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domingo, 14 de setembro de 2025

CASAMENTO BEM SUCEDIDO

Algumas pessoas não querem admitir nenhuma falha.

É inevitável que um cônjuge peque contra o outro.

A humildade é a qualidade que permite-nos reconhecer nossa própria falibilidade, admitir nossas faltas e pedir perdão àqueles que tivermos maltratado.

A pressuposição de que sempre sabemos o que é melhor ou que nunca cometemos nenhum erro é uma forma de arrogância.

Tal arrogância é oposta ao amor (1Co 13:4).

Num bom casamento, ambos os parceiros servirão um ao outro fazendo muitos pequenos favores.

A arrogância não permite a “atitude servil” (João 13:1-15).

A humildade também ajuda a perdoar os outros que pecam contra nós, porque nos lembra que nós mesmos somos falíveis e frequentemente necessitamos ser perdoados (Ef 4:31-32; Colos 3:13).

No decorrer de um casamento, haverá muitas oportunidades para perdoar seu cônjuge!

Ofensas não perdoadas tendem a ser como feridas não curadas, inflamadas; elas afetam severamente a saúde da relação.

Estes princípios ajudarão a assegurar um casamento bem sucedido.

Traços característicos que promovem um casamento bem sucedido podem ser aplicados praticamente em qualquer relação humana para torná-la melhor!

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 14 de março de 2025

COMPANHEIRISMO NO RELACIONAMENTO

Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante. [...] e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa.” Ec 4:8-12

É preciso saber viver juntos e bem, tanto na festa quanto na guerra.

É importante que o outro saiba que você é alguém com quem ele pode contar sempre, e assim, dividir sonhos, confidências, cargas, responsabilidades, dúvidas, temores, dores e alegrias.

A medida que o casal se afasta um do outro, eles, individualmente, se aproximam de outras pessoas, trazem outros para o convívio, de maneira a ocupar o espaço vazio, e isso é muito perigoso para o casamento.

A vida a dois, decididamente é melhor e mais ajustada, com possibilidade de ser para sempre, quando se atenta para os princípios bíblicos.

“Não é bom que o homem viva sozinho. Vou fazer para ele alguém que o ajude como se fosse a sua outra metade” (Gn 2:18)

O companheirismo é uma exigência desde o início, ele vem antes da sexualidade, porque em algum momento o sexo não será mais tão importante assim, as energias sexuais vão se esvaindo, ao passo que o companheirismo tende a crescer.

Ser companheiro é abrir os ouvidos para ouvir, os olhos para ver e o coração para compreender.

É partilhar sem dominar, é ceder quando é necessário, é dar chance para o outro crescer também, é encorajar para o bem.

Ser companheiro é estar disposto e disponível sem deixar de ter vida própria.

O companheiro fiel é aquele com quem se pode contar hoje, amanhã, e sempre, aquele traz segurança para o cônjuge e experimentar assim, a graça de ser e ter uma companhia especial para partilhar a vida.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 6 de março de 2025

O HOMEM, A MULHER E CRISTO

A Bíblia ensina-nos que o casamento é uma íntima comunhão.

"Por isso deixa o homem pai e mãe, e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne" (Gn 2.24).

Casamento implica em deixar pais e unir-se a seu cônjuge, resultando em uma união totalmente nova e íntima, a qual deve perdurar durante toda a vida.

A unidade no casamento deve existir em vários níveis.

Inicia-se no plano espiritual: um casal é unido pelo amor que nutre por Cristo e um pelo outro.

O que também propicia uma união em termos intelectuais, volitivos, emocionais, sociais e físicos.

Em segundo lugar, a Bíblia ensina que o casamento cristão é uma união exclusiva, pura, imaculada.

Marido e esposa são, não mais dois, mas um.

Ninguém mais poderá desfrutar de tal relacionamento da maneira como eles o partilham.

A Bíblia afirma: "Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem" (Mc 10.9).

O casamento, do ponto de vida de Deus, é absolutamente exclusivo, uma vez casado, sua afeição pertence a seu cônjuge.

Não há lugar para imoralidade sexual, jogos ou flertes com outros.

Em terceiro lugar, a Bíblia também ensina que o casamento é uma união simbólica, uma linda metáfora de Cristo e a igreja.

Da mesma forma que o marido e sua mulher são uma só carne, assim também Jesus Cristo é um espírito com sua igreja.

A mulher deve relacionar-se com seu marido, como a igreja com Cristo.

Devo amar minha esposa da mesma forma que Cristo amou sua igreja.

O casamento cristão é realmente um triângulo: o homem, a mulher e Cristo.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 19 de julho de 2021

A FAMÍLIA NA BÍBLIA

Não são a família e o casamento meras convenções sociais: Mateus 19.4-6

Muitas pessoas não dão muito valor à família e ao casamento. Tais pessoas afirmam que são meras convenções sociais. Isso quer dizer que são instituições que podem ser mudadas ao saber da nossa vontade.

Alguns grupos chegaram até a criar sociedades alternativas; outras pessoas casam e mudam de parceiro como quem troca de carro. Todavia, nenhuma dessas alternativas deu certo.

A verdade é que a família e o casamento como vemos aqui, são criação de Deus.

Durante muito tempo, grande parte das famílias hebréias sempre foi bem numerosa. Além disso, os parentes moravam todos numa mesma localidade.

A partir de 586 A C.. A nação começou a sofrer invasões, seguidas de deportações e perseguições de modo que eles foram se espalhando por outras terras. Mas até a época de destruição do templo, em 70 AD. E da expulsão dos Judeus de Jerusalém, ocorrida no ano de 135 AD., ainda havia muitos judeus na Palestina.

E a despeito de todas as dificuldades, a família sempre ocupou uma posição importante na vida desse povo.

Ainda na primeira geração depois de Cristo, muitas famílias cristãs e judias foram expulsas de sua pátria. Naquele período, inúmeros judeus foram torturados e mortos, principalmente por ocasião da queda de Jerusalém, no ano de 70 AD., e quando da perseguição desencadeada por Nero.

Em meio a circunstâncias tão difíceis e adversas, deve ter sido muito difícil manter a unidade familiar.

Mas nesse contexto de tensão e sofrimento, aqueles cristãos receberam dos líderes da igreja algumas orientações específicas para a família.

Eles ensinaram que o homem devia ser mesmo o cabeça do lar (Ef. 5.22); lembravam aos casais que deviam amar-se um ao outro (Tt.2.5; Ef. 5.25); exortavam os filhos a obedecer aos pais (Ef. 6.1); instituíam os pais a tratar os filhos com justiça (Cl.3.21).

Além disso, eles deram instruções específicas também aos demais líderes. Recomendaram-lhes que não deixassem que seu envolvimento na obra de Deus os levasse negligenciar a família.

Quem tivesse problemas sérios em casa, não estaria qualificado para ocupar uma posição de supervisor ou diácono na igreja (I Tm.3.4,5,12).

Os princípios ensinados por Cristo eram de importância vital para o fortalecimento da família.

Na prática do amor, da aceitação mútua, da paciência e do perdão, os pais seriam mais ternos e bondosos, e os filhos mais obedientes.                                                                      

Fonte: Manual dos tempos e costumes bíblicos – William L. Coleman

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

terça-feira, 14 de abril de 2020

10 DICAS PARA MELHORAR SEU CASAMENTO


Se você deseja melhorar o seu casamento, diariamente precisa tomar atitudes nesse sentido.

Veja algumas atitudes que você poderia tomar a partir de hoje no seu casamento.

Se cada cônjuge fizer a sua parte, ambos experimentarão uma relação conjugal bem melhor.

1.TRATE O SEU CASAMENTO DE FORMA SINGULAR.
Não existe nenhum outro igual ao seu. É preciso, porém, determinar o que é o casamento e o que queremos do casamento.

2.JOGUE FORA, DE VEZ EM QUANDO, O RESTO DE LIXO DO SEU CASAMENTO.
Nosso problema nesse sentido consiste em juntar até não caber mais, queixas, mágoas, até se tornar insuportável. Viva o seu presente.

3.AJUSTE AS FINANÇAS COMO UM BEM COMUM.
Aprenda a manusear o dinheiro como sendo da família, e não de um em particular. Cuidado com as ambições e o secularismo. Ponha Deus em primeiro lugar nas suas finanças.

4.REVIGORE A COMUNICAÇÃO FAMILIAR.
Desenvolva o senso de humor como uma necessidade diária. Relembre o seu estilo galanteador, e renove a alegria da sua casa todas as manhãs. Cuidado com o 'nunca' e 'sempre'.

5.DESCUBRA A ALEGRIA DO LAZER FAMILIAR.
Trabalhar é importante, mas não se esqueça do lazer. Passeio com o seu cônjuge ou com sua família. Faça aquele passeio que há muito tempo estão planejando. Descubra formas criativas de lazer na sua própria casa ou na sua cidade.

6.EXERCITE O DIÁLOGO CONJUGAL ATÉ O FIM.
Evite o desabafo com vizinhos e colegas. Faça tudo que puder porque o divórcio é muito 'caro'.

7.REALIZEM NOVAS LUAS DE MEL SEM OS FILHOS
Use a sua imaginação indo a um lugar próximo ou a um hotel mais barato ou por poucos dias. Desvencilhe-se do excesso de apego aos filhos. Mantenha sempre a diferença entre a relação paterno-filial.

8.APRESENTE A SUA VOLUNTARIEDADE NOS SERVIÇOS DOMÉSTICOS
Antes de pensar que é o homem ou a mulher, lembre-se que são uma só carne. Descubra o prazer da ajuda mútua. Isto equilibra as forças de poder e mando e as relações afetivas.

9.CONTINUE INCENTIVANDO SUA RELAÇÃO AFETIVO-SEXUAL.
A relação sexual está para o casamento como a calda de ameixa está para o pudim. Em muitos lares é como se o fogo da paixão afetiva já estivesse apagado.
Lembre-se dos dias do fogão a lenha, um abano mantinha o fogo aceso e portanto a chama mais duradoura. Contudo a relação sexual depende da felicidade da relação afetiva e permanente.

10.PARTILHE COM O CÔNJUGE E SEUS FILHOS TODA EXPERIÊNCIA DO SEU CRESCIMENTO ESPIRITUAL BÍBLICO.
Relembre a decisão de Josué e o testemunho de Noé e ponha Deus em primeiro lugar na sua família. Seja um sacerdote como Jó que apresentava seus filhos em oração a Deus porque podiam ter pecado (Jó 1:5).

Relembre Deuteronômio 6 e ensine e pratique a vontade de Deus na sua palavra, sem materialismo, farisaísmo, hipocrisia ou fanatismo, mas a palavra pura e simples, de Deus.

Pr. Josue Gonçalvez

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 10 de janeiro de 2015

O CASAMENTO DA SANTIDADE COM A ALEGRIA

Deus pode evitar que vocês caiam e pode apresentá-los sem defeito e cheios de alegria na sua gloriosa presença. (Jd 24)
 
A Nova Jerusalém que vai descer do céu na plenitude da salvação será como uma noiva vestida a rigor para se encontrar com o seu noivo (Ap 21.2). Essa é a imagem da igreja que os escritores do Novo Testamento apresentam.
 
Judas faz um bom uso dela quando garante ao seu rebanho que Deus “é poderoso para guardá-los de escorregar e cair e de levá-los, perfeitos e sem pecado, à sua gloriosa presença, com vigorosas aclamações de alegria perpétua” (Jd 24, NBV).
 
Não é a primeira vez que essa promessa aparece na Bíblia. Paulo afirma que “nenhuma tentação é irresistível” (1Co 10.13, NBV) e dá a sua palavra de que o próprio Deus, com o seu poder e os seus recursos, não deixará que soframos tentações que não temos força para suportar. Mais ainda, “quando uma tentação vier, Deus dará forças a nós para suportá-la, e assim vocês poderão sair dela” (1Co 10.13).
 
Santificação e pureza interior são impossíveis sem o auxílio de Deus. É ele que pode evitar a nossa queda, que pode controlar a tentação e o Tentador.
 
Satanás é obrigado a pedir licença para peneirar, “como o lavrador peneira o trigo a fim de separá-lo da palha” (Lc 22.31), os servos de Deus. Paulo não tinha a pretensão de se resguardar do pecado sem o auxílio de cima: “Com a força que Cristo me dá, posso enfrentar qualquer situação” (Fp 4.13).
 
Judas liga a santidade com a alegria. Esta é a consequência natural daquela. Quem busca a santidade encontra a alegria.
 
A santidade é uma obrigação. A noiva tem de ser bela, não pode ter mancha, tem de estar bem arrumada e bem-vestida. Isso porque ela vai ao encontro do noivo, para as bodas, ocasião em que os convidados (miríades e miríades de anjos, miríades e miríades de salvos), estarão todos vestidos de roupas brancas (Ap 7.9), símbolo da pureza!
 
Dobro a minha cerviz até o chão para confessar a minha dependência de Deus!

Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos Editora Ultimato.
 
Por Litrazini
 
Graça e Paz

terça-feira, 30 de julho de 2013

Somos todos virgens agora

Nós evangélicos somos conhecidos por nossa obsessão com virgindade. Não me entenda mal – eu afirmo que é uma coisa boa e que honra a Deus permanecer sexualmente puro antes do casamento (e durante e depois do casamento também). Como pastor, quero ensinar às pessoas sob meu cuidado o valor de ter suas primeiras experiências sexuais com seus cônjuges no leito matrimonial, não com o par do baile de formatura no banco de trás do carro. Quero que meus filhos valorizem a pureza sexual e entendam que luxúria não é amor, que o amor se expressa por meio do autocontrole.

A virgindade é importante porque a pureza sexual é importante porque Deus disse que é importante, mas ela não é a maior das virtudes. Não é a medida de piedade de um rapaz ou de uma moça. Não é o alvo ou a medida da uma vida cristã.

Essa obsessão evangélica com virgindade se manifesta em conferências jovens onde uma flor é passada pelo salão, de mão em mão, até que o preletor a receba de volta e mostre-a a todos, quebrada e manchada, questionando “quem vai querer uma rosa como essa?”. Os jovens olham e dizem “eu nunca ia querer uma rosa assim”. Mas há aqueles poucos que silenciosamente desviam o olhar e se entristecem, porque eles são essa rosa. E assim aprendem que foram estragados e que seu valor foi jogado fora (e como Matt Chandler nos lembra, Jesus quer a rosa!).

Essa obsessão se manifesta no curso pré-nupcial, onde rapazes que gastaram sua juventude olhando milhares de imagens pornográficas, de alguma forma, se imaginam em uma vantagem moral em relação à moça que fez sexo uma vez com um namorado. Afinal de contas, ele é virgem e ela não. É ela quem tem que buscar o perdão dele por ter entregado a outra pessoa o que era dele por direito.

Ela se manifesta nos jovens que fazem perguntas sobre a “virgindade técnica”, como se realizar certos atos sexuais incompletos é de alguma forma menos sério ou moralmente menos significante do que ir até o final. “Então tudo bem, ainda sou virgem!”. 

Essa obsessão com virgindade mede muitas coisas erradas, levanta muitas perguntas erradas e dá muitas respostas erradas.

Não apenas isso, mas essa obsessão causa muita dor. Elevar a virgindade ao primeiro lugar entre as virtudes machuca aqueles que foram criados na disciplina e instrução do Senhor, que foram genuinamente salvos, que estavam conscientes, mas escolheram ignorar o bom mandamento de Deus. Eles podem se sentir com se tivessem pecado de forma irreversível, que esse foi mais grave de todos os pecados, que foram relegados a uma subclasse de cristãos e que só serão capazes de desapontar o futuro cônjuge.

É doloroso para aqueles que foram criados na ignorância dos mandamentos de Deus, que simplesmente agiram da forma que os não crentes agem quando cometem pecados sexuais. Eles talvez se sintam como cidadãos de segunda classe do reino, aqueles que desperdiçaram a coisa mais preciosa que poderiam levar para um casamento.

É particularmente doloroso para aqueles cuja virgindade lhes foi tirada, que foram participantes sem consentimento de abuso ou de estupro. Eles podem se sentir estragados, como se tudo que tivessem a oferecer lhes tivesse sido brutal e insensivelmente tirado, e agora carregam um status inferior no casamento.

Deus não olha para seu povo e os divide entre não-virgens e virgens, estragados e não estragados, violados e puros. Ele não vê duas classes de pessoas: aqueles que esperaram para experimentar o sexo dentro do casamento e os que não o fizeram. Então por que nós assim fazemos? Por que ficamos obcecados com quem experimentou sexo e que não, como se isso fosse uma questão de absoluta importância? Por que esse é o pecado, de todo o grupo imenso de pecados, que marca para sempre uma pessoa, que muda para sempre seu status?

Toda essa obsessão com virgindade deixa passar a chave do Novo Testamento, a chave do evangelho. Quando Paulo escreve à igreja de Corinto, ele aborda especificamente o pecado sexual juntamente com uma grande variedade de ofensas contra Deus. Ele se refere aos adúlteros, aos efeminados e aos sodomitas, e ao final ele diz “Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus”. A palavra-chave aqui é fostes. Tais fostes alguns de vós. Alguns de vós fostes essas coisas, mas então Deus os lavou. Vocês eram assim, mas vocês foram santificados. Vocês eram essas coisas, mas fostes justificados. E agora vocês já não são essas coisas. Sua imoralidade sexual foi pesada sobre Cristo, e ele levou sobre si a vergonha, a culpa e a punição por ela.

Paulo nos diz que, aos olhos de Deus, somos todos santos. Por meio de Cristo nós somos todos redimidos, perdoados, feitos novos, purificados. Em Cristo, somos todos virgens.

Tim Challies/Traduzido por Filipe Schulz | iPródigo

Por Litrazini
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Graça e Paz

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Qual é o papel do homem, e o da mulher no casamento?


O sucesso do relacionamento familiar e a durabilidade do casamento também dependem do modo como o marido e a esposa desempenham seus papéis conjugais e sociais.

Tanto na sociedade como na família, exercemos funções importantes: a de marido ou esposa, a de pai ou mãe, a de filho ou filha, a de irmão, a de provedor, a de educador, a de amigo, a de patrão ou empregado, a de pastor ou ovelha, a de aluno ou professor etc., e precisamos exercê-las com sabedoria e excelência.

De um modo geral, podemos afirmar que o homem é mais lógico e racional do que a mulher. O papel social dele, designado por Deus em Gênesis 2.15, é proteger, prover e liderar a família.

O Senhor o capacitou para lavrar o jardim do Éden, cuidar dele e guardá-lo. Todas as regras lhe foram dadas pelo Criador. Por isso, após a queda, Deus não cobrou tais responsabilidades diretamente da mulher. Cobrou do homem.

Quando Adão e Eva desobedeceram e comeram o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, Deus dirigiu a palavra primeiro ao homem (Gênesis 3.9), pois sobre este pesava a responsabilidade de desempenhar bem a função de líder, protetor e provedor do jardim. Assim, até hoje, quando o homem não cumpre com suas atribuições, transferindo para a esposa a responsabilidade dele como líder e provedor, enfrenta problemas em casa.

E quanto ao papel da mulher? Biblicamente falando, compete à mulher ser adjutora, ou seja, auxiliar do marido na missão de proteger, prover e liderar a família. Deus delegou à mulher uma função de extrema importância na família. A mulher foi criada com intuição e sensibilidade mais aguçadas que as do homem, para equilibrar os relacionamentos familiares, agindo como uma sábia mediadora, trazendo harmonia ao lar. Por isso, em Provérbios 14.1, é dito que toda mulher sábia edifica a sua casa.

Podemos afirmar, então, que a mulher é quem edifica a casa, mas compete ao homem fornecer proteção e o material para sua edificação. A mulher não pode construir a partir do nada. O provedor tem de desempenhar bem seu papel. Como líder, ele tem de dispor tudo o que for preciso para a esposa edificar a família, evitando que a esposa se sobrecarregue com todo o trabalho.

Tanto na educação dos filhos como no relacionamento conjugal e nas tarefas domésticas, a mulher edifica a casa, mas é o esposo que provê os meios necessários, cooperando com ela.

Embora a mídia secular dissemine o discurso de que os papéis tradicionais do homem e da mulher no casamento não sejam mais viáveis, hoje, numa sociedade em que a mulher ascendeu profissionalmente e que as famílias não têm mais a mesma estrutura nuclear devido a divórcios e novos casamentos ou “produções independentes”, devemos continuar enxergando os papéis do marido e da mulher à luz da Palavra de Deus, a fim de que os vínculos afetivos que ligam o casal sejam saudáveis e redundem em bênçãos para os cônjuges, para seus descendentes, para a Igreja e para a sociedade como um todo.

Sendo assim, tendo em vista a atual conjuntura econômica, entendemos que a esposa pode até ganhar um salário maior do que o marido, ser profissionalmente mais bem preparada e obter melhores oportunidades no mercado de trabalho; contudo, como mulher sábia, ela deve continuar exercendo seu papel de adjutora idônea.

A mulher sábia não inverte os papéis nem age de maneira arrogante, a fim de não humilhar o marido e não minar a liderança dele. Se fizer isso, estará agindo como uma tola, que, em vez de edificar, destrói sua casa com as próprias mãos, e a família toda sofrerá com problemas de ordem espiritual, emocional e até material, podendo desagregar-se com a separação do casal.

SUGESTÕES DE LEITURA:

Tito 2.4,5; 1 Pedro 3.1-7

Pr. Silas Malafaia

Por Litrazini

Graça e Paz


terça-feira, 12 de junho de 2012

Tô a Fim de Namorar!


Coisa boa é namorar! Quem já não sofreu de "apaixonite" aguda? Quem já não sentiu um nó na garganta e as mãos suadas ao trocar um olhar com a pessoa por quem o coração bate incontrolável? Existe um momento na vida de todos nós que namorar é quase uma obsessão.

Namorar é maravilhoso! É impossível casar sem namorar. É nesta fase da vida que duas pessoas irão se conhecer, trocar confidências, abrir o coração um ao outro, preparando-se para uma definitiva vida a dois. Este desejo é legítimo e realizá-lo torna-se imprescindível para o casamento.

Foi Deus quem marcou o primeiro encontro dos enamorados, foi Deus quem ascendeu à lua, orquestrando os pássaros, e preparando todo o cenário para o primeiro casal de apaixonados. Deus se alegrou quando viu os olhares lânguidos do primeiro casal. Ele ficou feliz em ver os rostos dos apaixonados se iluminarem pelo amor. Sorrindo, Deus os abençoou.

Namorar é preciso! No entanto em busca deste necessário e legítimo desejo, muitas pessoas encontram sofrimento e decepção. Na aspiração de realizar sonhos e encontrar a felicidade algumas se tornam amarguradas e feridas; enquanto outras abusam, usam e se aproveitam dos corações vulneráveis. Como, então, evitar complicações futuras?

Nasci em Petrópolis, Rio de Janeiro; lá existem muitos poços, onde aprendi a nadar com meu pai.  Papai me ensinou uma simples, sabia e essencial verdade para nadar e sair vivo de um poço. Nunca mergulhe num poço sem antes dar uma "nadadinha" primeiro. Descubra se o poço é fundo, se existem pedras no fundo. Quem pula de cabeça num poço pode acabar morrendo. Este conselho simples se aplica muito bem no namoro.

Todo aquele que "pular de cabeça" numa relação, sem conhecer a fundo com quem esta se relacionando, analisando os prós e os contras, pode acabar se ferindo gravemente. O difícil é controlar o desejo e ter o bom senso de dar a "nadadinha". A tendência de todos nós é mergulhar com a "cara e a coragem". "Estou amando! Encontrei o homem/mulher da minha vida", afirmamos imediatamente, partindo "pra cima" praticamos uma intimidade sem volta, crescente e perigosa.

A Palavra de Deus, sabiamente afirma em Provérbios 6:27 "Tomará alguém fogo no peito, sem que as suas vestem se incendeiem? Ou andará alguém sobre brasas, sem que se queimem os seus pés?" Muitos dissabores e mágoas seriam evitadas se o sábio conselho de meu pai fosse obedecido.

Outro ponto crucial é que a vida nos sinaliza quando algo não vai bem. A febre é um "sinal" nos alertando que alguma coisa está errada dentro de nós. O ranger constante de um carro que não consegue dar partida, também é um "sinal" de que o carro vai acabar nos deixando no meio do caminho. A desobediência aos alertas que recebemos ao longo da vida produz problemas que poderiam se evitados.

Jesus afirmou: "Chegada à tarde, dizeis: Haverá bom tempo, porque o céu está avermelhado; e, pela manhã: Hoje, haverá tempestade, porque o céu está de um vermelho sombrio. Sabeis na verdade, discernir o aspecto do céu e não podeis discernir os sinais dos tempos?" (Mateus 16:2-3).

É possível prevenir crises e encontrar o amor da sua vida.  Para isto, basta apenas dar ouvidos a "certos sinais", que soam como um "despertador", nos alertando dos perigos.  Ao ouvir, entender, e obedecer estes "sinais de alerta", você pode escolher um outro caminho, fazendo pequenas mudanças. Desta maneira, levar seu namoro a um seguro caminho de amor. 
Eu aprendi desde cedo que todos os aspectos da vida são influenciados pelas escolhas que faço.  As circunstâncias e acontecimentos da vida são muitas vezes uma "sacudidela" para nos despertar. Somente chegaremos ao fim da jornada se acordamos e mudarmos de rumo. Quando teimosamente continuamos no mesmo caminho e atitude, a despeito dos sinais de alerta para mudarmos de rumo, certamente teremos experiências amargas e desastrosas.

No filme "Titanic".  O experiente capitão do Titanic recebeu seis avisos de alerta.  Os avisos diziam para ele viajar mais devagar, mudar o curso, pegando a rota mais ao sul, onde as águas eram mais quentes, evitando assim os icebergs.  Ele ignorou teimosamente todos os avisos de alerta. Como ele era o capitão, ele pensou, "Este navio nunca afundará!" Então, ouviu-se um estrondo pavoroso, e o gigante e poderoso navio atingiu uma enorme montanha de gelo. Ele afundou rápida e desastrosamente. Quem não muda de rumo quando recebe um sinal de alerta é candidato ao desastre. Quem muda o curso de sua vida quando avisado pode evitar o desastre e celebrar a viagem.

Este é um tremendo princípio que podemos aprender do Titanic.  E este é também o maior de todos os segredos para fazer com que o amor dure para sempre.  Esteja atento aos sinais de alerta da sua caminhada; dê ouvido a estes sinais; abra bem os olhos para enxergar estes avisos.  Assim, você poderá mudar de rumo rapidamente, sem comprometer sua felicidade.

No entanto, quando estamos apaixonados, muitas vezes, nossos ouvidos ficam fechados aos inúmeros sinais de alerta que a própria relação nos oferece. 



Vejamos alguns sinais de alerta que afirmam que a relação precisa ser repensada.
1.      O rapaz grita com a mãe. Ele vai gritar com a esposa.
2.      Existe um descontrole financeiro no namoro, vai haver no casamento.
3.      O namoro os afasta da vida com Deus.
4.      Ele é violento.
5.      Ela não permite que ele converse com outras meninas.
6.      A paixão causa sofrimento, é doentia.

7.      Alguém não se dá com a própria família ou com a do outro.
8.      Um dos dois não é cristão.
9.      Um dos dois não se envolve com a igreja.
10.    A intimidade está indo longe demais.
11.    Culpa
12.    Discussões constantes

A lista é imensa. Certamente, enquanto você lê este artigo os "sinais de alerta" já estão despertando a sua consciência. Muitos apaixonados perdem o bom senso. Eles fecham os ouvidos e os olhos para estes sinais, quando acordam é tarde demais. O que começa errado acaba errado.

Caro leitor vá devagar, não "mergulhe de cabeça" numa paixão desenfreada ou você pode se dar mal. Ouça os sinais de alerta a sua volta! Mude de rumo, ou você vai "afundar". O desejo de Deus é a sua total felicidade. Permita que Ele guie a sua vida amorosa. Ilumine os seus passos com a luz da Sua Palavra. Busque a Sua amorosa direção e na dúvida não ultrapasse.

Dr. Silmar Coelho

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Por que bons casamentos tropeçam em coisas ruins?

Há um texto na Bíblia, no livro de Eclesiastes, que revela o desejo do coração de Deus para cada casal: "Goza a vida com a mulher que amas..." (Ec 9.9).


Quando Deus planejou o casamento, Ele pensou em um relacionamento que proporcionasse ao casal alegria, felicidade, cumplicidade, prazer e paz. Infelizmente, com a queda (Gn 3) o homem passou a viver as conseqüências do pecado também no casamento. Mas Jesus se manifestou para trazer cura e restauração (Lc 19:10).


Hoje é possível ser feliz no casamento, basta praticar os princípios estabelecidos na Palavra do Senhor, que é o nosso manual de instrução (Sl 119:105).


Quando é que bons casamentos tropeçam em coisas ruins?


Quando as expectativas não são cumpridas.


Quando você se casou, o que você esperava do seu cônjuge?


Todos os jovens que estão se preparando para casar, nutrem expectativas em relação ao futuro cônjuge. A jovem desenha na sua mente tudo o que ela espera daquele que será o seu marido. Muitas dizem: meu futuro marido será sensível às minhas necessidades, romântico, gentil, afetuoso, generoso, bom amante, amigo, companheiro de todas as horas, trabalhador, bom genro, etc.


Não é diferente com o rapaz, que pensa: Minha futura esposa será romântica, generosa, mansa, carinhosa, boa amante, sensível as minhas necessidades, amiga, companheira e boa nora. Ai eles se casam, mas com um ano, os dois se frustram, porque nada daquilo que foi tão esperado acontece. Por quê?


Uma das razões é porque na maioria das vezes os casais não praticam a arte da comunicação construtiva. Um não sabe qual é a real necessidade do outro. Quando não há diálogo, as necessidades não são conhecidas e por isso não são supridas. Bons casamentos, onde os casais evitam tropeçar em coisas ruins, são aqueles onde os dois se preocupam em manter os canais de comunicação sempre abertos.


Nunca deixe o seu marido/esposa ficar tentando adivinhar quais são as suas carências, necessidades ou anseios. Converse, dialogue, explique, se abra.


Não existe outro caminho para superar este problema a não ser através da comunicação.


O que muitos não sabem, é que não basta escutar, é preciso ouvir com o seu coração o coração do outro.


Ouvir com sensibilidade é se importar com aquilo que é importante para o outro.


Que bom se você acordasse amanhã perguntado para si mesmo: "O que eu posso fazer hoje para suprir uma carência ou necessidade do meu cônjuge?"


Esse é um dos segredos de uma vida a dois que vale a pena ser vivida! Reflita sobre isso e compartilhe com o seu cônjuge.


Pr. Josué Gonçalves


Por Lidiomar


Graça e Paz

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Sexo vai além do prazer

Sexo vai além do prazer. Sexo é entrega, descobrimento, e doação. Sexo que só busca o prazer próprio é egoísta, animal, não nasce do amor. O homem é o único ser vivo que faz sexo olhando nos olhos; todos os outros animais fazem sexo por trás sem olhar para a parceira, apenas para satisfazer o cio. Deus ao criar o ser humano diferente nos leva a dar um significado superior ao sexo.

Ao falar da vida sexual de Adão, a Bíblia afirma que Adão conheceu a Eva (Gênesis 4.1). Sexo é conhecer o outro, encarar sem medo, culpa ou buscando a satisfação que sexo não dá. Felicidade dura muito mais do que os vinte segundos do clímax sexual.

Não afirmo que a vida sexual deve ser monótona ou vazia de novidades. Qualquer coisa que um casal faça para melhorar sua auto-estima e “apimentar” o relacionamento deve ser bem-vinda. A rotina acaba com o casamento, a vida profissional e a espiritualidade.

Viver é um mudar constante, é estar em movimento, é descobrir-se a cada dia, é experimentar o novo, e beber o cálice da vida por inteiro, seja ele amargo ou doce. Na vida sexual acontece o mesmo. O casal deve descobrir novas maneiras de provocar e ser provocado. Não dá para ter uma vida sexual sensacional apenas praticando “papai e mamãe”, onde o homem fica por cima e a mulher sempre por baixo.

Porém, Isso não significa que o casal precisa ser devasso, levando um ao outro a praticar e usar coisas que inibem e produzem culpa. Liberdade não é sinônimo de libertinagem. Mas, tudo aquilo que não ferir os princípios da Palavra de Deus, for bom para os dois e não para um só, que não agride a consciência de um dos cônjuges e que não obriga o outro a fazer algo que produza culpa é válido e lícito para trazer ainda maior prazer e liberdade à relação.

Uma vida sexual plena não vem apenas com a procura do prazer ou da auto-afirmação a qualquer custo. É fruto de um relacionamento diário onde impera o amor, o respeito, a renúncia e a fidelidade, onde valores como esses são trocados pela fantasia absurda, pela busca do prazer e não de um relacionamento sem mentira, orgulho e egoísmo nunca haverá felicidade sexual.

No momento que eles abandonam o respeito pela irresponsabilidade, a moralidade pelo prazer, a pureza pelo vício e o desejo de amar pelo egoísmo, apenas visando o “MEU” prazer e satisfação, o relacionamento produz dor, mágoa, culpa, aborto ou filhos indesejados.

Alguém que precisa da ajuda de filmes eróticos, ferramentas e outros inventos para chegar e levar a amada ao prazer está enfermo. Amar é mais do que bastante. Sou casado a 35 anos com a mesma mulher – seu jeito, seu olhar, seu andar, enfim, tudo o que ela faz e é me atrai.

Sexo sem amor dura trinta minutos, até muito menos. Uma mulher ou homem que se vende, quer gastar pouco tempo com a “transa”, afinal precisa de outro parceiro para possuir, ou tirar a “grana” que lhe sustenta. Sexo que nasce do amor dura muito tempo, 35 anos, como meu casamento ou 65 anos como meus avós.

Sexo sem amor custa barato. Há meninas que se vendem por 5 reais para fumar “Crack”. Sexo com amor custa caro. Para casar com minha mulher, paguei; para continuar casado, estou pagando; e vou pagar até morrer. Tudo que eu pagar ainda é barato, pelo muito que ela vale.

Sexo produz frutos. Somente os diferentes são capazes de produzir. Homem com homem ou mulher com mulher não produzem filhos. Se Deus criasse o mundo somente com dois machos ou duas fêmeas, o mundo acabaria com a morte dos dois. Ao criar homem e mulher, Deus criou a raça humana e lhes deu o direito e o prazer de procriarem-se.

Dr. Silmar Coelho

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.