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terça-feira, 14 de janeiro de 2020

ADMITA O ERRO

As pessoas tem dificuldade de pedir perdão, de admitir que erraram. Às vezes falam desculpas, mas errar e reconhecer que errou é uma virtude.

“... Viu, porém, Davi que seus servos falavam baixo, e entendeu Davi que a criança estava morta, pelo que disse Davi a seus servos: Está morta a criança? E eles disseram: Está morta.” 2 Sm. 12.15-19

Uma das palavras mais difíceis de serem pronunciadas é a palavra perdão. As pessoas tem dificuldade de pedir perdão, de admitir que erraram. Às vezes falam desculpas, mas errar e reconhecer que errou é uma virtude.

Davi errou contra Urias, ao se envolver com Bate Seba. Do fruto desse envolvimento pecaminoso, Bate Seba ficou grávida e Deus feriu a criança. Davi orou a Deus, pedindo misericórdia e passou a noite prostrado em favor da criança.

Os anciões da casa se chegaram a ele para se levantar da terra, mas, ele não quis. Ele estava em jejum por sete dias sem comer pão, com o rosto prostrado. Nesse período ele não acusou, não xingou Deus, não acusou a mulher, não acusou os médicos… e ao sétimo dia morreu o menino.

Os servos dele temiam informá-lo: como dizer ao rei que seu filho havia morrido? Eles cochichavam entre si, de onde Davi entendeu que seu filho havia falecido.

Quem sabe seu casamento morreu? Quem sabe sua empresa morreu? Quem sabe uma amizade sua morreu?

Quem sabe alguma coisa sua está morta? E você não admite que isto está morto. Quem sabe algo seu acabou e você nesse momento precisa entender que aquilo morreu, acabou, e admitir que você errou.

Muitas esposas são relapsas no casamento, lambonas, nervosas, e perdem o marido, porque empurram o marido para o erro. Muitos homens perderam suas esposas, porque não deram valor as suas esposas, são ignorantes, brutos, reclamões.

Muitas pessoas perdem cargos porque não fizeram jus a oportunidade que lhes foi dada. Muitos já perderam grandes oportunidades na vida e não admitem que erraram! Não admitem que o problema que estão vivendo é decorrente de atitudes erradas, e ainda colocam a culpa nos outros.

Davi sabia que a morte da criança era culpa dele.

Sua vida financeira está ruim? Você é dizimista, ofertante? Perceba onde você está falhando! O pecado na vida do crente deve ser um acidente, não algo comum.

Depois que Davi ficou sabendo que seu filho havia morrido, se levantou, tomou banho, ungiu-se com óleo, mudou de roupa, e entrou na casa do Senhor.

Há pessoas que não saram porque na hora da decepção ao invés de buscarem a Deus, buscam o que é errado!

Seus servos não entenderam e perguntaram o que era aquilo, se recompor, após a morte do filho e ele respondeu: “Vivendo ainda a criança, jejuei e chorei, porque dizia: Quem sabe se DEUS se compadecerá de mim, e viverá a criança? Porém, agora que está morta, por que jejuaria eu? Poderei eu fazê-la voltar? Eu irei a ela, porém ela não voltará para mim.” 2 Samuel 12.22-23

Depois desse fato, Davi foi a Bate-Seba e a consolou, deitando-se com ela e ela engravidou-se novamente e Davi deu nome a criança de Salomão – seu sucessor no trono.

Você só poderá consolar alguém se você for curado! Você errou? Admita o erro!

Jorge Linhares

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 4 de junho de 2019

O PREÇO DO ERRO


Nos dias atuais está havendo um incentivo muito grande à busca do próprio prazer, da realização de sonhos e aspirações egoístas.

A Bíblia diz que todas as coisas que fazemos terá uma conseqüência boa ou má (Gal.6). Vamos colher os frutos de nossas obras. A única coisa que colhemos sem plantar é a dor e o sofrimento.

Sofremos as conseqüências dos erros alheios. "A erva má não precisa ser plantada e cresce em qualquer lugar". Se fizermos coisas erradas, a dor é certa e inexorável. Ocorre que as conseqüências dependem da gravidade dos erros.

Pequenos erros têm pequenas conseqüências. Grandes erros têm grandes conseqüências. As conseqüências dos grandes erros são visíveis. As conseqüências de pequenos erros às vezes não são visíveis, mas nem por isso deixam de existir.

As coisas erradas que fazemos são como grãos de areia que vai se impregnando à nossa cabeça, nossas roupas, nosso corpo. E então essa "areia" vai pesando em nossas almas, dificultando nosso caminhar, tirando da sua cor e sabor.

O preço das coisas erradas que fazemos é a dor, a angústia, a solidão, o sofrimento, a destruição...

A ignorância de nossos erros não diminui, não dilui, não ameniza, não retira e nem faz desaparecer a dor e o sofrimento que lhe são conseqüentes. 

O preço do erro é a dor, o sofrimento e a destruição. Precisamos fazer as coisas certas, do modo certo, no momento certo para que não venhamos a sofrer as conseqüências de nossos erros.

Quer ter uma vida leve? Faça as coisas certas, do modo e no momento certo. Ainda que o mal se doce à sua boca, e o seu sabor se apegue à sua língua, se transformará em fel de áspides em suas entranhas (Jó 20:12-14).

O erro sempre tem conseqüências funestas, desastrosas, dolorosas. Infelizmente, numa grande parte dos casos não podemos voltar no tempo e desfazer nossos erros e assim apagar o sofrimento, a dor e a destruição que causamos. Não temos direito a uma segunda chance.

A pergunta, então, para os que querem uma vida leve, livre e feliz, muda de eixo. Deixa de ser "por que fazer as coisas certas" para ser "Como fazer as coisas certas? Como não errar?".

Nossas conclusões, ainda que isso não seja percebida pela maioria das pessoas do mundo (inclusive as que estão numa das igrejas de Cristo), são tiradas por comparação. Comparamos duas coisas qual é a melhor. Quanto mais coisas para comparar, com mais perfeição veremos quais as melhores.

Se todas as coisas fossem iguais, não teríamos idéia de diferenças.

Quanto maior o conhecimento que possuímos, maior o número de comparações que fazemos e, maior a possibilidade de acertar.

Quanto maior nosso conhecimento, mais coisas podemos e saberemos fazer. Quanto menos conhecimento tivermos, menos coisas podemos e saberemos fazer. Entende o que quero dizer?

Conclusão lógica: quanto mais sabemos, menos erramos. Quanto menos sabemos, mais erramos.
Simples, não é mesmo? Contudo, o conhecimento também pode ser fonte de dor e... responsabilidades. Por isso muitas pessoas, desde o tempo de Jesus Cristo, decidem não saber, não conhecer, para usar a ignorância como justificativa.

A Bíblia diz que quanto mais nos for dado, mais nos será exigido (Lc.12:48). 

Conclusão lógica: quanto menos soubermos, menos nos será exigido. Certo? Errado.

A nossa negligência em aprender e conhecer as Escrituras não tem desculpas. Temos que desejar como bebês recém-nascidos o leite do conhecimento (I Pe.2:2), para podermos ir crescendo. É nossa responsabilidade crescer na graça e no conhecimento (II Pe.3:18), até que venhamos a ser varões perfeitos (Mt.5:48), e perfeitos em toda boa obra (Ef.4:13).

Você consegue visualizar a SURPRESA daqueles que serão separados de Jesus no dia do Julgamento?

Eles dirão: "mas Senhor, nós pregamos a tua palavra, em teu nome expulsamos demônios, e fizemos muitas maravilhas (Mt.7:22).

Quando foi que te vimos necessitados e não te ajudamos?". Jesus vai retrucar: "todas as vezes que deixaram de fazer a um dos meus pequeninos, a mim me deixaram de fazer"(Mt.25:44-45). Eu vejo muitos tentando justificar seu erro alegando ignorância: "Mas, Senhor, nós não sabíamos. Isso não é justo, não explicaram para nós, não nos ensinaram isso".

Jesus vai retrucar mais uma vez dizendo: "Vocês erraram por não conhecer as Escrituras e nem o poder de Deus (Mt.22:29).

Quem negligencia o conhecimento, o estudo da palavra de Deus corre o sério risco de ser colocado à esquerda de Jesus naquele dia (Mt.25:41-45).

Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor (Oséias 6). Se clamares por entendimento, e por inteligência alçares a tua voz, se como a prata a buscares, e como tesouros escondidos a procurares, então entenderás o temor do Senhor e acharás o conhecimento de Deus. (Pv.2:2-5)

Takayoshi Katagiri / Adaptado Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

UM SALMO DE BÁLSAMO — PARA OS EQUIVOCADOS


Em ti, Senhor, me refugio; Não seja eu jamais envergonhado; Livra-me por tua justiça. Inclina-me os ouvidos, livra-me depressa; Sê o meu castelo forte, Cidadela fortíssima que me salve. Porque tu és  minha Rocha e a minha Fortaleza; Por causa do teu nome, tu me conduzirás e me guiarás... Nas tuas mãos entrego o meu espírito. Salmo 31:1-3, 5

Palavras familiares? Claro, foram exatamente estas as sete últimas palavras ditas por Jesus quando agonizava no Calvário. Antes de entregar o seu espírito, ele disse a Deus: "Nas tuas mãos entrego o meu espírito." Foi o ponto mais baixo, física e emocionalmente, em toda a vida do Messi­as. Mas vamos aplicar isso aos nossos períodos de depres­são pós-erro nesta vida.

Você vai descobrir, depois das graves e penosas ramifica­ções de um erro, que só a Deus você pode entregar o seu espírito nessas ocasiões. Ninguém mais pode dar-lhe o con­solo de que precisa. Logo depois de um erro, ajoelhe-se, prostre-se diante de Deus e exponha a sua vergonha e humilha­ção.

Ninguém mais pode curar você dessa sensação de emba­raço e decepção pessoal. O velho compositor de hinos tinha razão: "Ninguém compreende como Jesus" — ninguém.

Dessa perspectiva, vamos agora examinar como Deus nos considera quando cometemos erros. Aborreces os que adoram ídolos vãos; Eu, porém, confio no Senhor. Eu me alegrarei e regozijarei na tua benignidade,Pois tens visto a minha aflição, Conheceste as angústias de minha alma. Salmo 31:6,7.

Primeiro, Deus nos vê na realidade. É muito útil e im­portante lembrar que Deus nos vê como realmente somos. Esforçamo-nos tanto às vezes para esconder toda a verda­de de outras pessoas, com medo de que não entendam. Queimamos toda sorte de energia emocional escondendo nosso verdadeiro "eu" uns dos outros.

Davi disse: "Regozijo-me porque tu és realista, Senhor, quando me vês. Conheces as minhas inclinações. Conhe­ces as minhas tendências. Conheces meu senso de pânico, meus medos. Sabes como fui criado. Sabes os maus hábi­tos que aprendi. Conheces o meu histórico. Conheces tam­bém as minhas intenções e não só minhas ações. Viste as minhas aflições."

A segunda coisa que noto a respeito de Deus é que ele nos vê inteiramente. "Tens visto a minha aflição, conheces-te as angústias de minha alma" (Salmo 31:7).

Veja bem, as aflições têm a ver com as causas externas. Os problemas com as internas. "Senhor, tu vês o mundo inteiro de aflições e sentes comigo os problemas bem lá dentro." Lembra-se da grande declaração relativa ao cora­ção compreensivo de nosso Salvador? "Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas" (Hebreus 4:15).

Há muito conforto nessas palavras! Mas você já leu os dois versos anteriores a este? O verso 13 diz que nada fica oculto aos olhos de Deus. Tudo é descoberto diante dele — e mesmo assim se compadece de nós! Isso me enche de coragem. Aflitos por fora e perturbados por dentro, apesar da nossa inclinação para o erro, ele compreende!

Vendo a nossa realidade, enxergando-nos completamen­te — como ele nos trata? "E não me entregaste nas mãos do inimigo" (Salmo 31:8).


Ele não nos rejeita? Acredito que é isso o que mais te­memos quando cometemos um erro. Se foi grave, temos especialmente medo da rejeição divina. Receamos que Deus diga: "Basta! Vá para o seu quarto! Acabou-se!". Davi, porém, disse: E não me entregaste nas mãos do inimigo; firmaste os meus pés em lugar espaçoso. Salmo 31:8

Isso não significa que ele tivesse pés grandes, mas que Deus abriu lugar para ele. O Senhor não nos força. Ele nos dá espaço.

Você já notou que quando tenta encontrar alívio, as pessoas o sufocam? Apertam a corda. Colocam limitações rigorosas sobre você. Determinam o limite de tempo ou o fazem lembrar da sua obrigação. Davi disse nesse verso: "Senhor, o teu lugar é enorme. Tu me dás espaço."

Quero que saiba que nosso Pai celestial não está ansio­so. Ele fica sereno e calmo enquanto você está voltando a si. Sabe o que está fazendo. Isso não é um alívio? Torna muito mais fácil confiar nele. Não é de admirar que Davi tenha dito: "Quanto a mim, confio em ti, Senhor" (v. 14).

Extraído do livro PERSEVERANÇA de Charles Swindoll

Por Litrazini

Graça e Paz





sexta-feira, 29 de julho de 2011

Os Grandes Teimosos


Quem é repreendido  muitas vezes e teima em não se corrigir cairá de repente na desgraça e não  poderá escapar (PV. 29.11). 
  
INTRODUÇÃO

Definição de teimoso e teimar
Indivíduo que teima, Indivíduo  insistente, Criança birrenta.

Teimar
Insistir,  obstinar-se, porfiar, pretender com teimosia: Ser importuno ou maçador,  insistindo no mesmo assunto ou pedido: Boneco que está sempre de pé por causa de um peso de chumbo que tem na parte  inferior. 

Um sentido positivo. Obstinada, insistente, determinado,

Sentido negativo. Habito de teimar, birrento, importuno, insiste no erro,  não reconhece o erro.

Você é teimoso? 

Dois casos Bíblicos de um ímpio e um profeta, maiores teimosos da Bíblia: Faraó e Jonas

A TEIMOSIA DE FARAÓ. 
As dez pragas 
1 - Águas em Sangue:
2- A praga das rãs:
3- Piolhos:
4- Moscas:
5- Peste no gado:
6- Úlceras e tumores:
7- A Saraiva:
8- Os gafanhotos:
9- Três dias de escuridão:
10- A morte dos primogênitos.

Depois de tudo isto ele ainda  perseguiu o povo de Deus, e se deu mal no mar. Quanta teimosia!

Conseqüências  da sua teimosia 

Sofrimento do seu povo, sérios prejuízos econômicos, morte do seu filho, morte de seus soldados, Sua própria destruição

TEIMOSIA DE JONAS.
Faraó era ímpio, não conhecia  a Deus, mas agora falamos de um profeta, um homem de Deus.

Não podemos acusá-lo de  covarde, ele foi muito corajoso. Desobedecer a Deus, enfrentar um mar agitado,  decretar sua pena de morte, uma baleia.

Mas foi extremamente teimoso.  Deus manda ir pra Nínive vai para Tarsis, porão do Navio agitado, me joguem no  mar, mesmo engolido pela baleia, foi clamar no terceiro dia, Bota teimoso  nisso.

Conseqüências  de sua teimosia.

Foi pra longe de Nínive e  longe de Deus (Fugiu de Deus);

Sofreu tremendamente e  desnecessariamente;
 
Correu o risco de morrer e ir  pro inferno;

Colocou em risco a salvação  de uma cidade inteira (mais de 120 mil pessoas).


CONCLUSÃO

E você é teimoso?

Sabe que está  errado mas não da o braço a torcer

Insiste no erro mesmo sabendo  das sérias conseqüências

Como sacerdote esta  prejudicando toda sua família e muita gente e não volta atrás

Tomou uma posição ou caminho  errado e não quer voltar atrás (Já viu alguém perdido que pensa que esta no  caminho certo)

A Teimosia esta ligada a  Arrogância, egoísmo, soberba, orgulho.

A Teimosia leva a  conseqüências desastrosas. A orientação é “Lembra-te onde caístes e volta a  pratica das primeiras boas obras”

Que tal acabar com essa  teimosia e render-se inteiramente a vontade de Deus e uma nova vida.

Autoria: Pr. Ronaldo Cabrera

Por Lidiomar

Graça e Paz


domingo, 3 de abril de 2011

Você Prefere Ser Feliz ou Ter Razão?

Amados em Cristo, estava vendo uma situação que ocorre com todos nós, a necessidade de estarmos sempre certos. De onde veio isso? Quando parti para buscar na bíblia, buscando referência para o assunto, a primeira pessoa que teve este desejo de estar certo foi Adão. Em Gênesis 3.11-12 ao ser questionado por Deus sobre ter comido o fruto da árvore do conhecimento, ele imediatamente jogou a culpa na "mulher que Tu me deste". Ou seja, na cabeça de Adão, quem errou foi Eva em ter dado o fruto e Deus que deu Eva para ele, mas ele não. Já pararam para pensar o quanto é desagradável este tipo de situação? Como é chato conversar com pessoas que tem esta necessidade mais aflorada.

Eu não sou diferente de Adão ou de você, nobre leitor irmão em Cristo, eu também tenho necessidade de estar certo. Basta alguém pisar no meu calo para eu de imediato expor toda a minha argumentação sobre o que eu acredito ser o certo. Não foi uma nem duas situações em que ao ser confrontado, fiz minha defesa jogando culpa nos outros. Muitas vezes, realmente estamos certos porém o que quero compartilhar com os irmãos hoje é sobre o limite que precisamos ter em relação a esta necessidade.

Existem pessoas que para se defenderem, usam de 2 artifícios terríveis para provar que estão certas:

1) A mentira

Este é o pior caminho e infelizmente, o mais usado. Tem pessoas que mentem ao inventar situações, calúnias, ofensas que não existiram e pasmem, inventar sermões de pastores em que ouviram posições deles sobre o assunto antes.

A mentira vêm do diabo! É a única paternidade que a bíblia atribui a ele. A única criação do diabo foi a mentira e aqueles que usam deste artifício estão se fazendo filhos do diabo, conforme João 8.44.

Se usamos a mentira, é porque estamos errados e partindo para outro erro que é o da manipulação. Vamos vigiar a nossa natureza porque ela tende para o mal.

2) O erro dos outros

Infelizmente as pessoas usam isto. "Ah, eu só fiz isso porque vi fulano fazer". Que tristeza... Usar do erro dos outros para justificar o nosso próprio erro. Que falta de personalidade e amor próprio. Agir assim, é o mesmo que sair de um poço de lama, se limpar e após estar limpinho, se jogar em cima dele novamente.
Irmãos, que limite é este que estamos dando a nós? O Jogo do "vale tudo" desde que eu continue estando certo para os outros? Onde fica a Palavra de Deus neste momento?

O erro dos outros não pode ser base para defendermos que estamos certos. Não pode ser a base para convencermos outras pessoas que estamos certos. E tem gente que joga tão baixo em relação a isto, que ao fazerem algo que desagrada um irmão, acham ruim que este irmão ofendido tenha o mesmo procedimento dele. Para clarear mais isto, vou compartilhar uma situação de alguém que eu conheço:

"Certa vez, uma pessoa me contou que se sentiu ofendido porque um irmão em Cristo ofendeu seu cachorro ao brincar sugerindo um nome demoníaco para o cachorro de 'mulambo'. Esta pessoa para devolver a ofensa, disse que na verdade o nome do cachorro deveria ser o nome do irmão." Olha se tem base uma coisa desta?!?! O irmão que brincou, óbviamente se sentiu muito ofendido e decidiu não falar mais nada e simplesmente tratou o outro irmão com seriedade e sem uma oportunidade para nova ofensa. E sabe o que foi engraçado? O verdadeiro ofensor, além de se considerar correto ao chamar indiretamente de cachorro o irmão, ficou ofendido com a reação deste. Só que a reação que teve o irmãos ofendido é a mesma que ele tem quando alguém o ofende.

Outro dia, conversando a respeito desta situação,  ao confrontar esta pessoa que literalmente ofendeu o irmão, com uma atitude que outra pessoa tinha tido em relação a uma situação, agindo com muita falsidade, o ofensor quis se valer desta história para justificar o erro da tal pessoa falsa. Só Jesus...

Aonde vamos parar com esta necessidade de estarmos certos?

Usar estes artifícios é ir contra a Palavra de Deus. É querer ser como Saul, que não via problema estar errado diante de Deus desde que tivesse a aprovação dos homens.

Primeiro, já vimos que é uma necessidade comportamental da humanidade. Começou em Adão e está em mim e em você até hoje. A questão está no limite que damos a esta necessidade.

Segundo, é lícito nos defendermos, dentro da verdade. Se precisamos mentir para estarmos certos já deixou de ser lícito e se tornou maligna esta necessidade.

Por fim, o que podemos notar é que quando estamos com este desejo de estarmos sempre certos, as situações não morrem para nós ou dentro de nós. Vai se passar 20 anos e ao tocar no assunto a necessidade vai renascer e nunca vai morrer com o tempo. É como se estivessemos buscando nosso próprio sofrimento.

Vamos orar ao Senhor Jesus, para que Ele nos livre deste comportamento e que possamos sim, estar a cada dia respaldados pela Palavra de Deus. E entre ser feliz ou ter razão, vamos escolher sermos felizes.


A Graça e a Paz de Cristo Jesus.

Moacir Neto

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Erro de cálculo

“Pois não há outro Deus senão eu; Deus justo e Salvador não há além de mim” (Isaias 45.21)

Na última aula do ano, uma das turmas persuadiu o diretor do colégio, que estava escalado para dar uma aula de matemática, a responder questões sobre a vida em geral.

Um aluno perguntou:

- “Senhor, nos diga quanto a vida vale a pena; afinal, o senhor teve uma carreira bem-sucedida.”

O diretor sorriu e falou:

- “Senhoras e senhores, se ignorarem o Deus vivo, vocês cometerão um erro de cálculo na vida.”

Milhões de pessoas incorrem nesse mesmo erro e, no final da vida, não têm nada a apresentar para o Deus vivo. Correm e procuram em vão.

Alguns se refugiam nas teorias humanas, crendo que a humanidade se desenvolveu por princípios evolutivos.

No fundo, tais teorias proclamam que não precisamos de Deus e negam totalmente a existência dEle.

Muitas religiões, por outro lado, falam do “Deus de amor”, concebendo-O como um pai amoroso e permissivo, que fecha os olhos a todo e qualquer pecado e transgressão em nome de um “amor” que não existe na realidade.

Ambos os grupos estão no caminho errado.

Quem quiser realmente conhecer o Deus vivo, necessariamente tem de crer na “palavra da verdade”, a Bíblia. Ela nos diz o que é preciso saber sobre Deus, sobre nós mesmos, sobre os outros, a vida, a morte, e tudo o mais.

O Deus todo-poderoso é o Senhor de toda a criação e também o Salvador. Por causa de Sua santidade e justiça, Ele tem de condenar o pecador; mas por causa de Seu amor, abriu o caminho para que os pecadores se cheguem a Ele.
Deus enviou Seu Filho, o Senhor Jesus Cristo, para morrer na cruz por nossos pecados.

Quem crê nEle e na obra que o Cordeiro realizou é salvo.

Quem não crê incorre no maior e eterno erro de cálculo possível!

Extraído Devocional Boa Semente

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.