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segunda-feira, 6 de julho de 2026

ESTEJA EM SINTONIA COM DEUS

Milhões de pessoas vivem na incerteza sobre Deus.

Buscam paz e consolo em religiões, filosofias, encantamentos, auto sacrifício, penitência, superstições e outras avenidas de busca espiritual.

As pessoas ficam desorientadas na vida e transmitem sua confusão interior aos negócios.

Elas estão confusas dentro de si mesmas, e, em pouco tempo, esse mal se refletirá em seus negócios.

A bolsa de valores pode quebrar. Guerras podem estourar.

Tragédias podem ocorrer. Fome, secas ou crises materiais podem assolar a sociedade.

Todavia, se você estiver em sintonia com Deus, não será derrotado, porque Ele deseja o melhor para seus filhos.

As portas do inferno não podem prevalecer contra você (Mt. 16.18) porque Deus está do seu lado.

Abra as portas da sua mente para a maneira de pensar de Deus.

Doença e dor não fazem parte do plano dEle.

Deus é o criador. Tudo pertence a Ele. E você é a principal criação de Deus.

“E conhecereis a Verdade, e a verdade vos libertará” (João 8.32).

Deus mostra que deseja a nossa amizade, mas não nos obriga.

Você e eu temos o direito de escolher.  

“...Porque só Me revelarei àqueles que Me amam e Me obedecem. O Pai também os amará, e Nós haveremos de vir e morar com Ele.” (Jo 14.23).

“Eu sou a videira; vocês são os ramos. Todo aquele que vive em Mim, e Eu nele, produzirá muitos frutos...” (Jo 15.5).

A receita é: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém pode chegar até o Pai, a não ser por mim.” (Jo. 14.6).

Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nEle, e Ele o fará. (Sl 37.5)

Confie nEle de todo o coração e Ele fará o que for necessário.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 11 de novembro de 2025

FAMÍLIA DE DEUS

Quando pomos nossa fé em Cristo, Deus se torna nosso Pai, tornamo-nos seus filhos.

Todo ser humano foi criado por Deus, mas nem todos são filhos de Deus.

A única maneira de fazer parte da família de Deus é nascer de novo e, assim, passar a pertencer a ela.

Você torna-se parte da família humana por meio de seu primeiro nascimento, mas torna-se membro da família de Deus por meio de seu segundo nascimento.

“...Conforme a sua grande misericórdia, Ele nos regenerou para uma esperança viva, por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos (1Pe 1.3).

“...mas receberam o Espírito que os adota como filhos, por meio do qual clamamos: “Aba, Pai”. O próprio Espírito testemunha ao nosso espírito que somos filhos de Deus (Rm 5.15b,16).

O convite para fazer parte da família de Deus é universal, mas há uma condição: fé em Jesus.

Todos vocês são filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus (Gl 3.26).

Não apenas nascemos de novo por meio da fé para fazer parte da família de Deus, mas a Bíblia diz que Deus também nos “adota”.

Não merecemos ser seus filhos, mas Ele escolheu nos dar esse privilégio porque nos ama.

Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram por descendência natural, nem pela vontade da carne nem pela vontade de algum homem, mas nasceram de Deus (Jo 1.12,13).

Assim, você já não é mais escravo, mas filho; e, por ser filho, Deus também o tornou herdeiro (Gl 4.7).

Transcrito por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

ASSUNTOS DE FAMÍLIA

Todo mover de Deus, todo avivamento que encontramos tanto na Bíblia como na história, parece estar relacionado com restauração familiar.

“Mas para vós outros que temeis o meu nome nascerá o sol da justiça, trazendo salvação nas suas asas… Ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais, para que Eu não venha e fira a terra com maldição.” (Malaq 4.2,6)

O profeta Malaquias fala de restauração no relacionamento entre pais e filhos.

Já o profeta Joel, usado por Deus, falou do derramar do Espírito Santo alcançando não apenas os pais, mas também seus filhos: 

“E acontecerá, depois, que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões; até sobre os servos e sobre as servas derramarei o meu Espírito naqueles dias.” (Joel 2.28-29)

Não há como separar os assuntos de fé e família.

Quem não vive o padrão divino para a família está ferindo sua fé, sua própria relação com Deus.

Isso só ressalta o valor da família no plano divino para a humanidade.

Deus não abençoa a família apenas porque ela é importante para nós, mas primeiramente porque ela é importante para Ele!

A família é algo que Deus usa para se revelar, para se fazer conhecer.

Texto retirado do artigo "Fé e Família", escrito por Luciano Subirá

Por Litrazini

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Graça e Paz

  

domingo, 9 de outubro de 2022

DEUS RESPONDE AOS SEUS ESCOLHIDOS

Quando lutamos na oração não estamos tentando vencer a relutância do Pai em responder à nossa oração.

Estamos indo a um Pai amoroso que se alegra muito em responder as nossas orações e em derramar coisas boas nas nossas vidas.

Jesus disse: “..., quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que pedirem?” (Mt.7.11).

Lutar na oração é perseverar no Espírito, na fé, sabendo que o Pai fará o que prometeu. Este é o tipo de fé que agrada a Deus.

Na parábola de Jesus, do juiz injusto e da viúva. Ele enfatizou novamente a necessidade de uma persistência na oração, que se recusa a desistir.

Uma viúva naquela época, com frequência, não tinha família ou outros recursos dos quais dependesse. Ela foi até o juiz iníquo e suplicou pelo seu caso dizendo: “...Faze-me justiça contra o meu adversário.” (Lc.18.3).

Os clamores da viúva caíram em ouvidos surdos. O juiz iníquo recusou-se a fazer alguma coisa para ajudá-la durante um tempo. “E por algum tempo não quis...” (Lc.18.4).

Não sabemos quanto tempo se passou. Mas a viúva não desistiu!

Ela continuou perseverando com persistência desavergonhada e a determinação de não parar a menos que o juiz iníquo fizesse algo para ajudá-la.

O mesmo juiz, vendo que ela não iria desistir, disse consigo: “...Ainda que não temo a Deus, nem respeito os homens, todavia, como esta viúva me incomoda, hei de fazer-lhe justiça, para que ela não continue a vir molestar” (Lc.18.4).

A viúva pressionou e quebrou toda a resistência através de sua perseverança.

Jesus está nos ensinando a sermos como a viúva – a continuar a perseverar na oração até recebermos a resposta.

Jesus explicou a parábola dizendo: “...Ouvi o que diz esse juiz injusto. E não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que dia e noite clamam a ele, já que é longânimo para com eles? Digo-vos que depressa lhes fará justiça. (Lc.18.6-7).

Se o juiz iníquo respondeu aos clamores persistente da viúva, a quem não conhecia, muito mais Deus responderá aos seus escolhidos, seus filhos amados, que clamam por ele persistentemente.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

sexta-feira, 30 de abril de 2021

FILHOS E HERDEIROS DE DEUS

O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co herdeiros de Cristo; se com Ele sofremos, também com Ele seremos glorificados. Rm 8:15-17.

Mt 6:26 nos diz que Deus é Pai, 'vosso Pai Celestial'. Isto é emocionante.

A realidade de Deus ser Pai de cada cristão é um dos grandes e recorrentes temas do Sermão do Monte.

Todos quantos nasceram de novo foram adotados na família de Deus.

Essas pessoas renunciaram a seu antigo pai e a seus hábitos pecaminosos e aceitaram a Deus como Pai. Passaram a fazer parte da grande família dos redimidos. Estão, portanto, em condições de chamar Deus de 'Aba, Pai'.

Aqueles que ainda têm o diabo como pai não podem fazer isso. 'Aba' é um termo carinhoso, como a palavra 'papai' em português. Que maravilha!

O Deus do Universo é meu Papai. Não admira que eu não precise me preocupar. Não admira que eu não tenha temor. Deus é Aba para mim. Esse fato fornece a base da confiança.

Contudo, Deus não tem apenas a proximidade de um papai; Ele também possui o poder de um Criador. Foi Ele quem trouxe os mundos à existência. 'Os céus por Sua palavra se fizeram, e, pelo sopro de Sua boca, o exército deles.'

Sal. 33:6. 'Pois Ele falou, e tudo se fez; Ele ordenou, e tudo passou a existir.' Verso 9.

Nosso Aba também é o poderoso Criador das aves e das flores. Essa é a razão por que não devo me preocupar. Ele tem a proximidade de um papai e o poder de um Deus galáctico. Que Senhor!

Mas isso não é tudo. Nosso Aba Criador também tem o coração de um redentor. Ele nos amou tanto que deu Seu Filho para morrer em nosso lugar, a fim de que tivéssemos vida eterna.

Este é o Deus a quem servimos. Ele é Papai, Criador e Redentor, tudo de uma vez.

Seu cuidado por nós não se limita apenas à esfera espiritual; abrange também nosso vestuário e sustento de cada dia.

Quem pode ficar ansioso tendo tal Senhor como amigo?

Por Litrazini

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Graça e Paz

quarta-feira, 13 de março de 2019

INSATISFAÇÃO? SERVOS? AHHH!! FILHOS!!


“... aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez”. (Fp. 4.11,12).

A insatisfação tem sido um dos traços mais marcante da vida de muitos que se abrigam na casa de Deus. Vivem sob o teto do Pai, procuram servi-lo e obedecer-lhe, mas intimamente se sentem descontentes e frustrados. Vivem a murmurar, a reclamar, a remoer os insucessos, as injustiças e os desafetos, numa disposição de alma amarga e sombria.

Há um grande número de pessoas cuja relação com Deus se reduz tão somente a sentimentos de obrigação e segurança. Seguem-no por medo ou por costume. Servem-no por dever ou por interesse.

O resultado é uma vida sem alegria, sem abundância, sem realizações, uma vida insatisfeita. E é claro que não é esse tipo de existência que o Senhor quer para seus filhos. Ele quer que vivamos satisfeitos.

Quando a nossa insatisfação se traduz em reclamações, amargura de alma, murmurações e pessimismo, estamos declarando a Deus que ele, afinal de contas, não é um pai tão bom assim. Aquele que serve a Deus por obrigação, por vezes, duvida da alegria do crente sincero, simples e profundamente abençoado. Sente-se preterido, discriminado, menos amado pelo Senhor.

Há muitos que vivem insatisfeitos, mas, são incapazes de admitir o fato para si mesmo, para outros e muito menos para Deus.

”Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer” (Jo. 15.15). Ele quer mais do que servos; quer filhos.

O Pai celestial quer filhos que possam desfrutar da sua comunhão e das suas misericórdias em amor. Porém, com freqüência, manisfestamos um coração de servo, e não de filho; uma disposição de interesse, e não de amor.

Quando nos regemos pela obrigação, experimentamos insatisfação e migalhas, deixamos de gozar da vida abundante que Cristo conquistou para nós na cruz.

Deus se relaciona conosco pelo amor, não pela obrigação. Trata com gente, não com coisas e, opera através de relacionamento.

O amor é a essência da vida cristã e não há outra forma de vivermos contentes e satisfeitos a não ser, amando a Deus sobre todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos.

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

domingo, 14 de maio de 2017

O QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE SER UM BOM PAI OU UMA BOA MÃE?

Sermos pais ou mães pode ser uma aventura difícil e cheia de problemas, mas uma das coisas mais gratificantes e satisfatórias que podemos fazer. Deus tem muito a dizer sobre como podemos ser bem sucedidos em criar nossos filhos para que sejam pessoas piedosas. A primeira coisa que devemos fazer é ensinar a eles a verdade sobre a Palavra de Deus.

Além de amarmos a Deus e sermos exemplos piedosos de pessoas que se comprometem com Seus mandamentos, precisamos fazer o que diz o versículo: “E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas” (Deuteronômio 6:7-9). Seguindo, figurativamente, estes mandamentos que Deus deu aos hebreus, ensinemos a nossos filhos que a adoração a Deus deverá ser constante, e não apenas reservada aos domingos pela manhã ou orações noturnas.

Apesar de aprenderem muito através dos ensinamentos diretos, nossos filhos aprendem muito mais observando a nós, seus pais. Isto explica por que devemos ter cuidado em tudo o que fizermos. Devemos primeiramente reconhecer nossos papéis dados por Deus. Os maridos e esposas devem se respeitar mutuamente, sendo submissos um ao outro (Efésios 5:21). Ao mesmo tempo, Deus estabeleceu uma linha de autoridade para que se mantenha a ordem.

I Coríntios 11:3 diz: “Mas quero que saibais que Cristo é a cabeça de todo o homem, e o homem a cabeça da mulher; e Deus a cabeça de Cristo.” Sabemos que Cristo não é inferior a Deus, assim como a mulher não é inferior a seu marido. Deus reconhece, entretanto, que sem submissão à autoridade, não há ordem. A responsabilidade do marido, como cabeça da casa, é amar sua esposa assim como ama a seu próprio corpo, da mesma forma sacrificial que Cristo amou a igreja (Efésios 5:25-29).

Em resposta a esta liderança amorosa, não é difícil para a esposa se submeter à autoridade de seu esposo (Efésios 5:24, Colossenses 3:18). Sua responsabilidade primária é amar a seu esposo e filhos, viver com sabedoria e pureza, e cuidar de seu lar (Tito 2:4-5). As mulheres são naturalmente mais “aptas a cuidar” do que os homens, pois foram feitas para serem as primeiras a cuidarem de sua descendência.

Disciplina e instrução são partes integrantes em ser um pai e uma mãe. Provérbios 13:24 diz: “O que não faz uso da vara odeia seu filho, mas o que o ama, desde cedo o castiga.” Crianças que crescem em um lar sem disciplina se sentem pouco queridas e pouco dignas. A elas falta direção e autocontrole, e conforme crescem se rebelam e têm pouco ou nenhum respeito por qualquer tipo de autoridade, incluindo a de Deus. “Castiga o teu filho enquanto há esperança, mas não deixes que o teu ânimo se exalte até o matar” (Provérbios 19:18).

Ao mesmo tempo, a disciplina deve ser equilibrada com amor, ou os filhos podem crescer com ressentimentos, desânimo e rebeldia (Colossenses 3:21). Deus reconhece que a disciplina é dolorosa quando ocorre (Hebreus 12:11), mas se seguida de instruções em amor, é reconhecidamente benéfica aos filhos. “E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor” (Efésios 6:4).

É importante envolver as crianças na família e ministério da igreja quando ainda jovens. Freqüente regularmente uma igreja que creia na Bíblia (Hebreus 10:25), permita que eles vejam você estudando a Palavra, e também estude a Bíblia com eles. Discuta com eles o mundo ao redor conforme o forem vendo, e ensine a eles sobre a glória de Deus através da vida cotidiana. “Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele” (Provérbios 22:6).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 21 de fevereiro de 2016

UM EXÉRCITO DIFERENÇÁVEL

”Sim, o Senhor, o Deus dos Exércitos; o Senhor é o seu memorial.” –  Oséias 12:5

Muitas vezes lemos um determinado trecho onde o escrito mostra um assunto, mais, talvez, por causa de uma vírgula ou uma frase colocada em parágrafo diferente, venhamos entender outro. Por isso, faz-se necessário que, tenhamos bastante atenção naquilo que absorvemos que seja útil para nosso crescimento, tão intelectual quanto espiritual, devemos ser cautelosos e saber qual a realidade do assunto, se tem coerência, se vem nos edificar ou é apenas fruto de imaginação fértil. Depois de sabermos diferenciar-lo, então, ciente do fato podemos argüir.

Neste versículo, por exemplo, o profeta Oséias deu uma ênfase tamanha a alguém, alguém que ele descreve com sensatez e presteza, vindo do seu coração? Certamente, este alguém ele conhecia, e, reconhecia o seu poderio, sabia da sua força, entendia os seus feitos, logo, atribuía-lhe os adjetivos precisos, Senhor e General, conseqüentemente dava-lhe as honras merecidas.

De uma forma confirmativa e imperativa ele sustentou uma qualidade que só este Ser tinha, Um Senhorio único, impar, irretratável. Um domínio absoluto sobre outros, que por sua vez fez-se digno de todas as homenagens de glorias.

De fato, pode se perceber que, Oséias entendia sobre o que ele estava falando, ele não relatava por ouvir de outros, mais porque possuía intimidade, Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora te vêem os meus olhos. Jó 42:5, ele não estava descrevendo o que outros lhes diziam, ele era parte vivenciada daquela cientificação, ele, era um dos que eram liderados por este Senhor.

E quem é este que é tão estupendo ao ponto de Ser venerado por exércitos inteiro? Quem é este Rei de toda essa Glória? O Senhor dos Exércitos, ele é o Rei da Glória. (Selá.) Salmos 24:10, você consegue assimilar o porque das honras de Oséias? Ele entendeu que, está simplesmente, debaixo da autoridade máxima. Está sob as ordens do Grande Rei o qual pertencem todas as glorias, e que, também é o Senhor dos exércitos, soberano e inigualável, logo, nenhum outro rei ou senhor, seria capaz de ser comparado a Ele. Pois quem no céu se pode igualar ao Senhor? Quem entre os filhos dos poderosos pode ser semelhante ao Senhor? Salmos 89:6.

Este Senhor tem o domínio sobre tudo e todos, conseqüentemente nada poderá lhe vencer, Ele é o Grande General, Vencedor invicto, sua força e domínio estende-se sobre os céus e movem os alicerces da terra. Ninguém que se alia Dele perde uma luta. Quem é este Rei da Glória? O Senhor forte e poderoso, o Senhor poderoso na guerra. Salmos 24:8.  As suas estratégias são infalíveis, ninguém pode destruir o que Ele ergueu. Ninguém pode desfazer o que Ele fez. A sua sabedoria é incompreensível e inigualável a de qualquer outro. Com ele está a sabedoria e a força; conselho e entendimento tem. Jó 12:13. Ninguém possui tanta ciência para ensinar igual a Ele. Eis que Deus é excelso em seu poder; quem ensina como ele? Jó 36:22

Este Rei, Chamado Deus dos Exércitos, lidera e nunca é liderado, pois acima Dele não existe outro, não há ninguém que possa dar-lhe alguma ordem, Por que quem compreendeu a mente do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro? Romanos 11:34. Ele faz com que os poderosos fiquem presos em suas próprias estratégias. Ele apanha os sábios na sua própria astúcia; e o conselho dos perversos se precipita. Jó 5:13

O profeta está fazendo referencia a alguém que era digno absoluto de ser venerado, ele enfatiza que, de tudo o que tenhamos que lembrar, seja sempre memorável ao Senhor, trazer guardado dentro de nós, apenas as lembranças de alguém que faz jus pelo os seus feitos dignos e poderosos.
Um Ser tremendo que é Senhor, que é Deus, que é Rei e General, que conduz vários exércitos sem deixar que ninguém se perca, domina os adversários e vencer no piscar de olhos. Este sim, não podemos nunca esquecer-lo.

Este tão breve relato que Oséias mostra-nos é de suprema importância, visto revelar um Deus Supremo é intensificadamente grande, e, ao mesmo tempo, é um lembrete para jamais tiramos das nossas vidas.

Aquilo que venhamos a fazer, falar, ou viver, vai mostrar e demonstra a quem seguimos. Oséias mostra claramente que ele seguia a um Deus invencível, mesmo com todos os contratempos que ele viveu, fez-se notar, que ele era um guerreiro, e obedeciam as ordenanças do Grande General, O Deus Todo Poderoso, ele conhecia este Deus ao ponto de com poucas palavras demonstrar uma força insuperável do seu Senhor, conseqüentemente, Oséias por ser um aliado neste comando, também trazia consigo as características do seu Senhor, General, Rei e Deus, pois o filho sempre tem o DNA do seu pai.

E Você, traz em sua vida as mesmas as qualidades que Oséias traziam? Então você faz parte de um exercito diferençável, o Exercito de Deus. Caso contrário, você está no batalhão errado. Porém, hoje é o seu dia de sorte, chegou a sua vez de alistar-se. E, Seja bem vindo à patrulha que trilha o caminho da salvação.

Pra Elza Carvalho

Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 4 de agosto de 2013

Qual deve ser a ordem de prioridades na nossa família?

A Bíblia não traça em apenas uma passagem uma ordem que devemos seguir passo a passo para as prioridades nos nossos relacionamentos. No entanto, ainda podemos depender das Escrituras para aprender os princípios gerais de como dar prioridade aos relacionamentos corretos, na ordem correta.

Deus obviamente deve ser o primeiro:
Deuteronômio 6:5: "Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força". Deus é a prioridade número um se todo o coração, alma e força de alguém está comprometido a amá-lO.

Se você é casado, seu cônjuge deve ser a sua próxima prioridade. Um homem casado deve amar sua esposa como Cristo amou a igreja (Efésios 5:25).

A primeira prioridade de Cristo – depois da prioridade de obedecer e glorificar ao Pai – foi a Igreja.
Aqui está um exemplo que os maridos devem seguir: Deus primeiro, então a sua esposa. Da mesma forma, as esposas devem submeter-se aos seus maridos “como ao Senhor” (Efésios 5:22). Podemos aprender desse princípio que seu marido deve estar em segundo lugar apenas para Deus em sua ordem de prioridades.

Se maridos e esposas estão em segundo lugar apenas para Deus em nossas prioridades, e levando em consideração que o marido e sua esposa são uma só carne (Efésios 5:31), aparenta ser a lógica que o resultado desse relacionamento matrimonial – filhos- deve ser a nossa próxima prioridade. Os pais devem criar filhos que temem a Deus e que vão ser a próxima geração daqueles que amam a Deus de todo o seu coração (Provérbios 22:6; Efésios 6:4), mostrando mais uma vez que Deus deve ser o primeiro em nossa lista de prioridades e que todos os outros relacionamentos devem refletir essa verdade.

Deuteronômio 5:16 nos diz para honrarmos nossos pais para que nossos dias sejam prolongados e para que tudo vá bem aqui na terra. Limite de idade não é especificado, o que nos leva a acreditar que enquanto nossos pais estão vivos, devemos honrá-los. Claro que uma vez que o filho se torna um adulto, ele não tem mais a obrigação de obedecer aos seus pais (Filhos – crianças - , obedecei a vossos pais...), mas não há um limite de idade quando não temos mais o dever de honrar nossos pais. Podemos concluir, portanto, que nossos pais devem ser os próximos na nossa lista de prioridade, depois de Deus, do nosso cônjuge e dos nossos filhos.`

Depois dos nossos pais, segue o resto da família (1 Timóteo 5:8) e então outros crentes. Romanos 14 nos diz que não devemos julgar ou desprezar nosso irmão (v.10), nem devemos fazer qualquer coisa que o leve a “tropeçar” ou cair espiritualmente.

Muito do livro de 1 Coríntios contém as instruções de Paulo de como a Igreja deve viver em harmonia, amando uns aos outros. Outras exortações que se referem a nossos irmãos e irmãs em Cristo são: “...sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor” (Gálatas 5:13); “Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou” (Efésios 4:32); “Consolai-vos, pois, uns aos outros e edificai-vos reciprocamente” (1 Tessalonicenses 5:11); “Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras” (Hebreus 10:24).

Finalmente segue, na nossa lista de prioridades, o resto do mundo (Mateus 28:19), a quem devemos ir e proclamar o Evangelho e entre os quais devemos fazer mais discípulos de Cristo.

Em conclusão, a ordem que achamos nas nossas Escrituras para as nossas prioridades deve ser Deus, cônjuge, filhos, pais, parentes, irmãos e irmãs em Cristo e o resto do mundo.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
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Graça e Paz

domingo, 3 de março de 2013

O bom humor necessário na família


O bom humor permite que uma família rompa o círculo vicioso da retroalimentação, que origina e mantém crônicos os problemas. É preciso brincar

Um elemento essencial no processo de desenvolvimento da intimidade conjugal é o bom humor. O termo intimidade, aqui, não tem o sentido de sexualidade que muitas vezes lhe é atribuído, mas sim o de um encontro significativo, descrito pelo filósofo austríaco Martin Buber1 como algo que está além do subjetivo, aquém do objetivo, sobre a estreita serra onde se encontram o “eu” e o “tu” – o reino do “nosso”. Esta realidade, proveniente do encontro de duas pessoas, mostra o caminho que leva para além do individualismo e do coletivismo, a fim de chegar a um modelo relacional único.

Muitas tensões relacionais produzidas nas falhas de comunicação diárias, seja pelas limitações das palavras, seja pela ansiedade que bloqueia um ouvir pleno ou por qualquer outro motivo, poderiam ser diluídas com uma pitada de bom humor no relacionamento conjugal.

Há casais que jamais riem juntos. Muitos têm dificuldade de rirem de si mesmos e das trapalhadas do dia a dia. Fazemos e falamos muitas coisas equivocadas no nosso convívio diário e precisamos aprender a relaxar por meio do humor.
 
O terapeuta de casais e de família Jorge Maldonado afirma que nas famílias funcionais há um clima no qual as pessoas se gostam e se divertem juntas. Em contraposição, as famílias disfuncionais demonstram menos energia e espontaneidade, e um tom de depressão e desesperança invade as interações e limita o desenvolvimento. O autor alerta que o excesso de seriedade pode tornar o convívio familiar destrutivo.

Quando eu e minha esposa éramos noivos, fomos convidados para uma festa de aniversário na casa de um amigo cuja família era extremamente rígida e com pouca abertura para o humor. Na hora da despedida, o vestido dela acidentalmente esbarrou em um copo de cristal que estava na borda de uma mesa de centro. O copo caiu e quebrou. Houve um silêncio geral na sala e a dona da casa ficou parada à porta, apenas olhando com uma expressão séria. Minha esposa ainda tentou catar os cacos e fazer algo para remediar a situação. Como todos ficaram muito sérios, eu a tomei pela mão, nos despedimos e fomos embora, com a sensação de termos cometido um crime hediondo. É o que acontece quando falta bom humor nas famílias.

Criei um neologismo para tais casais e famílias – chamo-os de “famílias Hardy”, em alusão ao personagem do desenho animado Lippy e Hardy – o leão, otimista, e a hiena, pessimista –, no qual a hiena (Hardy) sempre acha que tudo vai terminar mal e vê o lado negativo em tudo (“Oh dia, oh mês, oh azar...”).

O bom humor permite que uma família rompa o círculo vicioso da retroalimetação, que origina e mantém crônicos os problemas.

É preciso brincar; com os filhos – sentar no chão, brincar de esconde-esconde pela casa ou outras brincadeiras criativas – e também com o cônjuge – fazer cócegas, correr na chuva ou coisas semelhantes.

Mesclar o bom humor e a brincadeira com a ternura e a expressão de carinho aprofunda os vínculos e a unidade conjugal. Afinal não é à toa que o apóstolo Paulo, repetidamente, exorta: “Alegrai-vos!” (Fl 3.1; 4.4).

Fonte: Ultimato

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 10 de maio de 2012

O que diz a Bíblia sobre ser uma mãe cristã?


Ser mãe é um papel muito importante que o Senhor escolhe para dar a muitas mulheres. Às mães é dito que amem seus filhos em Tito 2:4-5, que diz: “Para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos, A serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seus maridos, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada.”

Em Isaías 49:15a a Bíblia diz: “Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre?”

Quando se começa a ser mãe?
Os filhos são presentes do Senhor (Salmos 127:3-5). Em Tito 2:4, aparece a palavra grega “phileoteknos”. Esta palavra representa um tipo especial de “mãe-amor”. A idéia que esta palavra evoca é de “preferir” nossos filhos, “cuidar” deles, “alimentá-los”, “abraçá-los” com amor, “satisfazer suas necessidades”, “amavelmente ser amiga” de cada um como único vindo da mão de Deus.

A Escritura nos ordena para que vejamos “mãe-amor” como nossa responsabilidade.

A palavra de Deus ordena tanto às mães quanto aos pais para que façam várias coisas na vida de seus filhos, dando:

Disponibilidade
Manhã, tarde e noite. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração;
E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te.  (Deuteronômio 6:6-7).

Envolvimento
Interagindo, colocando pontos de vista, pensando e processando a vida juntos. E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor. (Efésios 6:4).

 
Ensinamento
Sobre as Escrituras, a visão bíblica do mundo. Porque ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e pôs uma lei em Israel, a qual deu aos nossos pais para que a fizessem conhecer a seus filhos; Para que a geração vindoura a soubesse, os filhos que nascessem, os quais se levantassem e a contassem a seus filhos; (Salmos 78:5-6); Deuteronômio 4:10, Efésios 6:4.

Treinamento
Ajudando o filho a desenvolver habilidades e descobrir seu potencial. Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.(Provérbios 22:6).

Disciplina
Ensinando o temor do Senhor, ensinando seus limites de forma consistente, amorosa e firme. A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, envergonha a sua mãe. (Pv. 29.15). Confira ainda os textos: (Ef. 6:4, Hb. 12:5-11, Pv. 13:24, 19:18, 22:15, 23:13-14).

Nutrição
Provendo um ambiente de constante apoio verbal, liberdade de falhar, aceitação, afeto e amor incondicional (Tito 2:4, II Timóteo 1:7, Efésios 4:29-32, 5:1-2, Gálatas 5:22, I Pedro 3:8-9).

Exemplo com integridade
Vivendo de acordo com o que ensina, sendo um modelo com o qual o filho possa aprender “captando” a essência de um viver piedoso (Deuteronômio 4:9, 15, 23; Provérbios 10:9, 11:3; Salmos 37:18, 37).

A Bíblia nunca ordena que todas as mulheres devam ser mães. Contudo, diz que aquelas que o Senhor abençoa e se tornam mães devem tomar seriamente tal responsabilidade.

As mães têm um papel único e crucialmente importante nas vidas de seus filhos.

A maternidade não é um trabalho ou tarefa desagradável.

Da mesma forma com que uma mãe gera seu filho durante a gravidez, e da mesma forma com que a mãe alimenta e cuida de seu filho durante a infância, as mães têm também um papel constante na vida de seus filhos, adolescentes, jovens adultos e até filhos completamente adultos.

Enquanto o papel da maternidade deve se transformar e se desenvolver, o amor, cuidado, educação e encorajamento que uma mãe dá nunca devem terminar.

GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz


segunda-feira, 7 de maio de 2012

Mulher e mãe, mães da Bíblia.


Nos tempos do Antigo Testamento, a dignidade da mulher dependia dos filhos que gerava, especialmente dos filhos homens e da quantidade de filhos.

Ser mãe era o que tornaria a mulher um ser humano reconhecido.

Esse contexto nós podemos conferir na história de Ana. Ana era estéril e, por isso, seu marido Elcana tinha o direito de se casar com outra mulher. Só muito tarde Ana gerou filhos - um primogênito, homem, chamado Samuel. Mas Penina, a outra esposa de Elcana, gerou 10 filhos. Ela tinha muito orgulho da sua maternidade (1 Sm 1-2).

Também Sara, casada com Abraão, era estéril. Então, juntos decidiram que teriam uma criança através de sua escrava egípcia Hagar. Assim nasceu Ismael. Mais tarde também Sara teve uma criança, um primogênito, filho homem, chamado Isaque (Gênesis 16 e 21).

Outra mulher que enfrentou uma dura luta para se tornar reconhecida foi Tamar - "tataravó" de Jesus (Mateus 1). Ficou viúva duas vezes e sem filhos. Sofreu injustiça por parte de seu sogro que a fez voltar para a casa de sua mãe. Mas encontrou uma saída: vestiu-se como prostituta e ficou na beira da estrada numa ocasião em que seu sogro Judá foi à cidade. Então ela teve gêmeos de Judá (Gênesis 38).

Há também as irmãs Lia e Raquel, ambas casadas com o primo Jacó. Lia foi abençoada com seis filhos e uma filha. E Raquel, depois de sofrer amargamente com a esterilidade, gerou José e Benjamim. Jacó teve mais quatro filhos com as servas das esposas, Bila e Zilpa (Gênesis 29-30). 

Depois, temos uma grande mãe no Novo testamento: Maria. Maria é a mãe que sintetiza muito bem um novo tipo de maternidade. Ela é uma jovem mulher que concebe uma criança em condições de mistério, que não tem reconhecimento da sociedade. Fica sozinha. Prestes a perder seu noivo. Depois, dá à luz em condições precárias. Revela-se profetiza e corajosa. É uma mulher inteligente e presente na vida de Jesus e educa seu filho com desapego, preocupação e liberdade.


Uma mãe desesperada é a mãe cananéia que busca cura para a sua filha, implorando a Jesus que olhe por ela. Teve tremenda coragem, pois debateu com Jesus e fez com que Jesus mudasse de idéia (Mt 15.21). É assim: a mãe que tem uma filha doente move montanhas e conceitos!

Em outras ocasiões também Deus se revela como uma mãe (veja: Is 42.14; 49.15; 66.13). E, além de todas estas mães, não nos esqueçamos do quarto mandamento que pede que toda a mãe seja respeitada e honrada. (Anete Roese)

Cecília Duprat escreveu o Salmo da mãe, confira:

Bem-aventurada a mãe que confia no Senhor, que se compraz na observância da Lei Divina.

Retos serão seus filhos; ela se alegrará com a sua posteridade.

Há amor e generosidade no seu coração; seu exemplo permanecerá para sempre.

Nas trevas surgiu uma luz; a mãe nela se ilumina e por isso é misericordiosa, é compassiva, é boa.

Bem-aventurada a mãe que compreende os seus e os ouve; ela ensinará, ela conduzirá seus conselhos com prudência, porque se inspira em Deus.

A lembrança da cruz lhe está sempre presente; apoiada nela não temerá ouvir notícias funestas.

A sua alma está sempre disposta a confiar no Senhor.

Fortalecido pela comunhão diária, seu coração nunca será abalado.

Distribui, dá aos pobres; atende a tudo e a todos.

Seu sorriso permanente vence todos os dissabores. A sua alegria será exaltada na glória.

Bem-aventurada a mãe em cujo seio palpita o próprio Deus.

Seus dias são um Natal perene. O Cristo ressurge em cada ato seu.

Mãe. Que Deus abençoe a cada dia de sua vida!

Por Litrazini

Graça e Paz




quarta-feira, 16 de março de 2011

Encha a sua casa com provas de amor

Transforme a sua casa em um santuário emocional.

Use a sua criatividade para externar seus sentimentos mais valiosos e nutritivos. Por mais simples que seja sua residência, ela pode tornar-se um jardim do Éden, onde a música da alegria é ouvida por todos.

Viver o bom relacionamento conjugal não é viver de aparências.

Quantas pessoas moram em palácios, mas se sentem dentro de um campo de concentração nazista?

Talvez você esteja se perguntando: “Como eu posso encher a minha casa com provas do meu amor?”

A palavra-chave é: seja coerente. Se pela manhã você diz ao cônjuge: “Amo você”, porém à tarde o agride, dizendo: “Odeio os seus pais”, está sendo incoerente.

Quando declaramos verbalmente o nosso amor, precisamos validar essa declaração por meio das nossas atitudes e de nosso comportamento. Outra forma de encher sua casa com provas de seu amor, transformando-o em um santuário emocional, é provendo alegria, pacificando (construindo pontes que ligam um coração ao outro), sendo paciente, benigno, bondoso, fiel, manso e uma pessoa auto disciplinada (Gl 5.22,23).

Sua casa pode ser o melhor lugar do mundo se ela for uma “central terapêutica do amor”, pois só o amor transforma pedras em pães e corações de pedra em corações de carne.

Dicas que podem ajudar:

1. Dê cinco abraços por dia no seu cônjuge e em cada em de seus filhos;

2. Não saia de casa sem dar no seu cônjuge um beijo acompanhado de um toque significativo;

3. Deixe, às vezes, um bilhete com uma palavra de elogio, gratidão ou amor;

4. Surpreenda seu cônjuge na hora da refeição com uma declaração de afeto, do tipo: “Que bom que estou aqui com você!”, “que delícia de família!” ou “como está gostosa essa refeição!”

5. Demonstre, de forma criativa, o valor dos pais dele, provendo um almoço em casa e convidando-os de forma especial.

6. Ponha no quarto de vocês um porta-retratos com uma foto em que os dois estejam abraçadinhos, para lembrar os momentos de afeto.

7. Deixe que seus filhos vejam vocês demonstrando carinho e afetuosidade um para com o outro.

8. Grave na secretária eletrônica uma mensagem de “bom dia” bem romântica.

9. Quando terminar de orar às refeições ou à noite com a família e levar as crianças para a escola, abençoe-as com promessas de Deus.

O apóstolo Paulo, sob inspiração divina, escreveu a mais completa descrição do amor que todos precisam conhecer para viver:

Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse dom de profecias, e conhecesse todos os mistérios, e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.

E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal. Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade.

Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha, 1 Coríntios 13.1-8 ARA.

Autor: Pr Josué Gonçalves

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.