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quarta-feira, 14 de junho de 2017

A UNÇÃO DE DEUS É LIBERADA QUANDO NOS LIVRAMOS DE NOSSO EGOÍSMO

À medida que aprendemos mais sobre o caráter de Deus e temos experiências com o Pai através de um relacionamento pessoal, nossa confiança e amor por Ele crescem.

“Isso faz com que haja mais unção do Espírito Santo em nós. Unção é o poder de Deus no homem para fazer o que ele foi chamado. “Jesus Cristo é ‘O Ungido’, por isso, quando nos convertemos, sua unção permanece em nós”.

A unção é um dom gratuito de Deus, todavia, há um preço a ser pago por isso. “Acima de tudo, precisamos proteger a unção em nossas vidas. Por mais que a unção permaneça em nós através da salvação, ela não pode ser explorada através de nossas vidas se não estivermos quebrantados diante de Deus”.

Rebeldia, teimosia, orgulho e independência de Deus são algumas das áreas de desobediência que podem impedir a unção de trabalhar através de cada pessoa.

“Os veículos que transportam a unção são a alma (ou a mente), as vontades e as emoções. Quando somos guiados por nossos impulsos carnais, não estamos sendo guiados pelo Espírito Santo”, é de suma importância amadurecer em Cristo.

“Precisamos entender que não podemos nos atrever a fazer qualquer coisa sem a unção de Deus”. “Há uma unção para tudo o que precisamos fazer, não apenas para ministros ou áreas espirituais da vida. Você tem uma unção para ser pai, marido, esposa ou estar em um negócio. É incrível quando Deus usa uma pessoa para fazer algo que ela não têm capacidade de fazer por conta própria. Esse é o poder da unção”.

Um dos grandes exemplos é Jesus, Filipenses 2:5-11. “Ele é Deus, no entanto, também é nosso exemplo de humildade”, a unção está ligada à obediência.

“A unção é liberada quando nos livramos de nossos egoísmos, atitudes independentes e nos humilhamos diante de Deus. Se você escolher ser radicalmente obediente a Deus, você terá o mesmo poder que ressuscitou Cristo dentre os mortos em você e através de você. E você vai se surpreender com a unção do Espírito Santo em sua vida”.

Pra Joyce Meyer

Por Litrazini
Graça e Paz


domingo, 19 de abril de 2015

EGOÍSMO E CONSUMISMO

[Vocês] não conseguem o que querem porque não pedem a Deus. (Tg 4.2)

Um esforço enorme. Dia e noite. Para lá e para cá. Uma agitação doentia e inútil. No fim do dia, no fim da semana, no fim do ano nada é acrescentado. Se houve alguma mudança, foi para pior.

Por quê? Com poucas palavras, Tiago põe a descoberto o fracasso de certos crentes espalhados pelo mundo inteiro: “[Vocês] não conseguem o que querem porque não pedem a Deus”.

Antes que alguém o conteste, Tiago acrescenta mais uma explicação: “E mesmo quando pedem, não recebem, porque os seus motivos são maus. Vocês pedem coisas a fim de usá-las para os seus próprios prazeres” (4.3).

Por que eles não recorrem a Deus em oração?
Poderia ser por se considerarem autossuficientes.
Poderia ser por falta de intimidade com Deus.
Poderia ser por não crerem na eficácia da oração.
Poderia ser por quererem esconder de Deus os seus desejos consumistas e egoístas.

POR QUE, QUANDO ORAM, NÃO RECEBEM O QUE PEDEM?
Porque eles só oram em benefício próprio.
Porque nunca fazem a oração-modelo: “Pai nosso, que estás no céu, que todos reconheçam que o teu nome é santo. Venha o teu Reino. Que a tua vontade seja feita aqui na terra como é feita no céu!… Perdoa as nossas ofensas como também nós perdoamos as pessoas que nos ofenderam. E não deixes que sejamos tentados, mas livra-nos do mal” (Mt 6.9-13).

A oração-modelo atrapalharia o estilo de vida deles. Com que cara eles pediriam a Deus que lhes perdoasse os pecados, “como também perdoamos as pessoas que nos ofenderam”?

Eles não perdoavam ninguém e brigavam com todo mundo.

— Não adianta fazer muitas orações se o pecado está presente!

Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz



quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Escolhas e Decisões

“Então Ló escolheu para si toda a campina do Jordão, e partiu Ló para o oriente, e apartaram-se um do outro. Habitou Abrão na terra de Canaã e Ló habitou nas cidades da campina, e armou as suas tendas até Sodoma” (Gênesis 13.11-12).

Todos os dias somos desafiados através de várias circunstâncias e situações a tomarmos decisões e a fazermos escolhas. Neste texto, Abrão, para evitar maiores problemas e confusões entre os seus servos e os servos de seu sobrinho Ló, decidiu por se separar de Ló. Ló decidiu escolher viver nas campinas de Sodoma e Gomorra e Abrão decidiu habitar na terra de Canaã. Vejamos em que foram baseadas as suas decisões e ao que elas os conduziram.

Ló fez uma escolha baseada nas aparências.
Ló não orou, não buscou a direção de Deus e baseou sua escolha somente em sua visão humana. Deixou-se levar pelo encantamento dos olhos, pela cobiça humana e foi acampar nas campinas das cidades pagãs de Sodoma e Gomorra. Lembremo-nos dos ditados populares: “Nem tudo que reluz é ouro”; e “Quem vê cara não vê coração”. As campinas dessas cidades eram excelentes, porém, elas representam as fronteiras e a proximidade com o mundo.

A Bíblia nos diz: “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo” (1ª João 2.15-16).

Uma escolha baseada no egoísmo.
Nem sempre o caminho mais fácil é o melhor. Poucas pessoas querem pagar o preço. São poucos que estão dispostas ao sacrifício. O ser humano naturalmente é egoísta e são poucas pessoas que são altruístas. Querem o mais fácil e se esquecem que nem sempre o caminho mais fácil é o caminho melhor. E Jesus chamando a si a multidão, com os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me” (Mc 8.34).

Uma escolha baseada no próprio conhecimento.
O desconhecido requer dependência de Deus. Neste caso em questão, escolher o desconhecido significa abrir mão de tomar as próprias decisões e seguir a orientação divina. O desconhecido requer muita intimidade com Deus através da oração e da meditação constante na Palavra de Deus; e desconhecido, no caso, e seguir pela fé os conselhos da palavra dada por Deus. “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem” (Hb 11.1).

Abrão fez uma escolha baseada no altruísmo.
Abrão preferiu sofrer o dano a deixar que a contenda entre os seus servos e os servos de Ló criasse uma situação insustentável entre ele e seu sobrinho Ló, ao qual amava e que queria muito bem.
“O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; tudo sofre; tudo crê; tudo espera; tudo suporta” (1ª Coríntios 13.4-7).

Ele, também, não fez valer seus direitos de tio ou o seu privilégio de ser o líder. Sabia que Deus o havia chamado, havia uma promessa para sua vida e ele ao invés de fazer prevalecer seus direitos, preferiu esperar em Deus. “Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti que trabalha para aquele que nele espera” (Isaías 64.4).

Uma escolha de fé com base na palavra de Deus.
Abrão foi habitar na terra de Canaã, a terra da promessa, o centro da vontade de Deus. Deus o havia chamado e o Senhor seria quem o conduziria e não suas próprias escolhas.“Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei” (Gn 12.1

Uma escolha baseada no conhecimento de Deus.
Abrão conheceu a Deus no seu dia a dia; de andar com Ele lado a lado; conversar com Ele; crer nas Suas promessas e seguir Suas orientações. “Conheçamos, e prossigamos em conhecer ao SENHOR; a sua saída, como a alva, é certa; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Oséias 6:3).

Lembremo-nos que as nossas escolhas e nossas decisões determinarão qual será nosso fim. Uma boa escolha determinará um bom futuro; uma má escolha acabará determinando num mau futuro. Como a Sua Palavra nos diz:  “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna” (Gálatas 6.7-8).

Aonde a escolha de Ló o levou?
A ser capturado e escravizado junto com os habitantes de Sodoma e Gomorra (Gênesis 14.12). A envolver sua família com os habitantes pecadores, e pervertidos de Sodoma e Gomorra (Gênesis 19). A perder sua mulher. “A mulher de Ló olhou para trás e ficou convertida numa estátua de sal” (Gênesis 19.26). Pois ela amava mais o mundo (as cidades de Sodoma e Gomorra) do que a salvação oferecida por Deus através dos anjos (Gênesis 19.29-30). A cometer incesto com suas duas filhas (Gênesis 19.30-36). A gerar deste ato de incesto, duas nações ímpias e inimigas de Israel: Os moabitas e os amonitas (Gênesis 19.37-38).

Aonde a escolha de Abrão o levou?
Obedecer a Deus pela fé ao ser chamado, indo para um lugar que havia de receber por herança (Gênesis 12.1-2). Receber divina provisão e bênção tornando-se um homem muito rico e poderoso (Gênesis 12.10-20; 13.2). Libertar a Ló que havia sido levado cativo (Gênesis 14.12-17).Interceder pelas cidades de Sodoma e Gomorra e através de sua intercessão salvar a Ló e suas duas filhas (Gênesis 18.23-33 e 19.29-30). Habitar na terra da promessa com Sara, Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa (Gênesis 12.8 e 13.3, 12 e 18).Receber a virtude e privilégio de ser pai, sua esposa concebeu a Isaque, deu à luz já fora da idade (Gênesis 21.1-8).obedecer e oferecer Isaque, quando foi provado (Gênesis 22.1-14).Gerar uma grande nação (Gênesis 22.17).Ser uma bênção para todas as famílias da terra (Gênesis 22.18). Ser considerado pai da fé de todos os que crêem (Romanos 4.16).

Pr. Silvio Correa Coelho

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Tirando o “eu” do seu olho


“Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos. cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros” (Fp 2.3-4).

O amor constrói relacionamentos; o egoísmo corrói relacionamentos. Não é de se admirar que Paulo seja tão insistente em seu apelo: “Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade” (Filipenses 2.3)

Mas nós não nascemos egoístas? E se nascemos, podemos fazer alguma coisa a respeito disso? Podemos tirar nossos olhos de nós mesmos? Ou, perguntando melhor, podemos tirar o pequeno nós mesmos dos nossos olhos? De acordo com as Escrituras, podemos.

“Se por estarmos em Cristo nós temos alguma motivação, alguma exortação de amor, alguma comunhão no Espírito, alguma profunda afeição e compaixão completem aminha alegria, tendo o mesmo modo de pensar” (Filipenses 2.1-2).

O sarcasmo de Paulo é velado. Há alguma motivação? Alguma exortação? Alguma comunhão? Então sorria!

Qual é a cura para o egoísmo?

Tire-se do seu olho tirando seu olho de si mesmo. Pare de olhar para esse pequeno eu e foque em seu grande Salvador.

Um amigo que é um ministro da Igreja Anglicana explica a razão pela qual ele termina suas orações com o sinal da cruz. “O toque da minha testa e do meu peito faz um ‘I’ maiúsculo (eu, em inglês). O gesto de tocar primeiro em um ombro e depois no outro corta o ‘I’ (eu) ao meio”.

Esse não é um trabalho da Cruz? Um “eu” menor e um Cristo maior? Não foque em si mesmo; foque em tudo o que você tem em Cristo. Foque na motivação em Cristo, na exortação de Cristo, na comunhão do Espírito, na afeição e compaixão do céu.

Se Cristo se tornar o nosso foco, não seremos como o médico em Arkansas. Ele diagnosticou mal a paciente. Ele declarou que a mulher estava morta. A família foi informada e o marido estava angustiado. Imagine a surpresa da enfermeira quando ela descobriu que a mulher estava viva! “É melhor você contar à família”, ela apressou o médico.

O médico embaraçado telefonou para o marido e disse, “Preciso conversar com você sobre o estado da sua esposa”. “O estado da minha esposa?”, ele perguntou. “Ela está morta”. O orgulho do doutor apenas permitiu que ele admitisse, “Bem,ela teve uma ligeira melhora”.

Ligeira melhora? Fale sobre um eufemismo! Lázaro está saindo do túmulo e ele chama isso de uma “ligeira melhora”?

Ele estava tão preocupado com sua imagem que perdeu uma oportunidade de celebrar. Nós rimos, mas não fazemos o mesmo? Nós vamos da cremação para a celebração. Nós merecemos um banho de lava, mas nos foi dada uma piscina de graça.

Contudo, ao olhar para os nossos rostos, você acharia que nossas circunstâncias tiveram apenas uma “ligeira melhora”. “Como está a vida?”, alguém pergunta. E nós que fomos ressuscitados da morte dizemos, “Bem, as coisas poderiam estar melhores”. Ou “Não consegui uma vaga para estacionar”. Ou “Meus pais não me deixarão mudar para o Havaí”. Ou “As pessoas não me deixam em paz para que eu consiga terminar meu sermão sobre egoísmo”.

Honestamente. Nós nos preocupamos com chuva ácida em revestimentos de prata. Você acha que Paulo gostaria de ter uma palavra conosco? Você está tão focado no que você não tem que está cego para o que você tem? Você recebeu alguma motivação? Alguma comunhão? Alguma exortação? Então você não tem motivo para alegria?

Venha. Venha sedento. Beba abundantemente da bondade de Deus.

Você possui um ingresso para o céu que nenhum ladrão pode levar, um lar eterno que nenhum divórcio pode destruir.

Cada pecado da sua vida foi lançado ao mar.

Cada erro que você cometeu está pregado no madeiro.

Você foi comprado com sangue e feito para o céu.

Um filho de Deus – salvo para sempre.

Então seja agradecido, alegre – pois não é verdade?

O que você não tem é muito menos do que o que você tem.

Autor: Max Lucado

Por Litrazini

Graça e Paz







sábado, 28 de maio de 2011

Egoísmo e o frio que vem de dentro


Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? (1João 4.20)

Conta-se que seis homens ficaram presos numa caverna por causa de uma avalanche de neve.

Teriam que esperar até o amanhecer para receber socorro.

Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam.

Eles sabiam que se o fogo apagasse todos morreriam de frio antes que o dia clareasse.

Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de sobreviverem.

O primeiro homem era racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então, raciocinou consigo mesmo:

- "Aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro". E guardou-a protegendo-a dos olhares dos demais.

O segundo homem era um rico avarento. Estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um homem da montanha que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele calculava o valor da sua lenha e, enquanto sonhava com o seu lucro, pensou:

- "Eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso, nem pensar".
O terceiro homem era negro. Seus olhos faiscavam de ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou de resignação que o sofrimento nos ensina. Seu pensamento era muito prático:

- "É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem". E guardou suas lenhas com cuidado.

O quarto homem era um pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Este pensou:

- "Esta nevasca pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha."

O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas, nem lhe passou pela cabeça oferecer a lenha que carregava. Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil.

O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosas das mãos os sinais de uma vida de trabalho. Sua reflexão:

- "Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos gravetos".

Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e, finalmente, apagou-se.

No alvorecer do dia, quando os homens do socorro chegaram à caverna, encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de socorro disse: 

- "O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro".

Por vezes, vivemos fechados em nossos mundos, com a desculpa de proteção contra a violência e maldade que, deixamos de desfrutar as coisas boas resultantes de eventuais relacionamentos e não praticamos o mandamento maior que é o amor.

É imprescindível que nosso próximo possa sentir que o amor não é algo teórico, mas que é real na prática, no dia a dia.

Nossa responsabilidade como filhos de Deus é compartilhar com os demais, em todos os momentos, o amor e a graça que sempre experimentamos da parte de nosso Senhor.

Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor. Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos. Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.

Amados, se Deus assim nos amou, também nós devemos amar uns aos outros. Ninguém jamais viu a Deus; se nos amamos uns aos outros, Deus está em nós, e em nós é perfeito o seu amor. (1João 4.7-12)

Graça e Paz

Lidiomar T. Granatti

sábado, 16 de abril de 2011

Dúvida ou Confiança

Contam que um alpinista, desesperado por conquistar uma altíssima montanha, iniciou sua escalada depois de anos de preparação. Como queria a glória só para ele, resolveu subir sem companheiros.

Durante a subida foi ficando tarde e mais tarde, e ele não havia se preparado para acampar, sendo que decidiu seguir subindo... E por fim ficou escuro. A noite era densa naquele ponto da montanha, e não se podia ver absolutamente nada. Tudo era negro, visibilidade zero, a lua e as estrelas estavam encobertas pelas nuvens. Ao subir por um caminho estreito,  a apenas poucos metros do topo, escorregou e precipitou-se pelos ares, caindo a uma velocidades vertiginosa. O alpinista via apenas velozes manchas escuras passando por ele e sentia a terrível sensação de estar sendo sugado pela gravidade. Continuava caindo... E em seus angustiantes momentos, passaram por sua mente episódios felizes e outros tristes de sua vida. Pensava na proximidade da morte sem solução... De repente, sentiu um fortíssimo solavanco, causado pelo esticar da corda na qual estava amarrado e presa nas estacas cravadas na montanha.

Nesse momento de silêncio e solidão, suspenso no ar, não havia nada que pudesse fazer e gritou com todas as forças:

- MEU DEUS, ME AJUDA!!!

De repente, uma voz grave e profunda vinda dos céus lhe respondeu:

- Que queres que eu te faça?

- Salva-me meu Deus!!!

- Realmente crês que eu posso salvá-lo?

- Com toda certeza Senhor!!!

- Então corta a corda na qual estás amarrado!

Houve um momento de silêncio; então o homem agarrou-se ainda mais fortemente à corda.

Conta a esquipe de resgate, que no outro dia encontraram o alpinista morto, congelado pelo frio, com as mãos agarradas fortemente à corda... A apenas 2 metros do solo...

E você, nobre leitor deste blog, cortaria a corda?

As vezes precisamos tomar decisões que testam nossa fé em Deus. E você? Que está tão agarrado as cordas te soltarias?

Devemos diariamente exercitar nossa confiança em Deus, lembrando-nos sempre que "Pois eu sou o Senhor, o seu Deus, que o segura pela mão direita e lhe diz: Não tema; eu o ajudarei." - Isaías 41.13

Autor desconhecido.

A Graça e a Paz de Cristo Jesus,

Moacir Neto

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Sou como pelicano no deserto

Sou como o pelicano no deserto” (Salmo 102.6a).


Vocês já se sentiram deslocados em algum ambiente?’


Ao meditar no salmo 102 percebi que ele trata exatamente disso. O salmista está deslocado, se sente fora de seu habitat e declara: “sou como o pelicano no deserto” v.6.

O pelicano é encontrado na Europa, Ásia e na África, seu papo serve essencialmente para pescar e conduzir uma quantidade significativa de peixes, sua comida principal. O pelicano é uma ave marítima e não sobreviveria no deserto, pois sua principal fonte de alimento é o mar.

O salmista se compara ao pelicano no deserto e a coruja nas ruínas.

O que leva uma pessoa se comparar a pássaros como estes e em tais condições?

Provavelmente ele estava apresentando seus sofrimentos e transtornos emocionais. Sentia-se separado de Deus, abandonado por Ele, desolado e rejeitado. Embora sondasse o horizonte em busca de ajuda, só conseguia enxergar ruínas e esterilidade. Como a coruja, pássaro solitário, ele se sentia sozinho e sem esperança.

O autor suplica que Deus o ouça, solicita que Deus se incline para ouvi-lo. O que pode fazer com que Deus não nos ouça?

O v.10 pode ser a resposta, ele diz que já esteve muito bem, em posição elevada, mas agora está abatido e inferiorizado.

A natureza humana é em si mesma soberba, auto-suficiente. Quando tudo vai bem é fácil esquecer-se daquele que nos levantou. Quem não conhece história de pessoas que pisaram em outras quando em situação privilegiada.

O orgulho é uma razão que leva Deus não atender nossas orações. Em Tiago 4.6 lemos que Deus está pronto a ajudar os humildes de espírito, não soberbos. Irreverência (Sl.50.21), egoísmo (Tg.4.3), pecado (Is.59.1, 2), incredulidade (1Pe.3.7) são outros motivos que impedem o Senhor de nos ouvir, tornam nossas orações ineficientes.

Na verdade é impossível que Deus não nos ouça, “o que fez o ouvido, acaso, não ouvirá?(Sl.94.9); embora a linguagem bíblica retrata Deus como se estivesse surdo é apenas uma maneira figurada para dizer que o Senhor nem sempre atende nossos pedidos como gostaríamos.

A razão do salmista se sentir deslocado é porque ele se distanciou de Deus pelo pecado. A bíblia diz: Pois são os pecados de vocês que os separam do seu Deus, são as suas maldades que fazem com que ele se esconda de vocês e não atenda as suas orações (Isaías 59.2).

Será que você não está se sentido fora de seu ambiente?

Será que você não percebe que seu lugar é ao lado de Deus?

Revise sua postura, ‘cheguem perto de Deus, e ele chegará perto de vocês. Lavem as mãos, pecadores! Limpem o coração...’ (Tg.4.8). Seu lugar é ao lado de Deus, em Deus há fartura de alimento para sua alma e espírito.

Por favor, leia os textos a seguir em voz alta para que você ouça o próprio Deus:

Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede’(João 6:35).‘

Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora’ (João 6:37).

Está escrito nos profetas: E serão todos ensinados por Deus. Portanto, todo aquele que da parte do Pai tem ouvido e aprendido, esse vem a mim’ (João 6:45).

Longe de Deus nos sentiremos como pelicano no deserto, prestes a morrer. Mas, com nossas vidas em suas mãos nos sentiremos seguros como pássaros junto a seu bando.

Com Deus Cantaremos o canto dos vitoriosos e não o lamento dos desolados.

Pr. Luiz Carlos Leite

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.