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quarta-feira, 24 de julho de 2019

A BÍBLIA NOS INSTRUI A TER A FÉ DE UMA CRIANÇA?


Inquestionavelmente, a fé é a essência da vida cristã. A fé é exortada em toda a Bíblia e é apresentada como uma necessidade absoluta. Na verdade, "sem fé é impossível agradar a Deus" (Hebreus 11:6). Todo o capítulo de Hebreus 11 é sobre fé e aqueles que a possuíam.

A fé é um dom de Deus, como vemos em Efésios 2:8-9, e não é algo que criamos sozinhos. Todos os cristãos têm recebido o dom da sua fé das mãos de Deus, e a fé faz parte da Sua armadura — o escudo com o qual nos protegemos dos "dardos inflamados do Maligno" (Efésios 6:16).

A Bíblia nunca nos exorta a ter a fé "de uma criança", pelo menos não com essas palavras. Em Mateus 18:3 Jesus diz que devemos nos "tornar como crianças" para entrar no reino de Deus. O contexto da declaração de Jesus é a pergunta dos discípulos: "Quem é, porventura, o maior no reino dos céus?" (versículo 1). Em resposta, Jesus, "chamando uma criança, colocou-a no meio deles. E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus. Portanto, aquele que se humilhar como esta criança, esse é o maior no reino dos céus. E quem receber uma criança, tal como esta, em meu nome, a mim me recebe" (versículos 2-5).

Assim, enquanto os discípulos se concentram no que constitui "grandeza" no céu, Jesus oferece uma nova perspectiva: o caminho "para cima" é "para baixo". É necessária a mansidão (ver Mateus 5:5). Jesus exorta os discípulos (e nós) a procurar possuir uma modéstia como a de uma criança, além da fé.
Aqueles que de bom grado tomam a posição mais baixa são os maiores aos olhos do céu.

Uma criança pequena está destituída de ambição, orgulho e altivez e, portanto, é um bom exemplo para nós. As crianças são caracteristicamente humildes e ensináveis. Elas não são propensas ao orgulho ou hipocrisia. A humildade é uma virtude recompensada por Deus; como Tiago diz: "Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará" (Tiago 4:10).

Embora a fé não seja mencionada em Mateus 18:1-5, sabemos que não é apenas a humildade que guia uma pessoa ao céu, mas fé no Filho de Deus. Uma fé humilde e despretensiosa poderia ser chamada de "fé de uma criança". Quando Jesus queria abençoar as crianças, Ele disse: "Deixai vir a mim os pequeninos, não os embaraceis, porque dos tais é o reino de Deus. Em verdade vos digo: Quem não receber o reino de Deus como uma criança de maneira nenhuma entrará nele" (Marcos 10:14-15).

Como uma criança recebe um presente? Com abertura, honestidade e alegria desenfreada. Esse tipo de autenticidade feliz deve ser uma marca da nossa fé quando recebemos o presente de Deus em Cristo.

Claro que as crianças são facilmente enganadas e desviadas. Na sua ingenuidade, deixam de perceber a verdade e são atraídas por mitos e fantasias. Entretanto, isso não é o que se entende por ter a fé de uma criança. Jesus promoveu uma fé humilde e honesta em Deus e usou a inocência de uma criança como exemplo.

Emulando a fé das crianças, devemos simplesmente acreditar em Deus e Sua Palavra. Assim como as crianças confiam em seus pais terrenos, devemos confiar que nosso "Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem" (Mateus 7:11).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

O QUE APRENDEMOS DE JESUS?


Lucas 18:16, 17 Mas Jesus chamou a si as crianças e disse: “Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam; pois o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes a elas. Digo-lhes a verdade: Quem não receber o Reino de Deus como uma criança, nunca entrará nele”.

A criança, ao menos quando não corrompida por programas televisivos e etc., é sempre simples, no sentido de não conseguir ser dupla.

Quem já foi a uma festa de aniversário de criança e deu um presente que ela não gostaria de ganhar? Para terror de seus pais, com certeza ela demonstrou que não gostou! Isso pode nos constranger ­ mas é uma forma de simplicidade, de honestidade e transparência!Você já tentou brincar com uma criança, quando ela perdeu o interesse pelo brinquedo? Ela deixa claro, com toda a simplicidade, que não quer mais brincar, e ponto final!

O contrário da simplicidade é a duplicidade. Alguém duplo é alguém que possui “duas caras”, como se diz popularmente; que não possui integridade, no sentido de que não se pode dizer que ele seja o mesmo o tempo todo. Alguém que perdeu a singeleza, que aprendeu a representar um papel.

Quem abandona a simplicidade, logo desenvolve duas características: dissimulação e astúcia.

Dissimulação, porque por várias razões projeta uma imagem de si que não é verdadeira:
Lucas 20:20 Pondo-se a vigiá-lo, eles mandaram espiões que se fingiam justos para apanhar Jesus em alguma coisa que ele dissesse, de forma que o pudessem entregar ao poder e à autoridade do governador.
Aqui, o objetivo era prejudicar a Jesus; mas a motivação pode ser também o egoísmo, o interesse próprio, o orgulho. Qualquer motivo que nos leve a tentar parecer o que não somos de fato.

Astúcia, porque é preciso adequar seu modo de falar e comportar-se para se ajustar à sua atitude dissimulada:
Josué 9:3, 4 Contudo, quando os habitantes de Gibeom souberam o que Josué tinha feito com Jericó e Ai, recorreram a um ardil. Enviaram uma delegação, trazendo jumentos carregados de sacos gastos e vasilhas de couro velhas, rachadas e remendadas. Todo um contexto foi preparado para tornar válida e eficaz a dissimulação.
Jó 15:5 Você adota a linguagem dos astutos.
Veja que os astutos desenvolvem uma linguagem que lhes é própria.
Exemplo: quem vive no adultério. Abandona a simplicidade de um relacionamento conjugal correto, e logo precisa recorrer à astúcia para dissimular seu comportamento.

O Reino de Deus é um convite para retornarmos à simplicidade. Não há lugar para dissimulação e astúcia; não há lugar para tentar aparentar o que não somos.

2 Coríntios 1:12 Ora, a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que com simplicidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e especialmente para convosco.
Atos 2:46 tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração.
Colossenses 3:22 Vós, servos, obedecei em tudo a vossos senhores segundo a carne, não servindo só na aparência, como para agradar aos homens, mas em simplicidade de coração, temendo a Deus.

O QUE SIGNIFICA, NA PRÁTICA, VIVERMOS ESSA SIMPLICIDADE DO REINO DE DEUS?
Viver a simplicidade do Reino significa abandonar a preocupação com “muitas coisas”, e trocá-la pelo que realmente tem importância. Lembrando que a primeira definição de “simplicidade” é a característica daquilo que não é complexo (complicado).

Lucas 10:38-41 Caminhando Jesus e os seus discípulos, chegaram a um povoado, onde certa mulher chamada Marta o recebeu em sua casa. Maria, sua irmã, ficou sentada aos pés do Senhor, ouvindo a sua palavra. Marta, porém, estava ocupada com muito serviço. E, aproximando-se dele, perguntou: “Senhor, não te importas que minha irmã tenha me deixado sozinha com o serviço? Dize-lhe que me ajude!” Respondeu o Senhor: “Marta! Marta! Você está preocupada e inquieta com muitas coisas; todavia, apenas uma é necessária. Maria escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada”.

Fica claro que, para Jesus, o que era realmente importante era estar aos Seus pés, em comunhão com Ele. Quando nossa vida deixa de ser simples, gastamos cada vez mais tempo com coisas que não têm tanta importância. Marta “precisava” apresentar-se diante de Jesus como uma dona de casa excelente; todavia, era isso que realmente importava, com o Senhor ali na sala? Se não podemos “abandonar as panelas” para simplesmente estar com o Senhor, isso é um sinal de que nos tornamos complicados demais. Precisamos voltar a ser simples!

Será que o Senhor não está nos chamando para um estilo de vida mais simples? A história do irmão que tinha tempo para Deus e para os irmãos ­ até comprar uma chácara e fugir para lá todo final de semana!

Pr Rui – comunidadecarisma

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 22 de junho de 2017

O QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE O PAI CRISTÃO?


 O maior mandamento na Escritura é este: “Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças” (Deuteronômio 6:5). Retrocedendo ao verso 2, lemos: “Para que temas ao Senhor teu Deus, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos, que eu te ordeno, tu, e teu filho, e o filho de teu filho, todos os dias da tua vida, e que teus dias sejam prolongados.” Seguindo os versos, mais adiante vemos: “E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te” (versos 6 e 7).

A história dos hebreus revela que o pai deveria ser diligente em instruir a seus filhos nos caminhos e palavras do Senhor, para seu próprio desenvolvimento e bem estar espiritual. O pai que era obediente aos mandamentos das Escrituras, fazia justamente isto. A importância primária desta passagem é que os filhos devem ser criados na “disciplina e admoestação do Senhor”, a responsabilidade de um pai na casa.

Isto nos traz uma passagem no Livro de Provérbios capítulo 22:6-11; mas principalmente o verso 6, que diz: “Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer (quando crescer) não se desviará dele.” Educar indica a primeira instrução que um pai e mãe devem dar a um filho; ou seja, sua primeira educação. A educação tem como objetivo revelar perante a criança como a vida é prevista para ela. Iniciar a educação da criança desta forma é de grande importância, assim como uma árvore segue a inclinação de seus primeiros anos.

Uma passagem do Novo Testamento nos dá uma clara ilustração da instrução do Senhor para um pai em relação à educação de seus filhos. Efésios 6:4 é um resumo da instrução aos pais, colocado de forma negativa e positiva: “E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.” Aqui está o que diz a Bíblia sobre a responsabilidade de um pai em criar seus filhos. O aspecto negativo deste verso indica que um pai não deve fomentar maus sentimentos em seus filhos sendo severo, injusto, parcial ou exercitando sua autoridade de forma irracional. Isto só servirá para que o filho alimente rancor em seu coração.

O aspecto positivo é expresso em uma instrução compreensiva: ou seja, eduque-o, crie-o, desenvolva sua conduta em todos os aspectos da vida pela instrução e admoestação do Senhor. Este é o treinamento (ser um modelo definitivo como pai) ou educação de uma criança – todo o processo de educar e disciplinar. A palavra “admoestação” carrega consigo a idéia de “colocar na mente da criança”, o que é o ato de lembrar a criança de suas faltas (de forma construtiva) ou responsabilidades (responsabilidades de acordo com seu nível de idade e compreensão).

Não se deve permitir que a criança cresça sem cuidado ou controle. A criança deve ser instruída, disciplinada e admoestada, para que adquira conhecimento, autocontrole e obediência. Todo este processo de educação deve ser em um nível espiritual e cristão (no verdadeiro significado desta palavra). É a “disciplina e admoestação do Senhor” a única forma efetiva de alcançar os objetivos da educação. Qualquer outra substituição ou meio de educar pode resultar em desastroso fracasso. O elemento moral e espiritual de nossa natureza é tão essencial e tão universal quanto o intelectual. Por isso, a espiritualidade é necessária ao desenvolvimento da mente, tanto quanto o conhecimento. Provérbios 1:7 nos diz: “O temor do Senhor é o princípio do conhecimento.”

O pai cristão é realmente o instrumento na mão de Deus na questão da paternidade. Assim como o cristianismo é a única religião verdadeira, e Deus em Cristo é o único Deus verdadeiro, a única forma possível de obter uma educação proveitosa é a disciplina e admoestação do Senhor. Todo o processo de instrução e disciplina deve ser aquele que Ele (Deus) prescreve e administra, para que Sua autoridade possa estar em contato constante e imediato com a mente, coração e consciência da criança. O pai humano não deve jamais se apresentar como autoridade final que determine verdade e dever. Isto simplesmente desenvolve o aspecto humano do “eu”. Somente fazendo com que Deus, Deus em Cristo, seja o mestre e governante, sob cuja autoridade tudo deve ser crido e obedecido e sob cuja vontade tudo deve ser feito, é possível alcançar os objetivos da educação.

As instruções das Escrituras aos pais são sempre o ideal de Deus. Às vezes temos a tendência em “baixar” estes ideais ao nível de nossos ideais e experiências humanas. Sua pergunta, entretanto, é o que a Bíblia diz a respeito de ser um pai. Tentei responder adequadamente. Descobri, por experiência de ser pai de três filhos, o quanto falhei no ideal bíblico. Isto, entretanto, não desvirtua a Escritura e a verdade e sabedoria de Deus, para dizer que “a Escritura simplesmente não funciona”.

Façamos um resumo do que foi dito. A palavra “provocar” significa irritar, exasperar, mostrar de forma errada, incitar, etc. Isto resulta de um espírito e métodos equivocados, ou seja, severidade, irracionalidade, autoritarismo, dureza, exigências cruéis, restrições desnecessárias e insistência egoísta em relação à autoridade. Tais provocações resultarão em reações adversas, murchando o afeto, criando obstáculos ao desejo por santidade e fazendo o filho sentir que não pode, de modo algum, agradar a seus pais (eu sei, pois já passei por isso). Um pai (ou mãe) sábio (quisera eu ter sido mais sábio) busca fazer com que a obediência seja algo desejável e alcançável mediante amor e gentileza. Os pais não devem ser tiranos impiedosos.

Martinho Lutero dizia: “Deixe a maçã ao lado da vara e dê a seu filho quando fizer o certo”. A disciplina na educação geral e cultura deve ser exercitada com cuidadosa vigilância e constante ensino, com muita oração. O castigar, disciplinar e aconselhar pela Palavra de Deus, proporcionando tanto reprimendas como encorajamento, segundo a necessidade, é indicativo de “admoestação”. A instrução dada vem do Senhor, é aprendida na escola da experiência cristã e é administrada pelos pais (o pai). A disciplina cristã é necessária para impedir que a criança cresça sem a reverência a Deus, respeito pela autoridade dos pais, conhecimento dos padrões cristãos e hábitos de autocontrole. 

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem (ou mulher) de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra” (II Timóteo 3:16-17). Isto é o que diz a Bíblia sobre ser um bom pai. Os meios e métodos que os pais podem usar a fim de ensinar a verdade de Deus irão necessariamente variar. Mas estas verdades sempre deverão estar disponíveis para serem aplicadas em qualquer objetivo de vida, no viver e no estilo de vida.

Assim como o pai é fiel em seu papel de modelo para os filhos, o que a criança aprende sobre Deus permanecerá através de toda a sua vida, não importando o que faça ou onde possa ir. Os filhos aprenderão a “amar a Deus de todo o coração, alma e força”, e terão o desejo de servir a Deus em tudo o que fizerem.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 11 de maio de 2013

Qual a relevância do bom testemunho na formação dos filhos?


Qual a relevância do bom testemunho na formação dos filhos?

A Palavra de Deus orienta: Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele (Provérbios 22.6). Mas como alguém que não sabe o caminho certo instruirá outro a andar nele? Ensinará os filhos a serem determinados e a persistirem em quê? No erro? O que os pais de hoje estão ensinando aos seus filhos?

Certos pais são materialistas, e compensam sua ausência devido a compromissos profissionais dando presentes caros aos filhos, em vez de atenção, diálogo e afeto. Assim, estão ensinando aos filhos que coisas valem mais do que pessoas.

Outros pais têm dupla personalidade. Fora de casa, são uma coisa; dentro, outra totalmente diferente. Na casa do Senhor, aparentam ser santos, amorosos, prestativos e bons cristãos. Mas, quando estão sozinhos com os filhos em casa, esquecem todos os princípios da Palavra de Deus. Mentem, tiram vantagens dos outros, compram e não pagam, falam mal do pastor e do patrão, veem programas impróprios para cristãos. Com sua dupla escala de valores, vivem de fachada, demonstrando não terem temor a Deus. Acabam ensinando os filhos a seguirem seu mau exemplo.


Esses pais precisam reeducar a si próprios, a fim de poder, então, ensinar conceitos e modelos adequados aos filhos. Precisam ler a Palavra de Deus e aprender com o Senhor os princípios que norteiam um crescimento gradual e uniforme, relacionamentos sadios e uma vida equilibrada e feliz, edificada sobre a Rocha.

O problema é que hoje ninguém quer ter trabalho com nada. Colocar um filho no mundo é fácil, mas educá-lo requer muita dedicação; é desgastante e demanda tempo, paciência, autocontrole e autocrítica por parte dos pais.

Como vivemos numa época em que a cultura das facilidades é incentivada, os pais priorizam sua carreira e seus afazeres, em detrimento da educação dos filhos. Eles delegam essa responsabilidade à escola e à igreja. Contudo, a tarefa primordial de formar caráter e afetividade é da família, e não dessas instituições. Professores não substituem pai e mãe!

Por causa do mau exemplo dos pais, muitos jovens não temem a Deus, não honram a Sua Palavra, pecam e participam das atividades da igreja como se o Senhor não exigisse santidade. Contudo, chegará o dia em que Deus os confrontará com aquilo que eles têm ouvido na igreja.

O Senhor tratará com eles e com seus pais, como fez com o sacerdote Eli e seus dois filhos, Hofni e Finéias.

O maior legado que os pais deixam para os filhos é o exemplo. Os pais têm um papel fundamental na formação e educação dos filhos, fornecendo-lhes um modelo. Se este modelo for ruim, será mais difícil para o jovem desenvolver outro padrão de comportamento, pois introjetou um padrão errado.

A criança é como uma esponja: suga tudo o que está vendo e ouvindo de seus pais; reproduz sua conduta, suas atitudes, suas reações e suas palavras. Por quê? Porque, como um ser sociológico, o ser humano depende de outro semelhante para se desenvolver. É a partir desse outro, que funciona como um espelho, que sua autoimagem, sua autoestima e identidade são formadas.

SUGESTÕES DE LEITURA:
1 Samuel 2.27-36; 3.12-14; 4.11-22; Efésios 6.4

Autoria: Pr. Silas Malafaia

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

quinta-feira, 10 de maio de 2012

O que diz a Bíblia sobre ser uma mãe cristã?


Ser mãe é um papel muito importante que o Senhor escolhe para dar a muitas mulheres. Às mães é dito que amem seus filhos em Tito 2:4-5, que diz: “Para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos, A serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seus maridos, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada.”

Em Isaías 49:15a a Bíblia diz: “Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre?”

Quando se começa a ser mãe?
Os filhos são presentes do Senhor (Salmos 127:3-5). Em Tito 2:4, aparece a palavra grega “phileoteknos”. Esta palavra representa um tipo especial de “mãe-amor”. A idéia que esta palavra evoca é de “preferir” nossos filhos, “cuidar” deles, “alimentá-los”, “abraçá-los” com amor, “satisfazer suas necessidades”, “amavelmente ser amiga” de cada um como único vindo da mão de Deus.

A Escritura nos ordena para que vejamos “mãe-amor” como nossa responsabilidade.

A palavra de Deus ordena tanto às mães quanto aos pais para que façam várias coisas na vida de seus filhos, dando:

Disponibilidade
Manhã, tarde e noite. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração;
E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te.  (Deuteronômio 6:6-7).

Envolvimento
Interagindo, colocando pontos de vista, pensando e processando a vida juntos. E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor. (Efésios 6:4).

 
Ensinamento
Sobre as Escrituras, a visão bíblica do mundo. Porque ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e pôs uma lei em Israel, a qual deu aos nossos pais para que a fizessem conhecer a seus filhos; Para que a geração vindoura a soubesse, os filhos que nascessem, os quais se levantassem e a contassem a seus filhos; (Salmos 78:5-6); Deuteronômio 4:10, Efésios 6:4.

Treinamento
Ajudando o filho a desenvolver habilidades e descobrir seu potencial. Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.(Provérbios 22:6).

Disciplina
Ensinando o temor do Senhor, ensinando seus limites de forma consistente, amorosa e firme. A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, envergonha a sua mãe. (Pv. 29.15). Confira ainda os textos: (Ef. 6:4, Hb. 12:5-11, Pv. 13:24, 19:18, 22:15, 23:13-14).

Nutrição
Provendo um ambiente de constante apoio verbal, liberdade de falhar, aceitação, afeto e amor incondicional (Tito 2:4, II Timóteo 1:7, Efésios 4:29-32, 5:1-2, Gálatas 5:22, I Pedro 3:8-9).

Exemplo com integridade
Vivendo de acordo com o que ensina, sendo um modelo com o qual o filho possa aprender “captando” a essência de um viver piedoso (Deuteronômio 4:9, 15, 23; Provérbios 10:9, 11:3; Salmos 37:18, 37).

A Bíblia nunca ordena que todas as mulheres devam ser mães. Contudo, diz que aquelas que o Senhor abençoa e se tornam mães devem tomar seriamente tal responsabilidade.

As mães têm um papel único e crucialmente importante nas vidas de seus filhos.

A maternidade não é um trabalho ou tarefa desagradável.

Da mesma forma com que uma mãe gera seu filho durante a gravidez, e da mesma forma com que a mãe alimenta e cuida de seu filho durante a infância, as mães têm também um papel constante na vida de seus filhos, adolescentes, jovens adultos e até filhos completamente adultos.

Enquanto o papel da maternidade deve se transformar e se desenvolver, o amor, cuidado, educação e encorajamento que uma mãe dá nunca devem terminar.

GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz


Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.