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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

AMOR INEXPLICÁVEL

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu Filho. Quem tem o Filho, tem a vida. (João 3:16; 1 João 5:11-12).

Ao dar Seu único e muito amado Filho, Deus oferece a vida eterna, pois Ele mesmo é a vida eterna.

E QUEM É O OBJETO DE TAL DOAÇÃO?
O mundo, ou seja, qualquer pessoa: você, eu e cada um dos habitantes da Terra.

POR QUE DEUS DEU SEU FILHO?
Por amor! “Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos” (1 João 4:9).

QUEM É O BENEFICIÁRIO DESTE AMOR?
“Todo aquele que crê.”

DE QUE MANEIRA DEUS O DÁ?
Com toda a liberalidade, de forma generosa e gratuita. “Sendo justificados gratuitamente pela sua graça” (Romanos 3:24). “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus” (Efésios 2:8).

Ao dar Seu Filho, o presente supremo, Deus não nos “dará também com ele todas as coisas”(Romanos 8:32)?

Como não colocar nossa confiança neste Deus, “que abundantemente nos dá todas as coisas para delas gozarmos” (1 Timóteo 6:17)?

Para prosseguir no caminho, Deus nos dá também Sua Palavra, a verdade (João 17:14,17), à qual podemos recorrer todas as vezes que desejarmos para aprender e receber encorajamento. E para compreendê-la, “Deus… nos deu também o seu Espírito Santo” (1 Tessalonicenses 4:8).

Assim, em Seu infinito amor, Deus nos dá sua paz, alegria, e a esperança de Sua glória para que desfrutemos de tudo isso neste mundo mesmo, enquanto aguardamos o momento de estar na casa do Pai (João 14:2), onde experimentaremos a plenitude destas coisas pela eternidade.

Extraído do Devocional Boa Semente
           
Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

ADORAÇÃO COMO APRENDER A AGRADAR A DEUS

Adorar a Deus é aprender a agradá-lo.

Só podemos agradar uma pessoa quando conhecemos o coração dela. O adorador só começará a agradar a Deus quando ele começar a conhecer o Seu coração e conhecer Sua Palavra.

O desejo de Deus para o adorador é capacita-lo a entender o que é agradável ao seu coração.

O discípulo Pedro foi repreendido muitas vezes pelo Senhor Jesus, mesmo depois de um tempo caminhando ao lado Dele. Em muitas ocasiões Pedro tentava agradar Jesus, porém de uma maneira errada, na ignorância. Até mesmo os discípulos foram repreendidos algumas vezes.

Em Marcos 10.13,14, por exemplo, há um episódio onde as criancinhas queriam se encontrar com Jesus: "Então lhe traziam algumas crianças para que as tocasse; mas os discípulos o repreenderam. Jesus, porém, vendo isto, indignou-se e disse-lhes: Deixai vir a mim as crianças, e não as impeçais, porque de tais é o reino de Deus".

Nesta ocasião os discípulos provavelmente abordaram as crianças dizendo: "Vão embora! Não aborreçam o Mestre!". Com esta atitude pensaram que estariam agradando a Cristo, mas Ele ouvindo isto se indignou e os repreendeu severamente.

Estas ocasiões bíblicas nos revelam que mesmo depois de terem aceitado seguir a Jesus, os discípulos falhavam quando tentavam agrada-lo de uma maneira errada, talvez por não conhece-Lo bem!

O adorador enfrenta o mesmo processo. Não se aprende a adorar a Deus da noite para o dia. Nas suas orações diárias, o adorador deve pedir que Deus se deixe revelar, e Ele certamente se deixará conhecer. Através da Bíblia e de experiências vividas diariamente o adorador aprenderá a agradar a Deus até nas mais pequenas atitudes.

ADORAÇÃO COMO DOAÇÃO
Adoração está relacionada com doação. Doação completa da vida do adorador para Deus. O próprio apóstolo Paulo ordena que: "... se ofereçam completamente a Deus como sacrifício vivo dedicado ao seu serviço e agradável a Ele".

O texto é bem claro! O adorador tem a obrigação de se dedicar inteiramente a Deus, doando tempo para o serviço de Deus e principalmente para Deus.

O verdadeiro adorador não pode falar com Deus apenas nos cultos da igreja. A comunhão deve ser estreitada dia após dia.

O adorador precisa entender a palavra doação. Doar significa dar sem pedir de volta! Dar não significa emprestar! Quando você empresta alguma coisa a alguém, você espera que a pessoa te devolva. Quando ela não devolve você começa a cobrar.

Doar a Deus é dar por amor, sem pedir nada em troca, mas mesmo assim Deus abençoa os seus adoradores.

O adorador deve sua vida a Deus mesmo que seja abençoado ou não. Portanto, devemos adorar a Deus aprendendo a doar o que temos e o que somos, sem pedir algo em troca. Deus abençoará conforme a sinceridade da adoração.

Maria soube ser amiga de Jesus, se preocupou em ouvi-lo e estar junto dele para aprender, soube agrada-lo (escolheu certo) e doou seu precioso tempo, mesmo tendo outras tarefas para fazer. Ela preferiu o relacionamento!

Sabe o que Jesus disse a respeito disso: "...ela escolheu a boa parte". Da mesma forma, o adorador deve saber escolher a melhor parte: o relacionamento com Deus!

Ramon Tessmann

Por Litrazini


Graça e Paz

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Práticas religiosas

Tenham o cuidado de não praticar suas “obras de justiça” diante dos outros para serem vistos por eles. [Mateus 6.1]

Jesus evidentemente presumiu que seus discípulos se engajariam nas práticas comuns da doação, da oração e do jejum, pois esse trio de obrigações religiosas expressa nossa obrigação para com Deus (oração), os outros (doação) e conosco (jejum).

Os três parágrafos no início do capítulo 6 de Mateus seguem um padrão idêntico. Por meio de uma ilustração vívida e espirituosa, Jesus pinta um quadro de hipócritas que praticam sua piedade diante dos homens a fim de serem aplaudidos por eles. Se você fizer isso, diz ele, terá recebido sua recompensa por completo, a saber, o aplauso que tanto deseja. Ao contrário, pratique sua piedade em segredo, pois assim seu Pai celestial que vê em secreto irá lhe recompensar.

O primeiro exemplo de Jesus é a doação.
Ele retrata um fariseu pomposo a caminho de fazer sua doação. Diante dele marcham os tocadores de trombeta, conduzindo uma fanfarra, ansiosos por juntar uma plateia, pois o hipócrita é um ator envolvido em uma apresentação teatral. Ao contrário, não deixe que sua mão esquerda saiba aquilo que a direita está fazendo. Ou seja, não devemos nem sequer estar constrangidos a ofertar, ponderando sobre a doação com espírito de vanglória.

O segundo exemplo de Jesus é o da oração.
Não devemos fazer alarde de nossos hábitos de oração, mas devemos entrar em nosso quarto, fechar a porta e orar ao nosso Pai em secreto. Nada destrói mais a oração que olhares de soslaio para espectadores humanos, do mesmo modo que nada a enriquece mais que um sentimento de que Deus a está ouvindo. Nosso Pai nos recompensará — não com alguma recompensa inadequada, mas com aquilo que mais desejamos, a saber, o acesso à sua presença.

O terceiro exemplo de Jesus é o jejum, que ele desencorajou em seus discípulos.
A Bíblia sugere que o jejum não deve ser uma prática isolada, mas deve estar associado ao arrependimento, à autodisciplina, à preocupação com os famintos e a tempos específicos de oração para necessidades especiais. Quando jejuamos, não devemos aparentar tristeza ou desfigurarmos nossos rostos, mas aparentarmos normalidade, de modo que ninguém suspeite que estejamos jejuando.

O contraste é gritante. A piedade farisaica é ostentadora, motivada pela vaidade e recompensada pelos homens; a piedade cristã é secreta, motivada pela humildade e recompensada por Deus.

Guardai-vos de fazer a vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles; aliás, não tereis galardão junto de vosso Pai, que está nos céus. Quando, pois, deres esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. Mas, quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita; Para que a tua esmola seja dada em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, ele mesmo te recompensará publicamente.

E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes. Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, [...]


E, quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram os seus rostos, para que aos homens pareça que jejuam. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.Tu, porém, quando jejuares, unge a tua cabeça, e lava o teu rosto, Para não pareceres aos homens que jejuas, mas a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. (Mt.6.1-18)

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Jesus, o nome sobre todo nome

"O nome de uma pessoa é sua maior identidade."

O nome representa a personalidade, o caráter e a missão de uma pessoa. Recebe-se um grande nome por herança, doação e conquista. Jesus tem o nome sobre todo o nome por essas três razões.

O nome de Jesus é conhecido no céu, na terra e no inferno. Anjos, homens e demônios se curvam diante de sua majestade. Ele é o Senhor dos senhores, o Rei dos reis, o Soberano dos reis da terra. Nele vivemos, nos movemos e existimos. Ele é a nossa vida, a nossa paz, a nossa alegria, a nossa herança, a nossa justiça, a nossa salvação.

Em primeiro lugar, Jesus herdou o maior de todos os nomes (Hb 1.4). 
Jesus é a exata expressão do ser de Deus, o resplendor máximo da sua glória, o herdeiro de todas as coisas. Por isso, herdou mais excelente nome do que os anjos e foi exaltado acima de todos os seres celestiais.

Ele está entronizado acima dos querubins. Diante dele até os serafins cobrem o rosto. Ele é o Rei da glória e diante de sua majestade todo o universo se curva. Jesus é tudo em todos. Ele é o centro da eternidade e da história. Ele é o agente da criação, o sustentador do universo, o regente que governa os destinos da história e faz todas as coisas conforme o conselho de sua vontade. Não há nenhum nome que se compare ao nome de Jesus. Nenhum nome que esteja acima do nome de Jesus. Esse nome ele herdou do Pai.

Em segundo lugar, Jesus recebeu por doação o maior de todos os nomes (Fp 2.9-11). 
Pelo fato do Rei da glória ter se tornado servo e se humilhado até à morte e morte de cruz, Deus Pai o exaltou sobremaneira, acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e debaixo da terra e toda língua confesse que Jesus é o Senhor para a glória de Deus Pai. Não há salvação fora do nome de Jesus. Ele recebeu esse porque é o Salvador do seu povo (Mt 1.21).

Não há nenhum outro nome dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos (At 4.12). Há poder no nome de Jesus para curar os enfermos (At 3.6). Há poder no nome de Jesus para libertar os cativos (Lc 10.17). Há poder no nome de Jesus para termos nossas orações respondidas (Jo 16.23).

O nome de Jesus é o centro das Escrituras. Jesus é o Alfa e o Ômega. Ele é o Maravilhoso Conselheiro, o Deus forte, o Pai da eternidade e o Príncipe da paz. Jesus é Verbo eterno, o Emanuel, o Pão da vida, a Luz do mundo, a Videira verdadeira. Ele é o bom Pastor, a Porta das ovelhas, o Caminho, e a Verdade e a Vida. Ele é a Ressurreição e a vida, Aquele que esteve morto, mas está vivo pelos séculos dos séculos. Ele é o Salvador, o Messias e o Senhor.

Diante de seu nome reis e vassalos, ateus e religiosos, ricos e pobres, doutores e analfabetos, anjos, homens e demônios precisam se curvar. Seu nome está acima de todo nome que se possa referir no céu e na terra!

Em terceiro lugar, Jesus recebeu o maior de todos os nomes por conquista (Cl 2.15).
Jesus triunfou sobre os principados e potestades na cruz, despojando-os e decretando sua consumada derrota. Foi na cruz que Jesus esmagou a cabeça da serpente. Foi na cruz que Jesus arrancou a armadura do valente e o expôs ao desprezo.

Jesus venceu o diabo, a morte e o pecado. Ressuscitou triunfantemente, ascendeu ao céu e foi entronizado com glória e majestade, acima de todo principado e potestade. Ele tem as chaves da morte e do inferno.

Jesus tem todo o poder e toda autoridade no céu e na terra. Ele tem o livro da história em suas onipotentes mãos. Em breve, ele voltará com grande poder e glória para julgar as nações. Então, ele calcará aos pés todos os seus inimigos e todos os reinos do mundo serão do Senhor e do seu Cristo e ele reinará pelos séculos dos séculos.

O universo inteiro se ajoelhará para dizer: “Ao que está sentado no trono e ao Cordeiro seja o louvor, e a honra, e a glória e o domínio pelos séculos dos séculos”. Então, depositaremos aos seus pés nossas coroas e o serviremos por toda a eternidade!

Fonte: Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Práticas religiosas


Tenham o cuidado de não praticar suas “obras de justiça” diante dos outros para serem vistos por eles. Mateus 6.1

Jesus evidentemente presumiu que seus discípulos se engajariam nas práticas comuns da doação, da oração e do jejum, pois esse trio de obrigações religiosas expressa nossa obrigação para com Deus (oração), os outros (doação) e conosco (jejum).

Os três parágrafos no início do capítulo 6 de Mateus seguem um padrão idêntico. Por meio de uma ilustração vívida e espirituosa, Jesus pinta um quadro de hipócritas que praticam sua piedade diante dos homens a fim de serem aplaudidos por eles. Se você fizer isso, diz ele, terá recebido sua recompensa por completo, a saber, o aplauso que tanto deseja. Ao contrário, pratique sua piedade em segredo, pois assim seu Pai celestial que vê em secreto irá lhe recompensar.

O primeiro exemplo de Jesus é a doação.
Ele retrata um fariseu pomposo a caminho de fazer sua doação. Diante dele marcham os tocadores de trombeta, conduzindo uma fanfarra, ansiosos por juntar uma platéia, pois o hipócrita é um ator envolvido em uma apresentação teatral. Ao contrário, não deixe que sua mão esquerda saiba aquilo que a direita está fazendo.

Ou seja, não devemos nem sequer estar constrangidos a ofertar, ponderando sobre a doação com espírito de vanglória.

O segundo exemplo de Jesus é o da oração.

Não devemos fazer alarde de nossos hábitos de oração, mas devemos entrar em nosso quarto, fechar a porta e orar ao nosso Pai em secreto. Nada destrói mais a oração que olhares de soslaio para espectadores humanos, do mesmo modo que nada a enriquece mais que um sentimento de que Deus a está ouvindo. Nosso Pai nos recompensará — não com alguma recompensa inadequada, mas com aquilo que mais desejamos, a saber, o acesso à sua presença.

O terceiro exemplo de Jesus é o jejum, que ele desencorajou em seus discípulos.

A Bíblia sugere que o jejum não deve ser uma prática isolada, mas deve estar associada ao arrependimento, à autodisciplina, à preocupação com os famintos, e a tempos específicos de oração para necessidades especiais.

Quando jejuamos, não devemos aparentar tristeza ou desfigurarmos nossos rostos, mas aparentarmos normalidade, de modo que ninguém suspeite que estejamos jejuando.

O contraste é gritante. A piedade farisaica é ostentadora, motivada pela vaidade e recompensada pelos homens; a piedade cristã é secreta, motivada pela humildade e recompensada por Deus.

Leitura recomendada: Mateus 6.1-18 

Retirado de A Bíblia Toda, O Ano Todo (Editora Ultimato, 2007)


Por Litrazini

Graça e Paz
  

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.