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segunda-feira, 9 de março de 2020

A JUSTIÇA DE DEUS


Justiça não significa o cumprimento da Lei. Por esta razão é que Jesus não aprovou a conduta da guarda dos mandamentos do jovem rico, Mc 10:17-21.

Outrossim encontramos na parábola dos trabalhadores, quando o Senhor da vinha decidiu pagar por inteiro ao que tinha chegado na última hora do dia. Os assalariados acharam o dono da vinha injusto ou o seu procedimento ilegal. Afinal eles tinham trabalhado todo o dia debaixo de um sol escaldante e acabaram por receber um denário. Não compreenderam a atitude do dono da vinha.

A justiça de Deus não pode ser comparada à justiça da Lei. Os famosos fariseus dizimavam o endro o cominho, a hortelã e, no entanto, o seu coração não era justo porque não usavam de misericórdia para com o seu semelhante, segundo os Evangelhos.

A justiça de Deus é incomparável à justiça dos homens. Neste mundo imperam as leis injustas dos homens porque são baseadas em critérios de conveniência e por esta razão, existem os conflito laborais, sociais e econômicos.

Até mesmo a democracia é injusta na sua gênesis. Sabemos que nem sempre as multidões ajuízam corretamente os governantes.

O Reino de Deus é firmado em justiça, Is 9:7 e esta manifesta-se no caminho estreito daquele que segue o Senhor da Glória. Como acima referi à cerca do encontro do jovem rico com o Senhor Jesus, a proposta era de se libertar de todos os seus bens e de seguir o Mestre.

Muitas eclésias insistem no legalismo dos seus membros impondo-lhes regras de vestuário, dízimos, alimentos puros e impuros além de uma permanente frequência aos cultos, aos jejuns e a outras práticas.

O Leitor, certamente que se recorda que dois homens subiram ao Templo para orar. Um era fariseu e diante de Deus falava da sua boa conduta enquanto que o outro se humilhava diante de Deus arrependido dos seus pecados. Diz a narrativa que este foi justificado porque foi sincero ou seja, justo diante de Deus, enquanto que o outro baseado no legalismo, foi rejeitado.

Justiça é que repartas o teu pão com o faminto e recolhas em casa o necessitado. Então romperá a tua luz como a alva, e a tua justiça irá adiante da tua face, e a glória do Senhor será a tua retaguarda, Is 58:7 e 8.

Amilcar Rodrigues

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 30 de julho de 2016

JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ

Por isso, nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado (Romanos 3:20).

Os judeus possuíam as escrituras do Antigo Testamento com a revelação que Deus tinha dado de Si mesmo nelas e Suas justas exigências na lei. Mas isso não os torna melhores do que as outras nações. Isso quer dizer que eles nem sequer se tornaram justos.

Na verdade, não era, não é e nunca será possível ser justificado diante de Deus mediante as “obras da lei”. “Qualquer que guardar toda a lei e tropeçar em um só ponto tornou-se culpado de todos” (Tiago 2:10).

O objetivo da lei de Deus não era salvar o homem pecador. A intenção de Deus era antes mostrar à humanidade, através da lei, de que ela era culpada e precisava de salvação.

“Pela lei vem o conhecimento do pecado” (Romanos 3:20). Somente aqueles que conhecem as justas demandas de Deus estão cientes de que não podem satisfazê-las. Quanto mais uma pessoa se esforça em fazer o que a lei exige, mais cedo vai perceber que um poder pecaminoso o domina, levando-o a se rebelar contra os justos mandamentos de Deus e transgredi-los.

Assim a lei de Deus revela ser “a força do pecado” (1 Coríntios 15:56), embora ela seja“santa; e o mandamento, santo, justo e bom” (Romanos 7:12).

Assim, a lei de Deus não pode de maneira nenhuma conferir a humanidade a justificação que lhe dará uma posição diante de Deus, nem pode libertá-lo do poder do pecado que habita nela.

Mas, agora, se manifestou, sem a lei, a justiça de Deus… isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que crêem (Romanos 3:21-22).

Paulo havia mostrado que a humanidade não pode reivindicar qualquer justiça que tenha algum crédito com Deus. Nem pode a lei de Moisés de alguma forma; ela serve apenas para revelar a nossa culpa, uma vez que somos incapazes de guardá-la.

“Mas, agora” – isso aponta para uma nova era, aquela em que vivemos, a qual é muitas vezes chamada de “período da graça”. Durante esse tempo, a justiça de Deus é oferecida através do evangelho. E enquanto a lei do Sinai se aplicava ao povo de Israel, a oferta gratuita da graça de Deus no evangelho está disponível a todos, sem qualquer distinção.

A todo aquele que comparecer diante de Deus com os trapos e farrapos de sua vida, a justiça de Deus lhe é oferecida. Isto é o que se entende por “para todos”.

Na verdade, como pode, então, o homem pecador atingir uma quota na justiça de Deus?
Não por “obras da lei”, mas simplesmente por meio da fé, e não apenas qualquer fé, mas “pela fé em Jesus Cristo”. O homem não pode fazer nada por ou para si mesmo; deve aceitar o que Cristo fez em Sua obra expiatória na cruz para ele pela fé.

Essa é a condição necessária, pois a justiça de Deus vem apenas “sobre todos os que crêem”. Quem não confia em si mesmo e na sua suposta justiça própria, mas admite sua culpa diante de Deus, crendo em Cristo, é salvo. Ele é justificado diante de Deus e livre de julgamento.

Extraído do devocional BOA SEMENTE

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 23 de abril de 2016

A JUSTIÇA DE DEUS

Justiça não significa o cumprimento da Lei. Por esta razão é que Jesus não aprovou a conduta da guarda dos mandamentos do jovem rico, Mc 10:17-21.

Outrossim encontramos na parábola dos trabalhadores, quando o Senhor da vinha decidiu pagar por inteiro ao que tinha chegado na última hora do dia. Os assalariados acharam o dono da vinha injusto ou o seu procedimento ilegal. Afinal eles tinham trabalhado todo o dia debaixo de um sol escaldante e acabaram por receber um denário. Não compreenderam a atitude do dono da vinha.

A justiça de Deus não pode ser comparada à justiça da Lei. Os famosos fariseus dizimavam o endro o cominho, a hortelã e, no entanto, o seu coração não era justo porque não usavam de misericórdia para com o seu semelhante, segundo os Evangelhos.

A justiça de Deus é incomparável à justiça dos homens. Neste mundo imperam as leis injustas dos homens porque são baseadas em critérios de conveniência e por esta razão, existem os conflito laborais, sociais e econômicos.

Até mesmo a democracia é injusta na sua gênesis. Sabemos que nem sempre as multidões ajuízam corretamente os governantes.

O Reino de Deus é firmado em justiça, Is 9:7 e esta manifesta-se no caminho estreito daquele que segue o Senhor da Glória. Como acima referi à cerca do encontro do jovem rico com o Senhor Jesus, a proposta era de se libertar de todos os seus bens e de seguir o Mestre.

Muitas eclésias insistem no legalismo dos seus membros impondo-lhes regras de vestuário, dízimos, alimentos puros e impuros além de uma permanente frequência aos cultos, aos jejuns e a outras práticas.

O Leitor, certamente que se recorda que dois homens subiram ao Templo para orar. Um era fariseu e diante de Deus falava da sua boa conduta enquanto que o outro se humilhava diante de Deus arrependido dos seus pecados. Diz a narrativa que este foi justificado porque foi sincero ou seja, justo diante de Deus, enquanto que o outro baseado no legalismo, foi rejeitado.

Justiça é que repartas o teu pão com o faminto e recolhas em casa o necessitado. Então romperá a tua luz como a alva, e a tua justiça irá adiante da tua face, e a glória do Senhor será a tua retaguarda, Is 58:7 e 8.

Autoria: Amilcar Rodrigues

Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 14 de fevereiro de 2016

A OBRA REDENTORA DE JESUS CRISTO

“Foi crucificado, morto e sepultado”. O que Jesus fez para nos salvar do pecado??? Por que Cristo tinha que morrer naquela CRUZ???

PARA PAGAR A PENALIDADE DOS NOSSOS PECADOS.
Em Romanos 3.23 diz: “Pois todos pecaram e estão destituídos da  glória de Deus”. O pecado trouxe a condenação a todos os seres humanos. E o pecado não poderia ficar sem castigo. Deus escolheu o seu próprio Filho, por amor, para realizar o pagamento desta dívida com Ele.

Em I Pedro 3.18 vemos: “Porque também Cristo morreu uma só vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; sendo, na verdade, morto na carne, mas vivificado no espírito”

PARA SUBSTITUIR OS HOMENS.
Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira[...] Porque, se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo. Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida.Romanos 5.8 e 18. Ele não apenas substituiu Barrabás, o salteador que foi solto no dia em que Ele foi crucificado, mas substituiu a mim e a você também.

PARA SATISFAZER A JUSTIÇA DE DEUS.
Romanos 3.24 a 26 diz: “Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, ao qual Deus propôs como propiciação, pela fé, no seu sangue, para demonstração da sua justiça por ter ele na sua paciência, deixado de lado os delitos outrora cometidos; para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e também justificador daquele que tem fé em Jesus”. As expressões “justo” e “justificador” mostram que, ao perdoar o homem, Deus não deixou de ser justo, mas foi justificador para o homem, através do seu Filho. A palavra justificado (nós) significa sermos declarados justos perante o Pai.


PARA NOS LIVRAR DA MORTE E NOS DAR SALVAÇÃO.  Mas que diz? A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a palavra da fé, que pregamos, A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação. Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido. Porquanto não há diferença entre judeu e grego; porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam. Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Romanos 10.8 a 13.                

COM ISTO, TODOS AQUELES QUE CRÊEM EM JESUS E O DECLARAM COMO SENHOR E SALVADOR SÃO ABENÇOADOS COM:
PERDÃO –  1 João 1.7 diz:  “... e o sangue de Jesus, o seu filho, nos purifica de todo pecado.” Em 1 João 1.8 a 10, lemos: “Se dissermos que não temos pecado nenhum, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”.

RECONCILIAÇÃO – Lemos em II Coríntios 5.19: “Pois que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões; e nos encarregou da palavra da reconciliação”, somos, novamente, “amigo de Deus”.

LIBERTAÇÃO – João 8.32 – “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. João 8.36 “...Se pois o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”.

Lidiomar T. Granatti

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 27 de novembro de 2010

A Provisão divina e o Propósito do Reino de Deus

A provisão divina é um sub produto da obediência.

Ela não é um, salário pago por trabalho realizado ou por serviços prestados.

Jesus prometeu que, se buscarmos o Reino e a justiça de Deus, todas as provisões de que necessitamos para a vida nos serão acrescentadas.

Tudo que for necessário para que vivamos de maneira justa como súditos do seu Reino nos será fornecido. Entretanto, nosso coração e nossa mente, nossa vontade e nosso desejo devem estar submissos ao Senhor e Rei.

A obediência envolve muito mais do que uma simples aderência às regras e aos regulamentos ou a mera mudança de comportamento.

Podemos ter atitudes corretas e ainda assim possuir um coração rebelde e desobediente. Este é um problema bastante antigo, que remonta ao Jardim do Éden.

Não é a toa que Isaías registrou a seguinte reclamação de Deus a respeito de seu povo: Porque o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de mim, com a boca e com os lábios, me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim, e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, em que foi instruído (Is. 29.13)

No que diz respeito ao Senhor, a obediência eterna de um coração desobediente, não é obediência genuína.

A obediência que libera a provisão do Reino começa no coração que manifesta-se externamente. Em outras palavras, a verdadeira obediência é resultado de um coração obediente.

A obediência falsa, meramente externa não passa de um estratagema para tentar manipular Deus a nos dar o que desejamos. Este plano fracassa sempre.

Por isso muitos cristãos vivem perplexos. Eles vão à igreja, lêem a bíblia, oram, dão o dízimo e dedicam parte do seu tempo à congregação, porém, nada parece dar resultado.

Os depósitos celestiais parecem estar fechados, qual o motivo disso?

Eles não levam uma vida correta. Seu coração não está limpo diante de Deus. Apesar de sua demonstração eterna de justiça, seu íntimo não está em consonância com o governo do Reino divino

Na Bíblia, a provisão abundante e a prosperidade estão ligados à obediência a Deus.

Pouco antes de os Israelitas cruzarem o rio Jordão para chegar à terra prometida, Moisés lhes transmitiu a seguinte incumbência e promessa de Deus:

E será que, se ouvires a voz do SENHOR teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu hoje te ordeno, o SENHOR teu Deus te exaltará sobre todas as nações da terra. E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do SENHOR teu Deus; bendito serás na cidade, e bendito serás no campo.Bendito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais; e as crias das tuas vacas e das tuas ovelhas.Bendito o teu cesto e a tua amassadeira.Bendito serás ao entrares, e bendito serás ao saíres. (Dt. 28.1-6)

Quando obedecemos ao Senhor de todo o coração suas bênçãos inundam nossas vidas. Ser abençoado no fruto de nosso ventre e no fruto da terra significa que Deus abençoa e protege nossos investimentos.O aumento dos rebanhos mostra que a nossa riqueza será multiplicada. Aonde quer que formos e tudo o que tocarmos será abençoado. Sucesso, graça e influência crescerão a cada instante.

No Reino de Deus, o propósito atrai a provisão

A nossa provisão está ligada ao propósito. Assim como Deus dá às aves tudo que necessitam para serem aves, Ele nos fornece o que necessitamos para cumprir nosso propósito como seus súditos e filhos.

Baseado no livro Aplicando o Reino de Deus – Myles Munroe

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.