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sábado, 11 de abril de 2026

ALÍVIO E REFRIGÉRIO

Quem aprende a descansar em Deus tem alívio, tem refrigério.

Aprende Dele, pois Ele é manso e humilde.

Você parou para pensar que pessoas agressivas não tem amigos, são solitárias, ninguém gosta de estar perto delas, pois nunca sabe quando “a bomba vai estourar”.

Entretanto, os mansos herdarão a terra (Mt 5.5).

Vemos duas características da personalidade de Jesus aqui, manso e humilde.

Humildade fala de simplicidade.

Fala de portas abertas para a multidão se aproximar, independente de sua posição social, seu nível intelectual, todos podem aproximar-se de um homem manso e humilde.

Não é alguém arrogante, prepotente, mas humilde.

Essa figura descrita na palavra, dá-nos sempre, a certeza de que temos livre acesso a Ele.

Um dos maiores benefícios que encontramos na busca do verdadeiro descanso, é que temos a certeza que vamos achar o que procuramos.

Deus se preocupa com a nossa saúde emocional, com a nossa alma.

Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. (Mt 11.29,30)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

A SIMPLICIDADE DO EVANGELHO


Parece que foi ontem, domingo, não víamos o momento de chegar a hora de ir à igreja, escolhíamos a roupa com muito carinho, e lá íamos nós, felizes e cantarolando.


Uma hora antes de começar o culto já estávamos na sala de oração clamando ao Senhor pelo culto, era tudo muito simples, mas feito com tanto amor, que muitas vezes a Glória de Deus se manifestava já nos louvores.

Que pena! Já acabou o culto, mas o povo não queria ir embora, e ficava ali na frente da igreja por um bom tempo. Bem! Até o próximo culto.

Quase igual o de hoje! Chega! e o louvor já ta acabando, festa, alegria, alegria, rapidinho, oferta, palavra tudo muito rápido. O irmão do lado? não! não conheço. Ih, tinha me esquecido tenho um compromisso, preciso ir.

Eii, você esqueceu de cumprimentar Jesus, afinal o culto era pra Ele.

Queria tanto voltar aquele evangelho tão simples, onde meu coração chorava, pois o meu adorado estava ali, recebendo adoração, não só minha, mas de muitos, tanto que não tinham vontade de ir embora.

Mas fazer o que?

A fila anda!

Até a da igreja!

Lidiomar Trazini Granatti / Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

O QUE APRENDEMOS DE JESUS?


Lucas 18:16, 17 Mas Jesus chamou a si as crianças e disse: “Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam; pois o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes a elas. Digo-lhes a verdade: Quem não receber o Reino de Deus como uma criança, nunca entrará nele”.

A criança, ao menos quando não corrompida por programas televisivos e etc., é sempre simples, no sentido de não conseguir ser dupla.

Quem já foi a uma festa de aniversário de criança e deu um presente que ela não gostaria de ganhar? Para terror de seus pais, com certeza ela demonstrou que não gostou! Isso pode nos constranger ­ mas é uma forma de simplicidade, de honestidade e transparência!Você já tentou brincar com uma criança, quando ela perdeu o interesse pelo brinquedo? Ela deixa claro, com toda a simplicidade, que não quer mais brincar, e ponto final!

O contrário da simplicidade é a duplicidade. Alguém duplo é alguém que possui “duas caras”, como se diz popularmente; que não possui integridade, no sentido de que não se pode dizer que ele seja o mesmo o tempo todo. Alguém que perdeu a singeleza, que aprendeu a representar um papel.

Quem abandona a simplicidade, logo desenvolve duas características: dissimulação e astúcia.

Dissimulação, porque por várias razões projeta uma imagem de si que não é verdadeira:
Lucas 20:20 Pondo-se a vigiá-lo, eles mandaram espiões que se fingiam justos para apanhar Jesus em alguma coisa que ele dissesse, de forma que o pudessem entregar ao poder e à autoridade do governador.
Aqui, o objetivo era prejudicar a Jesus; mas a motivação pode ser também o egoísmo, o interesse próprio, o orgulho. Qualquer motivo que nos leve a tentar parecer o que não somos de fato.

Astúcia, porque é preciso adequar seu modo de falar e comportar-se para se ajustar à sua atitude dissimulada:
Josué 9:3, 4 Contudo, quando os habitantes de Gibeom souberam o que Josué tinha feito com Jericó e Ai, recorreram a um ardil. Enviaram uma delegação, trazendo jumentos carregados de sacos gastos e vasilhas de couro velhas, rachadas e remendadas. Todo um contexto foi preparado para tornar válida e eficaz a dissimulação.
Jó 15:5 Você adota a linguagem dos astutos.
Veja que os astutos desenvolvem uma linguagem que lhes é própria.
Exemplo: quem vive no adultério. Abandona a simplicidade de um relacionamento conjugal correto, e logo precisa recorrer à astúcia para dissimular seu comportamento.

O Reino de Deus é um convite para retornarmos à simplicidade. Não há lugar para dissimulação e astúcia; não há lugar para tentar aparentar o que não somos.

2 Coríntios 1:12 Ora, a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que com simplicidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e especialmente para convosco.
Atos 2:46 tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração.
Colossenses 3:22 Vós, servos, obedecei em tudo a vossos senhores segundo a carne, não servindo só na aparência, como para agradar aos homens, mas em simplicidade de coração, temendo a Deus.

O QUE SIGNIFICA, NA PRÁTICA, VIVERMOS ESSA SIMPLICIDADE DO REINO DE DEUS?
Viver a simplicidade do Reino significa abandonar a preocupação com “muitas coisas”, e trocá-la pelo que realmente tem importância. Lembrando que a primeira definição de “simplicidade” é a característica daquilo que não é complexo (complicado).

Lucas 10:38-41 Caminhando Jesus e os seus discípulos, chegaram a um povoado, onde certa mulher chamada Marta o recebeu em sua casa. Maria, sua irmã, ficou sentada aos pés do Senhor, ouvindo a sua palavra. Marta, porém, estava ocupada com muito serviço. E, aproximando-se dele, perguntou: “Senhor, não te importas que minha irmã tenha me deixado sozinha com o serviço? Dize-lhe que me ajude!” Respondeu o Senhor: “Marta! Marta! Você está preocupada e inquieta com muitas coisas; todavia, apenas uma é necessária. Maria escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada”.

Fica claro que, para Jesus, o que era realmente importante era estar aos Seus pés, em comunhão com Ele. Quando nossa vida deixa de ser simples, gastamos cada vez mais tempo com coisas que não têm tanta importância. Marta “precisava” apresentar-se diante de Jesus como uma dona de casa excelente; todavia, era isso que realmente importava, com o Senhor ali na sala? Se não podemos “abandonar as panelas” para simplesmente estar com o Senhor, isso é um sinal de que nos tornamos complicados demais. Precisamos voltar a ser simples!

Será que o Senhor não está nos chamando para um estilo de vida mais simples? A história do irmão que tinha tempo para Deus e para os irmãos ­ até comprar uma chácara e fugir para lá todo final de semana!

Pr Rui – comunidadecarisma

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 12 de julho de 2014

A simplicidade do Amor de Deus

Deus ama o mundo inteiro

E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado; Para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. 

Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. (Jo 3.14-18)

Primeiro, a universalidade desta passagem é clara pela expressão “para que todo aquele que” [uma só palavra, em grego], que é usada duas vezes no contexto. Se o termo “mundo” é usado para significar algo diferente que todo o mundo dos homens, o termo “para que todo aquele que” se torna sem sentido. Se “todo aquele que” não significa “todo aquele que”, então as palavras da Bíblia não têm significado certo e tudo é lançado à confusão.

Segundo, a universalidade do “mundo” nesta passagem é clara pela tipologia que é usada. A serpente de bronze que foi levantada por Moisés no deserto foi suficiente para a salvação de todos os judeus que foram picados pelas cobras, mas só aqueles que olharam para ela [a serpente de bronze] pela fé foram salvos. Da mesma forma, a salvação que Jesus comprou no Calvário é suficiente para salvar qualquer pecador, mas só aqueles que crêem são salvos.

Todo e qualquer (que queira) é convidado a vir – ”E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida.” (Ap 22:17 ACF)

Deus salvará todos que o invocarem – ”Mas que diz? A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a palavra da fé, que pregamos, A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação. Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido. Porquanto não há diferença entre judeu e grego; porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam. Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.” (Rm 10.8-13)

Esta passagem diz que o Senhor está bem próximo de cada pecador. Em seus corações, [todos] os pecadores podem crer em Cristo. Eles podem confessar Cristo com suas bocas. Embora estejam totalmente sem justiça em si mesmos [ante Deus] e estejam totalmente mortos em suas transgressões e pecados, isto não significa que eles não possam crer no evangelho.

Todo e qualquer que crer em cristo (e, portanto, invocar seu nome) será salvo – “Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas.” (Jo 12.46). ”E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.” (At 2.21 ACF)

A Bíblia repetidamente diz que a salvação é para “todo aquele que”; portanto, um típico crente na Bíblia, mas que não é um teólogo, concluiria [a partir dessa multidão de versículos cristalinamente claros] que qualquer e todo pecador hoje é convidado a vir para Cristo e, pela graça de Deus, PODE vir para Cristo.

Jesus convidou todos que têm sede a vir e beber – “E no último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé, e clamou, dizendo: Se QUALQUER UM tem sede, venha a mim, e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre.” (Jo 7.37-38 KJV).

Este é o mesmo tipo de convite que vimos em muitas outras passagens. É um convite a “qualquer um”. Jesus graciosamente convida todos os pecadores que reconhecem sua necessidade de salvação para virem a Ele para satisfazê-la. Além disso, o Espírito Santo veio ao mundo para mostrar aos homens sua necessidade de Cristo (Jo 16.8). O único requisito que Jesus exige é que tenham sede de águas vivas que só Deus pode prover e que venham só a Jesus para [receberem] aquela água e a nenhum outro. A Salvação está vinculada a beber da água. Que coisa tão simples!

Adaptado do artigo de David Cloud do site solascriptura-tt.org

Por Litrazini

Graça e Paz


domingo, 9 de setembro de 2012

Deus nos fez simples e direitos, mas nós complicamos tudo.


Disciplina da Simplicidade

Tudo ao nosso redor trabalha contra a reorganização e contra a simplificação de nossas vidas. Tudo! O nosso mundo é confuso e complicado. Mas não foi assim que Deus o criou. Foi essa humanidade depravada e insaciável que o fez tornar desse jeito!

Deus nos fez simples e direitos, mas nós complicamos tudo.  - Eclesiastes 7:29(TLH)

Os anúncios de publicidade têm um alvo básico:
Tornar-nos descontentes, miseravelmente insatisfei­tos com o que somos e com o que temos. Por quê? Para que venhamos a adquirir o que eles nos ofere­cem. O lema da nossa sociedade consumidora é um alto e dogmático - mais! Nada é satisfatoriamente suficiente.

Qualquer um que se inicia no mundo dos negó­cios ou no mundo religioso sente que deve apren­der rapidamente acerca da competição, o que mul­tiplica a pressão, aumenta as expectativas, e acelera a velocidade.

Muito embora a competição tenha os seus benefícios, quem pode medir os efeitos secun­dários indesejados que surgem quando ela é exage­rada a ponto de ficar fora de controle? Quotas não são nunca suficientes. Relaxar a tensão nunca é uma opção. O tamanho e a quantidade são sempre insuficientes. 

Salomão, o sábio, estava absoluta­mente correto: "Nós complicamos tudo."

E não somente adquirimos coisas... também as guardamos, as acumulamos. E, ainda, não estamos simplesmente competindo... somos levados a vencer, sempre a vencer qualquer compe­tição. E não apenas queremos mais, temos de despender mais tempo na manutenção de todas essas coisas. Manter à frente nessa corrida malu­ca nos faz ficar exaustos, ansiosos, sem fôlego.

Certamente Deus não é o responsável por essa confusão. O que Thomas Kelly disse a esse respeito vem agora à minha mente. Ele lembra aos seus lei­tores que Deus "nunca nos guia a uma intolerável situação de um estado febril ofegante."

Para reorganizar o nosso próprio mundo, a ne­cessidade de simplificar é imperativa. Caso contrário, nós não conseguiremos encontrar descanso dentro de nós, não conseguiremos entrar nos profundos e silenciosos recessos de nosso coração, lá onde as melhores mensagens de Deus nos são comunicadas. E se por muito tempo vivermos nessas condições, nosso coração ficará gelado em relação a Cristo, e acabaremos nos tornando alvos da sedução, num mundo perverso. Que perigos nos assediarão se chegarmos a esse estado!

Lembro-me agora de uma advertência que Paulo fez aos seus amigos daquela comunidade ocupada, carnal, consumidora, de Corinto:

Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devi­das a Cristo - 2 Coríntios 11:3

Em certas horas eu também sinto o mesmo re­ceio. "Apartar-se", como disse Paulo, é algo que pode ocorrer nos lugares mais insuspeitos: num lar em que todos os membros da família sejam crentes... numa igreja em que a verdade seja ensinada e em que Cristo seja exaltado... até mesmo num seminá­rio, onde os estudantes estejam muito ocupados, sejam muito pressionados a produzir, sintam-se exaustos em suas tentativas de manter o equilíbrio entre o trabalho, os estudos, a recreação, as neces­sidades familiares, o descanso físico e os compro­missos externos de seus ministérios.

Eu receio, confesso, que tal contexto possa desencaminhar alguns em relação à específica razão pela qual se matricularam no seminário: encontrar contentamento na simplicidade e na pureza devi­das a Cristo.

Que estranho! No mesmo local em que homens e mulheres estão sendo treinados para se tornarem mensageiros e servos de Deus, há perigos bem reais que levam às consequências de uma vida complicada. Se aqui isso pode ocorrer, isso pode acontecer em qualquer lugar.

A nossa ocupação tor­na-se uma perigosa inimiga, sempre que ela levan­ta a sua cabeça doentia.

Extraído do livro Intimidade com o Todo-Poderoso de Charles R. Swindoll


Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.