Pesquisar neste blog:

Mostrando postagens com marcador Responsabilidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Responsabilidade. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de novembro de 2023

A NOSSA RESPONSABILIDADE

"Pregue a palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda a paciência e doutrina" (2Tm 4. 2).

Em acréscimo a essa recomendação, foi destacado que esse procedimento deveria acontecer, pois "virá o tempo" em que os homens se inclinarão para ouvir aquilo que lhes faz bem.

Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências;(2Tm 4.3)

Isso já acontecia nos tempos de Paulo e de Timóteo, e, certamente, é o que acontece em nossos dias.

Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. (2Tm 3.1)

Afinal, os "últimos dias", esse tempo foi iniciado com a vinda de Jesus e será concluído com seu retorno.

Por certo, todos os que exercem o ministério de proclamação devem optar entre a teoria de "falar às pessoas o que elas gostam de ouvir" e a responsabilidade ministerial de "pregar a palavra a tempo e fora de tempo".

Paulo não sugeriu realizar uma pesquisa para saber o que as pessoas queriam ouvir.

Ele conscientizou o jovem pastor a pregar a Palavra com fidelidade, repreensão e paciência.

Esse é o chamado. Essa é a nossa responsabilidade.

Valorizaremos a Bíblia, aproximando-nos dela com reverência, atenção e receptividade.

Aproximemo-nos da Bíblia em dependência, amor, submissão a Deus, reconhecendo nele o seu autor, pois a Bíblia é a Palavra de Deus.

Itamir Neves de Souza

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 11 de julho de 2023

SEMEAR É UM EXERCÍCIO DE RESPONSABILIDADE

Ouvi: Eis que saiu o semeador a semear. (Mc 4.3)

O semeador não tem outra coisa a fazer, senão ser fiel ao seu chamado.

Ele não pode fazer outra coisa com as sementes, senão lançá-las na terra.

É seu dever, é sua obrigação e ele não se isenta da sua responsabilidade.

Ao lançar a semente na terra, ele sabe que a está perdendo, pois agora ela desaparece de suas mãos e o controle sobre a semente está na terra.

O semeador não tem outra alternativa a não ser o exercício da fé.

A perda da semente é temporária, pois em breve há de surgir na terra uma pequena planta.

Por dias, a única coisa que o semeador faz é esperar;

Todavia a sua espera não é uma espera desesperada;

A experiência lhe diz que este é o processo natural.

Para colher é preciso plantar.

Todos nós somos semeadores das boas novas de Jesus Cristo.

O evangelho é a semente que produz vida.

A terra onde estas sementes devem ser plantadas é cada pessoa com a qual nós convivemos.

Precisamos lançar as sementes porque somos responsáveis diante de Deus;

Fazer isto com fé, pois ao lançarmos a semente não temos mais controle sobre ela

Esperar com paciência e oração até que a semente frutifique no coração das pessoas.

Autor: Antonio Carlos Barro

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 20 de maio de 2023

O PRIVILÉGIO DO CRISTÃO

Em Cristo sou ministro da reconciliação do homem com Deus

“...Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra...” da reconciliação. (II Co. 5.18-20).

Sou colaborador de Deus no trabalho da evangelização do mundo

E nós, cooperando também com ele, vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão (II Co. 6.1);

Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus. (I Co 3.9).

Estou sentado com Cristo nas regiões celestiais, acima de todo poder dos principados, potestades, acima de todo o poder do diabo

E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus; (Ef. 2.6).

Fui criado por Deus em Cristo para praticar boas obras

Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas. (Ef. 2.10).

Em Cristo, posso aproximar-me de Deus pela fé com certeza absoluta de ser ouvido e atendido

No qual temos ousadia e acesso com confiança, pela nossa fé nele. (Ef.3.12).

Posso todas as coisas em Cristo Jesus que me fortalece (Fil. 4.13).

Como filho de Deus; sou herdeiro de Deus e co-erdeiro com Cristo (Rom. 8.17).

Tudo o que é do meu Pai celestial, é meu por herança (Luc. 15.31).

Temos que assumir nossa posição em Cristo, pois, elas são a verdade de Deus a nosso respeito a partir do nosso novo nascimento.

Todas essas promessas são privilégios para os salvos viverem enquanto estão aqui na terra, e, é nossa responsabilidade assumir pela fé a nossa posição em Cristo.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 4 de junho de 2022

A RESPONSABILIDADE DO PECADO

A Bíblia afirma que o homem é responsável pelo seu pecado e, a nossa consciência também afirma isto quando pecamos.

“Pois já as minhas iniquidades ultrapassam a minha cabeça; como carga pesada são demais para as minhas forças”: Sl 38.4

O pecado era uma carga muito pesada.

O Salmista e muitos outros servos de Deus, reconheceram-se pecadores.

Josué 7.20 (Acã); I Sm 15.24 (Saul); Lc 15.21 (Filho pródigo).

Entre todos, foi o Apóstolo Paulo, um grande homem de Deus, que reconheceu a força e o poder do pecado sobre a sua vida.

Vivemos num mundo de pecados, mas não devemos nos manchar com práticas pecaminosas.

Cristo na oração sacerdotal rogou a Deus: “Eu não te peço que os tires do mundo, mas, sim, que os livres do mal.”

Enquanto estamos no mundo, cometemos pecados, mas não podemos viver na prática do pecado (fazer sempre), porque Cristo está em nós e, Ele não está sob o jugo do pecado

“Quem comete o pecado é do diabo, porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou para desfazer as obras do diabo”: I João 3.8.

O cristão é um ser humano sujeito a cair, tem falhas e erros comuns a todos, porém ele é vencedor sobre o pecado.

Biblicamente, tão importante quanto reconhecer nossos pecados, é confessá-los a Deus.

É dizer a Deus, sinceramente, que precisamos do perdão divino.

“Enquanto me calei, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido o dia todo. Pois, de dia e de noite, a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Disse: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões, e tu perdoaste a culpa do meu pecado” Sl 32.3 a 5

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

 

domingo, 22 de maio de 2022

A CERTEZA DO PECADO

Uma coisa é afirmar que todo homem é pecador. Outra, bem diferente, é o homem estar convicto disto.

Sim, pesa sobre o homem uma responsabilidade pessoal, pois poderia alguém dizer que o homem não é responsável pelo pecado: nem pelo pecado de Adão, nem pelo seu pecado atual.

Mas a Bíblia afirma que o homem é responsável pelo seu pecado e, a nossa consciência também afirma isto quando pecamos.

“Pois já as minhas iniquidades ultrapassam a minha cabeça; como carga pesada são demais para as minhas forças”: Sl 38.4 – O pecado era uma carga muito pesada.

Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias. Lava-me completamente da minha iniquidade, e purifica-me do meu pecado. Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim.

Contra ti, contra ti somente, pequei, e fiz o que é mau diante dos teus olhos; de sorte que és justificado em falares, e inculpável em julgares” (Sl 51.1-4). – O pecado está sempre à nossa frente

Além do Salmista, muitos outros servos de Deus, reconheceram-se pecadores.

Veja em casa Josué 7.20 (Acã); I Samuel 15.24 (Saul); Lucas 15.21 (Filho pródigo).

Mas, entre todos, foi o Apóstolo Paulo, um grande homem de Deus, que reconheceu a força e o poder do pecado sobre a sua vida.

“Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim... Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado” (Rm 7.18 a 25)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

O RENOVADOR DIVINO

Os acontecimentos atuais enfatizam a importância de se prestar atenção à doutrina do Espírito Santo. Não adianta buscar renovação espiritual, avivamento, sem conhecer o Renovador divino.

O Espírito Santo nos assiste diariamente, está sempre conosco, mas é quando o buscamos no afã de conhecê-lo melhor é que o poder de Deus chega.

A Igreja, no início, sem edifícios próprios, com uma liderança informal, mas com cada membro aplicando todas as suas forças à obra e ao testemunho, causou um grande impacto em Jerusalém.

É melhor que o Espírito venha e faça as mudanças que Ele desejar e no tempo oportuno.

Devemos dar ao Espírito Santo o primeiro lugar em nossas vidas, pois este é o segredo do sucesso de muitos avivalistas.

Muitas igrejas hoje foram levantadas quando os seus pioneiros buscavam conhecer melhor o Espírito Santo e depois passaram honrá-lo resultando em um despertamento neles.

O Espírito Santo coloca Cristo no centro, pois não fala dEle mesmo mas do Senhor Jesus Cristo (Jo 14.14).

O nosso Salvador é glorificado através do Ministério do Espírito Santo; se estivermos cheios dEle iremos viver, para adorar, exaltar, servir e glorificar a Cristo.

As pessoas reconhecem a intimidade do sobrenatural e a proximidade do Deus vivo. (Is 61.8; Ap 1.9-18).

Quando isto acontece os lares, são restaurados pela Palavra de Deus; as consciências são despertadas e aumentam o desejo da santidade e o povo de Deus volta à vida reintegrando-se ao serviço do Senhor.

A Igreja assim, dinamizada pelo Espírito Santo compreenderá a sua responsabilidade diante do mundo e então, a evangelização e missões serão a preocupação dos líderes.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

QUER TER UMA VIDA LEVE?

O preço das coisas erradas que fazemos é a dor, a angústia, a solidão, o sofrimento, a destruição...

A ignorância de nossos erros não diminui, não dilui, não ameniza, não retira e nem faz desaparecer a dor e o sofrimento que lhe são consequentes.

Quer ter uma vida leve? Faça as coisas certas, do modo e no momento certo. Ainda que o mal se doce à sua boca, e o seu sabor se apegue à sua língua, se transformará em fel de áspides em suas entranhas (Jó 20:12-14).

O erro sempre tem consequências funestas, desastrosas, dolorosas. Infelizmente, numa grande parte dos casos não podemos voltar no tempo e desfazer nossos erros e assim apagar o sofrimento, a dor e a destruição que causamos.

Nossas conclusões, ainda que isso não seja percebida pela maioria das pessoas do mundo são tiradas por comparação. Comparamos duas coisas qual é a melhor.

A Bíblia diz que quanto mais nos for dado, mais nos será exigido (Lc.12:48). Conclusão lógica: quanto menos soubermos, menos nos será exigido. Certo? Errado.

A nossa negligência em aprender e conhecer as Escrituras não tem desculpas. Temos que desejar como bebês recém nascidos o leite do conhecimento (I Pe 2:2), para podermos ir crescendo.

É nossa responsabilidade crescer na graça e no conhecimento (II Pe 3:18), até que venhamos a ser varões perfeitos (Mt 5:48), e perfeitos em toda boa obra (Ef 4:13).

Você consegue visualizar a SURPRESA daqueles que serão separados de Jesus no dia do Julgamento? Eles dirão: "mas Senhor, nós pregamos a tua palavra, em teu nome expulsamos demônios, e fizemos muitas maravilhas (Mt 7:22).

Quando foi que te vimos necessitados e não te ajudamos?". Jesus vai retrucar: "todas as vezes que deixaram de fazer a um dos meus pequeninos, a mim me deixaram de fazer" (Mt 25:44-45).

Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor (Oséias 6).

Se clamares por entendimento, e por inteligência alçares a tua voz, se como a prata a buscares, e como tesouros escondidos a procurares, então entenderás o temor do Senhor e acharás o conhecimento de Deus. (Pv 2:2-5)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

A RESPONSABILIDADE DO PECADO

Uma coisa é afirmar que todo homem é pecador. Outra, bem diferente, é o homem estar convicto disto.

Sim, pesa sobre o homem uma responsabilidade pessoal, pois poderia alguém dizer que o homem não é responsável pelo pecado: nem pelo pecado de Adão, nem pelo seu pecado atual.

Mas a Bíblia afirma que o homem é responsável pelo seu pecado e, a nossa consciência também afirma isto quando pecamos.

“Pois já as minhas iniquidades ultrapassam a minha cabeça; como carga pesada são demais para as minhas forças” Sl 38.4 – O pecado era uma carga muito pesada.

Certa mocinha, sentindo que era crente no Senhor Jesus Cristo, apresentou-se a seu pastor a quem pediu para ser batizada e recebida como membro da Igreja Militante.

– Já experimentaste alguma mudança em teu coração? Perguntou-lhe o pastor.

– Já, sim senhor.

– Reconheces que antes foste pecadora?

– Reconheço, sim senhor.

– És presentemente pecadora?

– Sou, sim senhor. – Então, se tudo isto é verdade, como ousas dizer que estás agora mudada?

A mocinha refletiu um pouco, respondendo, depois, com o rosto saturado da mais santa alegria:

- Antes de me converter a Cristo, eu era uma pecadora que corria, procurando o pecado. Presentemente, depois que fui mudada pelo Espírito Santo, continuo a ser uma pecadora, fugindo sempre do pecado. (A.D)

Vivemos num mundo de pecados, mas não devemos nos manchar com práticas pecaminosas.

Cristo na oração sacerdotal rogou a Deus: “Eu não te peço que os tires do mundo, mas, sim, que os livres do mal.”

Enquanto estamos no mundo, cometemos pecados, mas não podemos viver na prática do pecado (fazer sempre), porque Cristo está em nós e, Ele não está sob o jugo do pecado

“Quem comete o pecado é do diabo, porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou para desfazer as obras do diabo” I João 3.8.

O cristão é um ser humano sujeito a cair, tem falhas e erros comuns a todos, porém ele é vencedor sobre o pecado.

Biblicamente, tão importante quanto reconhecer nossos pecados, é confessá-los a Deus. É dizer a Deus, sinceramente, que precisamos do perdão divino.

Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós. (1João 1.9,10)

Lidiomar T. Granatti (Litrazini)

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 12 de novembro de 2021

A RESPONSABILIDADE DO CRISTÃO

Antes de deixar seus discípulos e voltar para o céu Jesus deu orientações específicas. Ele disse: "Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho ordenado" (Mt. 28:19-20).

A igreja existe para comunicar a Palavra de Deus, nada pode trazer mais alegria para o cristão do que comunicar a Palavra

A nós foi dado o evangelho da vida eterna para ser propagado.

Quando pessoas estão envolvidas na obra do Senhor elas se sentem realizadas, a verdadeira paz vem quando conseguimos enfrentar os problemas sem desespero, mas sim com confiança.

A orientação de Jesus para sua igreja é de que ela deve ensinar a palavra de Deus para as pessoas, e isso vai trazer amadurecimento, vai trazer crescimento.

Muitas pessoas não sabem nada sobre Deus, sua Palavra, sua vontade, e é responsabilidade nossa ensinar.

Muitas pessoas tem tomado decisões erradas pelo simples fato de não saberem o que a palavra de Deus diz sobre o assunto.

Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, e Galiléia e Samaria tinham paz, e eram edificadas; e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e consolação do Espírito Santo. (At 9:31).

Edificando-se, esta palavra não se refere a edifícios, a prédios, mas sim ao crescimento das pessoas, as pessoas tinham paz porque aprenderam a confiar em Deus.

A igreja estava ensinando as pessoas a andarem no temor do Senhor com respeito, reverencia, confiança, obediência.

A igreja estava ensinando os discípulos que o Espírito de Deus é o único que pode nos consolar, nos confortar e nos dirigir.

Esse e o nosso papel; o meu, o seu, o da igreja do Senhor Jesus.

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 12 de maio de 2017

DIA DAS MÃES


Eu a abençoarei e ela será mãe de nações! (Gênesis17.16 NTLH)

Neste mês de maio comemoramos o Dia das Mães. Um grande privilégio que Deus concede a todas as mulheres que são mães biológicas e do coração. Essa promessa de Gênesis 17 foi feita a Sara, esposa de Abraão, e, como suas filhas espirituais através da fé, somos herdeiras da mesma promessa!

Somos geradoras de vida nessa terra, pois temos um útero físico e um espiritual. Como filhas de Sara, somos portadoras da mesma promessa de sermos mãe de gerações nessa terra. 

Que privilégio, mas também uma grande responsabilidade! Somos um canal de influência em todas as áreas de vida do ser humano (espiritual, emocional, física e material), pois desde o útero estamos transmitindo emoções, desejos e sonhos para os filhos.

Contudo, temos um inimigo que trabalha o tempo todo tentando interferir no lindo propósito de Deus para nossas vidas, procurando denegrir e desvalorizar o papel que desempenhamos como mulher, mãe, filha, amiga, profissional, conselheira, intercessora e serva de Deus.

Saiba que Deus já sonhava com você e a escolheu antes da fundação do mundo para gerar vidas. Ele a capacitou com sabedoria, amor, graça, bondade, unção e determinação para influenciar todas as pessoas que passarem por sua trajetória de vida. 

Existem muitos filhos e filhas carentes precisando de amor, afeto, atenção e apoio de uma mulher para que o vazio de mãe seja preenchido, e Deus conta com você nessa missão.

Seja uma mulher segundo o coração de Deus! Tome posse de todas as promessas do Senhor para sua vida.

Pra. Elizete Malafaia 

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 20 de julho de 2016

POR QUE DEUS PERMITE O MAL?

A Bíblia descreve Deus como sendo santo (Isaías 6:3), justo (Salmo 7:11), reto (Deuteronômio 32:4) e soberano (Daniel 4:17-25). Esses atributos nos dizem o seguinte sobre Deus:
(1) Deus é capaz de prevenir o mal, e
(2) Deus deseja eliminar o mal do universo.

Assim, se ambos são verdadeiros, por que Deus permite o mal? Se Deus tem o poder de prevenir o mal, e deseja fazê-lo, por que não o faz? Talvez uma boa maneira de encarar esse dilema seria considerar algumas situações alternativas de como as pessoas gostariam que Deus dirigisse o mundo:

1) Deus poderia mudar a personalidade de todas as pessoas para que não pudessem pecar. Isto também significaria que não teríamos o livre arbítrio. Não seríamos capazes de escolher entre o certo e o errado porque seríamos "programados" para apenas agir corretamente. Se Deus tivesse escolhido fazer isso, não haveria relações significativas entre Ele e a Sua criação.

Em vez disso, Deus fez Adão e Eva inocentes mas com a capacidade de escolher o bem ou o mal. Sendo assim, eles poderiam responder ao Seu amor e confiar nEle ou escolher a sua própria vontade. De fato, escolheram satisfazer a sua própria vontade. Porque vivemos em um mundo real onde podemos escolher as nossas ações mas não as suas consequências, o seu pecado afetou aqueles que vieram depois deles (nós). Da mesma forma, as nossas escolhas de pecar têm um impacto sobre nós e sobre aqueles que nos rodeiam.

2) Como uma outra opção, Deus compensaria pelas ações perversas através de uma intervenção sobrenatural 100% do tempo. Por exemplo, se um motorista embriagado provocasse um acidente automobilístico, Deus teria que proteger o motorista e as pessoas no outro carro de qualquer dano, pois haveria muitas pessoas que possivelmente sofreriam pelo acidente ou pela morte/ ferimentos dos envolvidos no acidente. Deus teria que proteger o motorista bêbado de bater nos postes de alta tensão, prédios, etc., porque essas coisas fariam com que pessoas inocentes sofressem.

Um outro exemplo pode envolver uma pessoa preguiçosa fazendo o encanamento de uma casa, e ele não se preocupa em verificar se há vazamentos antes da casa ser terminada. Deus teria que fazer que o encanamento não vazasse porque senão os compradores da casa teriam que sofrer por causa do pecado da pessoa preguiçosa.

Se um pai se viciasse em drogas e gastasse todo o seu dinheiro nesse vício, Deus de alguma forma teria tanto que milagrosamente proporcionar a comida quanto cuidar das necessidades sociais das crianças para que não tivessem que ser adversamente afetadas pelo mal do pai.

Em um mundo assim, Deus seria como um mau pai que permite um comportamento destrutivo de um filho desobediente. Não haveria consequências por suas ações e, como resultado, ninguém aprenderia integridade, pureza, honra, responsabilidade ou auto-controle. Não haveria "consequências boas" pelo comportamento correto, nem "consequências más" pelo comportamento errado. O que as pessoas se tornariam além de mais rebeldes e pecadoras?

3) Uma outra opção seria que Deus julgasse e removesse aqueles que escolhem cometer atos maus. O problema com esta possibilidade é que não sobraria mais ninguém, pois Deus teria que remover todos nós. Todos pecamos e cometemos atos maus (Romanos 3:23; Eclesiastes 7:20, 1 João 1:8). Embora algumas pessoas sejam mais perversas do que outras, onde Deus traçaria a linha? Em última análise, todas as perversidades causam danos a outras pessoas.

Em vez dessas ou outras opções, Deus escolheu criar um mundo "real" no qual as escolhas reais têm consequências reais. Neste nosso mundo real, as nossas ações afetam outras pessoas. Porque Adão escolheu pecar, o mundo hoje vive sob uma maldição e todos nascemos com uma natureza pecaminosa (Romanos 5:12). Haverá um dia quando Deus julgará o pecado no mundo e renovará todas as coisas, mas Ele está propositalmente "atrasando" a fim de permitir mais tempo para que as pessoas se arrependam e não precisem mais ser julgadas por Ele (2 Pedro 3:9). Até então, Ele SE PREOCUPA com o mal. Ao criar as leis do Antigo Testamento, Ele estabeleceu leis que desencorajassem e punissem o mal. Ele julgou as nações e os reis que desprezavam a justiça e buscavam o mal.

Da mesma forma no Novo Testamento, Deus afirma que o governo tem a responsabilidade de prover a justiça a fim de proteger os inocentes do mal (Romanos 13). Ele promete também graves consequências aos que cometem atos malignos, especialmente contra os "inocentes" (Marcos 9:36-42).

Em resumo, vivemos em um mundo real onde as nossas boas e más ações têm consequências diretas e indiretas sobre nós e sobre os que nos rodeiam. Deus deseja a nossa obediência para o nosso bem, para que “bem lhes fosse a eles e a seus filhos para sempre” (Deuteronômio 5:29).

Em vez disso, o que acontece é que escolhemos o nosso próprio caminho e então culpamos a Deus por não fazer nada sobre isso. Tal é o coração do homem pecador. Entretanto, Jesus veio para mudar os corações dos homens através do poder do Espírito Santo. Assim Jesus é capaz de agir a favor dos que se voltam contra o pecado e clamam a Ele para que os salve do pecado e das suas consequências (2 Coríntios 5:17).

Deus previne e restringe alguns atos de maldade. Este mundo seria MUITO PIOR se o Senhor não estivesse restringindo o mal. Ao mesmo tempo, Deus nos deu a capacidade de escolher entre o bem e o mal, e quando escolhemos o mal, Ele permite que nós e os que nos rodeiam soframos as suas consequências.

Ao invés de culpar e questionar a Deus sobre os Seus motivos para não impedir todo o mal, deveríamos nos ocupar com a proclamação da cura ao mal e suas consequências - Jesus Cristo!

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 10 de abril de 2014

A responsabilidade pela morte de Jesus

Os chefes dos sacerdotes… Amarrando Jesus, levaram-no e o entregaram a Pilatos. [MARCOS 15.1]

Quem foi o responsável pela morte de Jesus?

Nós cristãos somos acusados de antissemitismo porque — alega-se — tentamos fixar a culpa nos judeus, especialmente seus líderes. A responsabilidade pela crucificação de Jesus, no entanto, é muito mais abrangente; não se limita a apenas um grupo de pessoas.

Os evangelistas deixam claro que Judas, os sacerdotes, Pilatos, a multidão e os soldados, todos desempenharam um papel significativo no drama. Além disso, sugere-se em cada caso mais de um motivo. Judas foi movido pela cobiça; os sacerdotes, pela inveja; Pilatos, pelo medo; a multidão, pela histeria; e os soldados, pela obrigação insensível.

Reconhecemos a mesma mistura de pecados em nós mesmos.

O mesmo verbo grego é usado em cada etapa. A palavra é paradidômi, que pode significar entregar, liberar, desistir ou mesmo trair.

Judas entregou Jesus aos sacerdotes. Estes o entregaram a Pilatos, que o entregou à vontade da multidão, que, por sua vez, o entregou para que fosse crucificado.

Mas esse é apenas o lado humano da história. Jesus insistiu que a sua morte era um ato voluntário de sua parte, de modo que ele mesmo se entregou a ela: “Ninguém a tira [minha vida] de mim, mas eu a dou por minha espontânea vontade” (Jo 10.18). E em algumas passagens o verbo paradidômi reaparece. Por exemplo, “o filho de Deus… me amou e se entregou por mim” (Gl 2.20).

Entretanto, há ainda mais uma perspectiva a ser considerada, a saber, a ação de Deus, o Pai, ao entregar seu Filho à morte. Por exemplo, Deus é descrito como “aquele que não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós” (Rm 8.32).


Finalmente, há uma passagem em que os aspectos divinos e humanos da morte de Jesus são considerados juntos. Pedro pregou: “Este homem lhes foi entregue por propósito determinado e pré-conhecimento de Deus; e vocês, com a ajuda de homens perversos, o mataram, pregando-o na cruz” (At 2.23). Neste texto a morte de Jesus é atribuída de igual modo ao propósito de Deus e à perversidade dos homens. Não se faz tentativa alguma no sentido de equacionar o paradoxo. Ambas as declarações são verdadeiras.

Porque verdadeiramente contra o teu santo Filho Jesus, que tu ungiste, se ajuntaram, não só Herodes, mas Pôncio Pilatos, com os gentios e os povos de Israel; Para fazerem tudo o que a tua mão e o teu conselho tinham anteriormente determinado que se havia de fazer. (Atos 4.27-28)

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.


Por Litrazini


Graça e Paz

terça-feira, 3 de abril de 2012

A responsabilidade pela morte de Jesus

Os chefes dos sacerdotes... Amarrando Jesus, levaram-no e o entregaram a Pilatos. Marcos 15.1

Quem foi o responsável pela morte de Jesus?

Nós cristãos somos acusados de anti-semitismo porque — alega-se — tentamos fixar a culpa nos judeus, especialmente seus líderes. A responsabilidade pela crucificação de Jesus, no entanto, é muito mais abrangente; não se limita a apenas um grupo de pessoas. Os evangelistas deixam claro que Judas, os sacerdotes, Pilatos, a multidão e os soldados, todos desempenharam um papel significativo no drama. Além disso, sugere-se em cada caso mais de um motivo.

Judas foi movido pela cobiça; os sacerdotes, pela inveja; Pilatos, pelo medo; a multidão, pela histeria; e os soldados, pela obrigação insensível. Reconhecemos a mesma mistura de pecados em nós mesmos.

O mesmo verbo grego é usado em cada etapa. A palavra é paradidōmi, que pode significar entregar, liberar, desistir ou mesmo trair. Judas entregou Jesus aos sacerdotes. Estes o entregaram a Pilatos, que o entregou à vontade da multidão, que, por sua vez, o entregou para que fosse crucificado.

Mas esse é apenas o lado humano da história. Jesus insistiu que a sua morte era um ato voluntário de sua parte, de modo que ele mesmo se entregou a ela: “Ninguém a tira [minha vida] de mim, mas eu a dou por minha espontânea vontade” (Jo 10.18). E em algumas passagens o verbo paradidōmi reaparece. Por exemplo, “o filho de Deus... me amou e se entregou por mim” (Gl 2.20).

Entretanto, há ainda mais uma perspectiva a ser considerada, a saber, a ação de Deus, o Pai ao entregar seu Filho à morte. Por exemplo, Deus é descrito como “aquele que não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós” (Rm 8.32). 

Finalmente, há uma passagem em que os aspectos divinos e humanos da morte de Jesus são considerados juntos. Pedro pregou: “Este homem lhes foi entregue por propósito determinado e pré-conhecimento de Deus; e vocês, com a ajuda de homens perversos, o mataram, pregando-o na cruz” (At 2.23). Neste texto a morte de Jesus é atribuída de igual modo ao propósito de Deus e à perversidade dos homens. Não se faz tentativa alguma no sentido de equacionar o paradoxo. Ambas as declarações são verdadeiras.

Porque verdadeiramente contra o teu santo Filho Jesus, que tu ungiste, se ajuntaram, não só Herodes, mas Pôncio Pilatos, com os gentios e os povos de Israel;Para fazerem tudo o que a tua mão e o teu conselho tinham anteriormente determinado que se havia de fazer  Atos 4:27-28

Retirado de A Bíblia Toda, O Ano Todo (Editora Ultimato, 2007)

Por Litrazini

Graça e Paz




Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.