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sexta-feira, 22 de outubro de 2021

VIVENDO EM UMA CULTURA DE PRAZERES

Lembre-se do real propósito da vida.

O propósito da vida é mais do que se deixar entreter, mais do que se divertir, mais do que experimentar sensações, mais do que se sentir bem ou chegar à aposentadoria.

"Doravante, vivam o que resta de suas vidas controlados pela vontade de Deus, e não pelos desejos humanos." (I Pe 4:2).

Eu desafio você a conhecer a Deus, servi-Lo, amá-Lo e, a partir disto, você encontrará o verdadeiro significado da vida.

Desfrute de um viver equilibrado.

Eclesiastes 3:1-11. Há um tempo para se divertir, um tempo para trabalhar, um tempo para a seriedade e um tempo para a futilidade, e todos estão debaixo da vontade de Deus.

Edifique a si mesmo mentalmente, emocionalmente, fisicamente, socialmente e espiritualmente.

Evite os prazeres destrutivos.

Se você não fizer planos para desfrutar de prazeres saudáveis em sua vida, o mundo se incumbirá de seduzi-lo para os prejudiciais.

"Porque também nós éramos noutros tempos insensatos, desobedientes e incorretos. Éramos escravos das paixões e prazeres de todos os tipos. Nós dissipávamos nossas vidas em malícia e inveja; odiando e sendo odiados uns pelos outros. Mas quando apareceu a benignidade e o amor de Deus, nosso Salvador, Ele nos salvou. E isto não foi por causa de quaisquer boas obras que tivéssemos feito..." (Tito 3:3-5).

Deus afirma: "Apenas diga não" - a incapacidade de dizer "Não" é chamada de vício.

Não aceite a ocupação passageira que nossa cultura está a oferecer.

Aceite a ocupação que Deus quer para você.

Você é importante para Deus.

Ele tem um plano e um propósito para a sua vida.

E ele não é passageiro. É eterno.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 21 de maio de 2020

NOS ÚLTIMOS DIAS


O contexto da segunda carta de Paulo a Timóteo é, no mínimo, interessante. A igreja de Éfeso continuava sendo atacada por falsas doutrinas, pelos diversos falsos mestres que se levantavam para, de acordo com os versículos 6 à 8 deste terceiro capítulo, adentrar as casas de pessoas enfadadas de pecados e paixões mundanas e transformar seus pensamentos.

Nos dois primeiros capítulos o apóstolo Paulo encoraja seu filho na fé a permanecer naquilo que aprendeu, lutando pela sã doutrina, ensinando a Palavra e repelindo os falsos ensinos.

Dois grandes conselhos, por exemplo, encontramos no capítulo dois. O primeiro, apresentado no versículo 15, onde Paulo incentiva a Timóteo que se apresentasse a Deus como obreiro aprovado, sem ter do que se envergonhar, pois maneja bem a Palavra da Verdade. Todo aquele que se dispõe na obra do Senhor deve, em todos os momentos, apresentar a Deus o seu melhor, cada vez mais conciso de que apenas na Palavra encontraremos solidez e firmeza de espírito.

Já o segundo conselho, e falo-o na intenção de fechar este “parêntese” que abri, encontra-se no versículo 22, e tem uma conotação mais imperativa, onde Paulo afirma que Timóteo deveria fugir das “paixões da mocidade”. No grego, esta expressão “paixões” tem um sentido de “desejo especial por tudo aquilo que é proibido”, e não apenas uma conotação de imoralidade sexual, como normalmente vemos sendo retratado.

Tudo que distancia nosso coração do Senhor, por menor que pareça ser, deve ser repelido de nossas vidas. Tudo aquilo que eventualmente amamos mais que a Deus deve ser sim entendido como uma destas “paixões”, e disso precisamos fugir, nos afastar.

Voltando, portanto, ao contexto do capítulo três, Paulo adverte a seu filho na fé que tempos trabalhosos viriam. Existe uma discussão para saber quando seriam estes “tempos” descritos pelo apóstolo, mas uma breve olhada na realidade atual denuncia que, independente de quando começaram, nós já os vivenciamos. Ainda, é clara mais uma informação: os tempos seriam trabalhosos por culpa da natureza depravada do homem.

A partir do versículo dois, Paulo dá uma lista de atributos negativos de como seriam os homens nestes tempos citados. De egoístas a enfatuados, vemos que os pontos negativos abordam as áreas sociais, naturais e emocionais. Essa depravação atinge, mais a fundo, o caráter do ser humano.

Porém, o que traz mais espanto e pavor é exatamente aquilo que serve de raiz para todo e qualquer pecado, disposto por Paulo no versículo quatro. Os homens serão “mais amigos dos prazeres que amigos de Deus”. A humanidade caminha para seu fim aqui na terra e este fim é, para aqueles que praticam a iniquidade, que deleitam-se em fazer o que o Todo Poderoso detesta, a condenação eterna.

Quando os homens afastam-se de Deus, é notável que lhes ocorre o que descrito pelo salmista, no salmo de número 42, verso 7, “um abismo chama outro abismo”. Os homens vão de mal a pior.

Não bastasse isso, o afastar-se de Deus e apegar-se aos prazeres mundanos, os homens tornar-se-ão (como bem vemos, já o são) em falsos cristãos – aparentando um cristianismo em seu exterior, seja em vestimentas ou palavras, porém negando-lhe de forma crassa em suas obras e atitudes. Vemos, infelizmente, estes escritos de Paulo concretizando-se em nossa realidade. Apóstolos, bispos, pastores, profetas e profetizas corrompem a Palavra que afirmam pregar, maculando o Santo nome do Senhor e tratando a Noiva como uma meretriz. A condenação destes é certa (vv. 8 e 9)!

Este texto deve lhe servir com dois propósitos, ao menos. Entenda, em primeiro lugar, que vivemos nestes tempos sombrios e difíceis, e que somos constantemente cercados por lobos trajados em pele de ovelhas, que procuram abocanhar-nos com seus falsos ensinos e suas palavras enganadoras. Em segundo lugar, e por fim, tenha plena ciência de que estes falsos mestres têm sua condenação certa, eu que Deus há de trazer-lhes justiça quando no tempo oportuno.

Daniel Rodrigues Kinchescki

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 17 de julho de 2018

PERSEGUIDO E ABENÇOADO


De todos os lados somos pressionados, mas não desanimados; ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos. (2 Coríntios 4.8-9)

Se o mundo não pode nos cativar com seus prazeres e nos atrair para os seus pecados, então ele tenta nos desviar com sofrimento e tormentos.

Todo o tempo em que estamos na terra, o mundo tenta nos enganar, mostrando-nos exemplos de pecado ou nos torturando cruelmente. É como um monstro mítico com a cabeça de uma linda donzela, o corpo de leão e a cauda de serpente venenosa.

O destino final do mundo, com seus prazeres e crueldade, é veneno e morte eterna.

Portanto, Deus ordenou as questões de tal maneira que os pecados do mundo acabam nos trazendo bênçãos. Assim, as perseguições do mundo não são inúteis, pois Deus pretende que elas aumentem as nossas bênçãos.

Quando o mundo tenta nos prejudicar, acaba servindo-nos e nos tornando pessoas melhores.

Assim, vemos que toda a Bíblia e todos os antigos pais da igreja concordam que aqueles que tentam nos causar danos acabam nos sendo muito úteis se resistirmos pacientemente ao sofrimento. Essa é a razão pela qual Pedro diz: “Quem há de maltratá-los, se vocês forem zelosos na prática do bem?” (1Pe 3.13). E lemos nos Salmos: “Nenhum inimigo o sujeitará a tributos; nenhum injusto o oprimirá” (Sl 89.22).

Mas, como nossos inimigos podem não nos ofender, quando tentam, com tanto afinco, nos matar e, às vezes, até têm sucesso?

É exatamente quando eles nos prejudicam que nos fazem o maior bem. Se formos sábios, entenderemos que vivemos no meio de bênçãos e do mal ao mesmo tempo.

É espantoso como Deus, em sua bondade, dirige tudo isso!

Retirado de Somente a Fé – Um Qno com Lutero. Editora Ultimato.

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

O QUE DEVO FAZER?

Quem é assim não pense que vai receber alguma coisa do Senhor, pois não tem firmeza e nunca sabe o que deve fazer. (Tg 1.7-8)

A mulher samaritana não se perguntou: “Devo abandonar o meu sexto marido e voltar para o primeiro?”.

A mulher adúltera não se perguntou: “Devo continuar a pecar já que todos os meus acusadores, tanto os jovens como os mais idosos, pecam tanto quanto eu?”.

A mulher pecadora não se perguntou: “Devo me tornar uma religiosa para o resto da vida porque Jesus perdoou os meus muitos pecados?”.

Pedro não se perguntou: “Depois de ter negado a Jesus por três vezes devo abandonar o grupo de apóstolos?”.

Zaqueu, o publicano, não se perguntou: “Devo devolver quatro vezes mais o que roubei dos outros e dar metade dos meus bens para os pobres?”.

Abraão não se perguntou: “Devo mesmo oferecer meu único filho, a quem eu amo, em sacrifício?”.

Moisés não se perguntou: “Devo mesmo desprezar os prazeres do pecado aqui da corte de Faraó e sofrer com o povo de Deus?”.

Paulo não se perguntou: “Devo seguir para Jerusalém, onde a prisão e a morte estão à minha espera?”.

No entanto, podemos imaginar o irmão do filho pródigo se perguntando: “Devo me alegrar com meu pai e meus vizinhos porque meu irmão estava morto e vive de novo, estava perdido e foi achado?”

E, também, Pilatos deve ter tido esta dúvida no seu íntimo: “Devo soltar Jesus, em quem não encontrei crime algum, ou Barrabás, que promoveu uma rebelião aqui em Jerusalém e matou uma pessoa?”.

Do mesmo modo o mestre da lei deve ter se perguntado: “Devo cuidar primeiro do funeral do meu pai, ou seguir a Jesus imediatamente?”.

As pessoas que não estão sobre a rocha, que não têm firmeza, que não têm fé, que são como ondas do mar, que o vento leva de um lado para o outro, nunca sabem o que fazer, vivem confusas, tateando no escuro, indecisas, intranquilas. Muitas vezes, preferem fazer o que é mais cômodo, mais fácil, mais vantajoso.

Saber em que esquina se deve virar, o que fazer a cada estágio da vida, acertar em todas as escolhas – é algo extremamente necessário.

— Fazer o que se deve fazer é sempre o melhor!

Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.


Por Litrazini:


Graça e Paz

domingo, 21 de setembro de 2014

RESISTINDO ÀS PRESSÕES DO MUNDO

Os perversos e impostores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados. Quanto a você, porém, permaneça nas coisas que aprendeu e das quais tem convicção, pois você sabe de quem o aprendeu. [2 Timóteo 3.13-14]

A Segunda Carta de Paulo a Timóteo foi sua última carta, escrita pouco tempo antes de seu martírio. Sua preocupação principal ainda é com o que irá acontecer ao evangelho quando ele não estiver mais por perto para guiar e ensinar a igreja.

Em 2 Timóteo 3.1-5, Paulo adverte Timóteo de que os “últimos dias” (que Jesus inaugurou) incluiriam “tempos terríveis” (v. 1). Em seguida ele apresenta um quadro vívido desses dias. Ele relaciona dezenove características dos últimos dias, sendo que a pior de todas é a deturpação do amor.


As pessoas serão “mais amantes dos prazeres do que amigas de Deus”, avarentas, egoístas e soberbas. De fato, as pessoas não terão amor pela família (v. 3). A falta do verdadeiro amor irá destruir os relacionamentos.

Paulo temia que Timóteo fosse arrastado por essa torrente de egoísmo, e insiste com ele para permanecer firme e resistir às pressões do mundo.

Em 2 Timóteo 3.10 e 14, Paulo se dirige a Timóteo usando duas palavras gregas monossilábicas, su de, que aparecem no texto como: “mas você” (v. 10) e “quanto a você” (v. 14).

Timóteo precisava ter uma conduta diferente, em evidente contraste com a cultura contemporânea, e, se necessário, permanecer só.

Paulo afirma que Timóteo tem “seguido de perto” o seu ensino e a sua conduta. Ele então exorta Timóteo a continuar no mesmo caminho: “permaneça nas coisas que aprendeu” (v. 14).

Assim, os versículos 10-13 descrevem a lealdade de Timóteo ao apóstolo, no passado, e os versículos 14-17 o conclamam a permanecer leal no futuro. Ele tinha boas razões para agir desta forma — ele sabia que quem o estava instruindo era o próprio apóstolo Paulo, cuja autoridade apostólica era reconhecida por ele, e também porque conhecia as Escrituras desde a infância, reconhecendo-as como theopneustos (literalmente, “sopradas por Deus”) e úteis.

Esses dois fundamentos se aplicam até hoje. O evangelho em que crêem os cristãos é o evangelho bíblico, referendado pelos profetas de Deus e pelos apóstolos de Cristo.

Somos gratos por essa dupla autenticação.

Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te. [...] Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, E que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus.

Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra. (2 Timóteo 3:1-17)

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.


Por Litrazini

Graça e Paz


Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.