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segunda-feira, 15 de abril de 2019

SANTIDADE DO SEXO


Referência: I Corintios 7.3-5

INIMIGOS DA SANTIDADE DO SEXO
1. Traumas de infância = abuso sexual
2. Orientação distorcida = sexo é sujo ou é só para procriação
3. Sentimento de culpa = pecados do passado
4. Amargura = espinhos no colchão, fuga, Tv, não ir juntos para a cama
5. Distorções doentias = sexo anal, masoquismo, sadismo, fitas pornôs
6. Frigidez – ejaculação precoce – ausência de orgasmo – freqüência diferente
7. Não se preparar para o sexo = o jogo idílico – sexualidade – toque – palavras.

I. A SEXUALIDADE FORA DOS PADRÕES DE DEUS
1. Por ter se afastado de Deus o homem se corrompeu sexualmente. Há desvios, patologias, aberrações, taras.
2. Sodoma e Gomorra – Gn 19.5
3. Os cananitas se perverteram sexualmente – Culto a baal (prostitutas cultuais) – Oséias
4. A situação dos gregos
4.1. Os grandes personagens da história tinham amantes
4.1.1. Alexandre Magno = Tinha THAIS que depois casou-se com Ptolomeu e tornou-se mãe de reis.
4.1.2. Aristóteles = Tinha a sua HERPÍLIA
4.1.3. Platão = Tinha sua ARQUENESSA
4.1.4. Péricles = Tinha ASPÁSIA que escrevia seus discursos
4.1.5. Sólon = Quando Sólon legalizou a prostituição e abriu prostíbulos do Estado, os lucros eram usados para erigir TEMPLOS aos deuses.
5. A situação dos romanos – A frouxidão moral grega invadiu Roma
5.1. Sêneca = “As mulheres se casam para divorciar e se divorciam para casar. A inocência não é rara, é inexistente.”
5.2. A corte real era devassa como o povo
5.2.1. Messalina = a imperatriz, esposa de Cláudio servia toda noite em um prostíbulo (Juvenal).
5.2.2. Calígula = Vivia em incesto habitual com DRUSILA, sua irmã
5.2.3. Nero = Nem sequer poupou sua mãe AGRIPINA, a quem depois assassinou.
5.2.4. Gibbon = afirmou que dos 15 primeiros imperadores, Cláudio, o traído pela mulher, foi o único imperador não homossexual.
6. A reação do Cristianismo = Paulo enfrentou três dificuldades:
6.1. Não havia forte frente de opinião contra a imoralidade = A imoralidade sexual era vista como algo natural.
6.2. O prevalecimento das idéias gnósticas = o corpo (matéria) é mau e não importa o que você faz com ele. O gnosticismo defendia a imoralidade.
6.3. A prostituição era vinculada com a religião = Os cultos a baal; templo de Afrodite em Corinto; o deus Eros na Grécia – estatuetas indecorosas nos Souveniers.
7. O alerta de Paulo
7.1. Aos Romanos – Rm 1.24-28
7.2. Aos Gregos – I Ts 4.1-8
8. A nova moralidade sexual
8.1. A liberação sexual na década de 60
8.2. A Tv, cinema, teatro, literatura pornográfica
8.3. O sexo no namoro
8.4. Os vídeos – as aberrações sexuais no leito conjugal

II. A SANTIDADE DO SEXO VISTA PELA ÓTICA DE DEUS
1. O sexo foi criado pelo Deus Santo – Gn 1.27-28; I Co 12.18 = Tudo que Deus faz é santo. Deus criou as partes do corpo e não criou algumas boas e outras más. O sexo é ordenado antes do pecado. O fruto proibido não é o sexo.
2. O sexo é bom – Gn 1.31
3. O sexo é recomendado por Deus – Gn 2.22-25; 4.1
4. Jesus ratifica a santidade do sexo – Mt 19.5
5. O sexo no casamento é honroso – Hb 13.4 = A palavra grega é “KOITE”= coabitar – “O coito no casamento é honroso e sem mácula.”
6. O sexo no casamento é importante e traz felicidade – Dt 24.5 = um ano de lua de mel
7. O sexo no casamento é para prazer do casal – Pv 5.15-21; Ec 9.9
8. O sexo no casamento requer carícias – Gn 26.8; Ef. 5.29 (I Ts 2.7)
9. O sexo no casamento requer entrega – I Co 7.3-5

III. A SANTIDADE DO SEXO EXPRESSADO NA BELEZA DO AMOR CONJUGAL
1. O amor tem gosto – Ct 1.2 (Sl 104.15) = O amor conjugal deve ser um banquete de alegria e prazer. O amor é delicioso Ct 7.6
2. O amor conjugal precisa ser fiel
2.1. É como fortaleza inexpugnável – Ct 8.10
2.2. É como jardim/ fechado, fonte selada – Ct 4.12
2.3. O êxtase pleno vem da comunhão – Ct 4.9
3. O amor conjugal precisa ser santo
3.1. Precisa ser puro – Ct 5.2; Ef 5.26
3.2. Precisa ser exclusivo – Ct 6.9; 2.2,3; 5.9,10; Pv 31.29
3.3. Precisa existir pertencimento – entrega – mutualidade – Ct 6.3; 2.16

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Amor, sexo, lascívia!

Uma das palavras mais populares do vocabulário dos adolescentes é amor. Porém poucos adolescentes realmente sabem o que é amor de verdade. Muitos confundem amor com lascívia, desejo, cobiça. Amor é de Deus – lascívia é do diabo. O amor liberta — a lascívia lhe prende na armadilha.

Adolescentes cheios de lascívia e desejo têm produzido contextos que chocam qualquer senso de decência. Uma onda de promiscuidade sexual varre o país e o mundo. Os jovens conversam abertamente sobre viverem juntos sem estarem casados, anticoncepcionais, gravidez, fornicação vergonhosa.

As doenças venéreas estão atingindo milhares de adolescentes. As escolas estão alarmadas. Os pastores se preocupam. Os pais estão horrorizados. Os adolescentes estão sendo lançados numa órbita de luxúria e de paixões abomináveis e implacáveis.

Eis uma história verídica de dois jovens que confundiram lascívia com amor. Ele era filho de um homem rico. Ela era a bela filha de uma família destacada socialmente. Ele achava difícil conseguir fazer alguma coisa com ela. Isso o incomodava dia e noite. Começou a elaborar e desenvolver planos sobre como possuí-la. Ela era completamente inocente; desejava mais do que nada encontrar o amor de sua vida.

Ele era bom de papo e tinha muitos amigos. O seu primeiro passo foi ganhar a confiança dos pais. Se transformou num tremendo fingido; usou todos os truques que havia nos livros; disse aos amigos que estava apaixonado por ela — que não conseguia nem dormir e nem comer. Ele teria de possuí-la de qualquer jeito. Um dia o mundo desabou em cima dela. Ele falou suave como o diabo, e foi astuto como uma raposa. Era mais forte do que ela.

Os registros dizem que ele a forçou. Mais tarde soube-se que ela tentou fugir mas não conseguiu. Ela chorou dizendo da vergonha terrível que seria, de como estariam ofendendo os pais dela, da loucura que ele estaria fazendo a si mesmo — mas ele não quis ouvir.

O amor ouve, mas a lascívia jamais. O amor é cauteloso — a lascívia é cega e descontrolada. Era amor de verdade? Você mesmo vai responder. Cinco minutos após tê-la desonrado, ele subitamente muda. Ela vê nele o animal que ele realmente era. Ele ordena que ela suma. Ela chora histericamente; suplica que ele não faça uma coisa assim tão odiosa. Ele tinha sido muito amoroso – mas agora que havia conseguido o quê desejava, a odiava.

Perguntas começam a se formar nos lábios dela. “Para onde irei? E a minha família? Já foi mal o jeito que você me tratou, mas por que agora se volta contra mim?” Suas palavras caem sobre ouvidos surdos. Ele diz que não suporta nem vê-la, e começa a lhe dizer palavrões e até se recusa a levá-la para casa. Ela é levada à casa de parentes. A última coisa que ele lhe diz é: “Não quero nunca mais te ver”. Ela foi pêga na armadilha! Esse não é o fim da história. Nunca é. Alguém quis se vingar. O irmão dela ficou furioso, e o pai quase morreu. O fim trágico veio num “coquetel” promovido pelo irmão da garota. Um criminoso contratado assassina o moço. Ele morre instantaneamente.

Isso soa como uma história dos jornais de hoje, não é? Mas essa é a história bíblica de Amnon e Tamar. (Você pode lê-la em Segundo Samuel 13). Também é a história de um número incontável de adolescentes por todo lado.

A Bíblia diz: “Cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte” (Tiago 1:14-15). A cobiça produz a morte!

Ouça, jovem – você sabe o resultado do jogo. A rota da cobiça, da lascívia – é a rota do inferno. E o inferno é a armadilha final do diabo! A atitude moderna em relação ao pecado não é nova em absoluto. Satanás enlaçou Eva com as mesmas mentiras que usa para prender na armadilha os adolescentes de hoje. Uma mesma rota sempre leva ao mesmo final. Flertar com o pecado sempre o levará àquele ponto onde você se verá subjugado por ele, incapaz de dar um jeito. Quando o jovem tenta se livrar das leis de Deus, ele só acaba pêgo na armadilha pelo diabo.

O mais triste de Tamar é que ela só buscava o amor — todo adolescente o busca. E os que buscam o amor nos pecados e prazeres da satisfação própria, cairão na armadilha exatamente como ela caiu. Mas muitos adolescentes, como a pessoa que lhe deu esta mensagem, encontraram amor e felicidade de verdade.

Esse não é simplesmente o tipo de amor sobre o qual você ouviu ou leu — trata-se do mais elevado tipo de amor que pode ser encontrado: o amor de Deus. Ele está tão acima de qualquer outro amor, que é capaz de produzir o mais elevado tipo de felicidade.

Como conhecer o amor de Deus? João 3:16 fala sobre ele: “Porque Deus *amou* ao mundo (incluindo você) de tal maneira que deu o seu Filho unigênito”. Como você sabe que Deus o ama? Porque Ele deu. O amor verdadeiro está interessado em dar em vez de receber. O amor verdadeiro se interessa pelo bem da outra pessoa, em vez de buscar gratificação pessoal.

Há uma saída para a armadilha em que você caiu. Há um jeito para se chegar ao real amor, à felicidade e à segurança. Mas é um caminho único: o jeito de Deus. O caminho de Deus é esse: aceite o presente de Deus, Jesus Cristo. Não se compra esse amor. Ele o ama mesmo com todos os seus pecados, e oferece salvação a você — de graça. Você não precisa se reformar. Ele o transformará.

Como isso é possível? Jesus Cristo morreu na cruz, recebendo a penalidade pelos seus pecados. João 3:16 continua: “Para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. A armadilha do pecado leva você para a morte eterna. Mas Cristo lhe oferece vida eterna — como um presente de graça.

Como se aceita esse presente gratuito? Arrependa-se dos seus pecados. Isso quer dizer que você deve se entristecer por eles, e pedir que Deus o perdoe. Então peça que Cristo viva em seu coração. Ele viverá! “Se confessarmos os nossos pecados, ele (Deus) é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (I João 1:9). A sua parte é confessar seus pecados. Quando fizer isso, Deus promete lhe perdoar. E Deus jamais retrocede numa promessa. Essa é a maneira bíblica de ser salvo. O primeiro movimento cabe a você. Deus o encontrará a meio caminho. Faça essa oração em seu coração:

“Jesus, reconheço que sou um pecador sem esperança e perdido. Eu preciso de Ti. Perdoe os meus pecados. Confesso-os todos a Ti nesse instante. Sei que podes perdoá-los, e perdoará. Creio em Ti, Jesus. Eu Te aceito em meu coração como meu Salvador pessoal. Obrigado, Jesus, por ouvir a oração de um pecador, e pelo dom da vida eterna que acabastes de me dar agora. Amém.”

Se você realmente quer saber mais sobre como se preparar para encontrar a Deus, entre em contato com o ministro de uma igreja onde Cristo é honrado, e a Bíblia é pregada. (NT)

Que Deus nos abençoe;

David Wilkerson / http://www.tscpulpitseries.org/

Por Litrazini


Graça e Paz

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Sexo, um tabu?

Se foi Deus quem criou o ser humano com sexualidade, por que em algumas religiões é proibido falar sobre sexo, e o sexo é permitido apenas para a procriação?

Porque existem pessoas que têm ideias absurdas sobre sexo. Dizem, por exemplo, que Deus criou o homem e permitiu que o diabo inventasse o sexo. Isto corre porque, para a grande maioria, a sexualidade está associada ao erro e ao pecado, e não a algo bom, criado por Deus para alegria do ser humano ou, então, é algo estabelecido por Ele apenas para a perpetuação da espécie humana. Daí a necessidade de esclarecermos o assunto.

Ao lermos Gênesis 2.7, percebemos que Deus teve um cuidado especial ao criar o homem. O Eterno formou o corpo do homem e o da mulher com órgãos sexuais distintos, soprou o fôlego de vida, e o ser humano foi feito alma vivente, dotado de capacidade de reprodução.

Por que Deus criou o homem e a mulher com órgãos genitais distintos e deu-lhes desejo sexual? Para brincar com os sentimentos deles? Teria Deus, por conta de algum prazer masoquista, colocado no ser humano desejos naturais que não pudessem ser satisfeitos? Claro que não!
Deus criou o homem e a mulher com órgãos genitais distintos, deu-lhes o desejo sexual, a libido, para que tanto o homem como a mulher tivessem prazer sexual; para despertar neles a vontade de unirem os seus corpos e saciarem os seus desejos mais íntimos de companhia, de intimidade, de afetividade.

O sexo foi ideia de Deus. Foi o Senhor quem nos criou com sexualidade. No entanto, Ele estabeleceu princípios para reger o relacionamento sexual do homem e da mulher, a fim de preservá-los psíquica, emocional e fisicamente.

Entre os princípios que regem a intimidade do casal, destaco:

1) o marido deve ser benevolente com a mulher;

2) o marido e a mulher não podem negar-se um ao outro, logo a sexualidade não deve ser suprimida da vida do casal;

3) a mulher tem preferência na relação íntima com o marido. O padrão de Deus para uma união sexual estável é o casamento de um homem com uma mulher (união monogâmica), após estes atingirem a maturidade biológica, emocional (e financeira), podendo deixar pai e mãe, e apegar-se ao cônjuge, formando com ele uma só carne.

Toda relação sexual fora do compromisso do casamento entre um homem e uma mulher foge ao projeto de Deus, e traz consequências funestas, porque o salário do pecado é a morte (Romanos6.23a).

Na relação íntima de um casal unido pelos laços matrimoniais em um vínculo de amor genuíno, há o que podemos chamar de “inocência erótica”; não existe culpa nem vergonha entre os cônjuges. Mas o mesmo não acontece nas relações reprovadas por Deus. As pessoas adúlteras, as fornicadoras e as homossexuais, mesmo que não admitam, carregam culpas, e não podem celebrar a intimidade profunda que há no casamento heterossexual. Nesse tipo de casamento normalmente, além do prazer físico, existe cumplicidade, satisfação íntima e sentimento de completude. Isso faz com que o casal permaneça unido, feliz, casado.

Já em relações ilícitas, os parceiros podem até desfrutar momentos de intenso prazer físico. Porém, não há como se tornarem uma só carne, porque os parceiros são tomados por medo, culpa, revolta, tédio; sentimentos que habitualmente levam a pessoa à depressão, à violência emocional e/ou física, à troca habitual de parceiros (especialmente no caso dos homossexuais, pois estes não conseguem chegar à satisfação plena, que há no casamento heterossexual).

Para entender melhor o modelo de relação conjugal estabelecido e abençoado por Deus, leia Cantares. Nele, você verá que o ser humano deve desfrutar com alegria o sexo no casamento, pois foi o Criador quem o dotou de sexualidade e de inteligência para construir um relacionamento saudável e feliz com o seu cônjuge, formando com ele uma família.

SUGESTÃO DE LEITURA:
Livro O cristão e a sexualidade, de Silas Malafaia, publicado pela Editora Central Gospel

Autor: Pr. Silas Malafaia

Por Litrazini


Graça e Paz

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Santidade do sexo

Referência: I Corintios 7.3-5

INIMIGOS DA SANTIDADE DO SEXO

1. Traumas de infância = abuso sexual

2. Orientação distorcida = sexo é sujo ou é só para procriação

3. Sentimento de culpa = pecados do passado

4. Amargura = espinhos no colchão, fuga, Tv, não ir juntos para a cama

5. Distorções doentias = sexo anal, masoquismo, sadismo, fitas pornôs

6. Frigidez – ejaculação precoce – ausência de organismo – freqüência diferente

7. Não se preparar para o sexo = o jogo idílico – sexualidade – toque – palavras.

I. A SEXUALIDADE FORA DOS PADRÕES DE DEUS


1. Por ter se afastado de Deus o homem se corrompeu sexualmente. Há desvios, patologias, aberrações, taras.


2. Sodoma e Gomorra – Gn 19.5

3. Os cananitas se perverteram sexualmente – Culto a baal (prostitutas cultuais) – Oséias

4. A situação dos gregos
4.1. Os grandes personagens da história tinham amantes
4.1.1. Alexandre Magno = Tinha THAIS que depois casou-se com Ptolomeu e tornou-se mãe de reis.
4.1.2. Aristóteles = Tinha a sua HERPÍLIA
4.1.3. Platão = Tinha sua ARQUENESSA
4.1.4. Péricles = Tinha ASPÁSIA que escrevia seus discursos
4.1.5. Sólon = Quando Sólon legalizou a prostituição e abriu prostíbulos do Estado, os lucros eram usados para erigir TEMPLOS aos deuses.

5. A situação dos romanos – A frouxidão moral grega invadiu Roma
5.1. Sêneca = “As mulheres se casam para divorciar e se divorciam para casar. A inocência não é rara, é inexistente.”
5.2. A corte real era devassa como o povo
5.2.1. Messalina = a imperatriz, esposa de Cláudio servia toda noite em um prostíbulo (Juvenal).
5.2.2. Calígula = Vivia em incesto habitual com DRUSILA, sua irmã
5.2.3. Nero = Nem sequer poupou sua mãe AGRIPINA, a quem depois assassinou.
5.2.4. Gibbon = afirmou que dos 15 primeiros imperadores, Cláudio, o traído pela mulher, foi o único imperador não homossexual.

6. A reação do Cristianismo = Paulo enfrentou três dificuldades:
6.1. Não havia forte frente de opinião contra a imoralidade = A imoralidade sexual era vista como algo natural.
6.2. O prevalecimento das idéias gnósticas = o corpo (matéria) é mau e não importa o que você faz com ele. O gnosticismo defendia a imoralidade.
6.3. A prostituição era vinculada com a religião = Os cultos a baal; templo de Afrodite em Corinto; o deus Eros na Grécia – estatuetas indecorosas nos Souveniers.

7. O alerta de Paulo
7.1. Aos Romanos – Rm 1.24-28
7.2. Aos Gregos – I Ts 4.1-8

8. A nova moralidade sexual
8.1. A liberação sexual na década de 60
8.2. A Tv, cinema, teatro, literatura pornográfica
8.3. O sexo no namoro
8.4. Os vídeos – as aberrações sexuais no leito conjugal

II. A SANTIDADE DO SEXO VISTA PELA ÓTICA DE DEUS


1. O sexo foi criado pelo Deus Santo – Gn 1.27-28; I Co 12.18 = Tudo que Deus faz é santo. Deus criou as partes do corpo e não criou algumas boas e outras más. O sexo é ordenado antes do pecado. O fruto proibido não é o sexo.

2. O sexo é bom – Gn 1.31

3. O sexo é recomendado por Deus – Gn 2.22-25; 4.1

4. Jesus ratifica a santidade do sexo – Mt 19.5

5. O sexo no casamento é honroso – Hb 13.4 = A palavra grega é “KOITE”= coabitar – “O coito no casamento é honroso e sem mácula.”

6. O sexo no casamento é importante e traz felicidade – Dt 24.5 = um ano de lua de mel

7. O sexo no casamento é para prazer do casal – Pv 5.15-21; Ec 9.9

8. O sexo no casamento requer carícias – Gn 26.8; Ef. 5.29 (I Ts 2.7)

9. O sexo no casamento requer entrega – I Co 7.3-5

III. A SANTIDADE DO SEXO EXPRESSADO NA BELEZA DO AMOR CONJUGAL

1. O amor tem gosto – Ct 1.2 (Sl 104.15) = O amor conjugal deve ser um banquete de alegria e prazer. O amor é delicioso Ct 7.6

2. O amor conjugal precisa ser fiel
2.1. É como fortaleza inexpugnável – Ct 8.10
2.2. É como jardim fechado, fonte selada – Ct 4.12
2.3. O êxtase pleno vem da comunhão – Ct 4.9

3. O amor conjugal precisa ser santo
3.1. Precisa ser puro – Ct 5.2; Ef 5.26
3.2. Precisa ser exclusivo – Ct 6.9; 2.2,3; 5.9,10; Pv 31.29
3.3. Precisa existir pertencimento – entrega – mutualidade – Ct 6.3; 2.16

Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes

Por Lidiomar

Graça e Paz

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Sexo vai além do prazer

Sexo vai além do prazer. Sexo é entrega, descobrimento, e doação. Sexo que só busca o prazer próprio é egoísta, animal, não nasce do amor. O homem é o único ser vivo que faz sexo olhando nos olhos; todos os outros animais fazem sexo por trás sem olhar para a parceira, apenas para satisfazer o cio. Deus ao criar o ser humano diferente nos leva a dar um significado superior ao sexo.

Ao falar da vida sexual de Adão, a Bíblia afirma que Adão conheceu a Eva (Gênesis 4.1). Sexo é conhecer o outro, encarar sem medo, culpa ou buscando a satisfação que sexo não dá. Felicidade dura muito mais do que os vinte segundos do clímax sexual.

Não afirmo que a vida sexual deve ser monótona ou vazia de novidades. Qualquer coisa que um casal faça para melhorar sua auto-estima e “apimentar” o relacionamento deve ser bem-vinda. A rotina acaba com o casamento, a vida profissional e a espiritualidade.

Viver é um mudar constante, é estar em movimento, é descobrir-se a cada dia, é experimentar o novo, e beber o cálice da vida por inteiro, seja ele amargo ou doce. Na vida sexual acontece o mesmo. O casal deve descobrir novas maneiras de provocar e ser provocado. Não dá para ter uma vida sexual sensacional apenas praticando “papai e mamãe”, onde o homem fica por cima e a mulher sempre por baixo.

Porém, Isso não significa que o casal precisa ser devasso, levando um ao outro a praticar e usar coisas que inibem e produzem culpa. Liberdade não é sinônimo de libertinagem. Mas, tudo aquilo que não ferir os princípios da Palavra de Deus, for bom para os dois e não para um só, que não agride a consciência de um dos cônjuges e que não obriga o outro a fazer algo que produza culpa é válido e lícito para trazer ainda maior prazer e liberdade à relação.

Uma vida sexual plena não vem apenas com a procura do prazer ou da auto-afirmação a qualquer custo. É fruto de um relacionamento diário onde impera o amor, o respeito, a renúncia e a fidelidade, onde valores como esses são trocados pela fantasia absurda, pela busca do prazer e não de um relacionamento sem mentira, orgulho e egoísmo nunca haverá felicidade sexual.

No momento que eles abandonam o respeito pela irresponsabilidade, a moralidade pelo prazer, a pureza pelo vício e o desejo de amar pelo egoísmo, apenas visando o “MEU” prazer e satisfação, o relacionamento produz dor, mágoa, culpa, aborto ou filhos indesejados.

Alguém que precisa da ajuda de filmes eróticos, ferramentas e outros inventos para chegar e levar a amada ao prazer está enfermo. Amar é mais do que bastante. Sou casado a 35 anos com a mesma mulher – seu jeito, seu olhar, seu andar, enfim, tudo o que ela faz e é me atrai.

Sexo sem amor dura trinta minutos, até muito menos. Uma mulher ou homem que se vende, quer gastar pouco tempo com a “transa”, afinal precisa de outro parceiro para possuir, ou tirar a “grana” que lhe sustenta. Sexo que nasce do amor dura muito tempo, 35 anos, como meu casamento ou 65 anos como meus avós.

Sexo sem amor custa barato. Há meninas que se vendem por 5 reais para fumar “Crack”. Sexo com amor custa caro. Para casar com minha mulher, paguei; para continuar casado, estou pagando; e vou pagar até morrer. Tudo que eu pagar ainda é barato, pelo muito que ela vale.

Sexo produz frutos. Somente os diferentes são capazes de produzir. Homem com homem ou mulher com mulher não produzem filhos. Se Deus criasse o mundo somente com dois machos ou duas fêmeas, o mundo acabaria com a morte dos dois. Ao criar homem e mulher, Deus criou a raça humana e lhes deu o direito e o prazer de procriarem-se.

Dr. Silmar Coelho

Por Lidiomar

Graça e Paz

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

O Cristão e a Sexualidade - Pr. Silas Malafaia

A sexualidade envolve o que há de mais íntimo na vida do ser humano. Dependendo do modo como é usufruída, ela tanto pode produzir resultados positivos quanto negativos, seja na área biológica, sociológica, psicológica ou espiritual.

Alguns líderes evangélicos não dão a devida importância que o assunto requer. Uns se recusam a falar sobre sexo porque acham que ele não tem nada a ver com os princípios do cristianismo, e, conseqüentemente, não teria nenhuma relevância. Já outros são tolhidos pela timidez ou acham-se incapazes de ensinar à sua igreja sobre o assunto.

E o resultado é que muitas vezes os problemas de relacionamento entre casais ficam sem solução ou geram separação, porque os cônjuges não receberam um ensino adequado, nem foram orientados sobre como deveriam agir em meio aos conflitos.

Existem crentes que, quando o assunto é sexo, defendem idéias absurdas. Dizem, por exemplo, que Deus criou o homem e permitiu que o diabo inventasse o sexo. Para uma grande maioria, a sexualidade está muito mais associada ao erro e ao pecado do que a algo bom, criado por Deus.

Porém, antes de julgar se o sexo é bom ou mau, precisamos saber quem o criou, com que finalidade ele foi criado e o que devemos fazer para tornar a sexualidade um relacionamento prazeroso.

Deus criou o homem e a mulher, e colocou órgãos genitais diferentes em cada um deles. Ele criou também os hormônios, que atuam na área da sexualidade masculina e são chamados de testosterona. Na mulher, estes hormônios são conhecidos como estrógeno. Deus criou na glande do pênis e no clitóris milhares de vasos sanguíneos, que armazenam uma grande quantidade de sangue para aumentar a sensibilidade. Em suma, Deus deu ao homem o desejo, a libido.

Deus criou o pênis no homem. Um tecido cavernoso que contém grandes espaços venosos, ligados por tecido fibroso revestido de pele. Deus criou os testículos, que são dois órgãos glandulares. Entre outras funções estes órgãos fabricam os espermatozóides e elaboram a testosterona.

Deus criou os canais ejaculadores, que são condutos formados pela união das vesículas seminais com os canais seminíferos. Deus criou o escroto, que é uma estrutura que encerra o testículo, o epidídimo, a parte inferior do canal deferente e o cordão espermático. E por fim Deus também criou as glândulas bulbo-uretrais. Estas segregam o sêmen, líquido que contém mucina, proteínas, água, sais minerais e cerca de 70 milhões de espermatozóides por centímetro quadrado. 

Na mulher Deus criou um canal músculo-membranoso extremamente dilatável, medindo aproximadamente entre 8 e 9 centímetros de comprimento, chamado vagina. Deus criou nela os ovários, constituído por duas pequenas glândulas em forma de amêndoa, situadas na cavidade pélvica de cada lado do útero. A função dos ovários é produzir, desenvolver e amadurecer os óvulos. Eles também produzem pelo menos dois tipos de hormônios: estrogênio e progesterona.

Deus criou as trompas de falópio, tubos finos que se estendem da cavidade peritonial ao útero. Através delas os óvulos liberados dos ovários chegam ao útero. Deus criou o útero, que é um órgão muscular em forma de pêra, situado no centro da cavidade pélvica, atrás da bexiga. Durante a gravidez, o útero aumenta consideravelmente, atingindo um comprimento que ultrapassa 30 centímetros. Por fim Deus criou a vulva, que é o conjunto dos órgãos genitais externos.

Os desejos íntimos

Agora perguntamos: por que Deus criou estes dois órgãos genitais que acabamos de analisar? Será Ele um tipo masoquista que criaria no homem desejos naturais que não podem ser satisfeitos? Por que existem milhares de terminações nervosas no corpo do homem que faz com que a sensualidade seja despertada com um simples toque? Para que Deus criou tudo isso? Para brincar com os nossos sentimentos e as nossas emoções?

Deus criou a sexualidade no homem e na mulher para despertar neles a vontade de unirem os seus corpos e saciarem os seus desejos mais íntimos. A sexualidade mata no homem a fome de intimidade que ele tem.

(Trecho do livro O Cristão e a Sexualidade, do Pastor Silas Malafaia)


A Graça e a Paz do Senhor Jesus Cristo.


Moacir Neto

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.