrituras. "E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo" (Romanos 15:13). 

Fonte: GotQuestion 

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 28 de junho de 2019

PAI, PERDOA LHES

O diálogo daquela manhã de sexta-feira foi amargo.  

Dos espectadores,“Desça da cruz se você é o Filho de Deus!” 

Dos líderes religiosos, “Salvou outros, mas não pode salvar a si mesmo”. 

Dos soldados, “Se você é o rei dos judeus, salve-se a si mesmo”. 

Palavras amargas. Cheias de sarcasmo. Odiosas. Irreverentes. 

Já não era suficiente ele estar sendo crucificado? Já não era suficiente ele estar sendo envergonhado como um criminoso? Os pregos não eram suficientes? A coroa de espinhos era muito suave? A surra foi muito breve? 

Para alguns, parece que sim... 

De todas as cenas ao redor da cruz, esta é a que mais me irrita. Que tipo de pessoa, eu me pergunto, zombaria de um homem que está morrendo? Quem seria tão baixo a ponto de despejar o sal do desprezo em feridas abertas? Como é baixo e pervertido zombar de alguém atormentado pela dor... 

As palavras lançadas naquele dia tinham a intenção de ferir. E não há nada mais doloroso do que palavras que têm a intenção de ferir... 

Se você sofreu ou está sofrendo por causa das palavras de alguém, você ficará feliz em saber que há um bálsamo para esta laceração. Medite nestas palavras de 1 Pedro 2.23: 

“Quando insultado, não revidava; quando sofria, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga com justiça”. 

Você percebeu o que Jesus não fez? 

Ele não revidou. Ele não reagiu com raiva. Ele não disse, “Eu vou te pegar!” “Venha aqui e fale isso na minha cara!” “Espere até depois da ressurreição, camarada!” Não, estas declarações não foram encontradas nos lábio de Cristo. 

Você percebeu o que Jesus fez?
Ele “entregava-se àquele que julga com justiça”. Ou dizendo de um jeito mais simples, ele deixou o julgamento para Deus. 
Ele não assumiu a tarefa de procurar a vingança. Ele não exigiu um pedido de desculpas. Ele não contratou caçadores de recompensas e não enviou um bando armado. 
Ele, espantosamente ao contrário, falou em defesa deles.“Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo”(Lucas 23.34)... 

“não sabem o que estão fazendo”. 

E quando você pensa sobre nisso, eles não sabiam. Eles não tinham a menor ideia do que estavam fazendo. Eles eram uma multidão louca e agitada, bravos com alguma coisa que não conseguiam ver eles descontaram, de todas as pessoas, em Deus. Mas eles não sabiam o que estavam fazendo. 

Sim, o diálogo daquela manhã de sexta-feira foi amargo. As pedras verbais tinham a intenção de ferroar. Como Jesus, com um corpo destruído pela dor, olhos encobertos pelo seu próprio sangue e pulmões ansiando por ar, pôde falar em favor de alguns bandidos cruéis vai além da minha compreensão. 

Nunca, nunca vi tamanho amor. Se alguém já mereceu vingança, foi Jesus. Mas ele não se vingou. Ao invés disso morreu por eles. 

Como ele pôde fazer isso? 
Eu não sei. Mas sei que de repente minhas feridas parecem menos doloridas. Meus rancores e ressentimentos são repentinamente infantis. 

Às vezes eu me pergunto se não vemos o amor de Cristo tanto nas pessoas que ele tolerou como na dor que ele suportou. 

Maravilhosa graça. 

Autor: Max Lucado / Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 27 de junho de 2019

PERDOE E INVADA O CAMPO DO INIMIGO COM O PODER DE DEUS


O rei da Babilônia e seus exércitos se retiraram da cidade quando o povo de Jerusalém mostrou misericórdia e estendeu o perdão uns aos outros. 

Parece que o perdão exercido pelo povo na terra, na realidade, amarrou os propósitos de Satanás nas regiões celestiais! 

Quando começamos a perdoar uns aos outros, Deus invade o campo do inimigo com seu poder. 

Deus concedeu ao povo de Judá e de Jerusalém uma última oportunidade para "acertar-se" com Ele e "fazer o bem" uns aos outros. Se eles a tivessem aproveitado, então o livro de Lamentações jamais teria sido escrito. 

Infelizmente, depois que os babilônios levantaram o cerco e se retiraram, o povo de Jerusalém fez algo terrível. Quando eles estavam sob o temor da morte, libertaram os escravos, mas, quando o temor da morte se foi, voltaram a ser egoístas, e Deus atentou para o fato. Tornaram seus irmãos escravos novamente, provocando esta resposta de Deus: 

Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Fiz uma aliança com os seus antepassados quando os tirei do Egito, da terra da escravidão. Eu disse: Ao fim de sete anos, cada um de vocês libertará todo compatriota hebreu que se vendeu a vocês. Depois que ele o tiver servido por seis anos, você o libertará. Mas os seus antepassados não me obedeceram nem me deram atenção. 

Recentemente vocês se arrependeram e fizeram o que eu aprovo: cada um de vocês proclamou liberdade para os seus compatriotas. Vocês até fizeram um acordo diante de mim no templo que leva o meu nome. Mas, agora, vocês voltaram atrás e profanaram o meu nome, pois cada um de vocês tomou de volta os homens e as mulheres que tinham libertado. 

Vocês voltaram a escravizá-los. Portanto, assim diz o Senhor: "Vocês não me obedeceram; não proclamaram libertação cada um para o seu compatriota e para o seu próximo. Por isso, eu agora proclamo libertação para vocês", diz o Senhor, "pela espada, pela peste e pela fome. Farei com que vocês sejam um objeto de terror para todos os reinos da terra" (Jr 34.13-17, ênfase do autor).

Não fique remoendo velhas ofensas liberte seus devedores para sempre 

Quando o povo de Jerusalém tornou a escravizar seus irmãos e anulou seu perdão, os exércitos de Nabucodonosor voltaram e deram a eles exatamente o que tinham dado uns aos outros. Os antigos "proprietários" foram levados para a Babilônia como escravos enquanto seus antigos escravos ficaram para trás para tomar posse de sua terra e pertences. Quantas vezes esquecemos de um irmão, ou irmã, em Cristo para ficar "remoendo" novamente suas ofensas e tornar a fazer com que esse irmão, ou irmã, seja escravo de nossa falta de perdão? Deus ainda atenta para o fato. 

Se Deus de repente pedir uma "auditoria" de sua conduta para com seus irmãos e irmãs, será que você está preparado? Lembre-se de que Deus não precisa de uma auditoria – Ele ja vê e conhece todas as coisas. 

Deus considera cada um de nós responsável por perdoar aos outros, sem exceções à regra. Não fomos formados nem criados para carregar amargura e rancor em nosso coração. É como tentar carregar uma porção de ácido em um recipiente de isopor o ácido do rancor corrói cada parte de nossa vida. 

Jesus disse que seus discípulos seriam conhecidos por causa de seu amor uns aos outros. Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros. João 13:35

O amor transcende a "mentalidade do "tipo livro razão", que registra cada erro cometido e ofensa recebida". O "tipo de amor de Deus", descrito em 1 Coríntios 13, não toma nota nem "faz o cálculo" de agravos e injustiças sofridos o guarda Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. 1 Coríntios 13:5.

"A misericórdia triunfa sobre o juízo" (Tg 2.13b), para que opere em amor e "liberte seus cativos". Libere o poder do perdão em sua vida. Deus está dizendo: "Se você mostrar misericórdia para com os outros, eu terei misericórdia de você.” 

Além disso, precisamos aprender a perdoar a nós mesmos. É difícil cumprir o mandamento de Jesus que diz que devemos "amar aos outros como amamos a nós mesmos" quando realmente não nos amamos. Muitas vezes, o ódio que sentimos por nós mesmos ou os ressentimentos interiores surgem por causa de nosso medo do fracasso ou da rejeição. 

Extraído do livro Fontes Secretas de Poder de autoria de T. E TENNEY e TOMMY TENNEY / Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 26 de junho de 2019

O GOVERNO DE CRISTO SOBRE OS PÉS


"Ele guarda os pés dos seus santos..." (1Samuel 2.9)         

No lindo cântico de Ana encontramos esta afirmação tão significativa de que Deus guarda os pés dos seus filhos. Algumas expressões e ditados evidenciam o quanto os pés são importantes e significativos em nossas vidas: "Sem pés nem cabeça", "meter os pés pelas mãos", "jurar com os pés juntos", "andar à toa", "dize-me com quem andas e te direi quem és". 

Jesus ensina a mais bela lição de humildade através de um episódio envolvendo os pés. Ele lavou os pés sujos e talvez fétidos dos seus discípulos na noite em que um deles o trairia e no desenrolar dos acontecimentos seria sentenciado para a morte horrenda de cruz. Lavar os pés cabia ao servo mais humilde de uma casa.

Jesus assume a forma do servo menor para ensinar uma lição maravilhosa. Talvez nossa história esteja marcada pelo uso indevido de nossos pés. Podemos entregar com humildade nossos pés para serem governados por Cristo. 

PÉS SOB O GOVERNO DE CRISTO SÃO:    

PÉS QUE SE DESVIAM DO MAL.
"Pés que se apressam a correr para o mal" (Provérbios 6.18). "São os seus pés velozes para derramar sangue"(Romanos 3.15). "Portanto, se a tua mão ou o teu pé te faz tropeçar, corta-o e lança-o fora de ti; melhor é entrares na vida manco ou aleijado do que, tendo duas mãos ou dois pés, seres lançado no fogo eterno"(Mateus 18.8). 
O cuidado que devemos ter para que os nossos pés se desviem do mal, pois o normal por causa da nossa natureza é que busquemos sempre o mau caminho, o caminho errado. Devemos agir como o autor do Salmo 119.101a: "De todo mau caminho desvio os pés".  
       
PÉS QUE NÃO VACILAM. 
"Ele não permitirá que os teus pés vacilem" (Salmo 121.3). Só Deus pode fazer com que nossos pés não fraquejem, não vacilem. Nossas pisadas tem que ser firmes para que o nosso caminho seja de vitória. 
Dar passos com convicção e firmeza demonstram que estamos no caminho certo. Só Deus pode nos firmar em momentos tão difíceis pelos quais temos passado.   
   
PÉS CHEIOS DE AUTORIDADE. 
"E pôs todas as coisas debaixo dos pés e, para ser o cabeça sobre todas as coisas, o deu à igreja" (Efésios 1.22). "Porque convém que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés. Porque todas as coisas sujeitou debaixo dos pés" (1Coríntios 15.25,27a)."O Deus da paz, em breve, esmagará debaixo dos vossos pés a Satanás" (Romanos 16.20). "Eis aí vos dei autoridade para pisardes serpentes e escorpiões"(Lucas 10.19). 
Deus nos concedeu autoridade para colocarmos os inimigos debaixo dos nossos pés. A autoridade é uma evidência de que nossa fé está posta na pessoa certa que é Jesus Cristo.

PÉS FORMOSOS. 
"Que formosos são sobre os montes os pés do que anuncia as boas-novas, que faz ouvir a paz, que anuncia coisas boas, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: O teu Deus reina!" (Isaías 52.7). "Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas" (Romanos 10.15b). "Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz"(Efésios 6.15). 
Nossos pés são preciosos porque só eles podem nos levar a lugares ainda não alcançados para pregar o evangelho do nosso Senhor Jesus. Que privilégio termos pés formosos aos olhos do Senhor.
Olhe para os seus pés agora e os contemple nesta dimensão da formosura aos olhos de Deus.   

PÉS ABENÇOADOS. 
"Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado, como eu prometi a Moisés" (Josué 1.3). "Tirou-me de um poço de perdição, de um tremedal de lama; colocou-me os pés sobre uma rocha e me firmou os passos" (Salmo 40.2). 
Nossos pés estão colocados sobre a rocha que é Jesus Cristo, portanto o solo em que eles tocarem será abençoado por Deus.
      
PÉS ILUMINADOS. 
"Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para os meus caminhos" (Salmo 119.105). 
Nossos pés por causa do conhecimento da Palavra de Deus podem ser luzeiros neste mundo tão perdido.
Podemos através do nosso caminhar indicar o caminho que a humanidade deve trilhar. 

O governo de Cristo tem sido estabelecido em nossas vidas. Em nossa saúde, olhos, ouvidos, pensamentos, emoções, língua e mãos.

É preciso que Cristo governe também sobre os nossos pés.  

José Luiz Simoneti - Instituto Jetro

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 25 de junho de 2019

DOENÇAS E ORIGENS


Segundo a psicóloga americana Loise l. Hay, todas as doenças que temos podem ser criadas por nós. Afirma ela, que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo.

"Todas as doenças têm origem num estado de não-perdão", diz a psicóloga americana Louise L. Hay.

Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar. Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais.

Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento.

A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise. Reflita, vale a pena tentar evitá-las:

DOENÇAS / CAUSAS:

AMIGDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente famíliar inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Magoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Auto crítica, falta de auto valorização.
ENXAQUECA: Medos sexuais. Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORROIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSONIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor em criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vítima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
RINS: Crítica, desapontamento, fracasso.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIROÍDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.

Curioso não? Por isso vamos tomar cuidado com os nossos sentimentos.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 24 de junho de 2019

OS QUATRO ERRES DA BATALHA ESPIRITUAL


No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Efésios 6:10-12

Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar; Ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo. 1 Pedro 5:8-9

Alguns crentes talvez pensem que a guerra espiritual é algo que afeta apenas determinadas pessoas, como os pastores ou missionários no campo.

Sinto muito em desapontá-los. Mas o fato é que o diabo existe mesmo, os demônios são em grande número, e todos os crentes encontram-se engajados em uma guerra, numa desesperadora luta de vida ou morte contra um inimigo feroz.

Mas talvez alguém diga: " Ah, eu não tenho nada a ver com isso; meu ministério é música; não estou preparado para esse tipo de coisa." É possível também que outro , equivocadamente, pense : " Bom , se eu deixar o diabo em paz, ele também me deixará em paz.".

A verdade é que a guerra está sendo travada, e todos se acham envolvidos nela, quer queiram ou não, quer concordem ou não com isso. E ela não afeta apenas alguns crentes, nem dura só algum tempo.

Todos estamos envolvidos, 24 horas do dia, nos 7 dias da semana, e nos 365 dias do ano. Estamos nesta batalha espiritual, quer tenhamos consciência disso ou não.

VEJAMOS OS QUATRO ERRES DE UMA BATALHA ESPIRITUAL.

1º RECONHECER.
O primeiro é reconhecer que estamos nessa guerra. O diabo sempre procura tirar vantagem da nossa ignorância quanto às realidades espirituais.
A Bíblia ensina que precisamos estar alertas, isto é, vigiar. Esses inimigos contra os quais lutamos não são meras "vibrações ruins", muito menos "as energias negativas do universo", ou simplesmente "o lado escuro da força". São eles, seres que pensam, conversam, escutam, observam e planejam estratégias.

2º RESISTIR.
Chega uma hora que temos que dar um basta nestas ações rotineiras do inimigo. "Até aqui foi, a partir daqui eu resisto e não quero mais o diabo cirandando na minha vida”.
Resistir em ações, palavras e oração perseverante.

3º REVESTIR.
De toda armadura de Deus.
ARMAS DE DEFESA. São: Capacete (mente), cinto (Ajuste), couraça (Proteger órgãos vitais), sandálias (proteção dos pés), escudo, (fé vitoriosa).
ARMAS DE ATAQUE. Espada e Palavra de Deus. Veja Efésios 6.10-18.

4º REPREENDER.
As portas do inferno não prevalecerão contra a igreja. Isto fala de ataque.
Não basta só reconhecer, resistir e revestir, temos que atacar as fortalezas do inferno em nossas mentes, famílias, igreja, trabalho, escola, cidade. Usar a palavra e o poderoso nome de Jesus.

Esta breve reflexão sobre o assunto, não é para assustar ninguém, mas abrir nossos olhos para o que já está acontecendo. Mostrar que o poder de Deus é bem maior, do que o poder das trevas, estamos do lado vencedor.

Vamos nos revestir da armadura de Deus para poder vencer todas as artimanhas do inimigo.

Pr. Ronaldo Cabrera

Por Litrazini
Graça e Paz