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sábado, 21 de fevereiro de 2026

VALENTES DE DEUS

“Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel, e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar…” (1Co 10:13)

“Não esmagará a cana quebrada, nem apagará o pavio que fumega…” (Is 42:3)

Os valentes de Deus são fiéis até o fim, na luta e nas batalhas da vida.

Eles sabem que Deus conhece os seus limites.

O servo faz o que mandam, mas o filho agrada o coração do Pai.

O valente de Deus não está acomodado com uma vida “dentro das normas”. Buscam sempre mais.

Eles não tomam para si a Glória de Deus

Para os valentes de Deus, as necessidades deles não são maiores que as necessidades do Reino.

Não podemos confundir o sucesso da causa que defendemos, com a nossa vida.

Deus não procura pessoas que se preocupem por receber, mas que se preocupem em se doar.

Deus conhece o nosso lugar e Ele é Fiel e Justo.

Muitas pessoas fazem coisas para o reino apenas por recompensas mas, Deus, procura adoradores que o adorem em Espírito e em Verdade.

O Reino de Deus é constituído de obstinados, de lutadores com sede de vitória, com vontade de fazer o melhor.

Os grandes heróis da Fé não são, necessariamente, homens e mulheres que apareceram no decorrer da história.

O Reino também é feito de pessoas anônimas que o mundo não repara, mas Deus sabe quem são.

Deus não nos chamou para sermos um sucesso; nos chamou para sermos triunfantes.

Os Valentes de Deus não são sempre pessoas bem sucedidas, mas pessoas corajosas a enfrentar a vida apesar das suas dificuldades.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 30 de abril de 2025

O MELHOR DA FRUSTRAÇAO

"Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma." Hb 12:3

"Quando você se sentir no fim dos seus limites ou recursos, lembre-se de que Deus esta na outra extremidade." Littie B. Cowman

Frustração e desapontamento não deve, necessariamente, vir das circunstancias adversas.

Lembre-se que uma determinada situação pode deixar uma pessoa totalmente frustrada enquanto uma outra pessoa pode vir a retirar o melhor daquela mesma frustrante situação.

Frustração e desapontamento eventualmente nos surgem porque as nossas expectativas de alguma maneira não foram concretizadas. Aqui está a raiz do problema.

Porém quando nos damos conta que só existe uma Pessoa que pode suprir a nossa mais profunda necessidade então a frustração pode ser aliviada e neutralizada.

Um outro aspecto positivo da frustração é porque através dela nós podemos visualizar um mundo melhor, uma vida melhor.

Deus é o único e somente único que tem a capacidade de preencher a mais profunda necessidade humana; independentemente da natureza e grau do desapontamento.

Em meio a sua frustração deleite-se Naquele que conhece como ninguém a dor humana e aprendeu obediência através do sofrimento.

Nessa nova perspectiva, mesmo em meio a sua frustração, a sua vida pode assumir uma nova e atraente postura.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 17 de dezembro de 2022

LIVRES DA LEI DO PECADO E DA MORTE

“Porque o que faço não o aprovo, pois o que quero, isso não faço; mas o pecado habita em mim; não faço o bem que quero; miserável homem que eu sou” (Rm 7.15-25).

Aqueles que tentam obedecer aos mandamentos de Deus sem a graça salvífica de Cristo descobrem que são incapazes de realizar as boas intenções do seu coração.

Não são senhores de si mesmos. O mal e o pecado governam o seu ser. São escravos dessas coisas (Rm 7.15-21); presos “debaixo da lei do pecado” (Rm 7.23).

É somente para os que estão em Cristo, que Deus, juntamente com a tentação, “dará também o escape, para que a possais suportar” (1 Co 10.13

Muitos crentes sob a lei do AT verificaram que, em si mesmos, tinham prazer na lei e nos mandamentos de Deus (Sl 119; Is 58.2).

Entretanto, ao mesmo tempo, quando buscavam ajuda apenas na Lei, as paixões da carne neles imperavam (Rm 7.23).

Igualmente na igreja, hoje, pode haver os que reconhecem a justiça, a pureza e a excelência do evangelho de Cristo, no entanto, por não terem em si a experiência da graça regeneradora de Cristo, verificam que são escravos e prisioneiros do pecado.

Quando tentamos viver livres do domínio do pecado e da imoralidade, todos os nossos esforços para isto são inúteis, a menos que sejamos realmente nascidos de novo, reconciliados com Deus, libertos do poder de Satanás e como novas criaturas em Cristo, vivendo uma vida renovada no Espírito Santo (Jo 3.3; Rm 8; 2 Co 5.17).

A pessoa não convertida, em sua luta desigual com o pecado, termina dominada, cativa (Rm 7.23).

O pecado vence e a pessoa vende-se ao pecado como escrava (Rm 7.14).

Miserável condição esta; quem poderá livrar-nos? A resposta é: “por Jesus Cristo, nosso Senhor” (Rm 7.25).

É Ele o único que pode nos libertar “da lei do pecado e da morte” (Rm 8.2).

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

A LIBERDADE HUMANA E SEUS LIMITES


E sejam para luminares na expansão dos céus, para iluminar a terra; e assim foi. E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas.E Deus os pôs na expansão dos céus para iluminar a terra, Gn. 1.15-17

Deus criou um paraíso e colocou nele o homem.

A LIBERDADE HUMANA - “De toda árvore do jardim comerás livremente”.
Deus colocou muitas árvores frutíferas à disposição do homem, representando tudo o que o Senhor nos dá para o nosso deleite.

O LIMITE “...mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás”.
Não existe liberdade absoluta. O ser humano precisa, desde criança, conhecer os seus limites. A árvore proibida representa aquilo que pertence a Deus, ou que pertence ao próximo, ou aquilo que nos prejudicaria de alguma forma, mesmo sendo algo atraente e aparentemente agradável (Gn. 3.6).

O que Deus nos dá é muito mais do que aquilo que ele nos nega, pede ou proíbe. Somente uma árvore foi proibida. Entretanto, o homem quer muito mais do que aquilo que lhe é dado.

TRANSGRESSÃO E CONSEQUÊNCIA  - “No dia em que dela comeres, certamente morrerás”.
Quem se dispõe a ir além dos limites estabelecidos por Deus, cometendo o pecado, deve estar consciente dos efeitos de suas atitudes e ações. Adão e Eva comeram do fruto proibido e morreram espiritualmente.

Deus queria poupar o homem daquela amarga experiência. As proibições divinas têm o propósito de nos proteger. Não são opressoras, mas funcionam como uma cerca à beira do abismo, para que sejam evitadas as desastrosas conseqüências do pecado.

Usufruamos tudo o que Deus nos dá e respeitemos os limites que ele estabeleceu (Pv. 22.28).

Anísio Renato de Andrade

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Disciplina e pureza da igreja


Jesus instituiu a disciplina na igreja (Mt 18.15-20) com o objetivo de estabelecer os limites entre o mundo e a igreja, bem como combater o pecado dentro dela.

Vários textos do Novo Testamento revelam, que no contexto da igreja, a disciplina sempre foi usada como remédio necessário para zelar por sua saúde espiritual (Rm 16.17; 2Co 2.5-11; 2Co 13.1-2; Gl 6.1-5; 2Ts 3.6-15; 1Tm 1.18-20; 5.19-22; Tt 3.10-11).

O que é a disciplina? 
“A disciplina eclesiástica é o exercício da jurisdição espiritual da Igreja sobre seus membros, aplicada de acordo com a Palavra de Deus. Toda disciplina visa edificar o povo de Deus, corrigir escândalos, erros ou faltas, promover a honra de Deus, a glória de nosso Senhor Jesus Cristo e o próprio bem dos culpados” (C.D. IPB).

Quem deve aplicar a disciplina?
Jesus deu autoridade espiritual à igreja para a aplicação da disciplina, por meio de uma liderança humilde, misericordiosa e exemplar (Mt 18.15-35).

Um membro da igreja em Corinto vivia deliberadamente na prática do pecado. Paulo denuncia: Geralmente, se ouve que há entre vós imoralidade e imoralidade tal, como nem mesmo entre os gentios, isto é, haver quem se atreva a possuir a mulher de seu próprio pai.(v.1). A pratica incestuosa daquele irmão era pública e atingia toda a coletividade. Todos na igreja sabiam daquele relacionamento ilícito e ninguém tomava providências.

O irmão pecava por ação e a igreja por omissão.

Os membros da igreja em Corinto se recusaram a disciplinar o irmão faltoso. A igreja estava ensoberbecida com o pecado, se vangloriando de ser uma comunidade amorosa. Paulo denuncia que aquela postura estava errada. Eles deveriam lamentar o que estava acontecendo. A palavra lamentar significa “chorar como se tivesse perdido um ente querido”. É o choro da dor da perda.
 
É triste quando o pecado não produz mais choro na vida de uma igreja local. É feliz e bem-aventurado quem chora o seu pecado e os pecados dos outros: Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados (Mt 5.4). A visão errada do pecado levou a igreja à não aplicar a disciplina. Aquele que vivia em tão escandaloso pecado deveria ser afastado ou tirado da igreja, até que se arrependesse.

A reação de Paulo: ele ordena que a igreja discipline aquele irmão. Eu, na verdade, ainda que ausente em pessoa, mas presente em espírito, já sentenciei, como se estivesse presente, que o autor de tal infâmia seja, em nome do Senhor Jesus, reunidos vós e o meu espírito, com o poder de Jesus, nosso Senhor (vv. 3-4). Paulo diz que a disciplina deve ser aplicada sob a autoridade apostólica e da igreja. Tal autoridade procedia de Jesus, por isso devia ser em nome e com o poder de Jesus.

Paulo destaca três razões fundamentais: 

(1) Promover a recuperação espiritual do disciplinado.
Entregue á Satanás para a destruição da carne, a fim de que o espírito seja salvo no Dia do Senhor(v.5). A ideia é que o cristão deve ser afastado da comunhão da igreja, para que por meio da excomunhão ele arrependa-se do seu pecado.

A disciplina visa o arrependimento e o benefício espiritual do faltoso. 

(2) Impedir que o pecado se espalhe na igreja. 
Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda? Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado (vv.6-7). O mau exemplo de um crente é muito nocivo à igreja. Assim como o fermento, o pecado é contagioso e muito influente.

Precisamos lutar contra o pecado e a igreja não deve tolerar membros escandalosos e corruptos. 

(3) Manter a pureza das celebrações e da adoração ao Senhor.
Por isso, celebremos a festa não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia, e sim com os asmos da sinceridade e da verdade (v.8). Jesus morreu para santificar para si um povo zeloso, santo e produtivo.

Devemos adorar a Deus em espírito e em verdade, com sinceridade e santidade.

O pecado prejudica a adoração do povo de Deus.

Autor: Arival Dias Casimiro

Por Litrazini

Graça e Paz



Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.