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terça-feira, 4 de julho de 2017

SÓ SE SUBMETA AO SEU PASTOR SE ELE FOR SUBMISSO À BÍBLIA


ATÉ ONDE DEVE IR A SUBMISSÃO DE UMA CRISTÃO À LIDERANÇA DE SUA IGREJA?
apesar da Bíblia ter diversas passagens que destacam a importância da submissão às autoridades, nenhuma autoridade terrena merece submissão absoluta.

Após ler a passagem de Hebreus 13:17, que diz: "Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles [...]" há uma condição essencial para que o cristão avalie seu pastor e continue a seguí-lo (ou não).

"Ele [pastor] não é Deus. Nenhum dos anciãos é Deus. Eles não são infalíveis. Sua autoridade não é absoluta e, portanto, a submissão e obediência a eles não é absoluta. Somente Deus obtém absoluta obediência e submissão.

Poderíamos mostrar que ao longo do Novo Testamento, a relação de submissão ao Estado [governo], aos maridos, aos pais, aos pastores - seja quem for. Todas as estruturas de submissão no Novo Testamento são relativizadas, estão abaixo da autoridade absoluta de Jesus. Nós sabemos disso".

"Mas aqui está a o ponto-chave: Hebreus 13:17 está escrito no pressuposto, e você chamou esse homem [pastor] com a suposição de que os líderes - e seu pastor em particular - vão levantar esta Bíblia e proclamar a palavra de Deus, não do homem. Mostre aos seus líderes que você quer que isso aconteça, mais do que qualquer coisa. Mostre que você quer ser obediente à Palavra de Deus e vai se submeter àqueles que a proclamam".

Expressar a espectativa de uma conduta bíblica ao líder só fará bem à relação entre ovelha e pastor."Quando você fizer isso, a alegria de seu líder em Deus irá transbordar. Nós amamos quando as pessoas proclamam a verdade de Deus, não a nossa".

Um líder que adota uma conduta de submissão à Palavra de Deus inspira confiança em seus liderados. "Quando peço que você seja obediente e submisso aos seus líderes, quero dizer que eles também devem estar submissos a esse livro [Bíblia]. Seus líderes devem ter a Bíblia sobre suas cabeças em todos os momentos".

"Então você poderá dizer: 'Eu amo esse homem porque ele é submisso à Bíblia. Estou pronto para segui-lo em qualquer lugar, até mesmo para a prisão. Se ele dissesse: 'Vamos para a prisão', eu iria para a prisão com aquele homem, porque ao longo dos anos ele ganhou a minha confiança por ser um homem submisso às Escrituras".

John Piper  Fonte: Guiame, com informações do Desiring God

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

ACASO, TRAÍMOS A DEUS?

Converte-te, ó Israel, ao Senhor teu Deus; porque pelos teus pecados tens caído. Oséias 14:1

TRAIÇÃO=Incapacidade de ser fiel a alguém, descaso aos valores de outrem, ruptura de um ato confiável, violação da dignidade do confiante, descumprimento de uma promessa, enganar perfidamente a fidelidade que lhe foi depositada.


De todas as dores provocadas por sentimentos relacionados à outra pessoa, creio eu que a traição seja a mais mesquinha e ordinária, por justamente ela ser muito injusta, em muitos casos, leva a ruína o traído, enquanto o traidor regozija-se.


Não existe coisa pior do que confiar em alguém e ser lesionado por essa pessoa, é um sentimento de tristeza profunda que fica na alma, uma decepção angustiante, isto faz a pessoa sentir-se um nada, pois a sensação que este tem é que todo o chão fugiu de debaixo de seus pés.

Aquele que trai torna-se egoísta, pois não pensa em quem esta do outro lado, apenas alimenta o desejo do seu coração, que é se dá bem. Isto é em qualquer área da vida. Quando se credita em alguém uma confiança é porque dentro do coração do depositante existe algum tipo de consideração, respeito, admiração ou amor, pelos quais a leva acreditar que jamais será enganada. Que aquela pessoa em quem se confia é digna do puro sentimento que esta lhe sendo imputado.

Ser traído por amigo ou colega já é tão repugnante, imagine ser traído por alguém com quem um dia se fez uma aliança, teve um compromisso, depositou sua vida nas mãos dela, firmou lealdade.

Certamente é dolorido demais para a vitima, a sensação que se tem é que foi usado e trapaceado em seu sentimento, esta pessoa sente-se reduzido a fagulha, a dor rasga a sua alma com muito mais ímpeto do que um objeto cortante, é tão violenta a sensação que muitos dos traídos perdem totalmente o equilíbrio e, suas vidas parece ficar em cordas bambas, como se tivesse a sensação que um pesadelo a dominasse, tudo o que foi sonhado, planejado, arquitetado durante meses ou anos termina sendo lançado fora como se fosse uma descarga sanitária.

Em muitas vezes a pessoa que planeja a traição fica tão cega, que não para analisá-la, não pensa que pode estar destruindo a vida do outro, porque nada fica como antes no coração de quem sofre uma traição, por mais perdão que seja liberado, aquela terrível dor não é por completa esquecida, fica adormecida porque a confiança não é mais a mesma. De certa forma a pessoa traída cria dentro de si uma crosta que gera desconfiança em todos que se aproxima. Ela torna-se uma espécie de animal ferido, fica sempre na defensiva.

Todos têm conhecimentos de quão terrível é este sentimento, porém muitos o ignora a seu bel prazer. Vamos então conhecer onde deu origem este sentimento tão perverso, vamos averiguar a luz da palavra de Deus, No livro de Ezequiel 28 podemos ter um relato completo, Deus havia criado um Querubim, lúcifer, cheio de sabedoria e conhecimento, este, Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei, diante dos reis te pus, para que olhem para ti. Ezequiel 28:17,

Deus confiava a lúcifer, ser o seu porta voz, ele era o primeiro arcanjo a comandar nos céus, ou seja, ele só estava abaixo do filho de Deus, conhecia os segredos de Deus, Eis que tu és mais sábio que Daniel; e não há segredo algum que se possa esconder de ti. Pela tua sabedoria e pelo teu entendimento alcançaste para ti riquezas, e adquiriste ouro e prata nos teus tesouros.Ezequiel 28:3-4, ele comanda todo o exercito celestial, Deus depositava nele o direito de reger o seu coral.

No entanto enquanto Deus deixava em seu poder a liderança da adoração ele usurpava em seu coração ser igual a Deus, o orgulho e a inveja nasceram dentro do seu ser, e em surdina planejou tirar Deus do seu trono, seduzindo e ludibriando a terça parte dos anjos que ele comandava. E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte. Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao AltíssimoIsaías 14:13-14.

Deus conhecia os intentos de lúcifer, Deus apenas deixou para ver até onde ele ia, como o mal por si só se destrói, então lúcifer deixou de ser um anjo de luz para vira satanás o opositor.

Todo Ser humano comete erro, Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela. João 8:7, isto não ira isentar ninguém das consequências, colhemos o fruto da semente que plantamos.


Deus conhecedor de todas as coisas sabe bem o que é ser traído, tão logo dará o escape à pessoa ferida, entrará com providência e restaurara as suas forças e mudara a situação.

Mas o que desejo chamar a sua atenção é que, lendo e relendo estes relatos ficamos abismados,  mas, muitas vezes estamos agindo igual a lúcifer para com Deus, mesmo sabendo que Deus sabe todas as coisas antes que aconteça, ignoramos a sua presença e continuamos segundo a nossa vontade.

Alguém pode dizer “Eu não quero ser igual a Deus” Será? Será que, se muitos conhecessem pessoalmente, tivesse a regalia que lucífer teve não intentaria o mesmo? Por outro lado quantos de nós traímos a Deus? Como? Quantas pessoas nós conhecemos que um dia fez uma aliança com Deus, Deus confiou a este o direito de uma vida nova, quantos foram consagrados para Deus, quantos foram batizados, Quantos ceiaram na mesa do Senhor e hoje come no prato do inimigo? Quantos, um dia conheceram os segredos de Deus os mistérios da salvação, disseram eu tenho uma aliança contigo e hoje estão distante da presença de Deus?

Quantos um dia disseram que Jesus era Senhor em suas vidas e agora vivem sucumbidos pelo mundo e adora outros deuses? E quantos são aqueles que dizem que serve a Deus, que os pertencem, que são seus filhos, mais não procedem com tal? Usam o nome de Deus em beneficio próprio, vivem sempre articulando uma maneira de lucrar com a fé alheia.

Se analisarmos bem, de fato, não continuamos traindo a Deus? E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Mateus 22:37 Estamos adorando a Ele ou outros tem espaço em nossas vidas?

Pra Elza Carvalho

Por Litrazini:


Graça e Paz

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Disciplina e pureza da igreja


Jesus instituiu a disciplina na igreja (Mt 18.15-20) com o objetivo de estabelecer os limites entre o mundo e a igreja, bem como combater o pecado dentro dela.

Vários textos do Novo Testamento revelam, que no contexto da igreja, a disciplina sempre foi usada como remédio necessário para zelar por sua saúde espiritual (Rm 16.17; 2Co 2.5-11; 2Co 13.1-2; Gl 6.1-5; 2Ts 3.6-15; 1Tm 1.18-20; 5.19-22; Tt 3.10-11).

O que é a disciplina? 
“A disciplina eclesiástica é o exercício da jurisdição espiritual da Igreja sobre seus membros, aplicada de acordo com a Palavra de Deus. Toda disciplina visa edificar o povo de Deus, corrigir escândalos, erros ou faltas, promover a honra de Deus, a glória de nosso Senhor Jesus Cristo e o próprio bem dos culpados” (C.D. IPB).

Quem deve aplicar a disciplina?
Jesus deu autoridade espiritual à igreja para a aplicação da disciplina, por meio de uma liderança humilde, misericordiosa e exemplar (Mt 18.15-35).

Um membro da igreja em Corinto vivia deliberadamente na prática do pecado. Paulo denuncia: Geralmente, se ouve que há entre vós imoralidade e imoralidade tal, como nem mesmo entre os gentios, isto é, haver quem se atreva a possuir a mulher de seu próprio pai.(v.1). A pratica incestuosa daquele irmão era pública e atingia toda a coletividade. Todos na igreja sabiam daquele relacionamento ilícito e ninguém tomava providências.

O irmão pecava por ação e a igreja por omissão.

Os membros da igreja em Corinto se recusaram a disciplinar o irmão faltoso. A igreja estava ensoberbecida com o pecado, se vangloriando de ser uma comunidade amorosa. Paulo denuncia que aquela postura estava errada. Eles deveriam lamentar o que estava acontecendo. A palavra lamentar significa “chorar como se tivesse perdido um ente querido”. É o choro da dor da perda.
 
É triste quando o pecado não produz mais choro na vida de uma igreja local. É feliz e bem-aventurado quem chora o seu pecado e os pecados dos outros: Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados (Mt 5.4). A visão errada do pecado levou a igreja à não aplicar a disciplina. Aquele que vivia em tão escandaloso pecado deveria ser afastado ou tirado da igreja, até que se arrependesse.

A reação de Paulo: ele ordena que a igreja discipline aquele irmão. Eu, na verdade, ainda que ausente em pessoa, mas presente em espírito, já sentenciei, como se estivesse presente, que o autor de tal infâmia seja, em nome do Senhor Jesus, reunidos vós e o meu espírito, com o poder de Jesus, nosso Senhor (vv. 3-4). Paulo diz que a disciplina deve ser aplicada sob a autoridade apostólica e da igreja. Tal autoridade procedia de Jesus, por isso devia ser em nome e com o poder de Jesus.

Paulo destaca três razões fundamentais: 

(1) Promover a recuperação espiritual do disciplinado.
Entregue á Satanás para a destruição da carne, a fim de que o espírito seja salvo no Dia do Senhor(v.5). A ideia é que o cristão deve ser afastado da comunhão da igreja, para que por meio da excomunhão ele arrependa-se do seu pecado.

A disciplina visa o arrependimento e o benefício espiritual do faltoso. 

(2) Impedir que o pecado se espalhe na igreja. 
Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda? Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado (vv.6-7). O mau exemplo de um crente é muito nocivo à igreja. Assim como o fermento, o pecado é contagioso e muito influente.

Precisamos lutar contra o pecado e a igreja não deve tolerar membros escandalosos e corruptos. 

(3) Manter a pureza das celebrações e da adoração ao Senhor.
Por isso, celebremos a festa não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia, e sim com os asmos da sinceridade e da verdade (v.8). Jesus morreu para santificar para si um povo zeloso, santo e produtivo.

Devemos adorar a Deus em espírito e em verdade, com sinceridade e santidade.

O pecado prejudica a adoração do povo de Deus.

Autor: Arival Dias Casimiro

Por Litrazini

Graça e Paz



Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.