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domingo, 28 de dezembro de 2025

MOTIVOS PARA ADORAR A DEUS

Deus se agrada quando nossa adoração é precisa.

A adoração deve ser baseada na verdade das Escrituras, e não em nossas opiniões a respeito de Deus.

Adorar em verdade significa adorar a Deus tal como Ele é verdadeiramente revelado na Bíblia

Tanto o espírito como a verdade são necessários à adoração, Ela deve ser precisa e autêntica.

A adoração agradável a Deus é profundamente emocional e profundamente doutrinária; usamos tanto o coração quanto a cabeça.

Se a adoração for mecânica, não significará nada. Devemos envolver a nossa mente.

Quando louvamos a Deus mesmo sem vontade, quando saímos da cama para adorá-lo estando cansados ou quando ajudamos os outros estando esgotados, estamos oferecendo um sacrifício de adoração a Deus. Isso agrada a Deus.

Deus disse que jamais nos abandonaria ou rejeitaria;

Ele reconhece que algumas vezes esconde sua face de nós (Is.45.15).

Independente das circunstâncias e dos nossos sentimentos, apeguemo-nos ao caráter de Deus.

Confiemos que Deus cumprirá suas promessas.

Em tempos de seca espiritual devemos confiar nas promessas divinas e não nas emoções.

A morte vicária de Jesus, o fato dEle ter morrido por nós é o maior de todos os motivos para adorar

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 29 de julho de 2025

QUEBRANTAMENTO E BUSCA

"O Senhor está perto dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito abatido" (Sl 34.18)

Fazemos todo o possível para evitar a dor e o quebrantamento

O quebrantamento pode vir atra­vés da tristeza, da calamidade ou do pecado.

Também pode vir de nossa determinação de buscá-lo, obedecer-lhe, e ousar coisas impossíveis a que Ele nos inspira.

Paulo era compulsivo em buscar a Deus e aos pro­pósitos dEle o tornaram bem familiari­zado com o quebrantamento.

Ele expressou sua inabalável sede por Deus no meio de uma vida atribulada por cons­tante adversidade e obstáculos impossíveis.

Ele repetida­mente seguiu ao Senhor até os portais da morte e o adorou a cada passo do caminho.

A vida dele era uma grande busca por mais um encontro com Deus e mais uma oportunidade de agradar e adorar aquele que morreu por ele.

"Vocês não sabem que den­tre todos os que correm no estádio, apenas um ganha o prê­mio? Corram de tal modo que alcancem o prêmio... Mas esmurro o meu corpo e faço dele meu escravo, para que, depois de ter pregado aos outros, eu mesmo não venha a ser reprovado"(1Co 9.24-27)

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

sábado, 20 de julho de 2024

O CONHECIMENTO DE DEUS

Paulo perseguia e matava os cristãos em nome de Deus, porque ele realmente não conhecia o Deus, a quem adorava.

Quando falhamos em conhecer a Deus, cometemos enganos em nome de Deus.  

Jesus mostra, de maneira inequívoca, a razão do procedimento errado o desconhecimento de Deus. 

Ele disse em Jo 16.3 - Isto farão porque não conhecem o Pai, nem a mim.

A adoração está diretamente ligada ao nosso conhecimento de Deus.

É impossível adorar a Deus corretamente, sem conhecê-lo corretamente.

Após terminar uma maravilhosa explicação aos Romanos sobre quem Deus é, Paulo não pôde conter-se, e expressou-se numa forma de profunda adoração, dizendo:

Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria, como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos e quão inescrutáveis os seus caminhos! Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? ou quem foi o seu conselheiro?  Ou quem primeiro lhe deu a Ele para que lhe venha a ser restituído? Porque dEle e por meio dEle e para Ele são todas as coisas. A Ele, pois, a glória eternamente (Rm 11.33-36).

Esses versos expressam uma verdadeira adoração advinda de um verdadeiro conhecimento de Deus!

Somente após esse conhecimento, Paulo pôde adorar corretamente a Deus.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 18 de julho de 2024

COMO LOUVAR E ADORAR A DEUS

Louvar significa admirar, falar bem, elogiar, engrandecer.

Louvor faz parte do nosso cotidiano, e quando louvamos a Deus nós estamos admirando os atributos do seu caráter;

Cantai louvores ao Senhor, que habita em Sião; anunciai entre os povos os seus feitos. (Sl 9:11);

Louvem-te a ti, ó Deus, os povos; louvem-te os povos todos. (Sl 67:3)

Por causa da queda do homem, nosso espírito ficou totalmente incapaz de realizar a função principal da nossa vida;

Que é termos comunhão entre nosso espírito e o Espírito de Deus.

Isto só foi possibilitado novamente pela obra da cruz.

Não existe adoração, senão, quando entendemos que não podemos entrar na presença do Altíssimo e adorá-lo em espírito senão através de Jesus Cristo.

Esta, sem dúvida é a revelação mais importante para aquele que quer viver uma vida de Louvor e Adoração.

Adoração não vem da beleza das melodias que cantamos, nem ao menos da poesia e da arte do escritor;

Adoração nasce do momento que recebemos a revelação de que nosso espírito estava morto em delitos e pecados e Ele nos dos vida;

Nos fez uma geração eleita, sacerdócio real, nação santa.

E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados (Ef.2:1)

Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;1(Pe 2:9)

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

sexta-feira, 18 de agosto de 2023

COMO AGRADAR A DEUS

Só podemos agradar uma pessoa quando conhecemos o coração dela. 

O adorador só começará a agradar a Deus quando ele começar a conhecer o Seu coração e conhecer Sua Palavra.

O desejo de Deus para o adorador é capacita-lo a entender o que é agradável ao seu coração.

O discípulo Pedro foi repreendido muitas vezes pelo Senhor Jesus, mesmo depois de um tempo caminhando ao lado Dele. 

Em muitas ocasiões Pedro tentava agradar Jesus, porém de uma maneira errada, na ignorância.

Até mesmo os discípulos foram repreendidos algumas vezes.

Em Marcos 10.13,14, por exemplo, há um episódio onde as criancinhas queriam se encontrar com Jesus: 

"Então lhe traziam algumas crianças para que as tocasse; mas os discípulos o repreenderam. Jesus, porém, vendo isto, indignou-se e disse-lhes: Deixai vir a mim as crianças, e não as impeçais, porque de tais é o reino de Deus".

Nesta ocasião os discípulos provavelmente abordaram as crianças dizendo: "Vão embora! Não aborreçam o Mestre!". 

Com esta atitude pensaram que estariam agradando a Cristo, mas Ele ouvindo isto se indignou e os repreendeu severamente.

Estas ocasiões bíblicas nos revelam que mesmo depois de terem aceitado seguir a Jesus, os discípulos falhavam quando tentavam agrada-lo de uma maneira errada, talvez por não conhece-Lo bem!

O adorador enfrenta o mesmo processo. 

Não se aprende a adorar a Deus da noite para o dia.

Nas suas orações diárias, o adorador deve pedir que Deus se deixe revelar, e Ele certamente se deixará conhecer.

Através da Bíblia e de experiências vividas diariamente o adorador aprenderá a agradar a Deus até nas mais pequenas atitudes.

Ramon Tessmann

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 28 de dezembro de 2022

NÃO TEM LIMITE NEM LUGAR PARA ADORAR A DEUS

Jesus disse a mulher samaritana junto ao poço de Jacó:

“Mas à hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade” (João 4.23-24).

Isto significa que não precisamos estar em um lugar específico ou termos um método específico para adorar a Deus.

Algumas pessoas gostam de rotular e complicar as coisas e elas dizem que é necessário estar dentro de uma igreja ou templo específico, realizar a liturgia específica, em um dia específico para verdadeiramente adorar a Deus.

Quando a única exigência é que seja em espírito e em verdade.

Sob a antiga aliança Deus habitava no Santo dos Santos, no tabernáculo ou no templo (Êx 25; 2ª Cr 5-7).

Mas o véu do santuário se rasgou (Mt 27.51) e Deus não habita mais em templos feitos por mãos humanas (Atos 17.24).

Hoje sob a nova aliança Ele habita em nossas vidas, nós somos o templo do Espírito Santo (1ª Co 3.16; Ef 2.19-22).

Portanto, devemos aprender a adorar a Deus com o nosso espírito (coração), não de maneira fria e formal, mas também nós devemos adorá-Lo em verdade, isto é, no uso de nossas faculdades mentais.

Nós devemos adorá-Lo pelas razões pelas quais Ele deve ser adorado:

Por quem Ele é; por tudo o que Ele criou; e pelo o que Ele fez, está fazendo, e ainda fará por nós (Rm 12.1-2).

Dediquemos tempo para adorar a Deus.

Aprender a adorar a Deus irá ajudar-nos a crescer espiritualmente.

“Porque dele, e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém” (Rm 11.36).

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

terça-feira, 11 de agosto de 2020

DEVEMOS ADORAR O ESPÍRITO SANTO?


Sabemos que só Deus deve ser adorado. Só Deus exige adoração, e só Deus merece adoração. A questão de se devemos adorar o Espírito Santo só pode ser respondida ao se determinar se o Espírito é Deus.

Ao contrário das ideias de algumas seitas, o Espírito Santo não é apenas uma "força", mas uma personalidade. Ele é referido em termos pessoais (João 15:26; 16:7-8, 13-14). Ele age como um Ser com personalidade atuaria - Ele fala (1 Tm 4:1), Ele ama (Rm 15:30), Ele ensina (João 14:26), Ele intercede (Rm 8:26) e assim por diante.

O ESPÍRITO SANTO POSSUI A NATUREZA DA DIVINDADE
Ele compartilha os atributos de Deus. Ele não é nem angélico nem humano na sua essência. Ele é eterno (Hb 9:14). Ele é onipresente (Sl 139:7-10). O Espírito é onisciente, isto é, Ele sabe de "todas as coisas, até mesmo as coisas mais profundas de Deus" (1Co. 2:10-11). Ele ensinou aos apóstolos "todas as coisas" (João 14:26).

Ele estava envolvido no processo de criação (Gn 1:2). O Espírito Santo é mencionado em associação íntima com o Pai e o Filho (Mt 28:19, João 14:16). Como pessoa, pode-se mentir ao Espírito (Atos 5:3-4) e entristecê-lo (Ef 4:30). Além disso, algumas passagens do Antigo Testamento que são atribuídas a Deus são aplicadas ao Espírito no Novo Testamento (ver Is 6:8 com Atos 28:25 e Êx 16:7 com Hb 3:7-9).

UMA PESSOA DIVINA É DIGNA DE ADORAÇÃO.
Deus é "digno de louvor" (Sl 18:3). Deus é Grande e "digno de todo louvor" (Sl 48:1). Somos ordenados a adorar a Deus (Mt 4:10, Ap 19:10; 22:9). Se, então, o Espírito é divindade, a terceira pessoa do nosso trino Deus, Ele é digno de adoração. Filip 3:3 nos diz que os verdadeiros crentes, aqueles cujos corações foram circuncidados, adoram a Deus pelo Espírito e se gloriam e alegram em Cristo. Aqui está uma bela imagem de adoração de todos os três membros da Trindade.

COMO DEVEMOS ADORAR O ESPÍRITO SANTO?
Da mesma forma que adoramos o Pai e o Filho. O louvor cristão é espiritual, decorrente do trabalho interior do Espírito Santo ao qual respondemos quando oferecemos nossas vidas a Ele (Rm 12:1). Adoramos o Espírito através de obediência aos Seus mandamentos.

Referindo-se a Cristo, o apóstolo João explica que "Os que obedecem aos seus mandamentos permanecem nele, e ele neles. Deste modo sabemos que ele permanece em nós: pelo Espírito que nos deu" (1João 3:24). Vemos aqui a ligação entre obedecer a Cristo e o Espírito Santo que habita em nós, convencendo-nos de todas as coisas -- especialmente a nossa necessidade de adoração através de obediência -- e a nossa capacitação para a adoração.

A adoração é em si uma função do Espírito. Jesus diz que devemos adorar "em espírito e em verdade" (João 4:24). Os verdadeiramente espirituais são aqueles habitados pelo Espírito que testifica a nós que pertencemos a Ele (Rm 8:16). Sua presença em nossos corações nos permite retornar adoração a Ele no Espírito.

Estamos nEle assim como Ele está em nós, assim como Cristo está no Pai e o Pai está em nós através do Espírito (João 14:20, 17:21).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Um Deus Que Não Falha

Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.(João 4.24)

Todo Ser humano por mais diferente que seja, nasce com um propósito, “adorar” o problema está o que adoramos. Certamente aquilo que adoramos tornar-se-á um ser único para nós, ou melhor, colocaremos nossas vidas a mercê deste, depositaremos nosso coração em suas mãos, nossa confiança será totalmente Neste, Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor nosso Deus. (Sl. 20.7).

Mais porque há esta necessidade dentro de nós? Porque isto acontece?
Porque o nosso Criador é um Ser Adorado, E os quatro animais tinham, cada um de per si, seis asas, e ao redor, e por dentro, estavam cheios de olhos; e não descansam nem de dia nem de noite, dizendo: Santo, Santo, Santo, é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, que era, e que é, e que há de vir. Apocalipse 4:8.

Automaticamente toda a sua obra está sentenciada a adorar, quando Deus fez o primeiro homem, Adão, teve um propósito, ser semelhante a Deus, Adão veio à existência depois que a trindade pensou e resolveu criar, tão logo, antes de surgir, Deus havia o desenhado em sua mente, fazendo a sua composição do pó da terra, logo, era apenas um corpo sem vida, mas, criado por Deus, que soprou a sua vida para dentro do homem, ou melhor, houve uma transmutação da vida de Deus para dentro do homem.

E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. Gênesis 1:26, isto fez com que aquele corpo de barro, tornasse-se um pequeno deposito onde ficou armazenado parte de Deus, o que carregamos dentro de nós, nada mais é, do que, o mais profundo de Deus, visto ser a respiração, algo que provém das entranhas, do intimo, então se pensarmos cuidadosamente o Ser humano nasceu do âmago de Deus, exatamente por isso que carregamos em nosso ser a necessidade de adorar.

Com base no exposto, te pergunto; o que deveríamos adorar? Não seria o Ser supremo que nos deu a sua vida? Só o fato de pensarmos, que, se existimos, porque carregamos em nós a sua essência, já é o motivo suficiente para nos curvarmos diante Dele e reverenciá-lo, mas; infelizmente, a mente humana, foi corrompida pelo pecado e danificada pelas trevas que a coage este a adorar muitas coisas. Há os que adoram as roupas, outros o dinheiro, outras os prazeres, festas e orgias, outros adoram criaturas, outros adoram obras criadas por homens, há até os que adoram as drogas.

Como é que deixamos de adorar aquele que nos formou, para adorar algo que foi criado por homem? Como é que abrimos mão da suprema sabedoria e nos curvamos às futilidades? Isto não é insanidade que está a nos dominar? Você acha que, da mente humana pode surgir algo melhor que da mente de Deus? Se todas as coisas foram criadas por Deus, como é então que deixemos de adorar a Ele para adorar o ser criado, acaso não é muita ignorância espiritual da nossa parte?

Muitos, referem-se a Deus, como ídolos que existem em nações, Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Salmos 115:4, acaso Deus precisa do homem para alguma coisa? Como é então que gastamos o nosso precioso tempo para servir a aquilo que o próprio homem deu “vida”? Aquilo que necessita ser transportado pelas mãos de homens, não é dependente de homens? Então, porque adorar este ser? Precisamos adorar aquele que é o mais Forte e Poderoso, do qual dependemos as nossas vidas, pois somos fagulhas Dele.

Talvez, você, faça isso porque assim foi ensinado, hoje, chegou a horade despertar e viver em plena comunhão com aquele que de fato merece todas as honras, aquele que com sabedoria infinita trouxe a existência tudo que existe e ainda trará o que não existe; se, você acreditar, porque Ele é simplesmente arquiteto do universo, soberano sobre Céus e terra. Não estou falando de um deus que precisa de ajuda. Estou te falando do Senhor Poderoso, que deseja te ajudar, mais que, para isso, você precisa conhece-Lo, e, é muito fácil conhecê-lo.

Você não precisa ir para longe em busca Dele, você não precisa de intercambio ou de intermediários, você tem livre acesso a Ele, Ele está dentro de você, você pode fazer uma ligação direta, do seu coração para o coração Dele, E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho (João 14.13). Mesmo Ele sendo grande se fez pequeno, mesmo Ele tendo o Céu como seu trono, Ele mora dentro de você.

É preciso que deixemos os rudimentos antigos, as fabulas ensinada pelos nossos pais, e, nos curvarmos diante do Soberano Criador, daquele que era, que é, que há de vir, daquele que tudo pode fazer e mudar, daquele que neste momento te chama para ser propriedade particular Dele. E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade (Ef.4.24)

Pastora Elza Carvalho

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Deuses no meio Cristão

A idolatria em meio ao povo de Israel foi sem dúvida, uma das desobediências mais sérias; De consequências terríveis, na história de seu povo. A ordem clara do Deus Eterno era de que não houvesse nenhuma forma de idolatria a nenhum “deus”.

No entanto, diante de suas faltas e da falta de um “mover” do Eterno, segundo as suas expectativas, o povo terminava percorrendo o caminho mais “curto”, em busca da resposta mais agradável, em lugar da obediência à ordem do Deus único que queria livrá-los do mal, além de fazê-los crescer.

Era como hoje; a vontade em ser atendido, maior, do que a “entrega” confiante nas palavras confirmadas por sinais e no próprio agir de Deus no meio do seu povo. Havia, no entanto, apesar da dureza do coração do povo, uma consciência de que o Deus único, não estava ligado a sensações, ou ritos pagãos. Independente a isso, por temor, ou medo, sabiam que deveriam obedecer.

É importante lembrar de que Deus se manifestava a seus servos, porém isso não era uma constante; Havia o período de “aprendizado”; O período de “deserto”.

Havia os profetas e com eles, a obediência ao Deus único; o que lhes afiançava o caráter confiável diante do povo, por este mesmo Deus. Além disso, eram eles, em sua obediência, o próprio exemplo aos que ouviam.

O falar do Deus altíssimo ao profeta vinha a partir do chamamento, mas também, após este, através de um relacionamento com o servo chamado. No entanto, este mesmo Deus que, se relacionava na medida em que o servo se dispunha, também se “calava”, para trata-lo. Em dois momentos em especial, o Senhor se calava: Um, pelo pecado do povo e outro, para que o povo aprendesse algo para o seu crescimento. Neste segundo, era Deus, querendo quebrar o coração “duro” no meio do seu povo. 

Como hoje, ele nos permite, para o mesmo crescimento em sua vontade. Independente dos milagres instantâneos, que opera no meio do seu povo, Deus nos trata de forma personalizada e gradativa; Tornar isso, algo prático ou religioso é um tremendo equivoco.

Em Israel, por sua resistência em negar o “tratamento” em certos momentos, o povo era saqueado, morto, vitimado por seu próprio pecado em idolatrar ao que poderia “satisfazer” aos seus urgentes anseios…

Em oculto, sem observância à lei, sem obediência aos profetas, se rendendo ao que ouviam de outros povos, misturando-se a hábitos pagãos diversos… Enfim. De diversas formas, vez por outra, muitos traziam deuses junto aos seus pertences, ou junto às suas práticas. A leia era clara. Além dela, havia o conhecimento da consequência pela desobediência. O povo de Deus era conhecedor de tudo isso. Se não atentavam para a teoria, com certeza, a prática e sua terrível consequência, os faziam saber.


Mas porque o faziam? Qual o motivo que leva a uma pessoa cultuar um “deus” ou uma prática?

Bastava o povo não ter a resposta, segundo o que esperavam, que um deus estranho era “adorado”. Uma infidelidade terrível no casamento entre Deus e o seu povo. O Deus que se fazia presente em meio ao povo, com cuidado, milagres e sinais, mas acima de tudo, o resgatava e o protegia, era deixado de lado, frente a dificuldades. 

Hoje, o que nos leva a “adorar” e a “prestar culto” ao que nos pode “tirar” da sensação de “Deserto” que o Senhor nos permite? 
Por motivos diversos, o que leva a “adoração” ou simplesmente confiança em um “deus” ou situação, é a expectativa em ver nestes, a “resposta” rápida; o vislumbrar do que conhecemos como agradável; ou ainda, algo que nos leve a aliviar ou saciar a necessidade, acostumada a ser saciada. Pode ser um hábito ou forma de vida. Pode ser uma visão de vida limitada da qual tenhamos o controle… Não importa, a consequência é sempre a mesma quando lançamos mão de um hábito em lugar da entrega total ao Deus da nossa vida, que nada mais é, do que o hábito do novo homem.

Deus não nos fez assim e tampouco, nos faz acostumados a essa prática; É coisa humana; Natural do homem que perdeu a arvore da vida, no Éden. Deus, nos leva a depender dele, simplesmente. Ele nos conduz sempre, a uma vida livre de sensações, apenas, mas recoberta de certezas; tais como às que Adão tinha. Nada; nem religiosidade ou dinheiro; Projetos, bens, amores, ou paixões; Segurança terrena, ou qualquer outro, poderá se tornar um “deus” que, “saciando” a nossa expectativa, nos tire da pura e simples dependência e amor fieis ao Deus verdadeiro; Nem na nossa vida, muito menos em nosso coração.

Cabe a nós, em tempos de falsa liberdade, enxergar qual é, ou quais são os “deuses” que trazemos conosco em oculto, ou ainda publicamente, em hábitos que nos levam para longe da verdadeira adoração e que ainda, nos aprisionam, nos impedindo uma vida de conquistas verdadeiras para o reino do Deus único.

Rogério Ribeiro

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 11 de maio de 2011

TENTAMOS FUGIR DAQUILO PARA O QUE DEUS SE APRESSA

Provavelmente a dor e o quebrantamento o trouxeram para Deus da primeira vez, e a dor e o quebrantamento certamente vão conduzi-lo de volta a Ele, sem falta. Você já percebeu que aquilo para que Deus se apressa é exatamente aquilo de que nós fugimos? "O Senhor está perto dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito abatido" (e fazemos todo o possível para evitar a dor e o quebrantamento).

O quebrantamento pode vir atra­vés da tristeza, da calamidade ou do pecado. Também pode vir de nossa determinação de buscá-lo, obedecer-lhe, e ousar coisas impossíveis a que Ele nos inspira. O quebrantamento contrito é humildade auto-imposta. O jejum é uma maneira de fazer isso.

Paulo era um caçador de Deus, que estava sempre procurando o pró­ximo lugar onde Deus iria romper so­bre uma cidade ou nação. Seu vício compulsivo de caçar a Deus e aos pro­pósitos dele o tornaram bem familiari­zado com o quebrantamento. Este é o diário de viagem dele em apenas um capítulo de Atos: "... tendo sido impe­didos pelo Espírito Santo de pregar a palavra na província da Ásia"... Eles tentaram entrar na Bitínia. mas o Espírito de Jesus os impediu... De­pois que Paulo teve essa visão, preparamo-nos imediatamente para partir para a Macedônia, concluindo que Deus nos tinha chamado para lhes pregar o evangelho".''

Esse é o padrão de um caçador de Deus inveterado. Paulo estava bem versado na arte de "correr os dedos sem parar pelas pregas do véu", procurando pelos mais recentes lugares de acesso divino. O ho­mem vivia em descontentamento divino.

"Espere aí. Paulo não disse que ele havia aprendido a viver contente em qualquer estado ou condição?", você pode pergun­tar. Sim, ele aprendeu. Ele também continuou definindo o que chamava de "contente": "Não estou dizendo isso porque esteja necessitado, pois aprendi a adaptar-me a toda e qualquer cir­cunstância. Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartu­ra. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situa­ção, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade".

Paulo vivia em um constante estado de piedosa tensão e descontentamento divino. Ele expressou sua inabalável sede por Deus no meio de uma vida atribulada por cons­tante adversidade e obstáculos impossíveis. Ele repetida­mente seguiu ao Senhor até os portais da morte e o adorou a cada passo do caminho.

Esse fariseu, que se tornou apóstolo, era um inveterado caçador de Deus que constantemente buscava mais de Deus, mais almas e mais vitórias sobre as forças das trevas. A vida dele era uma grande busca por mais um encontro com Deus e mais uma oportunidade de agradar e adorar aquele que morreu por ele.

Seus escritos expressam uma magnífi­ca retórica de frustração divina: "Vocês não sabem que den­tre todos os que correm no estádio, apenas um ganha o prê­mio? Corram de tal modo que alcancem o prêmio... Mas esmurro o meu corpo e faço dele meu escravo, para que, depois de ter pregado aos outros, eu mesmo não venha a ser reprovado".
iliari� d �H ��& ebrantamento. Este é o diário de viagem dele em apenas um capítulo de Atos: "... tendo sido impe­didos pelo Espírito Santo de pregar a palavra na província da Ásia"... Eles tentaram entrar na Bitínia. mas o Espírito de Jesus os impediu... De­pois que Paulo teve essa visão, preparamo-nos imediatamente para partir para a Macedônia, concluindo que Deus nos tinha chamado para lhes pregar o evangelho".''


Esse é o padrão de um caçador de Deus inveterado. Paulo estava bem versado na arte de "correr os dedos sem parar pelas pregas do véu", procurando pelos mais recentes lugares de acesso divino. O ho­mem vivia em descontentamento divino.

Às vezes, os caçadores de Deus ficam tão frustrados que fazem com que todos os outros se sintam frustrados também. Parece que tudo o que querem é "agarrá-lo".

Os caçadores radicais de Deus, que se tornam pessoas que agarram a Deus, têm um jeito de entrar em nossas reuni­ões com seus cabelos ainda cheirando a fumaça dos encontros recentes no aposento superior em algum lugar. Eles estão sempre procurando outro fogo de adoração para abanarem com sua paixão. Então, Deus tende a apa­recer e fica quase impossível de se conduzir a igreja como de costume.

Algumas pessoas — aqueles que nunca "agarram" a Deus, pois se recusam a persegui-lo — perguntam com freqüência: "Porque esses tipos radicais não se acomodam em algum car­go de diácono e se concentram em fazer boas obras para Deus nos finais de semana? Eles agem como se essa coisa de Deus fos­se alguma vocação de tempo integral e nunca estão satisfeitos".

Eu conheço uma pessoa que agar­rou a Deus e que afirmou: "Irmãos, não penso que eu mesmo já o tenha alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus "

Extraído do livro os descobridores de Deus - Tommy Tenney

Por Lidiomar!!

Graça Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.