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segunda-feira, 1 de maio de 2017

UM ESPELHO CHAMADO "CRISTÃO"

UM ESPELHO CHAMADO "CRISTÃO"

Portanto, todos nós, com o rosto descoberto, refletimos a glória que vem do Senhor. Essa glória vai ficando cada vez mais brilhante e vai nos tornando cada vez mais parecidos com o Senhor, que é o Espírito.  II Coríntios 3:18

SOMOS ESPELHOS QUE DEUS USA.
Enquanto caminhamos, o mundo ao nosso redor espera ver, em nós, a transformação que só o Espírito Santo faz na vida de um pecador arrependido.

Observando um espelho, relembramos alguns cuidados necessários e essenciais para que sejamos usados pelo Senhor, refletindo Sua glória no mundo.

PARA REFLETIR COMO ESPELHO A GLÓRIA DE CRISTO, É PRECISO TER O ROSTO DESCOBERTO
Assim como um espelho deve estar descoberto para refletir a imagem de determinado objeto, nós também necessitamos de que nada se interponha entre nós e o nosso Deus.

O véu que separava o homem de Deus foi rasgado por ocasião da morte de Jesus na cruz. Este gesto, possibilitou que a glória do Senhor rebrilhasse em nossa vida. O acesso que temos à sua presença foi garantido pela morte e ressurreição de Cristo. Vamos desfrutar, portanto, dessa comunhão.

PARA REFLETIR COMO ESPELHO A GLÓRIA DE CRISTO, É PRECISO ESTAR LIMPO
Muitas vezes, a imagem refletida no espelho não é nítida, não tem  brilho. Pequenas manchas internas, ou até mesmo poeira, dificultam a nossa visão. Assim também, os nossos pecados  encobrem o rosto do nosso Deus e as nossas iniqüidades nos  separam do Senhor (Isaías 59:2).

Se desejamos refletir a sua glória com todo o brilho e perfeição, busquemos diariamente purificar as nossas vidas, Confessando "os nossos pecados, na certeza de que Ele é fiel e justo para nos perdoar e purificar de toda e qualquer injustiça" (110 1:9).

PARA REFLETIR COMO ESPELHO A GLÓRIA DE CRISTO, É PRECISO ESTAR BEM DIRECIONADO
Mesmo descoberto e limpo, o espelho só é capaz de refletir o objeto para o qual se direciona. O cristão que não está em sintonia com o Senhor, corre o risco de refletir outras imagens.

O que é que as pessoas veem quando olham para você?
Um aventureiro? Um namorador? Um ganancioso? Um inconstante? Uma pessoa não confiável?

O QUE AS PESSOAS PRECISAM VER QUANDO OLHAM PARA VOCÊ?
Um Profeta, Um mensageiro da paz, alguém com quem elas possam se abrir e contar seus segredos; Atitudes equilibradas, sensatas, corretas, confiáveis. Sentimentos, amor, compaixão, piedade.

Uma pessoa boa, longânima, que domina seus instintos e vontades.Fé, confiança, espiritualidade (alguém que elas procuram para pedir oração). Determinação, garra, força de vontade, alguém que não se entrega, não desiste, olha sempre para frente.

Ao direcionar o nosso olhar para o "autor e consumador de nossa fé", passamos a refletir cada vez mais a sua glória, através de nossas vidas.

E assim, de glória em glória, somos transformados e Sua luz se revela em nossa vida; Quanto mais ela brilhar, mais Cristo será visto em nós.

COMO ESPELHO DE CRISTO EU DEVO:

- Reconhecer minhas fraquezas - Salmo 139:23 e 24.
- Obedecer ao plano de Deus para minha vida - Salmo 40:8.
- Confiar no poder de Deus e não em minhas forças - Filipenses 4: 13.

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 17 de outubro de 2015

PRÓXIMOS E TRANSFORMADOS

Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor  (2 Coríntios 3:18).

Somos ensinados aqui que os crentes são trazidos à mesma presença da glória do Senhor, e que agora O contemplamos com a face descoberta.

Portanto, nossa posição corresponde à de Moisés quando sua face brilhou, após descer do monte (Êxodo 34:34-35).

Deus “que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo” (2 Coríntios 4:6). 

Por Cristo ter expiado nossos pecados em Seu corpo na cruz, Deus pode agora, em justiça e em graça, nos conceder um lugar onde podemos contemplar sem véu a glória de Cristo.

Não é suficiente saber que nossos pecados estão perdoados e que agora somos filhos de Deus. Ele também quer que saibamos que somos trazidos a Sua presença e que não há nada entre nós e a glória do Senhor.

A visão dessa glória enche nossa alma? Estamos conscientes que ocupamos este lugar de proximidade e que cada raio da glória tem um tremendo poder transformador?

O próprio Cristo é a fonte de nosso poder e, portanto, tem de ser o Centro de toda nossa vida.

No caso de Estevão, quando viu a glória de Deus e o Senhor Jesus de pé ao lado de Deus (Atos 7:55), ele foi fortalecido e olhou acima das circunstancias, conseguindo até orar por aqueles que o estavam assassinando.

Quando Cristo está diante de nós, recebemos poder; mas se nosso olhar está desviado ou bloqueado, caímos e fracassamos.

Extraído do devocional BOA SEMENTE

Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 24 de novembro de 2013

Como meditar sobre a Glória de Cristo

A meditação é um dever difícil. Muitos cristãos se debatem até com por onde começar. É particularmente importante para nós que meditemos sobre a pessoa e a obra de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, uma vez que contemplar a glória de Deus na face de Jesus Cristo é o principal meio pelo qual somos transformados de um grau de glória para outro (2 Coríntios 3.18).

Em sua obra devocional, A Glória de Cristo, John Owen oferece cinco maneiras úteis de meditarmos sobre a glória de Cristo como uma Pessoa divina/humana.Nossa congregação em Conway considerou estas instruções particularmente úteis, então vou passá-las adiante com a esperança de que elas te ajudem em sua devoção por Cristo (você pode ler a seção completa em Owen, Works, 1, 312-322).

1. Considere que o conhecimento de Cristo como totalmente Deus e totalmente homem em uma Pessoa é o objeto mais útil de nossas contemplações e afetos (1, 312-314).
A identidade de Cristo como o Deus-homem o coloca em uma posição única para tornar a sua redenção possível. Ele também revela a glória de Deus ao nosso entendimento de uma forma única.

2. Estudar diligentemente as Escrituras com o propósito deliberado de encontrar a glória de Cristo nelas (1, 314-316).
As Escrituras afirmam que Cristo é o seu objeto central (Lc 24.26-27,45-46; 2 Coríntios 3.13-16). As três principais maneiras como Cristo é revelado no Antigo Testamento são por descrições diretas de sua Pessoa e de sua encarnação, por profecias sobre ele, e pelas cerimônias de adoração do Antigo Testamento (Owen ricamente desenvolve cada uma delas). Muitas vezes, os cristãos leem o Antigo Testamento de uma maneira que não é melhor do que a dos judeus. Mesmo que não vejamos Cristo em tudo  no Antigo Testamento, devemos ter o cuidado de trazer o nosso conhecimento de Cristo conosco ao lermos o Antigo Testamento.

3. Medite frequentemente sobre o conhecimento de Cristo que você já obteve, tanto pelas Escrituras quanto de sermões (1, 316-317).
Deixar de usar e de desenvolver o conhecimento de Cristo que já recebemos é o “erro fundamental” por trás da falta de crescimento espiritual entre tantos cristãos. Este é o erro de tratar as doutrinas de Cristo como fundamentais e básicas e, assim, acostumar-se com elas. Owen acrescenta que, embora não devamos nos isolar do mundo, devemos também amar a solidão. Sem qualquer padrão regular de solidão, a meditação sobre o Senhor Jesus Cristo é impossível.

Deixar de usar e de desenvolver o conhecimento de Cristo que já recebemos é o “erro fundamental” por trás da falta de crescimento espiritual entre tantos cristãos.

4. Não é suficiente confiar em horários fixos para a meditação, antes, deve-se pensar em Cristo em todas as ocasiões possíveis durante todo o dia (1, 317-320).
Isto é particularmente importante durante os períodos em que Cristo “retira-se” de nossa “experiência espiritual”. Se nós sabemos o que é eventualmente “perder” Cristo, então devemos nos confortar com o fato de que isso significa que sabemos o que é verdadeiramente ter comunhão com ele.

Quando os confortos da comunhão com Cristo diminuem, devemos buscá-lo com o desespero de um homem sedento em busca de água. Cristo age desta forma para o nosso bem, uma vez que sua ausência aumenta nossa dependência dele e o fervor com que o buscamos. A verdade é que Cristo está sempre perto de nós, mas “os principais atos da vida de fé consistem na frequência de nossos pensamentos sobre ele” (1, 319).

5. Acompanhe aos seus pensamentos sobre Cristo a admiração, a adoração e ações de graças (1, 320-322).
Quanto mais contemplamos nosso Senhor divino/humano, mais perceberemos que ele está além dos limites da nossa compreensão. Isto deve levar-nos a amar o Senhor Jesus Cristo com todas as faculdades de nossa alma. No céu, vamos exercer todas as faculdades de nossas almas, simultaneamente, no culto e serviço de Cristo, mas neste mundo, o nosso entendimento e a nossa força estão incompletos.

Portanto, às vezes, nossos pensamentos sobre Cristo devem levar à admiração, outros à adoração, e outros ainda à ação de graças de acordo com a nossa compreensão e nossa capacidade..

Você nunca deve perder de vista o fato de que o propósito para o qual conheceu a Cristo é a adoração.

Owen fecha esta seção com o lembrete útil de que a meditação sobre a glória da Pessoa de Cristo só ocorre no contexto de um mente espiritualmente viva. Esta é uma ideia importante. Talvez uma razão pela qual a meditação seja tão difícil para nós é que não fixamos a mente nas coisas do alto – onde Cristo está assentado à destra do Pai – em tudo o que colocamos nossas mãos (Colossenses 3.1-2). A meditação sobre a glória de Cristo é uma interrupção chocante e dolorosa quando nossas mentes estão treinadas a correr pela nossa desgastada rotina terrestre.

Jamais nos esqueçamos de que somos peregrinos e estrangeiros no mundo! Jamais sejamos surpreendidos com uma dificuldade pela mentalidade celestial deste lado da glória! Vamos fazer uso dos meios que nos auxiliam a contemplar a glória de nosso Salvador mais plenamente!

E que possamos nos achegar ao nosso Pai celeste, que é capaz e está pronto para ajudar-nos a meditar sobre a glória do seu Filho por meio do poder do Espírito Santo!

RYAN MCGRAW / Traduzido por André Lima | Reforma21.org

Por Litrazini


Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.