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sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

MARCHEMOS PARA UM FELIZ ANO NOVO

Esse é um momento em que encontramos as pessoas reflexivas, por vezes com esperanças, por vezes com medo. É o medo do novo, do desconhecido, da página em branco que precisa ser escrita.

As pessoas querem ter a segurança de encontrar um futuro previsível para um novo tempo.

Infelizmente também, ainda vemos alguns cristãos abrindo mais os jornais e revistas nas páginas do horóscopo, que abrindo a Bíblia...

Ano novos desafios novos, horizontes novos, relacionamentos novos, compromissos novos, vitórias novas, mas também dificuldades novas, conflitos novos, responsabilidades novas, incertezas, medo. Entretanto, a certeza que trazemos em nosso coração é que o nosso Deus continua o mesmo, Ex 34:1-8: “Compassivo, clemente, longânimo e grande em misericórdia e fidelidade”.

“Deus é fiel” é uma afirmação comum em nossos dias. Vemos e ouvimos essa afirmação com freqüência ao nosso redor. Em cada amanhecer provamos a fidelidade do Senhor em nossas vidas.

Então, se sabemos que ele é fiel, por que o medo do novo?

Deus tem cuidado de nossas vidas, pois hoje ele é EMANUEL (Deus conosco).

Êxodo 14:15, quando o povo de Deus fugindo do exército de Faraó se depara com um novo obstáculo em seu caminho; o mar. Só havia um caminho a seguir, e uma atitude a tomar, mas o povo clamava a Deus e nada fazia... Então o Senhor disse ao povo: Marchem!

Nenhum mar em nossas vidas vai se abrir sem que marchemos, sem que a planta de nossos pés pise nas águas desconhecidas.

Devemos marchar em frente! Não fiquemos só clamando a Deus por nosso futuro, pois Ele nos diz hoje também: Marchem!

Nunca esqueçamos que toda oração precede uma ação. Então não fiquemos estáticos; marchemos!

Marchemos como filhos de Deus para um Ano Novo cheio de expectativas

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Inteligência Conjugal; Só o amor não basta!

"Você quer ter razão ou ser feliz?"

O amor-romântico não é tudo em um relacionamento.

Infelizmente, muitos jovens se casam pensando que o "amor-romântico" será à base de sustentação de uma vida conjugal equilibrada, harmoniosa e feliz. Pode até ser que na primeira faze, que é a da idealização, onde não se vê o real, mas sim àquilo que foi sonhado, projetado e idealizado, este tipo de amor seja a base. Porém, quando os dois forem "caindo na real" e os defeitos forem aparecendo e o "anjo" ganhar a forma de "ser humano" com todas as imperfeições, traumas e limitações o "amor romântico" deixará de ser suficiente.

Eu diria que os casais brigam, não por falta de amor, mas por falta de inteligência conjugal. Até para ser feliz é preciso ser inteligente!

Há um texto na carta do apóstolo Paulo escrito aos Efésios, que expressa a importância de compreender esse princípio:

"Maridos, ame cada um a sua mulher, assim como Cristo amou a igreja e entregou-se por ela (Ef.5.25) para santificá-la, tendo-a purificado pelo lavar da água mediante a palavra, (v.26) e para apresentá-la a si mesmo como igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou (v.27) coisa semelhante, mas santa e inculpável".

O que o apóstolo está querendo nos ensinar, é:

Todas as vezes que o marido investe na sua esposa, o mais beneficiado é ele mesmo. "...para apresentar a si mesmo como igreja(esposa) gloriosa..." isso é inteligência conjugal. Se esta não for a visão que orienta a vida dos dois, a competição passa a existir impedindo que eles sejam "aliados íntimos" contra os inimigos do casamento, que não são poucos.

"Você quer ter razão ou ser feliz?"

Não são poucos os casais que por causa da inflexibilidade, gastam uma fortuna com aquilo que não vale uma moeda de cinqüenta centavos de reais. É a "mania" de querer sempre ter razão, mesmo que isto aprofunde a crise, gere magoas, levante um muro de resistência provocando um distanciamento cada vez maior um do outro.

A humildade é uma das virtudes da inteligência conjugal.

Na convivência a dois é necessário algumas vezes um "perder" para que os dois possam ganhar. Estruturas rígidas quebram com facilidade. As árvores que suportam as grandes tempestades e não se quebram, são as flexíveis. Quando o homem e a mulher atingem esse nível de maturidade, vivendo com flexibilidade, é porque definitivamente entenderam que inteligência conjugal mais amor adulto gera a verdadeira felicidade.

É importante compreender que para ser feliz, você não precisa se anular, tornando-se um "boneco" sem o direito de sugerir, opinar, contrariar, participar etc. O casamento não pode provocar a morte do "eu" e nem da "individualidade" de cada cônjuge.

É extremamente preocupante quando ouço alguém dizendo: "Estou casado ou casada a trinta anos e nunca brigamos, discutimos ou gritamos um com o outro!" Se isso for verdade, é porque os dois não se amam, ou estão juntos mas nunca compreenderam o que é casamento.

Só quem deseja o melhor para o outro é que reclama, critica, cobra, aponta as áreas que precisam melhorar. Quem um dia ou outro não acorda mal humorado, irritado, estressado ou perturbado com alguma situação que lhe foge ao controle. Onde não há preocupação com o outro, não há brigas, discussões porque impera a indiferença que é a maior demonstração de falta de amor maduro e de inteligência conjugal.

É bom "brigar - construtivamente" para se ter razão, quando o que está em jogo é a estabilidade da relação, o futuro da família, o equilíbrio financeiro, a vida espiritual do cônjuge e a felicidade do casal.

Quando a causa da "batalha travada" é algo banal, pequeno no seu valor e importância, todo tempo e energia que se gasta é um desperdício tolo, ai, não vale a pena ter razão é preferível ser feliz.

Autor: Pr. Josué Gonçalves

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.