segunda-feira, 19 de julho de 2021

A FAMÍLIA NA BÍBLIA

Não são a família e o casamento meras convenções sociais: Mateus 19.4-6

Muitas pessoas não dão muito valor à família e ao casamento. Tais pessoas afirmam que são meras convenções sociais. Isso quer dizer que são instituições que podem ser mudadas ao saber da nossa vontade.

Alguns grupos chegaram até a criar sociedades alternativas; outras pessoas casam e mudam de parceiro como quem troca de carro. Todavia, nenhuma dessas alternativas deu certo.

A verdade é que a família e o casamento como vemos aqui, são criação de Deus.

Durante muito tempo, grande parte das famílias hebréias sempre foi bem numerosa. Além disso, os parentes moravam todos numa mesma localidade.

A partir de 586 A C.. A nação começou a sofrer invasões, seguidas de deportações e perseguições de modo que eles foram se espalhando por outras terras. Mas até a época de destruição do templo, em 70 AD. E da expulsão dos Judeus de Jerusalém, ocorrida no ano de 135 AD., ainda havia muitos judeus na Palestina.

E a despeito de todas as dificuldades, a família sempre ocupou uma posição importante na vida desse povo.

Ainda na primeira geração depois de Cristo, muitas famílias cristãs e judias foram expulsas de sua pátria. Naquele período, inúmeros judeus foram torturados e mortos, principalmente por ocasião da queda de Jerusalém, no ano de 70 AD., e quando da perseguição desencadeada por Nero.

Em meio a circunstâncias tão difíceis e adversas, deve ter sido muito difícil manter a unidade familiar.

Mas nesse contexto de tensão e sofrimento, aqueles cristãos receberam dos líderes da igreja algumas orientações específicas para a família.

Eles ensinaram que o homem devia ser mesmo o cabeça do lar (Ef. 5.22); lembravam aos casais que deviam amar-se um ao outro (Tt.2.5; Ef. 5.25); exortavam os filhos a obedecer aos pais (Ef. 6.1); instituíam os pais a tratar os filhos com justiça (Cl.3.21).

Além disso, eles deram instruções específicas também aos demais líderes. Recomendaram-lhes que não deixassem que seu envolvimento na obra de Deus os levasse negligenciar a família.

Quem tivesse problemas sérios em casa, não estaria qualificado para ocupar uma posição de supervisor ou diácono na igreja (I Tm.3.4,5,12).

Os princípios ensinados por Cristo eram de importância vital para o fortalecimento da família.

Na prática do amor, da aceitação mútua, da paciência e do perdão, os pais seriam mais ternos e bondosos, e os filhos mais obedientes.                                                                      

Fonte: Manual dos tempos e costumes bíblicos – William L. Coleman

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

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