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segunda-feira, 4 de maio de 2026

GRANDIOSO É JESUS

Jesus não disse que veio para trazer uma verdade. Ele disse: " Eu sou a verdade..." (Jo14:6).

Jesus não veio trazer simplesmente uma religião, nem uma filosofia, ou um monte de regras como código de conduta.

Jesus veio trazer Ele mesmo. Ele é a ressurreição e a vida.

Para receber esta vida temos que conhecê-lo: quem Ele é, de onde Ele veio, o que Ele falou, o que Ele fez, onde Ele está.

"E a vida eterna e esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste." (Jo 17.3)

Este conhecimento alcançamos pela fé na sua palavra. 

Jesus existia antes de todas as coisas

No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dEle, e sem Ele nada do que foi feito se fez (Jo 1:1-3)

Muitos pensam que Jesus é um ser que nasceu em Belém da Judéia. Mas isso não é verdade.

Todos nós começamos a nossa vida quando somos gerados no ventre de nossas mães, antes não existíamos. Mas não foi assim com Jesus.

Ele existia muito antes de nascer em Belém. Não como homem, mas como o Verbo de Deus.

O verbo nunca foi criado, Ele era Deus e sempre existiu.

Foi Ele quem criou todas as coisas. Cl 1:15-17.

O qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; porque nEle foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por Ele e para Ele. Ele é antes de todas as coisas, e nEle subsistem todas as coisas

“A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo. O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas; (Hb 1:1-3)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

domingo, 26 de abril de 2026

A FÉ LIMITA A LIBERDADE, O AMOR LIMITA A CONDUTA

Se eu tenho fé, eu posso ter liberdade nas coisas que o Senhor não ordena

Se tenho plena convicção e nenhuma dúvida eu não peco, porém se tenho dúvidas não devo fazê-lo.

Um crê que de tudo se pode comer, e outro, que é fraco, come só legumes.

Quem come não despreze a quem não come; e quem não come não julgue a quem come; pois Deus o acolheu.

Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias.

Cada um esteja inteiramente convicto em sua própria mente.

Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz.

E quem come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come, para o Senhor não come, e dá graças a Deus.

Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Deus.

Porque está escrito: Por minha vida, diz o Senhor, diante de mim se dobrará todo joelho, e toda língua louvará a Deus.

Assim, pois, cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus.

Portanto não nos julguemos mais uns aos outros; antes o seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao vosso irmão.

Eu sei, e estou certo no Senhor Jesus, que nada é de si mesmo imundo a não ser para aquele que assim o considera; para esse é imundo.

Pois, se pela tua comida se entristece teu irmão, já não andas segundo o amor.

Não faças perecer por causa da tua comida aquele por quem Cristo morreu. Não seja pois censurado o vosso bem;

A fé que tens, guarda-a contigo mesmo diante de Deus.

Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova.

Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque o que faz não provém da fé; e tudo o que não provém da fé é pecado. 

Romanos 14:3,5,6,10-16,22,23

Portanto se eu tenho fé eu tenho liberdade, porém se eu amo, eu limito a minha liberdade por amor aos irmãos.

Nessas questões de usos e costumes não há legislação bíblica estabelecida. A única regra é o amor.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

TRANSFORMADO E LAPIDADO

Uma vez que o cristão recebe a justificação por meio de Jesus Cristo, deve andar “de modo digno da vocação a que fostes chamados”.

Rogo-vos, pois, eu, o preso do Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados, Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor” (Ef 4.1,2)

Isso será demonstrado através de sua conduta, o seu viver diário.

A Palavra de Deus nos fornece inúmeros modelos para aplicarmos em nossa vida.

Devemos ser cidadãos dignos.

A conduta do cristão deve refletir a de uma pessoa transformada, que foi lapidada pelo poder do Espírito Santo.

Somente por meio da Palavra de Deus é que iremos saber se o comportamento do cristão é correto ou não.

Há uma grande necessidade de mantermos uma conduta exemplar.

Para tanto, é mister grande empenho para atingir tal objetivo.

Somos exortados, pela Palavra de Deus, como deve ser a nossa conduta

“Para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo” (Fp 2.15).

O cristão deve manter um padrão exemplar de conduta, para que em tudo, Cristo venha a ser glorificado.

A conduta cristã está baseada em ter-se uma atitude certa para com Nosso Deus.

O cristão fora justificado, no entanto, deve procurar viver uma vida de santidade.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 9 de março de 2020

A JUSTIÇA DE DEUS


Justiça não significa o cumprimento da Lei. Por esta razão é que Jesus não aprovou a conduta da guarda dos mandamentos do jovem rico, Mc 10:17-21.

Outrossim encontramos na parábola dos trabalhadores, quando o Senhor da vinha decidiu pagar por inteiro ao que tinha chegado na última hora do dia. Os assalariados acharam o dono da vinha injusto ou o seu procedimento ilegal. Afinal eles tinham trabalhado todo o dia debaixo de um sol escaldante e acabaram por receber um denário. Não compreenderam a atitude do dono da vinha.

A justiça de Deus não pode ser comparada à justiça da Lei. Os famosos fariseus dizimavam o endro o cominho, a hortelã e, no entanto, o seu coração não era justo porque não usavam de misericórdia para com o seu semelhante, segundo os Evangelhos.

A justiça de Deus é incomparável à justiça dos homens. Neste mundo imperam as leis injustas dos homens porque são baseadas em critérios de conveniência e por esta razão, existem os conflito laborais, sociais e econômicos.

Até mesmo a democracia é injusta na sua gênesis. Sabemos que nem sempre as multidões ajuízam corretamente os governantes.

O Reino de Deus é firmado em justiça, Is 9:7 e esta manifesta-se no caminho estreito daquele que segue o Senhor da Glória. Como acima referi à cerca do encontro do jovem rico com o Senhor Jesus, a proposta era de se libertar de todos os seus bens e de seguir o Mestre.

Muitas eclésias insistem no legalismo dos seus membros impondo-lhes regras de vestuário, dízimos, alimentos puros e impuros além de uma permanente frequência aos cultos, aos jejuns e a outras práticas.

O Leitor, certamente que se recorda que dois homens subiram ao Templo para orar. Um era fariseu e diante de Deus falava da sua boa conduta enquanto que o outro se humilhava diante de Deus arrependido dos seus pecados. Diz a narrativa que este foi justificado porque foi sincero ou seja, justo diante de Deus, enquanto que o outro baseado no legalismo, foi rejeitado.

Justiça é que repartas o teu pão com o faminto e recolhas em casa o necessitado. Então romperá a tua luz como a alva, e a tua justiça irá adiante da tua face, e a glória do Senhor será a tua retaguarda, Is 58:7 e 8.

Amilcar Rodrigues

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 23 de abril de 2016

A JUSTIÇA DE DEUS

Justiça não significa o cumprimento da Lei. Por esta razão é que Jesus não aprovou a conduta da guarda dos mandamentos do jovem rico, Mc 10:17-21.

Outrossim encontramos na parábola dos trabalhadores, quando o Senhor da vinha decidiu pagar por inteiro ao que tinha chegado na última hora do dia. Os assalariados acharam o dono da vinha injusto ou o seu procedimento ilegal. Afinal eles tinham trabalhado todo o dia debaixo de um sol escaldante e acabaram por receber um denário. Não compreenderam a atitude do dono da vinha.

A justiça de Deus não pode ser comparada à justiça da Lei. Os famosos fariseus dizimavam o endro o cominho, a hortelã e, no entanto, o seu coração não era justo porque não usavam de misericórdia para com o seu semelhante, segundo os Evangelhos.

A justiça de Deus é incomparável à justiça dos homens. Neste mundo imperam as leis injustas dos homens porque são baseadas em critérios de conveniência e por esta razão, existem os conflito laborais, sociais e econômicos.

Até mesmo a democracia é injusta na sua gênesis. Sabemos que nem sempre as multidões ajuízam corretamente os governantes.

O Reino de Deus é firmado em justiça, Is 9:7 e esta manifesta-se no caminho estreito daquele que segue o Senhor da Glória. Como acima referi à cerca do encontro do jovem rico com o Senhor Jesus, a proposta era de se libertar de todos os seus bens e de seguir o Mestre.

Muitas eclésias insistem no legalismo dos seus membros impondo-lhes regras de vestuário, dízimos, alimentos puros e impuros além de uma permanente frequência aos cultos, aos jejuns e a outras práticas.

O Leitor, certamente que se recorda que dois homens subiram ao Templo para orar. Um era fariseu e diante de Deus falava da sua boa conduta enquanto que o outro se humilhava diante de Deus arrependido dos seus pecados. Diz a narrativa que este foi justificado porque foi sincero ou seja, justo diante de Deus, enquanto que o outro baseado no legalismo, foi rejeitado.

Justiça é que repartas o teu pão com o faminto e recolhas em casa o necessitado. Então romperá a tua luz como a alva, e a tua justiça irá adiante da tua face, e a glória do Senhor será a tua retaguarda, Is 58:7 e 8.

Autoria: Amilcar Rodrigues

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 30 de março de 2016

LIBERDADE E LIBERTINAGEM

Temos liberdade naquilo que o Senhor não fala na Palavra, porém até essa liberdade tem limites. Se eu não aplico a seguinte regra, incorro na libertinagem:

A FÉ LIMITA A MINHA LIBERDADE. O AMOR LIMITA MINHA CONDUTA.

Veja que nas coisas que o Senhor não dá mandamentos, ou seja, onde Ele não legisla, nós não podemos legislar. Podemos ter opiniões sobre essas coisas, mas nunca podemos dar mandamentos que Deus nunca deu.

Se eu tenho fé, eu posso ter liberdade nas coisas que o Senhor não ordena (bebidas, futebol, televisão, cinema e etc.). Se tenho plena convicção e nenhuma dúvida eu não peco, porém se tenho dúvidas não devo fazê-lo.

Um crê que de tudo se pode comer, e outro, que é fraco, come só legumes. Quem come não despreze a quem não come; e quem não come não julgue a quem come; pois Deus o acolheu. Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias.

Cada um esteja inteiramente convicto em sua própria mente. Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz. E quem come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come, para o Senhor não come, e dá graças a Deus.

Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Deus. Porque está escrito: Por minha vida, diz o Senhor, diante de mim se dobrará todo joelho, e toda língua louvará a Deus. Assim, pois, cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus.

Portanto não nos julguemos mais uns aos outros; antes o seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao vosso irmão. Eu sei, e estou certo no Senhor Jesus, que nada é de si mesmo imundo a não ser para aquele que assim o considera; para esse é imundo. Pois, se pela tua comida se entristece teu irmão, já não andas segundo o amor.

Não faças perecer por causa da tua comida aquele por quem Cristo morreu. Não seja pois censurado o vosso bem; A fé que tens, guarda-a contigo mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova. Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque o que faz não provém da fé; e tudo o que não provém da fé é pecado.  Romanos 14:3,5,6,10-16,22,23

Portanto se eu tenho fé eu tenho liberdade, porém se eu amo eu limito a minha liberdade por amor aos irmãos. Portanto em Romanos 14 Paulo fala de opiniões e não entra no conselho de Deus.

Nessas questões de usos e costumes não há legislação bíblica estabelecida. A única regra é o amor. Não devo julgar o meu irmão que faz uso de algo que para mim é inconcebível, e nem devo rejeitar aquele que não usa. Minha atitude deve ser de amor.

PERGUNTAS PARA FAZERMOS A NÓS MESMOS ANTES DE USAR DE ALGUMA LIBERDADE.
ISTO É LÍCITO? I Coríntios 10:23
ISTO EDIFICA? I Corintios 10:23b
ISTO ESTÁ ME DOMINANDO? I Coríntios 6:12b
ISTO GLORIFICA A DEUS? I Coríntios 10:31
ESTOU BUSCANDO MEU PRÓPRIO INTERESSE? I Coríntios 10:32,33
PROVÉM DE FÉ? Romanos 14:23
PROVÉM DE AMOR? Romanos 14:21

JESUS ESCANDALIZOU?
Não! Escandalizar é levar alguém a fazer algo sem ter fé. II Coríntios 6:1-4.

Devemos manter uma postura madura de ambos os lados: Quem come não despreze a quem não come; e quem não come não julgue a quem come; pois Deus o acolheu. Romanos 14:3

Transcrito Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

domingo, 21 de setembro de 2014

RESISTINDO ÀS PRESSÕES DO MUNDO

Os perversos e impostores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados. Quanto a você, porém, permaneça nas coisas que aprendeu e das quais tem convicção, pois você sabe de quem o aprendeu. [2 Timóteo 3.13-14]

A Segunda Carta de Paulo a Timóteo foi sua última carta, escrita pouco tempo antes de seu martírio. Sua preocupação principal ainda é com o que irá acontecer ao evangelho quando ele não estiver mais por perto para guiar e ensinar a igreja.

Em 2 Timóteo 3.1-5, Paulo adverte Timóteo de que os “últimos dias” (que Jesus inaugurou) incluiriam “tempos terríveis” (v. 1). Em seguida ele apresenta um quadro vívido desses dias. Ele relaciona dezenove características dos últimos dias, sendo que a pior de todas é a deturpação do amor.


As pessoas serão “mais amantes dos prazeres do que amigas de Deus”, avarentas, egoístas e soberbas. De fato, as pessoas não terão amor pela família (v. 3). A falta do verdadeiro amor irá destruir os relacionamentos.

Paulo temia que Timóteo fosse arrastado por essa torrente de egoísmo, e insiste com ele para permanecer firme e resistir às pressões do mundo.

Em 2 Timóteo 3.10 e 14, Paulo se dirige a Timóteo usando duas palavras gregas monossilábicas, su de, que aparecem no texto como: “mas você” (v. 10) e “quanto a você” (v. 14).

Timóteo precisava ter uma conduta diferente, em evidente contraste com a cultura contemporânea, e, se necessário, permanecer só.

Paulo afirma que Timóteo tem “seguido de perto” o seu ensino e a sua conduta. Ele então exorta Timóteo a continuar no mesmo caminho: “permaneça nas coisas que aprendeu” (v. 14).

Assim, os versículos 10-13 descrevem a lealdade de Timóteo ao apóstolo, no passado, e os versículos 14-17 o conclamam a permanecer leal no futuro. Ele tinha boas razões para agir desta forma — ele sabia que quem o estava instruindo era o próprio apóstolo Paulo, cuja autoridade apostólica era reconhecida por ele, e também porque conhecia as Escrituras desde a infância, reconhecendo-as como theopneustos (literalmente, “sopradas por Deus”) e úteis.

Esses dois fundamentos se aplicam até hoje. O evangelho em que crêem os cristãos é o evangelho bíblico, referendado pelos profetas de Deus e pelos apóstolos de Cristo.

Somos gratos por essa dupla autenticação.

Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te. [...] Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, E que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus.

Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra. (2 Timóteo 3:1-17)

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.


Por Litrazini

Graça e Paz


Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.