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quinta-feira, 6 de março de 2025

O HOMEM, A MULHER E CRISTO

A Bíblia ensina-nos que o casamento é uma íntima comunhão.

"Por isso deixa o homem pai e mãe, e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne" (Gn 2.24).

Casamento implica em deixar pais e unir-se a seu cônjuge, resultando em uma união totalmente nova e íntima, a qual deve perdurar durante toda a vida.

A unidade no casamento deve existir em vários níveis.

Inicia-se no plano espiritual: um casal é unido pelo amor que nutre por Cristo e um pelo outro.

O que também propicia uma união em termos intelectuais, volitivos, emocionais, sociais e físicos.

Em segundo lugar, a Bíblia ensina que o casamento cristão é uma união exclusiva, pura, imaculada.

Marido e esposa são, não mais dois, mas um.

Ninguém mais poderá desfrutar de tal relacionamento da maneira como eles o partilham.

A Bíblia afirma: "Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem" (Mc 10.9).

O casamento, do ponto de vida de Deus, é absolutamente exclusivo, uma vez casado, sua afeição pertence a seu cônjuge.

Não há lugar para imoralidade sexual, jogos ou flertes com outros.

Em terceiro lugar, a Bíblia também ensina que o casamento é uma união simbólica, uma linda metáfora de Cristo e a igreja.

Da mesma forma que o marido e sua mulher são uma só carne, assim também Jesus Cristo é um espírito com sua igreja.

A mulher deve relacionar-se com seu marido, como a igreja com Cristo.

Devo amar minha esposa da mesma forma que Cristo amou sua igreja.

O casamento cristão é realmente um triângulo: o homem, a mulher e Cristo.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 5 de julho de 2023

TESTEMUNHO TRANSFORMADOR

E muitos dos samaritanos daquela cidade creram nele, pela palavra da mulher” [...] (Jo 4.39)

A multidão veio por causa daquela mulher, eles ouviram as palavras da boca de Jesus e tiveram uma experiência pessoal com o Senhor, daí, eles testemunharam:

“Indo, pois, ter com ele os samaritanos, rogaram-lhe que ficasse com eles; e ficou ali dois dias. E muitos mais creram nele, por causa da sua palavra. E diziam à mulher: Já não é pelo teu dito que nós cremos; porque nós mesmos o temos ouvido, e sabemos que este é verdadeiramente o Cristo, o Salvador do mundo”

Vemos aqui que nossos testemunhos por mais tremendos que sejam não são substitutos para a pregação deliberada da Palavra de Deus. 

Quando testemunhamos das obras de Deus nas nossas vidas, estamos levando as pessoas ao Filho de Deus que é o Caminho, mas quando o Filho recebe essas vidas, Ele as conduz ao Pai.

Ele nos disse: “[...] ninguém vem ao Pai senão por mim”

Que papel importante àquela mulher desenvolveu na salvação daquela cidade!

Levou seu povo ao Salvador apenas com seu testemunho.

Ela não recebeu um milagre; não testemunhou Jesus multiplicando pães ou peixes;

Não O viu andando sobre as águas e nem o contemplou ressuscitando mortos;

Não O viu expulsar demônios e nem transformando água em vinho.

Mas experimentou uma mudança em sua vida que foi notória a toda a cidade.

Sem sombra de dúvida, o fator Mulher Samaritana é uma excelente e poderosa ferramenta de anúncio do evangelho da Graça de Deus.

Essa mulher representa cada cristão que recebeu o Salvador em seu coração e que não se contentou em ficar calado. 

Pessoas que, assim como o apóstolo Pedro, entenderam que não podem deixar de falar do que tem visto e ouvido.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 19 de abril de 2020

O EXEMPLO DA MULHER HEMORRÁGICA


“Então ele lhe disse: Filha, a sua fé a curou! Vá em paz e fique livre do seu sofrimento”. Vs 34.

A maioria das mulheres na Bíblia têm uma história muito bonita. A Bíblia diz que quem acha uma esposa, acha um tesouro! A mulher é uma bênção de Deus! Também diz que as mulheres serviam a Jesus com seus bens – mulher é liberal! As mulheres são mais cuidadosas, detalhistas, delicadas…

A mulher veio para abençoar a Terra e um homem que tem uma mulher virtuosa é honrado!

No texto de Marcos 5.25-34, temos o exemplo dessa mulher que há 12 anos perdia sangue. O sangue é força, é vida, é saúde, vigor e a ausência do sangue é anemia, fraqueza, doença, fragilidade, depressão e morte.

A vida da carne está no sangue e essa mulher por 12 anos perdia sangue, mas ela não desistiu. Nunca desista dos seus sonhos! Essa mulher nunca tinha visto sequer um milagre de Jesus, mas ela ouvir dizer que Jesus iria passar por ali e diante disso se aprontou e se colocou num ponto estratégico para tocá-Lo.

Talvez seu casamento esteja abalado, seu filho esteja perdido, seu padrão de vida tenha caído… Não sei qual é o seu problema, mas, seja qual for, não desista!

A mulher hemorrágica é um exemplo pra nós – todos já haviam desistido dela, mas ela não desistiu de si mesma. Cuide de sua saúde, da sua aparência, invista na sua vida.

A Bíblia diz que essa mulher gastou tudo o que tinha sem obter sucesso, antes ia de mal a pior, mas ela não desistiu.

Mulher você é uma ilha, todos irão se atracar em você, por isso seja forte! A geração hoje está sofrendo seriamente pela ausência da mulher dentro de casa – muitas tiveram que sair para trabalhar porque seus maridos muitas vezes preguiçosos não assumiram o papel de provedor dentro do lar.

Essa mulher despendeu de tudo porque ela se amava. Ela nunca desistiu! Era muito difícil para ela tocar em Jesus – era mais fácil ela tocar nos discípulos, mas ela tinha um alvo e esse alvo era Jesus.

Tenha um alvo na vida, fixe seus olhos em Jesus. Ela pensou: “Se eu conseguir tocar em Jesus serei curada.” Ela tinha essa convicção e por isso atingiu seu objetivo.

Jesus vendo que saíra d’Ele virtude perguntou quem havia tocado n’Ele. E aquela mulher relatou o milagre que se realizara. Ao ouvir o testemunho Jesus disse a ela: “Filha a sua fé te salvou…” a mulher hemorrágica foi buscar a cura e recebeu mais do que foi buscar. Ela recebeu a salvação!

Não desista!

Pr. Jorge Linhares

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 3 de abril de 2017

FEBE, A MULHER QUE PROTEGEU PAULO

“Recomendo-vos, pois, Febe, nossa irmã, a qual serve na igreja que está em Cencreia, para que a recebais no Senhor, como convém aos santos, e a ajudeis em qualquer coisa que de vós necessitar; porque tem hospedado a muitos, como também a mim mesmo”. (Romanos 16.1-2 ACF)

Quando uma pessoa está buscando um novo emprego no mercado de trabalho, geralmente ela leva um curriculum vitae e apresenta referências comerciais a fim de certificar ao possível empregador sobre o seu caráter e capacidade profissional.

No mundo antigo não era muito diferente, as pessoas portavam cartas de apresentação ou recomendação. Estas cartas eram conhecidas como sustatikai epistolai.

Paulo escreve uma sustatikai epistolai para apresentar e recomendar Febe à Igreja em Roma. Febe procedia de Cencreia, que era o porto de Corinto. O próprio nome “Febe” significa “radiante”, “brilhante”.

Essa atitude de Paulo faz cair por terra o pensamento de alguns que dizem que Paulo era machista. Este capítulo refuta a ideia de que Paulo não gostava de ver mulheres trabalhando nas igrejas.

Na verdade, além de Febe, entre as pessoas saudadas estão oito mulheres e Paulo comenta sobre essas mulheres:
Maria, v.6; Priscila, uma cooperadora, v.3; Trifena e Trifosa, v.12; Pérside, v.12; A mãe de Rufo, v.13
E Júlia e Irmã de Nereu, v.15

Mas voltemos para Febe, o apóstolo dos gentios e autor de quase metade do Novo Testamento, simplesmente pede aos romanos que a recebam no Senhor, como convém aos santos e que a ajudem em tudo que vier a precisar.

Paulo declara, porque tem sido protetora de mim e de muitos. Tem sido coluna, base, referência.

Já li muitos artigos sobre Ester, Débora, Rebeca, Maria, mas por que uma mulher chamou tanta a atenção do apóstolo Paulo, a ponto de adjetivá-la de forma tão contundente?
Febe desempenhava um ministério de servir na Igreja com excelência.

Tudo indica que Febe era diaconisa, provavelmente oficial da igreja. Para ser diaconisa suas credenciais eram: deveria ser respeitável, não maldizente, temperante e fiel em tudo, conforme Paulo escreveu a Timóteo, capítulo 3, versículo 11.
Ou seja, Febe possuía excelência naquilo que fazia, pois era uma mulher de Deus, cheia do Espírito Santo.

Febe cuidava de Paulo e dos demais, sendo hospitaleira e cuidadosa. Febe também era generosa e hospitaleira, tendo ajudado a muitos crentes, incluindo o próprio apóstolo. Acredita-se esse cuidado de Febe incluía assistência financeira e obras de caridade.

Nesse grupo de investir financeiramente na obra de Deus, o médico Lucas nos apresenta, no capítulo 8: Maria Madalena, Joana, Suzana e outras mulheres anônimas que prestavam assistência a Jesus com os seus bens.

FEBE TINHA VIDA COM DEUS.
Naqueles dias havia um grande número de cristãos impostores, que fingiam ser cristãos. Esses pseudos-cristãos exploravam a bondade das pessoas, pedindo doações financeiras, narrando histórias fraudulentas. Logo, a carta de apresentação servia como garantia do caráter do indivíduo.

É uma verdade irrefutável que Febe era uma cristã genuína, uma mulher de Deus. Febe estava na vanguarda das mulheres do seu tempo.

Em meio a uma cultura extremamente machista, em que a maioria das mulheres tinha a sua vida social dedicada a servir ao marido e dar-lhe descendentes, nota-se que Febe fez parte de um seleto time de mulheres que fizeram a diferença, quebrando paradigmas da sua época, mulheres que não se contentaram em ficar com águas nos tornozelos, antes, mergulharam em águas profundas, permitindo-se serem usadas na mão de Deus .

Anderson Vieira

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Sexo, um tabu?

Se foi Deus quem criou o ser humano com sexualidade, por que em algumas religiões é proibido falar sobre sexo, e o sexo é permitido apenas para a procriação?

Porque existem pessoas que têm ideias absurdas sobre sexo. Dizem, por exemplo, que Deus criou o homem e permitiu que o diabo inventasse o sexo. Isto corre porque, para a grande maioria, a sexualidade está associada ao erro e ao pecado, e não a algo bom, criado por Deus para alegria do ser humano ou, então, é algo estabelecido por Ele apenas para a perpetuação da espécie humana. Daí a necessidade de esclarecermos o assunto.

Ao lermos Gênesis 2.7, percebemos que Deus teve um cuidado especial ao criar o homem. O Eterno formou o corpo do homem e o da mulher com órgãos sexuais distintos, soprou o fôlego de vida, e o ser humano foi feito alma vivente, dotado de capacidade de reprodução.

Por que Deus criou o homem e a mulher com órgãos genitais distintos e deu-lhes desejo sexual? Para brincar com os sentimentos deles? Teria Deus, por conta de algum prazer masoquista, colocado no ser humano desejos naturais que não pudessem ser satisfeitos? Claro que não!
Deus criou o homem e a mulher com órgãos genitais distintos, deu-lhes o desejo sexual, a libido, para que tanto o homem como a mulher tivessem prazer sexual; para despertar neles a vontade de unirem os seus corpos e saciarem os seus desejos mais íntimos de companhia, de intimidade, de afetividade.

O sexo foi ideia de Deus. Foi o Senhor quem nos criou com sexualidade. No entanto, Ele estabeleceu princípios para reger o relacionamento sexual do homem e da mulher, a fim de preservá-los psíquica, emocional e fisicamente.

Entre os princípios que regem a intimidade do casal, destaco:

1) o marido deve ser benevolente com a mulher;

2) o marido e a mulher não podem negar-se um ao outro, logo a sexualidade não deve ser suprimida da vida do casal;

3) a mulher tem preferência na relação íntima com o marido. O padrão de Deus para uma união sexual estável é o casamento de um homem com uma mulher (união monogâmica), após estes atingirem a maturidade biológica, emocional (e financeira), podendo deixar pai e mãe, e apegar-se ao cônjuge, formando com ele uma só carne.

Toda relação sexual fora do compromisso do casamento entre um homem e uma mulher foge ao projeto de Deus, e traz consequências funestas, porque o salário do pecado é a morte (Romanos6.23a).

Na relação íntima de um casal unido pelos laços matrimoniais em um vínculo de amor genuíno, há o que podemos chamar de “inocência erótica”; não existe culpa nem vergonha entre os cônjuges. Mas o mesmo não acontece nas relações reprovadas por Deus. As pessoas adúlteras, as fornicadoras e as homossexuais, mesmo que não admitam, carregam culpas, e não podem celebrar a intimidade profunda que há no casamento heterossexual. Nesse tipo de casamento normalmente, além do prazer físico, existe cumplicidade, satisfação íntima e sentimento de completude. Isso faz com que o casal permaneça unido, feliz, casado.

Já em relações ilícitas, os parceiros podem até desfrutar momentos de intenso prazer físico. Porém, não há como se tornarem uma só carne, porque os parceiros são tomados por medo, culpa, revolta, tédio; sentimentos que habitualmente levam a pessoa à depressão, à violência emocional e/ou física, à troca habitual de parceiros (especialmente no caso dos homossexuais, pois estes não conseguem chegar à satisfação plena, que há no casamento heterossexual).

Para entender melhor o modelo de relação conjugal estabelecido e abençoado por Deus, leia Cantares. Nele, você verá que o ser humano deve desfrutar com alegria o sexo no casamento, pois foi o Criador quem o dotou de sexualidade e de inteligência para construir um relacionamento saudável e feliz com o seu cônjuge, formando com ele uma família.

SUGESTÃO DE LEITURA:
Livro O cristão e a sexualidade, de Silas Malafaia, publicado pela Editora Central Gospel

Autor: Pr. Silas Malafaia

Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 13 de maio de 2012

Mãe! Um anjo de Deus!


E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te.  (Deuteronômio 6:6-7).

Ser mãe é um mistério, difícil de explicar. Deus concede-lhe uma força imensa, de uma dimensão que só uma mãe entenderá. Por um filho ela é capaz de entrar nas maiores pelejas, escalar montanhas, enfrentar grandes desafios, arriscar a sua vida. Tudo isso lhe parece tão natural que nem dá o devido valor. Afinal, trata-se do seu filho... e o forte vínculo afetivo que os une justifica tudo.

Normalmente, as mães alegram-se mais pelos sucessos dos seus filhos do que pelos seus próprios sucessos.

Ser mãe é um ministério precioso diante de Deus, com legitimidade para sobrepor-se a outros ministérios e atividades, pelo extremo valor que contém. É ver cumprido o verdadeiro sentido do amor, que “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (I Coríntios 13: 7).

Comenta-se que porque Deus não podia estar fisicamente presente entre as pessoas, Ele criou as Mães para ocupar Seu lugar. A Escritura reafirma amplamente a influência da mãe no desenvolvimento moral e espiritual dos filhos. Na prática, uma mãe pode mostrar que “o temor do SENHOR é o princípio da sabedoria” (Sl.111.10). Essa sabedoria, cuja fonte é Deus, influi nas palavras e ações da criança. 

Diz uma lenda que o dia em que o bom Deus criou as mães, um mensageiro se acercou dele e lhe perguntou o porquê de tanto zelo com aquela criação. Em que, afinal de contas, ela era tão especial?

O bondoso e paciente Pai de todos nós lhe explicou que aquela mulher teria o papel de mãe, pelo que merecia especial cuidado. Ela deveria ter um beijo que tivesse o dom de curar qualquer coisa, desde leves machucados até namoro terminado. Deveria ser dotada de mãos hábeis e ligeiras que agissem depressa preparando o lanche do filho, enquanto mexesse nas panelas para que o almoço não queimasse. Que tivesse noções básicas de enfermagem e fosse catedrática em medicina da alma. Que aplicasse curativos nos ferimentos do corpo e colocasse bálsamo nas chagas da alma ferida e magoada.

Mãos que soubessem acarinhar, mas que fossem firmes para transmitir segurança ao filho de passos vacilantes. Mãos que soubessem transformar um pedaço de tecido quase insignificante numa roupa especial para a festinha da escola. 

Por ser mãe deveria ser dotada de muitos pares de olhos. Um par para ver através de portas fechadas, para aqueles momentos em que se perguntasse o que é que as crianças estão tramando no quarto fechado. Outro par para ver o que não deveria, mas precisa saber e, naturalmente, olhos normais para fitar com doçura uma criança em apuros e lhe dizer: "eu te compreendo. Não tenhas medo. Eu te amo", mesmo sem dizer nenhuma palavra.

O modelo de mãe deveria ser dotado ainda da capacidade de convencer uma criança de nove anos a tomar banho, uma de cinco a escovar os dentes e dormir, quando está na hora. Um modelo delicado, com certeza, mas resistente, capaz de resistir ao vendaval da adversidade e proteger os filhos, de superar a própria enfermidade em benefício dos seus amados e de alimentar uma família com o pão do amor.

Uma mulher com capacidade de pensar e fazer acordos com as mais diversas faixas de idade.

Uma mulher com capacidade de derramar lágrimas de saudade e de dor mas ainda assim insistir para que o filho parta em busca do que lhe constitua a felicidade ou signifique seu progresso maior.

Uma mulher com lágrimas especiais para os dias da alegria e os da tristeza, para as horas de desapontamento e de solidão.

Uma mulher de lábios ternos que soubesse cantar canções de ninar para os bebês e tivesse sempre as palavras certas para o filho arrependido pelas tolices feitas.

Lábios que soubessem falar de Deus, do universo e do amor. Que cantassem poemas de exaltação à beleza da paisagem e aos encantos da vida.

Uma mulher. Uma mãe, o anjo que vela, a mulher que ora, na esperança de que os seus filhos alcancem felicidade e paz. (A.D.)

E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição. (Cl 3.14) Esse é o amor de mãe, a única força capaz de fazer com que entendamos o sacrifício de Deus por nós. Somente Deus dá sentido à nossa vida.

Mamãe, que você seja alegre, amiga, bondosa, carinhosa, companheira, corajosa, determinada, intercessora, perseverante e, cheia do poder de Deus, é o desejo do nosso coração.

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz




quinta-feira, 10 de maio de 2012

O que diz a Bíblia sobre ser uma mãe cristã?


Ser mãe é um papel muito importante que o Senhor escolhe para dar a muitas mulheres. Às mães é dito que amem seus filhos em Tito 2:4-5, que diz: “Para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos, A serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seus maridos, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada.”

Em Isaías 49:15a a Bíblia diz: “Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre?”

Quando se começa a ser mãe?
Os filhos são presentes do Senhor (Salmos 127:3-5). Em Tito 2:4, aparece a palavra grega “phileoteknos”. Esta palavra representa um tipo especial de “mãe-amor”. A idéia que esta palavra evoca é de “preferir” nossos filhos, “cuidar” deles, “alimentá-los”, “abraçá-los” com amor, “satisfazer suas necessidades”, “amavelmente ser amiga” de cada um como único vindo da mão de Deus.

A Escritura nos ordena para que vejamos “mãe-amor” como nossa responsabilidade.

A palavra de Deus ordena tanto às mães quanto aos pais para que façam várias coisas na vida de seus filhos, dando:

Disponibilidade
Manhã, tarde e noite. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração;
E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te.  (Deuteronômio 6:6-7).

Envolvimento
Interagindo, colocando pontos de vista, pensando e processando a vida juntos. E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor. (Efésios 6:4).

 
Ensinamento
Sobre as Escrituras, a visão bíblica do mundo. Porque ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e pôs uma lei em Israel, a qual deu aos nossos pais para que a fizessem conhecer a seus filhos; Para que a geração vindoura a soubesse, os filhos que nascessem, os quais se levantassem e a contassem a seus filhos; (Salmos 78:5-6); Deuteronômio 4:10, Efésios 6:4.

Treinamento
Ajudando o filho a desenvolver habilidades e descobrir seu potencial. Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.(Provérbios 22:6).

Disciplina
Ensinando o temor do Senhor, ensinando seus limites de forma consistente, amorosa e firme. A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, envergonha a sua mãe. (Pv. 29.15). Confira ainda os textos: (Ef. 6:4, Hb. 12:5-11, Pv. 13:24, 19:18, 22:15, 23:13-14).

Nutrição
Provendo um ambiente de constante apoio verbal, liberdade de falhar, aceitação, afeto e amor incondicional (Tito 2:4, II Timóteo 1:7, Efésios 4:29-32, 5:1-2, Gálatas 5:22, I Pedro 3:8-9).

Exemplo com integridade
Vivendo de acordo com o que ensina, sendo um modelo com o qual o filho possa aprender “captando” a essência de um viver piedoso (Deuteronômio 4:9, 15, 23; Provérbios 10:9, 11:3; Salmos 37:18, 37).

A Bíblia nunca ordena que todas as mulheres devam ser mães. Contudo, diz que aquelas que o Senhor abençoa e se tornam mães devem tomar seriamente tal responsabilidade.

As mães têm um papel único e crucialmente importante nas vidas de seus filhos.

A maternidade não é um trabalho ou tarefa desagradável.

Da mesma forma com que uma mãe gera seu filho durante a gravidez, e da mesma forma com que a mãe alimenta e cuida de seu filho durante a infância, as mães têm também um papel constante na vida de seus filhos, adolescentes, jovens adultos e até filhos completamente adultos.

Enquanto o papel da maternidade deve se transformar e se desenvolver, o amor, cuidado, educação e encorajamento que uma mãe dá nunca devem terminar.

GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz


domingo, 26 de junho de 2011

É Necessário

Jesus caminhava da Judéia para a Galiléia, havia outro caminho mais fácil, havia um caminho mais comum, o caminho pelo vale do Jordão era um caminho mais viável para Jesus, porém ele preferiu outro caminho, pois era necessário passar por Samaria (v. 4).

Aquele caminho reservava muitos acontecimentos. Por isso era necessário passar por ele.

Jesus se cansou, pois era exaustivo o caminho e resolveu se assentar para descansar, pediu aos seus discípulos para buscar comida.

Era necessário Jesus ter cansado, era necessário se assentar ao lado da fonte de água.

Uma mulher se aproxima neste contexto de acontecimentos necessários, Jesus pediu água, a mesma não esperava encontrar alguém naquela hora na fonte, ela não esperava encontrar um judeu, ela não esperava que um judeu falasse com ela, mas tudo isso foi necessário.

O que estamos passando hoje é necessário, as lutas, as dificuldades, as faltas são necessárias, a tristeza às vezes é necessária, perder também em algumas situações é necessário.

A falta de água na casa da samaritana lhe proporcionou encontrar com aquele que é maior do que as fontes de Jacó daqual a mulher esperava tirar a água.

A falta de água fez com que ela encontrasse com alguém que lhe oferecia algo além de uma simples água, esse alguém lhe mostrou que existia algo além do simples poço, havia uma fonte inesgotável de vida.

A água sempre simbolizou vida, e a água que Jesus prometera aquela mulher era a água viva, ela não era uma fonte geradora de vida ela era a própria vida.

Jesus falava de Si mesmo, Ele é esta fonte, porém percebemos a dificuldade da mulher entender o que Jesus estava dizendo

Para entender o que Jesus falava era necessário primeiro conhecer o dom de Deus, que é o Amor, já que ela e mais ninguém esperava que um homem ainda mais sendo judeu dialogasse com um samaritano, oamor estava prevalecendo, tudo era necessário.

Os acontecimentos em nossas vidas são necessários para termos uma experiência com Jesus, a falta, as dificuldades financeiras, as provas, os desertos são necessários, mas sempre terá alguém te esperando nesse caminho, alguém que é a própria fonte de vida.

Esta mulher precisou de água e Jesus a aguardava ao lado do poço, se não tivesse faltado água em sua casa ela não encontraria com Jesus, foi necessário ter falta de água.

Muitas coisas em nossas vidas são necessárias, mesmo achando que não são, elas são importantes para o nosso crescimento e para a salvação de nossa família.

Os discípulos chegam da cidade comalimentos para Jesus, mas quando chegaram se depararam com esta cena:

Jesus assentado ao lado do poço de Jacó e a mulher ao seu lado escutando as belas palavras do Mestre.

Eles ficaram sem reação, pois era necessário tudo aquilo.

O silêncio deles era necessário.

A fome que Jesus sentiu foi necessária;assim que seus discípulos foram buscar alimento, houve a possibilidade da mulher se achegar ao poço, pois caso ela percebesse que havia vários homens ali, ela não se achegaria para buscar a água, e não iria conhecer a verdadeira fonte de água... Jesus!

Tudo foi necessário.

Autor: Pr. Eduardo Santos

Por Lidiomar

Graça e Paz

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Inteligência Conjugal; Só o amor não basta!

"Você quer ter razão ou ser feliz?"

O amor-romântico não é tudo em um relacionamento.

Infelizmente, muitos jovens se casam pensando que o "amor-romântico" será à base de sustentação de uma vida conjugal equilibrada, harmoniosa e feliz. Pode até ser que na primeira faze, que é a da idealização, onde não se vê o real, mas sim àquilo que foi sonhado, projetado e idealizado, este tipo de amor seja a base. Porém, quando os dois forem "caindo na real" e os defeitos forem aparecendo e o "anjo" ganhar a forma de "ser humano" com todas as imperfeições, traumas e limitações o "amor romântico" deixará de ser suficiente.

Eu diria que os casais brigam, não por falta de amor, mas por falta de inteligência conjugal. Até para ser feliz é preciso ser inteligente!

Há um texto na carta do apóstolo Paulo escrito aos Efésios, que expressa a importância de compreender esse princípio:

"Maridos, ame cada um a sua mulher, assim como Cristo amou a igreja e entregou-se por ela (Ef.5.25) para santificá-la, tendo-a purificado pelo lavar da água mediante a palavra, (v.26) e para apresentá-la a si mesmo como igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou (v.27) coisa semelhante, mas santa e inculpável".

O que o apóstolo está querendo nos ensinar, é:

Todas as vezes que o marido investe na sua esposa, o mais beneficiado é ele mesmo. "...para apresentar a si mesmo como igreja(esposa) gloriosa..." isso é inteligência conjugal. Se esta não for a visão que orienta a vida dos dois, a competição passa a existir impedindo que eles sejam "aliados íntimos" contra os inimigos do casamento, que não são poucos.

"Você quer ter razão ou ser feliz?"

Não são poucos os casais que por causa da inflexibilidade, gastam uma fortuna com aquilo que não vale uma moeda de cinqüenta centavos de reais. É a "mania" de querer sempre ter razão, mesmo que isto aprofunde a crise, gere magoas, levante um muro de resistência provocando um distanciamento cada vez maior um do outro.

A humildade é uma das virtudes da inteligência conjugal.

Na convivência a dois é necessário algumas vezes um "perder" para que os dois possam ganhar. Estruturas rígidas quebram com facilidade. As árvores que suportam as grandes tempestades e não se quebram, são as flexíveis. Quando o homem e a mulher atingem esse nível de maturidade, vivendo com flexibilidade, é porque definitivamente entenderam que inteligência conjugal mais amor adulto gera a verdadeira felicidade.

É importante compreender que para ser feliz, você não precisa se anular, tornando-se um "boneco" sem o direito de sugerir, opinar, contrariar, participar etc. O casamento não pode provocar a morte do "eu" e nem da "individualidade" de cada cônjuge.

É extremamente preocupante quando ouço alguém dizendo: "Estou casado ou casada a trinta anos e nunca brigamos, discutimos ou gritamos um com o outro!" Se isso for verdade, é porque os dois não se amam, ou estão juntos mas nunca compreenderam o que é casamento.

Só quem deseja o melhor para o outro é que reclama, critica, cobra, aponta as áreas que precisam melhorar. Quem um dia ou outro não acorda mal humorado, irritado, estressado ou perturbado com alguma situação que lhe foge ao controle. Onde não há preocupação com o outro, não há brigas, discussões porque impera a indiferença que é a maior demonstração de falta de amor maduro e de inteligência conjugal.

É bom "brigar - construtivamente" para se ter razão, quando o que está em jogo é a estabilidade da relação, o futuro da família, o equilíbrio financeiro, a vida espiritual do cônjuge e a felicidade do casal.

Quando a causa da "batalha travada" é algo banal, pequeno no seu valor e importância, todo tempo e energia que se gasta é um desperdício tolo, ai, não vale a pena ter razão é preferível ser feliz.

Autor: Pr. Josué Gonçalves

Por Lidiomar

Graça e Paz

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Por que bons casamentos tropeçam em coisas ruins?

Há um texto na Bíblia, no livro de Eclesiastes, que revela o desejo do coração de Deus para cada casal: "Goza a vida com a mulher que amas..." (Ec 9.9).


Quando Deus planejou o casamento, Ele pensou em um relacionamento que proporcionasse ao casal alegria, felicidade, cumplicidade, prazer e paz. Infelizmente, com a queda (Gn 3) o homem passou a viver as conseqüências do pecado também no casamento. Mas Jesus se manifestou para trazer cura e restauração (Lc 19:10).


Hoje é possível ser feliz no casamento, basta praticar os princípios estabelecidos na Palavra do Senhor, que é o nosso manual de instrução (Sl 119:105).


Quando é que bons casamentos tropeçam em coisas ruins?


Quando as expectativas não são cumpridas.


Quando você se casou, o que você esperava do seu cônjuge?


Todos os jovens que estão se preparando para casar, nutrem expectativas em relação ao futuro cônjuge. A jovem desenha na sua mente tudo o que ela espera daquele que será o seu marido. Muitas dizem: meu futuro marido será sensível às minhas necessidades, romântico, gentil, afetuoso, generoso, bom amante, amigo, companheiro de todas as horas, trabalhador, bom genro, etc.


Não é diferente com o rapaz, que pensa: Minha futura esposa será romântica, generosa, mansa, carinhosa, boa amante, sensível as minhas necessidades, amiga, companheira e boa nora. Ai eles se casam, mas com um ano, os dois se frustram, porque nada daquilo que foi tão esperado acontece. Por quê?


Uma das razões é porque na maioria das vezes os casais não praticam a arte da comunicação construtiva. Um não sabe qual é a real necessidade do outro. Quando não há diálogo, as necessidades não são conhecidas e por isso não são supridas. Bons casamentos, onde os casais evitam tropeçar em coisas ruins, são aqueles onde os dois se preocupam em manter os canais de comunicação sempre abertos.


Nunca deixe o seu marido/esposa ficar tentando adivinhar quais são as suas carências, necessidades ou anseios. Converse, dialogue, explique, se abra.


Não existe outro caminho para superar este problema a não ser através da comunicação.


O que muitos não sabem, é que não basta escutar, é preciso ouvir com o seu coração o coração do outro.


Ouvir com sensibilidade é se importar com aquilo que é importante para o outro.


Que bom se você acordasse amanhã perguntado para si mesmo: "O que eu posso fazer hoje para suprir uma carência ou necessidade do meu cônjuge?"


Esse é um dos segredos de uma vida a dois que vale a pena ser vivida! Reflita sobre isso e compartilhe com o seu cônjuge.


Pr. Josué Gonçalves


Por Lidiomar


Graça e Paz

sábado, 18 de dezembro de 2010

Dicas para o casal fazer amor e não apenas sexo

Dicas para os maridos

Se você acordou com a alma desejosa por um encontro sexual diferenciado com sua esposa logo mais à noite, dê um “sinal” a ela. Deixe um bilhete romântico, mande um e-mail, passe uma mensagem pelo celular, ligue e deixe um recado na secretária eletrônica. Assim, os dois estarão se preparando para o melhor;

De vez em quando, busque um lugar diferente daquele onde sempre acontece o ato sexual. Seja criativo!

Se a mulher se excita mais com o que ouve, sussurre nos ouvidos da sua amada palavras que externem seu apreço, admiração, afeto, amor, carinho…

Gaste tempo com toques, afagos, abraços e beijos antes do coito. Prolongue o tempo de excitação;

Valorize os perfumes, os cremes, o banho, o fazer a barba…

Não se concentre apenas nos órgãos genitais da esposa. Descentralize o sexo. Há uma viagem a ser feita por caminhos que levam até onde você quer chegar, porém, quanto mais demorado for, melhor para ela. Lembre-se: tudo na vida deve ser feito com criatividade! Leia o livro Cantares, de Salomão.

Fique atento a tudo aquilo que possa desconcentrar a esposa. Verifique se a porta e a janela estão bem fechadas, se não há possibilidade de as crianças ou uma visita que esteja em casa estar ouvindo os sons espontâneos do encontro e outros cuidados. As mulheres se preocupam com essas coisas muito mais do que os homens, por isso, quando o homem não atenta a esses detalhes, a mulher não fica à vontade para “fazer amor”.

Dicas para as mulheres

• Ao perceber a intenção do marido, procure corresponder, a menos que você tenha uma razão que justifique adiar o encontro sexual;

• Se o homem se excita mais pelo que vê, procure vestir-se de forma sedutora ao seu amado;

• Se o seu marido não é do tipo afetuoso, ele pode aprender com você. Não apenas lhe dê carinho, toques e afagos, mas também verbalize sobre a sua necessidade de ser tocada carinhosamente;

• Seja ousada no “fazer amor”, dê liberdade à sua imaginação, sem ferir o cônjuge e transgredir princípios;

• Valorize o perfume, o bom hálito, os cremes, a música romântica, as roupas adequadas para o momento, as frutas…

• Procure evitar pequenas manias. Não sucumba à “lei do capricho”, isso pode quebrar o clima romântico;

• De vez em quando, surpreenda seu amado, esperando-o de uma forma que ele seja estimulado sexualmente. Prepare a casa, o jantar, a sobremesa. Coloque uma música romântica, vista-se de forma sedutora, se penteie, calce uma sandália, passe o perfume que ele gosta e leve as crianças para ficar com alguém de sua confiança.

Monte o cenário para uma noite inesquecível com o seu marido. Qual é o homem que não se rende diante de uma esposa assim?

Quando os instrumentos estão afinados e os músicos tocam bem, o relacionamento a cada dia vai se tornando mais doce, agradável e prazeroso. Repito, não basta fazer sexo, é bem melhor fazer amor.

A diferença entre “fazer sexo” e “fazer amor” está no que significa uma e outra coisa. Fazer amor é se entregar, é desnudar a alma, descobrir-se para o cônjuge, se deixar conhecer e conhecer o outro.

A sexóloga Maria Helena Matarazzo diz que quando as pessoas se unem fisicamente sem revelar sua personalidade e sua individualidade, acordam depois do ato e se percebem dois estranhos. Segundo ela, isso acontece porque o amor não é apenas a revelação da nossa parte exterior, mas sim, mais que tudo, é a revelação do nosso mundo interior. “Se não fosse assim, qualquer relacionamento, mesmo o extra ou pré-conjugal, daria certo”, finaliza a sexóloga.

O apóstolo Paulo, instruindo os casais da igreja que estava na cidade de Corinto, escreveu sobre o porque marido e mulher devem buscar sempre um ajustamento nessa área:

“… mas, por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido. O marido conceda à esposa o que lhe é devido, e também, semelhantemente, a esposa, ao seu marido.A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher. Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes a oração e, novamente, vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência”. (1 Co 7.2-5)

Só os casais que fazem amor sabem que a recompensa é encontrar, no prazer, o prazer que se proporciona ao cônjuge. Isso porque o laço que os une é o prazer.

Extraído do livro: “23 Atitudes Para Revolucionar o Casamento”.

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.